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terça-feira, 14 de agosto de 2012

O Aeroporto de Congonhas em outros tempos


O Aeroporto de Congonhas tem uma relação de amor e ódio com a cidade de São Paulo e seus usuários. Se por um lado está próximo ao centro da cidade, o que facilita o acesso, por outro lado incomoda e até mesmo amedronta seus vizinhos.
 
Estas cenas são de outros tempos do aeroporto, que vai dos anos 30 até os anos 80. Congonhas sempre teve seu charme, apesar de ser mais desconfortável e apertado que muitas estações rodoviárias.
 
 
Os Douglas DC-3 acima foram fotografados, provavelmente na década de 1940, talvez até mesmo na década de 1930, quando Congonhas recebia aeronaves desse tipo operadas por empresas estrangeiras, como a Pan Am. A infraestrutura, como se pode notar, era muito precária, e o aeroporto só conseguiu melhorias a partir da década de 1950.
 
 
Este rolo compressor foi uma das máquinas utilizadas para pavimentação das pistas e pátios de Congonhas, nos anos 40. Várias áreas do aeroporto receberam pavimentação em paralelepípedos, ainda existente nos pátios da antiga Vasp.
 
 
 Na década de 1940, o terminal de passageiros era modesto e uma pequena torre de controle já existia para controlar o tráfego aéreo. A pavimentação ainda era restrita, como se pode ver na foto, e também bastante precária. Para suportar o peso de aeronaves maiores, precisou ser inteiramente refeita várias vezes.
 
 
 Essa foto, do começo dos anos 50, mostra duas aeronaves típicas da época, os SAAB Scandia e os Vickers Viscount (ao fundo). As Kombi furgão eram onipresentes no aeroporto, pois praticamente todas as empresas as utilizavam.
 
 
 Na década de 1950, como se pode ver na foto, um belo jardim separava a estação de passageiros do pátio das aeronaves. Ao longo do tempo, tal jardim foi sendo reduzido até ser eliminado de vez, para o pátio acomodar aeronaves cada vez maiores.
 
 
Os Douglas DC-6, como o do foto, e os DC-4, foram os quadrimotores a pistão mais comuns em Congonhas, e foram utilizados pela Vasp, Varig, Real, Paraense, Lóide Aéreo, Panair e várias empresas estrangeiras. Nessa época, o aeroporto recebia todo o tráfego doméstico e internacional destinado a São Paulo. Somente a partir de 1960 o tráfego dos jatos comerciais internacionais foi transferido para o novo aeroporto de Viracopos, em Campinas. Congonhas nunca recebeu os grandes jatos internacionais, que operaram na BASP - Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, provisoriamente, até que Viracopos ficasse pronto.
 
 
 Nessa rara foto colorida, pode-se ver um Douglas DC-4 do Lóide Aéreo, assim como o jardim que separava a estação do pátio.
 
 
Pode-se ver, nessa foto, a extensão dos jardins que separavam a estação do pátio de aeronaves. Existia uma cobertura para proteger os passageiros das intempéries até o pátio. O acesso não era tão restrito como hoje, e os passageiros circulavam no jardim, como em uma praça. Pode-se ver o grande número de curiosos que se amontoavam no teto da estação, para observar o movimento de aeronaves. São Paulo tinha pooucas opções de lazer nessa época, década de 1950, e era um programa habitual do paulistano ir ao aeroporto. O terraço era apelidado "Prainha dos Paulistanos".
 
 
 
 Nos tempos de aeroporto internacional, podia-se ver os balcões de várias companhias estrangeiras no aeroporto, como se pode ver na foto. À época, viajar de avião era praticamente um evento social, que exigia trajes adequados, como terno e gravata para os homens, e os melhores vestidos para as mulheres.
 
 
Os Lockheed Super Constellation estavam entre os maiores aviões a  pistão da época, final da década de 1950. Faziam linhas internacionais. A aeronave da REAL da foto acima voava entre Buenos Aires e Miami, com escala em Congonhas, e depois passou a voar para Los Angeles e até mesmo Tóquio, no Japão.
 
 
Os Boeing 727 e 737-200 eram típicos dos anos 70. Nessa foto colorida, pode-se ver aeronaves das empresas Cruzeiro, Varig e Vasp. 
 
 
Uma criança posa para uma foto em frente a um DC-3 da REAL, no final dos anos 50. A REAL desapareceria de cena pouco depois, absorvida pela Varig em 1961.
 
 
 A Seleção Paulista de Futebol embarca em um Convair da REAL para disputar um jogo fora. Os Convair eram aeronaves confortáveis, pressurizadas, bem  superiores aos DC-3 ainda amplamente utilizados na época. 
 
 
O Focke Wulf 200 ddo Sindicato Condor foi o primeiro quadrimotor utilizado por uma empresa aérea brasileira. Pode-se ver na foto a precariedade do Aeroporto de Congonhas na época, década de 40. 
 
 
 Os Airbus A300 foram os maiores aviões de passageiros que operaram em Congonhas. Na foto, vê-se a chegada do primeiro A300 da Vasp, o PP-SNL, em 1982. Essa aeronave voou até setembro de 2004, quando foi retirada de serviço para fazer um Check D, jamais concluído. Sua estrutura oca foi desmontada finalmente em abril de 2012, em Congonhas.
 
 
 
 Na década de 1950, Congonhas ganhou uma estrutura muito melhor, como se pode ver na foto, da ala internacional.
 
