
E disse o piloto à sua amada
"Eu escreveria seu nome
mil vez no céu com o rastro
do meu jato,
Cecília,
se não fosse tão difícil
fazer o cedilha"
WELCOME ABOARD Para você que é da aviação ou ainda não, porém é fanático por este mundo, postaremos aqui diariamente algumas notícias sobre este maravilhoso universo da aviação.Este Blog é fruto de coletâneas diárias de análise e pesquisas de notícias na mídia impressa e eletrônica através de clippings , Acompanhem !!!! SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA

Vista como uma das maneiras mais rápidas, porém menos lucrativas de locomoção, o fretamento de aeronaves tem crescido muito no Estado. Uma prova desse crescimento é o número de helicópteros no Maranhão, que até o primeiro semestre do ano de 2009 era de apenas seis. No fim do ano, segundo estimativa da Anac, esse número teria dobrado.
Com o aumento das aeronaves de pequeno porte, tem se tornado cada vez mais comum os vôos clandestinos.
Para a Anac, órgão fiscalizador e regulador dos vôos, um voo "pirata" é caracterizado quando fica constatada a utilização irregular de aeronaves particulares para transporte remunerado de passageiros. Entre os maiores atrativos estão os preços cobrados e a pressa para chegar ao destino.
Funcionários de empresas que trabalham conforme a lei, mantendo seus aviões e helicópteros vistoriados, contam que os clandestinos não emitem nota fiscal de prestação de serviço, e o contratante, muitas vezes sequer se preocupa com o estado das aeronaves. "Nós temos tudo legalizado, pagamos todas as taxas cobradas pela Infraero e Anac e vem um piloto ou até mesmo o próprio dono do avião e o freta colocando sua vida em risco", denunciou um funcionário de uma empresa de táxi aéreo, que não quis se identificar.
A empresa consultada informou que, além dos custos operacionais para manter uma aeronave (como preço do combustível, encargos contratuais de funcionários), há o uso de um hangar e a manutenção das aeronaves, que acontece periodicamente, aumentando a segurança dos tripulantes e dos passageiros. "Aqui nós fazemos inspeções nos aviões a cada 50 horas de vôo e revisões a cada 100 horas sobrevoadas", informou o funcionário.
O maior temor relatado pelo funcionário é de que, com o passar dos anos, a fiscalização e a inspeção de aeronaves fiquem mais ausente, ocasionando assim mais acidentes aéreos. "Como tem ficado cada vez mais recorrente este tipo de atividade ilegal, nós temos medo de que acidentes de maiores proporções possam acontecer em decorrência disso", completou.
O Estado obteve a informação de que um voo que custaria R$ 1.500,00 caso fosse realizado por uma empresa legalizada pode custar até R$ 900,00, se feito por um piloto sem a emissão de nota fiscal, ou seja, 40% mais barato.
Canal 13
Pelo PLS 537/09, será obrigatória a oferta de sistemas eletromecânicos de elevação para embarque e desembarque dessas pessoas de mobilidade reduzida, bem como de meios de transporte entre o terminal de passageiros e as aeronaves, aptos a garantir seu acesso com conforto e segurança, atendidas as normas técnicas pertinentes.
Azeredo alega que, apesar da resolução nº 9 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) assegurar o acesso seguro ao transporte aéreo para passageiros cadeirantes ou com dificuldades de locomoção, a realidade dos aeroportos brasileiros está longe do cumprimento dessas normas, sendo comum observar pessoas sendo carregadas no colo por empregados de empresas aéreas para dentro e fora das aeronaves.
Em sua justificação, o senador explica que a proposta evitará que essas condições constrangedoras se mantenham, assegurando que, na falta de fingers, elevadores ou dispositivos equivalentes estejam disponíveis para alçar e baixar cadeiras de rodas ou pessoas com limitações de locomoção, entre o chão e o nível da porta da aeronave.
Se aprovada na CI, a matéria seguirá para as Comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será analisada em decisão terminativa.
Senado.gov
Um Airbus A340-300 da Turkish Airlines iria partir do Aeroporto de Istambul, na Turquia, para realizar o voo TK-60 em direção a Bangkok, na Tailândia, no sábado, quando ocorreu um acidente fatal.

