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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Seis passageiros desmaiam no mesmo vôo da British Airways

British Airways Boeing 777

British Airways Boeing 777

Uma pessoa desmaiar em um avião já é suficientemente ruim, mas seis? No voo BA184 da British Airways com trajeto de Newark para o aeroporto londrino de Heathrow ; seis passageiros desmaiaram durante o vôo.

Quando o Boeing 777 pousou no aeroporto de Heathrow, o avião foi abordado pelo pessoal de emergência com equipamentos de proteção. Todos os passageiros foram tratados a bordo, moral: ninguém teve que ir ao hospital, nada foi encontrado de perigosos, e todos os 216 passageiros a bordo foram autorizados a continuar com suas viagens.

Neste ponto, os pesquisadores não sabem a causa do desmaio. Alimentos e gases foram descartados. Neste momento a polícia está dizendo que o incidente não é suspeito.

Aposto que tinha Alguém sem sapatos...

NetJets pretende despedir 500 pilotos



A NetJets Inc. anunciou hoje que pretende despedir cerca de 500 pilotos, devido ao surgimento de novas ofertas e sobretudo a uma desaceleração econômica prolongada que atingiu a empresa rigidamente.

A empresa emprega mais de 3.000 pilotos de todo o mundo, com a maioria deles localizados nos E.U. A Menos de 100 dos pilotos a serem demitidos vivem na área central de Ohio, disse o presidente e CEO da NetJets David Sokol.

Infraero: Viracopos será maior aeroporto do Hemisfério Sul


O presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, afirmou nesta quinta-feira que daqui a 30 anos o Aeroporto Internacional de Viracopos deverá ser o maior do Hemisfério Sul. Gaudenzi esteve em Campinas para assinar o convênio de cooperação com a prefeitura da cidade que diz respeito à desapropriação de 11,93 km² para a construção da segunda pista do aeroporto.

Gaudenzi disse ainda que "nos próximos 30 anos Viracopos poderá receber de 85 a 90 milhões de passageiros por ano". Em 2007, o aeroporto recebeu 955 mil passageiros. De acordo com o presidente da estatal, nas próximas três décadas Viracopos poderá contar com até quatro pistas para realizar as operações de pouso e decolagem.
A segunda pista do aeroporto terá 3,6 mil m de comprimento por 60 m de largura. A previsão é que as obras tenham início no final do ano, com conclusão prevista para 2010, quando a pista deve começar a operar gradativamente.
A obra terá recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e deve custar em torno de R$ 500 milhões. Somente a desapropriação, que inclui 88 propriedades rurais e 3.172 lotes urbanos, deve custar em torno de R$ 150 milhões.
"Viracopos foi uma opção técnica, devido à sua proximidade com São Paulo e Guarulhos. Também haverá um trem rápido entre Rio e São Paulo, que deve ter uma estação em Campinas", disse o presidente da Infraero.
Segundo o superintendente do Aeroporto de Viracopos, Clóvis Moreira, os estudos de impacto ambiental já foram concluídos. Ele afirmou ainda que em 2007 Viracopos teve um volume recorde de 32,9% do total de importações no Brasil. Em segundo lugar ficou o Aeroporto de Guarulhos, com 31,8%.

spotting viracopos

Revista de bordo da TAP é considerada a melhor leitura do momento



A UP, revista de bordo da TAP, foi considerada a melhor leitura do momento pela RES Travel Magazine. A RES, lida por mais de 210 mil pessoas, é a mais importante no setor de viagens na Escandinávia. O artigo escrito continha elogios à UP como "inteligente, moderna, "cool", brilhante" e "recheada de boa leitura, principalmente sobre Lisboa, Portugal e Brasil, mas também sobre África e Europa".

No mês de novembro, a Revista UP chega ao número 25 e completa dois anos de vida, ao longo dos quais se tem afirmado como um veículo privilegiado na divulgação e promoção da imagem de uma TAP renovada e mais moderna. Assinalando o aniversário da revista de bordo, será inaugurada no dia 14 de novembro, no Museu da Moda e do Design (Mude) em Lisboa, uma exposição dos
vestidos e adereços usados nas capas da UP.

Além da distinção agora realizada pela RES Travel Magazine, a UP já foi, ao longo dos seus dois anos de vida, premiada e reconhecida a nível internacional pela revista "Marie Claire" espanhola e pelo Guia norte-americano "UCity Guides

Mercado e Eventos

AEA REJEITA ACUSAÇÕES DOS PILOTOS



A AEA - Association of European Airlines (Associação de Empresas Aéreas da Europa) divulgou nota rejeitando as acusações dos sindicatos de pilotos que apontam ameaças à segurança dos voos no Velho Mundo por excesso de trabalho dos tripulantes de cabine.
Aerobusiness

Jobim discutirá com Lula concessão de aeroportos


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou que vai se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 23 para discutir o modelo de concessão de aeroportos à iniciativa privada. O governador do Rio, Sérgio Cabral, tem insistido na necessidade de transferência da gestão do aeroporto internacional Tom Jobim para empresas particulares.


Jobim disse, no entanto, que "o modelo de concessão não é para a, b ou c. É um modelo que pode ser aplicado nos aeroportos e, eventualmente, se decidirem pela concessão ou pela parceria público-privada".


O ministro informou que levantamento feito nos grandes aeroportos do País concluiu que o aeroporto Tom Jobim "requer obras de intervenção menores e o aeroporto suportará com absoluta tranquilidade a Copa de 2014 e também o aumento do movimento em 2016", quando o Rio será sede da Olimpíada.