 
Os aviões da REAL eram onipresentes em Congonhas no final da década de 1950. A REAL foi a primeira empresa Low-Cost - Low Fare do mundo, mas terminou seus dias pouco depois, absorvida pela Varig.
 
 
 Estação de passageiros do Aeroporto de Congonhas nos anos 50. Sua estrutura básica ainda existe, e compõe o centro do atual terminal.
 
 
O piso xadrêz da estação de passageiros de Congonhas foi preservado até hoje, e é uma "marca registrada" do aeroporto. Nessa época, no entanto, o movimento de passageiros era muito menos do que nos dias atuais.
 
Vista panorâmica da antiga ala internacional do aeroporto, nos anos 70.
 
CULTURA AERONÁUTICA

Qantas investiga avaria de motor de um Airbus em pleno voo



A companhia aérea australiana Qantas informou hoje que está a investigar uma avaria num motor de um dos seus aviões Airbus quando voava de Sidney para Perth, na Austrália, com 254 passageiros a bordo.
O incidente teve lugar no domingo, quando o Airbus A330 registou uma "falha no sistema de controlo do motor", refere a empresa em comunicado ao salientar que os seus "engenheiros estão a investigar as causas" dessa falha.
A aeronave aterrou em segurança e sem incidentes, acrescentou a companhia.
12horas aéreas

Queda de avião deixa um morto na Califórnia

Imagens mostram destroços de um monomotor modelo Cessna 210, que caiu nesta sexta-feira (10) na avenida South Glendon, em Los Angeles, Califórnia (EUA).
O avião caiu a cerca de 3 quilômetros a nordeste do aeroporto de Santa Monica, poucos minutos após a decolagem. O piloto morreu. Ninguém ficou ferido em solo.
DESÁSTRES AÉREOS

DUAS AERONAVES PAMPAS COLIDIRAM AS ASAS DURANTE SHOW AÉREO DE COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA AVIAÇÃO MILITAR ARGENTINA



Um acidente de pequena monta quase estraga uma grande festa que foi realizada na tarde de domingo (12) em Córdoba para celebrar os 100 anos de história da aviação militar da Argentina. Na última passagem de uma esquadrilha de cinco aviões Pampa, dois deles tocaram as asas e causou grande preocupação entre os participantes do show.

 A Infobae.com presenciou o fato e pode ver pedaços de metal caindo do ar de uma das máquinas  sem bater qualquer dos presentes, entre os quais o Ministro Arturo Puricelli. Apesar do golpe, as duas aeronaves conseguiram pousar suavemente e seus pilotos não relataram lesões.O acidente foi provocado quando cinco aviões realizaram uma manobra sobre a área em que se encontrava o público, e aparentementeas duas aeronaves que se encontrava do lado direito da formação bateram a ponta das asas.


As comemorações do centenário é devida ao fato que em 10 de agosto de 1912, quando por um decreto do Presidente Roque Saenz Pena criou a Escola de Aviação Militar de El Palomar.


A cerimônia começou com o ministro da Defesa e Chefe do Estado Maior General da Força Aérea, Norman Constantine, a bordo de um veículo militar passou em revista a tropa em frente das instalações da Escola de Aviação Militar. Em seguida, foi cantado o Hino Nacional e fez um minuto de silêncio em homenagem aos mortos na Guerra das Malvinas, no momento em que quatro aeronaves sobrevoavam o campo.

Em seu discurso, Puricelli disse: "Neste centenário começaram a retornar as atividades da indústria aeronáutica." E elogio o atual perfil com base no "conhecimento, ciência e tecnologia."

Puricelli foi acompanhada pelos chefes do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general de brigada Jorge Chevalier, da Marinha, almirante Carlos Paz VGM, o vice-governador de Córdoba, Alicia Pregno, entre outras autoridades.


Ele também destacou a presença dos chefes das Forças Aéreas da Bolívia,  General Flores do Brasil, Tenente Brigadeiro Juniti Saito, Força Aérea do Chile, general Jorge Rojas Avila, e do Uruguai, general da Força Aérea Washington Robert Martinez Angelucci .
IFRONLINE

Windjet suspende operações

Em pleno mês de agosto, altura de férias e viagens, centenas de passageiros ficaram presos no maior aeroporto de Roma. São passageiros da companhia low cost Wind Jet, que devido a dificuldades financeiras teve de cancelar as viagens.

 

 
A suspensão dos voos foi anunciada depois de terem falhado as conversações sobre uma possível venda da Wind Jet à companhia aérea nacional Alitalia.
O ministro da Economia italiano já convocou novas reuniões com as empresas durante esta semana.

A situação pode afetar 300 mil passageiros, que compraram viagens à Windjet até outubro.
A Alitalia anunciou que irá disponibilizar 20 voos especiais noturnos diários para suprir a demanda da Wind Jet, a companhia, no entanto, irá cobrar uma taxa de 80 euros, o que provocou descontentamento entre os passageiros afetados.
O presidente da Associação de Defesa aos Direitos do Consumidor (Codacons, na sigla em italiano), Carlos Rienzi, disse que esta se trata de uma oferta "injusta aos passageiros que se encontram em situação de necessidade e que, por conta disso, tem poucas ou nenhuma alternativas para escolher".
O titular da Enac, Vito Riggio, por sua vez, disse recentemente que a "Windjet sabe que não pode enfrentar os compromissos assumidos". 
AEROBLOG

Incidente com ATR da Conviasa


Um ATR-72 da Conviasa, saiu da pista hoje, pouco antes da decolagem para Caracas no Aeroporto Antonio Nicolás Briceño, em Valera.