Um empresário do setor agrupecuário Mato Grosso morreu carbonizado depois que o avião onde ele viajava caiu e pegou fogo. O acidente aconteceu na cidade de Pontes e Lacerda, distante 447 km de Cuiabá. O acidente aconteceu neste sábado, no fim da manhã e de acordo com informações da polícia e moradores da cidade, o avião caiu de bico no solo no momento do pouso. O empresário José Henrique Coelho de Paula (50), havia decolado horas antes da cidade de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, com destino à fazenda São João, de propriedade dele.
O empresário tem várias fazendas da região, e sempre viajava de avião para acompanhar o dia-a-dia nas fazendas e administrá-las. Ainda não há informações sobre os motivos do acidente, que deve ser investigado agora pela Aeronáutica. A família do empresário também mora no Mato Grosso do Sul. José Henrique tinha cinco filhos, mas no momento do acidente nenhum familar viajava com ele. Piloto com boa experiência e costumava pilotar o próprio avião e viajar sozinho.
A fazenda São João dica distante aproximadamente 4 km do centro da cidade. É uma prpriedade grande, localizada nas proximidades da zona urbana. De acordo com informações, o empresário havia comprada esta fazenda recentemente, de porteira fechada, com todo o gado, cavalos, tratores e veículos. Apesar de morar em Campo Grande, o empresário passava a maior parte do tempo na região devido o número de fazendas e a paixão que ele tinha pela agropecuária.
O corpo do empresário foi velado em Pontes de Lacerda e na manhã deste domingo foi encaminhado para Campo Grande (MS), onde será sepultado. O empresário estava em Mato Grosso há mais de 30 anos.
Expresso MT

O aparelho, das linhas aéreas da Etiópia, tinha como destino Addis Abebba, a capital etíope.
Acabou por desaparecer dos radares apenas cinco minutos depois de ter partido do aeroporto internacional de Beirute.
O avião saiu dos radares quando estava a apenas 3 quilómetros e meio da costa libanesa.
O aparelho, um Boeing 737-800, das linhas aéreas da Etiópia, tinha descolado do aeroporto Internacional Rafic Hariri pouco depois da meia-noite e meia, hora portuguesa, e com condições meteorológicas adversas, uma vez que na altura havia uma tempestade, de acordo com informações avançadas pelas autoridades aeroportuárias.
Algumas testemunhas afirmam ter visto uma "bola de fogo" a cair no mar perto da aldeia libanesa de Na´ameh.
Na última hora, as equipas de busca encontraram pelo menos dois corpos no Mediterrâneo, depois de terem anunciado que o local da queda do aparelho já tinha sido identificado.
A bordo do avião seguiam 83 passageiros e 7 membros da tripulação. Cerca de metade dos passageiros eram de nacionalidade libanesa, mas a bordo seguiam também 22 etíopes, dois cidadãos britânicos, uma canadiano, um russo, um francês, um cidadão do Iraque e um da Síria.
Uma das vítimas confirmadas deste acidente é a mulher do embaixador francês em Beirute, de acordo com informações avançadas pela própria embaixada de França.
As autoridades libanesas pediram mesmo ajuda às forças da ONU que estão no país e aos países vizinhos, para que participem nas operações de resgate. Um helicóptero da policia de Chipre foi mobilizado para o sitio do desastre. O exército britânico estacionado em Chipre está também de prevenção.
Oficialmente, não são ainda conhecidas as causas deste acidente. O Presidente libanês já veio falar sobre este caso, e garantir que é muito pouco provavel que se tenha tratado de sabotagem ou de um ataque terrosrista. Foi já aberta uma investigação a este caso.
Até agora as equipas de resgate encontraram apenas dois corpos dos 90 passageiros que seguiam a bordo.
Renacença

Ao fim três meses de calma, os pilotos da TAP preparam-se para endurecer a luta com a administração da companhia de aviação. Numa altura em que ainda decorrem as negociações, iniciadas em Setembro depois da greve de dois dias, entre o Sindicato de Pilotos de Aviação Civil (SPAC) e a TAP sobre o Acordo de Empresa e aumentos salariais, os pilotos avançam com nova assembleia-geral que poderá acabar em greve.
Em causa, dizem os pilotos numa moção aprovada a 6 de Janeiro, está o processo disciplinar levantado pela TAP a um dos comandantes da companhia, mas também a imposição de "um curso de ética" a nove pilotos da empresa por alegadamente terem mantido conversas privadas no Facebook (rede social na internet).
