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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Demanda de passageiros em 2012 cresceu, e a de carga caiu



Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) divulgou os dados de tráfego do ano de 2012 que mostram aumento de 5,3% na demanda de passageiros e queda de 1,5% na de carga, em uma comparação ano a ano.
O aumento de 5,3% na demanda de passageiros foi ligeiramente inferior ao crescimento de 5,9% registrado em 2011, mas acima da média de 5% dos últimos 20 anos. Fatores de carga para o ano estavam perto dos níveis recordes, a 79,1%. Demanda nos mercados internacionais cresceu a um ritmo mais acelerado (6,0%) do que o das viagens domésticas (4,0%). Em ambos os casos os mercados emergentes foram os principais impulsionadores do crescimento.
A queda de 1,5% na demanda por transporte aéreo de carga em comparação a 2011 marcou o segundo ano consecutivo de declínio, após retração de 0,6% em 2011. O fator de carga do frete para o ano foi de 45,2%.
“A demanda de passageiros cresceu fortemente em 2012, apesar das más notícias econômicas que dominaram a maior parte dos últimos 12 meses. Isso demonstra o quão importantes são as viagens aéreas globais para a conectividade no mundo de hoje. Ao mesmo tempo, fatores quase recordes de carga ilustram o extremo cuidado com o qual as companhias aéreas gerenciam sua capacidade. O crescimento e o alto nível de utilização das aeronaves, combinados, ajudaram as companhias aéreas a apresentar um lucro de aproximadamente US$ 6,7 bilhões em 2012, a despeito da alta no preço dos combustíveis. Mas, com uma margem de lucro líquido de apenas 1%, a indústria está apenas mantendo sua cabeça acima da água”, disse Tony Tyler, diretor-geral e CEO da IATA.
“Em contraste com o crescimento do mercado de passageiros, o mercado de carga contraiu 1,5%. A indústria sofreu um baque. O comércio mundial diminuiu drasticamente. E as commodities são mais adequadas para o transporte marítimo. A oportunidade notável era o desenvolvimento do comércio entre Ásia e África, que apoiou o forte crescimento das companhias aéreas baseadas no Oriente Médio (14,7%) e na África (7,1%)”, disse Tyler.
Demanda internacional de passageiros
A demanda internacional de passageiros cresceu 6% em 2012. Os maiores índices de crescimento foram registrados nos mercados emergentes, particularmente no Oriente Médio (15,4%), na América Latina (8,4%) e na África (7,5%). A capacidade cresceu mais devagar do que a demanda (4%), apoiando uma margem próxima ao nível recorde internacional de fator de carga, de 78,9%.
Companhias latino-americanas registraram crescimento da demanda de 8,4% em 2012. Este foi o segundo maior desempenho registrado (atrás apenas do Oriente Médio), apoiado pelo aumento da renda e redução do desemprego na região (especialmente no Brasil). A capacidade expandiu mais lentamente do que a demanda (7,5%), e a taxa de ocupação ficou em 77,9% no ano.
Demanda doméstica de passageiros
Viagens aéreas domésticas cresceram 4% em 2012. A China (9,5%) e o Brasil (8,6%) tiveram a melhor performance. A Índia foi o mercado mais fraco, com uma contração de 2,1%, em comparação com os níveis de 2011. O crescimento da capacidade total (3,8%) está de acordo com o crescimento da demanda (4%), e a taxa de ocupação doméstica permaneceu em 79,5%.
China e Brasil apresentaram o maior crescimento de demanda em 2012, de 9,5% e 8,6%, respectivamente. Ambos aumentaram sua capacidade, mas o crescimento da capacidade chinesa de 11,3% superou a demanda, enquanto a do Brasil, 4,8%, foi cerca de metade do aumento do tráfego. No entanto, o fator de carga chinês manteve-se forte (80,9%) e consideravelmente maior do que o do Brasil (71,8%).
Transporte aéreo de carga (nacional e internacional)
Mercados de frete aéreo caíram pelo segundo ano consecutivo, reduzindo mais 1,5% em 2012, após declínio de 0,6% em 2011. O transporte de carga aérea está sob pressão da desaceleração do crescimento do comércio mundial e mudanças no mix de mercadoria e frete. A expansão das economias emergentes tem impulsionado a demanda por commodities transportadas pelo mar, enquanto a fraqueza econômica no Ocidente reduziu a demanda por bens de alto valor de consumo transportados por ar. A capacidade de carga cresceu apenas 0,2% em relação ao ano passado, e taxa de ocupação de carga foi de 45,2%.
Companhias aéreas da América Latina viram o declínio da demanda de carga de 1,2%, mas a capacidade cresceu 4,9% ao longo do ano, deixando o fator de carga cair para 38,3%.
Pontos Principais
“Estamos entrando em 2013 com um pouco de otimismo. A confiança das empresas está em alta. A situação na zona do euro é mais estável do que há um ano e os EUA evitaram o precipício fiscal. Ventos significativos permanecem. Não há fim à vista para os preços de combustível elevados, e o crescimento do PIB deverá ser de apenas 2,3%. Mas a melhora na confiança empresarial deve ajudar os mercados de carga a recuperar o terreno perdido desde 2012. E o ímpeto construído no fim do ano deve ver o negócio de passageiros perto de ampliar a tendência de crescimento histórico de 5%. 2013 não será um ano marcante para a rentabilidade, mas devemos ver alguma melhora em relação a 2012 “, disse Tyler.
Em sua perspectiva de dezembro para 2013, a IATA prevê que o ano será de crescimento de 4,5% nos mercados de passageiros, e de crescimento de 1,4% na demanda de carga. Isso vai contribuir para a melhoria da rentabilidade de US $ 6,7 mil milhões (1% de margem de lucro líquido) em 2012 para US $ 8,4 bilhões (1,3% de margem de lucro líquido) em 2013.
 Fonte: Aviação Brasil.