Nenhum passageiro ficou ferido e saíram andando para as instalações do terminal.

Enquanto isso, a companhia disse por meio de sua conta oficial no Twitter (@ LAConviasa) que a aeronave foi danificada , mas disse que os passageiros e tripulantes Vôo 2197 foram tratados imediatamente após o incidente. 

Também informou que os passageiros do vôo 2197 V0 VLV-CCS serão embarcados em um voo para Caracas com apoio companhia aérea Aeropostal.


AEROBLOG

Companhias aéreas deverão comprovar que reduziram taxas de remarcação e cancelamento sob pena de multa


Brasília - As companhias aéreas TAM, Gol, Cruiser, TAF e Total terão que comprovar o cumprimento de uma decisão de 2011 que determinou a redução das taxas cobradas para remarcação ou cancelamento das passagens. A decisão foi publicada hoje (13) pela Justiça Federal. As empresas têm 15 dias para atender à decisão, sob pena de multa de R$ 100 mil.

A sentença anterior, publicada em maio de 2011, determinou que, se os pedidos de cancelamento ou de remarcação das passagens aéreas forem feitos em até 15 dias antes da data da viagem, a taxa máxima permitida é 5% sobre o valor da passagem.

Se a solicitação for feita nos 15 dias que antecedem a data do voo, a tarifa máxima só pode chegar a 10%. As empresas terão que devolver aos consumidores os valores cobrados além desses limites.

O pedido de execução da sentença de 2011 foi feito em março deste ano pelo Ministério Público Federal (MPF) no Pará. O procurador da República Bruno Araújo Soares Valente informou à Justiça que as empresas vinham ignorando a determinação judicial, baseado em informações encaminhadas por clientes das companhias aéreas.

"Mesmo depois de quase um ano da publicação da sentença e, mesmo não tendo sido concedido, acertadamente, efeito suspensivo às apelações interpostas, as demandadas [as companhias aéreas] comportam-se como se nada tivesse ocorrido, ignorando a existência, no mundo jurídico, da ordem judicial para que interrompam as cobranças abusivas", disse o procurador.

As empresas TAM e Gol informaram que só irão se manifestar nos autos do processo.
DENUNCIO.COM.BR

Passageiro retido em voo é indenizado

A 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas (TJMG) condenou a TAM Linhas Aéreas S/A a indenizar em R$ 10 mil, por danos morais, um passageiro que ficou retido por sete horas dentro do avião no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

C.M.P. comprou um bilhete internacional com saída do aeroporto de Orlando, na Flórida (Estados Unidos), às 20h55 do dia 27 de agosto de 2009, com chegada prevista em Guarulhos, em São Paulo, às 6h40 do dia seguinte. Porém, devido às condições meteorológicas, o aeroporto de Guarulhos foi fechado e o voo foi desviado para o aeroporto do Galeão, chegando ao Rio de Janeiro às 6h do dia 28.

Segundo alega o autor da ação, todos os passageiros de primeira classe desembarcaram logo após o pouso, ao passo que os de classe econômica e executiva permaneceram por sete horas seguidas no avião, sem alimentação, ar condicionado ou qualquer assistência. A TAM, na contestação, afirmou que o desembarque dos demais passageiros foi impedido pela Polícia Federal.

Em 1ª Instância, o juiz condenou a TAM a indenizar C.M.P. em R$ 20 mil, por danos morais.

No recurso, o relator, desembargador Cabral da Silva, afirmou que a alegação da empresa aérea de que o desembarque fora vetado pela Polícia Federal não foi comprovada.

O relator ressaltou que o dano moral foi configurado, pois "o passageiro permaneceu no interior da aeronave, parada no pátio do aeroporto, por aproximadamente sete horas, sem que tenha havido a prestação de qualquer tipo de assistência".

"Os passageiros", continua, "restaram praticamente aprisionados e sem qualquer tipo de apoio, seja a título de esclarecimento, alimentação ou conforto, pois nem mesmo o ar condicionado da aeronave foi acionado".

O relator entendeu ser excessivo o valor indenizatório fixado em 1ª instância - R$ 20 mil - reduzindo-o para R$ 10 mil, "quantia mais justa e correta para a indenização." O desembargador Veiga de Oliveira votou de acordo com Cabral da Silva, ficando vencido o revisor, desembargador Gutemberg da Mota e Silva, que havia reduzido o valor para R$ 7 mil.
 DENUNCIO.COM.BR

GOL sofre prejuízo de R$ 715,1 mi e revisa projeção

 

O resultado fez a empresa estimar que terminará 2012 com margem de lucro operacional negativa.

 

Avião da GOL
A segunda maior companhia aérea do país encerrou o segundo trimestre com praticamente o dobro do resultado negativo apurado um ano antes.

São Paulo - A companhia aérea GOL dobrou no segundo trimestre o resultado negativo sofrido um ano antes, impactada por uma combinação de desvalorização do real frente ao dólar e custos elevados com combustível. O resultado fez a empresa estimar que terminará 2012 com margem de lucro operacional negativa.

A segunda maior companhia aérea do país encerrou o segundo trimestre com prejuízo líquido de 715,1 milhões de reais, praticamente o dobro do resultado negativo apurado um ano antes, de 358,7 milhões de reais.

