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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

SÃO PAULO TEM MAIS HELIPONTOS DO QUE PONTOS DE ÔNIBUS

Vista de cima, a pintura azul no telhado dos espigões sinaliza aquela que é a principal concentração de helipontos num pequeno pedaço de São Paulo.

Embaixo, a movimentação é intensa para acessar esse trecho nobre da Vila Olímpia (zona oeste), nas imediações da rua Funchal, mas a infraestrutura do transporte terrestre deixa a desejar. As vias são estreitas para os carros, que enfrentam congestionamentos até nas garagens; os ônibus, às vezes distantes, não atraem.

Forma-se, assim, um cenário exótico: a quantidade de 25 helipontos é maior que a dos 24 pontos de ônibus nesse miolo de comércio e escritórios da Vila Olímpia, formado por dez vias.

O levantamento da Folha, feito a partir de registros da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e da SPTrans (empresa de transporte da prefeitura), reforça as conclusões de outro mapeamento preparado por técnicos municipais em parte do eixo empresarial da Faria Lima à Berrini.

Este identificou por imagens de satélite 75 helipontos numa região que abriga 60 paradas de ônibus -sem contar "pontos gêmeos", nos dois lados da rua.

Em ambos os casos, trata-se de uma constatação apenas simbólica, sem rigor científico.

Mas a peculiaridade da infraestrutura do transporte terrestre e aéreo nas imediações da Vila Olímpia serve, na avaliação de técnicos, como exemplo da falta de planejamento urbano com a expansão da área a partir da década de 1990.

Um dos motivos para a região ter tantos helipontos é que ela concentra edifícios novos e modernos - frequentados por uma elite empresarial que, por minoria da minoria que seja, já aderiu ou pretende aderir ao transporte aéreo urbano.

Essa condição resulta em malabarismo no controle de voo para evitar conflitos com aviões da rota de Congonhas.

Para reunir helipontos sem burlar a norma que fixa a distância mínima de 400 m entre eles, de novo é preciso malabarismo.

De outro lado, embora a prefeitura diga que há 22 linhas de ônibus passando em alguma parte do bairro, não há conexão rápida de transporte coletivo para regiões estratégicas, como a central ou a da Paulista.

E a linha metroferroviária mais próxima, a 9-Esmeralda da CPTM, leva os usuários a trechos mais periféricos (Osasco-Grajaú).

"Os polos empresariais não são decididos por quem vai trabalhar lá.

A Berrini ficava longe de tudo, mas perto de onde os donos das empresas moravam ou gostariam de morar. Hoje tudo é definido pela conveniência da cúpula.

Se ela por pequena que seja, começa a adotar um meio de transporte exótico, como por helicóptero, as coisas fogem ainda mais de controle", diz Cláudio Senna Frederico, engenheiro e ex-secretário dos Transportes Metropolitanos.
VoarNews

Thai atrasa recebimento de jatos



A companhia Thai Airways International está negociando com a Airbus Industrie as datas de recebimento de seis jatos A380 que tinha encomendado no fabricante europeu. Equipados com turbinas Rolls Royce “Trent” esses jatos deverão agora ser entregues a partir de 2012, para dar à transportadora asiática tempo para resolver seus problemas de fluxo de caixa.

Aviação Comercial

USAF PROCURA ATACANTES LEVES


A USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) iniciou oficialmente contatos com fabricantes de todo o mundo interessados em fornecer 100 aeronaves leves de ataque. As especificações técnicas da concorrência indicam a capacidade de transportar duas bombas de 500 libras, foguetes de 2,75 polegadas, metralhadoras e tanques extras, com alcance de 1600 Km e velocidade de cruzeiro de pelo menos 323 Km/h. Um dos modelos a serem avaliados é o brasileiro Embraer "Super Tucano". A seleção do tipo vencedor ocorrerá em 2012 e em as entregas devem ocorrer a partir de 2013.
Aerobusiness

Marinha Francesa anunciou a suspensão das buscas de piloto do Rafale acidentado




França suspende busca de piloto do Rafale acidentado


A Marinha francesa anunciou neste domingo a suspensão das buscas de um dos pilotos dos dois caças Rafale que caíram no mar na quinta-feira passada, no Mediterrâneo.

"Todas as pistas que permitiam ter esperanças foram esgotadas, e decidimos suspender as buscas aéreas do piloto aeronaval às 21h00 de hoje", declarou a Marinha em um comunicado.

"Os numerosos meios empregados nos últimos três dias lamentavelmente não permitiram encontrar o capitão-de-fragata da reserva François Duflot, piloto de teste da 'Délégation générale pour l?armement (DGA)'", revelou a Marinha.

O outro piloto envolvido, que conseguiu se ejetar, foi resgatado são e salvo no dia do acidente.

Segundo o capitão-de-fragata Bertrand Bonneau, do Serviço de informação da Marinha, os Rafale estão, provavelmente, a 600 metros de profundidade.

Os dois Rafale do porta-aviões "Charles-de-Gaulle" caíram, provavelmente, devido a um choque entre ambos, diante da costa de Perpignan.

A Marinha chegou a localizar balizas de sinalização e parte da asa de um dos caças sinistrados.
Blog do Vinna

Responsáveis por acidente do voo 1907 podem não ser condenados


Passados três anos do acidente com o Boeing da Gol, nenhuma das pessoas apontadas como responsáveis foram condenadas e, segundo a acusação, os julgamentos dos dois processos criminais que correm na Justiça ainda nem têm data pra ocorrer. Na próxima terça-feira (29), a tragédia com o voo 1907 completa três anos. Ao todo, 154 pessoas morreram.

Em entrevista à Folha Online, o assistente de acusação e advogado da Associação dos Parentes e Amigos das Vítimas do Voo 1907, Dante D'Aquino, admitiu que o caso pode prescrever sem que ninguém seja condenado.

"É uma preocupação compartilhada inclusive com o Ministério Público Federal. Infelizmente, o cenário da prescrição é provável e possível, e a nossa preocupação já foi levada à Justiça", disse.

Segundo ele, o prazo para que o caso prescreva é, inicialmente, de quatro anos, contados a partir do momento do recebimento da denúncia pela Justiça.

Em junho deste ano, a Justiça Federal aceitou uma nova denúncia contra os pilotos Joe Lepore e Jan Paul Paladino --que comandavam o jato Legacy no momento em que ele se chocou com o Boeing da Gol. Eles respondem pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo nacional, na modalidade culposa (sem intenção).

O juiz federal em Sinop (MT) Murilo Mendes, responsável pelo caso, minimizou a possibilidade de prescrição. Disse que um juiz pode levar outros fatores em consideração para determinar a pena, como a gravidade das consequências do crime.

Se houver condenação superior a dois anos, a prescrição sobe para oito anos após o recebimento da denúncia. "Se houver condenação, não é garantido que a pena seja inferior a dois anos", afirmou Mendes.

Absolvidos

Em dezembro do ano de 2008, os pilotos foram absolvidos da acusação de negligência pela conduta relacionada a adoção de procedimentos de emergência e eventual falha de comunicação com o Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo). Porém, o Ministério Público entrou com recurso a respeito, que ainda não foi julgado.

