PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM
PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

quinta-feira, 29 de março de 2012

Após prejuízo, Gol quer demitir e cortar até 100 voos por dia


A Gol vê necessidade de reduzir de 80 a 100 voos diários entre março e abril, e esse movimento de "racionalização" implicará em uma redução de custos fixos, como a diminuição do número de funcionários por meio de licenças não-remuneradas e demissões voluntárias, afirmou o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Junior.

De acordo com o executivo, a redução, que será na proporção de 80% para vôos da Gol e 20% de vôos da Webjet, será em viagens noturnas e não implicará na descontinuidade de nenhuma rota.

Os voos que serão retirados da malha representam cerca de 8% dos voos diários, visto que a companhia, incluindo a Webjet, realizou entre 1.100 e 1.150 voos por dia entre janeiro e fevereiro.

"Você pode perceber no quarto trimestre pressão nos custos de combustível, tarifas aeroportuárias, variação cambial... e no momento em que passou a existir essa pressão, principalmente sobre os custos variáveis, nós nos vimos obrigados a revisar a malha... e nessa revisão nós enxergamos a necessidade de reduzir em torno de 80 a 100 voos diários", afirmou Oliveira a jornalistas em teleconferência nesta terça-feira.

"E todo esse movimento que tem sido feito em relação a licença não-remunerada, demissão voluntária, vem no sentido de adequar a essa nova realidade da companhia", prosseguiu Oliveira, afirmando que não é possível divulgar números porque o processo ainda está em andamento.

Segundo o executivo, a companhia tinha expectativas para o crescimento do mercado doméstico e premissas macroeconômicas, como o de crescimentos do PIB e preço do petróleo, que não se concretizaram, o que levou à decisão de reduzir a quantidade de voos, que não serão concentrados em nenhuma região brasileira.

"Nós entendemos que o movimento de racionalização da malha implica também em uma redução do custo fixo para que não haja nenhum impacto no 'Cask ex-fuel' (custos que excluem combustíveis). Essa redução se dá exatamente nos voos que não apresentam uma receita satisfatória, a receita não é suficiente para compensar o custo variável", disse Oliveira

Ele afirmou ainda que essas reduções foram planejadas antecipadamente, e que não devem haver mais medidas como esta para garantir a rentabilidade da companhia neste ano.

Para Oliveira, não é possível afirmar que a Gol "errou" no seu planejamento de voos e na contratação de funcionários.

"É uma mudança de visão e não dá pra atribuir essa mudança de visão a um erro. O erro seria a gente permanecer com problemas, permanecer com vôos dando prejuízo pra companhia e talvez comprometendo a sobrevivência da empresa. Eu diria que houve uma mudança no cenário macroeconômico, de patamares, e nós estamos nos ajustando a essa mudança."

Além disso, o presidente da Gol afirmou que todos as estimativas da companhia para o ano estão mantidas.

Entre as previsões que serão mantidas para o ano, está a de uma oferta de assentos no mercado doméstico de zero%.

"Essa redução deve nos levar à meta de crescimento zero durante o ano, ou seja, uma adequação que vai nos levar a um crescimento no número de ASKs em 2012 igual a zero quando comparado com 2011", explicou Oliveira.

Neste ano, a Webjet devolverá 10 aviões Boeing 737-300, mas outros aviões da Gol serão transferidos para a sua frota. A frota da Gol, desta forma, será reduzida.

Miami

O presidente da Gol afirmou ainda que o início dos voos entre Brasil e Miami, via Caracas, é independente da decisão da companhia de reduzir o volume de voos no mercado doméstico.

"São ações totalmente independentes e que visam tornar a empresa ao seu nível de rentabilidade necessário e sem perder as oportunidades", afirmou.

"Essa operação via Caracas nos permite chegar aos Estados Unidos com os 737 operados pela empresa hoje em dia, ou seja, sem variação de frota... é uma extensão do nosso modelo de negócios", disse Oliveira.

"Nesse sentido eu reforço que nós não estamos dispostos a mudar o modelo de negócio para operar vôos de longo alcance", completou.

