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segunda-feira, 25 de março de 2013

Veículo bate em avião em solo e TAM cancela voo de Nova York para o Rio

Um problema técnico em um avião da TAM que sairia do Aeroporto JFK, de Nova York, com destino ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio, fez o voo JJ8079 ser cancelado neste sábado (23), informou a companhia. Segundo nota divulgada pela empresa, foi necessário fazer a manutenção da aeronave após um veículo prestador de serviço bater na fuselagem do avião, durante o abastecimento de bebidas e alimentos que seriam servidos a bordo.
A TAM lamentou o transtorno e disse que os passageiros receberam toda a assistência necessária. "Por conta disso [o acidente], os passageiros foram realocados em voos programados para hoje (24), operados pela companhia ou por empresas terceiras", ressaltou a empresa, na nota.
Algumas pessoas reclamaram da empresa na rede social Twitter. "Voo 8079 nyc - galeão de ontem cancelado! Não temos previsão de embarque! Estamos no hotel, sem telefone, nem confirmações de voos", publicou um usuário identificado como Beto Arruda na manhã deste domingo.
Veja a íntegra da nota da TAM:
“A TAM Linhas Aéreas informa que a aeronave que realizaria o voo JJ8079 (Nova York – Rio de Janeiro/Galeão) ontem (23), com previsão de partida para as 21h10 (horário de Brasília), precisou passar por manutenção.
O reparo foi necessário após ter ocorrido um pequeno choque entre um veículo prestador de serviço e a fuselagem do avião durante o processo de abastecimento de alimentos e bebidas que seriam servidos a bordo.
Por conta disso, os passageiros foram realocados em voos programados para hoje (24), operados pela companhia ou por empresas parceiras. A TAM lamenta os transtornos experimentados pelos clientes e ressalta que eles receberam toda a assistência necessária."
G1

O caso Panair: o esquecimento de que a ditadura fazia mais que torturar



"No caso da repressão, talvez se chegue à punição ou, no mínimo, à identificação de militares torturadores, mas o papel da Oban e da Fiesp e de outros civis coniventes permanecerá esquecido nas brumas do passado, a não ser que a tal Comissão da Verdade siga a sugestão do [Carlos] Araújo e jogue um pouco de luz nessa direção também."
Luís Fernando Verissimo, na crônica Os coniventes, de 21 de março de 2013
"Cerveja que tomo hoje é
Apenas em memória dos tempos da Panair
A primeira Coca-cola foi
Me lembro bem agora, nas asas da Panair
A maior das maravilhas foi
Voando sobre o mundo nas asas da Panair
Conversando no bar (Canção de Milton Nascimento e Fernando Brant) 
Por Milton Ribeiro
Há alguns anos, esta canção de Milton Nascimento recuperou seu título original de Saudades dos aviões da Panair. Na época em que foi lançada por Elis Regina, em 1974, os autores tiveram receio de falar em Panair e em suas saudades da empresa logo no título da canção. Então, ela foi rebatizada para Conversando no Bar. Afinal, era proibido sentir saudades da enorme e respeitada empresa que, por ação dos militares, foi desmontada sem maiores explicações nos primeiros meses do Golpe de 1964. Num país pobre e quase desindustrializado, a existência da Panair do Brasil S. A. era motivo de orgulho nacional.
Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1965, 15 h. Um telegrama do Ministério da Aeronáutica chegou aos escritórios da Panair, a maior companhia aérea do país e uma das maiores do mundo. A mensagem era simples e dava conta de que o governo estava cassando seu certificado de operação em razão da condição financeira insustentável da empresa. O telegrama vinha assinado pelo ministro Eduardo Gomes. A Panair não tinha nenhum título protestado nem impostos atrasados, mas o telegrama adiantava que ela não tinha meios para saldar suas dívidas e que estava proibida de voar. Os dias eram assim, também cantava Elis, ou podiam ser assim. À noite, tropas do Exército invadiram os hangares da Panair e a Varig imediatamente assumiu todas as concessões de linhas aéreas e propriedades da concorrente. E conseguiu fazer isto sem atrasar nenhum voo. Provavelmente, tinha sido alertada sobre os caminhos se abririam para ela naquele grande abril.
 
DESÁSTRES AÉREOS

sexta-feira, 22 de março de 2013

Avianca prevê crescer no mínimo 30% no país neste ano



Efromovich, da Avianca, negou que busque apoio do governo brasileiro para avançar nas negociações para comprar a TAP. Foto: Aline Massuca/Valor Economico
O presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, disse ontem que a companhia espera um crescimento “de no mínimo” 30% para 2013, após ter transportado, em 2012, mais de 5 milhões de passageiros, o que representa, segundo ele, crescimento de 84% ante 2011. Em 2013, a expectativa alcança mais de 6 milhões de passageiros.
A declaração foi dada ontem por Efromovich na chegada ao Palácio do Planalto para uma reunião na Casa Civil, segundo ele, de caráter institucional.
Na avaliação do executivo, “se o mercado explodir”, a companhia tem “uma grande vantagem”, que é a possibilidade de deslocar para o Brasil aviões que estejam designados para atendimento em outros países da América do Sul, como Equador, Peru e Colômbia. A Avianca Brasil faz parte do grupo Avianca-Taca, com operações em diversos países da América Latina.
“O mercado brasileiro é importante e se tiver oportunidade, não temos nenhum receio”, disse Efromovich. Ele negou que a companhia busque apoio do governo brasileiro para avançar nas negociações para a compra da portuguesa TAP. O governo português adiou o processo de privatização da TAP em dezembro, após ter negado oferta do grupo Synergy, controlador da Avianca.
Reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” no dia 9 de março informou que a Avianca teria decidido pedir ajuda ao governo brasileiro para uma nova investida na TAP e não estaria descartada uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Está zerado isso, o processo de aquisição. Não por nós, mas pelo governo português. Lamentavelmente, mas está zerado”, disse Efromovich. Ele negou a possibilidade de ajuda do BNDES. “Não é o nosso objetivo, não precisamos do BNDES. Não estou nem sendo arrogante, porque nós equacionamos o financiamento com uma estrutura no exterior”, disse. “Temos outros financiamentos com o BNDES, mas zero TAP, zero aviação”.
Segundo ele, “mais que interesse”, a companhia tem “curiosidade” em saber a decisão do lado português. “Não sabemos se eles querem vender”, disse.
“Hoje, não sei [quando o edital será publicado]. Naquela ocasião tinha total interesse. Vínhamos em um processo firme, investimos bastante. Hoje temos um interesse, mas, mais que interesse, curiosidade em saber o que eles querem fazer, porque não sabemos se eles querem vender”, disse Efromovich.
Fonte: Valor Econômico, Por Bruno Peres
transportesptbr.blogspot.com.br
 

Empresa aérea é condenada a pagar um milhão de reais por atitude antissindical


 
A conduta antissindical da Gol Linhas Aéreas com empregados que participaram de uma greve realizada em 23 de dezembro de 2010 resultou na condenação da empresa ao pagamento de dano moral coletivo no valor de um milhão de reais.

