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segunda-feira, 8 de março de 2010

Passaredo leva aficionado para a ver a Fórmula Indy



Prova de São Paulo, que abre o campeonato de 2010, será realizada no dia 14 de março

(Da assessoria da Passaredo) - Os apaixonados pela Fórmula Indy, que acontece em São Paulo, no dia 14 de março, têm agora um jeito mais fácil e rápido de chegar ao evento, pois a Passaredo Linhas Aéreas disponibiliza várias opções de horários para que o cliente possa chegar com maior rapidez para assistir a este grande espetáculo.

"Como voamos para São Paulo (GRU), nosso cliente estará mais próximo ao local da prova e evitará o trânsito da cidade", afirma o comandante Felício, presidente da Passaredo Linhas Aéreas.

As cidades atendidas pela Passaredo com voos para São Paulo (GRU) são: Barreiras, Bauru, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Ji-Paraná, Marília Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberlândia e Vitória da Conquista.

Os horários e tarifas estão disponíveis no site da companhia (www.voepassaredo.com.br), e também podem ser consultados nas agências de viagens.

São Paulo Indy 300

A primeira prova do campeonato de 2010, marcada para o próximo dia 14 de março, às 16h, também será a primeira feita em um circuito de rua na capital paulista. A corrida vai acontecer no Anhembi, zona norte de São Paulo, inclusive no sambódromo. Os pilotos vão passar a quase 350 km/h na marginal do rio Tietê.
Meio Aéreo

A dura batalha das comandantes



Ela tinha 11 anos quando viu um avião pela primeira vez no aeroporto de Maceió. Conta que ficou impressionada e com os olhos cheios d´água de emoção. Na mente, um sonho infantil: "Um dia vou trabalhar em um avião". Hoje, com 41 anos, Patrícia Melo é uma comandante de aeronaves Airbus 320 da TAM, onde trabalha há 14 anos. A empresa tem 1.974 pilotos, apenas 19 são mulheres, das quais sete são comandantes. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na somatória de todas as categorias de pilotos já foram emitidas 34.293 licenças para homens e apenas 684 para mulheres. No caso de pilotos de linhas aéreas, como Patrícia, a diferença é ainda maior: No ano passado, 230 homens conquistaram essa certificação, enquanto o time feminino teve apenas uma representante.

Patrícia conseguiu seu primeiro emprego na Varig aos 19 anos, trabalhando no balcão do aeroporto. "Naquela época, o salário não dava para pagar os estudos, principalmente as aulas práticas". Atualmente a Anac está com inscrições abertas para oferecer bolsas de estudos para alunos de pilotagem. O valor vai de R$ 12 mil a R$ 70 mil.

Depois de três anos atendendo o público em terra, Patrícia começou a dar asas ao sonho, mas ainda como comissária de bordo. Foi quando começou os estudos para se tornar piloto. "Enquanto os outros comissários saíam para passear nos pernoites dos destinos, eu ficava no hotel estudando", lembra. "Nos dias de folga, fazia as aulas práticas."

Patrícia conta que, nesta época, sofria muito preconceito dos instrutores, que exigiam mais dela no curso. "O que eles não sabiam é que estavam me ajudando, já que, com a cobrança mais forte, eu me aperfeiçoava mais rápido."

Após dois anos de curso e aprovada no antigo DAC, Patrícia se embrenhou na Amazônia e foi trabalhar como co-piloto de táxi-aéreo. "Como a demanda por voos na selva amazônica é maior, eu conseguiria chegar ao número de horas voadas exigidas por uma grande companhia em menos tempo."

Num ambiente totalmente masculino, Patrícia, com apenas 26 anos, dividia o avião com os pilotos -todos homens- garimpeiros, índios, além de galinhas e outros bichos. "Pela regra, o co-piloto organiza o avião e é responsável por carregar toda a bagagem. Eu fazia questão de cumprir a hierarquia. Mesmo assim, eles me apelidaram de Penélope Charmosa", brinca.

Foram dois anos para chegar às 1.500 horas de voo exigidas. Patrícia então, finalmente, começava a viver o sonho de infância. Foi contratada pela TAM como co-piloto de Cesnna Caravan. Lá foi evoluindo: passou pelos Fokker 50 e 100. Depois de seis anos, foi promovida. Hoje comanda aeronaves Airbus 320 e 330.

Patrícia reconhece que no dia a dia da aviação, a vida para uma mulher comandante não é fácil e que ela precisa apresentar mais que os colegas. "Numa profissão em que você é minoria, todos ficam esperando algum deslize". Sua melhor experiência foi quando buscou uma aeronave zero quilômetro na fábrica na França. "A sensação de assinar a papelada e trazer o avião novinho para o Brasil foi maravilhosa".

Durante toda a carreira, Patrícia fez questão de não ter qualquer privilégio pelo fato de ser mulher. Quando fez um voo de instrução para comandar um A330, por exemplo, a aeromoça ofereceu a refeição primeiro para ela dentro da cabine. A hierarquia quase militar de uma aeronave exige que o comandante escolha sua refeição primeiro. "Ele não gostou e disse que escolheria primeiro e eu o apoiei", diz. Patrícia gostou da atitude e depois de alguns voos com o comandante, acabou casando.
Contato Radar

Pilotou um helicóptero, mesmo com uma bala na cabeça

Militar foi ferido num tiroteio, mas conseguiu aterrissar em segurança numa base britânica

Um piloto britânico foi atingido por uma bala na cabeça, num tiroteio perto de Garmsir na província de Helmand, no sul do Afeganistão, há umas semanas. Mesmo ferido, conseguiu pilotar o helicóptero e aterrissar em segurança, transportando vítimas, equipes médicas e soldados, informou a CNN.

O piloto, Tenente Ian Fortune, 28 anos (foto), foi baleado acima dos olhos, de acordo com o apresentador inglês, Mike Brewer, 41, do Discovery Channel, que também estava a bordo do helicóptero CH-47 Chinook, com sua equipe, filmando um episódio para um documentário sobre máquinas de guerra.

A bala atingiu um trilho de metal na frente do seu capacete, que é usado para anexar óculos de visão noturna. O capacete foi perfurado e a bala entrou em sua cabeça causando uma hemorragia grave.