Lufthansa vai implantar serviço especial para passageiros First Class em Guarulhos e no Galeão



Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
Os passageiros First Class da Lufthansa passam a contar, a partir de agora, com inúmeras facilidades tanto no embarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, quanto no desembarque. É o novo First Class Personal Assistance que começou a funcionar hoje, 1.° de fevereiro em São Paulo. Ainda este mês o Personal Assistance entrará em operação no Aeroporto do Galeão no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito ontem no Rio de Janeiro, durante coletiva de imprensa, com a presença da diretora da Lufthansa e da SWISS para o Brasil, Annette Taueber.
Trata-se de um projeto global que já está em funcionamento há três semanas em Buenos Aires, México e Bogotá. Em breve, chegará a outras cidades servidas pela companhia aérea e vai complementar o serviço premium já oferecido a bordo e em terra nos hubs (centro de distribuição) da companhia na Europa.
No embarque, os passageiros contam com suporte especial já no check in, funcionários especialmente treinados vão emitir o cartão de embarque, informar sobre as lounges disponíveis e ainda oferecer assistência de última hora para a compra de presentes, revistas e outros itens. Cada um poderá escolher um horário para ser levado até a aeronave e todos que desejarem poderão ainda ser apresentados à tripulação.
Na chegada, os passageiros da First Class contam com um assistente pessoal que vai esperar na saída da aeronave com uma placa de identificação do nome da pessoa e vai leva-la até a imigração para os tramites normais. A bagagem será retirada da esteira e deixada em um lugar especial para facilitar.
Em todo o mundo, a Lufthansa se diferencia das demais companhias pelos serviços oferecidos aos passageiros First Class. Em Frankfurt, na Alemanha, principal centro de distribuição da companhia aérea, os passageiros contam com um Terminal First Class, com área de imigração exclusiva, restaurante a la carte e um serviço de transfer para a aeronave diretamente na pista. Em outras localidades, lounges oferecem o máximo de conforto, espaço para trabalhar, áreas de banho e de alimentação.
 Fonte: Aviação Brasil.