Na madrugada desta terça-feira a Gol divulgou que encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de 54,3 milhões de reais, queda de 58,9% sobre o resultado apurado um ano antes, devido ao aumento de custos e despesas e variação cambial.

Reuters


Lan anuncia rotas dos novos Boeing 787 Dreamliner


Boeing 787 Dreamliner

A Lan será a primeira companhia latino americana e uma das primeiras do mundo a ter o Boeing 787 Dreamliner em sua frota. Com um investimento de US$ 3,5 bilhões, a Lan receberá, a partir do final de 2012, 32 aeronaves Boeing 387, pelo período de 10 anos. Durante a inauguração de seu estande na Feira Internacional do Ar e do Espaço (Fidae), que acontece em Santiago, a companhia aérea anunciou que as primeiras cidades a receberem voos dos 787 serão Santiago, Buenos Aires, Lima, Los Ângeles, Madrid e Frankfurt.

Para Ignácio Cueto, gerente geral da Lan Airlines, a incorporação do primeiro Boeing 787 à frota da companhia, além de permitir a continuidade de um crescimento sustentável, reflete o compromisso da Lan com seus clientes e com o meio ambiente. “Ao incorporar tecnologia de nova geração, este avião é altamente eficiente e cremos que melhorará consideravelmente a experiência de viagem para nossos passageiros. Estamos orgulhosos de sermos a primeira companhia a operar essa aeronave na Região”.

O Boeing 787 Dreamliner apresenta tecnologia de ponta, consome até 20% a menos de combustível, emitindo menos CO2 e ruído 40% menor do que o gerado por outras aeronaves de tamanho similar, reduzindo desta forma seu impacto ambiental.

MERCADO E EVENTOS

Gol confirma corte de comissários



Por meio de comunicado, a empresa informa que recebeu homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar com três comissários no avião da Boeing, modelo 737-700, para cerca de 140 passageiros.

Em torno de 30% da frota combinada da Gol com a Webjet é composta por aviões desse tipo, ou o equivalente a 42 unidades. A Gol anunciou a aquisição de 100% do capital da Webjet, em outubro, mas a negociação aguarda aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Gol, contudo, não divulgou a data em que pretende fazer essa redução na quantidade de comissários a bordo. Segundo uma comissária da companhia, que pediu para não ter o seu nome revelado, a companhia planeja adotar essa redução a partir de maio.

Segundo essa fonte, essa redução da quantidade de comissários nos aviões é uma das explicações para o processo de demissões que a Gol abriu a partir de sexta-feira. Os funcionários que querem se desligar da Gol têm até o dia 29 para se manifestar.

O diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Carlos Camacho, diz que a Gol mantém, em média, seis tripulações para cada avião de sua frota.

Como a empresa tem 42 aviões 737-700, a redução de quatro para três comissários indica que a Gol planeja ter seis comissários a menos em cada modelo desse tipo, ou o equivalente a 252 comissários a menos na frota de 737-700. A Gol e a Webjet também operam o 737-300 e o 737-800, mas a homologação da Anac não inclui esses aviões.