D'Aquino alega que a defesa dos pilotos --que pediram que testemunhas dos Estados Unidos e da Suíça fossem ouvidas-- tenta atrasar o processo justamente para que ele prescreva.

"Ora, qual a contribuição que essas testemunhas poderão trazer? Nenhuma delas estava lá [no momento do acidente]. Não há [contribuição]", afirmou.

O advogado Theo Dias, dos pilotos do Legacy, negou que esteja agindo para provocar a prescrição dos crimes.

"Quem age de má-fé é ele [D'Aquino], fazendo acusações indevidas em relação à atuação profissional da defesa. Em um caso em que três passageiros moram nos EUA, em que todas as pessoas capazes de atestar a idoneidade profissional dos réus moram nos EUA, como é que você pode não arrolar testemunhas no exterior?", disse.

Para D'Aquino, "enquanto os processos não tiverem um desfecho, as famílias continuarão em angústia. Até agora, os familiares das vítimas não puderam chorar pela sua perda, porque travam na Justiça uma luta pela condenação dos responsáveis".

Audiência

Na próxima terça, familiares das vítimas da tragédia realizam uma audiência pública em Brasília (DF). Está programada para ocorrer às 14h30, na Câmara dos Deputados.

Segundo a Associação dos Parentes e Amigos das Vítimas do Voo 1907, o objetivo do evento é discutir e analisar o andamento das investigações sobre a queda do Boeing da Gol.

Midiamax

Audiência em Brasília marca 3 anos da tragédia com avião da Gol em MT


A tragédia com o voo 1907 da Gol --que matou 154 pessoas em setembro de 2006-- completa três anos na próxima terça-feira (29). Para marcar a data, as famílias das vítimas promovem no dia uma audiência pública em Brasília (DF), programada para ocorrer às 14h30 na Câmara Federal.

Segundo a Associação dos Parentes e Amigos das Vítimas do Voo 1907, o objetivo do evento é discutir e analisar o andamento das investigações sobre a queda do Boeing da Gol. A ideia também é cobrar agilidade nos dois processos criminais sobre o caso, que continuam em andamento na Justiça.

Foram convocados para participar da audiência o Ministério Público Federal em Mato Grosso --que em maio deste ano ofereceu nova denúncia contra os pilotos do jato Legacy, que colidiu com o avião da Gol; o chefe do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), brigadeiro Jorge Kersul Filho; e o perito Roberto Peterka, responsável pelos dois laudos que apontava falhas dos pilotos Joe Lepore e Jan Paul Paladino, do Legacy; além do assistente de acusação Dante D'Aquino.

Em 2008, os pilotos do jato Legacy da empresa americana ExcelAire foram absolvidos pela Justiça brasileira. A Procuradoria e as famílias recorreram da decisão, que ainda depende de análise do TRF (Tribunal Regional Federal) em Brasília.

"É com o coração angustiado que esperamos que nosso recurso seja aceito e os pilotos voltem a responder na justiça de Sinop (MT) por todos os seus crimes", afirmou na ocasião Rosane Guthjar, viúva de uma das vítimas. Rosane também deverá acompanhar a audiência.

Acidente

O Boeing da Gol que fazia o voo 1907 ia de Manaus (AM) para o Rio com previsão de fazer uma escala em Brasília (DF). Ao sobrevoar a região Norte do país ele bateu em o Legacy da empresa de taxi aéreo americana ExcelAire.

Os destroços do Boeing caíram em uma mata fechada, a 200 km do município de Peixoto de Azevedo (MT). Mesmo avariado, o Legacy, que transportava sete pessoas, conseguiu pousar em segurança em uma base na serra do Cachimbo (PA).

O acidente expôs a fragilidade do controle aéreo brasileiro. O assunto deflagrou ainda aberturas de CPI's (Comissões Parlamentares de Inquéritos) e investigações da Polícia Federal e Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

24 Horas News

3 pessoas morrem em acidente de helicóptero nosE.U.



Um helicóptero de transporte médico caiu sexta-feira a noite na Carolina do Sul, E.U. , matando três pessoas a bordo, no dia 26, a empresa proprietária do aparelho.

"Omniflight lamenta profundamente a trágica perda de membros de sua tripulação e deseja expressar o seu profundo pesar e condolências às famílias e amigos dos mortos", disse um comunicado da empresa Omniflight baseada no Texas.
A companhia disse que um piloto, uma enfermeira e um paramédico de vôo estavam no helicóptero quando a American Eurocopter AS350B2 caiu em torno de 23:30 horas de sexta-feira.
O helicóptero não estava transportando pacientes quando a tragédia ocorreuAté agora nenhuma informação sobre as causas do acidente.
O Serviço Meteorológico Nacional disse que uma tempestade estava indo em direção a região pouco antes do acidente.
Pueblo en línea

Queda de avião mata pai e filha no ES

foto ultraleve que caiu em Nova Venécia
Aeronave caiu em uma pista particular de pouso
Uma aeronave caiu neste sábado na zona rural de Nova Venécia, no Norte do Estado. Os dois ocupantes que estavam a bordo morreram. O acidente aconteceu por volta das 11h20. Segundo o sargento do Corpo de Bombeiros de São Mateus, Alfredo Luiz Sacht, os corpos das vítimas foram identificados como Dacílio Júnior Pestana Santos, 64 anos, e a filha dele, Maria Luísa Dias Pestana Santos, 17 anos.


O acidente teria ocorrido logo após a decolagem, em uma pista particular localizada na área da Fazenda Ideal, próximo ao município de Boa Esperança. Pai e filha seguiam para um encontro de aeromodelismo, em São Mateus, também no Norte, quando o monomotor caiu. Os corpos ainda estão presos às ferragens.

Segundo o sargento Sacht, policiais militares e bombeiros capixabas isolaram a área. Por volta das 15h40, uma equipe de peritos da Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, chegou ao local do acidente. Os peritos desembarcaram por volta de 14h no aeroporto de Vitória, e seguiram direto para Nova Venécia.

Após o acidente, peritos do Departamento Médico Legal (DML) de Linhares também foram acionados e se deslocaram até o local da queda do monomotor.

De acordo com equipes do Corpo de Bombeiros, os corpos foram liberados momentos após a chegada dos peritos da Anac. Ambos foram encaminhados ao DML de Linhares.

O enteado de Dacílio, Antônio Emílio Borges, informou à equipe da Rede Gazeta, que já está no local, que o padrasto tinha 30 anos de experiência em voo e estava com o brevê atualizado, assim como a aeronave passava por rigorosos processos de manutenção. Ainda não se sabe o que teria causado o acidente.

Ainda de acordo com o enteado, a aeronave monomotor era semelhante a um ultraleve de modelo avançado.
Gazeta

Lembra do roubo que ulilizaram helicóptero?...Pois é....