Segundo Jobim, o maior problema está nos aeroportos de São Paulo, pois "Guarulhos já está esgotado, não tem mais capacidade alguma". Jobim disse que na reunião do dia 23 também será discutida uma solução para evitar o congestionamento dos aeroportos durante a Copa de 2014.

G1

JetBird busca aporte de capital para receber encomendas da EMBRAER

phenom100_jetbird

A empresa de taxi-aéreo européia JetBird, que anunciou planos grandiosos a 2 anos e meio atrás ao fazer uma encomenda de até 100 jatos Phenom 100 (59 pedidos firmes e 41 opções de compra), espera poder começar a receber seus aviões (alguns já prontos na fábrica da EMBRAER) e levantar voo.

Até o momento a JetBird falhou em iniciar suas operações nas três datas que chegou a divulgar, a mais recente em Setembro deste ano, e, segundo informações do jornal Irish Times, as contas da empresa recentemente publicadas revelaram gastos excessivos do dinheiro previamente investido.

Para voltar aos trilhos, de acordo com um porta-voz da JetBird, a empresa está tentando assegurar um aporte de capital de US$ 8,2 a US$ 9,9 milhões que permitirão o começo das entregas de seus aviões, entretanto, segundo o mesmo, o início das operações não é esperado para antes do próximo natal.

CR

Projeto busca afastar FAB de atividades da aviação civil


A proposta de nova legislação da Estratégia Nacional de Defesa traça uma progressão nas tarefas da Aeronáutica que deixa o comando cada vez mais distante da aviação civil e da administração de tudo que não seja relativo a operações e infraestrutura militar. Pelo novo texto da Lei Complementar 97, o comando da Força Aérea Brasileira (FAB) deixa de ser chamado genericamente de "autoridade aeronáutica" e passa a ser considerado "autoridade aeronáutica militar".



A Aeronáutica não terá mais entre suas atividades subsidiárias "orientar, coordenar e controlar a aviação civil". Também deixa de ser atribuição subsidiária da FAB "operar a infraestrutura aeronáutica" em geral. Ela será responsável apenas pela infraestrutura aeronáutica militar. No entanto, a proposta mantém sob coordenação da FAB as atividades ligadas ao setor aeroespacial.



O planejamento prevê que, no futuro, todas as tarefas relacionadas à aviação civil saiam da tutela do Ministério da Defesa e migrem para outra pasta, provavelmente o Ministério dos Transportes. Além da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), saem do âmbito da Defesa o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) e a Secretaria de Aviação Civil (SAC) - todos órgãos hoje vinculados ao organograma da pasta do ministro Nelson Jobim.



Essas mudanças, ainda em estudo, só não vão alterar, pelo menos a curto prazo, as funções da Aeronáutica no controle do tráfego aéreo. No Brasil essa missão segue um modelo híbrido, com os militares da FAB no comando da tarefa, mas trabalhando ao lado de controladores civis, que fazem a maior parte da rotina da vigilância da aviação civil.

O Estado de S. Paulo
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Gol adota sistema de comunicação global inédito no Brasil



A Gol será a primeira empresa aérea brasileira a contar um sistema para comunicação e gestão de suas operações com cobertura global, pela rede de satélites Iridium.
A tecnologia permite a troca de informações - por meio de mensagens de texto e voz, em tempo real -, sendo associada ao seu sistema ACARS (Aircraft Communications Addressing and Reporting System) e utilizada como ferramenta de administração operacional da companhia.
O ACARS via Iridium trará diversos benefícios à companhia: reforço de confiabilidade e segurança operacional, maior controle da performance de aeronaves em voo, além da redução e controle de custos, por meio da redução de peso das aeronaves e maior agilidade na gestão diária da malha aérea. "Esse tipo de comunicação antecipa futuras tendências para gestão do espaço aéreo", preconiza o Comandante Fernando Rockert de Magalhães, Vice-presidente Técnico da Gol.
A constelação de satélites Iridium é eficaz em 100% do globo terrestre, garantindo confiabilidade e precisão para a comunicação entre as diferentes partes que compõem o sistema aéreo. O dispositivo incrementará os recursos para integração das equipes técnicas da companhia, no comando das aeronaves e em terra, de maneira a complementar a já tradicional comunicação via rádio. Também acoplado ao ACARS da Gol, um outro sistema permitirá a troca de mensagens de texto com o controle de tráfego aéreo, que da mesma forma funcionará como complemento à comunicação de voz por rádio.
Ao invés de uma coleção de livros, os pilotos contarão com o Electronic Flight Bag, que funciona como uma verdadeira biblioteca eletrônica portátil a bordo, de fácil manuseio e interface amigável. Trata-se de um dispositivo de última geração, que permite atualização em tempo real, para todas as equipes envolvidas, a cada vez que a companhia realizar revisões de procedimentos operacionais.
O conjunto de equipamentos e softwares foi exaustivamente testado nos laboratórios da Avionica, empresa norte-americana fornecedora do sistema, com sede em Miami (EUA).
Mercado e Eventos

Funcionário da Gol vítima de racismo no aeroporto de Aracaju não comparece a depoimento




ARACAJU - O funcionário da empresa área Gol, Diego José Gonzaga, que acusa a médica Ana Flávia Pinto de racismo, não compareceu ao Centro de Atendimento a Grupos Vulneráveis, em Aracaju, nesta manhã. Gonzaga seria ouvido pela delegada Georlize Teles, responsável pela investigação da acusação. Ele alegou motivos de saúde da família.