"Estava ocorrendo uma batalha. Achei que era o fim dos meus dias", confessou o apresentador, contando que os comandos do helicóptero foram danificados e que foi uma verdadeira proeza mantê-lo no ar.

"Falei com o copiloto mais tarde e ele disse que Ian nunca iria largar os comandos, mesmo com sangue escorrendo-lhe para os olhos", afirmou.

Outras balas atingiram o helicóptero (similar ao da foto abaixo) afetando o sistema de estabilização. Mesmo com todos esses problemas, Fortune conseguiu aterrissar em segurança na maior base britânica em Helmand, o Camp Bastion.

O Tenente recusou-se a falar publicamente sobre o incidente.
Desástres Aéreos

“Eu é que sou o Cristiano Ronaldo!”

EasyJet lança passatempo no Facebook

“Eu é que sou o Cristiano Ronaldo!” é o nome do desafio que a low cost lançou na página Easy jet portugal que tem no Facebook.

O passatempo apela à criatividade de todos os portugueses. Só têm de mostrar que é o melhor sósia do Cristiano Ronaldo.

Os 10 vencedores ganham uma viagem a Madrid com estada e bilhete para um jogo do Real Madrid.

Acessem www.facebook.com/easyjetpt, baixem a sua,foto até ao dia 22 de Março. As fotos serão votadas por todos os fãs da easy jet portugal entre os dias 25 de Fevereiro e 5 de Abril.



Air France veicula anúncios no Brasil


Campanha institucional destaca diferenciais da companhia


Campanha publicitária da Air France está sendo veiculada no Brasil com foco no consumidor final. Criada pela agência francesa Betc Euro RSCG, com fotografia de Camilla Akrans, e adaptada no Brasil pela Euro RSCG e pela Media Contacts, a campanha ressalta o compromisso da Air France em proporcionar ao passageiro a máxima experiência de bem-estar.

No mês de março, a ação poderá ser vista nos veículos O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, O Globo, Valor Econômico, Veja São Paulo e Rio, Época São Paulo e Rio, Época Negócios, Isto É Dinheiro, Isto É, Exame, Caras, Carta Capital e Viagem & Turismo. A campanha terá também a veiculação online nos sites da Veja, O Globo e Valor Econômico.
Contato Radar

Curso de Piloto Privado


A Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) publicou nesta sexta-feira o resultado do seu Processo Seletivo Complementar de Verão 2010. Confira se você está entre os aprovados .

Para efetivar sua matrícula, o candidato classificado deverá pagar, na rede bancária, até o vencimento, a importância constante na Guia de Recolhimento, relativa à primeira mensalidade. O Guia de Recolhimento poderá ser impressa na Internet , pelo site (www.pucrs.br) ou obtida na Central de Atendimento ao Aluno, no prédio 15, a partir deste sábado.

A PUCRS informa que a classificação dos candidatos às vagas existentes não significa matrícula automática e o candidato chamado que não comparecer à matrícula perde o direito à vaga.

O candidato classificado no Porcesso Seletivo Complementar deverá matricular-se em todas as disciplinas do 1º. nível, mesmo que já tenha obtido créditos em outro estabelecimento de Ensino Superior. Neste último caso, o candidato poderá requerer o aproveitamento dos créditos, no período indicado no calendário escolar, e deverá aguardar resposta até o final do período letivo.

De acordo com a legislação vigente, é condição indispensável para a matrícula a exibição da prova de conclusão do Ensino Médio (2º. Grau), anulando-se a classificação dos candidatos que não a apresentarem no momento da matrícula.

Confira os documentos necessários
- Documento comprobatório de escolarização, podendo sero Certificado de Conclusão e Histórico Escolar do Ensino Médio/2º. Grau (devendo constar a aprovação no Estágio para os cursos profissionalizantes, quando previsto na legislação) ¿ 2 (duas) vias, sendo 1 (uma) obrigatoriamente original; ou o Diploma registrado de Curso Profissionalizante de Ensino Médio/2º. Grau, ou de Curso Superior ¿ 1 (uma) fotocópia autenticada.

- Declaração de Equivalência do Ensino Médio/2º. Grau para cursos concluídos no Exterior, expedida pelo Conselho Estadual de Educação (Resolução nº. 155 do CEE de 21/11/80), em 1 (uma) via autenticadaou Histórico de Conclusão de curso (expedido pelo Estabelecimento de Ensino, com Visto Consular, em 1 (uma) via, dispensada a Declaração de Equivalência) para curso equivalente ao Ensino Médio/2º. grau, não técnico, concluído na Argentina, Paraguai e Uruguai, de acordo com o Decreto nº. 2.726 de 10/08/1998.

- Fotocópias sem autenticação da Cédula de Identidade (com o respectivo órgão expedidor), CPF, Comprovante de Quitação Eleitoral (a partir de 18 anos, conforme legislação) e Comprovante de Situação Militar Regular (sexo masculino e 18 anos completos no ano vigente) - Para candidatos estrangeiros, prova de permanência legal no Brasil R.N.E (Registro Nacional para Estrangeiros).

Para o curso de Ciências Aeronáuticas, além da documentação acima, o candidato deverá levar na matrícula inicial, a comprovação de, no mínimo, 25 (vinte e cinco) horas de vôo em avião, realizadas em Curso de Piloto Privado-Avião, em entidade de ensino de vôo homologada pela ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil. Para isso, deve apresentar à PUCRS a Caderneta Individual de Vôo (CIV), onde constem os últimos registros de vôo realizados e a Folha de Conferência da CIV, relativa aos registros apresentados, devidamente assinada e carimbada pelo responsável pela entidade de ensino de vôo.
12 horas

O que são aqueles rastros de nuvens brancas atrás dos jatos?


Aquelas nuvens que os jatos formam, de vez em quando, são chamadas de rastros de condensação ou rastros de fumaça. Às vezes, os rastros de fumaça formam linhas finas que cruzam todo o céu. Em outras, são muito mais curtos; e há vezes que eles simplesmente nem aparecem.

O rastro de fumaça se forma porque um dos componentes de escapamento do motor a jato é a água. O combustível de jato é feito de carbono e hidrogênio. Quando o combustível queima com o oxigênio, a maior parte que escapa consiste de CO2 (dióxido de carbono) e H2O (água). A água geralmente é um vapor invisível.

