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terça-feira, 12 de maio de 2009

Governo reduz ICMS do querosene de aviação para estimular turismo regional


O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), autorizou a redução da base de cálculo do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) a 50% nas aquisições de querosene de aviação (QAV) para empresas aéreas regionais que possuam voos regulares dentro do Estado, em dois ou mais municípios.

A medida beneficia também as empresas que promovam escala, partida ou chegada de voos internacionais em aeroporto de Mato Grosso. “A iniciativa tem como finalidade estimular a competitividade dessas empresas, a fim de fomentar o turismo regional”, observa o secretário de Fazenda, Eder Moraes.
Fonte:O Documento

30 quilos de cocaína são encontrados em aeronave que caiu


Agentes federais encontraram cerca de 30 quilos de cocaína dentro do avião monomotor de origem boliviana que caiu na região de Nova Lacerda (cerca de 500 km da Capital). Na aeronave, localizada anteontem, foram encontrados três corpos carbonizados, sem quaisquer documentos e ainda não-identificados. Os agentes não souberam precisar se a quantidade de cocaína transportada seria maior ou se parte foi queimada no incêndio.

A aeronave é um monomotor, marca Cessna, de bandeira boliviana, sem prefixo. A droga será trazida para a sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) de Mato Grosso, em Cuiabá. Segundo a PF, o avião teria caído no dia 2 de maio. Moradores de fazendas da região e índios da etnia Nambikwara perceberam a baixa altitude do avião e logo após avistaram fumaça em meio à floresta.
Fonte:Diário de Cuiabá

Jobim diz que sai se houver recuo na Infraero

Em entrevista após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Nelson Jobim (Defesa) disse ontem que pedirá demissão do cargo diante de uma eventual iniciativa do Palácio do Planalto de rever o plano de demissões instalado na Infraero.

"Vou conversar com as pessoas. Agora, sem recuo. Vou examinar o nome de todos. Vou mostrar as razões pelas quais isso está acontecendo. Ou temos uma coisa séria ou não temos. Se não for séria, não é ambiente para mim. Não é nesses termos. Só que eu não opero em coisa que não funciona. Se não funciona, não opero", afirmou.
Fonte:Aeroportos no Brasil

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Cresce a participação feminina na carreira de piloto


O papel das mulheres na aviação civil é comumente associado aos cargos de aeromoça ou comissária de bordo. Mas muitas delas já começam a ocupar também seu espaço na função de piloto. Este mês, três foram contratadas pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras, fato raro entre as companhias nacionais.

Até agora, as novas funcionárias da Azul são as únicas mulheres entre 135 homens que ocupam cargos de comandante ou copiloto na companhia. No entanto, abriram precedente para novas contratações. “Até o final dos anos 80 elas não tinham acesso a esse mercado. Isso fez com que poucas mulheres passassem a ter interesse a partir de então. Mas as que desejam seguir carreira na aviação dificilmente ficam desempregadas”, avalia o comandante e diretor de operações da Azul, Álvaro Neto.

Portanto, se o ingresso das pilotos ao quadro de tripulantes da Azul não chega a ser um marco na realidade da aviação brasileira, ao menos revela a competência das profissionais que se dispõem a investir numa carreira tradicionalmente masculina. “Ainda há um certo preconceito diante de mulheres pilotos, mas isso é logo eliminado quando elas têm espaço para mostrar o seu valor”, aponta Neto.

De fato, ainda há muito a se fazer para tornar o mercado compatível para ambos os sexos. Ao levar-se em conta o total de pilotos habilitados no Brasil vê-se o tamanho da disparidade Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), de 102 mil profissionais apenas 720 são mulheres. “Sempre haverá mais homens interessados em ser piloto. Mas o importante é que o número de mulheres cresça cada vez mais e ajude a transformar o mercado”, conclui Neto.

A baiana Maria Medeiros, de 36 anos, não sabe ao certo quando surgiu o desejo de ser piloto. Mas desde sempre tinha certeza de que não seria dona de casa ou, no máximo, professora como gostariam os seus pais. “O maior preconceito que sofri até agora foi dentro da minha própria casa. Talvez, o meu desejo de entrar para a aviação tenha sido motivado pela vontade de contrariar o conservadorismo dos meus pais”, lembra.

De inspiração real, só o fato de ter passado a infância ao lado do Aeroporto de Guarulhos. “Quando eu tinha cinco anos me mudei para São Paulo com a minha família. E os únicos aviões que via naquela época eram os que saíam do aeroporto”.