Singapore Airlines planeja investir US$ 11 bilhões em cinco anos



Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
A Singapore Airlines está planejando investir US$ 11,6 bilhões nos próximos cinco anos. O valor será destinado a compra de novas aeronaves e melhoria das cabines dos aviões atuais. A informação foi dada pelo CEO da Singapore Airlines, Goh Choon Phong, em mensagem aos funcionários da empresa.
O executivo destacou as iniciativas que fizeram do ano de 2012 um importante período para fortalecer o futuro da empresa. No ano passado, a Singapore Airlines lançou uma nova companhia aérea, a Scoot, que tem registrada firme expansão. A subsidiária regional SilkAir elevou seu número de destinos e anunciou a aquisição de 54 aeronaves B737.
Ainda em 2012, a Singapore Airlines anunciou a compra de cinco novas aeronaves A380 e mais 20 A350 e transferiu a compra de 20 aviões B787 para a Scoot. O ano passado também marcou o quinto aniversário das operações do A380 da SIA e a aposentadoria dos modelos B747, que serviram a companhia por praticamente quatro décadas.
 Fonte: Aviação Brasil.

TAM lança condições especiais para parcelamento de passagens aéreas



Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
A TAM Linhas Aéreas lançou novas formas de financiamento da passagem aérea. Até 14 de fevereiro, todos os bilhetes para viagens domésticas da companhia podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros em qualquer cartão de crédito e em até 12 vezes sem juros no cartão TAM Itaucard*.
Outra novidade é a parcela mínima do valor financiado, que caiu de R$ 35,00 para R$ 20,00. “Esta é uma oportunidade única para o público garantir presença nos grandes eventos que o Brasil vai sediar em junho e julho, por exemplo. A grande vantagem para o cliente da TAM é a possibilidade de planejar a sua viagem com antecedência e com financiamento muito facilitado”, afirma Rodrigo Trevizan, diretor de Vendas Diretas da TAM.
Todas essas novidades estão sendo oferecidas em conjunto com as tarifas especiais que a companhia acaba de divulgar para voos de e para o Nordeste, que também estão disponíveis até 14 de fevereiro.  Nessas rotas, a TAM conta com tarifas especiais para voos com embarques entre 1º de março e 30 de abril.
Fonte: Aviação Brasil.

Honeywell assina contrato vitalício de US$ 2,8 bilhões com Embraer



Embraer_commercial
A Honeywell e a Embraer assinaram um acordo vitalício no valor de US$2,8 bilhões para o fornecimento do sistema integrado de aviônicos Honeywell Primus Epic para a segunda e nova geração de aviões da família E-Jet, da Embraer.
O sistema de aviônicos pode incluir navegação, comunicações e sistemas de exibição no cockpit oferecendo tanto aos pilotos quanto a tripulação informações fundamentais que vão ajudá-los a voar com segurança, precisão e eficiência.
O Primus Epic integra esses sistemas num pacote compacto e soma tecnologias inovadoras, tais como a visão sintética e a de gerenciamento de vôo avançado, tudo isso para um melhor conhecimento de situações de operação, uso mais eficiente de combustíveis e abordagens diretas nos aeroportos.
A segunda geração de E-Jets da Embraer, equipados com o Honeywell Primus Epic, deve entrar em serviço em 2018, com a previsão de lançamento do programa ainda neste ano. Honeywell e Embraer têm uma longa história de trabalho conjunto, em uma grande variedade de produtos e serviços, que remonta 25 anos.
Com 9 milhões de horas de voo em E-Jets até o momento, o grande sucesso do Honeywell Primus Epic guarda semelhanças com a atual geração de aeronaves, o que permite uma transição suave para a nova plataforma. Isto se deve à tecnologia dos softwares na qual os aviônicos estão baseados o que fará com que a Embraer seja capaz, de fácil e efetivamente, integrar as futuras estruturas de comunicação, de navegação e de gestão de tráfego aéreo.
Fonte: Aviação Brasil.

Rural terá de pagar R$ 110 mi a ex-funcionários da Vasp

FONTE: Folha de São Paulo
QUARTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2013

Banco perde recurso em ação em que é acusado de ajudar Canhedo a tirar dinheiro de grupo
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO


O Banco Rural e uma empresa do grupo, a Rural Agroinvest, perderam um recurso anteontem no STJ (Superior Tribunal de Justiça) numa ação em que foram condenados a pagar cerca de R$ 110 milhões a ex-funcionários da Vasp.

O banco queria incluir a massa falida da Vasp na ação e foi derrotado. A empresa área teve sua falência decretada em 2008 e deve R$ 1 bilhão a 4.200 funcionários.

