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quinta-feira, 23 de abril de 2009

TAM tem mais a perder com liberação de tarifas internacionais


A TAM disse em nota ontem que a liberação das tarifas para viagens aéreas do Brasil para o exterior pode inviabilizar empresas Brasileiras: "Da maneira como está sendo proposta, a liberação impõe às empresas brasileiras concorrência em condições desfavoráveis perante as congêneres estrangeiras. A TAM acredita que as companhias aéreas brasileiras estarão em risco. É preciso beneficiar os passageiros sem inviabilizar as empresas".

Já em comunicado interno enviado para parceiros, a TAM afirma que a maior parte de sua receita provém das rotas internacionais e que os destinos nacionais (60% do total) não dariam lucro para cobrir as prováveis perdas internacionais com a mudança.

Os preços mínimos ajudavam a proteger a TAM de concorrentes muito maiores, como American Airlines, Delta Airlines e British Airways, que operam globalmente com frotas de aviões muito maiores e estrutura de custo proporcionalmente menor, podendo assim oferecer bilhetes mais baratos.

Para Gol, TAM e as demais companhias nacionais que voam na América do Sul, a concorrência ocorre entre empresas de porte similar. Para elas, a desregulamentação está em vigor desde setembro de 2008 sem mudanças no setor. Mas só recentemente começou a ocorrer redução de preços.

Na Argentina, onde a desregulamentação ocorreu há mais tempo, as companhias baixaram os preços para o Brasil para até US$ 99. As estrangeiras seguiram esse caminho, obrigando TAM e Gol a reduzirem tarifas. Antes, elas cobravam US$ 199, no mínimo, pelo trecho.

No caso das rotas para EUA e Europa da TAM, a situação é outra devido a diferenças de custo. Um deles seria a carga tributária. No Brasil, 32% da receita bruta é gasta com pagamento de impostos. No Reino Unido, esse índice é 26%; nos EUA, 23%.

Outro ponto é o preço do combustível. A TAM paga, em média, US$ 0,06 a mais por litro de querosene que suas concorrentes americanas e europeias, um custo que representa 35% do preço final da passagem.

Por isso, o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) estuda formas de recorrer da decisão na Anac e pode até ir à Justiça.

Fonte: Folha ON LINE

Companhias aéreas já podem reduzir 20% do preço das passagens internacionais


São Paulo - O Diário Oficial da União (DOU) publicou hoje (23), a determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que libera as tarifas das passagens aéreas internacionais. Com a publicação, o preço mínimo estabelecido pela agência reguladora já pode ser reduzido em até 20%.

A determinação vale para destinos em todos os continentes, com exceção da América do Sul, região que já tinha contemplada anteriormente no ano passado.

De acordo com a determinação, haverá novas reduções. Após três meses da publicação, o desconto permitido será de 50%; após mais três meses, o abatimento será elevado para 80%; seis meses mais tarde, não haverá preço mínimo. Ou seja: a mudança só estará completa dentro de um ano.

A Gol não terá os preços afetados pela resolução porque não faz viagens aos destinos que entram na determinação da Anac. Enquanto a TAM ainda não se pronunciou. A AirFrance afirmou que deve se pronunciar sobre o assunto na próxima semana. A companhia informou que o preço cheio da passagem ida e volta São Paulo-Paris era de US$ 3.691 antes da determinação e que o preço mais barato do mesmo trecho era de US$ 899. Já a
Lufthansa e Swiss ainda não se pronunciaram sobre a decisão.

A Anac esclarece que, com a liberdade tarifária, as empresas ficarão livres para estabelecer os preços que melhor lhe convierem, de acordo com sua estratégia comercial. De acordo com a agência reguladora, o controle do preço das passagens contrariava o artigo 49 da lei que criou a Anac (Lei nº 11.182, de 2005) e também a Política Nacional de Aviação Civil (Pnac).

A liberação dos preços das passagens aéras internacionais foi alvo de liminares na Justiça, posteriormente derrubadas, que chegaram a atrasar a mudança que abrange diversas regiões do mundo.

Fonte: Portugal Digital

quarta-feira, 22 de abril de 2009

United Airlines perde US$ 382 milhões no 1º trimestre


Nova York - A UAL, dona da companhia aérea americana United Airlines, divulgou nesta terça-feira uma perda líquida de US$ 382 milhões no primeiro trimestre de 2009, prejuízo 30,4% inferior ao de um ano atrás.
A receita total chegou a US$ 3,691 bilhões, 21,7% a menos do que há um ano. A receita por passageiro por assento disponível e milha recorrida caiu 11,1%, devido à queda na demanda em suas operações no mercado americano e internacional.