Segundo a polícia, a avó da vítima, Josefa Maria da Silva, teve um início de derrame e foi encaminhada para o Hospital João Alves Filho, onde permanece internada. A data do depoimento será remarcada.

- Quero ouvir a versão dele sobre tudo o que aconteceu naquela madrugada. Fiquei sabendo do fato através da imprensa, mas preciso ouvir todos os lados - afirma a delegada.

Após ouvir o funcionário da Gol, a delegada pretende convocar a médica Ana Flávia Pinto para prestar depoimento.

Nesta manhã, a vereadora de Aracaju Rosângela Santana e os representantes do Movimento Negro estiveram no Centro de Atendimento a Grupos Vulneráveis para prestar apoio a Diego. Para a parlamentar, casos como esse 'são intoleráveis'.

- Se o ocorrido não tivesse sido filmado, com certeza seria mais um caso que passaria impune. Nós não podemos mais tolerar atitudes como estas. Graças à democratização da tecnologia é que podemos flagrar esses atos criminosos de racismo, que a sociedade se acostumou a enxergar como coisa natural - afirma.

Segundo José Pedro Neto, Coordenador de Políticas da Promoção de igualdade Social do Estado, o que surpreende neste caso é o grau de instrução da acusada.

- Ela não é uma pessoa leiga e isso é fato. Uma médica não é uma pessoa desinformada. Tenho recebido vários telefonemas de pessoas que se comoveram e se envolveram com este caso, dizendo inclusive que se sentiram agredidas também ao ver aquelas imagens - revela Pedro Neto.

O Globo

Acidente com avião e helicóptero deixa 9 desaparecidos nos EUA

Acidente com avião e helicóptero deixa 9 desaparecidos nos EUA



Equipes de resgate vasculhavam as águas na costa da Califórnia nesta sexta-feira em busca de nove pessoas desaparecidas depois de um acidente em pleno ar entre um avião da guarda costeira e um helicóptero militar, disseram as autoridades.

A guarda costeira ainda espera encontrar sobreviventes, mas o porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, disse em Washington que o acidente "provavelmente custou a vida de nove pessoas".

A colisão aconteceu na noite de quinta-feira na região de San Clemente Island, uma ilha de propriedade da Marinha dos EUA a cerca de 109 quilômetros a oeste de San Diego, disseram a guarda costeira e os marines.

Sete tripulantes estavam no avião C-130 da guarda costeira e dois estavam a bordo do helicóptero AH-1 Cobra dos marines. O Cobra estava em missão de treinamento, voando em formação com outros três helicópteros; o C-130 procurava alguém desaparecido em um barco particular.

"Nosso pessoal é altamente treinado em técnicas de sobrevivência. Eles são capazes de sobreviver a coisas que vocês ficariam surpresos", disse o almirante da guarda costeira Joseph Castillo em uma coletiva de imprensa.

"Por isso continuamos a busca com esperança de acharmos sobreviventes".

As autoridades militares dizem que uma pessoa pode sobreviver até 20 horas na água.

Blog do Vinna

Governo refaz projeto do Aeroporto de Congonhas



Um ano depois de anunciar a ampliação das pistas do Aeroporto de Congonhas e a desapropriação de cerca de 2 mil imóveis para a criação de uma área de escape, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, apresentou um novo projeto para o terminal na Zona Sul de São Paulo.


O plano de remoção das residências, defendido pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) e criticado por associações de moradores, foi redimensionado para um número inferior ao previsto inicialmente.

A ideia agora é remodelar Congonhas a partir da transferência dos hangares localizados às margens da Avenida dos Bandeirantes para o terreno de 185 mil m² da Vasp, anexo ao aeroporto.

As reformas em Congonhas têm dois objetivos primordiais: aumentar a segurança e, ao mesmo tempo, ampliar a capacidade de operação do terminal, reduzida em mais de 20% - de 44 para 34 movimentos por hora - após a tragédia do voo 3054 da TAM, em julho de 2007. O novo plano do governo prevê a conversão da atual pista auxiliar em principal. Com 1.435 metros de extensão, a pista auxiliar é utilizada apenas por aviões de pequeno porte. O projeto, segundo Jobim relatou às famílias, é deixá-la com comprimento pelo menos igual ao da pista principal de Congonhas - 1.940 metros.

A solução criaria uma margem de segurança tanto em relação ao terminal de passageiros, vizinho da Avenida Washington Luís, quanto em relação à Avenida dos Bandeirantes. Além disso, a utilização da atual pista principal como acesso para o pátio de aeronaves criaria as chamadas "saídas de alta velocidade", o que permitiria aumentar a capacidade de operação do aeroporto. Tudo isso sem a necessidade de grandes desapropriações - o custo estimado para remover os cerca de 2 mil imóveis era de R$ 500 milhões.

Exigências - Embora o governo federal já tenha definido a nova configuração do Aeroporto de Congonhas, as obras não podem começar imediatamente. Projetado na década de 1930, o terminal até hoje não tem "alvará de funcionamento". O processo de regularização se iniciou em 2006, quando a SVMA (Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente) notificou a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) a apresentar, no prazo de um ano, o Eia-Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) do aeroporto. Só depois que Congonhas obtiver a Licença Ambiental de Operação é que a Infraero poderá dar entrada num pedido de reforma.

