PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM
PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

quinta-feira, 4 de março de 2010

Conflito em Narita

Um Boeing 777 da Air Canada, decolada de Narita para Toronto, quando ao decolar, passando 700ft, foi instruído a interromper a subida, a aeronave nivelou em 900ft, o TCAS acusou um conflito com uma outra aeronave a direita do B777, em subida, passando 1500ft, 600ft acima do tráfego que decolava. Após o conflito, o voo prosseguiu normalmente e pousou em segurança em Toronto.

Lembrando que verticalmente, a separação mínima entre duas aeronaves deve ser de 1000ft. Nesse caso, um é tráfego essencial do outro. Muita gente tem dúvida o que seria tráfego essencial. Então vamos lá:

Tráfego essencial é quando se prevê ou quando um tráfego tenha quebrado os mínimos de separação. O controlador deve na hora passar instruções para evitar o conflito e pagar informação do tráfego essencial.

Eaglesky

Air Jamaica pode estar próxima da falência

A Air Jamaica tem até o dia 1 de julho para firmar uma parceria com a companhia Caribbean Airlines para assumir seus voos e operações.

Caso não seja feito um acordo, a companhia jamaicana pedirá falência, encerrando um ciclo de cerca de 40 anos de serviços prestados à aviação.

Com a falência ou não, a Caribbean passará a ser a única empresa aérea da Jamaica.

Flightlife

AVIÃO FAZ POUSO FORÇADO EM ZONA RURAL DE MATO GROSSO E PILOTO FICA FERIDO


Um avião caiu no Sítio Boa Esperança, de propriedade de Gilmar Cequetti de Oliveira, na estrada do PA Jatobazinho, há cerca de 20km da cidade de Água Boa, no Vale do Araguaia. De acordo com a Planeta Aviação, com sede em Jataí (GO), a empresa disse que o avião Embraer EMB-201A Ipanema, prefixo PT-GGB, pertence ao piloto Junior Marcelo dos Santos, que trabalhava nas regiões de Água Boa e Canarana.

O piloto do avião fez o pouso forçado em uma área de pastagem após um matagal e teve prejuízos de grande monta. A família Oliveira, proprietária da terra, disse que o avião deverá ser rebocado ainda hoje do local.

A queda do avião agrícola no Pa Jatobazinho preocupou pilotos de avião agrícola na cidade de Canarana. Segundo o repórter Rafael Govari do Jornal "O Pioneiro", de Canarana, Junior Marcelo dos Santos é conhecido no meio da aviação agrícola na região. Havia preocupação com o sumiço do piloto, uma vez que ninguém sabia do seu paradeiro até agora pela manhã.

O avião PT GGB teria decolado do aeroporto de Canarana na terça-feira a tarde. Ninguém sabia informar o trajeto do avião. Apesar do acidente, o piloto passa bem de saúde, tendo apenas um corte superficial no rosto.
IFR Online

REVOGADA A DECISÃO QUE HAVIA SUSPENDIDO O LEILÃO



Nas ultimas 96 horas circulou a noticia (matéria do dia 27.02.10 do consultor jurídico) que o leilão da fazenda Piratininga havia sido suspenso por uma decisão pessoal (ou monocrática) do Ministro Corregedor do TST.

Tal assertiva foi verdadeira por 04 dias.

Após receber as informações do Juízo Auxiliar de Execução - Vara Vasp, o mesmo Ministro que havia dado a liminar suspendendo o leilão, voltou atrás em sua decisão e manteve a realização do mesmo para o dia 10 de março.

A alegria do Canhedo só durou 05 dias...

O Sindicato de Aeroviários do Estado de São Paulo, Dr. Francisco Gonçalves Martins e eu (na qualidade de advogados do Sindicato na Ação Civil Pública) estamos trabalhando de maneira intensa e objetiva para que nenhum ato do Grupo Canhedo possa anular ou macular as decisões já existentes que beneficiam a todos.

Estamos enviando abaixo a decisão que revogou a liminar concedida, a decisão liminar que suspendeu o leilão e finalmente a decisão que negou seguimento ao Recurso de Revista interposto pelos advogados do Grupo Canhedo (e não da Vasp como erradamente foi divulgado pelo Consultor Jurídico).

Assim que sair o resultado do leilão nós lhes avisaremos.

Atenciosamente,

Carlos Duque Estrada e Francisco Gonçalves Martins

DECISÃO QUE REVOGOU A LIMINAR E MANTEVE O LEILÃO PARA O DIA 10.03.2010

Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho

Despacho

Processo Nº CorPar-4661-51.2010.5.00.0000

Requerente Agropecuária Vale do Araguaia Ltda.

Advogado Dr. Cláudio Alberto Feitosa Penna Fernandes

Requerido(a) Corregedoria Regional do TRT da 2ª Região

Terceiro(a) Interessado(a) Ministério Público do Trabalho da 2ª Região e Outros

AGROPECUÁRIA VALE DO ARAGUAIA LTDA. ajuizou reclamação correicional, com pedido de liminar, sob o argumento de que o não conhecimento da Reclamação Correicional, ajuizada perante o 2º Regional, implicara endosso, explícito ou tácito, à prática perpetrada na primeira instância que, nos autos da Ação Civil Pública nº 00507 2005-014-02 00.8, deferiu pedido de alienação judicial e determinou as providências a serem tomadas com base em procedimento de jurisdição voluntária, já que lhe cumpria, por força de lei, exercer correição " sempre que se fizer necessário" (art. 682, XI, da Consolidação), como por previsão do Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (art. 73, II e V) (fl.03).

Sustentou que a adjudicação estava sub judice, em fase de Recurso de Revista e, portanto, não concluída, pelo que se tratava de situação similar à da execução provisória e, se no caso, a adjudicação é provisória, não havendo coisa julgada, no tocante a seu aperfeiçoamento, impunha-se fossem observadas, por analogia,

as normas constantes do art. 475-O, do CPC.

Dizia que se tornava necessária a intervenção imediata desta Corregedoria-Geral, a fim de evitar a consumação de danos irreparáveis à Requerente.

