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quarta-feira, 27 de março de 2013

Gol passa a cobrar por serviço de bordo em voos domésticos após prejuízo bilionário


O registro de prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012 levou a empresa Gol a acabar com serviços de bordo gratuito em todos os voos domésticos até o mês de maio deste ano. A medida visa diminuir os gastos e, ao mesmo tempo, obter mais receita. De graça, os passageiros receberão um copo de água, quando pedido.

A perda apresentada em 2012 equivale ao dobro do prejuízo do ano anterior. Nos quatro últimos meses do ano passado, a empresa teve queda de R$ 447,1 milhões devido a alta no preço do combustível e aos gastos extras com o fim da Webjet.

Os voos nacionais representam 95% das operações da Gol, a única empresa a oferecer serviço de bordo pago no Brasil. As demais empresas, como TAM, Avianca e Azul, têm serviço grátis. Desde essa segunda-feira (25), o cardápio pago foi estendido para voos da ponte aérea entre os aeroportos Santos Dumont e Congonhas. Neles, a opção grátis é apenas para água. Até a semana passada, essa ponte aérea oferecia também refrigerante, amendoim e suco.

O combustível, considerado outro fator contribuinte para o prejuízo, cresceu 18% em dois anos. A Gol cita ainda a alta do dólar e o aumento de mais de 30% nas tarifas aeroportuárias como pontos prejudiciais à empresa.
TRIBUNA DO NORTE

Projeto Avianca Cultural renova patrocínio com a Orquestra Petrobrás Sinfônica para temporada 2013


Com direção artística de Isaac Karabtchevsky, temporada 2013 será composta por duas séries com apresentação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Projeto Avianca Cultural renova patrocínio com a Orquestra Petrobrás Sinfônica para temporada 2013

Companhia aérea que mais cresce no Brasil, a Avianca acaba de renovar, pelo segundo ano consecutivo, patrocínio com a Orquestra Petrobrás Sinfônica para a temporada 2013. Como parte do projeto Avianca Cultural, criado em 2011 com o objetivo de apoiar manifestações artísticas de diversos segmentos, a companhia apoiou, ao longo de 2012, mais de 30 projetos, como peças teatrais, musicais (Tim Maia – Vale Tudo, O Musical, Alô, Dolly!, Cabaret, Fame, entre outros) ,a exposição “Dores da Colômbia”, de Fernando Botero e o Festival de Cinema de Gramado, entre outros.

De acordo com o Vice-Presidente Comercial e de Marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni, o objetivo é intensificar o apoio em 2013 e renovar parcerias: “Cultura faz parte do DNA da Avianca. Realizamos inúmeras parcerias positivas em 2012 e com certeza, ao longo de 2013, haverá novas ações de grande visibilidade. Apoiamos as manifestações culturais que têm aderência com nossos valores e com isso esperamos dar oportunidade de acesso às artes aos brasileiros”, explica Gargioni.

Na temporada 2013, Orquestra Petrobrás Sinfônica irá apresentar 10 concertos divididos em duas séries: Djanira, às sextas-feiras à noite, e Portinari, aos sábados à tarde, no Theatro Municipal do Rio. A temporada celebra os 200 anos de Richard Wagner e os 100 anos de nascimento de Benjamin Britten. Mais informações sobre a Orquestra e assinatura da temporada 2013 podem ser vistas no site www.petrobrasinfonica.com.br .

PORTAL DA PROPAGANDA

Indústria pedirá em reunião que Anac libere voo de 'drones' de menor porte


Representantes de empresas fabricantes de drones – veículos aéreos não tripulados (vant, na sigla em português) – têm reunião marcada para o dia 4 de abril com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para discutir a regulamentação para o uso civil e com fins comerciais deste tipo de equipamento no país.

O objetivo inicial do setor é classificar os diferentes tipos de vants e flexibilizar as regras de operação para modelos de menor porte.

Na segunda-feira (25), levantamento inédito feito pelo G1 apontou que mais de 200 drones voam no Brasil sem regras definidas.

 O número foi obtido a partir de informações passadas por fabricantes, importadores, empresas e órgãos de governos estaduais.

Entenda a proposta da indústria apresenta à Anac para uso comercial
1 - Classificação que difere drones por peso

Classe A - 2 kg ou menos
Classe B - entre 2 kg e 7 kg
Classe C - entre 7 kg e 25 kg
Classe D - entre 25 kg e 150 kg
Classe E - Acima de 150 kg
2 - Diferenciar as regras para cada classe
3 - Vants das classes A, B e C podem operar sem licença de voo ou notificação para FAB
4 - Classes A e B podem operar sem precisar de certificado de aeronavegabilitade
5 - O voo não pode ser autônomo, tem que alcançar distância máxima de 500 metros e altitude máxima de voo de 150 metros
6 - Voos não podem ultrapassar 150 metros de áreas povoadas e a 5,5 km de aeroportos
7 - As empresas que irão operar terão de ser certificadas e podem ser inspecionadas
8 - A licença será para operações de serviços de emergência, defesa civil, segurança, polícia, fotografia comercial, levantamento de dados, meio ambiente e agricultura.
Fonte: Abinde
Drones Tipos Arte 1 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Querendo lucrar depois dos investimentos de mais de R$ 100 milhões nos últimos anos, a Associação Brasileira de Indústria de Defesa (Abimde) entregou no último dia 14 de fevereiro à Anac um requerimento pressionando a agência a permitir voos com fins comerciais e até que vants operem sobre cidades, duas coisas que não são autorizadas atualmente.

As empresas brasileiras querem ainda que os aviões não tripulados de até 7 kg possam voar sem certificação e sem expedir Notam – a notificação enviada à Aeronáutica com pelo menos 30 dias de antecedência para reserva do espaço aéreo e para alertar pilotos de aeronaves tripuladas.

"Vamos discutir uma proposta que a Abinde apresentou à Anac, uma tentativa de ao menos categorizar os vants em diversos tipos e flexibilizar algumas regras para as aeronaves não tripuladas de menor porte, permitindo que indústria avance no país", disse Antonio Mendes de Oliveira Castro, presidente da comissão de vants da Associação Brasileira de Indústria de Defesa (Abimde), sobre a reunião que irá ocorrer em São José dos Campos (SP), onde várias indústrias do setor estão sediadas.

Segundo a Abinde, a Anac confirmou que vai à reunião. Um representante do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea) também deve participar da discussão, pois o órgão da Aeronáutica é responsável por autorizar o voo de drones.
A agência confirmou ter recebido a proposta da Abinde e informou que tem estudos sobre a regulamentação. A agência não confirmou quem seria seu representante na reunião com os empresários do setor.