Já o transporte de mercadorias caiu 43,1%, em consequência, principalmente, do forte retrocesso das exportações no Japão e em outros mercados asiáticos.
Fonte: último Segundo

Azul prepara ponte aérea entre capitais nordestinas


A Azul Linhas Aéreas está negociando com nove governandores do Nordeste um acordo para interligar nove capitais da região. "É um projeto para fomentar o turismo, ligando as principais cidades", disse o presidente da companhia, Pedro Janot.

Em parceira com a empresa, governadores estão buscando apoio do governo federal, via incentivos fiscais da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), relatou Janot.

O objetivo do projeto, que poderá contar com acordos de code-share com companhias internacionais, visa facilitar o trânsito de turistas, especialmente os estrangeiros, entre as várias capitais nordestinas.

"Estamos desenhando diferentes cenários, nos quais poderemos incorporar de quatro a dez aeronaves só para cuidar deste trecho, informou o presidente da companhia aérea.

A operadora que estreou há quatro meses no mercado brasileiro, opera hoje com nove jatos, que fazem 14 rotas, a maioria interligando o aeroporto de Viracopos, em Campinas (interior paulista) e capitais no Nordeste e Sul do País, além do Rio de Janeiro.

De acordo com o executivo, após ter obtido no mês passado a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar no aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Azul vai lançar ainda esta semana quatro novas rotas.

Com o previsto aumento de frequência das rotas atuais, a companhia pretende elevar para 13 a 16 o número de jatos em operação até dezembro.

Segundo Janot, já há alguns indícios de melhora no mercado doméstico de aviação civil, o que se revela no nível de ocupação dos voos da companhia, que subiram de 65% para 70% este mês.

"Isso vai nos permitir praticar tarifas de melhor qualidade para a companhia", disse Janot, lembrando a meta fixada pelo dono da Azul, o empresário David Neeleman, de atingir a lucratividade ainda em 2009. A expectativa da companhia é assumir também em dezembro a terceira posição no ranking de viagens domésticas, atrás de TAM e Gol.

Segundo ele, com a melhora nas condições no mercado de crédito internacional, alguns bancos já começam a procurar a Azul com ofertas de financiamento, embora não haja planos para novas compras de jatos no curto prazo. A Azul encomendou 40 aeronaves da Embraer e tem opções de compra de outras 36 unidades.

Fonte:Terra Notícias

Hackers (Crackers) Roubam projeto do F-35, Pentágono


Um grupo de hackers invadiu os sistemas de computação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e copiou informações sobre a construção do caça F-35 Lightning II, o mais caro projeto já conduzido pelo Pentágono.


De acordo com o "Wall Street Journal", os piratas copiaram informações que, em teoria, poderiam ensinar militares de outros países a se defender do avião, também conhecido como Joint Strike Fighter, cujo projeto está orçado em US$ 300 milhões (cerca de R$ 672 bilhões, pela cotação do dólar comercial do dia 20 de abril).

Ex-oficiais do governo americano ouvidos pelo "Wall Street Journal" afirmam que os ataques aparentemente foram feitos a partir da China, embora não seja possível afirmar com precisão a identidade dos hackers. Também não é possível estimar, por enquanto, os danos ao projeto e o provável risco de segurança criado pelo roubo de informações.

Segundo o jornal americano, os invasores conseguiram baixar um grande volume de dados sobre o avião, mas as informações mais críticas não foram atingidas. Partes mais importantes do projeto são armazenadas em computadores que não estão ligados em rede.

O F-35 Lightning II, construído por um consórcio liderado pela Lockheed Martin, é dotado de um software composto por mais de 7,5 milhões de linhas de código-fonte. O programa é três vezes mais complexo do que o utilizado em outros aviões de combate modernos.
FONTE: Contato Radar

TAP assina acordo comercial de carga com a TAM



A TAP estabeleceu com a TAM uma parceria comercial para a área da carga que vem estreitar relações entre as duas companhias e trazer vantagens mútuas para o desenvolvimento desta área de negócio. Um contrato assinado pelo administrador executivo da TAP, Luís Ribeiro Vaz, e pelo diretor da TAM Cargo, Carlos Amodeo, no encerramento da 15ª edição da Intermodal, o maior e mais importante encontro dedicado aos setores da logística, transporte e comércio internacional das Américas, que se realizou em São Paulo.

Com o novo acordo, a TAP expande a sua rede de transporte de carga a novos destinos, designadamente no Brasil, a Vitória (ES), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Manaus (AM), Belém (PA), Goiânia (GO), Aracaju (SE), João Pessoa (PB) e São Luis (MA), reforçando assim a importância do mercado brasileiro para o negócio de carga da companhia, e ainda a outras importantes cidades da América do Sul, como Buenos Aires (Argentina), Assunção (Paraguai), Lima (Peru), Montevideu (Uruguai), Santiago (Chile).

Operando presentemente uma média de dez voos diários ligando o Brasil à Europa e África, via Portugal, e à saída de oito gateways diferentes, a TAP oferece uma capacidade para transporte de carga da ordem das 140 toneladas por dia para escoamento dos produtos brasileiros.