Quando você exala, sua respiração contém uma grande quantidade de vapor de água invisível. Pode ser que você já tenha percebido, em certos dias no inverno, que, ao exalar o ar, você forma uma fumaça de condensação. No entanto, no verão, você não vê isso acontecer. O ar frio consegue reter bem menos umidade do que o ar quente, por isso, no inverno, quando a umidade de sua respiração atinge o ar frio, ela se condensa em uma fumaça visível.

O mesmo acontece quando um motor a jato "exala". Se a temperatura, o vento e a umidade na camada superior da atmosfera forem apropriados, serão formados rastros de fumaça brancos e compridos quando a umidade no escapamento se condensar.
Aviação

O plano de voo de Constantino

Apesar de a Gol não ser líder no transporte aéreo de passageiros no país, Constantino de Oliveira Junior, presidente da companhia, está satisfeito, porque lidera em rentabilidade:

– Temos o menor custo do setor de aviação – diz.

Com um avião ou decolando ou pousando a cada minuto, a empresa – que inclui a marca Varig – tem um plano de voo robusto para os próximos anos.

Renovação da frota, aumento de serviços para passageiros – no solo e a bordo – e ampliação do uso do programa de milhagem Smiles estão entre alguns dos rumos. O avanço se dará para consolidar, explica Constantino, a forma de atuação da empresa, que nasceu em janeiro de 2001 inovando com tarifas baixas e uso da internet para a venda de passagens.

– Como o setor é volátil em razão das variáveis (câmbio e petróleo) envolvidas, é preciso ter um balanço forte – explica.

Em entrevista concedida na tarde sexta-feira em Porto Alegre, o comandante da Gol diz que os bilhetes aéreos com preços atrativos vão continuar, como forma de conquistar mais passageiros:

– Quem utiliza o modal aéreo certamente voltará a utilizar novamente.

Confira os principais trechos da entrevista.

10 anos e novos serviços

Teremos um serviço de bordo mais flexível, que é parte de um projeto de venda a bordo. Vamos oferecer opções de bebidas quentes e frias, alcóolicas ou não, chocolates, enfim, uma série de opções que visam a atender à necessidade do cliente. Para nós, isso pode significar uma receita adicional e uma melhoria no resultado da companhia. Também vamos oferecer um sistema para que o passageiro possa usar seus smartphone ou notebook a bordo.

Portal ampliado

Temos outras iniciativas como transformar o site de vendas da empresa em um portal de viagens, dando ao cliente a possibilidade de fechar em um negócio todas as etapas da viagem, como aluguel de carro, hotel e tíquetes de eventos culturais. Também pretendemos intensificar o uso do celular na interação entre o cliente e a companhia, principalmente no check-in, reduzindo tempo de filas. O ano 10 é o de reafirmação e consolidação desse modelo de negócio.

Sem aumento de tarifas

Quando a Gol iniciou as operações, a nossa diferença de custo e de preço com as principais companhias chegava a 60%. De lá para cá, o preço das passagens caiu substancialmente. Atribuo isso ao “efeito Gol”. Ainda temos o menor custo da indústria e tarifas competitivas com passagens de ônibus, em todo o mercado doméstico. Se tivéssemos tarifas crescentes, a indústria não teria crescido três vezes e meio o PIB, como ocorre desde 2003. Nos últimos sete ou oito meses, a Gol cresceu mais de 30% em todos os meses. Não enxergamos, agora, guerra de preços, mas tarifas baixas. Nossas expectativas de resultados para 2010 não contemplam aumento de tarifa.

Receitas e custos

Receitas adicionais, que eram de 4% a 6% há dois anos do faturamento total, representam hoje entre 12% e 14%. Isso é, venda de milhas a parceiros, vendas a bordo, vendas com parcerias com locadoras de automóveis, redes de hotéis, publicidade a bordo, parcelamento de passagens e assim por diante. Pretendemos elevá-las a 20% em dois anos, o que vai melhorar nossa margem operacional.

Programa Smiles

Estamos implantando uma nova plataforma que permitirá uma interação entre a empresa e o cliente por outros meios que não o call center e a internet. Será principalmente pelo celular. O sistema também permitirá criar uma moeda Smiles para negociarmos com parceiros, para a milha não ser utilizada só no tíquete aéreo. A adesão ao Smiles vem crescendo barbaramente, de 80 mil a 100 mil novos clientes por mês. É uma marca muito forte.

Marca Varig

Preservamos a marca Varig como uma marca de serviços, como é vista no Brasil e lá fora. Estamos explorando essa marca nos voos de médio curso, como Caracas e Bogotá, onde o serviço é fundamental, com refeições quentes e bebidas alcóolicas. E a Varig é muito bem reconhecida nesse tipo de serviço. Se usarmos o nome Gol em Caracas, ninguém conhece. Mas a Varig é um ícone, o que facilita muito a entrada nesses mercados. A gente preserva a marca para, quando for o caso, identificar um serviço diferenciado.

A Varig se pagou?

Depende da óptica. O desembolso de US$ 320 milhões contemplou recursos e ações. Só a assinatura do branding (uso da marca Smiles em cartões bancários) como Banco do Brasil e Bradesco gerou uma entrada de recursos de R$ 250 milhões em junho passado. Não sei se a operação (compra da Varig) se pagou, mas tenho plena convicção de que fizemos o negócio adequado, o negócio certo.

Futuro da Varig

Durante o período em que o Cade analisava o nosso caso (unir as operações das companhias), usamos a marca Varig no mercado doméstico oferecendo tudo o que simboliza a companhia, como poltronas com mais espaço, serviço de bordo mais robusto, programa de milhagem mais agressivo. Isso gera custo, e é preciso cobrar mais pelo bilhete. Aí nós percebemos que existe, sim, uma vontade, um desejo muito grande dos clientes de ter um serviço como o da Varig, mas eles não estão dispostos a pagar por isso. O retorno não era compatível com a iniciativa.

Longa distância

Um passo para trás é sempre muito complicado, passava por deixar aviões no chão, admitir um prejuízo. Esses aviões ainda custam, cada um, US$ 500 mil por mês e ficaram um ano e meio parados (antes de começarem a ser utilizados em voos fretados). Dar um passo para trás passa pela dificuldade de manter a autoconfiança dos colaboradores e manter a motivação em alta. A Gol nunca havia dado um passo para trás, nem sequer cancelado voo. Foram decisões duras, difíceis, mas feitas com muita consciência.

