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WELCOME ABOARD Para você que é da aviação ou ainda não, porém é fanático por este mundo, postaremos aqui diariamente algumas notícias sobre este maravilhoso universo da aviação.Este Blog é fruto de coletâneas diárias de análise e pesquisas de notícias na mídia impressa e eletrônica através de clippings , Acompanhem !!!! SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA
-> - Foto: WEB

A comissão parlamentar de Obras Públicas aprovou hoje a audição urgente de Fernando Pinto, para discutir o modelo de negócio e o futuro da transportadora área.
O requerimento apresentado pelo CDS, hoje aprovado por unanimidade, refere que a Parpública - empresa estatal que detém a totalidade do grupo TAP - já tinha publicamente referido num relatório divulgado em Agosto que "os capitais da empresa eram 306,8 milhões de euros negativos", uma situação que o PP classifica como "insustentável do ponto de vista financeiro".
"Uma recente declaração oficial do Ministério das Finanças sublinhava que `o aumento de capital, necessário para acorrer à regularização dos capitais do grupo, só poderá efectuar-se com recurso à entrada de novos sócios privados, ou pela integral privatização da empresa, em conformidade com a legislação e regulamentos da União Europeia´", destaca ainda o documento.
Em declarações à Agência Lusa, o deputado democrata cristão Hélder Amaral destacou ainda que existe "uma mudança significativa no sector" na sequência do acordo de fusão entre a Ibéria e a British Airways, que "dificilmente será positivo para a TAP".
"As questões relacionadas com a TAP, quer do ponto de vista do seu modelo de negócio, quer no que diz respeito às constantes e permanentes dúvidas sobre o seu futuro, tornam-se de urgente discussão", refere o documento.
economico
RIO DE JANEIRO - Claudia Leitte está com tudo. A loura acabou de comprar um jatinho executivo de valor estimado em R$ 3,5 milhões.
Tal como Ivete Sangalo, Claudinha comprou o “mimo” para facilitar o translado para seus shows por todo país, a ajudando, assim, a cumprir sua agenda de compromissos.
Ela optou por um modelo Phenom, fabricado pela Embraer, que tem capacidade para transportar quatro passageiros e dois tripulantes. Já Ivete tem um modelo Citation SII, do mesmo fabricante. Poderosas, né?
msn
Bateria de lítio costumas ser usadas em equipamentos eletrônicos portáteis
As agência da aviação dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira um comunicado alertando para o perigo de se transportar baterias de lítio em aviões de carga.
Segundo a Autoridade Federal de Aviação (FAA, na sigla inglês), as baterias são sensíveis ao calor e podem provocar um incêndio se submetidas a aumentos bruscos de temperaturas.
Esse tipo de bateria costuma ser usado em equipamentos eletrônicos portáteis, como notebooks, celulares e tocadores de MP3.
A advertência, no entanto, não se aplica a baterias carregadas por passageiros - já é proibido carregar grandes quantidades dessa barreira em aviões de linha.
Acidente em Dubai
A FAA afirmou ainda que o Boeing 747 que caiu em Dubai em setembro carregava um grande número de baterias de lítio.
"Investigações sobre o acidente ainda estão em curso, mas acreditamos ser prudente informar os operadores sobre esse fato", afirmou o órgão no comunicado.
"Containeres de metal não foram construídos para resistir um incêndio provocado por lítio", alertou a agência.
A agência de aviação americana quer que empresas de transporte aéreo adotem medidas de segurança mais rígidas durante o transporte de baterias de lítio e garantam que elas estão armazenadas em locais resistente ao fogo.
O departamento de Transporte dos Estados Unidos já propôs uma lei para reduzir o risco de incêndio provocado por essas baterias.
o globo
| Bandeira do Marrocos |
Casablanca - A companhia Royal Air Maroc (RAM) e a sociedade Boeing confirmaram hoje (terça-feira) a aquisição de cinco aviões Boeing 787 Dreamliner, mas nenhuma data de entrega foi precisada.