A juntar à disponibilização desta capacidade diária da companhia, que é significativa, ressalta ainda a vantagem de esta oferta de transporte ser seccionada por oito cidades, chegando praticamente a todas as regiões produtoras no Brasil e contribuindo assim, em grande medida, para a reafirmação de Portugal como a porta de entrada preferencial das exportações brasileiras na Europa. Em 2008, a TAP atingiu cerca de 17 mil toneladas de carga transportadas a partir do Brasil.

A parceria agora firmada entre a TAP e a TAM traduz a aposta das duas companhias num trabalho conjunto e coordenado como forma de superar a crise econômica mundial, transformando esse enorme desafio numa oportunidade de desenvolvimento de negócio.

Desta cooperação resultam ainda outras vantagens para ambas as companhias, como seja, designadamente, a abertura de um maior mercado de exportação de qualquer ponto do Brasil para qualquer ponto da Europa, assente numa melhor opção logística, em maior rapidez na colocação dos produtos em mercados emergentes, e no reforço do Brasil e de Portugal como hubs de carga na América Latina e na Europa.

FONTE:REVISTA AVIAÇÃO

Moradores apelam ao MP contra Congonhas

Possível ampliação do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, virou o pior pesadelo dos paulistanos que vivem nas redondezas. Eles já fizeram passeatas e protestos. Há duas semanas, apertaram o cerco, ao conseguirem que o deputado Carlos Gianazzi (PSOL) apresentasse um projeto de lei, e, na sexta-feira, entraram com uma representação no Ministério Público. Tudo para restringir o crescimento do aeroporto.

O documento entregue à Justiça é um relatório detalhado das cinco principais associações de moradores dos bairros adjacentes contestando o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), do Aeroporto de Congonhas, uma espécie de raio X da região, que avalia as vantagens e desvantagens de ter um vizinho como esse. Alvo de críticas, o estudo passou por mudanças. Mesmo assim, os moradores consideram o trabalho "falho, com problemas técnicos, e cheio de contradições".

"Faltaram pesquisas de campo que poderiam avaliar com precisão o impacto do aeroporto na vida das pessoas", diz Edwaldo Sarmento, vice-presidente da Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas, um dos redatores do documento entregue no Ministério Público, com cópia para Eduardo Jorge, secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, órgão responsável pela análise do EIA-Rima. "Com haveria mudança na Prefeitura, pedi agilidade no processo (no ano passado)", disse Eduardo Jorge, na segunda audiência pública do EIA-Rima, justificando a pressa com que o estudo foi feito. "Não sabia se ficaria no cargo, e queria deixar isso como missão para o meu sucessor." Se aprovado o relatório, o Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pode dar a licença antes do final do ano.

"Em Congonhas, as pessoas precisam entender que se trata de um estudo de impacto do aeroporto e não da ampliação da pista", diz Paulo Sergio Ramos, diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). " Existe um projeto nesse sentido, mas em análise no Ministério da Defesa. Se aprovado, terá de ser feito um novo EIA-Rima. Esse aqui não vale", garante.

SEGURANÇA

O medo dos moradores é que o EIA-Rima seja usado como instrumento legal de uma futura ampliação, que está nos planos da Prefeitura de São Paulo. Há dois anos, Gilberto Kassab levou esse projeto ao Ministério da Defesa, com a justificativa de que o aeroporto necessitaria de uma área maior de escape, para aumentar a segurança dos pousos e decolagens. Os moradores destacam que o relatório analisa cinco cenários, um deles avalia a polêmica ampliação da pista do aeroporto, que pularia dos atuais 1,9 mil metros para cerca de 2,7 mil metros de extensão. Ali estão descritas algumas vantagens da obra, entre elas "menor impacto sonoro pela maior altitude em relação à atualmente exercida sobre áreas habitadas extra-campo".

Para uma obra dessas sair do papel seriam necessárias cerca de 2 mil desapropriações, uma vez que a pista do aeroporto está praticamente no quintal de várias empresas e casas que ficam nas proximidades da Rua Pedro Bueno, no Jardim Jabaquara.

A Infraero rebate afirmando que os cinco cenários são hipotéticos, mas obrigatórios na formulação do EIA-Rima. "Temos melhorias previstas apenas no pátio de manobras das aeronaves", diz Ramos. Os moradores exigem um estudo mais profundo e claro.

O relatório aponta, por exemplo, que os drenos em forma de escada, colocados na pista logo depois do último acidente - quando o Airbus A320 derrapou na pista, atravessou a Avenida Washington Luiz e bateu num hangar da TAM em 2007, matando 199 pessoas - , aumentaram a segurança dos pousos e decolagens. Mas não mostra as consequências da obra na região. "A Rua Pedro Bueno não alagava, agora os carros não passam em dia de chuva na altura do número 745", diz Luiz Carlos Dall, comerciante e morador da região, de 57 anos. O distribuidor de peças Marcos Serikawa, de 37, teve de colocar uma válvula de retenção de água na casa onde mora, na Rua Freire Farto, paralela à Pedro Bueno.