VALOR ONLINE - ALBERTO KOMATSU

Azul Linhas Aéreas recebe 40º jato da Embraer

Companhia detém a maior frota de E-jets da América Latina e uma das maiores do mundo
De matrícula PR-AXD, aeronave modelo E195 entra na malha da aérea esta semana
A Azul Linhas Aéreas coloca em operação esta semana sua 40ª aeronave da Embraer. A companhia detém a maior frota de E-jets da América Latina e uma das maiores do mundo. De matrícula PR-AXD, a aeronave é do modelo E195, configurada para 118 assentos. Batizado de “Azulão*”, o jato é um dos mais modernos do mundo em sua categoria e faz parte dos oito aviões do mesmo modelo que a companhia deve receber até o final do ano e dos 17 que chegarão até 2015, conforme já divulgado. Em fevereiro, a Azul anunciou um novo contrato de US$ 478 milhões com a Embraer, o qual prevê mais dez opções de compra a partir de 2015. Se concretizada a compra, a empresa terá 67 jatos, dos quais 57 E-195 e 10 E-190.
Além dos jatos, a Azul também firmou um contrato de US$ 227 milhões com a ATR, fabricante franco-italiana de aviões turboélice, em junho de 2011 para compra de 30 aeronaves modelo ATR 72-600 e mais 10 opções de compra, as quais serão entregues até 2015. Os ATR darão continuidade a expansão da companhia em cidades de menor densidade. Até o final do ano, a Azul deve receber mais 12 ATR 72-600 e devolver os 6 ATR 72-200, totalizando uma frota de 63 aeronaves – 46 jatos e 17 ATR 600.
Com quase 10% do mercado de aviação doméstico, a Azul é a terceira maior empresa aérea do País. São 47 destinos atendidos, cerca de 370 voos diários e mais de 15 milhões de Clientes transportados desde a sua fundação. Ainda, a companhia consagra-se como a empresa que oferece o maior número de voos e destinos a partir de um mesmo aeroporto – Viracopos, em Campinas. São 131 decolagens diárias (segunda a sexta) para 40 destinos diretos operados pela Azul em todo o Brasil.
* O “Azulão” foi batizado pelo Tripulante Sérgio Knoch, Coordenador de Voos na Azul Linhas Aéreas.
12 HORAS AÉREA

Decisão chilena sobre fusão obriga futura Latam a deixar a Star Alliance


767 da LAN com pintura Especial da Oneworld

A decisão do Tribunal de Defesa da Livre Concorrência do Chile (TDLC), que aprovou ontem a fusão entre a LAN e TAM, também deve ser o decreto de saída da companhia brasileira da Star Alliance – a maior aliança de empresas aéreas do mundo. Assim como a LAN, a Latam deverá ser filiada à Oneworld, a menor das três alianças globais.

Isso porque uma das medidas do tribunal chileno determina que a nova companhia aérea deixe uma das duas alianças globais. E mais, que não participe da mesma aliança em que estiver o grupo Avianca-Taca. Como os colombianos devem ingressar na Star Alliance em 2012, restaria à Latam a Oneworld ou uma improvável mudança para a Skyteam.

Liderada pela Lufthansa e pela United Airlines, a Star Alliance conta com 27 membros ativos e outros seis em processo de admissão – entre eles a Avianca-Taca e a Copa. Atende a 181 países e 1.160 aeroportos, com uma frota de 4.023 aeronaves.

Os números da Oneworld, liderada pela American Airlines e British Airways, são mais modestos: são 12 companhias filiadas (outras três já convidadas), que voam para 146 países e 872 aeroportos, com frota de 2.470 aviões.

De acordo com o tribunal chileno, a Latam – que será a maior companhia aérea da América Latina e uma das 10 maiores do mundo – terá um prazo de dois anos para efetivar a saída da aliança global a partir da data da consolidação da fusão. Interessante é que, a menos que a medida seja alterada, se a Avianca decidir no futuro sair da Star Alliance e ingressar na Oneworld obrigará a rival a fazer caminho inverso, já que, segundo a decisão, “em nenhum caso” a Latam poderá pertencer à mesma aliança da concorrente.

Como no mundo jurídico sempre há espaço à negociação, resta saber se os executivos da LAN e da TAM – que ainda não se pronunciaram sobre a questão das alianças – tentarão algum acordo para manter a nova companhia nas duas alianças ou simplesmente acatarão a medida e deixarão a Star Alliance.

DIRETO DA PISTA

Lucro da Gol cai 58,9% no quarto trimestre


A companhia aérea Gol encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 54,3 milhões, queda de 58,9% sobre o resultado apurado um ano antes, afetado por aumento de custos e despesas e variação cambial. A empresa apurou uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves de R$ 238,9 milhões, queda ante os R$ 475 milhões registrados no quarto trimestre de 2010.

Analistas consultados pela Reuters não tinham uma linha de estimativas comuns para a empresa sobre o quarto trimestre. Das cinco estimativas obtidas para a empresa, três apontavam para prejuízo, de R$ 96 milhões na média, e duas estimavam lucro de R$ 101,2 milhões e R$ 245 milhões.