A polícia sueca prendeu os integrantes da quadrilha que roubaram na semana passada, um depósito de dinheiro de uma empresa de segurança em Estocolmo, em um golpe espetacular em que utiilizaram um helicóptero e explosivos.

A imprensa local informou hoje que as unidades de elite da polícia prenderam no fim de semana seis homens, incluindo um piloto de helicóptero, pouco antes de conseguirem fugir para o exterior.

foram encontrados bilhetes de avião para a Ásia. A polícia confirmou apenas a prisão de quatro pessoas, sem dar detalhes.

Como se fosse um filme de Hollywood, os ladrões invadiram semana passada a empresa a partir do telhado utilizando um helicóptero. Eles entraram através de uma clarabóia e desapareceram fortemente armados com espólio, cujo montante não foi especificado.

Para evitar a utilização do helicóptero da polícia, advertram a polícia local de terem colocado uma bomba no hangar, que era falsa.

Lartecera.com

Plano Colômbia





Para a Venezuela não pode. Para a Colômbia, sim. A Embraer abriu negociação com o governo de Álvaro Uribe para a venda de aeronaves militares. Serão dez modelos Super-Tucano ao custo de quase US$ 70 milhões. Outros 25 aviões já haviam sido comprados em 2005.

Isto é dinheiro

Voo curto


Semanas atrás, privadamente, Lula se disse arrependido de ter comprado o Airbus da presidência da República, mais conhecido pelo certeiro apelido de Aerolula, a bordo do qual desembarcou há pouco em Brasília.
Acha-o com pouca autonomia de voo. E hoje avalia que devia ter mandado comprar um avião com necessidade menor de fazer de tantas escalas.
Veja.com

Procura por curso de pilotagem triplica no interior de São Paulo



Mais aviões no ar e o volume crescente de passageiros, somados ao sonho de criança de voar, têm impulsionado a procura por cursos de piloto nos aeroclubes da região de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). O número de formados triplicou em dois anos.

Dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) confirmam a expansão do setor. Existem hoje 5.300 pilotos de companhias aéreas no país e outros 6.100 comerciais --de empresas de táxi aéreo ou pilotos de jatinhos particulares. Desde 2007, o país ganhou 933 aeronaves --inclui helicópteros.

No interior paulista, o sonho de ser piloto ganha asas também com a tradição agropecuária. Além da demanda dos aviões particulares de fazendeiros, culturas como a da cana-de-açúcar e laranja dependem da pulverização realizada pelos aviões. No Estado, existem 45 aeroclubes e outras 47 escolas de avião.

Em Itápolis (353 km de São Paulo), duas escolas formaram 300 pilotos no ano passado. Dois anos antes, eram cerca de cem.

Em Ribeirão Preto, o aeroclube local preparou 52 novos pilotos no ano passado --o dobro de dois anos antes.

"A procura tem sido muito grande pela falta de piloto no mercado. Hoje, a companhia aérea que procurar um piloto experiente não acha. Então, é preciso desde já preparar os novos", disse o presidente do aeroclube, Olivo Lofiego Junior.

O perfil do aspirante a piloto, em geral, é de jovens com idades entre 18 e 30 anos.

A maior barreira é o preço. A hora de voo não sai por menos de R$ 252. Na primeira etapa, o curso de piloto privado exige um mínimo de 40 horas de voo.

Para piloto comercial, o mínimo é de 150 horas de voo. A partir daí, o profissional está capacitado a trabalhar como piloto particular ou em empresas de taxi aéreo.

Folha Online

GOL anuncia voos regulares para Aruba


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. ("Companhia", Bovespa: GOLL4 e NYSE: GOL), a maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina, anuncia que recebeu da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e demais autoridades pertinentes autorização para operar voos regulares entre o Brasil, a Venezuela e a ilha de Aruba, no Caribe. A Companhia inicia hoje a venda de passagens para o novo destino, seu décimo mercado internacional, e a operação terá início em 4 de outubro.

O voo, que inicialmente será semanal, realizado aos domingos, partirá do aeroporto internacional de Guarulhos s 11h00 (horário local), fazendo escala em Caracas, na Venezuela, s 15h30 (horário local). Da capital venezuelana, decolará para Aru
ba as 16h10 (horário local), com chegada prevista para as 17h55 (horário local). No sentido inverso, a aeronave vai partir da ilha caribenha s 21h20 (horário local), pousando em Caracas s 22h05 (horário local), de onde seguirá para São Paulo s 22h45 (horário local).


Realizada com aeronaves Boeing 737-800 Next Generation, a nova rota será operada pela marca VARIG e incluirá a classe Comfort de serviços diferenciados, que oferece mais espaço entre poltronas, opções de refeições quentes e entretenimento de bordo individual, além de mais privacidade, bonus de 150% no acúmulo de milhas SMILES, acesso a balcão de check-in exclusivo e embarque e desembarque prioritários.

Além de atender a demanda entre o Brasil e Aruba, a Companhia venderá passagens de Caracas para o novo destino.
uol

Pilotos e TAP com números diferentes para a greve

Pilotos voltam ao ´cockpit` dos aviões após dois dias de greve DR

Como habitual em situações de greve, os pilotos da TAP apresentaram valores que não correspondem aos avançados pela administração da empresa. Fonte da transportadora aérea disse à Agência Lusa que mais de 90% dos passageiros seguiram viagem sem "grandes alterações".

De acordo com esta fonte oficial da TAP apenas 10% dos 42 mil passageiros com viagens marcadas foram afectados de forma significativa pela greve dos pilotos de quinta e sexta-feira.

"Foram cancelados 52 voos" durante os dois dias de paralisação, disse a TAP.

O Sindicato do Pilotos informou sexta-feira ao final do dia que "mais de 98 por cento dos pilotos aderiram a esta acção (de greve) cancelando 65 serviços de voos (equivalente a cerca de 130 voos) e demonstraram de forma pública e notória o seu descontentamento perante a insensibilidade e a intransigência reveladas pela administração da TAP".

A companhia aérea portuguesa responde: "Confirmamos que a adesão dos pilotos à greve foi elevada mas houve muitos voos realizados por outras companhias e por aviões fretados pela TAP, pelo que as contas não devem ser feitas como foram apresentadas pelo sindicato".

Pilotos e administração não se entendem quanto a aumentos salariais

Os pilotos da TAP avançaram para a greve devido ao "impasse" no processo de revisão do Acordo de Empresa e ao "descontentamento" com a gestão do presidente-executivo da transportadora, Fernando Pinto.

Das reivindicações dos pilotos faz parte uma revisão salarial na ordem dos 9 por cento.

"A TAP quer negociar com os pilotos, mas não está disposta a aceitar ultimatos nem imposições do sindicato", disse a fonte da empresa à Agência Lusa. Os aumentos salariais pedidos "vão ao arrepio de tudo o que se passa no país e no mundo, num momento em que a indústria da aviação vive a maior crise da história, com a IATA e prever que as companhias aéreas fechem o ano com os maiores prejuízos de sempre".