 A sentença foi proferida pelo juízo da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, no julgamento de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 10ª Região (MPT10) após denúncias do Sindicato Nacional dos Aeroviários. De acordo com o juiz do trabalho Gilberto Augusto Leitão Martins, autor da decisão, ficou constatada a prática de assédio moral pela Gol, que demitiu e retirou de cargos de liderança alguns empregados participantes do movimento grevista.

Os trabalhadores vítimas do assédio moral desempenhavam suas atividades nos setores de manutenção e despachos técnicos da empresa no Aeroporto Internacional de Brasília. Nos autos, a empresa aérea alegou a ilegitimidade do Ministério Público do Trabalho em mover uma ação civil pública para defender os direitos de apenas um grupo definido de trabalhadores. Ainda segundo a Gol, as demissões obedeceram a necessidade de reestruturação do setor de manutenção tendo em vista a redução da malha aérea no segundo semestre de 2010. Sobre os descomissionamentos dos cargos de liderança, a empresa explicou que ocorreram por razões técnicas.

Contudo, relatos de testemunhas e demais provas obtidas por meio do inquérito civil instaurado pelo MPT10 e colhidas no curso da ação civil púbica comprovaram as atitudes de retaliação praticadas pela empresa aérea a fim de desestimular o exercício do direito constitucional de greve dos funcionários. Na sentença, o juiz Gilberto Martins classificou a conduta da Gol como “grave infração à ordem jurídica trabalhista”. Segundo ele, ficou claro que a empresa procedeu desta forma com o intuito de perseguir os trabalhadores que aderiram à greve. Ainda de acordo com o magistrado, a empresa extrapolou os limites da legalidade ao abusar do direito de promover a dispensa injustificada de seus empregados.

“Ao invés de proceder de forma clara, amistosa, buscando instaurar conversação com o Sindicato para conhecer a efetiva pauta de reivindicação, enveredou pelo caminho da força e da arbitrariedade, dispensando e descomissionando os que vieram a aderir à ação do sindicato, contrariando assim o ordenamento jurídico vigente que reputa o direito de greve como atributo do contrato de trabalho, posto ao livre exercício pela coletividade de trabalhadores”, sustentou o juiz da 11ª Vara do Trabalho, Gilberto Martins – que também obrigou a Gol a promover orientação e cursos entre funcionários com cargos de chefia para proibir práticas de assédio moral, bem como a fornecer atendimento psicológico aos empregados vítimas da conduta antissindical. Já o montante de um milhão de reais será revertido em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Processo: 0001065-76.2012.5.10.011
ambito-juridico.com.br

Avião faz pouso de emergência em Confins



Um avião da Companhia Aérea Azul teve problemas mecânicos e precisou fazer um pouso de emergência no aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mobilizando equipes de socorro, na tarde dessa quinta-feira. De acordo com fontes ligadas à operação do terminal, o voo 5084 veio do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com pouso marcado para as 13h20 na Grande BH. No meio do trajeto, um dos dois motores teria parado, obrigando o piloto a voar com um só motor até o destino. A empresa aérea não informou quantos passageiros estavam a bordo, mas o modelo Embraer A190 costuma transportar entre 70 e 90 pessoas. Depois de passar por Minas, a aeronave seguiria para Vitória.

“Não houve maiores problemas. O avião pousou bem, sem ferir ninguém. O estresse maior foi pelo fato de os passageiros terem notado que a aeronave apresentava problemas enquanto os levava, o que fica ainda mais dramático depois que veem a pista cheia de bombeiros e paramédicos, mobilizados nesse tipo de emergência”, disse uma dessas fontes, que não tem autorização para se identificar, mas estava no local no momento do pouso.

Por meio de nota, a Azul Linhas Aéreas informou apenas que a aeronave que fez o voo 5084 “apresentou problemas técnicos e está em manutenção. Em decorrência disso, o voo 5048, de Confins para Vitória, foi cancelado”. A empresa não confirmou se o problema técnico seria mesmo a perda de um motor em pleno voo. Segundo o texto, os clientes da rota cancelada foram reacomodados em outros voos da companhia. “A Azul lamenta eventuais transtornos ocorridos aos seus clientes, porém ressalta que ações como essa são necessárias para conferir a segurança de suas operações”, finaliza o comunicado.
EM.COM.BR

Luan Santana posa com seu jatinho: “Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!”



Luan Santana posa com seu jatinho: “Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!” - Reprodução

Luan Santana está feliz com a volta de seu avião  particular, que voltou do conserto. O cantor sertanejo até posou para uma foto em frente ao seu ‘brinquedinho’ e postou em seu Instagram.
“Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!”
O avião do ‘meteoro’ foi comprado em outubro de 2010 depois de passar pro alguns sufocos com os atrasos de voos nos aeroportos brasileiros. Na época, ele chegou a dar o apelido ao jatinho de Bicuço, em homenagem ao pássaro gigante do feiticeiro Harry Potter.
Um ano depois de ter adquirido o bem, Luan passou por um grande problema no ar com seu avião quando saiu de Londrina  com destino a Macaé, no Rio de Janeiro, e teve de fazer um pouso forçado em São José do Rio Preto, em São Paulo. Na época, nada de grave aconteceu, mas o sertanejo levou um baita susto.
O FUXICO

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O desempenho das maiores aéreas brasileiras em fevereiro



Desde o início do ano, cerca de 12 milhões de pessoas já viajaram pelo Brasil em voos domésticos e, segundo dados de Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), as companhias de menor porte, como AviancaAzul e Trip, têm ganhado participação de mercado da TAM e GOL
A participação conjunta das três empresas em fevereiro somou 23,8%, ante 20,8% na comparação com o mesmo período de 2012. Para Adalberto Febeliano, consultor da Abear, a variação de 3% confirma a tendência de menor concentração no mercado e do avanço do transporte regional no país.
Veja, a seguir, o desempenho das cinco maiores companhias aéreas brasileiras, segundo a Abear.
 