Panorama atual
A Anac trata como aviões não tripulados apenas vants com peso superior a 25 kg, o que exclui boa parte dos drones produzidos no país.
A agência reconhece a importância do uso civil dos drones, tanto para a indústria como para a sociedade, mas afirma que, "devido aos novos desafios e características associadas ao voo remoto, são necessárias adequações na regulamentação deste tipo de aeronave para garantir níveis de segurança".
Na prática, apenas dois vants da Polícia Federal estão aptos a voar após terem recebido um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), expedido pela Anac para casos especiais, garantia de que a agência fez a avaliação do projeto técnico e de aeronavegabilidade, atestando as condições de segurança da aeronave.
As empresas pedem também que não seja exigido que as aeronaves portem transponders (que mostram no radar sua posição) ou sensores de localização, alegando que instrumentos com essas funções são caros e não seriam necessários para a segurança aérea.

"Não pretendemos entrar em detalhes técnicos específicos, mas uma estratégica para conduzir conjuntamente avanços na regulamentação de forma rápida", disse Oliveira Castro, representante da Abinde, destacando que as empresas esperam ouvir os argumentos da Anac e da Aeronáutica para tentar avançar nas negociações em busca de uma normatização.
"Pedimos que a regulamentação seja feita para todos aviões de até ou mais de 150 kg, pois é o parâmetro que a Europa usa. Só que precisamos com urgência que as classes menores, mais demandadas e com menor risco em caso de acidente por impacto, sejam autorizadas imediatamente, pois a regulação é muito mais simples", defende Ulf Bogdawa, diretor da SkyDrones Aviônica, um dos autores da proposta apresentada.
A Anac informou que não possui regulamentação específica relacionada à operação de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS) com fins lucrativos e que, quando recebe um pedido para isso, o caso não é caracterizado como aeronave experimental.
A agência não informa o número de vants operantes no Brasil porque o cadastro de aviões experimentais, usado para as aeronaves remotamente pilotadas, também engloba outros tipos de modelos, não sendo possível separar só os drones.
A chegada dos 'drones'
Os drones – zangão ou zumbido, em inglês – desempenham funções que antes dependiam de aviões e helicópteros tripulados, buscando maior eficiência e alcance, redução de custo e mais segurança (veja nos vídeos ao lado drones em ação no Brasil e voos dos dois tipos mais comuns).
A nova tecnologia virou polêmica nos Estados Unidos e em todo o mundo depois que o país desenvolveu avançados modelos armados e passou a usar regularmente os "aviões-robôs" para destruir alvos no Oriente Médio. Milhares de pessoas já foram mortas em ataques de drones, muitas delas inocentes, todas sem julgamento ou chance de defesa. Entre membros da Organização das Nações Unidas (ONU), a preocupação é de que mais países passem a utilizar os drones como arma, numa escalada das mortes à distância.
Apesar de popularizado pela controversa utilização militar, é o uso civil dos drones que pode transformar inúmeros serviços. Com formatos e tamanhos variados, o número de máquinas voadoras controladas remotamente deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos no país e no mundo, devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores, sensores de raio-x, entre outros.
Número de voos com 'drones' dobra
O Departamento de Controle Aéreo (Decea) foi informado oficialmente de 61 voos com vants (veículos aéreos não tripulados) em 2012 no Brasil, mais que o dobro dos 29 registrados no ano anterior, segundo números da Aeronáutica obtidos com exclusividade pelo G1. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), os pedidos foram feitos por forças policiais, órgãos públicos e empresas.

As notificações de voos de drones precisam ser feitas com antecedência de até 30 dias para que o espaço aéreo seja reservado e os pilotos de aeronaves tripuladas sejam avisados. No local em que um vant atua, aviões não podem entrar.

"As notificações, chamadas de Notam, não são uma autorização, mas avisos de reserva de espaço aéreo. Se recebemos notificação de um vant que não é registrado na Anac, damos informações de que é preciso se regularizar", diz o major Cyro Cruz, representante do Brasil nas discussões da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO) sobre o tema. "Pode haver pessoas operando vant e que não comunicam a FAB também. Mas se isso ocorre, está fora da norma", completa.

A Aeronáutica restringe voos de drones a altitudes acima de 150 metros (para áreas não povoadas) ou mais de 600 metros, para locais em que haja construções. A proposta do setor é seja autorizado voos a baixa altitude – até 150 metros – para vants menores.
Nesses casos, seria exigida apenas uma licença de operação para as empresas que iriam fazer uso das máquinas. O uso comercial seria autorizado para segurança pública e polícia, serviços de emergência, fotografia comercial, levantamento de dados, defesa civil, trabalhos com meio ambiente e agricultura.
"Muitos países estão ainda avaliando social e economicamente os benefícios para desenhar uma legislação que permita desenvolver as capacidades civis e comerciais da indústria nacional de drones. A AUVSI apoia extremamente iniciativas de regulação interna dos países que permitam o uso responsável e seguro destes aviões, duas coisas extremamente importantes para que o futuro", diz Gretchen West, vice-presidente da Associação Internacional de Veículos Não Tripulados.

Segurança da Copa 2014 terá 'drones'
A segurança do espaço aéreo brasileiro durante a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 terá apoio de pelo menos seis veículos aéreos não tripulados – vants, como os drones são chamados em português – da Polícia Federal e da Aeronáutica. Os equipamentos já serão usados para monitoramento durante os jogos da Copa das Confederações, entre 15 e 30 de junho, que servirá de teste para os eventos dos anos seguintes.
G1

Museu da Aviação de Warner Robins terá que se adaptar aos cortes de gastos da USAF



B-52 no museu - foto B Cabell
Pela primeira vez em sua história de 29 anos, o Museu da Aviação terá o seu acervo reduzido. O museu deve se livrar de 29 aviões e três mísseis, que representa cerca de um terço de seu acervo.

O diretor do museu, Ken Emery, disse que a triste decisão se deve em grande parte aos cortes de pessoal da Força Aérea em 2011, que eliminou oito cargos civis no museu, a maioria dos quais eram especialistas em restauração.

O museu não dispõe de pessoal suficiente para manter adequadamente as aeronaves, especialmente aquelas expostas ao ar livre, disse Emery.

“Desde que começamos, nós só crescemos”, disse Emery na semana passada quando ele mostrou alguns dos aviões programados para descarte. “Esta é realmente a primeira vez que tivemos que tomar decisões reais em reduzir o tamanho da coleção para preservar a qualidade versus quantidade”.

Alguns dos aviões que serão descartados não representam grande perda, mas outros serão certamente. Provavelmente, o mais notável é o B-52 Stratofortress, um ícone da Guerra Fria e uma dos maiores aviões no museu. De longe, o avião parece estar em boa forma. Mas Emery mostra locais na sua parte inferior que precisam de tratamento (ver foto acima). Alguns dos pontos estão cobertos por pintura feita sobre fitas.

museu robins
Reparos em aviões deste porte são muito caros, disse Emery, e continuarão a demandar muitos homens-hora por ano para a correta manutenção. Em última análise, ele acrescentou, nenhum avião exposto ao ar livre dura para sempre.