"Após os adiamentos de entrega dos B787 Dreamliner encomendados pela RAM e devido dificuldades de montagem dos primeiros aparelhos (...), as partes (RAM e Boeing) chegaram a um acordo que define um novo calendário de entrega", segundo um comunicado da RAM publicado terça-feira.
Nenhuma data de entrega dos cinco aviões da RAM foi precisada.
A RAM possui uma frota de 44 aparelhos incluindo os ligados à sua sucursal charters Atlas Blue, de acordo com os responsáveis da companhia marroquina.
angola press

RIO - A explosão da demanda no transporte aéreo no Brasil está gerando uma acirrada disputa entre as empresas por tripulação para seus novos voos, lançados quase semanalmente. Com o crescimento da necessidade de contratações, comissários, copilotos e comandantes entraram em uma verdadeira dança das cadeiras, migrando de uma companhia para outra em busca de melhores salários e benefícios.
Só no último mês, cerca de 60 comissários debandaram da Gol em direção à TAM, segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA). "As pessoas vão para a TAM, onde há possibilidade de fazer voos internacionais e obter melhores salários", afirma o presidente da entidade, Gelson Fochesato.
Desde o início do ano, a TAM admitiu 950 aeronautas, dos quais mais de 750 são comissários. Já a Gol contratou 183 copilotos e 501 comissários até agora, ante 43 e 59 em todo o ano passado, respectivamente.
As companhias de menor porte, que têm tomado mercado das duas líderes, também estão engordando os números de contratação no setor. A regional Trip planeja chegar ao fim do ano com 183 novos copilotos e comandantes, 60 a mais do que o total incorporado no ano passado. A Azul, a três meses do fim do ano, já repetiu as 43 admissões de comandantes de 2009. O número de copilotos que ingressaram na companhia cresceu de 69 para 78, e o de comissários saltou de 173 para 241.
Para o presidente da Azul, Pedro Janot, a disputa por profissionais é resultado não só do número cada vez maior de brasileiros que viajam de avião, mas também da maior concorrência no setor - acirrada, inclusive, pela criação da própria companhia. Fundada há menos de dois anos, hoje a Azul já detém 6% de participação no mercado. "De um mercado estático, em que havia duas companhias, estamos entrando em um mercado dinâmico", disse.
No chão
A migração de aeronautas entre companhias ficou evidente no fim do mês passado, quando quase metade dos voos da Webjet não pôde decolar por insuficiência de tripulantes. Um dos motivos foi a saída de pilotos da empresa - a quarta maior do País - para trabalhar na TAM e na Gol. "Isso acontece por conta dos salários pagos na Webjet. O mercado está aquecido, concorrentes estão pagando mais e oferecendo melhores condições de trabalho", disse a diretora do SNA, Graziella Baggio.
O vice-presidente de operações da companhia, Fernando Sporleder, atribuiu os cancelamentos do mês passado a um problema pontual: uma falha no simulador usado para treinar os pilotos. Diante do imprevisto, segundo o Estado apurou, a empresa não conseguiu formar funcionários recém-contratados no mesmo ritmo em que perdia pilotos para a concorrência. Sporleder afirma que a empresa não será atingida novamente pela falta de aeronautas. "Não vejo grandes problemas, pois estamos no topo da pirâmide", declarou, em meio à crise de imagem causada pelos cancelamentos em série. "Buscamos tripulantes nas companhias regionais, de táxi aéreo e de aviação executiva. Essa base é muito grande."
O executivo informou que a empresa já começou a se preparar para que não faltem tripulantes no ano que vem. "Estamos contratando mais uma turma de 20 copilotos, que começa no dia 18 de novembro, para atender ao crescimento esperado para o primeiro trimestre de 2011", disse Sporleder.
Já Leonard Grant, diretor de operações e treinamento da TAM, admite que o problema da migração de profissionais não é exclusividade das pequenas empresas. "Perdemos muitos copilotos eficientes este ano para outras empresas, que ofereceram promoções mais rápidas. Aqui, eles seriam promovidos a comandantes em dois anos. Na concorrência, a promessa é de que seriam promovidos em seis meses", afirmou. Segundo ele, a Azul foi o principal destino desses aeronautas.