"Os 800 pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e o aumento de nove por cento exigidos pelo SPAC faria subir esse valor para os 9.600 euros", acrescenta a fonte. "Mais mil euros por mês para cada um, vezes os 14 meses de vencimento, num custo total para a TAP de mais 11,5 milhões de euros".

Os pilotos parecem firmes nas reivindicações. "Nesta fase não é claro que a administração da TAP tenha compreendido a totalidade das implicações desta adesão", diz o sindicato em comunicado. "Os pilotos não vão continuar a subsidiar os erros estratégicos decididos pela administração da TAP".

A greve de dois dias terá tido um impacto na ordem dos 10 milhões de euros nos resultados da transportadora aérea.

RTP

Rede Elemidia veicula campanha segmentada da TAM


Um total de 23 shopping centers operados pela Rede Elemidia, em sete capitais do país, veiculam até o dia 3 de outubro campanha da TAM, assinada pela Young & Rubicam. Para divulgar as tarifas promocionais da companhia aérea e direcionar as mensagens com a máxima eficiência ao target correto, foram desenvolvidas diferentes vinhetas, de acordo com a localização geográfica das rotas em oferta.

Fator Brasil

Primeiro jato Embraer 195 é entregue à Lufthansa Cityline



Aeronave faz parte de um pedido de 30 E-Jets feito pela Lufthansa para seus parceiros regionais.

São José dos Campos – A Embraer entregou no dia 24 de setembro (quinta-feira), o primeiro jato Embraer 195 à empresa aérea alemã Lufthansa, em cerimônia na sede da Empresa em São José dos Campos, Brasil. A aeronave será operada pela Lufthansa CityLine, subsidiária integral da companhia aérea alemã e uma das cinco parceiras da família Lufthansa Regional. O acordo original foi anunciado em junho de 2007, com a confirmação de 30 pedidos firmes para o jato Embraer 190, incluindo opções para receber qualquer modelo da família de E-Jets.

“É uma grande honra ver nossos E-Jets voando nas cores de uma companhia aérea tão renomada como a Lufthansa”, disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Estamos orgulhosos pela seleção dos nossos aviões para serem a base da renovação da frota regional da Lufthansa. Nossa satisfação é ainda maior, pois atingimos recentemente a excepcional marca de 600 E-Jets operando em 49 companhias aéreas em 34 países.”

O Embraer 195 da Lufthansa CityLine é configurado para 116 passageiros em duas classes de serviço, separadas por um divisor móvel. A nova aeronave fará parte da moderna e eficiente frota regional que a Lufthansa utiliza em suas rotas européias e de alimentação para a sua malha de destinos de longa distância. Tendo como base o centro de operações da empresa em Munique, os E-Jets operarão novas rotas e ampliarão o alcance regional da Lufthansa, oferecendo aos passageiros mais conforto e segurança, sem o indesejável assento do meio.

Fator Brasil

Entrevista com Tim Myers, vice-presidente da Boeing : "O dinheiro para a aviação está na China"

Murillo Constantino/ag. istoé

A escassez de crédito não deixou incólume o setor aéreo mundial. Em outubro de 2008, a expectativa era de que faltariam US$ 20 bilhões no mercado para a compra de aviões novos. Pela primeira vez em três anos, a Boeing Capital Company (BCC), braço financeiro da fabricante americana de aeronaves, foi obrigada a financiar os clientes de sua controladora. Normalmente, a empresa apenas estrutura os empréstimos, que são oferecidos por outras instituições. Com a crise, a BCC acelerou a busca por fontes de crédito para os compradores de aviões da Boeing. Em entrevista à DINHEIRO, o vice-presidente da BCC, Tim Myers, falou da procura por substitutos locais que possam ocupar no mercado o espaço de bancos europeus e americanos. Segundo ele, instituições de Brasil e China são alternativas em potencial.



DINHEIRO - O que o traz ao Brasil?
TIM MYERS - Três coisas: a necessidade de fortalecer a relação da Boeing com as companhias aéreas, estreitar nossos laços com bancos e instituições financeiras locais e, principalmente, tentar encontrar fontes alternativas de financiamento para os compradores de nossos aviões.

DINHEIRO - Mas a função da BCC não é exatamente oferecer esse financiamento?
MYERS - Não é algo que goste de ver publicado na imprensa, mas a verdade é que nossa função é oferecer financiamento a clientes quando não há mais ninguém financiando compra de aviões no mercado. Por três anos e meio, não houve necessidade de atuarmos. Mas em outubro do ano passado tudo mudou e neste ano já tivemos que financiar alguns clientes. No fundo, somos a última opção para as companhias aéreas conseguirem recursos. Mesmo porque, se tiverem alternativa, é melhor para elas, já que, em comparação a bancos e instituições tradicionais, nossas taxas não são competitivas, nem é o objetivo que sejam.

DINHEIRO - Desde que voltou ao mercado, quanto a BCC já financiou?
MYERS - Em outubro de 2008, o mercado estimava que faltaria algo como US$ 20 bilhões em financiamentos para a compra de aviões em todo o mundo, e que por isso as fabricantes teriam que reduzir em 20% sua produção. Nós decidimos reavaliar isso internamente. Após consultar instituições de crédito e os clientes e analisar a estimativa de mercado da própria Boeing, chegamos a um número diferente. Para nós, haveria uma falta de zero a US$ 4,5 bilhões em todo o mundo. Desse total, US$ 1 bilhão seria a fatia da Boeing e, portanto, teria que ser financiada pela BCC. Até agora, financiamos apenas US$ 600 milhões, o que é bastante positivo, pois está dentro de nossas expectativas.

DINHEIRO - Se não há problema de recursos, qual tem sido a dificuldade para as empresas aéreas encontrarem financiamento?
MYERS - O problema não é só a escassez de recursos, mas a própria economia. Por um lado, as companhias têm sofrido com rentabilidades mais baixas e menores índices de ocupação. Isso afeta diretamente seus negócios e sua classificação de crédito. Por outro lado, os bancos estão mais conservadores, muitos deles passando por mudanças profundas em seus modelos de negócio, cujo efeito é uma redução no volume de recursos para o financiamento de aviões.

DINHEIRO - Foi nesse contexto que a BCC voltou a financiar a compra de aviões da Boeing?
MYERS - Uma das metas da BCC é que nenhum avião saia da linha de produção sem um plano de financiamento já aprovado. Isso não é tão fácil como parece. No caso de empresas como (a brasileira) Gol, (a australiana) Qantas e outras do mesmo nível, não há dificuldade em encontrar alguém disposto a financiar a operação. Mas há outras companhias cujo perfil não facilita esse trabalho. É aí que entramos. A nossa intenção, porém, é que todos os financiamentos sejam feitos por terceiros.