Com isso, a companhia fechou o primeiro semestre com prejuízo líquido de 756,5 milhões de reais, mais que o dobro da perda de 289,31 milhões de reais em igual período de 2011.
Analistas consultados pela Reuters estimavam, em média, prejuízo líquido de 292,1 milhões de reais no segundo trimestre.

A companhia revisou suas estimativas de desempenho para 2012 e agora espera encerrar o ano com margem operacional (Ebit) negativa, contra perspectiva anterior de margem de 4 a 7 por cento. No trimestre passado, a margem Ebit ficou negativa em 19,4 por cento e no semestre, em -8,7 por cento.
"Os altos custos com combustível, a depreciação do real frente ao dólar americano que impacta diretamente 55 por cento das despesas operacionais da companhia e o aumento nos custos com tarifas relacionadas a operação aérea no Brasil impactaram significativamente os resultados da GOL e do setor aéreo nacional", afirmou a companhia no balanço assinado pelo novo presidente-executivo da companhia, Paulo Sérgio Kakinoff.

A GOL também revisou sua expectativa de demanda no mercado doméstico em 2012 para crescimento entre 6 e 9 por cento, contra expectativa anterior de expansão de 7 a 10 por cento. Além disso, a empresa reduziu sua estimativa de aumento de oferta de assentos este ano.

EXAME

Justiça bloqueia bens da empresa aérea Pluna






A Justiça Federal em São Paulo decidiu liminarmente bloquear os bens, valores e créditos da empresa Pluna Lineas Aereas Uruguayas no Brasil, para garantir o cumprimento dos direitos dos usuários atingidos pela interrupção do transporte aéreo da empresa, anunciado no último dia 6 de julho. A decisão foi resposta a uma ação cautelar movida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O bloqueio será mantido até que a Anac constate a prestação de assistência aos passageiros prejudicados. Se a empresa não oferecer a assistência devida aos clientes, como a reacomodação em voos de outras operadoras  e o reembolso integral do valor pago, a companhia pode ser multada em até R$ 360 mil por voo e ter sua autorização para operar no Brasil cassada.

No dia 6 de julho, a companhia aérea Pluna suspendeu todos os voos e justificou com os problemas financeiros que enfrentava.

A Pluna informou a Anac que foram vendidas 80,7 mil passagens com origem ou destino no Brasil, de julho até outubro. Os passageiros que não levaram o calote da Pluna devem recorrer a Anac.

BONDE

Investimento na TAM Cargo



A Latam tem planos de ampliar os investimentos em transporte de carga da TAM Cargo, que pela primeira vez na história, deverá contar com frota própria apenas para transporte de cargas. Até agora, a companhia usava os compartimentos de carga dos aviões para transporte de passageiros da TAM Linhas Aéreas. A quantidade de aviões para a TAM Cargo, porém, não foi divulgada.

Valor Econômico.

Azul e Trip pedem autorização para compartilhamento de voos

Aviões da Azul
Azul e Trip pedem autorização da Anac para compartilhar voos


São Paulo – As companhias aéreas Azul e Trip solicitaram à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorização para compartilhamento de voos. Segundo nota divulgada pelas empresas, se aprovada, juntas, elas voarão para cerca de 100 destinos e terão 800 voos diários.

A Azul será a companhia responsável pela comercialização dos trechos das duas empresas. Já a Trip venderá normalmente seus voos.
“Todos só têm a ganhar com esse acordo, principalmente os clientes, que contarão com uma ampla malha de voos”, afirma David Neeleman, fundador e presidente do conselho da Azul, em nota.
Segundo as companhias, a iniciativa visa favorecer passageiros e agentes de viagens. Os clientes poderão fazer um único check-in e despachar de uma vez a bagagem para o destino final da viagem.
“A operação encurtará distâncias e reduzirá o tempo de voo, possibilitando que mais pessoas utilizem o transporte aéreo”, disse José Mario Caprioli, presidente-executivo da Trip, também por meio de comunicado.
O compartilhamento de voos é mais etapa a ser cumprida e que consolida a fusão das operações das duas empresas anunciada em maio deste ano
EXAME

Maior museu tecnológico do mundo alia diversão e conhecimento em Munique

Bildtext: Das Deutsche Museum – Ansicht von Nordwesten
Deutsches Museum, Museumsinsel
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Foto: Deutsches Museum
 
 
Com mais de 25 mil objetos, o Deutsches Museum recebe cerca de 4 mil visitantes por dia. Exposições abordam desde física nuclear até pormenores das células humanas. Atrações incluem aviões de guerra e mina subterrânea.
Na entrada, o empurra-empurra e o barulho lembram uma estação de trem. Grupos escolares, famílias e aposentados fazem fila para entrar no maior museu técnológico do mundo. Aberto todos os dias, o Deutsches Museum, na cidade alemã de Munique, recebe entre 1 milhão e 1,5 milhão de pessoas por ano ou cerca de 4 mil a cada dia.

O museu é tão grande que logo a multidão se dispersa. No meio de uma das salas, vê-se o avião que é uma das principais atrações do lugar. "Este é o Messerschmidt Me 262, o primeiro jato produzido em série no mundo", explica Peter Thum, especialista em mobilidade do museu.

Segundo Thum, o avião foi utilizado pela Força Aérea Alemã, então comandada por Hermann Göring, a partir de 1941. O jato era apontado pelos nazistas como uma das armas milagrosas que possibilitaria a Hitler a chamada "vitória final".