No ano, a Gol sofreu um prejuízo de R$ 710,4 milhões frente a um lucro líquido de R$ 214,2 milhões em 2010, “principalmente, por conta de impacto negativo da depreciação do real frente à moeda norte-americana no final de período (...), aumento de 23,2% no custo do querosene de aviação”, informou a companhia no balanço.

Além do câmbio e do combustível, a empresa ainda teve custos com devolução de aeronaves Boeing 767 menos eficientes, multas com rescisão de contratos com fornecedores e despesas com ativos das adquiridas Varig e WebJet.

No quarto trimestre, as despesas operacionais da empresa subiram 41%, puxadas por salto de 56,6% nos custos com combustíveis, 30,3% com pessoal e de 147,8% com material de manutenção.

Para 2012, a Gol espera reduzir seus custos em R$ 500 milhões após medidas tomadas em 2011 que incluíram a devolução de cinco Boeings 767, em um ano em que a empresa prevê um crescimento na demanda do mercado brasileiro de 7% a 10%.

MONITOR MERCANTIL

Peça de avião cai no cemitério Bom Pastor, em Ribeirão Preto


Os funcionários do cemitério Bom Pastor, em Ribeirão Preto, encontraram uma peça, nesta quarta-feira (28), que seria de um avião.

O objeto, que é pequeno, seria uma lâmpada do trem de pouso de uma aeronave que sobrevoava a área para pousar no aeroporto Leite Lopes, que fica a poucos quilômetros do cemitério. Ninguém foi atingido pela peça.

Paraquedistas da reserva vão saltar em comemoração ao golpe militar


A Associação dos Veteranos Paraquedistas vai comemorar os 48 anos do golpe militar no próximo sábado, às 11h, com um sobrevoo na Praia da Barra da Tijuca, como noticiou nesta quarta-feira o colunista do GLOBO Ancelmo Gois. Cerca de 12 militares da reserva saltarão de um avião alugado e descerão até o Quiosque 172.

- Eles vão carregar uma grande bandeira do Brasil no avião e vão comemorar. Quando descerem, haverá a execução do hino nacional e o grito do lema: ′Brasil, acima de tudo` - diz o oficial da reserva da Marinha Valdir Ferraz, que estará presente.

Cerca de 40 pessoas da reserva devem participar do ato comemorativo. O avião, segundo Valdir, é bancado pelos paraquedistas. O local escolhido é ponto de encontro dos militares. Para ele, como não há apoio das Forças Armadas, o evento será "econômico" e contará com o apoio dos "patriotas que restaram".

- Ano passado a presidente Dilma acabou com as comemorações da Revolução de 64. Mas, agora, queremos mostrar que ela não pode calar o pessoal da reserva, já que os da ativa nada podem fazer - disse Valdir.

A aeronave fará um trajeto curto: sairá do aeroporto de Jacarepaguá, sobrevoará a Praia da Barra e depois retornará ao aeroporto.

PERNAMBUCO.COM

Pilotos de aviões agrícolas faturam alto no período de safra


André Textor é piloto de avião agrícola há quase 10 anos e não esconde a satisfação com a profissão que escolheu. “O vôo agrícola específico não é massante como o voo comercial. Cada voo é diferente do outro”, conta.

Gratificante e rentável. O valor médio cobrado pelas empresas de aviação agrícola por cada hectare pulverizado é de R$ 20, o piloto fica com 18% do total.

Durante seis meses, eles não têm parada, no final da safra o rendimento pode variar de R$ 120 a R$ 250 mil. “A gente trabalha muito por seis meses e a remuneração é boa, o equivalente aos outros seis meses que ficamos parados”.

No Centro-Oeste, a profissão anda bastante valorizada porque é cada vez maior a procura por esse tipo de serviço.

A pulverização aérea tem uma série de vantagens sobre a convencional em grandes plantações. Enquanto um avião consegue fazer a aplicação em 90 hectares em uma hora, os tratores mais modernos fazem o mesmo serviço em apenas 25 hectares.