12 HORAS

Comissão da Verdade investigará falência da Panair


Panair - museu TAM

A Comissão Nacional da Verdade (CNV) promove no próximo sábado (23), no Rio, com a participação de advogados e historiadores, uma audiência pública para debater a responsabilidade do governo fedederal na falência da companhia aérea Panair do Brasil, decretada durante a ditadura militar (1964-1985).

A firma pertencia aos empresários Celso da Rocha Miranda e Mario Wallace Simonsen, que apoiavam Juscelino Kubitschek, presidente da República de 1956 a 1961 e opositor do regime. Em 10 de fevereiro de 1965, sem qualquer aviso prévio, o governo militar cassou todas as licenças de voo da Panair. Cinco dias depois foi decretada a falência da empresa, que tinha 5.000 funcionários. A alegação era de que a Panair estava em grave situação econômica, o que representaria risco à segurança dos voos. No entanto, meses antes a Aeronáutica havia emitido documento comprovando a regularidade da empresa.

Simonsen morreu 37 dias após a decretação da falência. Rocha Miranda discutiu o caso na Justiça até morrer, em 1986. A empresa ainda existe e é dirigida por Rodolfo da Rocha Miranda, filho de Celso, mas seus únicos contratados são advogados que ainda discutem judicialmente a responsabilidade pela falência. No ano passado, com base na Lei de Acesso à Informação, Rodolfo conseguiu documentos produzidos durante a ditadura pela Aeronáutica e pelo Ministério da Fazenda que relatam manobras praticadas pelo governo militar para garantir a falência da Panair. Uma delas foi a norma que proibiu empresas aéreas de entrar em concordata. O herdeiro da Panair encaminhou esses documentos à CNV.

“Não penso em ressarcimento, em cobrar alguém pelos prejuízos. Quero esclarecer esse caso, que o Estado reconheça que a falência da Panair não foi culpa de seus donos, mas sim uma manobra da ditadura. São 48 anos com essa história entalada na garganta”, diz Rodolfo, de 63 anos. Ele não descarta lançar produtos com a marca da Panair e até uma minissérie sobre a empresa.

Segundo Rosa Cardoso, integrante da CNV, mesmo se ficar demonstrado o prejuízo causado aos empresários, a investigação não vai gerar responsabilização criminal de ninguém, por imposição da Lei de Anistia, de 1979. “Mas é importante resgatar essa história.” Esse será o primeiro caso de empresa investigada pela Comissão, que deve concluir seus trabalhos em maio de 2014.
PODER AÉREO

Caso Webjet: Gol rejeita mediação


O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e o Sindicato dos Aeroviários, reuniram-se em Brasília a convite da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para uma mesa de negociação com a VRG//Gol.

Apesar das cobranças dos trabalhadores, a GOL não demonstrou interesse em cumprir a decisão judicial nem em discutir as formas para diminuir o prejuízo social criado com o término das operações da Webjet .

O SNA sugeriu que o Ministério aguarde o cumprimento da decisão judicial que obriga a cia a readmitir os trabalhadores antes de agendar uma nova reunião.

SNA

Mercado aéreo dobrará de tamanho até 2020


Até 211 milhões de passageiros devem ser transportados em 976 aviões através de 795 rotas domésticas
O mercado de transporte aéreo pode dobrar até 2020, atingindo 211 milhões de passageiros, 976 aeronaves e 795 rotas domésticas, segundo o estudo Aviação Brasileira - Agenda 2020, divulgado nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e realizado pela consultoria Bain & Company. Mas, para isso, a Abear aponta que são necessários até R$ 93 bilhões em investimentos, seja por parte das companhias aéreas, com renovação de frotas e tecnologia, seja na melhoria da infraestrutura aeroportuária, além de potenciais alterações referentes ao preço dos combustíveis e à regulação do setor.

Do montante total de investimentos estimados, entre R$ 26 bilhões e R$ 36 bilhões se referem a investimentos privados. A Abear aponta que até 526 aeronaves seriam adicionadas à frota atual de 450 aviões. Além disso, os recursos contemplam investimentos em aprimoramento aos canais de atendimento aos consumidores, como terminais de autoatendimento, e tecnologia para melhoria da gestão operacional e segurança de voo.

Já os investimentos públicos são estimados entre R$ 42 bilhões e R$ 57 bilhões, e serão destinados principalmente à ampliação de aeroportos e construção ou reativação de outros 73, passando de 96 aeródromos a 169 em 2020. Também são previstos investimentos na modernização e expansão do sistema de controle de tráfego.

Esse estudo foi apresentado na semana passada à presidente Dilma Rousseff pela Abear, que sugeriu a abertura de uma mesa permanente de diálogo para debater temas e metas ligados ao setor, com representantes da Casa Civil, Secretaria de Aviação Civil e ministérios da Justiça, Fazenda e Indústria e Comércio, além da associação. Segundo o presidente da entidade, Eduardo Sanovics, a proposta foi bem-recebida pelo governo. A expectativa do executivo é de que a primeira reunião aconteça em abril.

jornal do comércio

Mulher é barrada ao tentar entrar em avião com girinos na boca


Uma mulher foi barrada em um aeroporto de Guangzhou, na China, no último fim de semana, ao tentar enganar seguranças e entrar em um avião com girinos na boca.

Os funcionários do local pediram à passageira que esvaziasse uma garrafa que carregava, pois as leis locais não permitem que embarquem com líquidos.
A mulher fingiu beber a água e a manteve na boca. Os seguranças estranharam e pediram para que ela cuspisse o líquido de volta na garrafa e, então, acharam girinos.