O resultado foi outro, mas tecnicamente a reputação do Me 262 permaneceu como a de um dos mais avançados aviões da época. "Ele chega a 870 quilômetros por hora, o que corresponde à velocidade alcançada pelos atuais aviões comerciais", diz Thum.


Aviões de guerra: Me 262 e, acima dele, o avião-foguete Me 163

Pendurado no teto, acima do Me 262, há outro caça, o Messerschmidt Me 163. "Ele voa com propulsão de um foguete, disposto na horizontal para que o avião seja impulsionada para a frente", explica Thum. "Com isso, a aceleração e a velocidade são maiores, ou seja, cerca de mil quilômetros por hora", ressalta.

O avião-foguete foi projetado para interceptar caças inimigos. "O problema é que o combustível só é suficiente para nove minutos de voo. Depois disso, o foguete para de funcionar, e o avião se transforma num planador", observa Thum.
DW

Latam Airlines quer investir US$7,87 bi em frota até 2014

 

 

É a primeira vez que a empresa, principal grupo aéreo da América Latina, revela seu plano de investimentos consolidado após a conclusão da fusão.

LAN Chile e TAM fecham acordo para a criação da Latam Airlines
Em uma teleconferência com analistas, a Latam detalhou que a ideia é alcançar uma frota de 359 aviões até 2014

Santiago- A companhia aérea Latam, grupo que inclui a LAN e a brasileira TAM, disse nesta segunda-feira que deve investir 7,87 bilhões de dólares em sua frota de aeronaves até 2014, para fortalecer suas operações e reafirmou sua expectativa de recuperar o grau de investimento em menos de um ano.


É a primeira vez que a Latam, principal grupo aéreo da América Latina, revela seu plano de investimentos consolidado após a conclusão da fusão, em junho.
Em uma teleconferência com analistas, a Latam detalhou que a ideia é alcançar uma frota de 359 aviões até 2014, ante as 319 aeronaves previstas para este ano.
A Latam prevê adquirir aviões por 2,979 bilhões de dólares em 2012, 2,297 bilhões em 2013 e 2,594 bilhões em 2014.
Durante uma apresentação dos mais recentes resultados financeiros, executivos da Latam reiteraram que a empresa pretende recuperar em menos de um ano o grau de investimento nas agências de classificação de risco, depois que a LAN foi rebaixada após a fusão com a TAM.
O plano da empresa é alcançar este objetivo com as sinergias obtidas na fusão e uma política mais restritiva de dividendos, e caso esse caminho não prospere, a empresa considerará um aumento de capital durante o segundo semestre de 2013.
O vice-presidente de finanças corporativas da empresa, Alejandro de la Fuente, destacou que as sinergias capturadas nas primeiras semanas da fusão foram "muito melhores" que as esperadas, mas não quis apresentar cifras.
"Vemos um rápido processo de desalavancagem da companhia à medida que as sinergias sejam capturadas", afirmou. "Uma oferta de ações sempre pode ser avaliada, mas não há nada concreto sobre este tema (...) esperamos recuperar o nível de grau de investimento em um par de trimestres ou um ano", acrescentou.
O grupo, uma das 10 maiores empresas de aviação do mundo, divulgou na sexta-feira que obteve lucro de 49,7 milhões de dólares no segundo trimestre ante 15,9 milhões em igual período de 2011.
EXAME

 

Boeing da United pega fogo e passageiros trocam de avião



O porta-voz do aeroporto Sea-Tac em Seattle, Perry Cooper, informou que os passageiros que estavam no avião da United Airlines que pegou fogo neste domingo não sofreram danos por causa do acidente.

O Seattle Times informou que os bombeiros descobriram chamas vindas do motor auxiliar do Boeing 757 da United voo 776, que devia partir às 10h30, horário local, para o aeroporto Dulles International, em Washington.
 O porta-voz da Sea-Tac disse que os bombeiros extinguiram as chamas e que o avião foi evacuado. Uma investigação preliminar indicou que o fogo pode ter surgido de um resíduo de óleo no motor auxiliar, localizado na cauda do avião.

 A United informou, por meio de seu endereço na Internet, que os passageiros foram colocados em outros voos horas mais tarde. As informações são da Associated Press.

 DIÁRIO DO GRANDE ABC

Avião seneca aterrisa de barriga, em aeroporto do interior do AM

 

Incidente ocorreu no município de Coari, e apesar do susto, o piloto e os dois passageiros da aeronave não sofreram ferimentos.

 


Avião Seneca, estacionado na pista do aeroporto de Coari, após o acidente (Thiago Adonis - freelancer )
Um avião modelo Piper Seneca, prefixo PTEIR, apresentou problemas no trem de pouso, no momento em que se preparava para aterrissar no aeroporto de Coari - localizado a 370 quilômetros de Manaus -, na manhã deste domingo (12).

Apesar do susto os três ocupantes da aeronave, o piloto e dois passageiros, não sofreram ferimentos.
Conforme as informações fornecidas pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 7), ainda não se sabe se o incidente foi ocasionado por falhas operacional (piloto) ou mecânica.

O trem de pouso da aeronave não teria destravado, o que fez com que o piloto do Seneca pousasse o avião de barriga, na pista do aeroporto. Apesar do atrito com o chão, não houve incêndio no bimotor.