Voos intercontinentais

Nosso planejamento estratégico (até 2015) define que a Gol vai operar somente com aviões Boeing 737 de nova geração (modelos 700 e 800). E esse planejamento limita o nosso alcance geográfico. Não pretendemos voar com uma frota duplicada (outros modelos). Mas temos buscado parcerias para atender à demanda do cliente Smiles que busca o voo de longo curso. Essas parcerias já estão em curso com as principais companhias do Hemisfério Norte.

Liderança

Trabalhamos para tornar a Gol a companhia preferida dos clientes e isso, naturalmente, pode levá-la à liderança. Mas não colocamos a liderança à frente da qualidade nos serviços, da segurança, da rentabilidade, de um balanço forte. Não vamos buscar a liderança a qualquer custo. É lógico que, se ela vier, vou ficar muito feliz. Me deixa muito mais satisfeito perceber que a Gol é líder em rentabilidade, em solidez, em pontualidade e qualidade no atendimento.

Mercado doméstico

Em São Paulo, Congonhas está saturado. Em Guarulhos, já existem restrições de crescimento. Vamos imaginar que continue esse gargalo. O crescimento da empresa se dará no que chamamos de operações “upper-hub”. Hoje, um cliente que sai de Porto Alegre e quer ir a Recife faz a conexão em Guarulhos, e ocupa um assento de Guarulhos a Recife que poderia ser de um paulista. O que faremos? Vamos transferir as conexões para outros hubs (aeroportos de conexão), como Rio, Brasília ou Belo Horizonte. Abrimos espaço para a demanda específica e criamos novos voos. Assim surgem condições de crescimento.

Mercado internacional

Temos crescido muito nos voos para o Caribe. São voos semanais para oito destinos partindo de Guarulhos, Brasília, Caracas e Bogotá. Os que passam por Caracas e Bogotá têm pintura Varig e duas classes de serviço. Temos planos para Barbados, Isla Margarida e Havana.

Operação de aeroportos

O nosso negócio é transporte de passageiros. Se tivermos de assumir a operação de um aeroporto para executar o nosso serviço adequadamente, temos disposição para isso e o faremos. Mas, se você me perguntar se eu teria interesse de participar isoladamente de um processo de privatização ou concessão, diria que é cedo para avaliar qualquer possibilidade, porque não vi nada de concreto ainda. O fato é que chegamos até aqui com a Infraero gerindo e construindo os principais aeroportos. Existem gargalos? Existem. Mas não será, necessariamente, a privatização ou concessão que irá resolver esses gargalos.

Acidente e indenizações

Independentemente de dolo ou não, a responsabilidade do contrato de transporte é da Gol e nós temos essa responsabilidade perante todos os familiares e clientes. O esforço da companhia, no primeiro momento, foi prestar toda a assistência às famílias. Depois, fomos buscar aquilo que a Justiça preconiza em termos de remuneração num caso como esse. A questão é que um acordo passa pelos dois lados. Em muitas situações, não está bem definido quem tem direito à indenização. O nosso esforço tem sido por fechar os acordos dentro daquilo que é prática na Justiça. Já fechamos um número enorme de acordos. Mas alguns não temos como fechar ainda.

Pequenos concorrentes

Vou pegar o caso da Gol. Nós viemos para quebrar paradigmas e conseguimos. Equando se observa o atual momento, não se vê ninguém trazendo novidade. Não vejo hoje na Azul e na Webjet nenhum novo atributo. Não quer dizer que não sejam competidores profissionais e competentes. É que não acharam ainda uma forma de criar um novo paradigma. Agora, estão fazendo um excelente trabalho, nos deixam cada vez mais motivados, nos levam a aprimorar. É bom para a indústria. A base de clientes cresce, porque essas companhias também oferecem preços acessíveis, atingem maior número de pessoas. E uma vez que o cliente utiliza o modal aéreo, dificilmente trocará. E, se voou pela primeira vez por um concorrente, tenho certeza de que na próxima viagem vai considerar a Gol como uma opção. ‘‘
Desástres Aéreos

Imagem - Primeiro A319 da Oceanair a caminho

O primeiro dos quatro Airbus A319 que a Oceanair receberá nos próximos meses já está prestes a entrar em operação. A chegada da aeronave, no entanto, marcará o fim da Oceanair e o início da Avianca Brasil.

O PR-AVB já apresenta as cores e o logotipo da empresa colombiana, apenas com a bandeira brasileira no bico. Veja abaixo a imagem de Julian Lukas, divulgada no fórum Contato Radar, na qual o Airbus ainda está com a matrícula alemã em território europeu.


RMC

Mulheres se destacam na equipe de mecânicos especializados da TAM




Lênia Froes, 34 anos, é uma mulher vaidosa, cuida dos cabelos em salão especializado aos sábados e tem como diversão praticar dança do ventre.

Ana Fernandes do Nascimento, 25, também vaidosa, pinta os olhos para ir trabalhar. No fim de semana é goleira de um time de hóquei.

Sílvia Aparecida Lopes, 36, como a maioria das mulheres casadas e que passam o dia no trabalho, usa salto baixo para não machucar os pés quando corre para buscar o filho na escola antes de ir para casa cuidar da da família.

As três passam o dia juntas com uma responsabilidade de dar medo a muito marmanjo. Lênia é eletricista e Ana e Sílvia mexem com motores. Poderiam ser mecânicas comuns, se não fossem especializadas em jatos.

As três fazem parte do quadro de funcionários da oficina da TAM Aviação Executiva no aeroporto de Jundiaí. Cuidam do patrimônio (e da segurança lá em cima) de gente responsável por boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Quando um piloto questiona se foi uma mulher que mexeu no avião dele, finjo que não ouço”, diz Lênia.

Das três (aliás, outras duas mulheres fazem parte do time de mecânicos da TAM em Jundiaí), somente Ana não tem a aviação enrraizada na família. Lênia é filha de um ex-mecânico da Força Aérea norte-americana e Sílvia, irmã de um oficial da FAB (Força Aérea Brasileira).

Ana, a pioneira da família, se interessou pela profissão ao terminar o ensino médio e iria se matricular em um cursinho pré-vestibular para tentar entrar em alguma faculdade de engenharia aeronáutica.