De acordo com o jornal chinês Southern Metropolis Daily, ela disse à segurança que havia ganhado os bichinhos de um amigo e não queria se desfazer deles.
No fim, a mulher teve de retornar à Coreia do Sul, seu destino, sem os girinos.

Galileu

Raio atinge avião da Itália









Tudo não passou de um susto, um valente susto, durante a aproximação do avião ao aeroporto de Genebra, cidade onde a "squadra azzurra" defronta o Brasil.
O avião que transportou a seleção de Itália para Genebra, Suíça, foi atingido por um raio quando fazia a aproximação ao aeroporto suíço.

A notícia foi avançada pela imprensa italiana, que no entanto também deu conta de que ninguém ficara ferido. Apenas, assustados com o que sucedera,

A "squadra azzurra" encontra-se em Genebra para defrontar o Brasil na quinta-feira.
 o jogo.pt

Novo ministro da Aviação quer privatizar mais aeroportos

O novo ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, após cerimônia de posse
O novo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, após cerimônia de posse
Brasília - O governo federal deve realizar novas concessões de grandes aeroportos à iniciativa privada. 


O novo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, afirmou ontem ao ‘Estado’ ser favorável a mais concessões de terminais às empresas e consórcios privados, sinalizando uma ruptura com a ordem anterior, que era terminar as privatizações com os leilões de Galeão (RJ) e Confins (MG), previstos para o fim deste ano.
"Fizemos três primeiras concessões (Viracopos, Guarulhos e Brasília), depois o governo colocou o pé no freio para analisar os resultados, acertar os eventuais erros, e só então anunciou as duas concessões mais recentes. Agora devemos ter mais, porque há mercado para isso", afirmou Moreira Franco, que assumiu a SAC no sábado.
Em janeiro, seu antecessor Wagner Bittencourt afirmara que novas concessões estavam fora de cogitação.
De acordo com o novo ministro da Aviação Civil, fundos de pensões e empresas do setor de seguro devem ser motivadas pelo governo a participar dos leilões dos terminais.
Além disso, a SAC deve promover uma espécie de "road show" - um conjunto de seminários - para trazer ao Brasil operadores internacionais de aeroportos e discutir práticas de gestão.
"Vamos aplicar R$ 7,4 bilhões para viabilizar 270 aeroportos regionais, então é natural que precisamos com isso qualificar uma quantidade imensa de trabalhadores do setor aeroportuário para uma nova fase, onde a demanda dos passageiros será ainda maior, e a malha será expandida", disse o ministro.
Em dezembro, o governo lançou um pacote para estimular a aviação regional, que, além dos investimentos na renovação de 270 pequenos terminais, terá também R$ 1 bilhão em subsídios para estimular companhias a fazer essas rotas regionais.
exame.com

sábado, 9 de março de 2013

Confirmada a 10.ª edição da Labace 4 de março de 2013 Filed under Eventos, Notícias, Últimas Noticias Posted by Aviação Brasil (Redação) Foto: Enos Moura Filho Já está confirmada a 10.ª edição da Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition) que será realizada mais uma vez no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O evento, que já é o segundo do mundo no segmento de aviação executiva, acontecerá entre os dias 14 e 16 de agosto. Agora a ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), organizadora do evento, começa a finalizar o material de divulgação e poderá começar a fechar os acordos com os expositores a partir da segunda quinzena de março. Para o diretor-geral da ABAG, Ricardo Nogueira, a liberação do espaço “para o maior evento para a aviação executiva no hemisfério sul permite que a feira siga sua trajetória sem descontinuidade, e que o Brasil permaneça no calendário internacional de grandes feiras de aviação.” No ano passado, a Labace contou com 190 expositores de todo o mundo, 70 aeronaves na área estática da feira e recebeu mais de 16 mil visitantes.


Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
Já está confirmada a 10.ª edição da Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition) que será realizada mais uma vez no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O evento, que já é o segundo do mundo no segmento de aviação executiva, acontecerá entre os dias 14 e 16 de agosto.  Agora a ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), organizadora do evento, começa a finalizar o material de divulgação e poderá começar a fechar os acordos com os expositores a partir da segunda quinzena de março.
Para o diretor-geral da ABAG, Ricardo Nogueira, a liberação do espaço  “para o maior evento para a aviação executiva no hemisfério sul permite que a feira siga sua trajetória sem descontinuidade, e que o Brasil permaneça no calendário internacional de grandes feiras de aviação.”
No ano passado, a Labace contou com 190 expositores de todo o mundo, 70 aeronaves na área estática da feira e recebeu mais de 16 mil visitantes.
FONTE: Aviação Brasil.

Novo evento para aeroportos em junho



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Os próximos anos serão decisivos para o setor aeroportuário do Brasil e o ITA (Instituto Tecnológico deAeronáutica) tomou a iniciativa de criar um canal com a sociedade governamental e civil, conectando também o setor empresarial do país e do exterior.
Para debater e compartilhar as melhores práticas, visões, concessões e investimentos para o setor, o ITA vai realizar o AEROBRASIL 2013, um megaevento destinado a apresentar soluções e tendências tecnológicas para o setor aeroportuário brasileiro. Além de dividir novidades internacionais, como as adquiridas durante a “Passenger Terminal – Expo 2013” em Genebra, na Suiça, o maior evento mundial nesse campo.
O evento será realizado no auditório da Fecomercio, em São Paulo, dia 27 de junho, e vai reunir autoridades governamentais, especialistas internacionais, consultorias, além de operadores aeroportuários, construtores, gestores e administradores aeroportuários, assim como empresas de tecnologia e soluções, investidores e imprensa especializada.
“O evento vai compartilhar visões de grandes nomes sobre estudos e rumos da economia mundial, o Brasil e sua dinâmica emergente, a avaliação e o ponto de vista de investidores e o setor aeroportuário, seus desafios e oportunidades”, explica o diretor geral do projeto e membro do conselho consultivo, Marcelo Castro.
Durante o AeroBrasil 2013, o ITA também vai comemorar 63 anos e divulgará seu plano estratégico e a expansão da atuação no desenvolvimento tecnológico do país, assim como a ampliação da Instituição e sua capacidade técnico-científica e acadêmica.
Entre outros destaques que estarão presentes no evento está o acordo com MIT (USA) e a instalação de uma unidade no ITA, que permitirá uma aceleração nos estudos e projetos de infraestrutura do Brasil e sua condução, além da criação de um superlaboratório para pesquisas aeroespaciais avançadas, consolidando a 3ª posição de indústria mundial de aviões a jato do mundo.
Mais informações e programação completa do evento no www.aeroportobrasil.com.br
FONTE: Aviação Brasil.