Ao que o Diário Económico apurou, o caso relatado na moção do SPAC refere-se a um comandante que terá recusado à co-piloto que o acompanhava que procedesse à descolagem e aterragem do avião por esta ter furado a greve de 24 e 25 de Setembro.
Sapo pt



O anúncio aconteceu horas antes do acidente no qual pelo menos 46 pessoas tiveram ferimentos de diversas gravidades, devido à queda de um avião classe "Tupolev" quando tentava aterrissar no aeroporto de Mashhad, uma das principais cidades do país.
Aparentemente, o avião, fretado pela companhia aérea local Taban com 157 passageiros a bordo e cerca de 15 tripulantes, sofreu um incêndio na cauda quando, às 6h30 (1h de Brasília), tentava chegar após uma primeira tentativa de aterrissagem abortada, devido ao nevoeiro.
"Até o momento, as companhias aéreas estavam autorizadas a comprar aviões fabricados em 1995, mas, muito em breve, só poderão adquirir aparelhos construídos a partir de 2000", disse Behbahani, cujas palavras foram citadas ontem à noite pela agência de notícias local "Irna".
Segundo o ministro, a República Islâmica tem atualmente uma frota composta por 193 aviões de passageiros, dos quais 25 foram comprados este ano.
Os especialistas insistem, no entanto, em que o Irã tem uma frota aérea em estado crítico, muito antiga e com carências de manutenção.
As autoridades iranianas culpam por isso as sanções internacionais impostas pelos Estados Unidos, que impedem a compra de aviões novos e de peças de substituição.
Desde que as medidas punitivas foram impostas nos anos 80, a aviação iraniana sofreu vários acidentes com mais de 100 mortos.
Em 15 de julho, 168 pessoas morreram devido à queda de um avião de passageiros na província de Qazvin, 200 quilômetros a noroeste de Teerã, em uma das piores tragédias aéreas da história do Irã.
O avião, um "Tupolev" de fabricação russa com 153 passageiros e 15 tripulantes, tinha partido do aeroporto de Teerã rumo a Yerevan, capital da Armênia.
O mais grave aconteceu em 2003, quando 302 pessoas, na maioria membros da Guarda Revolucionária - corpo de elite das forças de segurança iranianas -, morreram na queda do avião onde viajavam.
EFE

Um avião com 170 pessoas a bordo pegou fogo neste domingo durante o pouso na cidade de Mashhad, no nordeste do Irã,
Segundo a mídia estatal iraniana, pelo menos 46 pessoas ficaram feridas. Até o momento, não há relatos sobre mortes.
O avião, um Tupolev 154, de fabricação russa, operado pela Taban Air, sofreu danos graves no incidente, perdendo seu trem de pouso e uma asa.
A parte de trás do avião se rompeu após a retirada dos passageiros, que eram em sua maioria peregrinos religiosos.
Mau tempo
Segundo Reza Jafarzadeh, porta-voz da agência iraniana de aviação civil, o avião havia deixado a cidade de Abadan, no sudoeste do Irã, no sábado, mas o mau tempo forçou a aeronave a pousar na cidade de Isfahan pela noite.
Após levantar voo novamente neste domingo, o capitão foi obrigado a fazer um pouso de emergência em Mashhad, em meio a um pesado nevoeiro, por causa dos problemas de saúde de um dos passageiros, segundo disse Jafarzadeh à TV estatal.
Um grande número de incidentes envolvendo aviões iranianos tem ocorrido nos últimos anos.
A frota da aviação civil iraniana é composta de aviões velhos e em precárias condições de manutenção.
Em julho do ano passado, um avião pegou fogo ao pousar também em Mashhad, matando 17 dos passageiros a bordo.
Apenas dez dias antes, um Tupolev pegou fogo em pleno voo e caiu no norte do país, matando todos os 168 ocupantes.
Aquele foi o terceiro acidente com mortes de um Tupolev 154 no Irã desde 2002.
O Globo
Nova aeronave custa 96 mil euros e exige, no mínimo, 20 horas de treino de voo.
O ICON A5 é um pequeno avião recreativo de dois lugares, que pode ser transportado num carro familiar com reboque e guardado numa garagem normal. Foi fabricado para pousar em terra ou em cursos de água.