“Mudei de ideia quando vi um anúncio de jornal sobre curso técnico em mecânica de aviões”, afirma.

As três são capazes de montar e desmontar um avião inteiro. Lênia e Ana atualmente estudam para aprender a pilotar.
“Isso será importante para entendermos qual a reclamação do piloto lá em cima”, afirma Lênia.

Secretária pediu para ir à oficina
Sílvia Aparecida Lopes trocou o cargo de secretária executiva da diretoria de uma empresa especializada na manutenção de helicópteros pela oficina da companhia. Hoje, ao invés de saia ou terninho, calça os mesmos sapatos de segurança dos demais mecânicos homens e faz questão de afirmar que nunca deixará sua vaidade feminina de lado por isto.

“Numa transferência na empresa, fiquei mais próxima da oficina, peguei gosto e fui estudar”, explica.

Sílvia está há pouco mais de três meses na TAM. Começa a se familiarizar com jatos executivos, mas para quem até recentemente trabalhava com a complexidade de um helicóptero, já ganhou respeito do restante da equipe.


Mulheres são mais detalhistas
O gerente de manutenção da TAM em Jundiaí, Gílson Burman, acha que a presença de mulheres na oficina fortalece o trabalho da equipe.

“Elas são mais detalhistas, cuidadosas”, afirma. “Mas ainda são poucas, menos de 5% do quadro de mecânicos. Poderia ser mais”, diz.

E são detalhistas mesmo. Lênia decorou sua caixa de ferramentas com pequenos adesivos da personagem Hello Kitty – não dá para confundir seu material com o dos grandalhões da oficina.

Lênia cuida de toda a parte elétrica dos jatos. É responsável, por exemplo, pelo sistema que avisa o piloto sobre a presença de montanhas à frente. E garante nunca ter desistido ao encontrar um parafuso apertado. “É questão de jeito, não força.”

Ana, no dia da entrevista (depois após a derrota do Corinthians para o Santos), evitava falar de um de seus assuntos preferidos com os mecânicos da empresa. “Meu time perdeu.” E lá foi ela voltar para uma de suas turbinas.
12 Horas

Flight Safety – 01/03/2010 à 07/03/2010

Segunda Feira – 01/03/2010:

Um A330-200 da TAM, prefixo PT-MVR que fazia o voo JJ-8099 de Paris para São Paulo, declarou emergência enquanto estava em rota, devido a um passageiro apresentar sintomas do que seria um ataque cardíaco.

Um médico a bordo fez os primeiros socorros enquanto a aeronave alternava para o aeroporto de Fortaleza, no entanto, o falecimento do passageiro foi declarado no momento do pouso.

Terça Feira – 02/03/2010:

O comandante de um 737-400 da companhia Corendon Airlines foi removido da aeroanve pouco antes da partida.

A polícia removeu o tripulante, que teria forjado uma licença que expirou a 13 anos. A companhia cooperou com a polícia holandesa e trocou os tripulantes logo em seguida.

Quarta-Feira – 03/03/2010:

Sem ocorrências

Quinta-Feira – 04/03/2010:

Um A319 da companhia Frontier Airlines estava em aproximação para o aeroporto de Denver, quando a tripulação reportou que havia atingido uma série de pássaros.

A aeronave, prefixo N923FR, que vinha de São Francisco, pousou em segurança.

Inspeção pós-pouso revelou pequenos dados na janela de um dos lados da aeronave.

Sexta-Feira – 05/03/2010:

Uma fumaça na cabine de um A319 da United Airlines fez com que a tripulação alternasse para o aeroporto de Buffalo.

A aeronave, prefixo N819UA, subia ao FL110 quando fumaça foi notada na cabine. Durante aproximação final, a tripulação revelou que o fogo vinha de fora da aeronave e que não seria necessário a evacuação.

Após o pouso, a brigada de incêndio revelou que o fogo teria iniciado no reservatório de um dos lavatórios traseiros.

Sábado – 06/03/2010:

Outro incêndio a bordo, dessa vez em um ERJ190 da JetBlue, fez com que a tripulação retornasse ao aeroporto de San Juan, da onde havia decolado com destino à Fort Lauderdale.

Durante a aproximação, a tripulação revelou que a fumaça não havia dissipado. Após o pouso, os passageiros foram evacuados.

Serviços de emergência não encontraram a fonte do fogo ou da fumaça.

Domingo – 07/03/2010:

Um A320 prefixo SX-DVW, da companhia Aegean Airlines, estava na subida inicial, quando a tripulação precisou desligar um dos motores.

O voo A3-511 com destino Atenas, teve de retornar ao aeroporto de partida, Thessaloniki, onde pousou em segurança.

Nenhum dos 146 passageiros se feriu.

Uma investigação foi aberta para esclarecer o problema.

Flight Life

Helicoptero faz pouso de emergência em campinho e acaba no gol na Guatemala

Helicoptero faz pouso de emergência em campinho e acaba no gol na Guatemala

Quatro ocupantes ficaram feridos, segundo a polícia da capital.
Jogadores conseguiram fugir para lugar seguro a tempo.

Foto: AFP
Helicóptero que fez pouso de emergência neste domingo (7) em um campo de futebol na Cidade da Guatemala, ferindo todas as quatro pessoas que estavam a bordo. Os jogadores observaram a aproximação do helicóptero e conseguiram correr até um lugar seguro. (Foto: AFP)

Foto: AFP
Os destroços ficaram sobre uma das traves. As autoridades investigam a versão de que a aeronave ficou sem combustível.
blog do Vinna

Jobim arruma boa desculpa para não escolher o F/A-18E

MinDef trabalha agora para ‘blindar’ escolha do presidente

Jobim Cockpit - foto Folha Imagem via Isto É Dinheiro


O ministro da Defesa, Nelson Jobim, indicou ontem que o seguro oferecido pela Boeing para a transferência de tecnologia nos F-18 Super Hornet – que disputam a licitação para renovação da frota de caças da Aeronáutica – teve efeito contrário ao esperado e aumentou as dúvidas do Brasil sobre a proposta americana. Segundo ele, a oferta, em carta de novembro de 2009, demonstrou que a própria companhia americana não está segura em relação à transferência que promete fazer para ganhar a licitação, também disputada pela francesa Dassault (com o Rafale) e pela sueca Saab (com o Gripen).