DINHEIRO - A intenção da BCC é sair desse mercado o quanto antes?
MYERS - Nosso objetivo não é sair do mercado completamente, pois é um negócio rentável, embora essa não seja sua principal função para a Boeing. Somos uma ferramenta que auxilia nas vendas dos aviões da companhia. Além disso, por vezes vale a pena pagar para ter a experiência num negócio como esse, que pode ajudar a elevar os retornos sobre nossa frota própria, que hoje conta com 340 aeronaves. Também porque há alguns ativos que simplesmente ficarão empacados na fábrica se não houver alguém financiando os compradores. A dificuldade, claro, é saber onde colocar o dinheiro, se na produção industrial ou na empresa financeira. O negócio da Boeing é fabricar aviões, não ser um banco ou uma empresa de leasing. Não podemos estrangular a produção em nome dos negócios na área financeira.

DINHEIRO - E as empresas de leasing aeronáutico? Elas não podem atender à demanda por crédito das aéreas?
MYERS - As empresas de leasing estão numa situação muito delicada. Pelo menos muitas delas estão. Se antigamente elas ofereciam liquidez ao sistema, hoje elas tomam liquidez do mercado. Elas estão competindo por recursos de bancos com as próprias companhias aéreas para as quais fazem os leasings de seus aviões. E, em média, por região, elas são responsáveis, ou eram, por 30% a 40% dos financiamentos às aéreas.

DINHEIRO - O que mudou para elas?
MYERS - Seu próprio modelo de negócio teve de ser revisto. O que elas geralmente faziam era comprar os aviões dos fabricantes utilizando financiamentos de curto prazo, de dois a três anos. Depois disso, criavam "pacotes" de 20 a 30 aviões que, então, eram securitizados no mercado (a dívida era "vendida" a uma empresa securitizadora). Além de tirar o risco da operação, isso trazia fundos suficientes para rolar as dívidas de curto prazo. No fim, criava disponibilidade de caixa para adquirir novos aviões. Isso não existe mais. A securitização está muito cara, o custo do dinheiro explodiu e o retorno sobre o capital investido despencou.

DINHEIRO - Todas as empresas de leasing estão nessa situação?
MYERS - Nem todas. Algumas conseguiram se manter por ter controladores que enfrentaram bem a crise, como é o caso da GECAS, que é parte da GE. Mas outras, como a International Lease Finance Corporation (ILFC, a maior companhia de leasing aeronáutico do mundo), foram bastante afetadas. No caso dela, por conta dos problemas com sua controladora, a seguradora AIG. Mesmo com um ótimo portfólio de produtos e bom histórico de crédito, a ILFC não tem mais de onde tirar recursos, por conta das dificuldades na AIG. Isso, para nós, é muito perturbador, pois ela é uma das maiores compradoras de aviões Boeing.

DINHEIRO - Como contornar a falta de crédito, agora que bancos e empresas de leasing estão em dificuldades?
MYERS - Uma das formas é ampliar a rede de instituições que oferece financiamentos e explorar outras áreas, como temos feito. Se nos anos 1960 e 1970 os bancos americanos dominavam esse mercado, nos anos 1980 foram os japoneses e, dos anos 1990 para cá, os europeus. Mas o modelo de negócios desses bancos mudou. Agora é preciso encontrar instituições locais que estejam dispostas a financiar a compra de aviões e ajudá-las a entrar nesse mercado. A América Latina, em especial o Brasil, e a China têm instituições que podem cumprir esse papel.


DINHEIRO - Por que essas regiões?
MYERS - Na América Latina porque o financiamento oferecido por bancos para a compra de aviões é mínimo. Isso apesar do fato de que, nos próximos 20 anos, a região - especialmente Brasil e México - deve comprar cerca de 1.700 jatos de passageiros, em avaliação feita pela Boeing. Como não se compravam aviões na região até pouco tempo atrás, não havia necessidade de bancos oferecerem crédito para isso. Mas agora a situação está mudando. Já na China, o caso é que há muitos recursos, mas poucos contatos fora do país, e isso pode ser mais bem explorado.

DINHEIRO - Como assim?
MYERS - Instituições chinesas financiam 99,9% das compras de companhias locais. Mas elas têm mais recursos que demanda. Esse dinheiro poderia ser emprestado no exterior. Há algum tempo a própria BCC tenta promover um fluxo de financiamentos entre a China e o restante do mundo. Graças a isso, eles já financiaram empresas como a Lufthansa e a British Airways. É claro, são companhias líderes, mas é um começo para que os chineses passem a financiar outras empresas, que não necessariamente sejam líderes mundiais.

DINHEIRO - Quais os riscos que esses bancos locais teriam que assumir ao entrar nesse mercado?
MYERS - Não é algo complicado, mesmo porque essa atividade é feita com base em ativos reais, aviões, e não em ativos financeiros, como carteiras de empréstimos e crédito. E também não são prédios. Se alguém deixar de pagar, podemos pegar o avião e voar para o próximo cliente. Se o banco não souber fazer a retomada do bem ou mesmo não tiver um local onde colocá-lo, podemos ajudar. Normalmente, apresentamos empresas que são especializadas nesse tipo de serviços. Mas, claro, nós mesmos podemos fazer, caso nos peçam.

DINHEIRO - A ideia da BCC é ser um facilitador, inclusive no Brasil?
MYERS - Nosso trabalho será criar uma espécie de base de dados com informações sobre empresas que conhecemos que podem ajudar os bancos em suas operações, e sobre companhias que podem se tornar suas clientes.

DINHEIRO - O trabalho da BCC tem funcionado?
MYERS - A (europeia) Airbus e outras fabricantes copiaram exatamente o que fazemos, o que mostra que provavelmente estamos fazendo bem nosso trabalho na área financeira.

Isto é dinheiro



Embraer é favorável à compra de caças suecos

A Embraer considera o caça sueco Gripen, do ponto de vista de transferência de tecnologia, a melhor opção para a empresa estabelecer uma parceria estratégica no contexto do programa F-X2. O contrato, que prevê a aquisição de 36 aeronaves de combate, no valor de US$ 2 bilhões, também é disputado pela francesa Dassault, com o caça Rafale, e pela americana Boeing, com o F-18 Super Hornet.

"Avaliamos as três propostas, a pedido da FAB e vimos que a oferta da empresa sueca Saab é a que vai assegurar ao Brasil o conhecimento e a agregação de tecnologia dentro da premissa "on the job doing", ou seja, aprender fazendo", disse o vice-presidente-executivo para o mercado de defesa da empresa, Orlando José Ferreira Neto.



O executivo parte do princípio de que o Gripen NG, versão mais avançada do Gripen C/D, e que ainda não foi fabricado, é o único que oferece oportunidade para o Brasil começar o desenvolvimento de um caça do zero. "Não estamos interessados em fabricar peças. Buscamos o domínio de conhecimento que ainda não temos e que nos será útil no desenvolvimento de futuras aeronaves."

A afirmação de Ferreira Neto é compartilhada por grande parte das empresas que compõem a cadeia aeroespacial de São José dos Campos. "Sairemos da condição de pequenas empresas dependentes da Embraer para um grupo consolidado verticalmente, capaz de fornecer estruturas integradas complexas, não só para a Embraer como para o mercado externo", afirma o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva.