O Rural, segundo a Justiça, ajudou o ex-dono da Vasp, o empresário Wagner Canhedo, a tirar R$ 38 milhões do grupo em 2004. À época, já havia uma decisão judicial de que todos os bens de Canhedo deveriam ser usados para pagar dívidas trabalhistas, segundo o advogado Carlos Duque Estrada.

Para contornar o veto, de acordo com o advogado, Canhedo simulou um empréstimo no banco e pagou com 71.600 cabeças de gado.

O gado, porém, não foi entregue. O resultado da operação foi a retirada de R$ 38 milhões do grupo de Canhedo. A juíza Elisa Andreoni escreveu em decisão que "a fraude é inconteste". Esse valor corrigido atinge hoje cerca de R$ 110 milhões.

O Rural diz que não havia veto à venda, que o gado foi entregue e que vai entrar com novos recursos na Justiça.

O banco informa que já tem reservado o valor a ser pago caso perca a ação.

STJ entrega holding de Canhedo para ex-funcionários da Vasp



MARIO CESAR CARVALHO
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO


O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu manter a decisão da Justiça trabalhista de São Paulo, que entregou aos aeroviários da antiga Vasp as cotas de uma holding de Wagner Canhedo, avaliadas em R$ 500 milhões. As cotas servirão para saldar dívidas trabalhistas de R$ 1 bilhão.
A decisão havia sido revogada em outubro por um juiz da vara de falências de Brasília, sob alegação de que a empresa de Canhedo estava em recuperação judicial e a decisão da Justiça trabalhista atendia aos interesses de um único credor -o sindicato dos aeroviários paulista, que reivindicou a entrega das cotas da holding.
O governo, a Receita e os demais credores seriam prejudicados, segundo a decisão da vara de falências.
A ministra Nancy Andrighi, do STJ, deu razão à Justiça trabalhista ao julgar o conflito entre os dois diferentes braços do Judiciário. Ela concedeu uma liminar ao sindicato, que extingue a decisão da vara de falências.
O advogado Carlos Duque Estrada Jr., que defende os aeroviários, diz que a liminar concedida pela STJ deve mudar a jurisprudência sobre que tipo de bens pode ser reivindicado por quem é lesado por uma empresa, sejam trabalhadores, sejam credores.
"É uma decisão inovadora. O STJ decidiu pela primeira vez que as cotas de uma companhia podem ser tomadas, não só penhoradas, para saldar dívidas", afirma.
A decisão da Justiça trabalhista foi revelada pela Folha em 25 de setembro último.
A holding de Canhedo, a Expresso Brasília, controla uma distribuidora de combustíveis e duas fazendas, nas quais são criadas 100 mil cabeças de gado.
A Vasp foi comprada por Canhedo em 1990 do governo paulista por US$ 53 milhões, em valores da época. A companhia aérea teve sua falência decretada em setembro de 2008, por conta de dívidas. Desde 2005, porém, sofrera intervenção por não pagar seus 4.200 funcionários.
O advogado de Canhedo, Ricardo Alexandre de Freitas, não foi encontrado para comentar a decisão do STJ. Ele poderá entrar com novos recursos para tentar reverter a liminar do STJ.

Dois caças russos violaram espaço aéreo japonês, diz Tóquio



Suposta invasão coincide com dia em que país realizou comício sobre disputa territorial com Moscou; ministro russo nega acusação e diz que respeitou normas internacionais