Segundo a IATA, 2012 foi o melhor ano da história na melhoria contínua da segurança



Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, sigla em inglês) anunciou que a taxa de acidentes globais de 2012 para jatos feitos no Ocidente foi a menor da história da aviação.
·         A taxa de acidentes globais de 2012 para jatos feitos no Ocidente (calculada a partir da perda de fuselagem por milhão de voos em jatos feitos no Ocidente) foi de 0,20, o equivalente a um acidente a cada 5 milhões de voos.
·         Isso representa uma melhora de 46% em comparação a 2011, quando a taxa de acidentes foi de 0,37, ou um acidente a cada 2,7 milhões de voos.
·         As 240+ companhias aéreas, que são membros da IATA, não tiveram perda de fuselagem de jatos produzidos no Ocidente em 2012.
“O desempenho de segurança de 2012 foi o melhor da história. A cada dia, aproximadamente 100 mil voos chegam com segurança a seu destino. Companhias aéreas, aeroportos, provedores de serviços de navegação aérea, fabricantes e reguladores de segurança trabalham juntos para garantir que cada voo seja o mais seguro possível. A dedicação e a cooperação de todos eles fizeram com que os voos aéreos sejam excepcionalmente seguros. Ainda assim, há trabalho a ser realizado. Cada acidente é mais que o ideal e cada fatalidade é uma tragédia humana. A primeira empresa de voos comerciais começou em 1º de janeiro de 1914. Desde essa época, todos na indústria aérea têm a melhoria de segurança como sua primeira prioridade”, disse Tony Tyler, diretor e CEO da IATA.
Segurança em números:
·         Aproximadamente 3 bilhões de pessoas voaram com segurança em 37,5 milhões de voos (29,8 milhões em jets, 7,7 milhões em turboprop)
·         75 acidentes (todos os tipos de aeronaves, feitas no Ocidente e Oriente), abaixo dos 92 registrados em 2011
·         15 acidentes fatais (todos os tipos de aeronaves) ante 22 em 2011
·         6 acidentes de perda de fuselagem envolvendo jets feitos no Ocidente, comparado aos 11 de 2011
·         3 acidentes de perda de fuselagem fatais envolvendo jets feitos no Ocidente, frente aos 5 de 2011
·         414 fatalidades ante 486 em 2011
·         A taxa de fatalidade aumentou levemente para 0,08 por milhão de passageiros, na comparação com os 0,07 de 2011, baseada em operações de jets feitos no Ocidente
·         Companhias aéreas que são membros da IATA tiveram desempenho acima da média da indústria em acidentes de todos os tipos de aeronaves (0,71 acidentes a cada milhão de voos comparados a 2,01), com 13 dos 75 acidentes.
Companhias aéreas que estão no Registro de Auditoria de Segurança Operacional (Operational Safety Audit Registry, com a sigla IOSA) tiveram acidentes com perda de fuselagem em jets feitos no Ocidente. A taxa total de acidentes (todos os tipos de aeronaves) em empresas registradas na IOSA foi 4,3 vezes melhor que as taxas de empresas que não fazem parte da IOSA (0,96 versus 4,11). Atualmente, 381 companhias aéreas estão nos registros da IOSA (www.iata.org/registry). Para as 240+ companhias aéreas da IATA, a IOSA é um requisito para se afiliar à associação. As quase 140 companhias aéreas que não são membros, mas estão no registro, indicam que a IOSA se tornou uma referência global para o gerenciamento da operação de segurança de companhias aéreas.
“Uma vez mais, a IOSA demonstrou seu impacto positivo na segurança da aviação. Empresas que estão no registro da IOSA apresentaram taxa de acidentes mais de quatro vezes melhor do que a das empresas que não estão registradas. Não somente as empresas registradas na IOSA tiveram uma taxa menor de acidentes, mas os acidentes foram também menos severos em termos e fatalidades e danos às aeronaves”, afirmou Tyler.
Durante 2012, a IATA continuou seu trabalho com as empresas associadas para desenvolver o Enhanced IOSA, que adiciona uma dimensão maior com foco em um programa de qualidade interna de companhias aéreas para implantar metodologia de auditoria própria baseada nos princípios da IOSA.
Destaques regionais – Taxas de perda de fuselagem em jets feitos no Ocidente
·         As seguintes regiões tiveram melhor desempenho que a taxa de 0,20 de perda de fuselagem de jets feitos no Ocidente: Comunidade dos Estados Independentes (0,0), Europa (0,15), Oriente Médio e Norte da África (0,0), América do Norte (0,0) e Norte da Ásia (0,0).
·         As seguintes regiões tiveram melhor desempenho em 2012, comparado a 2011: Comunidade dos Estados Independentes (de 1,06 para 0,0), América Latina e Caribe (de 1,28 a 0,42), Oriente Médio e Norte da África (2,02 para 0,0) e América do Norte (de 0,10 para 0,0).
·         As seguintes regiões tiveram queda na melhoria de desempenho em 2012, comparada a 2011: África (de 3,27 para 3,71), Ásia-Pacífico (de 0,25 para 0,48) e Europa (de 0,0 para 0,15).
·         América Latina e Caribe tiveram seu segundo ano de melhora consecutiva (0,42 ante 1,28), mas a taxa da região ainda é mais alta que a média mundial.
·         África registrou taxas mais altas, de 3,27 em 2011 para 3,71 em 2012, e ainda é o pior desempenho por longa margem.
A taxa de perda de fuselagem na África em jatos feitos no Ocidente foi maior em comparação com 2011 (3,71 versus 3,27). A taxa de acidentes na região para todos os tipos de aeronaves mais que dobrou (12,44 acidentes por milhão de voos contra 6,17 acidentes por milhões de voos em 2011), com 13 acidentes em 2012 (versus 8 acidentes em 2011). Empresas aéreas registradas no IOSA não tiveram acidentes.
“A África é continente dividido em performance. Empresas aéreas registradas no IOSA estão desempenhando acima ou dentro das taxas médias da indústria. Mas o desempenho geral do continente está longe de estar satisfatório. Deveria ser seguro voar na África como em qualquer outra parte do mundo”, ressaltou Tyler.
Em maio de 2012, a IATA, a Organização Internacional de Aviação Civil (International Civil Aviation Organization, com sigla ICAO) e outras organizações firmaram um compromisso com o Plano de Ação de Melhoria Estratégica na África, que objetiva focar em deficiências de segurança e reforçar a regulamentação na região até 2015. O plano foi endossado como parte da “Abuja Declaration” da reunião ministerial sobre a Segurança da Aviação da União Africana em julho, e endossada na Assembleia da União Africana em janeiro de 2013.
“Os stakeholders estão unidos e comprometidos em levar toda a África aos níveis mundiais de segurança por meio da adoção de padrões mundiais. A Abuja Declaration é um passo-chave para esse caminho”, disse Tyler. A adoção da IOSA é mandatória para os Estados africanos chegarem ao sucesso desse plano.
Análise de acidentes
Acidentes em que aviões saem da pista durante pouso ou decolagem foram os mais comuns em 2012 (28% do total de acidentes). A maioria deles (82%) ocorrem depois de uma aproximação estável em que a aeronave flutua além do ponto normal em que deve tocar a pista, ou porque o sistema de freios não é ativado no tempo certo, ou porque o controle direcional não foi mantido depois do pouso.
Esse tipo de acidente continua a ser um desafio para a indústria. Apesar do aumento da taxa desse tipo de acidente em 2012, a tendência dos últimos cinco anos é de queda (2008, 28; 2009, 23; 2010, 20; 2011, 17; 2012, 21). Em 2013, a IATA continuará a trabalhar com parceiros da indústria para dar suporte a seminários regionais sobre segurança em pistas e para atualizar o kit IATA Excursion Risk Reduction (RERR). Além disso, a IOSA agora requer que as empresas aéreas façam uso do programa de Flight Data Analysis (FDA), que pode ajudar a identificar o que provoca esse tipo de acidente.
Perda de controle durante o voo (LOC-I)
Esse não é um dos tipos mais comuns de acidente (em 2008, houve 14 acidentes por LOC-I, seguidos por: 2009, 9; 2010, 10; 2011, 8; 2012, 6). No entanto, acidentes LOC-I resultam no maior número de fatalidades (43% de todos os acidentes fatais e 60% de todas as fatalidades de 2008-2012). A IATA está trabalhando com parceiros da indústria para implantar um programa de prevenção de LOC-I que ajudará operadores a entender os fatores que estão envolvidos nesses eventos. Adicionalmente, esse programa norteará um melhor treinamento de pilotos e estabelecerá um processo de feedback dentro da IATA Training and Qualification Initiative (ITQI).
FONTE: Aviação Brasil.