Para conseguir a licença, no entanto, a estatal terá de atender a uma série de exigências. Em 16 de setembro, uma comissão formada por três integrantes do corpo técnico da SMVA - o engenheiro Ricardo Walder Elias, a geógrafa Maria Raquel Pacheco e a bióloga Solange Papini - emitiu parecer com 93 sugestões de exigências. O documento será apresentado no dia 19 ao Cades (Conselho Municipal de Meio Ambiente). Caberá ao Cades, após analisar o parecer, redigir o documento final que será entregue à Infraero.

Diário do grande ABC

Jobim estuda impor limite a Congonhas em dias de chuva


Documento do Cenipa sugere que não se opere com pista molhada

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, determinou ao seu secretário de Aviação Civil, brigadeiro Jorge Godinho, que estude a viabilidade de tornar mandatórias as recomendações de segurança dirigidas ao Aeroporto de Congonhas no relatório sobre a tragédia do voo 3054 da TAM, em 2007. No documento, o Centro de Investigação de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado ao Comando da Aeronáutica, sugere que não se opere com pista molhada.

Das 33 recomendações do Cenipa destinadas à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), nove dizem respeito às regras de funcionamento de Congonhas. Além de “restringir, de imediato, a operação da pista principal à condição de ‘pista seca’”, os militares sugerem que as pistas principal e auxiliar só sejam declaradas “praticáveis” quando suas características superficiais, como atrito e textura, atenderem aos requisitos de resistência à derrapagem previstos na legislação aeronáutica vigente

O Cenipa recomenda ainda que a Anac fiscalize se a Infraero realiza o monitoramento periódico dos indicadores de qualidade do asfalto e estabeleça parâmetros para garantir a segurança das operações nas pistas principal e auxiliar, em casos de chuva.

Bem Pará

Começa amanhã novo voo da VRG/GOL no trecho Uberlândia - Porto Seguro


A partir de amanhã, 6 de novembro, a Gol Linhas Aéreas inicia o novo voo de Uberlândia para Porto Seguro.

O voo 1038 decola de Uberlândia às 23h59 e chega em Porto Seguro na madrugada do sábado, às 01h48. O retorno acontece com o voo 1037 decolando de Porto Seguro às 02h30 chegando a Uberlândia às 04h25.

Aviação Brasil

India: Possível abertura de capital para empresas extrangeiras



No que poderia dar vida ao setor da aviação doméstica às voltas com grandes perdas, o governo Indiano poderá em breve , apresentar uma proposta para permitir que companhias aéreas estrangeiras tenham participação de capital nas empresas aéreas Indianas com percentual de até 49%.
E Isto pode realmente acontecer apesar da forte oposição do país e da a maior companhia aérea privada da India , a Jet Airways.
Inicialmente, o Ministério da Aviação Civil havia recomendado que as companhias aéreas estrangeiras seriam autorizadas a investir até 25 % de capital.

Força Aérea sul-africana cancela encomenda de 8 A-400M


Força Aérea sul-africana fica sem aviões


A Força Aérea sul-africana precisa urgentemente de comprar aparelhos para substituir os seus Hércules C-130, na sequência do cancelamento de uma encomenda de oito aviões militares de transporte A400M ao consórcio europeu Airbus, admitiu o Governo. A admissão foi hoje feita no Parlamento pela ministra da Defesa, Lindiwe Sisulu, quando respondia a perguntas da oposição sobre o abortado negócio com a Airbus assinado há cinco anos e cancelado esta semana oficialmente, depois do custo dos oito aparelhos A400M ter disparado dos 17 mil milhões de randes (1,5 mil milhões de euros) para os 47 mil milhões de randes (4,27 mil milhões de euros). O A400M é um novo modelo da Airbus destinado ao transporte de tropas que se encontra ainda em estado de desenvolvimento, tendo o seu primeiro voo experimental agendado para finais do ano em curso. Segundo a ministra da Defesa, o acordo para compra dos oito aparelhos à Airbus foi oficialmente cancelado quarta-feira em virtude da incapacidade do fornecedor em entregar os aviões nos prazos acordados e da escalada dos custos. Sisulu revelou que o seu Ministério irá pedir ao executivo que ponha ao seu dispor os 2,9 mil milhões de randes (263 milhões de euros) que a Airbus terá de reembolsar o Estado sul-africano, para que sejam usados como depósito para uma aquisição alternativa de aparelhos de transporte militar. Sisulu afirma que a frota de C-130 está a atingir o fim da sua vida útil e recorda que a África do Sul presta ajuda humanitária frequente a países vizinhos e mais a norte do continente em situações de catástrofes naturais ou conflito, necessitando por isso de novos aparelhos.
Blog do Vinna

Força Aérea sul-africana cancela encomenda de 8 A-400M



Força Aérea sul-africana fica sem aviões



A Força Aérea sul-africana precisa urgentemente de comprar aparelhos para substituir os seus Hércules C-130, na sequência do cancelamento de uma encomenda de oito aviões militares de transporte A400M ao consórcio europeu Airbus, admitiu o Governo.

A admissão foi hoje feita no Parlamento pela ministra da Defesa, Lindiwe Sisulu, quando respondia a perguntas da oposição sobre o abortado negócio com a Airbus assinado há cinco anos e cancelado esta semana oficialmente, depois do custo dos oito aparelhos A400M ter disparado dos 17 mil milhões de randes (1,5 mil milhões de euros) para os 47 mil milhões de randes (4,27 mil milhões de euros).

O A400M é um novo modelo da Airbus destinado ao transporte de tropas que se encontra ainda em estado de desenvolvimento, tendo o seu primeiro voo experimental agendado para finais do ano em curso.