A Akaer faz parte da holding T-1, que reúne as cinco empresas brasileiras envolvidas no projeto do novo caça sueco e será responsável pelo projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas. A fuselagem do Gripen, segundo Silva, é a mais complexa já feita no Brasil, pois envolve sistemas de alta tecnologia, como ligas de última geração e materiais avançados, do tipo composto. "O preço que iremos pagar pelos caças agora retornará para as empresas brasileiras em forma de empregos e de novas tecnologias." Em cinco anos, segundo Silva, a T-1 estima que poderá exportar US$ 500 milhões e gerar 2.900 empregos diretos no Brasil.

Para a Embraer, o programa de um novo caça supersônico também irá trazer benefícios tecnológicos. "Temos interesse nas tecnologias envolvidas em um voo supersônico e na utilização de materiais avançados para fazer frente aos novos desafios que se impõem aos fabricantes de aeronaves", disse Ferreira Neto.

A tecnologia dos radares de última geração, presente nos caças de combate, segundo Ferreira Neto, também pode ter aplicação na aviação civil. Outra área de aprendizado é a de sistemas que otimizam consumo de combustível. "O programa F-X2 pode trazer informações de desenvolvimento importantes, que terão aplicação na aeronave cargueira KC-390, que estamos fazendo para a FAB."

A capacitação da indústria nacional, segundo Ferreira Neto, é primordial para garantir a autonomia do país no futuro para fazer modificações nos aviões que a FAB vai adquirir e para construir um novo caça. "A proposta de transferência de tecnologia tem que estar baseada nesse tripé: autonomia, capacitação da indústria nacional e preparo para novos desafios."

A proposta do francês Rafale e do americano F-18, na opinião do executivo da Embraer, é de fornecimento de aeronaves já prontas, o que limita a participação da indústria em atividades de desenvolvimento de novas tecnologias.

Valor Econômico

Com apenas dois aviões, o comandante Mário Moreira agita o mercado ao anunciar rota ponte aérea alternativa

Divulgação


Moreira (de branco): ex-coronel usou experiência como consultor para criar a Team A Agência Na cional de Aviação Civil (Anac) assegura que não há nada certo. Mesmo assim, uma pequena empresa aérea, com frota de apenas dois aviões, agitou o mercado de transporte aéreo nacional na semana passada. A carioca Team Linhas Aéreas virou o assunto do momento ao anunciar o lançamento de uma rota alternativa à ponte aérea Rio-São Paulo. Sua intenção é ligar as duas cidades pelos aeroportos de Jacarepaguá, no Rio, e Campo de Marte, em São Paulo. A polêmica estourou imediatamente, com reclamações generalizadas, incluindo as feitas pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB). Para o fundador e presidente da companhia, o coronel aviador da reserva Mário Moreira, a ligação, além de estar de acordo com a legislação vigente, é uma forma de democratizar o uso dos dois aeroportos.



Moreira vive e respira aviação desde os 15 anos de idade, quando entrou na Academia da Força Aérea (AFA), da qual saiu formado piloto de jatos F-5. Com algum tempo de serviço militar, foi transferido para o Primeiro Grupamento de Aviação de Caça, na cidade gaúcha de Santa Maria. Permaneceu ali até atingir o posto de coronel aviador e de líder de esquadrão. Ao mesmo tempo, começou a cursar economia na faculdade da cidade e, após se formar, decidiu abandonar a carreira militar, em 1995. Sua primeira missão fora da Aeronáutica foi comandar uma consultoria de negócios em aviação civil, área na qual se especializou.

"Ajudei a desenvolver o plano de negócios da maioria das mais novas companhias aéreas regionais do País, como a Trip e a Passaredo", diz. O trabalho despertou em Moreira o interesse em criar sua própria empresa aérea. Faltava apenas um avião ideal para colocar em prática o que ele tinha em mente.
Divulgação
"Durante uma consultoria para um banco, que queria avaliar a possibilidade de oferecer leasing aeronáutico para o Brasil, conheci o LE T 410", conta Moreira. Embora fabricado na República Tcheca, o avião tinha todas as características de uma aeronave ocidental. "Ele oferecia excelente qualidade técnica para voos regionais e um preço imbatível", diz.

Com o fim da União Soviética, os preços dos aviões estavam muito baixos, ainda que utilizassem equipamentos (aviônicos) ocidentais de ponta. "Basicamente, o preço era tão baixo que você pagava pelos aviônicos e levava o avião de graça", diz o coronel. Em 2001, Moreira conseguiu recursos suficientes para adquirir o primeiro LE T 410 e dar início à Team. Sua proposta inicial era oferecer ligações para cidades turísticas no Rio de Janeiro, como Paraty e Angra dos Reis.

"Tive muita sorte", afirma. "Naquela época, muita gente da Petrobras estava se mudando do Rio para Macaé, e fiz um acordo com a empresa", diz.

"Para garantir a rota, a Petrobras se comprometeu a comprar três assentos em todos os meus voos para Macaé." Em pouco tempo, a empresa cresceu, expandiu sua malha e incorporou mais duas aeronaves. Em 2006, Moreira vivenciou uma tragédia. Em um voo entre o Rio e Macaé, um de seus aviões bateu na Serra do Mar durante mau tempo, matando todos os 19 ocupantes.

"Foi mais difícil sobreviver ao acidente do que começar a empresa."

A Team sobreviveu. No início de 2009, Moreira decidiu que era hora de criar uma nova ponte aérea entre São Paulo e Rio ao saber da decisão da Anac de liberar as operações em qualquer aeroporto do Rio. "Isso abriu caminho para essa rota que vamos abrir", diz o coronel. Hoje, para abrir uma rota aérea, basta que haja disponibilidade nos aeroportos de destino e origem e que a operação seja comunidada à Anac. Para ele, toda a polêmica em torno do projeto se deve a interpretações equivocadas de suas proposta. "Não se trata de mudar a ponte aérea do Santos Dumont para Jacarepaguá, mas dar uma alternativa para quem mora na Barra da Tijuca." Para especialistas, o problema é o precedente que a nova rota pode criar. "Se uma empresa oferecer o serviço, outras também vão querer oferecer", afirma Respício do Espírito Santo, pesquisador do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta), da UFRJ.

"A questão é que esses dois aeroportos não têm capacidade para receber voos regulares frequentes." Moreira também pode enfrentar outra dificuldade.

Uma das opções sugeridas no projeto do trem-bala, que liga São Paulo ao Rio, é usar o Campo de Marte como estação. Se isso ocorrer, o aeroporto pode ser desativado.
Isto é Diheiro

Esclarecimentos sobre o pedido da TEAM Linhas Aéreas para operar em Jacarepaguá e Campo de Marte



A ANAC informa que não são procedentes as informações veiculadas na imprensa pela TEAM Linhas Aéreas de que já estaria aprovada a autorização de voo regular entre os aeroportos de Jacarepaguá (RJ) e Campo de Marte (SP).

O pedido da empresa não foi autorizado pela ANAC devido a questionamentos apresentados pela área de Segurança Operacional da Agência, bem como pela própria Infraero, que levantou dúvidas quanto à capacidade da infraestrutura existente.