Ele disse que o B-52 é o avião que ele mais sente em se desfazer, mas não havia muita escolha: “O avião está lentamente se deteriorando por ferrugem. Mesmo se eu investir um monte de dinheiro e colocá-lo em boas condições, ele ainda permanecerá do lado de fora.”
Outro avião notável que o museu deve se desfazer é o Stratotanker EC-135. O grande avião branco ao lado do estacionamento parece uma aeronave comercial. O EC-135 é uma aeronave de reabastecimento aéreo, mas este do museu foi modificado e serviu ao general Norman Schwartzkopf quando ele conduziu a Operação Tempestade no Deserto.

Alguns dos aviões devem ser desmontados e outros serão enviados para museus privados, enquanto outros estão sendo enviados para as instalações da Força Aérea no Arizona. O Museu Nacional da Força Aérea determina o destino da aeronave, e cerca de metade deles ainda não tem destino certo.
Para aqueles que seguirão para museus privados, eles pagarão pelos custos de desmontagem e transporte. E é por isso que os aviões de grande porte, como o B-52 e EC-135 serão desmontados. O custo de transportá-los seria enorme, demais para a maioria dos museus.

Oito aviões e um míssil já se foram, e alguns outros estão sendo desmontado. Emery acredita que o processo todo levará cerca de um ano antes de todos os aviões da lista serem retirados. O B-52 deve ser removido no final deste ano. Um maquinário especial será usado para cortá-lo e esmagá-lo.
Alguns dos aviões que serão removidos estão em hangares. Embora estes aviões não demandem manutenção, Emery disse que vai liberar espaço para mover para dentro outros aviões que o museu considera mais significativo.

O lado positivo de tudo isso, disse ele, é que o museu estará em melhor posição para adquirir aeronaves mais raras. O museu há muito procura por um bombardeiro B-17, famoso avião  da II Guerra Mundial, conhecido como “Fortaleza Voadora”. Ao libertar espaço em hangares e garantir uma coleção não muito grande para a equipe manter, Emery espera que o Museu Nacional da Força Aérea doe um B-17. A Força Aérea tem 16 B-17 em seus museus em todo o país, e nove delas estão ao ar livre. O Museu de Aviação argumentou, sem sucesso até agora, que um deles deveria ser movido para cá.

Um dos administradores do condado de Houston, Tom McMichael, que faz parte do conselho do museu, disse que acredita que a redução do acervo é um movimento certo e vai beneficiar o museu, a longo prazo. Ele disse que o museu teve dois aviões do mesmo modelo em alguns casos:  “Uma das coisas que estamos tendo que fazer é ser um pouco mais eficientes. Era uma espécie de ganha-ganha. Havia um monte de coisas estocadas”.

Veja abaixo a lista de aeronaves que serão (ou já foram) descartadas:
B-52D Stratofortress
WB-57F Canberra*
RB-69A Neptune
C-60A Lodestar
C-119C Flying Boxcar
EC-121K Constellation
C-130H(YM) Credible Sport*
EC-135N Stratotanker
F-84E Thunderjet
F-86H Sabre*
F-89J Scorpion
F-94A Starfire*
F-100F Super Sabre
RF-101C Voodoo
F-101B Voodoo
F-104A Starfighter*
F-105G Thunderchief
F-4C Phantom
TH-13M Sioux*
HH-34J Choctaw
HH-43A Huskie
TG-4A Yankee Doodle
AT-11 Kansan
T-28A Trojan
T-38A Talon
T-39A Sabreliner
U-4 Aero Commander*
X-25A Gyro-copter
BAE MK53 Lightning*
Mísseis:
CGM-13 Mace*
GTD-21B
AGM-28B Houndog
FONTE: The Telegraph (tradução e adaptação Poder Aéreo a partir do original em inglês)
SITE DO MUSEU: http://www.museumofaviation.org
NOTA DO EDITOR: o diretor do Museu da Aviação Robins está certo. Aviões ao ar livre não duram para sempre. Caso ele tenha a oportunidade de ir a Bebedouro, constatará isso “in loco” (veja links abaixo).

PODER AÉREO

Museu TAM abriga Corsair mais antigo do mundo ainda em condições de voo


 
A aeronave norte-americana que está exposta é o exemplar mais antigo já fabricado e o único de sua versão ainda em condições de voo.
 
Rápido e resistente, o Corsair foi também o último caça bombardeiro a pistão produzido no mundo. Possui asas em formato de gaivota invertida para manter as hélices a uma distância segura do solo e dobráveis para pouso em porta-aviões.

Pilotado por norte-americanos, ingleses e neozelandeses, o caça, fabricado pela Vought na década de 40 e projetado para enfrentar os caças japoneses Zero, esteve presente em combates no Oceano Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial e também participou de diversas ações na Guerra da Coreia, em revoluções na América Central, na Guerra da Argélia e na campanha de Suez, em 1956.

No Museu TAM, o exemplar do Corsair está disposto em um cenário que retrata o caça norte-americano em uma Ilha no Oceano Pacífico, um de seus principais cenários durante a Segunda Guerra Mundial. Quem quiser conhecer a aeronave e mais detalhes sobre sua história pode visitar o acervo, localizado em São Carlos (interior de São Paulo), de quarta-feira a domingo, das 10h às 16h (entrada permitida até as 15h). 
                                                 Crédito: Marcio Jumpei
F4U-1 Corsair em exposição no Museu TAM

Dimensões e desempenho: Motor: Pratt & Whitney R-2800
“Double Wasp”, de 2000 Hp
Comprimento: 9,90 m
Envergadura: 12,50 m
Altura: 4,58 m
Peso vazio: 4.000 Kg
Peso máximo de decolagem: 6.200 Kg
Velocidade máxima: 630 Km/h
Velocidade de cruzeiro: 480 Km/h
Teto de serviço: 11.300 m
Autonomia: 2.800 Km (com tanques extras) 

 
SERVIÇOEndereço: Rodovia SP 318, km 249 – São Carlos (SP)
Contato: (16) 3306-2020
Funcionamento: quarta-feira a domingo, das 10h às 16h (entrada autorizada até as 15h)
Coordenadas para quem quiser ir de avião: Latitude 21º52´35´´S e Longitude 047º54´12´´W
Ingressos: R$ 25*, com meia entrada de R$ 12,50* para estudantes e idosos de 60 a 65 anos. Idosos a partir de 65 anos e crianças de até 6 anos não pagam. Aceitam-se cartões de crédito (American Express, Diners, Mastercard e Visa) e cartões de débito
Entrada gratuita às quartas-feiras
Estacionamento e Wi-Fi gratuitos
 
ROBERTO CAIAFA

GOL permite reativar milhas expiradas no Smiles

A GOL acaba de lançar uma opção de reativar milhas expiradas no seu programa de milhas, o Smiles. A partir de agora, quem tiver milhas vencidas poderá torná-las válidas novamente por um período de um ano, mediante o pagamento de uma taxa. O novo serviço está disponível no site do Smiles, na área de produtos Smiles.
De acordo com a página, a reativação pode ser feita em lotes de mil milhas, com o pagamento de uma taxa de R$ 40 por lote. No site do Smiles não há nenhum regulamento ou termos e condições, mas ao que tudo indica é possível recuperar as milhas expiradas nos últimos 90 dias no programa, que poderão ser usadas por até um ano para a emissão de passagens aéreas ou trocar por produtos.