A companhia aérea de David Neeleman também garimpou pilotos brasileiros que estavam em empresas estrangeiras. Muitos profissionais da Varig, Transbrasil e Vasp foram trabalhar no exterior quando essas companhias começaram a entrar em declínio. Desde o início do ano, a Azul repatriou 50 aeronautas. "Quem foi voar lá fora não saiu do País por aventura. Foi por falta de oportunidades aqui. Agora, temos a possibilidade de trazer pilotos altamente experientes de volta para casa", disse o vice-presidente técnico operacional da companhia, Miguel Dau.
Disputa
Parte da disputa pesada pelos profissionais pode ser explicada pela rápida mudança no cenário econômico do País. A crise financeira internacional forçou as empresas a diminuir o ritmo das contratações. "O número de admissões do segundo semestre de 2008 até o fim de 2009 foi muito baixo", diz Leonard Grant, da TAM. "Ao mesmo tempo, como o tripulante é um funcionário caro, a tendência é trabalhar sem excessos", complementou.
Com os quadros enxutos e em meio à retomada da economia neste ano, as empresas tiveram de dar início a uma caça aos profissionais já treinados e prontos para trabalhar. "Com a volta do crescimento do setor, as empresas aéreas passaram a receber novas aeronaves ou a aumentar a utilização dos aviões que já possuíam", diz Grant.
O outro lado
Se para as empresas do setor a expansão do mercado doméstico de aviação traz o revés da disputa por mão de obra qualificada, para os profissionais recém-formados, claro, o cenário não poderia ser melhor. Esse é o caso do comissário Demitrius de Morais, chamado pela TAM para uma entrevista apenas cinco dias após cadastrar o currículo no site da empresa.
"Não esperava que fosse tão rápido", comentou o profissional, que foi contratado em maio. Esse é seu primeiro emprego como comissário. Antes de começar a voar, no início do mês passado, Morais passou por um período de treinamento dentro da TAM.
estadão
SÃO PAULO - Uma farmácia do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, foi interditada nesta segunda-feira por vende de medicamentos falsos e contrabandeados. A apreensão foi feita em fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Polícia Federal.
Foram apreendidos cem cartuchos falsos de remédio para impotência sexual, como Viagra e Cialis, anabolizantes, além de outros medicamentos contrabandeados da Argentina. O local não tinha autorização para vender remédios de uso controlado, como antidepressivos, mas realizava a venda.
A PF e a agência também encontraram escondidas no forro da farmácia várias caixas de Sibutramina, remédio controlado para emagrecimento.O dono do estabelecimento foi preso em flagrante e encaminhado para a cadeia anexa do Segundo Distrito Policial de Campinas. Além de tráfico de entorpecentes, o proprietário deve responder por venda de remédio falso. Se condenado, ele pode pegar 15 anos de prisão e pagar multa de R$ 1,5 milhão.
O local ficará lacrado até que a situação seja normalizada. A Anvisa deve pedir a cassação da licença de funcionamento para a Infraero, responsável pelos aeroportos brasileiros.
o globo
A Receita Federal implementará na próxima quinta-feira mais uma etapa do processo de informatização do sistema de controle online da movimentação e do despacho aduaneiro de encomendas aéreas, as chamadas remessas expressas. A solenidade será às 11h, no auditório da Alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), e contará com a presença do secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo.
A expectativa é que o sistema passe a ser integrado a outros de vários órgãos fiscalizadores do governo federal, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura.
As mudanças fazem parte de um projeto da Receita Federal que tem o objetivo de aproveitar melhor o transporte aéreo expresso, muito utilizado no mundo. Para que ele cresça ainda mais, a Receita acredita que é necessário um maior controle por meio da informatização.