Requereu, em face disso, e considerando que a venda judicial fora aprazada para 10/03/2010, e que sua consumação acarretaria dano irreparável ou de difícil reparação, fosse deferida, liminarmente, a imediata suspensão do ato que determinou a averbação da adjudicação no registro imobiliário, assim como da determinação da venda do imóvel, e fosse determinada, ao final, a abstenção da prática dos atos que ocasionaram tumulto, restabelecendo a boa ordem processual, a partir, inclusive, da decisão que concedeu a adjudicação, até a que determinou sua averbação no registro imobiliário e a alienação dos bens sem caução idônea.

Por intermédio do Despacho de fls.371/373, deferi a liminar para suspender a determinação da data da venda judicial do bem adjudicado até o julgamento do Recurso de Revista interposto, nestes termos:

" Não obstante a recorribilidade do ato impugnado (artigo 175, inciso IV, alínea " a" , do Regimento Interno da Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), entendo que a pretensão ora deduzida pela Requerente deve ser examinada à luz do artigo 13, § 1º, do Regimento Interno da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, de seguinte teor:

" § 1º Em situação extrema ou excepcional, poderá o Corregedor-Geral adotar as medidas necessárias a impedir lesão de difícil reparação, assegurando, dessa forma, eventual resultado útil do processo, até que ocorra o exame da matéria pelo órgão jurisdicional competente..." (grifo nosso).

No caso dos autos, configura-se o justificado receio de dano de difícil reparação, na medida em que, ainda que fosse interposto agravo regimental, não teria este efeito suspensivo, e a demora no julgamento deste implicaria em prejuízo ao resultado útil do processo, na medida em que a venda judicial do bem adjudicado

está prevista para 10/03/2010, enquanto que a própria adjudicação está sub judice, já que foi interposto Recurso de Revista, em 07/01/2010, ainda pendente de despacho de admissibilidade, no qual se discute a nulidade da adjudicação.

Na hipótese de provimento do Recurso de Revista, e via de consequência, da declaração de nulidade da adjudicação, não haveria exequibilidade do Recurso de Revista, na medida em que o bem já teria sido alienado.

Assim, ad cautelam, e com o intuito de evitar a inexequibilidade do Recurso de Revista, defiro a liminar para suspender a determinação da data da venda judicial do bem adjudicado até o julgamento do Recurso de Revista interposto ou, caso seja denegado seguimento ao referido apelo, a data do julgamento do Agravo de Instrumento interposto.

A Requerida prestou informações (fls.384/391) e apresentou documentos (fls. 392 a 457).

Vistos os autos.

Atento às informações prestadas pela juíza Elisa Maria Secco Andreoni, que atua no Juízo Auxiliar de Execução, bem como aos limites da matéria trazida nos Embargos à Adjudicação e,sobretudo, ao prestígio que se deve dar ao princípio constitucional da duração razoável do processo, assim como a todos os procedimentos levados a termo pelo Juízo de Execução para alienação do bem em hasta pública, RECONSIDERO a liminar deferida para permitir a realização da praça e leilão, mas determinar a sustação de seus efeitos, dentre os quais a assinatura do auto de penhora e a expedição de carta de adjudicação, mantendo os demais termos da liminar quanto à sua vigência.

Dê-se ciência do inteiro teor da presente decisão, com urgência, mediante fax:

a) à Exma. Sra. Juíza da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, Dra. Elisa Maria Secco Andreoni,

b) à Dra. Tânia Bizarro Quirino de Morais, Juíza Auxiliar da Corregedoria Regional; e

c) à Requerente.

Intimem-se os Terceiros Interessados.

Publique-se.

De Vitória para

Brasília, 01 de março de 2010.

Firmado por assinatura digital (MP 2.200-2/2001)

Ministro CARLOS ALBERTO REIS DE PAULA

Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho

ANDANENTO DO PROCESSO
Processo: CorPar - 4661-51.2010.5.00.0000 - Fase Atual:
Processo TRT - Referência: CorPar-40025/2010-0000-02.
Requerente: Agropecuária Vale do Araguaia Ltda.
Advogado : Dr. Cláudio Alberto Feitosa Penna Fernandes
Requerido(a): Corregedoria Regional do TRT da 2ª Região
Terceiro(a) Interessado(a): Ministério Público do Trabalho da 2ª Região e Outros
Andamento do processo
01/03/2010
Movimentação : Aguardando publicação de despacho - decisão monocrática
01/03/2010
Movimentação : Despacho para publicação - decisão monocrática
Local : Secretaria da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho
01/03/2010
Movimentação : Concluso ao Ministro Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho
Local : Gabinete da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho
01/03/2010
Movimentação : Requer providências
Petição : 26233/2010
26/02/2010
Movimentação : Publicado despacho.
25/02/2010
Movimentação : Despacho divulgado no DEJT.
25/02/2010
Movimentação : Aguardando publicação de despacho - decisão monocrática
25/02/2010
Movimentação : Despacho para publicação - decisão monocrática
Local : Secretaria da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho
24/02/2010
Movimentação : Concluso ao Ministro Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho
Local : Gabinete da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho
23/02/2010
Movimentação : Para conclusão ao Ministro Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho
Local : Secretaria da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho
23/02/2010
Movimentação : Autuado
23/02/2010
Movimentação : Andamento inicial
Local : Coordenadoria de Classificação, Autuação e Distribuição de Processos
22/02/2010
Movimentação : Reclamação Correicional
Petição : 21792/2010
DECISÃO QUE SUSPENDEU O LEILÃO