Após aula magna na Escola de Guerra Naval (EGN), no Rio, Jobim disse estar analisando a proposta. “Na hipótese de não haver transferência de tecnologia, oferecem o pagamento de 5% do valor da tecnologia a ser transferida. O que de um lado é interessante, mas de outro também é demonstração de que a própria Boeing não tem segurança. Porque o governo americano tem várias agências que decidem, inclusive o Congresso, que tem de aprovar essas transferências. O Congresso lá é muito forte.”

TEMOR

Segundo o ministro, a Boeing também se disse disposta a construir partes sensíveis do avião no Brasil e outras nos Estados Unidos. “Se houvesse problemas com os Estados Unidos para transferir para cá, nos não transferiríamos daqui para lá”, disse o ministro, que admitiu haver, por parte do Brasil, temor de que futuros governos ou Congressos dos EUA vetem as transferências tecnológicas.

De acordo com o ministro, “não só” a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, na recente visita ao Brasil, pediu pela empresa de seu país. “Todos pedem”, ressaltou. Ainda na estratégia para vencer a licitação, os EUA levaram ao Rio o porta-aviões USS Carl Vinson, com alguns F-18 a bordo.

RITUAL

Jobim também indicou que o governo prepara uma espécie de ritual para anúncio, em pouco mais de 20 dias, da decisão sobre qual será o caça escolhido – a “liturgia” ajudaria a dividir a responsabilidade pela escolha, que não ficaria totalmente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que enviará a Lula a posição do ministério, depois de examinar o relatório da Aeronáutica (que indicou preferência pelos suecos Gripen) e pareceres da Defesa e ouvida a opinião do comandante da Força Aérea Brasileira, brigadeiro Juniti Saito. A posição final, porém, não será necessariamente a da FAB.

“Não é transferir para o presidente o ônus de escolher A, B, C. Vou tomar uma posição. Vou dizer: “Olha, por isso, por isso, por isso, a melhor opção é xis”", disse Jobim. “Será a posição do Ministério da Defesa.” Lula, então, convocará o Conselho de Defesa Nacional, órgão consultivo da Presidência, formado pelo presidente e pelo vice-presidente da República, pelos presidentes da Câmara e do Senado e por alguns ministros. O conselho vai se pronunciar sobre o parecer de Jobim. Depois disso, Lula vai decidir. “A decisão final é do presidente”, afirmou o ministro.

Poder Aéreo

Marcelo Guaranys é nomeado secretário de Aviação Civil



O Ministro Nelson Jobim escolheu Marcelo Guaranys, atual diretor da Anac, para ocupar o cargo de secretário de Aviação Civil no Ministério. Atualmente, o cargo é ocupado pelo brigadeiro Jorge Godinho, porém este precisa voltar à atividade militar, após quase dois anos em um cargo civil.
Mercado e Eventos

Fiscalização das aeronaves é frágil e provoca riscos em MT



Com frequência, problemas em aeronaves em Mato Grosso passam à margem do conhecimento da Aeronáutica ou da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Apesar da legislação brasileira exigir que todos os casos de incidentes aéreos sejam relatados aos órgãos competentes, nem sempre isso acontece.

Mato Grosso tem a segunda maior frota do Brasil, com 964 aeronaves, perdendo apenas para São Paulo que possui mais de 3,6 mil.

A quantidade de aviões justifica-se pelas dimensões do Estado e pelas grandes lavouras que necessitam de defensivos agrícolas. E as aeronaves agrícolas e os aviões particulares são os responsáveis pela maioria dos 63 acidentes registrados nos últimos 10 anos (1999 a 2009).

O mais recente problema que não foi relatado ocorreu em Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá), onde um bimotor Bandeirante apresentou uma avaria em uma das rodas do trem de pouso no dia 25 de fevereiro. Dois dias antes, o mesmo avião, pertencente a empresa Gensa com sede em Campo Grande (MS), apresentou situação semelhante no Aeroporto Marechal Rondon. Neste caso, no momento do pouso, o pneu esquerdo perdeu um parafuso com o impacto e a aeronave (com 15 passageiros) saiu da pista.

Esse fato só foi descoberto porque havia uma equipe de reportagem de A Gazeta na aeronave, que pôde fazer um registro fotográfico e relatar detalhes do caso. "Não dá para saber quantos problemas ocorrem no interior do Estado. É o piloto que faz o relatório", disse o funcionário de uma empresa aérea que não quis se identificar.

Quando ficou sabendo que o problema com o bimotor no Marechal Rondon não foi relatado, um piloto com mais de 15 anos de experiência estranhou o fato. "Não pode ser. Deve ter alguma coisa errada aí, eles tinham que saber, alguém tem que informar. Se há um problema, deve ser feito o relatório e até fotografar o que foi afetado para registro".

Outro funcionário de uma empresa de aviação explicou que "não tem como" os órgãos responsáveis deixarem nem mesmo um representante para cada pista homologada no país e, por isso, a informação é enviada somente pelo piloto. "O que tem que mudar não é a legislação, mas a cultura dos comandantes e dos proprietários das aeronaves. O piloto pensa que só porque informou tal incidente, vão cassar o registro dele ou reter a aeronave. Isso não acontece assim".
Investigação - O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Sexta Região (Seripa VI) está levantando dados sobre o acidente com o bimotor em Cuiabá. O chefe do órgão (que é vinculado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - Cenipa), Roberto Alves, afirmou que não houve comunicação com o setor sobre o acidente em Cuiabá e lembrou que "infelizmente" isso ocorre com frequência.

Alves disse que, dentre os motivos para os comandantes não informarem, está a falta de conhecimento sobre o assunto e o temor de que o currículo deles seja prejudicado. "Os problemas devem ser informados para que se possa fazer um cruzamento dos dados e evitar que aconteçam ocorrências repetitivas, falhas no mesmo componente. Na investigação, nós não focamos a culpa no piloto, não colocamos nem o nome dele no relatório".

A assessoria de imprensa da Anac divulgou uma nota informando que, por causa do "não reporte" do fato aos órgãos, "tanto o proprietário da aeronave quanto o piloto estão sujeitos à processo administrativo, que pode resultar em multa e até na cassação do certificado de aeronavegabilidade do avião e da licença do piloto".