Além disso, as estatísticas mostram que os pneus dos tratores destroem 1,5% da lavoura em cada aplicação, prejuízo que é suficiente para pagar a pulverização aérea, conforme conta o agricultor Angelo Magoni.

O Brasil tem hoje a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, são 1500 aeronaves, só fica atrás dos Estados Unidos com 10 mil, por isso, a demanda pela mão-de-obra é grande.

Para voar a três metros de altura do solo, o profissional precisa de muito treinamento. Enquanto um piloto de aviação comercial necessita de 150 horas para ser habilitado, esse precisa do dobro. Vai levar de 2,5 e três anos para estar habilitado.

GLOBO RURAL

Avião faz pouso de emergência nos EUA


Um avião da companhia americana JetBlue fez um pouso de emergência nesta terça-feira, após o piloto surtar e gritar sobre a presença de bombas da rede terrorista Al-Qaeda a bordo, informou o jornal "Globe-News", de Amarillo, Texas.

O voo, que seguia de Nova York para Las Vegas, foi desviado para a cidade texana de Amarillo, devido a "um problema médico com o comandante", explicou a JetBlue.

Piloto teve crise nervosa em pleno voo e alegou que aeronave corria risco de sofrer um ataque terrorista

O comandante foi ao banheiro e quando saiu começou a gritar: "Iraque, Al-Qaeda, terrorismo, vamos todos cair", informou o jornal de Amarillo.

"Foi um pouco aterrador, estava muito fora de si", disse o passageiro Heid Karg à CNN. "Tentaram acalmá-lo (...) mas um grupo de passageiros homens teve de correr para dominá-lo".

Gabriel Schonzeit, outro passageiro, revelou ao Globe-News que "ele começou a gritar sobre a Al-Qaeda e sobre uma bomba no avião, e como todos iríamos cair".

"Outro comandante, que viajava no aparelho mas não estava de serviço, assumiu o avião e o pousou em Amarillo, informou a JetBlue. O piloto foi imediatamente internado para avaliação médica.
BAND

Lider Aviação apresenta crescimento em 2011

A Líder Aviação acaba de divulgar o balanço do ano de 2011. A receita operacional bruta consolidada apresentou aumento de 9%, em relação a 2010, atingindo o valor de R$72.740 mil. Evolução proporcionada pelo aumento do faturamento das Unidades de Operações de Helicópteros, Manutenção de Aeronaves, Fretamento e Gerenciamento de Aeronaves e Atendimento Aeroportuário.

Em 2011 a empresa prosseguiu com o seu plano de expansão, apresentando diversas novidades, como a aquisição de mais um helicóptero de grande porte, modelo Sikorsky S-92, com capacidade para até 21 passageiros.

Para incrementar a infraestrutura aeroportuária foi aprovada a construção e reforma de novos hangares no aeroporto de Itanhaém (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ) para as operações de helicópteros, com previsão de conclusão em 2012. Além disto, a empresa está iniciando a construção de um novo hangar no aeroporto do Galeão (RJ), com previsão para início das operações em 2013.

Em 2010 a Líder Aviação, através de uma joint venture com a CAE Simuflite, firmou um contrato para a aquisição de um simulador de vôo a ser implantado no Brasil, para realização de treinamentos de pilotos dos helicópteros do modelo Sikorsky S76 C+ e C++. Este equipamento, que se encontra em fase de fabricação, será o primeiro simulador de helicóptero nível D (o mais moderno e fidedigno do ponto de vista tecnológico no que diz respeito ao visual e aos movimentos) a ser implantado no Brasil. O início da operação do simulador está previsto para o final de 2012.

A perspectiva da Líder para esse ano é prosseguir os planos de investimento e ampliação das operações, através da aquisição de novos helicópteros, ampliação e reforma da estrutura de hangares nos aeroportos, entre outros investimentos em veículos, ferramentas, equipamentos e informática.

AVIAÇÃO BRASIL

Pilotos da Iberia vão fazer greve todas as segundas e sextas-feiras até 20 de Julho

A mediação do Ministério que tutela a aviação em Espanha no conflito entre a direcção da companhia aérea Iberia e os seus pilotos não surtiu os efeitos desejados. À falta de acordo, os pilotos vão mesmo avançar para a greve, anunciou o seu sindicato (Sepla), citado pelo "El Mundo".