Segundo a ministra da Defesa, o acordo para compra dos oito aparelhos à Airbus foi oficialmente cancelado quarta-feira em virtude da incapacidade do fornecedor em entregar os aviões nos prazos acordados e da escalada dos custos.

Sisulu revelou que o seu Ministério irá pedir ao executivo que ponha ao seu dispor os 2,9 mil milhões de randes (263 milhões de euros) que a Airbus terá de reembolsar o Estado sul-africano, para que sejam usados como depósito para uma aquisição alternativa de aparelhos de transporte militar.

Sisulu afirma que a frota de C-130 está a atingir o fim da sua vida útil e recorda que a África do Sul presta ajuda humanitária frequente a países vizinhos e mais a norte do continente em situações de catástrofes naturais ou conflito, necessitando por isso de novos aparelhos.
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Liberação da tarifa tem efeito nulo sobre passagem


Companhias ignoram extinção gradual do preço mínimo para viagens internacionais de longa distância. Para Anac, medida serve apenas para permitir promoções

Levantamento feito pela Gazeta do Povo mostra que os preços cobrados pelas companhias aéreas A liberação do preço das tarifas para vôos internacionais de longo curso com saídas do Brasil, adotada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em abril passado, não deve ter efeito prático para o consumidor neste fim de ano.estão bem acima do antigo piso tarifário – até o início da liberação, as empresas tinham que obedecer a um preço mínimo.

A simulação foi feita para uma viagem de ida e volta entre 1º e 7 de dezembro, com destinos a Nova Iorque, Madri, Berlim e Paris. Os descontos estão sendo feitos de forma gradual e o preço mínimo será extinto totalmente até abril do próximo ano. O primeiro corte ocorreu há sete meses, no valor de 20% sobre o piso que vigorava até então. Em julho houve uma nova redução, de 50% e, em outubro, começou a valer o desconto de 80%.

Em todos os casos pesquisados, os preços praticados pelas companhias estão acima do antigo piso.
Para Nova Iorque, por exemplo, a tarifa mínima em vigor hoje é de R$ 248. Em abril, ela era de R$ 1.241. O menor preço oferecido para a data pesquisada, no entanto, é de R$ 1.652, pela Delta Airlines.


Segundo a Anac, o objetivo da liberação era permitir que as empresas aéreas fizessem promoções, algo que era inibido com o mercado controlado. Mesmo que na alta temporada as empresas não apliquem os descontos, elas têm o direito a fazê-los, seja para promover uma nova rota ou apenas para alguns assentos, informou a assessoria do órgão.

Concorrência

Na época do anúncio do fim do piso tarifário, a TAM criticou duramente a medida. A empresa é a única brasileira a operar para destinos além da América do Sul. Ao concorrer com companhias de maior escala e custo proporcionalmente menor, a TAM alegava que seria prejudicada. “Se as empresas nacionais não puderem competir nas mesmas condições das estrangeiras, a TAM acredita que as companhias aéreas brasileiras estarão em risco. É preciso, sim, beneficiar os passageiros, mas sem inviabilizar as empresas nacionais”, informou a empresa, em nota, à época.

Pela pesquisa feita pela reportagem, a empresa brasileira só não cobra a maior tarifa quando o destino é Nova Iorque (veja no infográfico). Para Madri e Berlim, as passagens pela companhia são as mais caras. Não havia voos para Berlim disponíveis na data pesquisada. A empresa foi procurada, mas a assessoria de imprensa não retornou o pedido de entrevista até o fechamento desta edição. Lufthansa e Air France informaram que nenhum representante estava disponível para falar sobre o assunto.

Comentário: não acredite em tudo que a Anac diz. É muita teoria e pouca prática.

Aeroportos no Brasil

Uma nova vida para velhos aviões

Depois de anos em serviço, a maioria das aeronaves comerciais é simplesmente desmontada e transformada em sucata. Alguns poucos são preservados inteiros ou em partes em museus, praças e aeroportos, e outros ainda são aproveitados para uma nova carreira no solo, como casas, restaurantes, boates, bibliotecas ou cinemas.


O Boeing 747-121 da foto acima foi o segundo 747 de produção, entregue à Pan Am em 1970 e matriculado como N747PA. Foi batizado com o nome de Clipper Juan T. Trippe, e desativado somente com o fim da Pan Am, em 1991. Depois de passar alguns anos estocado, foi levado para Namyangjun, um subúrbio a leste de Seul, em julho de 2000, e transformado em um restaurante. Atualmente, o restaurante está fechado e a aeronave, negligenciada desde então, está em péssimas condições de conservação.


Em Taiwan, o Boeing 737-247 da foto acima foi entregue à Western Airlines em 1969, e sua última matrícula é brasileira, PP-BMS, e teria sido reservada pela VICA, uma empresa de táxi aéreo. Foi levado para Hanshui, emTaiwan, onde hoje é um restaurante.


O Boeing 727-22 da foto acima voou na United Airlines, como N7418U e depois na Fedex, convertido em cargueiro, como N102FE. Em janeiro de 2006, tornou-se um restaurante temático em Mobile, Alabama, depois de passar um tempo parado em Brookley Field Airport, na mesma cidade. A aeronave foi dividida em dois pedaços, e suas partes foram dispostas em um arranjo muito pouco usual.


O Convair T-29B (240) da foto acima foi entregue á Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) no início dos anos 50, como 51-7917. Voou pela última vez como "carnicero", operado pelo Frigorifico Reyes, e hoje é uma biblioteca em Cochabamba, na Bolívia. Está preservado inteiro e em boas condições.