"O aeroporto avança cada vez mais nas áreas vizinhas", diz Dall. "Quando era jovem, no lugar onde hoje está a cabeceira da pista que dá para a Rua Pedro Bueno, havia um campo de golfe", conta. O aeroporto surgiu na década de 30 com uma pista de 300 metros de extensão. Quando o metrô chegou ao Jabaquara, a terra retirada foi usada para a construção da pista de Congonhas. "Ela foi avançando aos poucos, soterrou cachoeira e campos verdes até chegar ao quintal de nossas casas. Agora fala-se em derrubar casas."

FONTE: O ESTADÃO

Campo de Marte tem solo ameaçado


Relatório de Impacto Ambiental aponta ?provável? contaminação: só 6 de 22 hangares usam a rede da Sabesp

coleta e o tratamento inadequados de resíduos industriais, como óleos lubrificantes, combustíveis e solventes, ameaçam o solo e os lençóis freáticos sob o Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. O alerta consta do Estudo e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do aeroporto, concluído no mês passado. Dos 22 hangares do mais antigo aeroporto do Estado, a maioria deles explorado por empresas privadas, apenas seis (27%) despejam o esgoto na rede coletora da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Na avaliação de técnicos e engenheiros contratados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para a elaboração do estudo, o risco de contaminação é "provável e bastante significativo".

A área do aeroporto não é a única a ser afetada. Durante as vistorias, se verificou o lançamento de esgoto sanitário e industrial dos hangares - supostamente sem tratamento - nas redes de drenagem internas do Campo de Marte. Parte da vazão é direcionada para o córrego que circunda o aeroporto no sentido das cabeceiras da pista. O restante infiltra no solo ou escoa pelas galerias em direção ao Rio Tietê, contribuindo para agravar a poluição.

Também chamou a atenção dos engenheiros o número de fossas "antigas" e "em condições precárias de operação e manutenção" espalhadas pelo aeroporto. "Ocorre que cada empreendimento gerencia o seu sistema de fossa independentemente, desta forma muitos não possuem informação e/ou não realizam manutenção, acarretando em ineficiência do sistema, bem como problemas com odores, vetores (transmissores de doenças) e extravasamento", diz o estudo.

Os problemas se concentram principalmente nos hangares, que, além de abrigo para aeronaves, servem também de oficinas de manutenção. De acordo com o relatório, boa parte deles lava aeronaves e veículos nos pátios, a céu aberto. Apesar de as redes de esgoto e drenagem pluvial parecerem independentes, ambas estão ligadas aos canais de drenagem do sítio aeroportuário, que, por sua vez, deságuam no Rio Tietê. Pode parecer pouco, mas, somados, os resíduos tóxicos despejados no rio por cada um dos hangares têm efeito significativo. Um mapeamento feito em 2007 por uma empresa contratada pela Infraero revelou que a produção de esgoto do Campo de Marte equivale a uma população média de 204 habitantes, o que representa 0,5% do total de moradores do distrito de Santana, onde o aeroporto está instalado desde a década de 1920.

Outra constatação preocupante foi a ausência de dispositivos de separação de água e óleo nos hangares. Segundo o EIA-Rima, nenhum deles apresentou equipamentos para tratamento de esgoto industrial gerado pelas atividades de lavagem e ou manutenção de aeronaves, como exige a lei. Os técnicos descobriram ainda que quase todo o volume de óleo descartado é doado ou retirado por empresas não cadastradas na Agência Nacional do Petróleo (ANP). As instalações das três distribuidoras de combustível do Campo de Marte - BR Distribuidora, Shell e Air BP - parecem ser as mais adequadas à legislação ambiental, embora os técnicos digam que, no caso da BR, não tiveram acesso a todos os dados do sistema de separação de água e óleo.
FONTE:O ESTADÃO

Cargueiros não utilizam Pinto Martins

Exportadores de frutas e flores no Ceará , que precisam escoar a produção via modal aéreo, alegam que estão sendo lesados pela falta de pista no aeroporto Pinto Martins

Afalta de pouco mais de 780 metros de extensão na pista do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, estaria forçando alguns produtores cearenses de frutas e flores a frear suas produções e até a exportar em terminais aéreos de outros estados. Os empresários da fruticultura e da floricultura no Ceará alegam que grandes aviões cargueiros como o Boeing 747-400, com capacidade para 112,63 toneladas, não estão podendo pousar e decolar com carga e combustível cheios, devido à falta de pista.

Entretanto, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o aeroporto, afirma que a pista está homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para receber aviões deste porte.