No total, serão precisamente 31 dias de greve. Esta começa a 9 de Abril e decorre até 20 de Julho. A paralisação começa assim nasegunda-feira de Páscoa, que é igualmente um dia festivo em Espanha, lembra o "Expansión". O jornal diz mesmo que a data escolhida para arrancar com a greve visa atingir em cheio o sector turístico durante a Semana Santa.

O sindicato dos pilotos refere em comunicado que a greve avança "devido ao boicote exercido pela Iberia sobre o processo de mediação, que impediu que se alcançasse um acordo, apesar das importantes concessões oferecidas pelo Sepla".

Os pilotos cumprem esta greve de quatro meses em sinal de protesto contra a criação da filial de baixo custo Iberia Express, que no passado domingo realizou o seu primeiro voo, e também devido à falta de acordo relativamente ao novo convénio colectivo.

De acordo com o Sepla, citado pelo "Cinco Días", o conflito em torno da criação da "low cost" Iberia Express centra-se no facto de esta vulnerabilizar o convénio dos pilotos em vários pontos – entre eles, o facto de poder haver segregação da actividade da empresa-mãe.

Recorde-se que a Iberia tem previsto ceder 40 aviões da empresa-mãe para a nova filial, o que significará a eliminação de 8.000 postos de trabalho, refere a mesma fonte.

Além disso, a Iberia pretende, em mais um incumprimento do acordo colectivo dos pilotos, que a companhia britânica British Airways, que criou uma holding com a Iberia, opere sem restrições no aeroporto de Barajas, o que se traduz num decrescimento para a Iberia, explica ainda o comunicado do Sepla.

Os pilotos denunciam que a Iberia não tem um plano de crescimento, ao passo que a British Airways "adquiriu 30 aviões e contratará 800 pilotos".

JORNAL DE NEGÓCIOS

quarta-feira, 28 de março de 2012

Gol abre processo de demissões



SÃO PAULO - A Gol Linhas Aéreas retificou nesta manhã a informação divulgada pela própria empresa, na sexta-feira, de que estaria prorrogando uma programa de licença não remunerada para pilotos e comissários (aeronautas).

A segunda maior companhia aérea do país abriu um processo de demissão para tripulantes até o dia 29, mas não detalhou o nível de adesão que pretende obter.

Segundo uma fonte do setor, uma das explicações para as demissões que estão sendo pretendidas pela Gol é a redução, a partir de maio, do número de comissários a bordo dos atuais quatro para três.

Essa redução foi regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em meados de março de 2010. A Anac informa que já realizou o processo de redução de comissários a pedido das seguintes empresas: Webjet, para o avião 737-300, TAM, para o A319, e Avianca, para o Fokker 100.

Segundo a agência, em meados de julho de 2011 a Gol se reuniu com representantes da agência para esclarecer dúvidas sobre esse processo de redução. A companhia foi procurada, mas não retornou até o momento.

Do dia 6 a 16 de março, a Gol já havia implementado um programa de licença não remunerada para aeronautas, mas obteve “adesão parcial”. Segundo o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a companhia pretendia obter a adesão de 220 tripulantes, sendo 120 pilotos e 100 comissários.

Uma comissária da companhia, que pediu anonimato, informa que apenas 20 comissários teriam aderido ao programa de licenças. O presidente do SNA, comandante Gelson Fochesato, diz que os funcionários que aderiram a esse plano serão colocados em licença por um ano, sem garantia de estabilidade no retorno.

O Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal (MPT) viu irregularidades no programa de licenças e deve se pronunciar a respeito ainda nesta semana.

A Gol não informa a quantidade de demissões que pretende alcançar nem o nível de adesão obtido com o programa de licença não remunerada. “Esse é o problema da Gol, ela não é transparente”, afirma Fochesato.

Depois de dois adiamentos, a Gol deve divulgar hoje os seus resultados financeiros do quarto trimestre de 2011. Relatório da Bradesco Corretora com a prévia do resultado da Gol no período indica um prejuízo líquido de R$ 177 milhões, ante lucro líquido de R$ 132 milhões de igual período de 2010.