Aos 20, sem dinheiro para bancar o curso de piloto, “contentou-se” como comissária, função em que permaneceu pelos oito anos seguintes. Durante este tempo, estudou e juntou dinheiro treinou horas a fio até estar capacitada para pilotar. Em 2001, enfim, conseguiu a habilitação para comandar uma aeronave e acaba de se tornar uma das três únicas mulheres a fazer parte da Azul. “O caminho foi árduo, mas é para toda a vida. Quero me aposentar voando”.

O NÚMERO

R$ 26 mil é o custo médio da formação de pilotos civis no mercado brasileiro, segundo a Anac.

CURSO

O curso de piloto privado, com 35 horas de voo, é o primeiro passo para quem quer se tornar comandante na aviação civil. Para obter formação de piloto comercial, serão mais 115 horas de treinamento em qualquer escola homologada pela Anac. Além da formação prática, é preciso passar por diversos exames teóricos antes de obter a habilitação. O Aeroclube de Ribeirão oferece treinamentos práticos e teóricos tanto para piloto privado quanto para comercial. Para mais informações: 3626-0794 ou 3629-0929.
Fonte: Contato Radar

AZUL CAMINHA PARA SAIR DO VERMELHO


Apesar de ter fechado o primeiro trimestre no vermelho, com um prejuízo de R$ 15,2 milhões, a Azul espera chegar ao fim do ano com resultados positivos. Numa declaração recente, o Presidente da companhia, Pedro Janot, o número de passageiros transportados pela empresa vem crescendo de modo exponencial. Nos primeiros três meses do ano somou 170 mil, sendo 85 mil somente em março. A Azul pretende chegar ao fim de dezembro operando uma frota de 14 aviões (Roberto Pereira).
Fonte:Aerobusiness

Turkish Airlines compra cinco Boeing 777-300ER


A Boeing Company e a Turkish Airlines selaram, na semana passada, um acordo para a compra de cinco Boeing 777-300ER pela empresa turca. Pelo valor de tabela, o negócio chega a US$ 1,36 bilhão. É a primeira vez que a Turkish compra novos 777 diretamente da Boeing. Atualmente a companhia turca opera uma frota de 65 jatos Boeing, incluindo os 737NG e 777 leasados.
Fonte: PANROTAS

Infraero pretende reduzir quadro de funcionários em 10% com PDV


Em mais um passo para a sua abertura de capital, a Infraero lançará nos próximos dias um Plano de Desligamento Voluntário Incentivado (PDVI) que pretende enxugar 1,2 mil dos cerca de 11 mil empregados da estatal. O programa será limitado a funcionários com dez anos de serviço e idade mínima de 45 anos. A expectativa da diretoria de administração é que as demissões vão gerar uma despesa de R$ 171 milhões - em função dos benefícios oferecidos -, mas com recuperação dos gastos em um ano.

A medida vinha sendo costurada desde o início do ano pelo presidente da Infraero, brigadeiro Cleonilson Nicácio da Silva, que deverá deixar o cargo em julho para retornar aos quadros da Aeronáutica. Nicácio foi o principal responsável pela aprovação de um novo estatuto para a estatal, que reserva quatro das cinco diretorias para funcionários de carreira e limita em apenas 12 o número de assessores especiais.
Fonte: Aeroportos no Brasil

Aeroflot estuda restringir ampliação de frota


A russa Aeroflot parou para reestudar seu plano de expansão de frota. Em jogo está a incorporação de mais 24 jatos Airbus das famílias A330 e A320. A companhia deve reduzir ou adiar a entrega de pelo menos metade destas aeronaves.
FONTE: Direto da Pista

Embraer entrega seu primeiro Lineage a empresário árabe


São Paulo – A Embraer anunciou nesta sexta-feira (08) a entrega do primeiro jato executivo Lineage 1000. O comprador é o empresário Aamer Abdul Jalil Al Fahim, de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, que recebeu a aeronave na quinta-feira em São José dos Campos, no interior de São Paulo, onde fica a sede da companhia brasileira.