Delta prossegue com seu crescimento no Brasil



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A Delta Air Lines apresentou requerimento junto ao DOT – Departamento de Transportes dos EUA para adicionar outros voos diretos entre São Paulo, Nova York e Atlanta, que são considerados mercados chave, aumentando assim a concorrência nos serviços aéreos entre os EUA e o Brasil. Se aprovada, a Delta vai ter uma segunda partida diária de voos de São Paulo para Atlanta e Nova York, em 2013.
“A Delta tem forte compromisso com o mercado latino-americano e queremos aumentar as opções de viagens de, e para São Paulo, que é o maior e mais importante mercado para viajantes de negócios do Brasil “, disse Nicolas Ferri, vice- presidente da Delta para América Latina e Caribe. “Nosso serviço ampliado significa mais opções para os clientes que voam entre esses mercados de negócios chaves e novos voos para nosso hub em Atlanta significam maior acesso à nossa rede que é líder da indústria doméstica”.
A Delta opera atualmente 35 voos semanais, sem escalas, entre o Brasil e os EUA, incluindo Atlanta, Detroit e Nova York-JFK e São Paulo, bem como de Atlanta para Rio de Janeiro e Brasília.
A proposta da Delta, de um segundo voo diário entre São Paulo e o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, salienta outro passo importante no plano da companhia de investir e crescer em Nova York. O novo voo vai operar a fora do expandido e melhorado Terminal Internacional 4, que é fruto de um projeto de expansão de US$ 1,4 bilhões e que deve abrir suas portas dentro de 90 dias. .
Em seu pedido, a Delta também solicitou a aprovação para continuar o seu serviço diário sem escalas entre seu hub em Detroit e São Paulo. O direito de operação da Delta para essa linha vai ser transferido à US Airways, em 2015, como parte de uma operação de transferência previamente aprovada que permitiu a Delta se expandir no aeroporto de LaGuardia, em Nova York.
Esta é a primeira vez em mais de uma década que o Departamento de Transportes tem a oportunidade de alocar novas frequências de São Paulo. Essas oportunidades surgem como resultado direto do sucesso do governo dos EUA na negociação de um novo contrato de serviço aéreo com o Brasil, o qual se espera que resulte em um acordo pleno de “Céus Abertos” em 2015.
As novas frequências serão oferecidas com aeronaves 767-300ER da Delta, equipadas com assentos flat-bed, sistema de entretenimento de vídeo on demand e com os premiados cardápios e carta de vinhos “, disse Ferri. O 767 tem capacidade para 210 passageiros sendo 35 na Business Elite, 32 na Economy Comfort e 143 assentos na classe econômica.
FONTE: Aviação Brasil.

