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quarta-feira, 16 de junho de 2010

SATA diz que greve de tripulantes de cabine é "infundada" e "prejudicial"

Avião da Sata abortou descolagem em Porto Santo devido a um problema técnico no motor

Lisboa, 16 jun (Lusa) -- A SATA Air Açores considerou hoje "infundada" e "altamente prejudicial à companhia" a greve de quatro dias dos tripulantes de cabine, marcada para o início de julho, e rejeita a acusação sindical de violar o acordo de empresa.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a companhia adianta que a greve decretada pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), entre 2 a 5 de julho, vai afetar 220 voos e mais de 17 mil clientes.

No diferendo com o sindicato, a SATA afirma que o que está em causa é a substituição temporária de cinco chefes de cabine da empresa, que, "por motivos temporários de doença ou maternidade, estão impossibilitados de desempenhar as suas funções".

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EM UM ANO, 79 MIL VOOS SAÍRAM FORA DE HORÁRIO


Caso as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já estivessem em vigor, passageiros de cerca de 79.616 voos entre fevereiro de 2009 e o mesmo mês deste ano poderiam ter sido beneficiados com as novas regras. Esse é o total de decolagens canceladas ou com atraso superior a 1 hora nesse intervalo de tempo, segundo levantamento feito pela agência.

O número representa cerca de 9% do total de decolagens programadas nos 67 aeroportos brasileiros no período, entre voos nacionais e internacionais.
Por causa do grande contingente de passageiros afetados por problemas desse tipo, os registros de reclamações na ANAC também são numerosos. De janeiro a maio de 2010, 4.035 pessoas procuraram a agência para se queixar de atraso, cancelamento ou overbooking em território nacional.
A quantidade de queixas poderia ser maior. Vários passageiros que transitavam ontem pelos aeroportos de Cumbica e Congonhas não sabiam da existência da nova resolução - que, apesar da confusão com a data de início de vigência, já havia sido anunciada há três meses. Além disso, a maioria desconhecia quais eram seus direitos antes da mudança nas regras e tampouco sabia a quem recorrer caso a companhia aérea se recusasse a cumprir as normas.
"Isso deveria ser mais divulgado. Acho que pouca gente sabe", disse a fisioterapeuta Ana Flávia Rodrigues, que esperava a hora do embarque em Congonhas, na zona sul de São Paulo, na tarde de ontem. Apesar de ser vítima constante de atrasos e cancelamentos de voos, ela mesma afirmou que não sabe o que exigir da empresa nessas situações. "Talvez seja por isso que elas fazem o que bem entendem com os passageiros. Ninguém sabe o que cobrar das empresas."
Para o cobrador de ônibus paranaense Cláudio Lopes, o problema é o mesmo. Lopes estava de mudança para o Japão e viajaria de avião pela primeira vez. "Não tenho noção do que fazer (caso seu voo atrasasse). Deveriam informar isso pelos alto-falantes, pelas televisões que ficam nos aeroportos ou entregando folhetos. Do jeito que está, só fica sabendo quem vai atrás", reclamou.

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Colômbia: Tam aguarda OK da Anac para voos diários



Não é só o Rio de Janeiro que emplacará mais rotas internacionais da Tam no segundo semestre. A companhia aérea aguarda a aprovação da Anac para apresentar seu próximo destino internacional, a Colômbia. O vice-presidente comercial e de Planejamento da Tam, Paulo Castello Branco, disse agora em entrevista ao PANROTAS sobre o voo diário que a companhia deseja operar entre São Paulo e Bogotá até o final deste ano. “Acreditamos que após a aprovação da Anac, em cinco meses possamos iniciar as operações para a Colômbia”, disse, lembrando que o tempo é necessário para a instalação da base da empresa no país sul-americano.

“Com a Colômbia, teríamos operações em todos os mercados da América do Sul mais importantes”, completou, adiantando que o equipamento utilizado nos voos – diários, segundo a solicitação da Tam – é o Airbus 320, com duas classes.