De acordo com a Embraer, o avião será exposto ao público na European Business Aviation Convention and Exhibition (Ebace), que ocorre de 12 a 14 de maio em Genebra, na Suíça. O jato, segundo a empresa brasileira, será gerenciado pela Prestige Jets, companhia de táxi aéreo com sede em Abu Dhabi.
O Lineage 1000 é o maior avião executivo produzido pela Embraer. Ele é baseado no jato comercial Embraer 190, que tem capacidade para levar até 114 passageiros. Sua versão executiva acomoda até 19 pessoas e tem autonomia para realizar vôos diretos de São Paulo a Miami, ou de Nova York a Lisboa.
Fonte ANBA -Agência de notícias Brasil-Árabe

TAAG aumenta frequência para o Brasil com sete voos semanai


A Transportadora Aérea Angolana (TAAG) vai alternar as suas operações de voos entre as cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo.
Luanda – A Transportadora Aérea Angolana (TAAG) vai alternar as suas operações de voos entre as cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo, operando na nova rota às segundas-feiras, quartas-feiras e sábados, enquanto que nos outros quatro dias a companhia voará para o destino habitual (Rio de Janeiro).
O voo directo com destino a São Paulo, cuja cerimónia inaugural vai acontecer na próxima quarta-feira, será realizado por um avião do tipo Boeing 747, com a capacidade de mais de 200 lugares nas diferentes classes.
Fonte: África 21

domingo, 10 de maio de 2009

Assim como a americana Jetblue, Azul busca lucro por frequência de voo


A intenção, segundo especialistas, é ativar um mercado que estava reprimido. “Quando operam com tarifas menores, as empresas estimulam pessoas que não estavam viajando. E as que viajavam passam a viajar mais”, afirma Vladimir Silva, consultor em transporte aéreo do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo.

Segundo Alessandro Oliveira, professor de transportes aéreos do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), por ter aviões menores – de 106 e 118 lugares contra aeronaves de até 150 das concorrentes Gol e TAM – A Azul precisa de muita frequência para obter lucro. Um dos problemas para implantar essa estratégia, no entanto, são os aeroportos lotados das grandes capitais. “Ela precisa de voo toda hora e nos melhores horários, mas é difícil fazer isso em aeroporto congestionado”, diz.

Sem acesso aos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, na capital paulista, o especialista considera que a Azul deve continuar a “induzir demanda pelas bordas”, aumentando voos em rotas alternativas, como Campinas/Salvador. E, com isso, aumentando também a propensão de viajar dos brasileiros.

Oliveira acrescenta ainda que “transporte aéreo é tempo” e o que as pessoas mais levam em conta na hora de optar por uma companhia são voos próximos ao horário que necessitam. “O que o passageiro quer é conveniência. Tudo que faz com que a viagem seja mais rápida ou mais prazerosa gera possibilidade de lucro para a empresa”, afirma.

Ao contrário do passageiro de turismo, que tem viagens programadas e para quem o preço é muito importante, consultores consideram que executivos prezam mais pela disponibilidade de horário. E essa questão ainda enfrenta entraves na Azul, na opinião de Vladimir Silva. “A Azul só vai conseguir resolver o problema da frequência de voo quando tiver mais aviões”, afirma. Atualmente, a empresa conta com 9 aeronaves. A intenção é subir para 14 até o final do ano.

Os jatos da Embraer, que compõe a frota da Azul, são próprios para trabalhar em frequências elevadas de voos. Mas, diferentemente do cenário internacional encontrado pela JetBlue, as regras da aviação no Brasil devem dificultar a implementação de um maior número de voos pela Azul.

“Lá fora a empresa vai direto na operadora e negocia descontos para operar nos aeroportos. Aqui, temos a Infraero”, explica o consultor Silva.

Nos Estados Unidos, muitos aeroportos são municipalizados e outros administrados pelo setor privado. Com isso, as empresas podem negociar valores e tarifas mais competitivas. No Brasil, o preço de uso dos aeroportos é estabelecido pela Infraero. “E é igual para todas, Azul, Webjet, TAM, Gol...”, completa Silva.

Outro diferencial da Azul perante as companhias brasileiras, mas que se assemelha ao modelo de operação da Jetblue é não ter escalas entre os voos. Na Azul, uma viagem para o dia 15 de junho, por exemplo, de Campinas para Vitória, dura cerca de 1h20. Na TAM, a mesma viagem pode chegar a 17h30 em razão de duas escalas.

“Esse é o grande diferencial desse tipo de empresa. Nos Estados Unidos isso ficou muito famoso”, diz Oliveira, que afirma que no Brasil essa nova forma de operação está em crescimento. “O voo direito é um produto de melhor qualidade e tem muita gente disposta a pagar mais por ele”, considera.

No caso da Azul, ele explica, o tempo economizado no voo direto é compensado pelo fato dos paulistanos terem que ir até o aeroporto de Viracopos, em Campinas, já que a empresa não opera da capital.