Esse velho Convair 880 foi originalmente entregue à Delta Airlines em 1960. Voou na Delta até 1973 e depois voou para vários operadores. Foi abandonado no Aeroporto Internacional de Lisboa, Portugal, no início dos anos 80, depois de sofrer uma pane e ter que retornar, com carga ilegal. Foi vendido pela administração do Aeroporto para pagar as taxas de permanência e virou um restaurante nos arredores do aeroporto. Tornou-se depois uma boate de strip-tease, mas acabou abandonado. Foi desmantelado em 28 de abril de 2008.


O Hotel Costa Verde possui não apenas um, mas dois aviões. O Boeing 727-100 acima foi fabricado em 1965 e voou na South African e na Avianca. Sua fuselagem constitui hoje a mais exclusiva suíte de hotel na Costa Rica. Sua decoração interna é em madeira rústica, e dispõe de uma varanda. O hotel ainda tem um Fairchild C-123 Provider, que foi abandonado no Aeroporto de San Jose, depois que uma outra aeronave semelhante foi derrubada pelos Sandinistas na Nicarágua, no início dos anos 80. As duas aeronaves faziam parte do obscuro escândalo Irã-Contras, protagonizado pelo coronel americano Oliver North. O hotel comprou o avião em 2000 e transformou-o em restaurante e bar.


Cultura Aeronáutica

Gargioni fala sobre saída da Gol

Tarcísio Gargioni
Tarcísio Gargioni

O vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol, Tarcísio Gargioni, de 62 anos, 20 dos quais na aviação e com nove e meio de Gol (participou da concepção da companhia aérea), deixou a empresa esta semana, depois de uma surpreendente reestruturação.
Segundo ele, a saída é amigável, apesar da surpresa. Gargioni conta nesta entrevista que quer continuar na aviação, para aproveitar e contribuir com o setor na que acha que será “ a década de ouro para a aviação e o turismo brasileiro”.

PORTAL PANROTAS — Sua saída da Gol era algo esperado ou foi uma surpresa?
TARCÍSIO GARGIONI — Sem dúvida foi uma surpresa. É natural que as empresas tenham programas sucessórios e esperávamos que fosse mais para frente. Mas foi uma mudança estrutural e não houve conflito ou disputa de ideias.

PP — Essa mudança estrutural pode significar um desvio de rota e um afastamento da empresa em relação ao trade?

GARGIONI — Olha, operacionalmente nada muda, até porque o diretor comercial, o Eduardo (Bernardes) tem boa relação co o trade e a confiança de todos. Quanto ao novo vice-presidente de Mercado, que ainda não se sabe quem será, se tiver bom senso manterá o bom relacionamento com o trade, principal distribuidor dos produtos da Gol.

PP — Algum plano já?

GARGIONI — Não. Vou ajudar meu filho em uma empresa que ele tem na Bahia, mas minha meta é retornar à aviação. A década até 2020 será de ouro para a aviação e o turismo e quer fazer parte disso, pois sei que tenho uma boa experiência e como contribuir, além de ter a confiança do mercado. Aliás, preciso agradecer o apoio de todo o trade e da imprensa do setor.

PP — Além da surpresa, qual a sensação de deixar a Gol, depois de nove anos e meio, tendo participado da concepção e do lançamento da companhia?

GARGIONI — Tenho a certeza do dever cumprido e da minha entrega total ao projeto. Começar uma empresa do zero e sair com ela nessa magnitude, tanto em share quanto em conceito, é uma realização. E ainda tenho muita energia e experiência para continuar no setor.

Panrotas

Wilson Maciel Ramos deixa a Gol

Wilson Maciel Ramos deixa a Gol
Ramos foi um dos fundadores da Gol, criada em 2001


A vice-presidência de planejamento e tecnologia da informação, que estava a cargo de Ramos, foi extinta, assim como a vice-presidência de marketing e serviços, liderada por Tarcísio Gargioni. Ramos e Gargioni são fundadores da Gol, criada em 2001.

Segundo comunicado da empresa, a mudança visa a “eficiência, integração entre as áreas e competitividade”

Leonardo Pereira, que era vice-presidente de finanças e relações com investidores, incorpora as áreas de tecnologia da informação, novos negócios e planejamento estratégico, além de continuar responsável por finanças, relações com investidores e controle. O novo cargo do Pereira é vice-presidente de finanças, estratégia e tecnologia da informação.

Além de Ramos e Gargioni, outros funcionários da Gol deixam a empresa: Marco Antonio Piller, diretor de Aeroportos, e Francisco Eustáquio Mendes, diretor de manutenção. Piller foi sucedido pelo diretor Alberto Correnti e Mendes pelo gerente geral Sydnei Casarini.
Info Corporate

Como o presidente da Boeing tem enfrentado a turbulência




The Wall Street Journal

O ano tem sido difícil para a Boeing Co., e a economia é apenas parte do problema.

O 787 Dreamliner, o mais novo jato comercial da empresa, está mais de dois anos atrasado e continua a enfrentar problemas de engenharia. O lançamento de uma nova versão do jumbo 747 também foi adiado.

Os repetidos atrasos já prejudicaram a credibilidade da empresa com clientes e investidores e prejudicaram seu resultado. A Boeing divulgou no terceiro trimestre baixa contábil de US$ 3,5 bilhões, em parte devido aos atrasos, e prejuízo de US$ 1,6 bilhão.