Após o ocorrido, o avião foi recolhido para um hangar do aeroporto de Coari, onde será periciado por uma equipe técnica do Seripa 7. O bimotor seria particular – o nome do proprietário da aeronave não foi fornecido – e retornava de um voo ao município de Eirunepé – situado a 1.245 quilômetros de Manaus.
As causas do incidente serão investigadas pelo Seripa 7, que irá expedir um relatório sobre o mesmo. O documento servirá re recomendação de seguranças, para as empresas de aviação.

A CRÍTICA

Governo federal abandona programa de combate ao tráfico usando aviões-robôs


Equipamentos de projeto no qual já foram gastos R$ 73 milhões estão parados em hangar.



 NO CHÃO Veículo Aéreo Não Tripulado estacionado em São Miguel do Iguaçu, no Paraná. Contrato interrompido e aeronaves paradas (Foto: Christian Rizzi/Gazeta do Povo/Folhapress)
 NO CHÃO Veículo Aéreo Não Tripulado estacionado em São Miguel do Iguaçu, no Paraná. 


Contrato interrompido e aeronaves paradas (Foto: Christian Rizzi/Gazeta do Povo/Folhapress)NO CHÃO Veículo Aéreo Não Tripulado estacionado em São Miguel do Iguaçu, no Paraná. Contrato interrompido e aeronaves paradas (Foto: Christian Rizzi/Gazeta do Povo/Folhapress)

 
Projeto encaixotado (Foto: reprodução)

O céu estava nublado no aeródromo de São Miguel do Iguaçu, uma pequena cidade paranaense na tríplice fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina. Nada, no entanto, que impedisse o voo inaugural do primeiro Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) da Polícia Federal (PF) naquela manhã de 10 de novembro de 2011.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF está subordinada, foi até a pista ver de perto a aeronave capaz de filmar e fotografar a placa de um carro ou o rosto de um traficante de drogas a 9 quilômetros de altura. Em seguida, Cardozo se dirigiu ao auditório improvisado para falar sobre a maior arma anunciada contra o narcotráfico pelo governo da presidente Dilma Rousseff, uma promessa feita na campanha de 2010: a compra de 14 Vants israelenses, por R$ 655 milhões.

Ao fundo do palco onde o ministro discursava, havia um pôster gigante com a foto do avião em voo e o título em letras garrafais: “Fase operacional”. Uma frase que não saiu do papel.

Na linguagem policial, operacional quer dizer ação prática. O Vant passaria a fazer missões rotineiras. De acordo com documentos obtidos por ÉPOCA, isso não aconteceu. Depois da festa de inauguração, o avião foi recolhido ao hangar do aeródromo onde fica a base de operação. Os equipamentos foram encaixotados e estão assim até hoje.

Uma segunda aeronave já comprada continua em Israel, sem previsão para ser enviada ao Brasil. Não se fala mais em comprar outros 12 aparelhos como foi previsto no início e alardeado com pompa. Brigas internas na PF e o descaso do Palácio do Planalto ameaçam abater, ainda em solo, o projeto no qual o governo já gastou R$ 73 milhões. O valor inclui os dois aviões e o material necessário (antenas e computadores) para mantê-los no ar.

Operado por um piloto em terra, que digita os comandos no computador das estações, o avião pode voar por 37 horas ininterruptas a uma distância de até 4.000 quilômetros, enviando imagens on-line para a base sobre as atividades de narcotráfico nas fronteiras brasileiras.

 Com a varredura, seria possível saber onde os criminosos se escondem, para onde enviam drogas e, principalmente, vigiar seus passos e prendê-los. O combate na fronteira boliviana tem um caráter especialmente crucial para os brasileiros. Pelo menos 54% da cocaína que chega ao Brasil vem do país andino. Boa parte se transforma no crack que assombra nossas metrópoles.

A previsão era instalar quatro bases. Além de São Miguel do Iguaçu, outras três funcionariam em Brasília, no Distrito Federal, Vilhema, em Rondônia, e Manaus, no Amazonas. Em junho, a Procuradoria da República no Paraná começou a receber informações de que não havia mais decolagens na primeira estação inaugurada por Cardozo. Os procuradores descobriram que o Vant estava parado. Como o projeto não decolou, a Procuradoria entrou na Justiça para o governo aumentar o número de policiais. O pedido foi rejeitado pela Justiça Federal.
ÉPOCA

Força aérea norte-americana testa novo avião supersónico


O X-51A será acoplado à asa de um bombardeiro B52 (foto D.R.)

A força aérea norte-americana testa hoje um novo avião supersónico. O aparelho militar é capaz de atingir 7.200km/hora em apenas alguns segundos: seis vezes mais rápido que o som. O X-51A será acoplado à asa de um bombardeiro B52 e será lançado a uma altura de 50 mil pés (equivalente a 15 quilómetros), depois de quatro segundos em queda livre, o motor será acionado, subirá a 70 mil pés (mais de 21 quilómetros) e atingirá sua velocidade máxima. Se tudo correr bem, a viagem entre o deserto de Mojave e o Oceano Pacífico durará apenas cinco minutos. Este é o segundo teste do género, depois de um realizado com sucesso em 2010.

A BOLA PT

Brasil adia compra de aviões de combate

 

Em entrevista ao Wall Street Journal, Celso Amorim diz que adiamento se deve a dificuldades econômicas.