Preliminarmente, determino a reautuação da presente Reclamação Correicional para que conste como Terceiros Interessados: Ministério Público do Trabalho e Outros.
AGROPECUÁRIA VALE DO ARAGUAIA LTDA. ajuizou reclamação correicional junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em face da decisão exarada pela Exma. Sr.ª Juíza Substituta da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, Dra. Elisa Maria Secco Andreoni, nos autos da Ação Civil Pública, n.º 00507-2005-014-02-00-8, que deferiu pedido de alienação judicial e determinou as providências a serem tomadas nesse caso com base em procedimento de jurisdição voluntária.
A medida correicional não foi conhecida, ante a ausência de documento essencial ao exame da controvérsia (cópia do ato impugnado), nos termos dos artigos 80 e 85, inciso II, da Consolidação das Normas da Corregedoria (fls.290/291).
Em face dessa decisão, a Requerente - AGROPECUÁRIA VALE DO ARAGUAIA LTDA. - ajuíza nova Reclamação Correicional, com pedido de liminar.
Alega que o não-conhecimento da Reclamação Correicional implicou endosso, explícito ou tácito, à prática perpetrada na primeira instância, já que lhe cumpria, por força de lei, exercer correição " sempre que se fizer necessário" (art. 682, XI, da Consolidação), como por previsão do Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (art. 73, II e V) (fl.03).
Sustenta que a adjudicação está sub judice, em fase de Recurso de Revista e, portanto, não concluída, pelo que se trata de situação similar à da execução provisória e, se no caso, a adjudicação é provisória, não havendo coisa julgada, no tocante a seu aperfeiçoamento, impõe-se sejam observadas, por analogia, as normas constantes do art. 475-O, do CPC.
Diz que se torna necessária a intervenção imediata desta Corregedoria-Geral, a fim de evitar a consumação de danos irreparáveis à Requerente.
Requer, em face disso, e considerando que a venda judicial foi aprazada para 10/03/2010, e que sua consumação acarretará dano irreparável ou de difícil reparação, seja deferida, liminarmente, a imediata suspensão do ato que determinou a averbação da adjudicação no registro imobiliário, assim como da determinação da venda do imóvel, e seja determinada, ao final, a abstenção da prática dos atos que ocasionaram tumulto, restabelecendo a boa ordem processual, a partir, inclusive, da decisão que concedeu a adjudicação, até a que determinou sua averbação no registro imobiliário e a alienação dos bens sem caução idônea.
É o Relatório. DECIDO.
Conforme relatado, a Requerente insurge-se contra a designação da data da venda judicial do bem adjudicado, sob o argumento de que a adjudicação está sub judice, em fase de Recurso de Revista e, portanto, não concluída. Alega que se trata de situação similar à da execução provisória e se, no caso, a adjudicação é provisória, não havendo coisa julgada, no tocante a seu aperfeiçoamento, impõe-se sejam observadas, por analogia, as normas constantes do art. 475-O, do CPC.
Nas informações prestadas pela Dra. Elisa Maria Secco Andreoni, Juíza do Trabalho em exercício no Juízo Auxiliar da Execução, à fl.287, há afirmação no sentido de que foi designada a data da venda judicial do bem adjudicado, conforme determinado em audiência datada de 29/06/2009.
À análise.
Não obstante a recorribilidade do ato impugnado (artigo 175, inciso IV, alínea " a" , do Regimento Interno da Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), entendo que a pretensão ora deduzida pela Requerente deve ser examinada à luz do artigo 13, § 1º, do Regimento Interno da Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, de seguinte teor:
" § 1º Em situação extrema ou excepcional, poderá o Corregedor-Geral adotar as medidas necessárias a impedir lesão de difícil reparação, assegurando, dessa forma, eventual resultado útil do processo, até que ocorra o exame da matéria pelo órgão jurisdicional competente..." (grifo nosso).
No caso dos autos, configura-se o justificado receio de dano de difícil reparação, na medida em que, ainda que fosse interposto agravo regimental, não teria este efeito suspensivo, e a demora no julgamento deste implicaria em prejuízo ao resultado útil do processo, na medida em que a venda judicial do bem adjudicado está prevista para 10/03/2010, enquanto que a própria adjudicação está sub judice, já que foi interposto Recurso de Revista, em 07/01/2010, ainda pendente de despacho de admissibilidade, no qual se discute a nulidade da adjudicação.
Na hipótese de provimento do Recurso de Revista, e via de consequência, da declaração de nulidade da adjudicação, não haveria exequibilidade do Recurso de Revista, na medida em que o bem já teria sido alienado.
Assim, ad cautelam, e com o intuito de evitar a inexequibilidade do Recurso de Revista, defiro a liminar para suspender a determinação da data da venda judicial do bem adjudicado até o julgamento do Recurso de Revista interposto ou, caso seja denegado seguimento ao referido apelo, a data do julgamento do Agravo de Instrumento interposto.
Dê-se ciência do inteiro teor da presente decisão, com urgência, mediante fax: a) à Exma. Sra. Juíza da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, Dra. Elisa Maria Secco Andreoni, solicitando-lhe as informações necessárias, no prazo de 10 (dez) dias, com envio de cópia da petição inicial; b) à Dra. Tânia Bizarro Quirino de Morais, Juíza Auxiliar da Corregedoria Regional; e c) à Requerente.
Intimem-se os Terceiros Interessados.
Publique-se.
Brasília, 24 de fevereiro de 2010.
Firmado por assinatura digital (MP 2.200-2/2001)
Ministro CARLOS ALBERTO REIS DE PAULA
Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho

DECISÃO QUE NEGOU A SUBIDA DO RECURSO DE REVISTA
AP-00507-2005-014-02-01-0 - Turma 2































































































































































































Recurso de Revista
Recorrente(s): 1. AGROPECUÁRIA VALE DO ARAGUAIA LTDA.
Advogado(a)(s): 1. CARLOS CAMPANHA (SP - 217472-D)
Recorrido(a)(s): 1. MINISTERIO PUBLICO DO TRABALHO
2. SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS
3. SINDICATO DOS AEROVIARIOS NO ESTADO SP
4. RODOLPHO CANHEDO AZEVEDO
Advogado(a)(s): 1. PROCESSOS COM PARTE SEM ADVOGADO (SP - 999998-D)
2. JACKSON PASSOS SANTOS (SP - 164459-D)
3. MARCELO FERREIRA ROSA (SP - 122949-D)
4. PROCESSOS COM PARTE SEM ADVOGADO (SP - 999998-D)

PRESSUPOSTOS EXTRÍNSECOS

Irregularidade de representação. Recurso inexistente.