Embora conte com um volume substancial de pedidos de novos jatos comerciais, a Boeing provavelmente enfrentará outro ano turbulento em 2010, com, entre outras coisas, novas pressões por causa da redução de gastos do governo do presidente americano Barack Obama em vários programas militares de alta tecnologia promovidos pela empresa.

Jim McNerney está no comando da Boeing desde 2005, depois de uma temporada breve como diretor-presidente da 3M e uma longa carreira como executivo da General Electric Co. Ele chegou à fabricante de aviões pouco depois do estouro de um escândalo ético envolvendo uma licitação para construir um novo avião-tanque para a Força Aérea americana e um relacionamento impróprio entre o presidente anterior e uma executiva.

No fim de agosto, ele chacoalhou o alto escalão da empresa, numa tentativa de corrigir alguns dos problemas na divisão de aviões comerciais.

Numa entrevista recente ao Wall Street Journal, na sede da Boeing em Chicago, McNerney falou sobre os vários desafios da empresa e como ele pretende superá-los. Trechos:

WSJ: Quais são alguns dos maiores desafios de administrar esta empresa nesta economia?

Jim McNerney: Primeiramente, há pressões significativas de mercado que é preciso enfrentar nos segmentos comercial e de defesa de nossos negócios. Nosso desafio é concretizar dois importantes projetos de desenvolvimento (de aviões). Um é o de uma aeronave muito inovadora, nunca vista no mundo, o 787, e, como já descrevi antes, faz tempo que estamos na fase de riscos desse projeto. E estamos perto de concluí-lo. Tem sido um verdadeiro desafio administrativo, mas contamos com uma equipe fantástica que está totalmente comprometida em levar essa inovação ao mercado.

Também existe a pressão do orçamento de defesa sobre nossos projetos. É difícil abordar uma equipe de engenheiros aeronáuticos e de gerentes de projeto que literalmente representam as melhores e mais brilhantes mentes deste país, e que fizeram um grande trabalho, e ter que explicar a eles e descobrir um meio de transferir esse pessoal. Essa é a parte difícil deste emprego.

WSJ: O sr. anunciou 10.000 demissões, que vêm ocorrendo durante a maior parte do ano. Como foi esse processo para o sr.?

McNerney: Demitir alguém nunca é divertido, e junte a isso a luta com as pressões do mercado. Mas esses tipos de situações sempre são oportunidades porque o forçam a pensar sobre os fundamentos da sua empresa. Eles o forçam a pensar: será que você tem o equilíbrio certo nesses projetos de desenvolvimente entre o que é feito internamente em relação ao que é feito fora, e será que você está perdendo o controle? E isso o força a fazer a pergunta fundamental da competitividade. Estamos fabricando os aviões certos? Uma coisa de que estou realmente convencido é que estamos construindo os aviões certos.

WSJ: Com o 787, a empresa decidiu terceirizar quase a produção inteira do avião, decisão que o sr. disse que pode ter sido um pouco agressiva demais, diante de alguns problemas com os quais o sr. se deparou. Futuramente, como o sr. usará a terceirização como estratégia empresarial?

McNerney: Acho que a estratégia, por si, não foi errada. Não é uma estratégia ruim em termos de aproveitar a capacidade global, seja em engenharia ou em outros tipos de parceria. Mas quando é combinada a um avião totalmente novo e produzido de um modo totalmente diferente, com um cronograma relativamente agressivo, foi uma ponte longe demais.

É uma dessas coisas que parecem ótimas no papel mas que ultrapassou nossa capacidade de executá-la tão bem como deveríamos. Por isso, vejo (a terceirização) como um questão de redesenhar as fronteiras e reequilibrar.

Estamos criando um tipo de programa virtual em todas as nossas parcerias, mas temos feito um pouco mais do trabalho. E "um pouco mais" significa ir um pouco mais fundo na engenharia antes de repassar aos parceiros, e talvez fabricar um pouco mais.

WSJ: A Boeing sofreu no ano passado uma greve debilitante na divisão de aviões comerciais. Diante de como a indústria automotiva se saiu — e de como os sindicatos mais importantes tiveram de enfrentar os problemas naquele setor —, o sr. acha que surgirá um relacionamento diferente entre a diretoria e os sindicatos ao fim disso tudo?

McNerney: Temos alguns operários fantásticos no Estreito de Puget (região no noroeste dos EUA onde fica Seattle, antiga sede da Boeing), que podem fabricar aviões como ninguém. Agora, (a Boeing e o sindicato dos metalúrgicos) tiveram problemas e acho que as pressões do mercado e as pressões dos projetos pioraram essa briga.

Temos de encontrar um método melhor de fazer as coisas. Nossos clientes estão cansados da combinação de alguns erros que admitimos com algumas falhas de continuidade com o sindicato, que, como eu disse (na teleconferência de resultados), não culpo por tudo. Mas ainda não terminamos. O que sei é que temos de fazer isso ou continuaremos perdendo competitividade. E os chineses estão chegando.

Assim, apresentando a questão dessa maneira, temos de encontrar uma maneira muito diferente de trabalhar juntos no Estreito de Puget, ou teremos de encontrar outra base para trabalhar e, com o tempo, unir o melhor dos dois.

WSJ: A Boeing transferiu sua sede para Chicago em 2001. Como suas maiores unidades estão no Estado de Washington, em St. Louis e até na capital Washington, o sr. acha que ter a sede aqui foi um obstáculo durante a crise econômica e os problemas que vocês enfrentaram?