 

Celso Amorim
Celso Amorim: ministro da Defesa disse ao Wall Street Journal que o processo de compra de aviões de combate foi adiado devido a dificuldades econômicas


Paris - O ministro da Defesa Celso Amorim anunciou o adiamento do processo de compra de aviões de combate devido às dificuldades econômicas, durante uma entrevista publicada nesta sexta-feira pelo jornal americano Wall Street Journal.

"O projeto não está abandonado. Haverá uma decisão no momento oportuno. Mas no dia de hoje prefiro não fornecer uma data", declarou o ministro ao jornal.
"A situação econômica tomou uma direção menos favorável que o previsto e naturalmente isto requer prudência", acrescentou.

Amorim considerava até agora que uma decisão seria tomada neste ano. O Rafale do construtor francês Dassault Aviation compete com o Gripen do sueco Saab e com o F/A-18 Super Hornet da americana Boeing para conquistar este mercado de 36 aeronaves, avaliado em 5 bilhões de dólares.

"Não diria que há uma empresa favorita", explicou o ministro. "A questão importante é saber quando o faremos e então examinaremos novamente as propostas. Temos a necessidade de renovar a frota, mas devemos responder em função das possibilidades do país".

A Força Aérea Brasileira (FAB) pede a cada seis meses aos construtores em disputa que renovem seu interesse pela contratação ao prorrogar suas propostas. Ela o fez novamente no fim de junho.
O Estado francês apoia a oferta da Dassault, cujo Rafale aparecia como favorito em 2010 depois de um acordo entre Lula e o então presidente da França, Nicolas Sarkozy. Mas, com o fim de seu mandato, Lula deixou a decisão nas mãos de sua sucessora Dilma Rousseff.

EXAME

Dois aviões colidiram no aeroporto em Washington

Aeroporto, EUA, colisão

EPA

Na sexta-feira dois aviões colidiram em terra no Aeroporto Internacional Washington Dulles.

Os aviões foram ligeiramente danificados, ninguém dos passageiros ficou ferido. Segundo um representante do aeroporto, o Airbus A-330 da Lufthansa, saindo à pista, tocou por asa a cauda do avião que estava ao terminal.
Este já é segundo incidente que ocorre no aeroporto de Washington nas últimas duas semanas. No fim de julho no Aeroporto Nacional de Washington Ronald Reagan dois aviões, praticamente aterrissando simultaneamente, quase colidiram com o terceiro que levantou o voo, devido a um erro do controlador de tráfego aéreo. Cerca de 200 passageiros estavam a bordo de três aviões.
A VOZ DA RÚSSIA

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Modelo que perdeu mão e olho em hélice dá 1ª entrevista à TV americana


Lauren Scruggs disse que ganhou uma nova perspectiva de vida.
Ela disse que se lembra pouco do acidente que a vitimou em 2011.


A modelo e blogueira de moda americana Lauren Scruggs, que perdeu uma mão e um olho em um acidente com a hélice de um monomotor no ano passado, deu nesta quinta-feira (9) sua primeira entrevista após o incidente.
Lauren, que acompanha os jogos olímpicos em Londres, disse ao programa "Today", da emissora NBC, que "ganhou uma nova perspectiva de vida" após o acidente.
"É bom aparecer fora e em público", disse ela à entrevistadora Savannah Guthrie, "mostrando às pessoas que agora eu estou OK."
Lauren Scruggs durante entrevista nesta quinta-feira (9) (Foto: Reprodução) 
Lauren Scruggs durante entrevista nesta quinta-feira (9) (Foto: Reprodução)


Sobre o acidente, ela disse:


"Eu me lembro de meus pés tocando o chão, saindo do avião. É tudo de que me lembro."
Lauren também disse que está aprendendo "exemplos de perseverança" com os atletas olímpicos.
"O Senhor tem um forte propósito nisso", disse a modelo, cujo apelido é Lolo.


Lauren Scruggs, de 23 anos, é vista denxando o hospital ao lado dos pais (Foto: Reprodução/TMZ) 
Lauren Scruggs, de 23 anos, é vista denxando o hospital ao lado dos pais (Foto: Reprodução/TMZ)
 
Em dezembro, Lauren deixou a UTI e passou a se recuperar na área de reabilitação do hospital em Dallas, nos Estados Unidos. Dias após o acidente, ela já conseguiu dar os primeiros passos no corredor do hospital.

Ela perdeu a mão esquerda e o olho esquerdo, substituídos por próteses.
Ela tinha acabado de descer do avião com um amigo ao norte de Dallas, no Texas, após um voo noturno para ver as luzes de Natal na cidade, quando caminhou de encontro com a hélice no nariz do pequeno avião, que ainda estava girando.