Outras medidas nesse mesmo sentido já foram anunciadas, como a criação do Centro Nacional de Cães de Faro, que adestra animais para a identificação de drogas e moedas. Outra iniciativa é o uso de scanners em massa para classificar melhor as mercadorias.
Até pouco tempo as informações sobre as transações eram registradas em formulário de papel. O novo método permite à Receita se antecipar no processo de fiscalização das mercadorias.
srzd

A TAM afirma que não houve quebra de contrato em seu programa de milhas, ao contrário do que disse, aqui no site, um brasileiro vip que participa do plano de fidelidade da voadora.
"O TAM Fidelidade continua disponibilizando bilhetes-prêmio para a Europa e EUA com o mesmo número de pontos utilizados anteriormente", garante a empresa. "O que foi lançado recentemente foi a opção de novas classes para o resgate de bilhetes-prêmio. Uma dessas classes, inclusive, sem restrição de assentos para resgate com pontos."
ancelmo.com

A TAM aumentou em mais de 200% o número de milhas exigidas para troca por passagens.
Uma perna para a Europa em classe executiva, por exemplo, saía por 50 mil milhas para os bacanas. Agora, sai, acredite, por 180 mil. Parece quebra de contrato com a clientela de seu programa de fidelidade. E é.
ancelmo.com




Um passageiro obeso exposto a constrangimento antes do vôo deverá ser indenizado. O 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Gol Linhas Aéreas S.A. ao pagamento de R$ 6 mil por danos morais.
Segundo o passageiro, o uso de extensores para o ajustar o cinto de segurança, fez com ele que sentisse discriminado pelos tripulantes. Ainda durante o vôo, ele afirmou que assim que chegasse a Brasília tomaria providências contra o tratamento que recebeu. Segundo ele, um despachante começou a exigir, em alto tom, que ele dissesse o que pretendia fazer. Ao final da discussão, o comandante da aeronave solicitou a agentes da Polícia Federal que o homem fosse retirado. As testemunhas ouvidas informaram que o passageiro falava em tom normal e que ele teria sido submetido à situação vexatória.
De acordo com a sentença, "não foi demonstrado nenhum motivo de segurança que justificasse a retirada do passageiro da aeronave com uso de força policial". Além disso, a situação de constrangimento à qual foi exposto o homem decorreu tanto do tom de voz empregado pela funcionária da Gol quanto pela retirada dele pela Polícia Federal.
Tentativa de solução
O problema não está somente no comprimento dos cintos de segurança. Um estudo da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostrou que a distância atual dos bancos é inadequada e põe em risco a segurança, a saúde e até a vida dos passageiros. A falta de espaço, dizem especialistas, fere o Código de Defesa do Consumidor.
No último dia 27 de setembro, a promotora de Justiça Ana Beatriz Pereira de Souza Frontini, da Promotoria do Consumidor da Capital, ajuizou Ação Civil Pública contra a Gol. A iniciativa ocorreu depois de uma tentativa frustrada de celebrar um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) com a Gol para solucionar o problema. Porém, a empresa não quis assinar o acordo. O órgão já concluiu os inquéritos civis que apuram problemas de espaçamento na Gol e também na TAM.
A indenização pedida na ação é de R$ 50 milhões. O valor diz respeito aos danos morais coletivos. A ação requer, ainda, que os próximos modelos de aeronaves sejam obrigatoriamente produzidos conforme o padrão de espaçamento determinado pelo Tac.
Em agosto, outra Ação Civil Pública foi ajuizada, mas contra a TAM. A empresa, assim como a Gol, não aceitou o acordo. A apuração do Ministério Público recaiu sobre as duas porque elas, juntas, detêm quase 90% do mercado. Com informações da Assessoria de Comunicação do TJ-DF.
Número do processo: 2009.01.1.195178-4
conjur


SÃO PAULO - O presidente da Associação das Famílias das Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Marinho, vai defender em Paris, no dia 5 de novembro, a retomada das buscas dos destroços do Airbus A330, que desapareceu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio do ano passado. O avião seguia do Rio de Janeiro para Paris. No acidente, morreram 228 pessoas.