Hoje à noite, o vice-presidente da Tam embarca para a Europa, com destino a Toulosse, onde negociará a aquisição de mais um Airbus 330. Castello Branco comentou os resultados obtidos pela empresa no mês passado, quando a Tam alcançou 77,8% de ocupação nas linhas internacionais. “Os bons resultados aparecem em todas as operações internacionais, com destaque para os voos para os Estados Unidos e a retomada forte do mercado corporativo”, disse.
contato radar

Junta militar birmanesa compra da China 50 aviões de combate


A Junta Militar que governa Mianmar comprou da China 50 aviões do modelo K-8 que servem para operações de treino ou para combater os grupos insurgentes do país, informaram nesta terça fontes da dissidência.

Os equipamentos foram transportados em partes por mar e serão montados em um quartel especializado da Força Aérea no centro do país.

O Karakorum K-8, fabricado pelo Hongdu Aviation Indusry Group, é uma aeronave de treino rápido com capacidade para operações de apoio a unidades em terra, que a China o e Paquistão desenvolveram conjuntamente no início da década passada.

Bolívia e Venezuela compraram este avião que também utilizam as Força Aéreas do Egito, Mianmar, Tanzânia e a Namíbia.

As Forças Armadas birmanesas adquiriram 280 aviões militares da China, Polônia, Rússia e Iugoslávia desde 1988.

Os Governos da China e Mianmar assinaram 15 acordos de cooperação durante a visita do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, 3 e 4 de junho.

Mianmar é governada por um regime militar desde 1962 e prepara-se para realizar eleições parlamentares neste ano, as primeiras em duas décadas.

terra

F-18 DURANTE O "TELETRANSPORTE"


F/A-18E/F da Royal Australian Air Force

Aparentemente, o Boeing F/A-18E/F Super Hornet da Royal Australian Air Force tem a capacidade de se teletransportar. Ou então os australianos descobriram uma maneira de criar jatos de combate a partir de nuvens de vapor.

F/A-18E/F Super Hornet em baixa altitude

Ou talvez sejam apenas rastros de vapor formados pelas asas do jato, enquanto os pilotos da RAAF manobram em baixa altitude.

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Tudo o que você gostaria de saber (ou não) sobre o Gripen NG

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vinheta-especialO Poder Aéreo disponibiliza em primeira mão aos leitores os slides da apresentação sobre o Programa do Gripen NG feita hoje aqui na Suécia.

Acabei de chegar ao Hotel e fiz o upload para que os leitores tenham acesso ao material que vai tirar todas as dúvidas com relação ao Gripen NG, o caça favorito da Força Aérea Brasileira para o F-X2.

Quem chamou até agora o Gripen de “gambiarra”, “avião que não existe”, “tem perna curta” etc, terá seus argumentos destruídos como demonstra a apresentação.

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Pontos de destaque da Palestra:

  • As tecnologias desenvolvidas para o NG poderão ser aplicadas às versões C/D caso os clientes queiram;
  • O NG está servindo para desenvolver tecnologias para os aviões já existentes e para a versão E/F;
  • O custo da hora de voo do Gripen na Suécia é de cerca de US$ 3.000,00. A hora de voo do NG está estimada abaixo de US$ 5.000;
  • A performance do NG está melhor do que prevista;
  • A Suécia não tem pressa em adquirir o NG, porque a Força Aérea pode operar os seus modelos atuais até 2015/2017. Mas a Suécia assumiu o compromisso de encomendar logo seus NG caso Índia e/ou Brasil comprem o avião;
  • A Suécia pretende operar o Gripen até 2040;
  • O Sea Gripen será desenvolvido caso Brasil e/ou Índia encomendem;
  • A Força Aérea Sueca migrará para o NG de qualquer jeito porque o número de bases diminuiu com o fechamento de várias delas após o fim da Guerra Fria. Os atuais Gripen também têm “pernas curtas” para as 3 bases atuais;
  • A Saab pode colocar outro motor no NG caso o cliente queira;
  • Mas o cliente pode comprar adiantado peças para o F414 para “X” anos, para evitar “embargos”;

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Clique nas imagens abaixo para ampliar os slides. Hoje à noite o editor do Poder Aéreo, Alexandre Galante, estará online no “Xat” para um bate-papo com os leitores. Até lá!


poder aéreo