O apelo não comporta seguimento (Súmula 164/TST), pois o Dr. Carlos Campanhã, subscritor das razões do recurso de revista, olvidou-se de proceder à juntada aos autos do indispensável instrumento de mandato - ou substabelecimento de poderes -, a fim de lhe assegurar legitimamente o exercício da representação processual da recorrente (CPC, art. 37, "caput"). Ademais, o único instrumento acostado aos autos pela recorrente (fls. 369) outorga poderes ao Dr. Everson Ricardo Arraes Mendes e à Dra. Cristina Pires Furtado. Ressalte-se, que apesar do agravo de petição ter sido processado em autos apartados, compete às partes zelar pela correta formação para atender as exigências para o conhecimento do recurso. Neste sentido é o entendimento do C. TST: Embora o agravo de petição tenha sido processado em autos apartados por ordem judicial e não existir determinação expressa de fornecimento das peças para a formação do agravo (fl.02), compete às partes e não apenas à agravante, zelar pela sua formação adequada de forma a atender às exigências para o conhecimento do recurso. Incide na espécie o disposto no artigo 897, § 5°, da CLT, pois apesar de o referido dispositivo legal tratar do agravo de instrumento, a sua aplicação também se justifica na hipótese de agravo de petição em autos apartados previsto no § 3° do mesmo dispositivo supracitado. A agravante foi cientificada da interposição de agravo de petição, processado em apartado, não podendo transferir para o Juízo da execução a responsabilidade pela sua incúria, mormente no que concerne à juntada de procuração, imprescindível para se comprovar a regularidade de representação. Impende salientar que o fato de ter sido conhecido e provido o agravo de petição no Regional, mesmo não estando regular a representação das partes nos autos, não é empecilho para que o primeiro juízo de admissibilidade realizado no Tribunal de origem se pronuncie sobre a irregularidade constatada. Ainda que a Juíza Vice-Presidente do Regional tivesse admitido o recurso de revista, esta Corte procederia ao segundo juízo de admissibilidade e, se verificada a irregularidade, o recurso não seria conhecido. No que concerne ao requerimento de que sejam anulados os atos praticados após a interposição do agravo de petição, tal pretensão não pode ser atendida em sede de agravo de instrumento, que tem por único objetivo, atacar despacho denegatório de recurso. Desse modo, não se viabiliza o processamento da revista em face da irregularidade de representação. (PROC. Nº TST-AIRR-82732/2003-900-03-00.8, 3ª Turma, Relator Luiz Ronan Neves Koury).

Portanto, o recurso de revista inexiste juridicamente.

CONCLUSÃO

DENEGO seguimento ao Recurso de Revista.

Após a publicação, decorrido o prazo legal sem a interposição de recurso, os autos retornarão à Vara de origem, ficando dispensada a emissão de certidão de trânsito em julgado, nos termos do artigo 146 da Consolidação das Normas da Corregedoria Regional - Provimento GP/CR nº 13/2006.

Intime-se.

São Paulo, 19 de fevereiro de 2010.


Decio Sebastião Daidone

Desembargador Presidente do Tribunal


Certifico que o presente despacho foi publicado no DOeletrônico do

Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, nesta data.

Em ________________________________.


Marília Fagnani

Diretora da Secretaria de Apoio Judiciário

/gb
Documento assinado eletronicamente por Decio Sebastião Daidone, Desembargador Presidente do Tribunal, em 19/02/2010 às 14:32 (Lei 11.419/2006).

Duque Estrada

Tam realiza Mudança nos Horários dos Vôos para Salvador


Devido às obras que estão sendo feitas no aeroporto de Salvador, a TAM avisou que seus voos serão mudados. A reforma começou no dia 2 de março e tem previsão de término em 10 de junho. Durante esse período, os voos entre 0h e 6:30h estão cancelados, por determinação da Infraero. O aeroporto ficará fechado nesse horário.

Entre 2 de março e 9 de junho, os voos JJ 3062 e JJ 3600 ficarão fora de operação, e o JJ 3891, de Recife, não passará pela cidade, mas os outros trechos serão mantidos. De 3 de março a 10 de junho, os voos JJ 3063 e JJ 3601 também serão suspensos.

PASSAGEM DE AVIÃO

ANAC oferece 22 bolsas de estudo para pilotos de avião em Juiz de Fora


Vinte e duas vagas de bolsas de estudo para jovens pilotos de avião estão sendo oferecidas no Aeroclube de Juiz de Fora. Dez são destinadas à formação de piloto privado — primeira etapa antes de iniciar na carreira — e 12 para a formação de piloto comercial, que pode atuar profissionalmente. As bolsas cobrem 75% das horas de voo e são destinadas a candidatos com idade entre 18 e 35 anos. As inscrições devem ser encaminhadas à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) até 25 de março.

Para pleitear uma das vagas, o candidato à bolsa deve apresentar certificado de aprovação no curso teórico de pilotagem, documento de aprovação no exame da ANAC e comprovar já ter realizado pelo menos 25% da carga horária de voos necessária para a categoria: 9 horas para piloto privado e 29 horas para piloto comercial (mais informações na página da ANAC).

O processo seletivo terá início com prova objetiva, no dia 18 de abril, às 9h, realizada na cidade escolhida pelo candidato no momento da inscrição. Os exames podem ser feitos em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Porto Nacional (TO), Rio Claro (SP) e São Luís (MA). O resultado sai no dia 30 de maio. O candidato com aproveitamento igual ou superior a 70% na prova objetiva, que for classificado dentro do número de vagas, deverá realizar exame de proficiência técnica no aeroclube escolhido. Após essa etapa, os aprovados já podem agendar as aulas práticas.

O investimento do governo federal nas 213 bolsas de estudo oferecidas em todo o país soma R$ 3 milhões, com recursos do Programa de Desenvolvimento da Aviação Civil do Ministério da Defesa. Além das aulas práticas e do voo de cheque ao final do curso, a bolsa também inclui despesas de hospedagem do aluno bolsista na cidade escolhida. Segundo dados da ANAC, em média, o custo das aulas para a formação de um piloto privado é de R$ 14 mil. Para ser piloto comercial, o aluno deve desembolsar cerca de R$ 70 mil.

ACESSA.COM

Profissão de piloto é pouco procurada em Juiz de Fora

Apesar da cidade oferecer o curso, há poucos interessados e a estimativa dos profissionais é de que em cinco anos faltem pilotos qualificados no mercado.


Ser piloto exige muita força de vontade, dedicação e persistência. Essas são as dicas que profissionais experientes e estreantes repetem a todo momento. Sem esses ingredientes, não há como tornar-se um profissional qualificado.

Ao que tudo indica, existem poucas pessoas com essas características no Brasil porque, segundo o instrutor de vôo, André Monteiro (foto abaixo de blusa branca), a previsão é de que em cinco anos faltem profissionais qualificados no mercado.