No Ceará, a exportação via aérea de produtos como frutas e flores é realizada por meio de aviões mistos, que comportam na mesma aeronave passageiros, bagagens e cargas. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, não há demanda suficiente pelo transporte aéreo nos segmentos de importação e exportação para pouso e decolagens de aviões cargueiros em Fortaleza. Mas o discurso dos produtores é outro.

"O terminal de cargas, que foi construído no Aeroporto Pinto Martins e que ainda não foi inaugurado, custou milhões aos cofres públicos. Mas ele não poderá funcionar em plena carga, sem a expansão da pista. Se tivéssemos pelo menos um voo semanal de cargueiros fechado, poderíamos exportar mais e até ser um estado centralizador do processo de exportação de cargas no Nordeste", avalia o consultor e ex-presidente do Instituto Agropolos, Ricardo Sabadia.

Com a falta de capacidade e espaço das aeronaves mistas, muitos produtores estão optando por exportar através de terminais aéreos de cargas de São Paulo e Recife. "O mamão, por exemplo, é enviado do Ceará para São Paulo por caminhão. De lá, as frutas são exportadas para o mercado europeu. É uma logística burra, que eleva o custo e prejudica a qualidade dos produtos", afirma o consultor em agronegócio, Sérgio Baima.

"Exporto muito pouco via aeroporto Pinto Martins, não chega nem a 10% da produção", afirma o produtor de mamão de Russas, João Teixeira Junior. "Temos um grande gargalo em relação à logística. Estou exportando a maior parte da produção para a Europa via São Paulo. O frete, que gira em torno de R$ 400 a tonelada, tem pesado no custo", queixa-se Teixeira Junior, que envia de 30 a 40 toneladas por semana à Europa.
FONTE:O POVO -CE

terça-feira, 21 de abril de 2009

Propaganda da Azul

fonte:Cafemodelismo

GOL inicia voos para Vitória a partir do Aeroporto Santos Dumont



São Paulo– A GOL, companhia aérea brasileira de baixo custo, iniciará em 22 de abril ,amanhã,uma nova rota, conectando o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Vitória (ES). Serão quatro frequências diárias, sendo que três irão operar de segunda-feira a sábado e outra atenderá a rota todos os dias. Os bilhetes já estão disponíveis para compra no site da Companhia (www.voegol.com.br), com tarifas a partir de R$ 79,00.

Pantanal vai a leilão


A Pantanal, companhia de voos regionais, apresentou na última segunda-feira seu plano de recuperação judicial. Ele estipula a divisão da empresa em duas unidades - uma de operação de voos e a outra de arrendamento (leasing) de aeronaves - e a consequente venda da primeira em leilão.
A Pantanal tem dívidas superiores a R$ 50 milhões, sendo pelo menos R$ 40 milhões com o fisco e outros R$ 15,2 milhões com diversos tipos de credores, entre eles a TAM e a Infraero.

Segundo o plano desenhado pela empresa, a unidade de operação aérea englobará quase que exclusivamente os contratos de concessão da empresa, que incluem o direito de operação de 16 espaços para pouso e decolagem (slots) em Congonhas, aeroporto mais cobiçado do país.
É um modelo parecido com o adotado na recuperação judicial da Varig, que já dura quase quatro anos. Thomas Müller, advogado da Pantanal do escritório Sérgio Müller & Associados, diz que o plano de recuperação estabelece lance para compra dessa unidade no valor de R$ 38,7 milhões e autoriza somente as empresas detentoras de um Cheta - certificado de homologação de empresa aérea - a participar do leilão.
"A restrição visa evitar a participação de investidores aventureiros que não conhecem o setor aéreo", afirma Müller.O eventual comprador dessa unidade também assumiria obrigações em torno de R$ 7 milhões referentes a transportes a executar, leasings e remuneração do administrador judicial da Pantanal. Os credores terão então 30 dias para apresentar contestações, contados a partir da publicação de um edital sobre o plano.

Air China suspende seu vôo para São Paulo


A Air China informa que devido a acordos governamentais em relação aos horários de seus vôos, a operação da Air China no vôo São Paulo - Madrid - Beijing, com 25 horas de duração, infelizmente, está temporariamente suspensa.

Quanto aos passageiros que já possuem seus bilhetes emitidos para Madrid, a companhia pede que os mesmos solicitem o reembolso. Esse procedimento será realizado com a isenção de taxas. Já para os destinos na Ásia, incluindo Beijing, os passageiros poderão ser reacomodados em voos da TAM via Europa.

Para Rafael Kalinowski, diretor da RKBC Turismo, "a saída da Air China desta rota só fez encarecer as tarifas para Madrid, pois a Air China costumava ser a mais barata entre São Paulo e o aeroporto de Barajás, em vôo direto, além de perder a conectividade em Beijing", explica.