A princípio, trata-se de uma boa ideia da GOL que tem tudo para dar certo, pois quem nunca teve milhas expiradas por oportunidades de usá-las ou as gastou de forma ruim porque estava no fim do prazo? Só o valor da taxa que poderia ser um pouco menor, mas compensa mais do que a compra de milhas no site da companhia, que atualmente custa R$ 75 pelo lote de mil unidades.

SMILES

Trabalhadores do táxi-aéreo vão a assembleia

A campanha salarial do táxi-aéreo ainda não acabou e o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) convoca todos os trabalhadores do táxi-aéreo para avaliar e deliberar a proposta patronal, nas assembleias que ocorrerão nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Macaé, Belém e Brasília simultaneamente nos dias 3 e 4 de abril, às 14 horas, primeira convocação e às 14h30 na segunda convocação.
Este é um momento fundamental para a união dos aeronautas do táxi-aéreo, avance em uma proposta que atenda o desejo da categoria. 
 
É a hora de todos participarem das assembleias da campanha salarial.
 
Para a direção do SNA, só com uma grande participação dos trabalhadores do táxi-aéreo será possível a construção de um bom acordo com os patrões.
 
O QUE: ASSEMBLEIA DO TÁXI AÉREO
 
QUANDO:  3 e 4 de ABRIL
                    14:00  - 1º CHAMADA e
                    14:30 - 2º CHAMADA
 
ONDE:   SÃO PAULO
               RIO DE JANEIRO
               MACAÉ
               BRASÍLIA
               BELÉM
 
 SEDE, SUB-SEDES E REPRESENTAÇÕES DO SNA
 
SNA

Embraer inaugura hangar para montagem de avião nos EUA

As aeronaves serão usadas para fornecer apoio aéreo, reconhecimento e capacidade de treinamento aos militares do Afeganistão

Avião Super Tucano
entrega da primeira aeronave A-29 Super Tucano está programada para meados de 2014 (Divulgação/Embraer)
 
A Embraer inaugurou nesta terça-feira as instalações de Jacksonville, na Flórida, onde a companhia montará os aviões do Programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve, para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês). De acordo com a empresa, as atividades já estão em andamento na preparação para as operações industriais. A entrega da primeira aeronave A-29 Super Tucano está programada para meados de 2014.

Em 27 de fevereiro, a USAF concedeu o contrato do programa LAS à Sierra Nevada Corporation (SNC) e à Embraer para o fornecimento de 20 aeronaves A-29 Super Tucano e dispositivos de treinamento em solo, treinamento de pilotos e de manutenção e apoio logístico, num negócio avaliado em 427,5 milhões de dólares. As aeronaves serão usadas para fornecer apoio aéreo leve, reconhecimento e capacidade de treinamento aos militares do Afeganistão.




As duas empresas já haviam vencido o mesmo contrato em 2011, mas a única concorrente na disputa, a norte-americana Beechcraft contestou a decisão e o governo norte-americano decidiu fazer nova licitação, vencida novamente pelas duas companhias. Após a USAF reiterar a escolha pelo Super Tucano, a concorrente apresentou um novo protesto contestando o resultado da licitação.
A Beechcraft, que acaba de sair de uma concordata, diz que com a opção pela Embraer, cerca 1,4 mil postos de trabalho no Kansas e em outros Estados norte-americanos estão em perigo, alegando que, com a decisão, a Força Aérea estaria transferindo a geração de empregos para o Brasil.


Em nota à imprensa, a Embraer destacou nesta terça que, por meio do programa LAS, a empresa e a Sierra Nevada darão suporte a mais de 1.400 empregos em mais de 100 empresas em todo o território americano. Salienta também que a sede americana da Embraer, localizada em Ft. Lauderdale, na Flórida, atualmente emprega mais de 1,2 mil pessoas nos EUA. Diz ainda que a empresa dará emprego ainda a mais 200 engenheiros, quando ficar pronto o novo Centro de Tecnologia e Engenharia, que está sendo construído em Melbourne, também na Flórida.
Nas instalações da Embraer de Jacksonville, num hangar de 3,716 mil metros quadrados no aeroporto da cidade, serão realizadas as etapas de pré-equipagem, montagens mecânica e estrutural, instalação e teste de sistemas e testes em voo para as aeronaves A-29.
EXAME

terça-feira, 26 de março de 2013

Pousada/Pensão - Aeroporto de Congonhas - São Paulo





TAP: pilotos e técnicos antigos substituídos por menos experientes

Os sindicatos da aviação consideram que a proposta de contratação que a TAP entregará ao Governo «é a prova» da «aplicação inconsequente» das leis orçamentais e sublinham que os novos trabalhadores não têm a «experiência de anos» dos que saíram.

Contactados pela Lusa, os sindicatos dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) e dos Técnicos de Handling são unânimes mas são também «a prova do esvaziamento e da saída dos ativos com muitos anos de experiência» da TAP, após os sucessivos cortes salariais.

O «Jornal de Negócios» noticiou esta segunda-feira que o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, afirmou que pretende entregar esta semana uma proposta de contratação ao ministro das Finanças, depois da saída de cerca de 60 trabalhadores qualificados no ano passado, 18 pilotos e 38 técnicos de manutenção, que emigraram para outras companhias.

«A contratação é a clara evidência de que a aplicação das leis orçamentais à TAP é irracional e está a destruir a empresa», disse o presidente do SPAC, Jaime Prieto.

O dirigente sindical sublinha que «a fiabilidade operacional da transportadora está posta em causa» e que sem os cortes aplicados, o Estado encaixaria 13 milhões de euros, entre IRS e segurança social, verba que reverte agora para a empresa.

Também André Teives, presidente do Sindicato dos Técnicos de Handling, frisa que os trabalhadores são o grande ativo e a empresa «está a perder valor todos os dias» devido aos constrangimentos orçamentais.

A este junta-se o facto de os novos trabalhadores não terem a mesma experiência dos pilotos que saíram, o que também implica formação adicional e pilotos parados no chão.

«Não é substituível um comandante de médio e longo curso com 15 ou 20 anos de experiência e com 10 ou 15 mil horas de voo, por um, nem por dois, jovens pilotos com 500 horas de voo. Isto não é comparável», reforçou Jaime Prieto.