Esta pequena aeronave desportiva custa 96 mil euros e destina-se aos pilotos de fim-de-semana com um mínimo de 20 horas de treino de voo e com capacidade financeira para o poder adquirir.
"Este modelo foi desenhado para que as pessoas que não conhecem aviões saibam que algo mudou", afirmou Kirk Hawkins, engenheiro e antigo piloto de F-16 da Força Aérea dos Estados Unidos, ao site www.popularmechanics.com.
Refira-se que Hawkins é o fundador e presidente executivo da empresa ICON Aircraft, que produz este avião ligeiro, que se assemelha a um carro desportivo.
"O produto tem de ter sex appeal e ter uma inspiração estética. Não precisa de trabalhar bem, tem de parecer que trabalha bem", esclarece Hawkins.
A empresa que produz o ICON A5, está localizada na Califórnia do Sul, onde existe a maior concentração de firmas ligadas ao design de aeronaves e automóveis. Este modelo foi desenvolvido pela empresa Scaled Composites, de Burt Rutan, que está ligada a projectos como o Voyager, o Global Flyer, o SpaceShipOne e o Virgin Galactic's SpaceShipTwo.
O ICON A5 alia a beleza com a performance e a segurança e tem um aspecto divertido. Pode ser considerado o novo brinquedo motorizado do século XXI.
Nenhum pormenor foi descurado na sua construção. Por exemplo, no caso de existir alguma emergência o avião pode flutuar até ao solo dado que está equipado com um pára-quedas.
DN Desporto
«A mensagem que vos foi enviada com a tentativa [de atentado] por parte do herói nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab é a confirmação da nossa mensagem anterior transmitida pelos heróis do 11 de Setembro», ouve-se na mensagem, supostamente gravada pelo líder da Al-Qaeda.
«Se fosse possível transmitir-vos mensagens por palavras nós não as transportaríamos até vós por avião», é ainda acrescentado, com uma ameaça: «A América nunca sonhará em viver em paz a menos que a vivamos na Palestina».
«É injusto que vocês desfrutem de uma vida em segurança enquanto os nossos irmãos em Gaza sofram tanto», refere ainda a mensagem. «Por isso, com a vontade de Deus, os nossos ataques irão continuar enquanto continuarem a apoiar Israel».
A Al Jazeera refere que se pensa que esta mensagem tenha sido gravada no mês passado.

Berlim, 23 Jan (Lusa) - A polícia alemã revistou na sexta-feira à noite os passageiros, bagagens e um avião da companhia turca Turkish Airlines, na sequência de uma mensagem eletrônica que afirmava estar a bordo um suspeito de terrorismo, disse hoje fonte policial.
O alerta acabou por se revelar sem fundamento, segundo a polícia, que nada encontrou de suspeito durante a revista.
A polícia disse ter recebido um correio eletrônico enviado de um café Internet em Colónia (oeste da Alemanha), que denunciava a presença a bordo do aparelho, então em voo, de uma pessoa suspeita de terrorismo.
Lusa

Um avião monomotor de propriedade da empresa Vector Aviation, o Vírus SW - Pu-Eme, fabricado em 2009, caiu a 30 quilômetros da cidade de Jacundá, sudeste do Pará. O piloto e o passageiro sobreviveram ao acidente e a aeronave ficou danificada. Os dois sobreviventes foram socorridos por um morador e, posteriormente resgatados por uma equipe do Hospital Municipal de Jacundá, onde receberam atendimento médico.
O fotográfo Emerson Gervásio dos Santos, 39 anos, e o piloto da aeronave comandante Martins estão em Jacundá desde a semana passada realizando serviços fotográficos da região. Eles sobrevoavam a represa da Hidrelétrica de Tucuruí, na tarde de ontem quando uma pane fez com que o motor do avião parasse de funcionar. “Tivemos poucos segundos para agir após a parada súbita do motor”, lembra emocionado o comandante, que afirmou ter realizado todos os procedimentos emergenciais...
O acidente aconteceu às 16h30 de ontem (22), segundo relatos do piloto Martins. Ele conta que assim que o motor do avião parou de funcionar a 3 mil pés de altitude, a única alternativa foi fazer um pouso forçado em algum lugar propício “Avistei uma clareira numa fazenda e preparei para pousar a aeronave”. O piloto pousou numa fazenda localizada na região da Moran Madeira, setor rural entre os municípios de Jacundá e Goianésia do Pará.