Segundo a Air China, se os acordos forem revistos, a previsão de retorno da rota está programada para o final de junho, inicio da alta temporada.
Fonte:
Railbuss.com

Privatização de aeroportos é tema de conferência


A Federação e o Centro de Indústrias de São Paulo (Fiesp e Ciesp) promovem nos dias 23 e 24 de abril, a “Conferência Internacional sobre Capital Privado em Aeroportos”. Especialistas de diversos países debaterão aspectos jurídicos, políticos, econômicos e administrativos sobre a privatização de aeroportos. O encontro contará com a presença de autoridades brasileiras como o governador José Serra, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, além de especialistas em aviação civil, do Brasil e do exterior.
A intenção é retomar as discussões, frequentes na época do caos aéreo, em um momento de relativa tranquilidade. “A aviação civil brasileira representa 50% do total da América Latina, o interesse no setor é, portanto, muito grande. A concorrência entre as empresas pode trazer benefícios para o país, em termos de segurança e eficiência do setor aeroportuário”.
Outros temas em debate na conferência serão os riscos inerentes à exploração aeroportuária no Brasil e as experiências de outros países, em relação à concessão dos aeroportos para a iniciativa privada, especialmente na Europa. O continente é o que possui maior número de administrações aeroportuárias privadas no mundo, sendo sucedido pela América Latina. A Conferência será realizada na sede da Fiesp, em São Paulo.
Fonte: Revista Aviação

Tam e Swiss pedem aprovação para código compartilhado

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) analisa na próxima reunião de diretoria, dia 22, um pedido da Tam Linhas Aéreas e da Swiss Air Lines para a aprovação de acordo de código compartilhado entre as empresas. Recentemente a Tam anunciou acordos semelhantes com a chinesa Air China e a britânica BMI.
Fonte: Pan rotas

Viracopos registra melhor trimestre na movimentação de passageiros


O Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos(SP) registrou a melhor movimentação trimestral de passageiros desde sua inauguração na década de 60. Foram 408.863 embarques e desembarques apenas nos três primeiros meses do ano, quase metade do movimento de pouco mais de um milhão de pessoas, registrado nos doze meses de 2008.

Só a movimentação no mês de março desse ano aponta 93,93% de aumento comparado ao mesmo mês no ano anterior

O incremento na movimentação se deve, principalmente, ao aumento no número de voos regulares de passageiros a partir do terminal campineiro. Com isso, Viracopos passou da 19ª para a 17ª posição no ranking da rede Infraero e a expectativa é que o aeroporto suba mais algumas posições até o final de 2009. Esse crescimento consolida o terminal campineiro como alternativa aos aeroportos da capital paulista, Congonhas e Guarulhos.

A Infraero pretende incrementar o mix de serviços e lojas em Viracopos para atender a essa nova demanda. A empresa também prepara algumas ações pontuais e rápidas que irão melhorar o atendimento aos passageiros, entre elas o aumento no número de vagas do estacionamento.

Fonte Mercado e eventos

Homem abre porta de avião e salta

O avião foi despressurizado e o piloto teve fez pouso de emergência.

Um homem que viajava em um pequeno avião de passageiros abriu a porta e pulou para a morte de uma altura de 10 mil metros, durante um vôo no norte do Canadá, informou o Guardian nesta sexta-feira. O avião foi despressurizado e o piloto teve de fazer um pouso de emergência.

O passageiro, de 20 anos, ficou descontrolado durante o vôo, de acordo com os dois pilotos da aeronave. Eles tentaram conter o homem, mas não conseguiram evitar que ele abrisse a porta do avião.

O avião da Adlair Aviation, com capacidade para dois pilotos e dois passageiros, voaria de Yellowknife para Cambridge Bay. A polícia procura o corpo do homem, que ainda não foi identificado.
Fonte:Alagoas 24h