McNerney: Isso permite (à diretoria) enxergar a empresa como um todo e talvez descobrir mais claramente os lugares onde podem surgir as sinergias.

Talvez se estivesse morando em St. Louis ou Seattle eu poderia ser influenciado inconscientemente pela perspectiva local das coisas, enquanto tentamos costurar aqui uma empresa gigantesca que reflita as vantagens de nosso tamanho.

E acho que Chicago é perto o suficiente de Seattle e da capital Washington para que todo mundo saiba que posso visitar os dois lugares.

The Wall Street Journal

Avião da TAM apresenta problemas em pouso no aeroporto de Manaus


Aeronave registrou falha no motor, segundo assessoria da TAM.
No total, 163 pessoas estavam a bordo; não houve feridos.

Um avião da TAM que partiu de Brasília apresentou problemas no motor pouco antes de iniciar a aterrissagem no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, nesta quinta-feira (5).


Segundo a assessoria de imprensa da TAM, 163 pessoas estavam a bordo. Eram 155 passageiros e oito tripulantes. Ninguém ficou ferido.


De acordo com nota divulgada pela TAM, a aeronave apresentou indicação de pressão de óleo inadequada em um dos motores ao se aproximar de Manaus. A torre de controle foi informada e os bombeiros foram ao local com cinco viaturas.


O comandante realizou procedimentos de segurança e conseguiu pousar a aeronave.

G1

British Airways tem perda recorde de abril a setembro, de US$ 360 mil


A companhia aérea British Airways informou nesta sexta-feira que registrou uma perda líquida recorde de 217 milhões de libras (US$ 360,4 milhões) em seu primeiro semestre fiscal, que terminou em 30 de setembro, e destacou que continua as conversas para uma possível fusão com a Iberia.

Em comunicado, a empresa britânica informou que o resultado contrasta com a perda líquida de 49 milhões de libras (US$ 81,3 milhões) do mesmo período do ano anterior.

A perda bruta da British Airways foi de 292 milhões de libras (US$ 485 milhões) frente à de 52 milhões de libras (US$ 86,3 milhões) do mesmo semestre fiscal de 2008.

O executivo-chefe da British Airways, Willie Walsh, em declarações à rede BBC, não quis dar detalhes das conversas com a Iberia e se limitou a dizer que não há nenhum acordo formal. Além disso, Walsh se negou a responder à pergunta sobre se a empresa levará sua sede para a Espanha caso a fusão de fato ocorra.

No comunicado, a British Airlines diz que está centrada no diálogo com a Iberia e que desenvolveu uma "boa relação" com a nova equipe de gestão da companhia aérea espanhola.

A companhia britânica destaca que está à espera da aprovação das entidades reguladoras da Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) e do Departamento de Transporte dos Estados Unidos sobre um novo negócio --anunciado em agosto de 2008-- que permita unir forças com a American Airlines e a Iberia em voos entre América do Norte e Europa.

As difíceis condições do mercado levaram a British Airways a registrar queda de 13,7% em seu faturamento, que no primeiro semestre fiscal (de abril a setembro) foi de 4,1 bilhões de libras (US$ 6,8 bilhões), frente a 4,7 bilhões de libras (US$ 7,8 bilhões) do mesmo período de 2008.

As vendas caíram 14%, para 4,1 bilhões de libras (US$ 6,8 bilhões). A dívida líquida em 30 de setembro estava em 2,3 bilhões de libras (US$ 3,9 bilhões), frente a 1,4 bilhão de libras (US$ 2,3 bilhão) do mesmo período do ano passado.

A British Airways também informou que cortará 1.200 postos de trabalho, em sua maioria no exterior, extinguindo um total de 4.900 empregos em 2010.

A companhia aérea, que tem 38.700 funcionários, já tinha anunciado que cortaria 3.700 postos de trabalho até março de 2010.

Diante dos maus resultados divulgados hoje, Walsh destacou que o setor da aviação continua em recessão e acrescentou que a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo, na sigla em inglês) antecipou que esta indústria perderá US$ 11 bilhões neste ano.

O executivo-chefe da British Airways declarou que a empresa passará por mais mudanças estruturais no segundo semestre fiscal.

Folha Online

Motor de avião que caiu na Amazônia é removido

Nove pessoas sobreviveram ao acidente com a aeronave da FAB.
Investigação vai determinar as causas do acidente.


O Comando da Aeronáutica informou, nesta quinta-feira (5), que o motor da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) que caiu na Amazônia foi removido e será encaminhado para Cruzeiro do Sul (AC), de onde seguirá para análise.

Foto: Divulgação/ FAB

Parte do avião da FAB é retirada de rio no Amazonas (Foto: Divulgação/ FAB)

A aeronave caiu no dia 29 de outubro, quando seguia de Cruzeiro do Sul (AC) para Tabatinga (AM), com 11 pessoas a bordo. Nove pessoas sobreviveram e foram resgatadas. Duas pessoas morreram.

Foto: Divulgação/ FAB

Helicóptero da FAB sobrevoa igarapé no Amazonas onde avião afundou (Foto: Divulgação/ FAB)

O avião foi retirado do rio e levado para a margem na quarta-feira (4). Várias partes da estrutura da aeronave foram retiradas e também serão analisadas durante a investigação que vai determinar as causas do acidente. Não há prazo para o término dos trabalhos. A investigação será conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

Foto: Divulgação/ FAB

Equipe de mergulhadores trabalha no resgate do avião em igarapé no Amazonas (Foto: Divulgação/ FAB)

G1