Em Juiz de Fora, o responsável pela profissionalização dos pilotos do Aeroclube (leia a matéria) da cidade, Capitão Bahia, confirma o baixo prestígio da profissão. "Em Juiz de Fora são poucos os que nos procuram. Tenho apenas um aluno daqui da cidade entre os 25 matriculados nas categorias de vôo privado e comercial", comenta.

Apesar da resistência à profissão, quem está nela garante que não há escolha melhor. André, Bahia e o novato Fábio Stersi Damasceno (foto abaixo de blusa azul), que está em fase de aperfeiçoamento, são unânimes: voar é uma emoção indescritível. Fábio relembra a emoção do primeiro vôo e arrisca uma generalização: "é impossível não chorar na primeira vez que você está no comando de um vôo".

Foto do instrutor André Monteiro Foto de avião Foto do piloto Fábio Sterci

Com 16 anos de experiência, André tem a mesma paixão que o novato. "Não existe nada de ruim na profissão. Voar é muito bom, só voando para saber". Bahia pondera que o único aspecto negativo é o custo. "Ainda é muito caro ser piloto porque houve corte no subsídio para a formação de profissionais e temos que cobrar caro dos meninos para que a estrutura do Aeroclube possa funcionar". O capitão ressalta que a instituição não tem fins lucrativos e trabalha sempre no limite.

Informações sobre o curso

O tempo de duração do curso depende do desenvolvimento de cada um, André arrisca que o piloto leva entre um ano e meio e três anos. "É difícil medir isso porque depende muito da proeficiência e do grau de assimilação de cada um", explica. Fábio fez o curso básico em um ano e agora está em uma fase mais avançada e conta que o investimento é pesado.

"Todas as etapas do curso são muito caras, ainda tem os exames, que são feitos no Rio de Janeiro. Mas é um dinheiro muito bem gasto porque ser piloto é algo viciante, é a melhor coisa do mundo". Aos 23 anos, o piloto vê como único ponto negativo, o pouco tempo para a família. "A gente não pára, não tem uma moradia fixa, não dá para ter muito contato com a família", diz.

Foto de avião branco O primeiro passo para o curso é fazer o exame médico e tirar o certificado de capacidade física (CCF), que pode ser tirado em algumas capitais do país e também em Barbacena. Capitão Bahia explica que nem todo mundo está apto para ser piloto e é o médico quem vai dar o aval. "Na hora que o indivíduo faz os exames, o médico lhe orienta sobre como pode melhorar para conseguir o certificado, ou desaconselha mesmo, em caso de alguma deficiência que impeça o exercício da profissão".

Certificado tirado, o aspirante a piloto parte para o curso teórico de piloto privado que dura cerca de três meses, dependendo da escola e da carga horária do curso. Depois desse prazo, é feita uma prova que hoje já pode ser feita pela internet com marcação prévia.

Aprovado nesse exame, o piloto é "checado", ou seja, credenciado como piloto comercial. Para conseguir autorização para outros tipos de vôo, o piloto tem que fazer uma prova teórica e, se aprovado, passa por um vôo de avaliação junto a um "checador" credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), vinculado ao Ministério da Aeronáutica.

Foto de painel de avião André explica que, assim como as carteiras de motoristas, a autorização para pilotar também tem diversas categorias e, para conseguir cada uma delas é preciso de uma prova teórica e um vôo de avaliação. "São categorias de dificuldade. São elas: piloto privado, piloto comercial, instrutor de vôo e vôo por instrumentos".

Para concluir o curso prático de piloto privado é preciso de, no mínimo, 35 horas de vôo, seguindo um cronograma pré-estabelecido. Para a conclusão de todos os cursos, o piloto tem que ter um total de 150 horas de vôo no caso de curso homologado pelo Ministério da Aeronáutica e 200 horas de vôo no caso de o piloto aprender em um avião particular, acompanhado de instrutor credenciado pela ANAC.

Foto de avião bege Fábio ressalta que quem opta por essa carreira tem que estar disposto a estudar muito e a não desistir no primeiro obstáculo. "A pessoa tem que estar muito certa do que quer porque tem muito dinheiro envolvido e não é fácil. Você não consegue fazer tudo certo de primeira, tem que ter muita persistência".

Capitão Bahia conta que nem todos aceitam esse desafio e muitos desistem no final. Como dica, ele aconselha que, quem quer mesmo se destacar no mercado deve, além de procurar um curso técnico, buscar um embasamento maior no ensino superior." Para fazer o curso de piloto comercial, é exigido o ensino fundamental, mas se o cara estudar Ciências Aeronáuticas, com certeza vai ser um diferencial". Segundo o capitão, cidades como Belo Horizonte e Uberlândia já oferecem esse curso. Em Uberlândia, inclusive, há a possibilidade de fazer o curso à distância.

Pré-requisitos

O primeiro requisito exigido para um aspirante a piloto é o condicionamento físico. Bahia explica que antes de iniciar o curso teórico o exame tem que ser feito para que o indivíduo não gaste dinheiro à toa.

Foto de painel de avião A idade mínima exigida para começar o curso é 17 anos, com autorização dos pais, mas só aos 18 anos a pessoa poderá realizar um vôo solo. A regra independe de gêneros e o capitão garante que mulheres não sofrem preconceitos no curso nem no mercado. "As empresas contratam mulheres, sim. Mas é claro, ela tem que estar devidamente qualificada. Ninguém é louco de não contratar uma profissional competente só por causa do sexo", diz

Apesar disso, o capitão admite que a procura é pequena por parte do sexo feminino. "Acho que é falta de interesse mesmo, é uma vida muito sacrificante. Desde que cheguei aqui apenas uma mulher nos procurou". O treinamento e a cobrança são os mesmos para homens e mulheres.

Foto de avião branco "O fim é um só, não há porque ter diferença", explica o capitão. Ele conta que uma vez sentiu que um instrutor estava dando tratamento diferenciado para a mulher e tomou o comando da aula para que todos entendessem que o tratamento tinha que ser o mesmo.