Assim que tocou o solo, o piloto perdeu o controle da aeronave devido o terreno está preparado para plantio. “As ondulações do terreno ocasionou a pilonagem”, explicou o piloto. O avião bateu fortemente contra o solo, girou no ar e ficou com os pneus para cima. Um morador que passava pelo local socorreu os dois sobreviventes.
O avião foi retirado do local na manhã deste sábado (23).
Água Boa News
Uma aeronave tipo monomotor, de prefixo PU-PCM, caiu nesta sexta-feira, 22, nas areias da praia da Gamboa, no município de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, por volta do meio dia. Segundo o major Gomes Filho da 5º Companhia de Polícia Militar local, a aeronave caiu por falta de combustível.
Gomes Filho informou também que havia duas pessoas no monomotor, que são residentes de Mar Grande. "Apenas uma pessoa se machucou e foi levada por populares para a emergência do hospital de Vera Cruz", declara o major.
Os funcionários do Hospital Maria Amélia Santos, em Vera Cruz, que não quiseram se identificar, disseram que apenas uma vítima, um homem, foi medicado e liberado em seguida. Os funcionários também não quiseram divulgar os nomes dos acidentados.
Grace Fraser, veranista na praia, presenciou o incidente e contou: "Eu estava chegando da caminhada diária, quando minha prima gritou do portão. Cuidado o avião vai cair em sua cabeça! Em seguida, o avião fez um pouso forçado na praia. O avião quebrou uma hélice e danificou a asa esquerda."
Francisco José Amaral Rodrigues, funcionário do Condomínio Ilha dos Corais, disse ter visto a aeronave perder altitude e cair na areia da praia da Gamboa. "O avião passou perdendo altura, bem próximo aos coqueiros, passou pelo condomínio e caiu de bico na praia. Como não podia ir à praia, não vi as vítimas", lamentou o porteiro.
A reportagem de A TARDE entrou em contato com a Infraero, em Salvador, que informou não ter conhecimento do fato. Não se sabe ainda a rota do pequeno avião.
A Tarde Online
EM PANE: Com dívidas de mais de US$ 25 bilhões, a Japan Airlines pediu proteção contra falência na terça-feira 19 |
Em meio ao alvoroço provocado pela concordata da Japan Airlines, maior companhia aérea do Japão, um relatório preparado pelo fundo japonês Etic, que comandará a reestruturação da empresa, mostrou que parte da solução para os problemas da Jal pode estar deste lado do mundo. Mais especificamente em São José dos Campos, onde são produzidos os E-Jets da Embraer. Conforme revelou a agência de notícias Reuters, a empresa brasileira é uma das possíveis fornecedoras de aeronaves. Em uma radical redução de custos, a JAL vai demitir um terço dos seus funcionários e cortar rotas deficitárias. Sua frota é considerada envelhecida e pouco eficiente. É aí que a Embraer entra. De acordo com o Etic, fundo apoiado por recursos do governo japonês, a Jal precisa de 50 jatos regionais de pequeno e médio porte.
Ao lado da fabricante japonesa Mitsubishi Heavy, a brasileira é uma das candidatas naturais a fornecer as aeronaves para uma frota mais econômica. Com uma vantagem: os jatos da concorrente ainda não estão prontos, ao contrário dos aviões da Embraer. Presente em 88 mercados no mundo, a brasileira tem uma carteira de US$ 16,6 bilhões de pedidos firmes. "A JAL tem uma série de aviões grandes e pouco eficientes no consumo, e isso tem custado muito", diz Akitoshi Nakamura, diretor-executivo do Etic. Cada aeronave da família Embraer 170-190 custa entre US$ 33 milhões e US$ 38,5 milhões. Os modelos 190 e 195 têm um custo de manutenção por hora voada cerca de 25% menor do que aviões similares da concorrência.
"No curto prazo, vejo as portas escancaradas na JAL para a Embraer", analisa Paulo Bittencourt Sampaio, consultor especializado em aviação.
Outro trunfo: a Japan Airlines já é cliente da Embraer, que afirmou que no momento não há novas negociações com a companhia.