O responsável explicou que sempre que se substitui um comandante de topo é necessário mexer nos três graus abaixo, de forma a que os níveis acima sejam sucessivamente ocupados. Por exemplo, quando sai um comandante de longo curso este lugar será ocupado por um comandante de médio curso que terá por sua vez de fazer uma formação para o efeito e assim sucessivamente.

Além dos «custos elevadíssimos de formação», que pode demorar meses, e «de voos parados e cancelados», o dirigente sindical destaca a subcontratação de voos por companhias charter, revelando que só ano passado, a saída de pilotos obrigou à contratação de 800 horas de voo extraordinárias.

Também o vice-presidente do SITEMA, José Freches, frisa que os técnicos de manutenção que forem contratados «estão a começar a carreira» e «só ao fim de quatro, cinco, seis anos é que estarão habilitados a trabalhar sozinhos».

José Freches considera que num momento em que se fala de expansão de frota, linhas e voos, «será muito complicado trabalhar com terceiros», como atualmente acontece com a Finnair ou a Força Aérea Francesa.

Os dirigentes sindicais criticam ainda o desfasamento dos salários quer dos pilotos da TAP, «que chegam a ser inferiores em 60% a 70% face a outras companhias mesmo europeias», quer dos técnicos de manutenção da TAP «que recebem entre 3 a 4 vezes menos do que os de outras companhias».

Os sindicatos consideram que a TAP «tem sobrevivido da boa vontade e compreensão» dos seus trabalhadores e que estes têm pago erros de gestão da administração, acionistas ou tutela.

Para os próximos meses os sindicatos têm já indicação de que deverão sair pelo menos mais quatro pilotos e 20 técnicos de manutenção.
ao considerar que as contratações «são positivas»,
TVI 24/NEGÓCIOS

Lufthansa pode aceitar mais greves para ganhar flexibilidade

"Nós estamos prontos para novas greves, incluindo com pilotos, se necessário", disse a vice-presidente financeira da empresa Simone MenneAviões da Lufthansa

Lufthansa:  empresa passa por reestruturação e está cortando 3,5 mil empregos, renovando a empresa aérea de baixo custo Germanwings e agregando contratos para suas companhias aéreas.
Nova York - A empresa aérea alemã Lufthansa está disposta a aceitar mais greves, incluindo com participação de pilotos, se isso for necessário para ganhar a flexibilidade que precisa, disse a vice-presidente financeira Simone Menne nesta segunda-feira.

"Nós estamos prontos para novas greves, incluindo com pilotos, se necessário", disse ela a imprensa em Nova York.
O sindicato Verdi realizou uma greve na semana passada para pressionar por um aumento de 5,2 por cento nos pagamentos para os 33 mil tripulantes e funcionários de solo na Lufthansa Cargo, Lufthansa Techinik, Lufthansa Systems, na unidade de restauração LSG Sky Chefs e para funcionários de solo.
A Lufthansa, que está implementando uma reestruturação, também está em negociação com o sindicato de pilotos Cockpit por cerca de um ano sobre um acordo para aumento de salários e comentários recentes do sindicato sinalizam certa impaciência.
"Nós não iremos concordar com uma harmonia de curto prazo se há mais sobrecarga no longo prazo", disse Menne.
Questionada sobre o custo da greve da semana passada, Simone disse que ainda não possui uma estimativa, mas que a paralisação durante a alta temporada no ano passado custou 33 milhões de euros.
A Lufthansa está cortando 3.500 empregos, renovando a empresa aérea de baixo custo Germanwings e agregando contratos para suas companhias aéreas. O programa de reestruturação, chamado de SCORE, almeja impulsionar o lucro operacional para 2,3 bilhões de euros em 2015, ante 524 milhões de euros no ano passado.
EXAME

 

Custos operacionais da Gol crescem 9,2% no 4º tri

Os custos e as despesas operacionais da Gol apresentaram um aumento de 9,2% no quarto trimestre do ano passado, na comparação com igual período de 2011, para R$ 2,477 bilhões. O Cask (custo operacional por assento disponível por quilômetro) total atingiu 20,05 centavos de real nos últimos três meses de 2012, o que representa uma expansão de 27,2% em relação ao apurado na mesma etapa de 2011.

 O Cask ex-fuel (que exclui as despesas com combustível) registrou um aumento de 32,9% ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 12,49 centavos de real. A companhia destacou que incorreu em custos adicionais de R$ 197 milhões referente ao fim das atividades operacionais da Webjet, despesa não caixa em função de provisão para perda de ativos e despesas com logística e reacomodação de passageiros em função da descontinuidade das operações da controlada. Desconsiderando esses custos adicionais, a despesa operacional total ficou praticamente estável frente ao quarto trimestre de 2011, informou a Gol.

 Já o Cask total ficou em 8,46 centavos de real, o que corresponde a um crescimento de 17,1%, enquanto e o Cask ex-fuel alcançou 10,90 centavos de real, o que corresponde a uma alta de 16%. Os custos com combustíveis e lubrificantes por Ask (assentos quilômetros oferecidos) apresentaram um aumento de 18,7% em relação ao quarto trimestre do ano passado, totalizando 7,56 centavos de real. O aumento na despesa de combustível ocorreu principalmente em função da permanência de um alto patamar do preço por litro do querosene de aviação durante o trimestre, que correspondeu a um aumento de 21% na comparação com o mesmo período do ano passado.

 A Gol aponta que o resultado foi parcialmente compensado pela queda em cerca 16% no consumo de combustível por causa da redução da oferta entre os períodos. A despesa de combustível nos últimos três meses do ano passado representou cerca de 38% das despesas totais consolidadas, uma participação inferior aos 40% reportados no quarto trimestre de 2011. Os custos com pessoal por ASK ficaram praticamente estáveis em relação ao mesmo período de 2011, totalizando 3,14 centavos de real. Ao final do trimestre, a Gol tinha 17.676 funcionários, ante 20.525 ao final do quarto trimestre do ano anterior, antes de começar a reduzir o quadro. O número de colaboradores no final do período ainda considera os 850 colaboradores da Webjet que foram desligados e posteriormente readmitidos por força de ordem judicial ainda em 2012.
 Os custos com arrendamento de aeronaves por ASK apresentaram um aumento de 24,5% em relação ao quarto trimestre de 2011, totalizando 1,35 centavo de real. A despesa foi parcialmente compensada pela menor quantidade de aeronaves sob regime de leasing operacional entre os períodos, que passou de 101, no quarto trimestre de 2011, para 96, ao final de dezembro passado.
 O item outras despesas por ASK teve um aumento de 206%, atingindo 2,24 centavos de real. Conforme a Gol, o aumento ocorreu, principalmente, em função do provisionamento de R$ 140 milhões referente ao processo de encerramento das atividades da Webjet e a despesa não caixa referente a reavaliação de ativos no período. "Ambos os lançamentos resultarão em benefício econômico para a companhia em 2013", comenta a companhia.
R7

'Achei que íamos pousar no meio do mato', diz passageiro de voo em pane

Piloto liberou máscaras de oxigênio em trajeto entre Salvador e Campinas.
Servidor público relatou pânico de pessoas a bordo ao VC no G1.