Com todos os custos e dificuldades, Fábio aconselha: "se é o sonho, a pessoa tem que lutar por ele. Tem uma coisa que ouvi em algum lugar e nunca esqueci, são três palavras que carrego sempre: querer, poder, conseguir", diz. No caso de dúvidas quanto à profissão, a dica é pesquisar e o capitão Bahia se coloca à disposição para quaisquer dúvidas.

ACESSA.COM

Empresa aérea oferece dinheiro para que passageiros fiquem no Chile


A empresa aérea LAN Chile ofereceu até R$ 3.943,00 (US$ 2.200,00) a passageiros que se dispusessem a ficar no Chile, país atingido por um forte terremoto no último dia 27, segundo relato de um dos brasileiros presentes no voo.

A companhia aérea teria vendido mais passagens do que os assentos disponíveis (procedimento conhecido como overbooking) em um voo para o Brasil e teve que fazer um "leilão" para tentar tirar passageiros do avião.

De acordo com relato de um dos passageiros à TV Record, a oferta começou em R$ 2.867,00 (US$ 1.600,00) e foi subindo até atingir R$ 3.943,00 (US$ 2.200,00):

- O voo era pra sair à 1h, nós conseguimos entrar no avião às 3h, mas ocorreu um overbooking e aí eles começaram a oferecer dinheiro para quem descesse do avião.

Segundo o passageiro, quatro pessoas aceitaram deixar o avião, e o voo chegou a São Paulo na manhã desta quarta-feira (3), às 8h05.

Por e-mail, a assessoria de imprensa da LAN Chile negou que tenha havido overbooking no voo de Santiago para São Paulo.

"Não há nenhuma possibilidade de essa informação ser verdadeira. A LAN continua dando prioridade de embarque (em Santiago, São Paulo e Rio de Janeiro) aos passageiros que tinham e têm reservas nos voos que foram cancelados, por ordem cronológica", disse a empresa.

R7

Avião militar cai na Índia, mata piloto e copiloto e deixa dois feridos


Um avião da Marinha da Índia caiu, nesta quarta-feira, sobre uma área residencial na cidade de Hyderabad, matando o piloto e o copiloto e deixando duas pessoas feridas, segundo informações da "CNN". A aronave modelo Kiran MK-II caiu enquanto fazia acrobacias. Segundo o chefe da Marinha, Nirmal Verma, os dois militares que estavam no avião devem ter evitado ejetar seus assentos numa tentativa de evitar maiores danos na área atingida após a queda.

A aeronave caiu sobre um prédio de três andares em uma área residencial perto do aeroporto de Begumpet, atingindo duas pessoas uma mulher e seu filho, que assistiam ao show da sacada do apartamento. De acordo com a polícia de Hyderabad, eles sofreram ferimentos leves.

O Globo

Linhas Aéreas de Moçambique efetuam a troca de aviões Boeing


A empresa pública Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) pretende desfazer-se dos Boeings-737, aviões alugados e que têm custos operacionais bastante elevados. Trata-se de dois aviões que a companhia aérea moçambicana tem estado a alugar há mais de cinco anos para voos internacionais.

Contudo, a devolução desses Bo­eings está condicionada ao aluguer de outros quatro aviões pequenos, sendo dois Embraer 190 e igual número de Bombardier Q 400 para compromissos já assumidos.
“Já não são rentáveis agora”, disse o administrador financeiro das LAM, Jeremias Tchamo, falando à AIM, tendo acrescentado que “os valores para o seu aluguer são baixos, mas os custos de operação e manutenção são mais caros”.

Tchamo disse que esses aviões deixaram de ser rentáveis por já serem obsoletos e, por consequência disso, terem altos custos de consumo e manutenção.

Segundo a fonte, inicialmente, a LAM chegou a pagar cerca de 75 mil meticais (cerca de 2,5 mil dólares no câmbio actual) para o aluguer de cada um dos aparelhos.
Ao longo do tempo, a LAM foi negociando os preços até se chegar ao valor de 35 mil meticais pagos, actualmente, por cada um deles. Tchamo reconhece que, para o aluguer dos Embraer, por exemplo, a empresa vai pagar valores acima dos 35 mil meticais, mas diz haver enormes vantagens competitivas.

“Por várias razões. Agora, por questões ambientais, há uma nova geração de aviões que têm várias vantagens”, disse a nossa fonte.

Com a aquisição dos novos aviões, a LAM pretende dar seguimento ao seu projecto de expansão e renovação da frota. Este ano, a empresa pediu autorização ao Instituto Nacional de Aviação Civil (IACM) para operar nas rotas (umas novas outras não) Joanesburgo-Tete (directo), cidade do Cabo-Maputo, onde até agora só opera a companhia sul-africana SAA.

Os pedidos ainda aguardam resposta, mas ainda este ano, a empresa pretende operar nas rotas Nampula-Nairobi e Maputo-Malawi. Por outro lado, a empresa tem em vista aumentar a frequência de voos domésticos, assim como na rota Maputo-Luanda.

Igualmente, a companhia moçambicana ambiciona entrar nas rotas intercontinentais, reatando o seu voo Maputo-Lisboa. Contudo, para satisfazer esse sonho, a LAM vai ter de alugar um outro avião Boeing ou um Airbus.

Empresários turcos, com interesses em diversos sectores de actividade, criaram um grupo destinado a combinar os seus esforços no sentido de investirem em Moçambique. Trata-se do Ufuk Group of Companies, criado por homens de negócio de diversos sectores e que, recentemente, visitaram Moçambique. Segundo a AIM, com este grupo, eles tencionam trabalhar conjuntamente para promover a Turquia em África e melhorar as relações comerciais entre os dois países.
Jornal de Angola

Detido na Holanda falso piloto que comandaria avião com 101


AMSTERDÃ (Reuters) - Um piloto sueco com uma licença comercial falsa foi detido na cabine de seu avião no aeroporto Schiphol, em Amsterdã, quando se preparava para levar 101 passageiros em um avião Boeing 737 à Turquia, informou nesta quarta-feira a polícia da Holanda.

O sueco, de 41 anos, que estava no comando de um jato com destino a Ancara, voou durante 13 anos e tinha mais de 10 mil horas de voo utilizando documentos falsificados em companhias aéreas da Bélgica, Grã-Bretanha e Itália, disseram autoridades.