Como procedimento de rotina, quando a TEAM entrou com o pedido de voos para esses aeroportos a ANAC notificou a Infraero para que realizasse as adequações necessárias. Entretanto, essa notificação não significa que a TEAM terá sua autorização concedida para operar nos dois aeroportos pretendidos, nem que as mudanças na infraestrutura sejam factíveis de serem realizadas pela Infraero.

A ANAC exigiu, em 9 de setembro, informações e ajustes no plano de segurança apresentado pela empresa TEAM. Até a data de hoje, a empresa não apresentou as informações e acertos exigidos para nova análise de seu pedido.

Assessoria de Comunicação Social da ANAC

Ameaça de bomba assusta passageiros



Policiais federais foram acionados no final da manhã de ontem para investigar a denúncia de uma bomba que estaria em uma aeronave no Aeroporto Internacional de Florianópolis, em Santa Catarina. O avião era procedente de São Paulo e tinha o pouso previsto no terminal. Duas outras aeronaves também foram investigadas e vistoriadas pela polícia, mas nenhum objeto suspeito foi encontrado. Por conta das investigações, dois voos atrasaram.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a investigação foi feita em um avião da Gol, que fazia o voo 1644 e havia chegado em santa Catarina às 12h25. Além desta, foi vistoriada a aeronave da Varig, que realizava o voo 1282 e pousou às 13h10 no Aeroporto Internacional de Florianópolis.S De acordo com a Infraero, a denúncia fez com que fosse acionado o Programa de Segurança Aeroportuária que tem o objetivo de adotar medidas de segurança necessárias à proteção dos passageiros.

Apesar de a operação não ter interferido na rotina do aeroporto, dois voos da Gol atrasaram. Tiveram que esperar os passageiros que deixaram Florianópolis com destino a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e a Chapecó, em Santa Catarina. Por medida de segurança, os passageiros dos voos investigados ainda foram obrigados a desembarcar em um ponto isolado do aeroporto internacional, longe do terminal de passageiros.
Folha de Pernambuco - PE

Governo japonês cria equipa de task-force para ajudar na recuperação da JAL


O governo japonês anunciou a criação de uma equipe que irá ajudar a delinear o plano de recuperação da Japan Airlines (JAL) e que deverá ser apresentado em Novembro.
Na quinta-feira, a companhia aérea Japan Airlines (JAL) pediu ao governo japonês uma injecção de capital e hoje o ministro dos Transportes, Seije Mehara, anunciou, em conferência de imprensa, que irá ser criado um painel de peritos que vão trabalhar no plano de recuperação, escreve a imprensa internacional.
A JAL, que anunciou recentemente um plano de reduzir 6.800 postos de trabalho, tem despertado o interesse de companhias aéreas como a Delta Airlines e um grupo liderado pela American Airlines.
Presstur

Incômodo em aeroporto



Igo Bione

A moradora do arquipélago, Fátima Santana, chegou a passar uma noite nas cadeiras do Aeroporto dos Guararapes Longe do conforto do lar, a dona de casa Fátima Santana se preparava para passar mais uma noite nas cadeiras do Aeroporto Internacional dos Guararapes/ Recife - Gilberto Freyre.

Com o frio e o desconforto como inimigos noturnos, os casacos e lanches a postos acabavam por se tornar aliados. O barulho do vai e vem dos corredores era o menor dos males para quem ainda iria ficar horas a fio sem nem ao menos tomar banho na tentativa de garantir uma passagem pela qual desembolsaria R$120. A situação pode parecer irreal. Porém, há mais de oito anos faz parte da rotina da dona de casa Fátima Santana e de todos os moradores de um dos mais belos e procurados destinos brasileiros, o Arquipélago de Fernando de Noronha.

Quando precisam vir ao Recife, o regresso à Ilha é esperado sem nenhum entusiasmo. Na volta eles têm apenas duas opções de voos: ou viajam pela Gol, ou pela Trip. Mas é nas opções que mora o problema. A Trip dispõe de voos com capacidade para apenas 68 pessoas, com passagens vendidas antecipadamente. Já na Gol, somente oito das mais de 100 vagas disponibilizadas são destinadas aos ilhéus do Arquipélago de Fernando de Noronha. O valor da passagem para o grupo é de R$ 120, mediante apresentação da Carteira de Identidade do Residente Permanente. Para turistas que ocupam o restante das cadeiras, a quantia cobrada equivale a R$ 500.

A batalha pelas passagens percorre um longo e já conhecido caminho. “É sempre o mesmo problema. Não tem passagens a qualquer horário. Por causa das poucas vagas, a Gol só começa a liberar a compra a partir das 7h. O voo pode ter saído às 16h do dia anterior, mas eles só deixam a gente comprar no outro dia. Para não perder a compra sempre dormimos aqui. Quem chega depois e não consegue comprar passa pelo mesmo drama. Não podemos nem ir ao banheiro para não perder a chance de voltar. Nós estamos pagando e ainda somos tratados desse jeito”, reclama Fátima.

Revoltada com as desventuras pelas quais é obrigada a passar a cada volta para casa, a taxista Jaqueline Garcia lembra as autoridades e as companhias aéreas quem são os maiores consumidores da Ilha de Fernando de Noronha. “Quem dá dinheiro para Noronha (ilha) e para todas as companhias somos nós, os moradores. Nós estamos sempre vindo ao Recife para resolver algo e voltando para lá dias depois. Já os turistas só aparecem uma vez, e depois só no outro ano. Nós temos o direito de ir e vir e estamos sendo privados de desfrutá-lo. Por que esse desrespeito com a gente?”, retrucou Jaqueline.

Para a camareira Leandra Gomes, a questão financeira também pesa. “Eu pago a passagem com um dinheiro suado, que consegui com meu trabalho. Mesmo assim tenho que passar por isso tudo. Comprei camarão para levar, mas vai estragar tudo por causa da demora. Eles pagam por isso? Que eu saiba só sai do meu bolso”, alfineta Leandra.

A assessoria da Imprensa da Gol Linhas Aéreas Inteligentes informou que são reservadas diariamente 20 vagas para moradores, administradores e empresários da Ilha de Noronha, mas a reportagem da Folha de Pernambuco constatou que no balcão da companhia no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Recife - Gilberto Freyre são disponibilizadas apenas oito vagas. Ainda segundo a assessoria, o horário de venda das passagens, que hoje é a partir das 7h, será reestruturado. Mas ainda não foram estabelecidos prazos.
Folha de Pernambuco - PE

Aeroporto de São Luís vai ganhar terraço panorâmico



A Infraero iniciou, recentemente, as obras de reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (Tirirical). Em três anos, o projeto visa ampliar para 14 mil metros quadrados a área do terminal, que hoje dispõe de 8.100 m². Entre as novidades da nova maquete, está a construção de um terraço panorâmico, com praça de alimentação de dimensões semelhantes à do Jacarati Shopping, com capacidade para cerca de 260 pessoas.