Uso indevido - Para cada tipo de voo há uma regulação específica da aeronave, podendo ser Transporte Público Regular (TPR); Transporte Público Não Regular (TPX), para táxi-aéreo e Transporte para Serviços Privados (TPP). Em cada tipo existe uma especificação operativa definida e diferente.

O que acontece é uma empresa de voo regular terceirizar uma aeronave que serve como táxi-aéreo. "Com isso, há grande chance de diminuir a segurança no voo. Um TPR não pode recorrer a um táxi-aéreo porque não está autorizada à fazer voos de carreira", afirmou um gerente operacional.

Mortes - Grande parte dos acidentes com mortes em voos no Estado acontecem por irregularidades, que só são descobertas após as investigações. Em 13 de agosto de 1999, o piloto tentou decolar de uma rua em Guarantã no Norte (715 km ao norte de Cuiabá), quando se chocou contra um motociclista. O combustível que vazou do avião provocou o incêndio de uma residência e matou uma senhora. No dia 27 de novembro de 2001, uma parte da aeronave se desprendeu durante um voo partindo de Matupá (695 km ao norte da Capital), perdeu altitude e se chocou contra uma árvore. O piloto e os 3 passageiros morreram.

Em 2 de novembro de 2003, em Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá), um avião foi adaptado irregularmente para realizar semeadura no pasto e, como sofreu alterações aerodinâmicas ao tentar uma passagem baixa, colidiu a asa esquerda contra uma castanheira. Todos os 5 ocupantes morreram.

Dos 21 acidentes que ocorreram entre 2008 e 2009 em Mato Grosso, 9 foram por falha de motor em voo. Para que isso não aconteça, são necessárias manutenções periódicas nas aeronaves, não importando a idade dela, segundo especialistas. "O motor, a asa, a hélice de uma aeronave de 20 anos atrás é a mesma da atual, a mudança só está no painel. O que se deve atentar é com o tempo de uso, o número de ciclos do motor para fazer manutenção de qualidade".

Gol - O maior acidente aéreo registrado no Estado aconteceu em setembro de 2007, quando o Jato Legacy se chocou com um boeing da Gol e provocou a morte de 154 pessoas. A Justiça Federal de Mato Grosso ainda não julgou o caso, onde controladores de voo e os pilotos norte-americanos do Legacy são acusados de terem contribuído para o acidente.
Circuito Mt

Andorinha Azul no céu

A Andorinha Azul, a nova aeronave da Azul Linhas Aéreas, ou PR-AZI, deve chegar na frota da companhia dentro de alguns dias, isso se já não tiver chegado. A aeronave irá sair de São José dos Campos em translado para Campinas.

EAGLE SKY

Linha aérea japonesa cogita colocar chips em seus uniformes

Ex-aeromoças leiloam trajes para fetichistas




A JAL – Japan Air Lines – uma das maiores linhas aéreas japonesas, está cogitando instalar em seus uniformes de trabalho (principalmente nos uniformes de comissárias de bordo) chips para facilitar o rastreio das peças.

Ultimamente, vários casos de venda de uniformes tem sido relatados, grande parte por ex-aeromoças que leiloam seus trajes a fetichistas. Alguns deles chegam a valer mais de 5 mil reais no mercado negro (um conjunto completo, com tailleur, saia, chapéu e cachecol.



A venda de uniformes é ilegal e não é a primeira empresa a se queixar do acontecimento. A ANA – All Nippon Airways – passou pelos mesmo problemas e encontrou sua solução na instalação dos chips.
Meio Aéreo

Semana das mulheres vale desconto na Azul


Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Azul vai oferecer descontos de 10% às mulheres que comprarem passagens para qualquer destino operado pela empresa entre 06 e 12 de março. A viagem, no entando, pode ser feita até 30 de junho.

As passagens aéreas podem ser compradas nas agências de viagem, no site (www.voeazul.com.br) e no call center: 3003 2985 (3003 AZUL).

mercado e eventos

Trabalhadores poderão ter esforço reconhecido


Senado aprova projeto que prevê prêmio em dinheiro para quem “se destacar”

Os trabalhadores que obtiverem bom desempenho poderão receber prêmio monetário de suas empresas, sem que tais valores onerem os encargos trabalhistas do empresário. Projeto de lei com essa finalidade foi aprovado nesta quarta-feira pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Agora, a matéria será encaminhada à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que decidirá sobre a matéria terminativamente.

A proposta (PLC 286/09) é de autoria do deputado Júlio Redecker, morto no acidente aéreo ocorrido em julho de 2007, quando aeronave da TAM pousava no aeroporto de Congonhas. O Relator do projeto, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), disse que a aprovação da matéria homenageia a atuação de Redecker em benefício dos trabalhadores. Também a presidente da CAS, senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), e os senadores Paulo Paim (PT-RS) e Flávio Arns (PSDB-PR) lembraram o trabalho do parlamentar.

A proposta aprovada na CAS estabelece tratamento tributário, previdenciário e trabalhista diferenciado para prêmios por desempenho pessoal, concedidos pelas empresas públicas ou privadas a seus empregados e outros colaboradores. A finalidade é estimular os trabalhadores a atingirem metas de qualidade e produtividade.

Prêmio por desempenho, de acordo com definição do projeto, é a retribuição ou a recompensa em forma de bens e serviço, concedida de forma espontânea pelo empregador, tanto a seus empregados como a terceiros sem vínculo empregatício. Pela proposta, tal prêmio, que poderá ser concedido de forma individual ou coletivamente, não pode ser oferecido mais do que quatro vezes ao ano, determina a proposta.

O projeto também exige que o prêmio seja divulgado amplamente e com regras claras aos empregados e terceiros interessados. A medida altera a lei que trata da participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa (Lei 10.101/00).

- O deputado deixou essa marca aos trabalhadores, fazendo com que o mérito seja valorizado - disse a senadora Rosalba Ciarlini.
O Diário de Teresópolis

homem processa empresa aérea por não "examinar seu pênis"


Um passageiro da canadense Air Transat processou a empresa aérea porque seus funcionários não quiseram "examinar seu pênis". Segundo o Gadling, Marcel Cote estava em seu assento do avião, em fevereiro de 2008, quando sentiu um desconforto "na área entre as pernas". Ele foi ao banheiro e notou que ele estava sangrando em sua genitália.