TAM estreia novo vídeo de segurança a bordo de todos os voos



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A partir deste mês será exibido aos passageiros a bordo de todos os voos domésticos e internacionais da TAM Linhas Aéreas um novo vídeo de segurança. O objetivo é apresentar de uma forma mais dinâmica, antes da decolagem, todas as informações para a segurança e o bem-estar durante o voo, incluindo os procedimentos necessários para atuar em situações de emergência.
O novo filme foi produzido no formato de animação digital e a sua criação é assinada pela agência Y&R, em parceria com o departamento de Marketing e a Diretoria de Segurança Operacional da TAM Linhas Aéreas. Ao todo, o vídeo tem duração de dois minutos e dez segundos e pode ser visto no link http://migre.me/dwr9t.
“Há quase seis anos, apostamos em animações para dar boas-vindas a bordo e para transmitir todas as informações de segurança de uma forma mais atraente e interessante. O novo vídeo é uma evolução deste material, que está agora totalmente em sintonia com a atmosfera jovem das nossas aeronaves. Este salto tecnológico reforça o nosso compromisso de oferecer um serviço com excelência em qualidade e em segurança”, afirma Eduardo Costa, diretor de Marketing da TAM Linhas Aéreas.
Descontraído e mais ágil, o filme contempla todas as instruções de segurança exigidas pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). Além disso, a TAM teve o cuidado de oferecer áudio e legendas em até quatro idiomas por voo, com opções em português, inglês e espanhol, além da língua oficial do país de destino ou origem do voo. Viajando do aeroporto de São Paulo/Guarulhos para Milão (Itália), por exemplo, os passageiros assistirão ao vídeo com áudio em português e legendas em espanhol para, em seguida, conferir novamente as instruções exibidas com áudio em inglês e legendas em italiano.
A estética adotada no novo filme faz uso de elementos artísticos modernos, além dos recursos mais atualizados da animação. O resultado são mensagens capazes de reter a atenção dos viajantes. Como quem narra uma história a bordo, o filme traz uma família que ingressa em uma aeronave da TAM e se prepara para o início de seu voo. Para conferir mais dinamismo e interatividade a estas representações, a aeronave exibida na animação ganha movimentos de câmera especiais na medida em que as instruções de segurança são exibidas. Isto acontece porque, para informar cada um dos procedimentos de segurança, são adotadas diferentes perspectivas de observação do interior do avião e dos “personagens passageiros” do filme.
“O conteúdo segue fielmente a legislação vigente. Mas, neste caso, buscamos a diferenciação por meio da forma. Assim, chegamos a uma peça criativamente inédita e eficaz, principalmente no que diz respeito à assimilação das informações”, diz Rui Branquinho, vice-presidente de Criação da Y&R.
Já para assegurar a excelência artística e tecnológica da produção, foi realizada uma extensa pesquisa de campo, que incluiu a seleção de referências bem-sucedidas da animação cinematográfica. Destaque também para a contribuição da produtora Vetor Zero I Lobo, que já conta com um histórico de sucesso neste segmento.
FONTE: Aviação Brasil.

Filho do fundador da TAM vende Óticas Carol a fundo inglês por R$ 108 milhões



Marcos Amaro entrou no negócio em 2008, investiu R$ 40 milhões e dobrou tamanho da rede

Pedro Carvalho - iG São Paulo 

Divulgação
Amaro, que vai dedicar mais tempo à carreira de artista plástico: "bem mais divertido que óticas"
Marcos Amaro, 28 anos, filho do comandante Rolim Amaro, fundador da TAM, vendeu sua participação de 95% nas Óticas Carol ao fundo inglês 3i, por R$ 108 milhões.
Os outros 5% permanecem nas mãos de Ronaldo Pereira, presidente-executivo da empresa. No negócio, ele também recebe opções de compra de ações, que permitirão que aumente essa participação no futuro, caso cumpra metas.
O empresário se tornou sócio das Óticas Carol em 2008, aos 23 anos. Em quatro anos, comprou quase todo o capital da empresa do fundador, Odilon Santana. Amaro afirma ter investido, ao todo, cerca de R$ 40 milhões no negócio.
No comando da companhia, ele fez o número de lojas saltar de 200 para 500. O faturamento anual chegou a R$ 260 milhões, o que coloca as Óticas Carol como uma das três grandes do setor – ao lado da Fototica e das Óticas Diniz.
Do total de lojas, apenas oito são próprias e as demais são franquias. O que foi vendido ao fundo inglês são as lojas próprias, a marca, o centro de distribuição e o laboratório de Barueri (SP). As unidades próprias estão concentradas em shoppings de São Paulo (cinco delas), no Rio de Janeiro (duas) e em Porto Alegre (uma loja).
Marcos Amaro, que não tem participação acionária na TAM (já possuiu 15% da empresa, mas vendeu gradualmente suas ações e há quatro anos saiu do negócio), também é artista plástico. Fez duas exposições no ano passado e mantém o Espaço Húmus, em São Paulo, onde apoia criadores de conteúdo digital sobre política, arte e cultura.
Reprodução/Website Oficial
Labirinto do Minotauro, de Amaro: fita adesiva, pincéis atômicos e colagem sobre papel cartão
"Do ponto de vista empresarial, vou dar um tempo. Estou no negócio de óticas há dez anos (antes das Óticas Carol, era representante dos óculos Tag Heuer no Brasil). Terei de ficar fora desse mercado, por acordo de não competição com os compradores", diz Amaro. "Certamente, vou dedicar mais tempo para a arte e a cultura. Cá entre nós, é bem mais divertido que o ramo das óticas", afirma.
O 3i é um fundo investidor focado no mercado de ações, infraestrutura e gerenciamento de débito na Europa, Ásia e Américas. Na compra das Óticas Carol, o fundo se associou a outros dois investidores institucionais: o Neuberger Berman, que tem cerca de US$ 200 bilhões em ativos sob gestão, e o Siguler Guff, sediado em Nova York (EUA), com US$ 10 bilhões em ativos.
Amaro sinaliza que a entrada de investidores deve acelerar o crescimento do negócio, possivelmente por meio de aquisições. O setor é muito pulverizado, com mais de 20 mil óticas diferentes no País. "Imagino que (a compra de concorrentes) possa acontecer, mas, no primeiro momento, os investimentos devem ser feitos na 'base' da empresa, como em treinamento e pesquisa", afirma.
“As Óticas Carol têm um posicionamento singular no mercado brasileiro de óculos. Seu modelo diferenciado de negócio vai dar à companhia condições de expandir rapidamente pelo País”, afirma, por comunicado, Marcelo Di Lorenzo, sócio, diretor-administrativo e chefe da 3i no Brasil. Em 2012, o fundo investiu R$ 100 milhões na brasileira Blue Interactive, do ramo de banda larga e TV a cabo. 
A meta, segundo o empresário e artista plástico, seria dobrar novamente o tamanho da companhia e chegar a mil lojas nos próximos cinco anos.
FONTE: IG

    sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

    Justiça manda Gol informar passageiros sobre cancelamentos


     
    A VRG Linhas Aéreas S/A, incorporadora da Gol Transportes Aéreas S/A, tem de cumprir imediatamente a decisão que obriga as empresas a informar aos passageiros, com duas horas de antecedência, atrasos e cancelamentos. A decisão é Justiça Federal Paulista.
    Em caso de descumprimento, a companhia terá de pagar uma multa de R$ 50 mil por dia. A decisão foi tomada pelo juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal em São Paulo, após a seccional paulista da Ordem dos Advogados (OAB) de São Paulo ter solicitado providências pelo não cumprimento da tutela antecipada de 2008, que determinou rigor nos horários dos voos.
    O juiz levou em consideração três fatores para a nova determinação: não haver notícia de que a tutela antecipada tenha sido expressamente suspensa e/ou revogada; já ter decorrido há mais de um mês o prazo que a própria Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) se propôs a cumprir na implantação de resolução dispondo sobre as providências a serem tomadas em caso de atrasos, cancelamento de voos e preterição de passageiros entre outros; e o consumidor dos serviços aeroportuários estar sendo desrespeitado de forma manifesta.
    Também foi determinado à Anac, Infraero e União que exerçam com rigor a fiscalização necessária ao cumprimento por todos da legislação que versa sobre a matéria.

    Fonte: IG.

    Passageiro pode pedir ressarcimento de valor pago à TAM e Gol


     
    O passageiro que utilizou as companhias aéreas Gol e TAM e se sentiu lesado pela cobrança de seguro de viagem pode recorrer à Justiça individualmente com base na multa aplicada nesta sexta-feira (8/2) pelo Ministério da Justiça. Cada empresa poderá desembolsar R$ 3,5 milhões pela irregularidade.
    Segundo especialistas ouvidos pelo iG, a medida é vetada pelo Código de Defesa do Consumidor. “O consumidor pode recorrer individualmente porque venda casada é proibida. Ele pode, inclusive, pedir o dinheiro de volta e em dobro”, disse Franco Mauro Brugioni, do Raeffray Brugioni Advogados.
    De acordo com o Ministério da Justiça, durante o processo de investigação ficou comprovado que a contratação do seguro “assistência viagem” era um serviço pré-selecionado pelo site das empresas e vinculado a compra da passagem. Cabia ao consumidor, caso não quisesse adquirir o produto, desmarcar o item selecionado antes de efetivar o pagamento.
    Segundo o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, o procedimento levava o consumidor ao erro.
    “Deixar o item da venda do seguro pré-selecionado no sistema induz o consumidor a erro e demonstra falta de lealdade e transparência do fornecedor para com o consumidor”, concorda Marco Antonio Araujo Junior, vice-presidente acadêmico e professor de Ética Profissional e Direito do Consumidor no Damásio Educacional.
    Os consumidores que foram lesados pela prática de venda casada realizada pelas companhias aéreas poderão recorrer aos Juizados Especiais para solicitar o ressarcimento dos valores pagos.
    Mas é importante que aqueles que compraram passagens e queiram ir à Justiça observem o prazo da decisão anunciada pelo Ministério da Justiça. É o que alerta Fernando Nery, do Braga e Balaban Advogados.
    “Como a decisão se refere a ocorrência de 2008, eles devem provar que adquiriram as passagens nas condições citadas pelo Ministério da Justiça e que só tiveram ciência do dano com a comunicação do fato na imprensa. O prazo para indenização moral é de três anos”, salientou.

    Fonte: IG

    Ministério da Justiça multa Gol e TAM por venda de passagens com seguro




     
    As empresas Gol Transportes Aéreos S.A. e a TAM Linhas Aéreas S.A. receberam da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon/MJ), por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), multas de R$ 3,5 milhões, cada, por irregularidades na venda de passagens aéreas em conjunto com seguro de viagem.
    De acordo com o DPDC do Ministério da Justiça, que enviou nota à imprensa sobre o caso, durante o processo de investigação ficou comprovado que a contratação do seguro “assistência viagem” era um serviço pré-selecionado pelo site das empresas e vinculado a compra da passagem. Cabia ao consumidor, caso não quisesse adquirir o produto, desmarcar o item selecionado antes de efetivar o pagamento.
    Segundo o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Amaury Oliva, o procedimento levava o consumidor ao erro.
    “Ao adquirir passagens aéreas e pagar as taxas, consumidores eram induzidos a comprar o seguro de viagem. A prática de venda casada, além de ofender o princípio da boa-fé objetiva, viola os direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor”, explica.
    Para ele, o mercado de consumo maduro pressupõe relações pautadas na transparência, lealdade e respeito ao consumidor. “É dever do fornecedor garantir a informação clara e adequada sobre os serviços e produtos que comercializa, permitindo que o consumidor exerça efetivamente seu direito de escolha. Não podemos admitir que o brasileiro seja induzido a adquirir algo que não precisa ou não quer”, ressalta Oliva.
    A aplicação da multa levou em consideração os critérios do Código de Defesa do Consumidor, a perpetuação do tempo da prática abusiva e a coletividade atingida. Os valores devem ser depositados em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e serão aplicados em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.
    O outro lado
    Em nota, a GOL informou que “este tema foi negociado e regulado pelo Ministério Público de São Paulo por meio de um Termo de Ajuste de Conduta firmado em dezembro de 2008 e cumprido rigorosamente desde então”. “A companhia irá recorrer da decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ) no prazo estabelecido para recurso”, disse a empresa por meio de sua assessoria de imprensa.
    A TAM também mandou nota sobre o caso. Confira:
    “A TAM esclarece que, em relação à decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – DPDC, apresentará seus esclarecimentos diretamente ao órgão. A companhia informa ainda que, durante o processo de compra de passagem em seu site, oferece o seguro viagem, não estando o produto vinculado à compra de passagem. A aquisição ou não do serviço é uma decisão do passageiro.”

    Fonte: IG.