"Farra de passagens" atinge líderes da Câmara


Registros de companhias de aviação obtidos pela Folha revelam que caciques da Câmara dos Deputados, como dirigentes e líderes partidários, financiaram dezenas de viagens ao exterior de familiares e amigos.
Entre os quais, os presidentes nacionais do PT, Ricardo Berzoini (SP), e do DEM, Rodrigo Maia (RJ).
Constam da lista também nomes como Ciro Gomes (PSB-CE), ex-candidato ao Planalto; José Genoino (PT-SP), ex-presidente do PT; Armando Monteiro Neto (PTB-PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria; Eunício Oliveira (PMDB-CE), ex-ministro das Comunicações; e Vic Pires (DEM-PA), ex-candidato a corregedor da Câmara.
A maioria dos deputados ouvidos pela reportagem justificou os bilhetes aéreos para os parentes alegando que o regimento interno da Casa não proíbe a prática. Os destinos mais recorrentes são cidades badaladas do turismo internacional, como Nova York, Paris, Madri, Miami, Frankfurt, Buenos Aires e Santiago.
O presidente do PT, por exemplo, emitiu em dezembro de 2007 um bilhete para a capital argentina para sua filha Natasja Berzoini. Procurado pela reportagem, não ligou de volta.
Já Rodrigo Maia, além de ter levado a mulher e a filha para Nova York (EUA), bancou também uma passagem aérea para sua prima Anita para o mesmo destino. "Ela foi resolver um problema particular de saúde", disse o presidente do DEM.
Maia reconheceu que a viagem a Nova York foi a turismo. Ele levou a mulher também a Paris, mas disse que foi em missão oficial a Londres, com escala na capital francesa.
Genoino, que deixou a presidência do PT na esteira do escândalo do mensalão, em 2005, usou passagens para ele, a mulher e o filho para Madri.
Ciro Gomes emitiu duas passagens para Nova York, uma em dezembro de 2007 e a outra em abril do ano passado, para sua mãe, Maria José Gomes. Procurado pela reportagem, Ciro não ligou de volta.
Vic Pires, por sua vez, não se limitou a usar a cota aérea apenas para familiares, tendo agraciado até o namorado de sua filha com uma viagem a Miami.
Monteiro Neto emitiu bilhetes para a mulher, a filha e o filho para lugares distintos: Santiago, Madri e Buenos Aires.
O ex-ministro Eunício Oliveira bancou com recursos da Câmara, em setembro do ano passado, passagens para Miami para a mulher e a filha.
O líder do PP na Câmara dos Deputados, deputado Mário Negromonte (BA), levou para Nova York cinco familiares.
"Eu fiz economia nesses trechos [para sua base eleitoral]. Deixei de viajar, usei milhas, viajei de madrugada com passagens mais baratas. As viagens [a Nova York] foram com essa diferença", diz. "Se fosse proibido, a Casa não permitiria."
O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), vice-líder do partido na Câmara, viajou com a mulher e o filho para Paris e Londres. Disse que foi em missão oficial para a capital inglesa, passando por Paris. "Não há nada de errado nisso. Se a Câmara mantiver a possibilidade de levar parente, vou continuar levando minha mulher. E se eu achar importante, também levarei meu filho", disse Aleluia.
Na última quinta-feira, após uma sucessão de escândalos relacionados às cotas aéreas, Câmara e Senado divulgaram normas para delimitar o uso do benefício. Cada deputado tem direito, mensalmente, a uma verba para a compra de passagens de acordo com seu Estado de origem. O ato da Câmara que trata do assunto, de 2000, é omisso em relação às viagens ao exterior. Nas medidas anunciadas na semana passada, os deputados não fazem referência a essas viagens.
A Procuradoria da República no Distrito Federal, que investigou o uso das cotas em 2007 e 2008, enviou ofício à Câmara na semana passada citando "inúmeras irregularidades" no uso do benefício, como "uso de passagens para o exterior não relacionado a missão oficial". O Ministério Público sugere que não sejam emitidos bilhetes "em nome de terceiros", medida não acatada pela Câmara.

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 20 de abril de 2009

TV ao vivo em seus voos.



Imagine assistir novela, jogo de futebol ou o noticiário ao vivo a 36 mil pés de altitude. Essa é a promessa da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, para seus clientes a partir do segundo semestre de 2009. A companhia que começou a voar em dezembro no Brasil, promete ser a primeira a oferecer aos passageiros TV aberta e fechada em todos os seus voos.

A tecnologia já está presente nos aviões da americana JetBlue Airways, que exibe programas de TV ao vivo em seus voos. O sistema, especialmente desenvolvido para a JetBlue, é seguro e um diferencial no setor.

Todos os passageiros têm à frente de suas poltronas monitores individuais, com controles remotos. A qualidade das imagens dos canais não é de cinema, mas é muito boa.

Fonte: Meio Aéreo

Incidente com Boeing da Air France no Galeão


O mesmo avião fotografado em 12/08/2007 no Aeroporto Internacional Paris - Charles de Gaulle

O Boeing 747-400 da Air France, prefixo F-GEXA sofreu um incidente durante a decolagem no Aeroporto do Galeão neste sábado (18).

A aeronave já corria na pista em alta velocidade realizando o voo AF-443 - Rio de Janeiro / Paris - quando o pneu do trem de pouso dianteiro rompeu, provocando fortes vibrações na estrutura do avião.

O avião parou em segurança e o voo foi adiado por 27 horas.
Fonte: Contato Radar

British Airways comemora 40º aniversário do vôo inaugural de seu primeiro Concorde


Neste mês de abril, a British Airways comemora o 40º aniversário do vôo de seu primeiro Concorde, ocorrido em 1969. A companhia possuiu sete das aeronaves supersônicas que mudaram a história da aviação e aposentou as últimas delas em outubro de 2003.