Símbolo maior do impacto que a crise financeira recente teve sobre a aviação civil, a JAL pediu proteção contra falência na terça-feira 19, abatida por dívidas de US$ 25,6 bilhões e com um valor de mercado reduzido a US$ 150 milhões - menos do que o preço de um Boeing 747. Continuará voando graças a uma ajuda emergencial de cerca de US$ 11 bilhões do Etic. A concordata é a quarta maior da história do Japão.
A empresa aérea será gerida por um novo conselho de administração.
No dia do anúncio da concordata, os membros da direção da companhia apresentaram seus pedidos de demissão. Entre os demissionários estava o presidente Haruka Nishimatsu, que ironicamente virou "hit" no site YouTube com uma reportagem da rede de tevê CNN sobre o seu estilo de vida espartano - almoçava no refeitório e ia trabalhar de trem.
PLANO DE RECUPERAÇÃO da japan airlines prevê renovação da frota, com a
compra de 50 jatos de pequeno e médio porte
Não foi esse o estilo que marcou a trajetória da JAL na última década. Amparada diversas vezes pelo governo japonês, a companhia não rezou pela cartilha de redução de gastos e ganhos de eficiência. "Não houve adaptação a uma nova época", diz Sampaio. "A JAL era estatal, foi privatizada e continuou com os mesmos vícios de estatal."
A Japan Airlines não foi a única vítima da "década negra" da aviação civil. Os problemas do setor começaram com os atentados de 11 de Setembro, que levaram as principais companhias a um prejuízo de US$ 24,3 bilhões entre 2001 e 2002, segundo a Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo). Nos últimos dois anos, a escalada dos preços dos combustíveis e a crise financeira resultaram em um prejuízo combinado de US$ 27,8 bilhões. Mais de 20 empresas desapareceram ou foram vendidas entre 2008 e 2009. Casos recentes são os da americana Mesa Air Group, que neste mês pediu proteção contra falência, da Alitalia, que pediu concordata em 2008, e da Aerolineas Argentinas, que em séria crise financeira foi reestatizada pelo governo argentino no final de 2008.
ISTO É DINHEIRO

Líder de mercado no Brasil, a TAM anunciou que pretende oferecer sistema de telefonia a bordo dos aviões para os passageiros. A companhia confirmou que vai instalar o sistema inicialmente em quatro aeronaves para testar o uso do serviço e sua aprovação pelos passageiros. A empresa destacou, no entanto, que os testes só serão inciados depois da liberação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já autorizou o sistema de acordo com a empresa.
O teste se prolongará por alguns meses para avaliar se o serviço, tal como foi configurado inicialmente, será suficiente ou exigirá ampliação. O sistema da empresa On Air, a contratada pela TAM, permite funcionamento de celulares GSM, troca de mensagens por SMS, envio de dados por smartphones e uso de internet (em laptops equipados com modem). A capacidade é para 12 celulares em funcionamento simultâneo. No caso dos demais equipamentos, não há limites.
Segundo comunicado da empresa, o sistema será testado apenas em voos domésticos e em várias rotas diferentes para que a empresa avalie o interesse dos passageiros.
Atualmente, segundo a TAM, um sistema similar é utilizado em uso em países da Europa, da Ásia e do Oriente Médio e estão sendo adotado na Oceania. Hoje, a companhia dispõe de duas aeronaves prontas para receber o sistema (um Airbus 320 de 174 assentos e um Airbus 319 de 144 assentos). No ano que vem, a TAM deve receber mais dois aviões (um A321 de 220 assentos e outro A320) já preparados para o sistema.
Durante decolagens e pousos, os passageiros serão orientados a desligar seus aparelhos eletrônicos. O sistema passa a fornecer sinal quando a aeronave atinge 3 mil metros de altitude, o que evita interferência na infra-estrutura das operadoras instalada em terra.
Segundo o comunicado da TAM, "mesmo que permaneçam ligados todo o tempo (inclusive em pousos e decolagens), os aparelhos não interferirão no sistema de controle do avião, pois o sistema de celular a bordo já está preparado para lidar com essa situação". O serviço será cobrado diretamente na conta de telefone do passageiro. A tarifa será definida pela operadora usada pelo cliente. Isso abre oportunidades para que, no futuro, os passageiros possam contar com pacotes especiais de minutos grátis a bordo, por exemplo. A TAM não será responsável por esses valores.
ZH DINHEIRO