O piloto, cujo nome não foi revelado, teria expressado alívio quando foi desmascarado e suas credenciais, apreendidas.

O Globo

Anac vence na Justiça e poderá distribuir horários da Pantanal em Congonhas


A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) conseguiu nesta quarta-feira autorização para distribuir 61 slots (horários de pouso ou decolagem) da Pantanal Linhas Aéreas em Congonhas. A decisão foi tomada por unanimidade na Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Anac informou que vai remarcar o processo de distribuição de 355 slots em Congonhas, que inclui os 61 espaços da Pantanal. A oferta estava prevista inicialmente para 3 de fevereiro, mas foi suspensa por uma liminar favorável à Pantanal. O STJ reverteu nesta quarta-feira essa decisão e votou a favor da Anac.

último segundo

Piloto do "milagre no Hudson" retira-se da aviação



Chesley Sullenberger, o piloto da US Airways que realizou um pouso forçado no rio Hudson em Nova York, salvando 155 passageiros, anunciou nesta quarta-feira que se retirava da aviação, depois de uma carreira de três décadas que definiu como "sua paixão".



"Sully", como é chamado o piloto de 59 anos, transformou-se em herói no dia 15 de janeiro do ano passado, quando o Airbus A320 que comandava chocou-se contra um bando de gansos, o que paralisou os motores da aeronave.


Sullenberger conseguiu conduzir o avião até o rio, perto de Manhattan, pousando-o suavemente, no que foi considerado "o milagre no Hudson". Todos os passageiros sobreviveram.


Ele não deu detalhes sobre seus motivos. No entanto, transmitiu um sabor amargo em sua nota de retirada, ao afirmar que os pilotos sempre esperam "deixar a profissão em melhores condições. Apesar dos esforços de milhares de colegas, este não é o caso, hoje".

g1

Duas crianças controlaram tráfego no aeroporto John Kennedy


Acredita-se que os dois sejam filhos do controlador da torre do terminal internacional de Nova York.

NOVA YORK - Duas crianças comandaram o tráfego aéreo, aparentemente sob supervisão de adultos, no aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova York, informou nesta quarta-feira, 3, a Administração Federal de Aviação Civil dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês).

Um supervisor do aeroporto e um controlador sofreram punições administrativas após uma investigação sobre o incidente, segundo a FAA.

A rede de televisão "Fox" obteve a gravação do momento em questão, no último dia 16, e o reproduziu em seus noticiários e site. Ao saber do fato, a FAA lamentou o comportamento dos funcionários do terminal aéreo. "Não é aceitável e não demonstra o profissionalismo esperado", afirmou o organismo.

Na gravação é possível ouvir a voz de uma criança falando com pilotos diretamente da torre de controle do aeroporto, acompanhada de um adulto. "Isto é o que acontece quando crianças não vão à escola", disse o homem, aparentemente o controlador que estava supervisionando esta operação. Pouco depois a criança volta e fala "adeus, amigo", em espanhol, e tem a mesma resposta de um adulto.

A investigação da FAA descobriu um segundo incidente no dia 17, envolvendo uma garota mais nova. Acredita-se que as duas crianças são filhas do controlador da torre. A menina falou com pilotos de dois voos, um da Jetblue e outro da American Airlines.

Qualquer visita não oficial a áreas de controle aéreo da FAA serão suspensas durante a investigação, e uma revisão completa de políticas e procedimentos em relação a visitantes será feita, de acordo com a entidade.

Aproximadamente 48 milhões de pessoas passam pelo aeroporto Kennedy anualmente.

estadão

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Revalidação GOL & TAM

PROCURANDO ONDE PERNOITAR DURANTE SUA REVALIDAÇÃO?
Venha hospedar-se com a gente!
Dirija-se à esquerda do painel e entre em contato.
Vagas limitadas

Falsa ameaça de bomba retém avião da Alitalia no Egito



Cairo, 17 fev (EFE).- Um avião da companhia Alitalia que seguia para Roma ficou retido hoje por uma hora no aeroporto do Cairo devido a uma falsa ameaça de bomba, informaram fontes policiais à Agência Efe.
As forças de segurança inspecionaram a bagagem transportada pela aeronave após uma ligação anônima segundo a qual poderia haver uma bomba em seu interior.
Não se sabe se a ligação foi recebida antes ou depois do embarque dos passageiros.
A Polícia não encontrou nada suspeito no avião, que acumulou mais de uma hora de atraso.
Um dos passageiros do voo é o ministro de Turismo egípcio, Zuhair al Garranah. EFE

G1

Avião cai em área residencial da Califórnia e deixa três mortos

Três pessoas morreram nesta quinta-feira quando um avião caiu em um bairro residencial de Palo Alto, na Califórnia. Segundo o chefe dos bombeiros, Harold Schapelhouman, todas as vítimas estavam a bordo do avião.


O chefe dos bombeiros afirmou que o avião bateu em um poste de energia e, ao cair, provocou incêndio em duas casas e diversos veículos. Em uma das casas funciona uma creche, mas nenhuma criança estava no local no momento do acidente.
Ian Gregor, porta-voz da Federal Aviation Administration, órgão que regula o setor de aviação nos EUA, afirmou que a aeronave caiu logo após decolar no aeroporto de Palo Alto. Devido a um nevoeiro, a visibilidade na área do acidente era pouca.
O avião, um Cessna 310 bimotor com capacidade para cinco pessoas, partiu com destino à cidade de Hawthorne, no sul da Califórnia. Segundo David Vossbrink, porta-voz do aeroporto de Mineta San José, a poucos quilômetros do de Palo Alto, pelo menos 16 voos comerciais foram cancelados nesta quinta-feira devido ao mau tempo.

ÚLTIMO SEGUNDO

Avião da Qantas sobrevoa Sydney durante três horas para aterrar em segurança






Sydney, Austrália, 18 fev (Lusa) - Um avião das linhas aéreas australianas Qantas teve de sobrevoar a região de Sydney, durante três horas, para queimar combustível e poder aterrar em segurança, informou um porta-voz da companhia.

O Airbus A330, que transportava 197 passageiros, tinha levantado voo do aeroporto de Sydney, com destino a Xangai (China), mas não conseguiu recolher o trem de aterragem, devido a avaria.