Após ter uma mão decepada no acidente, Lauren Scruggs teve o olho esquerdo removido (Foto: Reprodução/ABC News) 
Após ter uma mão decepada no acidente, Lauren Scruggs teve o olho esquerdo removido (Foto: Reprodução/ABC News)
 
Os pais da jovem disseram, dias após o acidente, que ela já estava respondendo aos chamados e se recuperando lentamente. Ela passou por uma série de cirurgias nos dias seguintes.
Segundo os familiares, ela não havia consumido bebidas alcoólicas naquela noite.
G1

Pilotos de avião reclamam que estão sendo atingidos por luzes de laser ao pousar em Brasília


Pilotos que pousam em Brasília reclamam que estão sendo atingidos por luzes disparadas de canetas a laser. O que para alguns é brincadeira, para a aviação civil a luz do raio laser representa um verdadeiro perigo. Essa iluminação ofusca a visão dos pilotos e pode provocar sérios acidentes.
De acordo com o Coronel Frederico Alberto Marcondes, chefe da divisão de aviação civil, o maior perigo é no momento do pouso.
— Nos momentos que antecedem o pouso, isso pode causar distração nos pilotos, e esses são momentos em que há uma elevada carga de trabalho na cabine.
Um levantamento feito pela Infraero mostra que o Aeroporto Internacional de Brasília foi o que apresentou o maior número de reclamações por parte dos pilotos. Só nos primeiros sete meses de 2012 foram 82 ocorrências, todas elas já estão sendo investigadas.
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Por parte da aviação civil, esse é considerado um número alto, pois além de perigoso, apontar laser para os aviões é crime, que prevê de dois a cinco anos de prisão.

R7

Boeing eleva preços de aviões comerciais em 5,5%


[-] Texto [+]
SEATTLE, 7 Ago (Reuters) - A Boeing elevou os preços-lista de seus aviões comerciais em 5,5 por cento, mesmo diante de descontos para a conquista de grandes encomendas.
A fabricante norte-americana de aviões disse nesta terça-feira que o aumento nos preços reflete os custos maiores de salários, bens e serviços.
De acordo com os últimos dados de preços no site da empresa, um 737 MAX 8, o mais novo avião de um corredor da Boeing, custa 100,5 milhões de dólares, enquanto um jumbo 747-8 custa 351,4 milhões de dólares.
Os preços de tabela das aeronaves têm pouca relação com os seus preços atuais de venda, já que grandes compradores sempre obtêm descontos substanciais das empresas.
A Boeing está bem à frente da rival Airbus na corrida de encomendas neste ano. A empresa europeia recentemente acusou a Boeing de ser "extremamente agressiva" com preços para ganhar uma ordem da Silkair, de Cingapura.
A Boeing descreveu seus preços como "competitivos".
reuters brasil

Aviação agrícola tenta reverter proibição do IBAMA


 O presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Nelson Antônio Paim, participa nesta sexta-feira (10) de uma reunião no Mapa, em Brasília, tentando reverter a proibição, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA), do uso aviões para a pulverização de quatro tipos de defensivos usados em lavouras como soja, milho, arroz, algodão, cítricos e outras.
 
 
A reunião vai ocorrer às 10 horas e terá a presença de representantes do IBAMA e de membros das indústrias de defensivos (Syngenta, Basf, Bayer, Rotam, Milenia) da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), do Sindag defensivos (Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Defesa Agrícola) e das associações de produtores de soja, cana-de-açúcar, algodão e cítricos.
 
 
Legislação Específica
 
Conforme Paim, o problema da medida é que, além de prejudicar culturas importantes, ataca diretamente a aviação, justamente a única forma de aplicação de produtos fitossanitários para a qual existe legislação específica e fiscalização constante, abrangendo desde o pessoal técnico e equipamentos envolvidos nas operações até as instalações para limpeza das aeronaves. “O problema é menos com o produto e mais com a aviação, o que é um contrassenso".
 
 
O presidente argumenta que a aviação é a forma de aplicação mais segura hoje existente, devido à maior precisão e velocidade em relação aos meios terrestres (o que também pode significar menos uso de agrotóxicos). Além da vantagem de evitar as perdas por amassamento. “Sem falar na redução de 77% na emissão de gases e 80% de economia de água nas aplicações, em algumas lavouras”, cita Paim.
 
 
A proibição foi publicada no dia 19 de julho, no Diário Oficial da União (veja o link no final do texto), com a intenção, segundo o órgão ambiental, de proteger colônias de abelhas nas áreas de produção agrícola. As entidades de produtores, aviação e indústria química se reuniram com o IBAMA e o MAPA na última terça, em Brasília.
 
 
 Foi desse encontro que surgiram sete grupos de trabalho para estudar a situação (desde avaliar os efeitos dos químicos sobre as abelhas até os impactos sobre cada uma das culturas e sobre a aviação) e propor soluções para flexibilizar a medida. A reunião desta sexta é para colocar os relatórios sobre a mesa e tentar um acordo.
 
 
Propostas
 
Entre as propostas apresentadas pela aviação, está o mapeamento das áreas de apicultura e a interação entre os produtores de mel e os produtores de grãos, frutas e fibras, para o manejo dos insetos e das lavouras possa ser feito de modo a evitar o contato das abelhas com os químicos.
 
 
 Além disso, conforme Paim, apesar da aviação ter o melhor controle sobre a deriva dos produtos (quando a nuvem de defensivos se desloca um pouco para fora da área aplicada), podem ser adotadas técnicas para minimizar ainda mais a deriva. Por exemplo, com aplicação de gotas maiores nas faixas perto dos limites das propriedades.
 
 
 
O Brasil tem a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, com cerca de 1,6 mil aparelhos. Mesmo assim, as aeronaves são responsáveis por 23% das pulverizações realizadas em lavouras pelo País. 
 
 
Atualmente, a maior parte das aeronaves de pulverização está concentrada no Centro-Oeste, mas o Rio Grande do Sul tem cerca de um terço das empresas de aviação agrícola. Conforme o Sindag, existem hoje cerca de 260 empresas prestadoras de serviços e 200 aviões de propriedade de produtores.
 
cenário mt