O ministro da Defesa do Japão afirmou nesta quinta-feira (7) que dois caças russos invadiram o espaço aéreo do Japão sobre a região noroeste da ilha de Hokkaido, o que levou Tóquio a apresentar um protesto formal.
Jatos da força aérea japonesa se aproximaram do local após a invasão, com duração de um minuto, de dois aviões modelo SU-27 na ilha Rishiri, disse o ministro Yoshihide Yoshida.
AP
Premiê japonês, Shinzo Abe, faz discurso durante comício nacional marcando o "Dia dos Territórios do Norte" em Tóquio
Yoshida acrescentou que o governo do Japão não sabia se a violação do espaço aéreo tinha sido acidental ou intencional, mas que era "extremamente problemática". A última invasão desse tipo pela Rússia no Japão ocorreu em 9 de fevereiro de 2008. O ministro das Relações Exteriores apresentou um protesto formal na Embaixada da Rússia em Tóquio.
Em comunicado, o ministro da Defesa russo rejeitou a acusação do governo do Japão e negou qualquer violação do espaço aéreo. Ele informou que os jatos do Exército russo estavam praticando exercícios nesta quinta-feira na área "em conformação rígida com as regras internacional sem violar nenhuma fronteira".
Um ministro japonês, que falou em condição de anonimato, disse que não estava claro se a violação estava relacionada com o comício desta quinta-feira e apoiado pelo governo pedindo que Moscou devolvesse um conjunto de ilhas próximas à costa leste de Hokkaido, que foram tomadas pela Rússia em 1945.

Tropas soviéticas capturaram as ilhas nos últimos dias do conflito, forçando cerca de 17 mil residentes japoneses de ser deportados nos anos seguintes. Cerca de 17 mil russos vivem no local.O premiê Shinzo Abe disse na marcha que fará o seu melhor para resolver essa disputa territorial com a Rússia, que impediu que os países assinassem um tratado de paz colocando um fim definitivo às hostilidades da Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945).
As ilhas estão localizadas a 10 km da ilha Hokkaido e são cercadas de ricos polos de pesca e acresdita-se que na sua costa há reservas de petróleo e gás natural, além de depósitos de prata e ouro.
Falando a residentes das ilhas e outros reunidos em uma praça em Tóquio, Abe disse que conversou com o presidente russo Vladimir Putin em dezembro e que ele quer resolver a disputa. Abe planeja enviar o ex-primeiro-ministro Yoshiro Mori como enviado especial a Moscou esse mês, mas as perspectivas são incertas.
"Temos como objetivo finalmente resolver o problema com a Rússia sobre as disputadas ilhas e assinar um acordo de paz", disse Abe em um discurso brefe antes de retornar ao Parlamento.
Em 2010, o ex-presidente Dmitri Medvedev se tornou o primeiro líder russo ou soviético a visitar as ilhas, provocando duras críticas de Tóquio. Ele visitou o local pela segunda vez em julho. Mais da metade dos antigos residentes japoneses das ilhas morreu no decorrer dos 68 anos de controle russo.
"Meu local de nascimento está bem na minha frente, mas eu não posso voltar a viver lá", disse Choriki Sugawara, mulher de 79 anos, e antiga moradora da ilha de Kunashir.
FONTE- IG

    Viracopos ocupa os espaços para ser maior que Cumbica



    Expectativa da nova administração é de que, em 30 anos, número de passageiros chegue a 90 milhões por ano