Três buscas foram feitas depois do acidente, mas não foram encontradas peças, nem as caixas-pretas da aeronave. Entre os 50 corpos encontrados nas buscas, 20 eram de brasileiros. No voo, havia brasileiros, franceses, alemães, italianos e passageiros de outras nacionalidades.
Marinho diz que, depois do acidente, houve mais seis quedas de Airbus, o que "mostra que esse modelo de avião tem problemas técnicos sérios". Especialistas sempre pediram à companhia a troca dos sensores de velocidade (os pitots), mas, em vez de fazer isso, a companhia apenas emitia recomendações aos pilotos, afirma Marinho.
Em novembro do ano passado, o piloto de um desses aviões "teve sérios problemas no mesmo lugar onde ocorreu o acidente com o voo 447, mas conseguiu chegar a Paris com dificuldade", lembrou o presidente da associação. Segundo ele, os passageiros vomitaram e sujaram muito o avião.
Para Marinho, o piloto dessa aeronave "é uma caixa-preta em movimento", que pode testemunhar o que aconteceu, o que servirá de experiência para as investigações em torno do voo 447. No entanto, o governo da França não se interessou por isso, acrescentou.
Na opinião de Marinho, quando esse incidente ocorreu, deveriam ter sido requisitadas as caixas-pretas do avião, para que se pudesse investigar melhor os problemas do Airbus, embora, à primeira vista, o acidente com o voo 447 tenha sido causado pelo mau funcionamento dos pitots.
Na França, Marinho e integrantes de associações de outros países, que pleiteiam indenização para os parentes das vítimas do voo, vão se reunir com dirigentes do Departamento de Transportes da França, órgão semelhante à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Na ocasião, ele espera tomar conhecimento de providências que tenham sido tomadas pelo governo francês para reiniciar as buscas de destroços do aparelho, o que depende de recursos que devem ser liberados pelo Ministério da Fazenda daquele país.
Em entrevista à Agência Brasil, Marinho ressaltou que o objetivo da entidade é lutar para que os passageiros do transporte aéreo contem com voos mais seguros. "Para isso, é preciso despertar o senso de responsabilidade dos governos e das companhias aéreas", afirmou. Segundo ele, o órgão de investigação francês, o Ministério dos Transportes, "não decidiu, nem apurou nada até agora sobre as causas do acidente com a aeronave A330".
Marinho considerou estranho o fato de, nas três buscas feitas, não terem sido encontradas peças do aparelho acidentado. "As turbinas, por exemplo, têm o tamanho de uma casa e não se desfazem, porque são de aço. E há outras peças da fuselagem que deveriam ter sido achadas, pois hoje é possível chegar ao fundo do mar com modernos submarinos nucleares". Ele lembrou o caso do avião de uma companhia norte-americana que perdeu uma porta em pleno voo, a qual foi encontrada depois no oceano a grande profundidade.
A rota Rio-Paris é feita também com aviões da Boeing, que usam tecnologia alternativa para superar emergências. Por isso, Marinho disse que evita viajar em Airbus. Segundo ele, os pitots são equipamentos caros e três unidades funcionam junto com os computadores dos aviões. Por isso, a Air France não faz a substituição com facilidade, afirmou. No ano passado, houve ameaça de greve dos pilotos da companhia, o que levou a empresa a substituir duas unidades dos pitots em cada aeronave.
Em setembro, a Justiça francesa determinou o pagamento de indenização à família de uma aeromoça do voo 447. Com isso, entendem Marinho e também o secretário-geral da Associação Brasileira de Parentes das Vítimas de Acidentes Aéreos, Christophe Haddad, abriu-se jurisprudência para que parentes dos demais passageiros consigam esse benefício. Diversas associações criadas no Brasil, na França, na Alemanha e nos Estados Unidos trabalham por essa causa. A presidente de uma dessas entidades, criada em Paris, está abrigando nove órfãos de passageiros franceses que desapareceram na queda do Airbus, informou Marinho.
estadão

Foi um incidente ocasional que transformou um português num autêntico herói. Aconteceu em Janeiro, mas só agora Paulo Inácio sentiu segurança para revelar a história. Só ele conseguiu enfrentar aquele homem drogado que assediou, assustou e agrediu pessoas, para além de ter tentado abrir a porta de emergência em pleno voo.