"Após a descolagem o capitão não conseguiu recolher corretamente o trem de aterragem, que ficou de fora enquanto o avião sobrevoou a região do porto de Sydney, durante cerca de três horas, para queimar carburante", disse o porta-voz, garantindo que o aparelho acabou por aterrar sem problemas.
EPA

Câmara analisa capital estrangeiro na aviação



BRASÍLIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), já designou comissão especial da Casa para analisar o projeto de lei do Senado (PLS 184/04) que eleva de 20% para 49% a participação de capital estrangeiro nas empresas aéreas brasileiras.


Há expectativa de que a matéria, aprovada pelo Senado em novembro de 2009, seja votada pela Câmara, onde vai tramitar com outras propostas semelhantes.

É esperado que a mudança abra uma nova temporada de investimentos na aviação nacional.Este era um dos projetos que estavam na pauta de prioridades para o governo aprovar em 2009.


No Ministério da Defesa, em julho do ano passado, o Conselho Nacional de Aviação Civil aprovou texto de projeto de lei com o mesmo teor. Mas o governo preferiu apoiar o projeto já em andamento.Na avaliação do ministro da Defesa, Nelson Jobim, o aumento do percentual de participação estrangeira no capital das companhias poderá "dar um fôlego, mais musculatura" às empresas nacionais. "Abre inclusive a possibilidade de ter mais empresas.


Há muita gente interessada no Brasil, e empresas regionais também serão beneficiadas.""Isso vai dar um gás muito forte, vai capitalizar as empresas e vai aumentar a competitividade", afirmou ao DCI o ministro do Turismo, Luiz Eduardo Barretto.

"Isso já tem acontecido no mercado brasileiro, que reduziu de 95% par 85% a participação das duas principais companhias."CopaNa opinião do ministro, o aumento do capital estrangeiro é oportuno e necessário em razão do recorde verificado, em 2009, nos embarques domésticos, que atingiu a marca histórica de 56 milhões. E ajudará o País a receber turistas na Copa de 2014.



Ao mesmo tempo, de acordo com Barretto, o projeto vai assegurar mais recursos para a oferta de novos voos para o exterior. Ele disse que somente agora o Brasil conseguiu recuperar os voos internacionais que existiam antes de a Varig ter entrado em recuperação judicial, em junho de 2006.Outro atrativo para os investidores estrangeiros é a política de liberação dos preços das passagens aéreas. "A Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] fez um grande trabalho, e hoje está liberado o preço das passagens.


Não há mais proteção às empresas nacionais: o mercado é livre", disse.No Senado, a matéria foi aprovada em caráter terminativo (sem necessidade de ir ao plenário) na Comissão de Constituição e Justiça. O texto é de autoria do ex-senador e atual governador interino do Distrito Federal, Paulo Octavio (DEM), que substituiu no cargo o governador José Roberto Arruda (sem partido), há uma sema- na preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília.


Na proposta original, Octávio argumenta que o aumento de capital estrangeiro na aviação brasileira pode baratear a venda de passagens e fomentar o turismo.Em seu parecer, o relator da matéria, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), citou que o setor passou por crises nas últimas décadas, mas não fez referência ao fechamento de Vasp e Transbrasil e à compra da Varig pela Gol."Estamos contribuindo para estimular o ingresso de investimentos estrangeiros em um setor que tem padecido com diversas crises desde a década passada, na maioria das vezes em decorrência da descapitalização das empresas aéreas", justificou.


Uma das propostas semelhantes em tramitação na Câmara é o Projeto de Lei 2.452/07, proposto pela então CPI da Crise Aérea. O relator do projeto, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), considera que a legislação precisa ser revisada para que o País esteja preparado para a Copa de 2014.Na comissão especial que analisa este projeto, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) requereu a realização de seminário com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), órgão do governo federal, sobre seu programa de investimentos na aviação brasileira.

Brasil ganha 2,6 mil novos pilotos em 2009; conheça a profissão


No ano passado, o Brasil passou a contar com mais 2,6 mil novos pilotos no espaço aéreo do País.
Segundo dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a maior parte deles, 1,2 mil, é de pilotos privados de avião, primeira etapa para iniciar na carreira ou voar apenas em aeronaves particulares.


Entre os profissionais, foram habilitados 513 pilotos comerciais de avião e 230 pilotos de linha aérea. De helicópteros, foram 224 licenças para pilotos privados, 105 para pilotos comerciais e outras 41 de linha aérea.


O restante das licenças foi para pilotos de planador, balão e aviação experimental (piloto de recreio).


Como se tornar um piloto?


Segundo a Fly-Escola de Aviação, para se tornar um piloto comercial de avião, são necessários oito meses de aulas teóricas e 150 horas de prática, sendo que os quatro primeiros meses de aulas teóricas e as 35 primeiras horas de prática equivalem aos requisitos necessários para se tornar um piloto privado, quando o aluno deverá fazer a primeira prova para concessão de licença na Anac.


No caso dos pilotos de helicópteros, são quatro meses de aulas teóricas e 35 horas de prática para os pilotos privados e mais quatro meses de aulas teóricas e 65 horas de prática para os profissionais, o que dá, para estes últimos, um total de oito meses de aulas teóricas e 100 horas de prática.


Além disso, no caso dos pilotos comerciais, é exigida a conclusão do Ensino Médio e a idade mínima de 18 anos.


CustosApesar de exigir uma quantidade de horas práticas menor, a hora aula para quem quer pilotar um helicóptero, ainda conforme a Fly, varia de R$ 600 a R$ 800, enquanto que a hora aula dos pilotos de aviões fica entre R$ 250 e R$ 400. O alto investimento, contudo, pode valer a pena, já que o salário de um piloto vai de R$ 6 mil a R$ 15 mil.


A Anac oferece bolsas de estudos para quem quer se tornar piloto, seja privado ou comercial. Neste ano, serão 213 bolsas de estudo para homens e mulheres de 18 a 35 anos, sendo 139 vagas para pilotos privados e 74 para comercial.


Os candidatos já deverão ter realizado pelo menos 25% das horas previstas no curso desejado e terão de passar por prova teórica e avaliação prática de proficiência em aeronave de instrução. De acordo com a assessoria de imprensa da Agência, os valores das bolsas variam de R$ 12 mil a R$ 70 mil.


Administradores