Ele, então, perguntou a uma assistente de vôo se poderia chamar um de seus colegas para que examinasse o sangramento em seu pênis. A comissária de bordo, porém, se recusou e entregou-lhe um pouco de papel absorvente.

Após o desembarque, o homem foi transferido para um hospital local, onde os médicos determinaram que ele tinha uma veia rompida.

Aparentemente, não ter seus genitais examinados por um assistente de voo é suficiente para processar a companhia aérea - não importa que a tripulação de voo não seja treinada para realizar exames médicos.

O passageiro alega que o incidente virou suas férias em um pesadelo, e exigiu uma indenização pela "angústia" que sofreu. Porém, a juiza rejeitou o processo. "Não cabia a uma assistente de voo realizar o exame de um passageiro, uma medida reservada para a profissão médica", disse ela.

A juiza não negou que o homem ficou em uma situação de desconforto, mas também afirmou que o problema não parecia ser uma situação de risco de vida.

TERRA

TAM nega cobrar taxa de transferências a voos do Chile


A TAM negou que esteja cobrando taxas de transferência aos passageiros que tiverem de mudar suas datas e destinos de viagem após o terremoto que abalou o Chile, e desfez os planos de muita gente. Um passageiro entrou em contato com o R7 e relatou cobranças extras.

A companhia aerea disse que " clientes com origem e destino Santiago do Chile com bilhetes TAM/957 e PZ/692 em voos JJ, PZ e JJ* (voos em codeshare com a Lan Chile), poderão alterar a data para embarque até 30 de março,
desde que haja assentos disponíveis." Segundo a empresa, "não haverá cobrança de taxas para reemissão e reembolso de passagens."

Em nota publicada nesta sexta-feira (5) no R7, o paulistano Vagner Luiz acusou a companhia aerea de cobrar taxas referentes à mudança e ao cancelamento de um voo com o qual ele viajaria ao Chile um dia após o terremoto que atingiu o país há uma semana.

Luiz disse então que pediu o cancelamento das passagens e o reembolso da tarifa. A empresa lhe teria informado que o reembolso não seria integral, já que parte do que havia sido pago seria retido em forma de taxa. Também teria dito que haveria taxa para transferência do voo Santiago-São Paulo.

De acordo com a empresa, "desde o dia 2 de março, quando foi autorizado, em regime especial, a operação do aeroporto de Santiago para voos internacionais", foram acomodados "os passageiros que tiveram seus voos cancelados entre os dias 27 de fevereiro e 5 de março".

A TAM disse que "entrou em contato com o sr. Vagner Luiz para lamentar que ele tenha recebido uma informação" que segundo a companhia é "errada". A TAM divulga seu número de atendimento, o 0800 123200.

R7

Voe ao Eua sem visto pela Mexico Airlines


Jet Blue faz 10 anos e pinta avião comemorativo



A Jet Blue Airways, celebrou dez anos de fundação no mês passado e, para comemorar o aniversário, pintou um Airbus A320 para lembrar a data.

A inauguração da empresa, criada por David Neeleman, ocorreu com o serviço, duas vezes por dia, entre Nova York (JFK) e Fort Lauderdale, na Flórida, em 11 de fevereiro de 2000.

A A320 com a pintura dos dez anos da empresa / Divulgação/Jet Blue

Atualmente a Jet Blue ocupa o sétimo lugar entre as aéreas dos Estados Unidos, serve 60 destinos em 20 Estados do país, Porto Rico e 11 países do Caribe e da América Latina.
Direto da pista

Avião de transporte militar é herói após terremoto no Chile

Um avião militar Hércules C-130 se tornou herói para os chilenos que anseiam socorrer seus familiares ou deixar a região devastada pelo terremoto de 27 de fevereiro que devastou o centro e o sul do Chile.

Depois de 48 horas do terremoto, 40 aeronaves - entre helicópteros, Hércules C-130, Boeing e aviões pequenos - transportam a ajuda internacional para as regiões afetadas.

Mas a Força Aérea não contava que centenas de pessoas necessitavam viajar com urgência e não tinham como fazê-lo, já que o terminal aéreo de Concepción ficou severamente danificado pelo terremoto. Filas intermináveis de pessoas esperam aflitas por uma esperança.

E é assim que o Hércules C-130 se tornou o "avião da solidariedade".

As aeronaves chegam a Concepción carregadas de alimentos, sistemas de comunicação e equipamentos médicos, e retornam a Santiago com meia centena de passageiros.

Dentro do avião, o pessoal da Força Aérea realiza as tarefas que habitualmente desempenham as aeromoças das linhas comerciais: instrui sobre como viajar em um Hércules, sinaliza as saídas de emergência e orienta como agir em uma situação de perigo.

"A cada dia fazemos quatro viagens. É uma satisfação levar alimentos a esta região tão castigada pelo terremoto. Mas mais satisfatório ainda é ouvir os passageiros como nos agradecem por levá-los a bordo", explica à Agência Efe o cabo Vladimir López.

No avião militar, se mistura todo tipo de passageiros: chilenos e estrangeiros, jornalistas e refugiados, bebês, adultos e até cachorros cujos donos se negam a abandonar.
Dicas de voo

Preta Gil passa por sufoco ao estar em avião que arremetu


A chuva que assolou o Rio de Janeiro no fim da tarde de sábado não assustou somente quem estava em terra. Preta Gil, que preparava para aterisar no Rio de Janeiro, passou por maus bocados no avião em que estava. Sem teto para pousar no Rio, o avião foi parar em Belo Horizonte:

- Inacreditavel voo do terror nunca senti tanto medo e viemos parar em Belo Horizonte!! Acreditam?? Imagina o meu humor, obrigada Deus, por estarmos vivos. Mas ninguém merece passar por isso, agora estamos dentro do avião sem notícias - , disse a cantora através de sua página no Twitter: - Caiu um temporal no Rio quando íamos pousar. O avião balançou de um jeito inacreditável. Muito medo, não dava pra pousar nem no Galeão,dai o piloto avisou que teriamos que vir pra Belo Horizonte!!agora ele disse que vamos esperar mais um pouco e voltar pro Rio. Estamos bem.

Extra Online