A viagem de Moscovo para Londres, pela companhia aérea «bmi», tinha começado há poucos instantes quando a tripulação decidiu retirar da classe executiva um homem por alegadamente ter «assediado uma mulher», segundo conta Paulo ao tvi24.pt.
«Dirigiram-no para a classe económica, mas ele resistiu, encostou-se às cortinas e recusou-se a sair dali. Foram ligadas as luzes de turbulência, houve gritos e o homem a andar freneticamente no corredor», frisou, acrescentando que com este movimento um bebé acabou por ser atingido e começou a chorar, aumentado a confusão.
O homem, «claramente drogado e muito alterado», atacou pessoas, mas ninguém, para além da tripulação, quis meter-se no assunto, porque simplesmente «não queriam arranjar problemas caso o aleijassem, pois poderiam ser processados mais tarde».
Impaciente e perante a inércia geral, o português decidiu ajudar os assistentes de bordo e manietou o indivíduo, algemando-o e prendendo-o com cintos de segurança. «Bloqueei-o com a perna e esforcei-me por não fazê-lo sangrar, porque não queria ter mais problemas. Ele cuspiu-me até não ter mais saliva», acrescenta Paulo Inácio, que assim manteve o estado das coisas até que o avião aterrou de emergência no aeroporto de Schiphol, em Amesterdão.
«Ele falava inglês, mas pareceu-me americano. Quando chegámos à Holanda vieram buscá-lo dois polícias à civil e dois paramilitares, que o levaram para a prisão», revela o português, agora mais aliviado e sem aquela dúvida de que alguém poderia ir atrás dele para o processar ou fazer mal: «Confesso que não contei isto mais cedo por receio, mas agora já passou bastante tempo».
Paulo Inácio tem 39 anos e nunca tinha passado por algo semelhante. É natural da Senhora da Hora e trabalha em Inglaterra como gestor de projecto, sendo formado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP.
Após este feito heróico, a companhia aérea «bmi» ofereceu-lhe uma garrafa de champanhe de dois litros e uma viagem, que Paulo ofereceu à namorada. A notícia teve destaque na Rússia, mas em Inglaterra foi «abafada», embora subsistam relatos na Internet .
tvi24

Um avião de carga bateu contra as montanhas a leste da capital do Afeganistão, Cabul, nesta terça-feira, 12. Relatos oficiais indicam que toda a tripulação morreu. Seriam de sete a oito vítimas, informam fontes oficiais.
A aeronave partiu do campo aéreo de Bagram quando caiu a leste da capital por volta das 20h (horário local), disse o diretor do Aeroporto de Cabul, Mohammad Yaqub Rassuli, à Associated Press.
Rassuli disse que os oito tripulantes são tidos como mortos. O avião carregava suprimentos para as forças da Otan no país, disse Rassuli.
A causa do acidente ainda não é conhecida. O tempo estava bom no começo desta terça-feira, 12.
A Otan disse que o acidente ocorreu a cerca de 30 quilômetros a oeste do Aeroporto Internacional de Cabul.
"Nós ainda temos esperança de encontrar sobreviventes", disse o porta-voz da Otan James Judge. "Nós ainda estamos procurando."
Antes, a Organização tinha indicado que o avião era um L-100 Hércules, o civil equivalente ao militar C-130. O avião não era parte da frota da Otan, disse a aliança.
Bagram é a principal base militar dos Estados Unidos no Afeganistão.
Em maio, um avião de passageiros operado pela Pamir Airways, empresa afegã privada, bateu enquanto viajava de Kunduz para a capital. Todos os 44 passageiros do avião morreram.
estadão