O plano será construído no próprio térreo do aeroporto, onde atualmente estão instalados os tubos de passageiros que ligam o saguão ao estacionamento, e vai permitir que as pessoas observem o pouso e decolagem dos aviões. Segundo o superintendente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) no Maranhão, Samuel Lima Sales, o projeto será conduzido de maneira que não atrapalhe a movimentação dos passageiros.

?As obras para esta parte do projeto compreenderão o espaço entre o atual prédio e a parte administrativa, localizada do lado esquerdo do terreno. Estamos absolutamente tranquilos com os prováveis transtornos que toda obra acaba acarretando. Entretanto, vamos sinalizar todas as dependências do aeroporto para que o passageiro se sinta confortável?, explicou Sales.


Por enquanto, dois setores do aeroporto da capital já estão em fase de obras, propriamente ditas. Uma delas é a construção do novo banheiro exclusivo para pessoas com deficiência. O novo toilet ocupará o espaço onde atualmente funciona o fraldário que, por sua vez, já está ganhando forma em uma das áreas mais tranquilas do prédio, que também será beneficiado com a climatização geral do saguão de embarque e desembarque.

Além da construção dos novos setores de resíduos sólidos, próxima ação do projeto, a Infraero tem ainda uma planta com outras obras em fase de licitação. Usando somente recursos próprios, a empresa administradora do aeroporto já anuncia para os próximos vinte e quatro meses a revitalização de todo o piso do prédio; reforma dos banheiros convencionais; reestruturação dos forros do setor de embarque e desembarque, bem como seus conectores.

A substituição dos muros da área patrimonial, a construção do gradil que cerca o estacionamento e a substituição de todas as luminárias do terminal também fazem parte desta etapa. ?Nossas expectativas não apontam para o retrocesso. Pelo contrário, teremos um fluxo de passageiros ainda maior. A partir do próximo dia 2 de outubro, teremos dois novos vôos, entre a capital maranhense e o Galeão (RJ)?, destacou o superintendente da Infraero.

Metas ? As obras no aeroporto da cidade apontam ainda para um aumento logístico significativo, principalmente na representação econômica do terminal para o estado. Um dos frutos dessas iniciativas é a possibilidade de ativar o transporte de cargas, assim como fazem os meios fluviário, ferroviário, e rodoviário. No último dia 26 de agosto, a capital teve o privilégio de ser visitada pelo ?Antonov 124-100?, o segundo maior avião cargueiro do mundo.

Na ocasião, a aeronave russa ? de 450 toneladas, 69 m de comprimento, com capacidade para transportar 120 toneladas ?, foi fretada pela mineradora Vale para trazer da Alemanha um rolamento de nove toneladas. A peça foi solicitada para compor a base do carregador de navio do Porto do Itaqui e, durante a aterrissagem, o avião precisou ser posicionado paralelamente ao prédio, devido a sua envergadura, em torno de mais de 70 m.

Para a Superintendência da Infraero no estado, o acontecimento é a prova de que o terminal pode entrar, em um futuro bem próximo, para o grupo 1, na escala dos aeroportos de maior capacidade e fluxo do país. ?Temos um aeroporto internacional que hoje recebe quase um milhão de passageiros por ano. Essas obras nos dão a segurança de saber que, daqui a, no máximo, dez anos, nós dobraremos esse fluxo de usuários?, frisou Samuel Lima Sales, que também aproveitou para exigir maior rigor nos serviços de coleta regular de lixo, fator preponderante para a segurança dos vôos.

?Queremos consagrar essas obras com uma atenção especial das nossas autoridades estaduais e municipais, sobre a coleta de lixo nas áreas próximas ao aeroporto. Já fizemos contato com o Ministério Público Federal (MPF), e com as secretarias de Meio Ambiente, buscando providências quanto à presença de lixões e matadouros nos bairros circunvizinhos como São Bernardo e Vila Cascavel. O assunto é sério, e diz respeito, principalmente, à segurança dos passageiros?, pontuou Sales.

As obras de reforma de ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado foram anunciadas há duas semanas pelo presidente da Infraero, Murilo Marques Barbosa. O presidente da empresa veio fazer trabalhos de inspeção para avaliar as condições do aeroporto, principalmente para o recebimento das obras, que já tem caixa reservado para a finalização do projeto geral, que prevê também o andamento das obras de conclusão da pista. Até o momento, 18 m centrais da via já foram reforçados, restando somente os trabalhos de recapeamento.
Jornal Pequeno - MA

COMUNICADO – OFERTA DE TÍTULOS DE DÍVIDA (NOTAS)



A Embraer comunica ao mercado seu plano
de realizar uma oferta de títulos de dívida (Notas) com vencimento em 2020 no mercado de
capitais global por meio de sua subsidiária integral Embraer Overseas Limited.

A Empresa utilizará os recursos líquidos dessa oferta para propósitos corporativos em geral, os
quais podem incluir o pagamento de dívidas de curto prazo. As Notas constituirão obrigações
sênior, não garantidas e não subordinadas da Embraer Overseas e terão garantia incondicional da Embraer. A garantia será pari passu a todas as obrigações da Embraer de natureza semelhante.

O Deutsche Bank e o Morgan Stanley estão atuando como coordenadores da oferta, que será
realizada no âmbito de programa de distribuição de valores mobiliários registrado junto à
Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos. Um suplemento do
prospecto preliminar com informações adicionais sobre a oferta será arquivado na SEC. Tão
logo disponíveis, os documentos dessa operação poderão ser acessados gratuitamente por
meio do site oficial da SEC em www.sec.gov. Para mais informações, entre em contato com
a área de Relações com Investidores da Embraer pelo telefone +55 12 3927 4404 ou pelo
email investor.relations@embraer.com.br.

Esse comunicado ao mercado pode incluir declarações acerca de expectativas relativas a
eventos ou resultados futuros da Embraer. Todas as declarações baseadas em expectativas
futuras, que não fatos históricos, estão sujeitas a diversos riscos e incertezas. A Embraer não
pode garantir que referidas declarações se comprovarão corretas. Estes riscos e incertezas
incluem fatores relacionados: (a) aos mercados nos quais a Embraer atua; (b) à economia
global; (c) ao mercado de capitais; (d) ao negócio de produção de aeronaves e sua
dependência da economia global, a qual é cíclica por natureza; e (e) ao alto grau de
competição global nos mercados nos quais a Embraer atua. Para obter mais informações
acerca dos fatores que podem gerar resultados diversos daqueles previstos pela Embraer,
consulte os documentos arquivados junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do
Brasil, e junto à SEC, dos Estados Unidos, inclusive o mais recente relatório anual da
Empresa e seus relatórios financeiros (IAN, ITR, Form 20-F e Form 6-K).

Este comunicado não representa oferta para a venda ou solicitação para oferta de compra das
Notas, nem deverá haver qualquer venda destas Notas em qualquer Estado ou jurisdição no qual
esta oferta, solicitação ou venda seja proibida por lei antes do registro ou qualificação, de acordo
com as leis de valores mobiliários do referido Estado ou jurisdição, incluindo o Brasil.

Embraer