 


Piloto libera máscaras de oxigênio em voo entre Salvador e Campinas após pane (Foto: José Carlos Araujo/VC no G1) 
Piloto libera máscaras de oxigênio em voo entre
Salvador e Campinas (Foto: José Araujo/VC no G1)
A liberação das máscaras de oxigênio durante um voo da Azul Linhas Aéreas causou pânico entre os passageiros no dia 19 de março. Segundo o servidor público José Carlos Araujo, que enviou foto ao VC no G1, o avião partiu do Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Salvador (BA), com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Após passar Belo Horizonte (MG), o piloto acionou o alerta de atar os cintos e avisou os passageiros de uma 'queda rápida'. "Foram minutos de pânico até que o piloto conseguisse voltar e fazer um pouso de emergência", conta.
José Carlos Araujo trabalha no campus de Piracicaba (SP) da Universidade de São Paulo (USP) voltava de uma viagem de férias na capital baiana com a esposa e irmã e acompanhava pelo monitor da poltrona o trajeto do jato da Embraer com cerca de 120 pessoas a bordo. "Estávamos a 9,6 mil metros de altitude e com velocidade de quase 800 km/h quando o comandante avisou que teríamos uma queda rápida. Em pouco tempo, já estávamos a 2 mil metros de altitude. Achei que íamos pousar no meio do mato", descreve.
O piloto alternou o voo para o Aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde a aeronave pousou por volta das 16h30. A esposa e a irmã do internauta passaram mal após o pouso e precisaram ser atendidas no posto médico do terminal porque tiveram arritmia cardíaca. Os passageiros foram remanejados para um voo da Trip, que partiu a meia-noite de Confins e chegou em Viracopos na madrugada do dia 20 de março.
Apesar de terem recebido alimentação no período em que ficaram no aeroporto, a família do servidor reclama da falta de detalhes dados pela companhia aérea após o ocorrido. "Não deram nenhuma explicação", reclama.
Nota da Redação: Em nota, a Azul Linhas Aéreas informou que o voo 4065, que fazia o trajeto entre Salvador e Campinas no dia 19 de março, teve que alternar sua rota para o aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, por causa de problemas técnicos. A companhia aérea afirma que os passageiros receberam todo o auxílio necessário e foram reacomodados em outros voos da companhia e de empresas parceiras.
A Azul também lamentou os transtornos causados aos clientes, mas ressaltou que ações como essa são necessárias para conferir a segurança de suas operações.
G1

TAM oferece check-in pelo celular em voos internacionais Leia Mais sobre a Notícia nesse Link: TAM oferece check-in pelo celular em voos internacionais

O check-in sem impressão do cartão de embarque já está disponível para todos os voos domésticos da TAM no Brasil.

O serviço está disponível para voos entre o aeroporto de São Paulo-Guarulhos e destinos da companhia na América Latina e Europa.
O serviço está disponível para voos entre o aeroporto de São Paulo-Guarulhos e destinos da companhia na América Latina e Europa.

Os passageiros de voos internacionais da TAM Linhas Aéreas podem, a partir dessa segunda-feira (25), realizar check-in pelo celular, segundo informou a empresa em nota.

O serviço está disponível para voos entre o aeroporto de São Paulo-Guarulhos e destinos da companhia na América Latina e Europa.

Apenas os voos que tenham por destino ou saída os Estados Unidos e frequências operadas pela filial TAM no Paraguai não poderão realizar a operação por celular.
O check-in sem impressão do cartão de embarque já está disponível para todos os voos domésticos da TAM no Brasil, além de demais localidades internacionais.

ÚLTIMO INSTANTE

GOL Projeta Resultado Operacional Positivo para 2013

SAO PAULO, 26 de março de 2013 /PRNewswire

 A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (BM&FBOVESPA: GOLL4 e NYSE: GOL), (S&P: B, Fitch: B+, Moody's: B3), a maior Companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, anuncia suas projeções financeiras para o ano de 2013.

A GOL anuncia uma redução em sua capacidade doméstica entre -8% e -10% para o primeiro semestre de 2013. Para o ano de 2013 a redução é de cerca de 7%, em comparação com o mesmo período de 2012. A projeção reitera a estratégia de racionalização de oferta da Companhia para 2013 e tem como objetivo atingir um crescimento mínimo de 10% no RASK e a retomada das margens operacionais.

A Companhia estima um resultado operacional positivo para o primeiro trimestre de 2013, superior ao resultado do mesmo período do ano anterior. Essa projeção assume as premissas abaixo informadas e, adicionalmente, os resultados de tráfego dos meses de janeiro e fevereiro desse ano, divulgados através de Comunicados ao Mercado específicos.

Projeções Financeiras 2013
Min.
Máx.
Variação do PIB brasileiro
2,5%
3,0%
Variação Anual do RASK
Maior ou Igual a 10%
Variação Anual da Oferta (ASK) doméstico
Cerca de -7%
CASK ex-combustível (R$ centavos)
9,7
10,3
Taxa de Câmbio Média (R$/US$)
1,95
2,05
Margem operacional (EBIT)
1%
3%

A projeção considera o preço do combustível nos patamares atuais. Em função dos impactos de um cenário macroeconômico adverso, as projeções financeiras da Companhia poderão ser revisadas trimestralmente visando incorporar a evolução de seu desempenho operacional, financeiro e eventuais mudanças nas tendências de taxa de juros, câmbio, PIB e petróleo (WTI e Brent).
R7

É um carro, é um avião?

Homem constrói veículo híbrido que faz parte Cessna 1956 e parte minivan 1987


Basta chamá-lo Frankenplane.
  Racer Jeff Bloch construiu um carro de corrida de alumínio que tem seus olhos nos céus - é parte 1956-Cessna 310, e parte 1987- Toyota minivan.
 
Batizado de "Espírito de limão 'em homenagem a Charles Lindbergh' Espírito de St. Louis," o híbrido avião levou cerca de cinco meses para ser construído em sua casa em Maryland.



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Espírito de limões: Racer Jeff Bloch criado este híbrido Cessna-Toyota para uma corrida de ferro-velho
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Fundamentada: Mulheres denominados como as meninas do pinup pose em que restou das asas do Cessna
 
O veículo surgiu a partir da série de corrida '24 Horas de Limões, 'um desafio em que os pilotos têm um limite de gastos de US $ 500 para criar um corredor de ferro-velho.
Sr. Bloch, que é conhecida em todo o autódromo como Speedycop, construiu 13 carros para a série. Seu Espírito de Limões, no entanto, poderá superar todos eles.
Quando ele começou, o Cessna estava em más condições, e já tinha sido despojado de muitas de suas partes.
 
"Eu tinha os animais que vivem dentro dela", ele tol d FOX 5 .
"Nós trabalhamos em tudo o inverno - no frio e da escuridão e da chuva e da neve."