    Brasil Econômico - Cláudia Bredarioli | 

  • Diante do desafio de multiplicar por dez sua capacidade de atendimento — chegando ao movimento de até 90 milhões de passageiros por ano, superando Cumbica, cuja meta é chegar a 60 milhões —, Viracopos pretende se tornar, em 30 anos, o maior aeroporto da América Latina. Para alcançar esse objetivo — respaldado pela presidente Dilma Rousseff durante visita ao local no fim do ano passado —, a Aeroportos Brasil, que venceu o leilão de privatização, conta com um grande e raro aliado: espaço.
    Diferentemente do que ocorre no entorno dos maiores aeroportos brasileiros, a localização geográfica de Viracopos permite não apenas a realização de todo o plano de expansão previsto para as três décadas de concessão — envolvendo investimentos de R$ 9,5 bilhões —, como também outras possíveis obras de ampliação depois disso.
    Na etapa de preparação do terreno serão movimentados 2,5 milhões de metros cúbicos de terra. Foto: Divulgação
    15/16
    “A possibilidade para crescer é um dos principais fatores que nos permitem prever que seremos o maior aeroporto do Brasil, superando Cumbica, ao final do período de concessão”, afirma João Santana, presidente do conselho de administração da Aeroportos Brasil Viracopos. “Temos possibilidade para trabalhar com uma previsão de três pistas operando simultaneamente”, completa.
    O consórcio Aeroportos Brasil é formado por três empresas: TPI —Triunfo Participações e Investimentos S.A. (com participação de 45%), UTC Participações S.A. (com outros 45%) e Egis Airport Operation (com os 10% restantes). Elas foram representadas no leilão de privatização, realizado em 2012, pela corretora Planner. O prazo de concessão para Viracopos é de 30 anos, com possibilidade de ser expandido por mais cinco anos. Juntas, as companhias fizeram um lance de R$3,821 bilhões, o que representou um ágio de 159,75% sobre o lance inicial. Todas as empresas participantes do consórcio possuem larga experiência em concessões de serviço, engenharia e operação no segmento de transporte — cada uma, contudo, tem uma especialidade peculiar em suas áreas de atuação.
    O novo aeroporto deverá ocupar uma área de 400 mil metros quadrados, sendo que o terminal que está em construção ocupará 145 mil metros quadrados. A área em que atualmente funciona o aeroporto dará lugar a um shopping center ou será ocupada pela aviação executiva (leia mais ao lado).
    A concessionária deverá concluir as obras previstas antes do início da Copa do Mundo, mas, caso descumpra os prazos, a multa está prevista em R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso. Segundo Santana, porém, como as obras estão dentro do prazo, a nova administração começou a trabalhar com a possibilidade de entrega de toda a estrutura do novo terminal com cerca de 30 dias de antecedência. “É possível que consigamos e isso será muito importante, pois teremos tempo de treinar as pessoas e fazer as adequações necessárias para que tudo comece a funcionar em perfeita sintonia”, diz o executivo.
    Leia mais notícias de economia, política e negócios no jornal Brasil Econômico/ FONTE: IG.

      segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

      Helicóptero cai em residência e deixa um morto na zona norte de São Paulo

      Bombeiros confirmaram a morte do piloto da aeronave e outros quatro feridos. Acidente ocorreu na região do Jaraguá e causa ainda não foi esclarecida

      FONTE: iG São Paulo
      Nivaldo Lima/Futura Press
      Aeronave caiu em cima de uma casa no bairro do Jaraguá, na zona norte; uma pessoa morreu
      Um helicóptero caiu em uma casa no bairro do Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu às 12h30 e deixou cinco pessoas feridas. Quatro ocupavam a aeronave no momento do acidente. O piloto morreu na hora e outro tripulante foi levado ao Hospital das Clínicas, na zona oeste, pelo Águia da PM. 
      Os demais feridos foram levados ao Pronto Socorro do Hospital São Camilo. No momento da ocorrência, cinco viaturas da corporação foram enviadas para a rua Paulo Arentino, altura do número 200. O local fica na região da Estrada de Taipas. Ainda não há informações sobre a identidade das vítimas e o que causou a queda da aeronave.
      Há informações que o helicóptero decolocou do Aeroporto Campo de Marte por volta das 12h. A empresa Helimarte Táxi Aéreo, proprietária da aeronave, foi procurada pela reportagem. Por meio de nota, a companhia informou que qualquer "esclarecimento a respeito do ocorrido só será possível após todas as investigações". A Helimarte disse ainda que o helicóptero tem todas as "documentações devidamente adequadas à lei". 

      domingo, 20 de janeiro de 2013

      Aeroporto de Cumbica terá sistema automático de despacho de mala


      Sistema eletrônico será instalado no terminal 3, que tem previsão de ficar pronto até junho de 2014

      Agência Estado /Fonte IG

      Perder tempo na fila para despachar bagagem e mais tempo ainda para pegá-la de volta vai deixar de fazer parte da rotina do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Pelo menos para quem viajar pelo futuro Terminal 3. A GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto, vai colocar à disposição o sistema de self bag drop, que permite ao passageiro despachar sozinho a própria mala, sem pegar fila do check-in. O Terminal 3 está em fase de construção e tem previsão para ficar pronto até junho do ano que vem, antes da Copa.

      O despacho automático de malas vai funcionar assim: com o check-in já feito (via internet ou da maneira tradicional, no balcão da companhia aérea), o passageiro que tiver bagagem para despachar vai até o aparelho e posiciona as malas. Na maioria das máquinas - são vários fabricantes no mundo -, há um leitor de cartão de embarque para coletar informações pessoais e de voo do passageiro.