Desde o início do ano, a Gol acumula a demissão de 100 aeronautas. Segundo a companhia, trata-se de um “turnover natural”, diante do quadro de 6 mil tripulantes da empresa.

Em janeiro, enquanto a demanda do mercado doméstico teve crescimento de 7,77% em relação ao mesmo mês de 2011 o fluxo de passageiros da Gol recuou 1,78% na mesma base de comparação.

Fochesato diz que o processo de demissões deflagrado pela Gol na sexta-feira não pode ser considerado como um Programa de Demissões Voluntárias (PDV). Isso porque, diz ele, num PDV a empresa negocia o pagamento de benefícios adicionais como salários-extras e passagens aéreas, entre outros.

Neste plano de demissões, a Gol se comprometeu a estender o plano de saúde ao tempo proporcional de trabalho do funcionário. A empresa também se compromete a pagar verbas rescisórias e multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Fonte: Valor Econômico.

Gol voará menos para cortar custos





A Gol Linhas Aéreas vê necessidade de reduzir de 80 a 100 voos diários entre março e abril, e esse movimento de “racionalização” implicará em uma redução de custos fixos, como a diminuição do número de funcionários por meio de licenças não-remuneradas e demissões voluntárias, afirmou o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Junior.

De acordo com o executivo, a redução, que será na proporção de 80% para vôos da Gol e 20% de vôos da Webjet, será em viagens noturnas e não implicará na descontinuidade de nenhuma rota.

Os voos que serão retirados da malha representam cerca de 8% dos voos diários, visto que a companhia, incluindo a Webjet, realizou entre 1.100 e 1.150 voos por dia entre janeiro e fevereiro.

Segundo o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Junior, a empresa irá promover licença não-remunerada e demissão voluntária (Foto: MARCIO FERNANDES/AE – 17/10/2011)

“Você pode perceber no quarto trimestre pressão nos custos de combustível, tarifas aeroportuárias, variação cambial… e no momento em que passou a existir essa pressão, principalmente sobre os custos variáveis, nós nos vimos obrigados a revisar a malha… e nessa revisão nós enxergamos a necessidade de reduzir em torno de 80 a 100 voos diários”, afirmou Oliveira a jornalistas em teleconferência nesta terça-feira.

“E todo esse movimento que tem sido feito em relação a licença não-remunerada, demissão voluntária, vem no sentido de adequar a essa nova realidade da companhia”, prosseguiu Oliveira, afirmando que não é possível divulgar números porque o processo ainda está em andamento.

Previsão frustrada
Segundo o executivo, a companhia tinha expectativas para o crescimento do mercado doméstico e premissas macroeconômicas, como o de crescimentos do PIB e preço do petróleo, que não se concretizaram, o que levou à decisão de reduzir a quantidade de voos, que não serão concentrados em nenhuma região brasileira.

“Nós entendemos que o movimento de racionalização da malha implica também em uma redução do custo fixo para que não haja nenhum impacto no Cask ex-fuel (custos que excluem combustíveis). Essa redução se dá exatamente nos voos que não apresentam uma receita satisfatória, a receita não é suficiente para compensar o custo variável”, disse Oliveira

Ele afirmou ainda que essas reduções foram planejadas antecipadamente, e que não devem haver mais medidas como esta para garantir a rentabilidade da companhia neste ano.
Para Oliveira, não é possível afirmar que a Gol “errou” no seu planejamento de voos e na contratação de funcionários.

“É uma mudança de visão e não dá pra atribuir essa mudança de visão a um erro. O erro seria a gente permanecer com problemas, permanecer com voos dando prejuízo pra companhia e talvez comprometendo a sobrevivência da empresa. Eu diria que houve uma mudança no cenário macroeconômico, de patamares, e nós estamos nos ajustando a essa mudança.”

Além disso, o presidente da Gol afirmou que todos as estimativas da companhia aérea para o ano estão mantidas.

Carolina Marcondes — Agência Estado.
Fonte: Estadão - JT.