Primeiro jato comercial supersônico do mundo, até hoje o Concorde é um clássico histórico sem concorrentes. A aeronave é tão importante para a British Airways que se tornou tema de uma das salas do novo Terminal 5, no aeroporto de Heatrhow, Londres.

Dos sete concordes da British Airways que voaram comercialmente, seis estão em exibição e abertos ao público nas seguintes localizações:

  • G-BOAA – Museo do Voo, Edimburgo
  • G-BOAC – Aeroporto de Manchester (recentemente reformado)
  • G-BOAD - USS Intrepid, Nova York (recentemente reformado)
  • G-BOAE – Aeroporto Internacional Grantley, Barbados
  • G-BOAF - Filton Aerodrome, Bristol
  • G-BOAG – Museu do Voo, Seattle
Fonte: Diário do turismo

Seis tripulantes que eram mantidos reféns foram libertados ilesos.

Seis tripulantes que eram mantidos reféns foram libertados ilesos.
Suspeito teria utilizado identidade falsa para embarcar no Boeing 737.

O homem aparentemente armado que manteve tripulantes de um avião da companhia canadense CanJet como reféns no aeroporto de Montego Bay, na Jamaica, rendeu-se nesta segunda-feira (20) e foi preso, segundo Daryl Vaz, ministro da Informação. Os seis reféns foram libertados sem danos.

O sequestro havia acontecido às 22h locais de domingo (0h de segunda em Brasília), quando os passageiros embarcavam em um voo no aeroporto internacional de Sangter, no resort turístico de Montego Bay, com destino a Halifax, no Canadá.

O suspeito teria utilizado identidade falsa para embarcar no voo 918, que tinha 182 pessoas a bordo, e anunciou o sequestro, quando o avião se preparava para decolar. Ele teria recolhido dinheiro aos passageiros, disse uma das passageiras em entrevista à CNN.

O sequestrador, segundo a polícia, teria exigido que o avião fosse levado a Cuba. Ele libertou os passageiros e dois tripulantes e continuou mantendo seis tripulantes como reféns.

Ainda segundo a polícia, o agressor parecia "mentalmente alterado". Um tiro chegou a ser disparado, mas ninguém se feriu.

O aeroporto foi fechado.

O premiê da Jamaica, Bruce Golding, e o ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, foram ao local para acompanhar a situação.

O ministro da Informação disse aos jornalistas que o suspeito, que estaria armado com uma pistola, era um jamaicano de cerca de 20 anos e que seu pai estava entre os que negociaram a libertação da tripulação.

Fonte: Forúm Contato Radar

Webjet inicia vendas para voos Santos Dumont-Brasília


A Webjet Linhas Aéreas inicia no próximo dia 27 de abril suas operações no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio de Janeiro. Inicialmente, a companhia terá três voos diários para Brasília, com possibilidade de conexão imediata para Recife. Os trechos já estão à venda no site e pelo televendas da Webjet.

Fonte:Portal Fator Brasil

Anac já aprovou 85 horários sorteados no Santos Dumont



A Anac aprovou até o momento 85 dos 171 pedidos de hotrans (horários e destinos de voos) para operação no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que foram sorteados no dia 13 de março pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) entre companhias aéreas brasileiras interessadas. Após o sorteio dos horários, as companhias escalonaram os destinos e entregaram os pedidos à agência de regulação para aprovação da operação. Até o momento, apenas Tam e Azul conseguiram aprovação de todas as solicitações, que somaram 34 no caso da Tam e 14 no da Azul.

A Tam, inclusive, já anunciou que colocará em operação os 34 horários obtidos em Santos Dumont ainda neste mês. Dois deles, para para Recife e Salvador, começaram hoje. Já a Gol, que obteve 32 horários no sorteio obteve aprovação de 28 hotrans e anunciou hoje o início em 22 de abril de nova rota, conectando o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Vitória (ES), com quatro frequências.

A Ocean Air, que obteve em sorteio 24 horários, recebeu até o momento apenas três aprovações, enquanto a Webjet obteve aprovação de 6 dos 27 hotrans solicitados. Já a Pantanal, que recebeu 12 horários em sorteio, e a Trip, que obteve 27 horários, ainda não tiveram nenhum dos encaminhamentos aprovados até o momento pela Anac.

EMIRATES LANÇA NOVIDADES


A companhia árabe Emirates acaba de lançar um novo serviço que permite aos passageiros assessar o site da companhia à parte dos seus celulares. A Internet via celular é um dos mercados que mais cresce através do uso dos chamados "smartphones" e pelo novo serviço o cliente pode realizar seu "check in" 24 horas antes do vôo, selecionar o assento e escolher refeições especiais, selecionar serviços de motorista e carro na partida ou desembarque, selecionar tarifas mais convenientes para até 100 destinos e obter informações em tempo real sobre opções e horários.
Fonte:Aerobussiness