      Caso o limite de peso seja ultrapassado, um alerta sonoro indica ao passageiro que ele terá de ir até o balcão da companhia aérea pagar pelo excesso de bagagem. Alguns modelos mais avançados já vêm com a possibilidade de pagar o excesso com cartão de crédito.

      Se estiver tudo certo com o tamanho e o peso das malas, o tíquete é impresso e a bagagem segue para as áreas internas do aeroporto, onde podem ser inspecionadas antes de entrar no bagageiro da aeronave.

      Esteiras
      Outra dor de cabeça para os passageiros de Cumbica, as esteiras de restituição de bagagens do Terminal 3 devem melhorar. A GRU Airport ainda não dá detalhes sobre o projeto, mas a reportagem apurou que está em análise a implementação de um sistema de leitura ótica do código de barras de cada mala, que a encaminhará para a esteira do voo correspondente. Isso elimina a necessidade de alguém que "joga" as malas nas esteiras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

      sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

      Após incidentes, maior parte da frota de Boeing 787 tem voos suspensos

      Engenheiros e autoridades tentam descobrir falhas no moderno avião.
      Problemas ocorreram em voos de companhias aéreas japonesas.

        Fonte:G1.
      Companhias aéreas ao redor do mundo trabalhavam nesta quinta-feira (17) para rearranjarem voos depois que Europa, Japão, Índia, Qatar e Chile se juntaram aos Estados Unidos na suspensão dos voos do jato 787 Dreamliner, da Boeing, para investigação de problemas relacionados a baterias.
      A Boeing vendeu cerca de 850 unidades do novo avião e cerca de 50 já foram entregues até agora. Cerca de metade destes estavam em operação no Japão. O restante está em poder de companhias aéreas na Índia, América do Sul, Polônia, Qatar e Etiópia, e também nos Estados Unidos. No Brasil, nenhuma companhia aérea opera com Boeing 787 e nenhum aeroporto do país recebe atualmente aviões do tipo.
      O moderno avião produzido com compósitos de carbono tem sido afetado por problemas recentes que incluíram um pouso de emergência de um voo da All Nippon Airways (ANA) na quarta-feira depois que luzes de alerta indicaram problemas em uma bateria, levantando preocupações sobre o uso de baterias de íon de lítio no modelo.
      A agência de aviação dos EUA, FAA, decidiu na quarta-feira manter em terra temporariamente o mais novo avião comercial da Boeing, afirmando que as companhias aéreas teriam que demonstrar que as baterias são seguras antes que os jatos possam voltar a voar. A FAA não deu detalhes sobre quando isso poderá acontecer. Outras autoridades nacionais seguiram a decisão nesta quinta-feira.
      Autoridades no Japão e na Índia afirmaram que não está claro quando o Dreamliner poderá voltar a operar. Um porta-voz da Agência Europeia de Segurança da Aviação afirmou que a região vai seguir a decisão da FAA. No continente, apenas a polonesa LOT Airlines tem o 787 em sua frota. A empresa informou que vai buscar ressarcimentos por eventuais perdas junto à Boeing.
      A medida é a primeira do tipo contra uma avião de passageiros nos Estados Unidos desde que o DC-10, da McDonnell Douglas, teve seu certificado suspenso após um acidente fatal em Chicago, em 1979, disseram analistas.
      Com a maior parte da frota do Dreamliner em terra, engenheiros e autoridades estão fazendo inspeções de urgência, principalmente sobre as baterias e complexos sistemas eletrônicos do modelo, e companhias aéreas estão tentando preencher os buracos em suas programações de voos.
      Segundo a Mizuho Securities, manter todos os 787 em terra pode implicar em custo somente para a ANA de mais de US$ 1,1 milhão por dia.
      Jim McNerney, executivo-chefe da Boeing, enviou um comunicado nesta quarta em que reafirmou o compromisso com a FAA "para encontrar respostas o mais rápido possível". O executivo afirmou que a empresa trabalha "dia e noite com clientes e agências reguladoras" para provar que o modelo 787 é seguro.
      Empresas
      Desde 7 de janeiro, as companhias aéreas japonesas ANA e JAL - as primeiras a utilizar o Boeing 787 - registraram sete incidentes. A ANA tem 17 aeronaves do modelo, e a JAL outras sete.