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Começando do zero: O piloto trabalhou no corpo Cessna durante todo o inverno, enfrentando os elementos para fazê-lo
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Próximos passos: Jeff Bloch diz que pretende instalar faróis e luzes traseiras em seu carro avião para que ele possa levá-lo para fora da pista e na estrada
 
Mas com cinco meses de valor do trabalho, o Sr. Bloch transformou o corpo em uma espécie de bala de prata.
O Cessna foi montado no chassis da Toyota para se tornar algo inteiramente novo. Sr. Bloch manteve roda da van da direcção e do deslocamento de engrenagem.
Mas o olhar é mais no céu.
O novo veículo pode chegar a 90 mph em retas e abrange 27 pés do nariz à cauda.
Sr. Bloch disse à emissora que ele planeja instalar luzes traseiras, faróis, piscas e para que o Cessna pode chegar às ruas.

dailymail

Prejuízo da Gol dobra em 2012 e chega a R$ 1,51 bilhão



A empresa aérea Gol teve prejuízo de R$ 1,51 bilhão em 2012, alta de 101,3% em relação ao resultado do ano anterior (quando perdeu R$ 751,5 milhões). 

O resultado, segundo a empresa, reflete o momento "desafiador" pelo qual passam as empresas aéreas, principalmente com a alta no preço do combustível.

A desvalorização de 17% do real em relação ao dólar, além do baixo crescimento da economia brasileira em 2012, também foram apontados como responsáveis pelo prejuízo da empresa. 
No 4º trimestre, a Gol teve um prejuízo líquido de R$ 447,1 milhões, ante lucro líquido de R$ 54,3 milhões um ano antes.
A Gol também informou que, com o objetivo de elevar a receita por passageiro (rask) em pelo menos 10% e retomar as margens operacionais, reduzirá a capacidade doméstica em entre 8% e 10% no primeiro semestre de 2013 e em cerca de 7% no ano fechado, ante os níveis de 2012.

Webjet

A companhia aérea afirmou ter contabilizado no balanço do quarto trimestre custos adicionais de R$ 197 milhões referentes ao fim das operações da Webjet e a provisões para perda com ativos.
Em novembro, a empresa anunciou o encerramento das atividades da WebJet, comprada pela Gol em 2011, com a demissão dos 850 funcionários.
UOL

Embraer começará a produzir protótipo de jato KC-390

Empresa anunciou que concluiu, junto com FAB a revisão crítica de projeto do jato de transporte militar 

Fábrica da Embraer

Embraer: jato KC-390 será o maior avião já construído pela indústria aeronáutica brasileira.
São Paulo - A Embraer informou nesta segunda-feira que concluiu, junto com a Força Aérea Brasileira (FAB) a revisão crítica de projeto do jato de transporte militar KC-390, e irá agora iniciar a fase de produção do protótipo.

"Concluímos uma etapa importante do Programa KC-390 e, desta forma, prestamos contas à FAB do trabalho realizado. Vamos agora iniciar a fase de produção dos protótipos", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente-executivo da Embraer Defesa & Segurança, em nota enviada à imprensa.

Segundo a fabricante brasileira, durante a revisão foram confirmadas as configurações aerodinâmica e estrutural definitivas, assim como a arquitetura e a instalação dos sistemas, caracterizando a maturidade do projeto para o início do projeto detalhado e fabricação das aeronaves protótipos.

A Embraer informou que "a fabricação das primeiras peças dos protótipos será iniciada em breve".
O primeiro voo do KC-390, maior avião já construído pela indústria aeronáutica brasileira, está previsto para o segundo semestre de 2014.
EXAME

 

American Airlines quer operar rotas de Porto Alegre e Curitiba a Miami

A American Airlines espera inaugurar, até o final deste ano, duas novas frequências aéreas: Porto Alegre-Miami e Curitiba-Miami. Segundo a assessoria de imprensa da operadora, o pedido para abrir essas duas novas frequências já foi feito à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a expectativa é que até dezembro seja divulgado o parecer da agência.

 Se aprovado, a companhia passará a operar em nove cidades brasileiras.Segundo a comunicação da empresa, detalhes como quantos voos seriam operados por semana de cada local ainda não foram definidos. Atualmente, a American Airlines opera voos no Brasil em: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Manaus (AM) e Brasília (DF).
TERRA

Hawaiian Airlines compra 16 aviões à Airbus por 1,45 mil milhões

Negócios

A Hawaiian Airlines formalizou uma encomenda de 16 A321neo à Airbus, com um valor de tabela de 1,88 mil milhões de dólares (1,45 mil milhões de euros), que deverão criar mil postos de trabalho na transportadora aérea.


"A nossa frota de A330 obteve uma grande resposta, dos nossos clientes e empregados, e espera-se que a adição do A321neo à nossa frota gere cerca de mil novos empregos na nossa companhia aérea", indicou o presidente e CEO da Hawaiian Airlines, Mark Dunkerley, citado pela agência Europa Press.

À medida que for recebendo os novos aparelhos, a transportadora vai ainda adicionar novos destinos.

Também a Japan Airlines, maior transportadora aérea do Japão, citada pelo jornal Nikkei, referiu que está a planear comprar 20 aviões A350 para substituir os seus Boeing 777 a partir de 2017. A companhia prevê adquirir estes aparelhos e um simulador para pilotos, por um total de 400 mil milhões de ienes (3,25 mil milhões de euros). Esta potencial aquisição à Airbus insere-se nos planos da JAL de diversificar os fornecedores de aviões para evitar riscos, como os verificados nos 787 Dreamliner da Boeing.
OJE

EUA fecharão 149 torres de controle aéreo para cortar gastos

Avião decolando de aeroporto
Aviação: nos EUA, 149 torres de controle do tráfego aéreo a partir de 7 abril.
Washington - A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) vai fechar 149 torres de controle do tráfego aéreo a partir de 7 abril para cumprir as exigências estabelecidas por um programa de cortes automáticos de gastos.
Outras 40 torres que também tinham seu fechamento previsto permanecerão abertas, informou a agência em comunicado.
"Ouvimos das comunidades de todo o país sobre a importância de suas torres e essas foram decisões muito difíceis", disse o secretário dos Transportes, Ray LaHood.
"Infelizmente temos de enfrentar uma série de escolhas difíceis que temos de tomar para atingir os cortes exigidos pelas reduções automáticas de gastos."
EXAME

Air France faz treino com passageiros dentro do avião

O eurodeputado Mário David questiona a Comissão Europeia e o Conselho Europeu se as companhias aéreas europeias estão autorizadas a fazer treinos em voos comerciais. O caso aconteceu em Lisboa.

Air France faz treino com passageiros dentro do avião
O eurodeputado do PSD Mário David descobriu, após uma aterragem bastante conturbada, que a Air France efetua treinos de pilotos em voos comerciais. Perante o facto, testemunhado por si próprio, exige explicações à companhia francesa, à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu.