      Entre os problemas apresentados, figura, sobretudo, uma dificuldade com os freios, uma janela da cabine defeituosa em pleno voo e um vazamento de óleo nas aeronaves da ANA, assim como dois vazamentos constatados em um avião da JAL e um princípio de incêndio devido a uma bateria em um Dreamliner da mesma companhia pouco depois do pouso.
      A LAN, companhia aérea chilena que uniu suas operações à brasileira TAM, suspendeu os voos com três aeronaves Boeing 787 até que a FAA defina as ações requeridas para a frota. Os aviões da LAN operavam nas rotas entre Buenos Aires e Santiago, Santiago e Lima e Santiago e Los Angeles. Os voos serão feitos por outros aviões da companhia.
      A LAN previa adquirir 32 aviões Boeing 787 nos próximos 10 anos em um investimento de US$ 4,9 bilhões, um dos mais importantes realizados pela companhia, diante de sua recente fusão e do aumento progressivo do tráfego aéreo no Chile.
      A empresa polonesa LOT, única europeia a ter o avião em sua frota, havia feito a viagem inaugural da aeronave nesta quarta, de Varsóvia a Chicago. O avião ficará no chão por tempor indeterminado.
      Além das empresas japonesas, da LAN e da LOT, contam com o avião em sua frota e deixaram de utilizá-lo a United Airlines, nos EUA, com seis unidades, a Air India, com outras seis, a Qtar Ailines, com cinco, e a Ethiopian Airlines, com quatro.
      Um problema em uma bateria provocou nesta quarta-feira (16) um pouso de emergência de um Boeing 787 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) no Japão. (Foto: Jiji Press/AFP)Um problema em uma bateria provocou nesta quarta-feira (16) um pouso de emergência de um Boeing 787 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) no Japão. (Foto: Jiji Press/AFP)
      Revisão
      O 787, que tem um preço de tabela de US$ 207 milhões, representa um salto na forma como os aviões são planejados e produzidos, mas o projeto teve várias mudanças e anos de atraso. Alguns sugerem que a pressa da Boeing para compensar este atraso resultou nos recentes problemas, o que a fabricante nega vigorosamente.
      Na Ásia, somente as companhias japonesas e a Air Índia têm Dreamliners em operação, mas outras companhias estão entre as que encomendaram 850 unidades do novo avião.
      A australiana Qantas Airways disse que o pedido de 15 Dreamliners está mantido, com a subsidiária Jetstar devendo receber sua primeira unidade no segundo semestre do ano.
      Os problemas do Dreamliner ecoam incidentes registrados pela rival Airbus, que um ano atrás sobreviveu a uma crise de confiança pública depois do surgimento de rachaduras nas asas do superjumbo A380, o maior avião de passageiros do mundo. Os problemas testaram o relacionamento da fabricante com as companhias aéreas, mas nenhuma encomenda foi cancelada.
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      Azul pede autorização de novos voos para BH e Curitiba


      Voos serão diários a partir do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e realizados com aeronaves turboélice ATR e Embraer 195

      Fonte:Agência Estado

      A Azul Linhas Aéreas pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar dois novos voos diários a partir do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Os destinos são Belo Horizonte (Pampulha) e Curitiba. Segundo nota da companhia à imprensa, a Azul também pretende aumentar o número de frequências diárias no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.
      O percurso Guarulhos-Curitiba terá oito voos, quatro deles partindo do aeroporto paulistano e outros quatro do paranaense. O mesmo ocorrerá no trecho Guarulhos-Pampulha. Além disso, foi feito pedido de autorização para mais duas novas frequências no trajeto Guarulhos-Confins e duas no trecho Guarulhos-Santos Dumont.
      De acordo com a empresa aérea, o voo para Pampulha tem previsão de início em 20 de fevereiro. Em 18 de fevereiro terá início o voo para Curitiba e as novas frequências. A Azul vai utilizar aeronaves turboélice ATR, com capacidade para 70 passageiros, nos voos para Belo Horizonte (Pampulha) e o Embraer 195, com capacidade para 118, para as demais operações.