"Há coisas com as quais não se deve brincar. Não se admite que façam dos passageiros cobaias, sobretudo, numa companhia como a Air France, na qual depositamos toda a confiança", declarou ao Expresso Mário David.   
A queixa surge após uma viagem do deputado, no passado dia 19 de março, de Paris a Lisboa, num voo da Air France quando, na aproximação à capital portuguesa, as rodas traseiras do avião tocam no chão e, de repente, a aterragem é abortada e o avião arranca com velocidade.
A seguir ao primeiro inciente, o avião fez outra aproximação e um novo "borregar", altura em que o comandante do avião comunicou à torre de controlo que não aterrava devido a um "golpe de vento", mas que "na verdade não existiu".
Segundo Mário David, à saída do avião podia ver-se na ficha de bordo que a tripulação do voo incluía dois co-pilotos com nomes asiáticos. "Dirigi-me à chefe de cabina e disse-lhe: Já aterrei mais de 1000 vezes em Lisboa e nunca tive uma situação destas, será porque desta vez estavam dois co-pilotos chineses?", questionou o eurodeputado à tripulante, que, irritada, arrancou a ficha de bordo e recusou dar explicações.

Companhia já encomendou relatório


"O vento era de dez nós contrários e de 350 graus, uma situação ideal para aterrar no aeroporto de Lisboa. A justificação não é aceitável, pelo que decidi fazer alguns telefonemas e vim a descobrir que a Air France tem um contrato de formação de pilotos chineses", explicou.
Na terça-feira, o eurodeputado ligou logo para a Air France, tendo pedido para falar com o diretor da companhia, que já não se encontrava na sede, mas no dia seguinte recebeu uma chamada a dizer que tinham recebido a sua queixa e que já tinham pedido um relatório a Paris, e que assim que este estivesse pronto seria avisado.
"Isto passou-se no aeroporto de Lisboa, com certeza que não aconteceria em Londres ou Frankfurt", acrescenta o português Mário David.  
Depois deste episódio, o eurodeputado resolveu questionar a Comissão Europeia e o Conselho Europeu sobre se as companhias aéreas estão autorizadas a fazer treinos durante voos comerciais, com passageiros, esperando obter uma resposta no prazo de 30 dias. 

Apurar responsabilidades


"Porquê uma pergunta parlamentar à Comissão, quando poderia apenas depositar uma queixa contra a Air France? Em primeiro lugar, porque gostaria de saber se uma empresa aérea da UE, e no seu espaço aéreo, pode fazer voos de treino em voos comerciais, com passageiros", diz Mário David.
No caso de se cumprirem as normas europeias, o eurodeputado questiona ainda se as autoridades dos países não devem pelo menos ser previamente avisadas das intenções das companhias. 
"Em caso afirmativo, há ou não a obrigação da concordância das autoridades dos países das rotas em que tais treinos são efetuados? E assiste ou não aos passageiros o direito de saber previamente a existência de tais treinos? E é ética e deontologicamente aceitável que o comandante minta aos passageiros?", interroga-se.
"Embora não sendo verdade, vamos assumir que o treino é totalmente isento de perigo: mas se um passageiro, com o susto, sucumbir a uma crise cardíaca, de quem é a responsabilidade? Do vento?", pergunta ainda Mário David, frisando que a operação de treino podia não ser intencional, mas mesmo uma aterragem falhada dos treinantes.  

EXPRESSO PT

Boeing planeja voo de 2 horas com avião 787 para checar sistemas

WASHINGTON, 25 Mar (Reuters) - A Boeing planeja um voo de duas horas de uma empresa aérea que detenha uma aeronave do modelo 787 nesta segunda-feira, que será seguido de testes nos próximos dias de certificação durante voo e no solo das mudanças propostas para a bateria de íon-lítium do jato.
O voo desta segunda será usado para validar todos os sistemas na aeronave e ver se estão funcionando como previsto, disse o porta-voz da Boeing Marc Birtel. O 787 teve os voos suspensos desde meados de janeiro após falhas na bateria em dois aviões diferentes.
Após os dados do voo serem analisados, a Boeing irá preparar uma demonstração em solo e de voo com o objetivo de certificar as mudanças propostas para o sistema de baterias, um importante passo para conseguir a permissão da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) para que o avião volte a voar comercialmente.
"O plano é conduzir uma demonstração de voo. Esse voo irá mostrar que o novo sistema de bateria tem performance como a desejada durante as condições de voo", disse Birtel, em um comunicado.
Separadamente, o Conselho Nacional de Segurança no Transporte dos EUA (NTSB, na sigla em inglês) disse que irá realizar um fórum de dois dias em 11 e 12 de abril para examinar o design e o desempenho das baterias de íon-lítium no transporte, uma revisão desencadeada pelas falhas nos dois aviões 787 em janeiro.
(Por Andrea Shalal-Esa)
REUTERS BRASIL

Piloto português do presidente deposto está "desaparecido"


A República Centro-Africana está a ferro e fogo. A comunidade portuguesa não escapou aos saques e até o cônsul foi assaltado. O presidente deposto fugiu para os Camarões e o seu piloto, português, está desaparecido.
 
foto DR
Piloto português do presidente deposto está "desaparecido"
Piloto português está desaparecido
 
Pedro Barroso, copiloto português do avião presidencial da República Centro-Africana, disse ao JN que o seu comandante está desaparecido e que a maioria da comunidade portuguesa residente em Bangui, a capital, "deve estar aterrorizada" com o clima de insegurança. Pedro Barroso, de 37 anos, deixou Bangui há cerca de um mês. "Já sei que a minha casa foi saqueada, assim como a do meu comandante, Vítor António".
Depois de falar com o filho do piloto do avião do presidente deposto da RCA, Pedro Barroso confirmou que Vítor António não voou com o presidente deposto para os Camarões. "Também não consigo contactar uma família que vive fora da capital", acrescentou.
Contudo, o copiloto não duvida de que "o Governo francês irá retirar todos os portugueses em segurança". A maioria são quadros de empresas e trabalha na área da Educação, com organizações não-governamentais.
Pedro Barroso refere que o clima de insegurança na RCA começou a sentir-se há cerca de um ano. "Havia já grupos organizados de rebeldes no Norte do país". Atualmente, "a mais de 50 quilómetros de distância de Bangui, só podemos andar com escolta policial", descreve, sabendo que, a qualquer momento, poderá ter de regressar à República Centro-Africana.
O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, garantiu, por sua vez, ao JN, que as autoridades estão focadas, sobretudo, nos portugueses que se encontram incontactáveis e que foram alvo de vandalismo. "Os franceses é que avaliarão se é necessário" executar o plano de contingência. "Até ao momento, não nos foi dada qualquer informação nesse sentido, bem pelo contrário", frisou José Cesário.
JORNAL DE NOTÍCIAS