Outro ponto que não permite que a Azul opere como a Jetblue e diminua o preço de suas tarifas é o imposto que recai sobre as passagens áreas no País. “Aqui é em torno de 30%. Nos EUA, é de apenas 7%”, afirma Márcio Jumpei, editor da revista High, especializada em mercado aéreo. “Isso faz muita diferença e reduz nosso poder de competição frente às empresas americanas”, acrescenta.

Fonte:Último Segundo

Barioni desmente rumores de sua saída


O presidente da TAM, David Barioni Neto, disse nesta sexta-feira (08/05) à Agência Estado que não tem como garantir se permanecerá no comando da companhia aérea, decisão que cabe ao Conselho de Administração da empresa. A afirmação foi uma resposta aos rumores de que o executivo poderá deixar a presidência da TAM até julho deste ano. "Não sou patrão de mim mesmo, isso é algo que não tenho condições de prever", comentou, dizendo que, atualmente, mercado algum oferece estabilidade de emprego. A TAM vem passando por uma reorganização administrativa e demitiu, nas últimas semanas, 21 executivos, sendo dois vice-presidentes, dois diretores e 17 gerentes. Os dois executivos demitidos foram levados para a TAM por Barioni e, segundo fontes ligadas à companhia, a decisão de demiti-los reflete a insatisfação da família Amaro, principal acionista, com o próprio Barioni. Um dos motivos está ligado às perdas provocadas por operações financeiras de proteção contra a variação do preço do combustível, realizada durante a alta do preço do barril de petróleo em julho do ano passado - ainda que elas estivessem dentro da política de risco aprovada pelo Conselho. Barioni também ganhou alguns desafetos ao promover mudanças operacionais para otimizar o uso de aeronaves e melhorar o desempenho dos pilotos. Em reunião hoje com analistas de mercado, Barioni destacou, porém, ter a segurança de que a empresa se encontra em uma "situação financeira sólida, com bons resultados operacionais". Ele reiterou ainda que o plano de cortes de cargos executivos da TAM já se encerrou. "A reestruturação organizacional de cargos gerenciais acabou. Mas o giro de pessoal orgânico deve continuar ocorrendo normalmente", disse, em referência à rotatividade mensal de 0,8% a 1% dos 25 mil empregados diretos da TAM, número que, segundo ele, está em linha com o mercado. De acordo com Barioni, hoje boa parte dos aproximadamente 250 funcionários que deixam a empresa todo mês é reposta. Para o ano de 2009, a força de trabalho da TAM deve "orbitar entre 24 mil e 25 mil, sem grandes mudanças", disse o executivo.
FONTE:Cafemodelismo

Turbulência em voo da Lufthansa deixa ao menos dez feridos


Avião ia de Munique a Lisboa e fez pouso de emergência na Suíça.
Passageiros foram recebidos por equipe médica em Genebra.

Ao menos dez passageiros foram feridos neste sábado (9) durante um voo da Lufthansa entre Munique e Lisboa, que teve de efetuar um pouso imprevisto em Genebra, na Suíça, informou um porta-voz da companhia aérea alemã à agência Lusa.

Cerca de 10 dos 147 passageiros que estavam a bordo do voo 4544 do Airbus A321 da Lufthansa foram feridos, declarou Aage Duenhaupt à Lusa.

O comandante decidiu fazer um pouso de segurança em Genebra, onde os passageiros foram recebidos por uma equipe médica no aeroporto. Alguns foram levados para hospitais.

De acordo com o site do jornal português “Publico”, o número de feridos é superior a 20. Os passageiros feridos não usavam o cinto de segurança e foram projetados para fora de seus assentos quando o aparelho entrou em uma zona de turbulência.

O presidente do Parlamento português, Jaime Gama, que voltava de uma viagem oficial a Pequim com um grupo de deputados, estava a bordo, mas nada sofreu, divulgou o “Publico”.

Fonte: G1

Hotel para aviões


Empresário procurava abrigo para seu próprio jatinho, mas acabou criando o primeiro hangar de luxo para aeronaves executivas do País.
Até mesmo os ricos têm lá suas necessidades. E foi para suprir uma delas que surgiu a Nest Aviation. A empresa, criada por Diego Briguenti, oferece espaço em seu hangar para o estacionamento de jatos particulares de grande porte, assim como infraestrutura de alto padrão para seus endinheirados donos. A ideia do empresário é oferecer serviços pouco comuns no cardápio das concorrentes, que normalmente não fazem mais do que guardar o avião - e muitas vezes para tentar empurrar serviços de manutenção, mais rentáveis.

Para se destacar dos demais, Briguenti decidiu concentrar seus esforços em um perfil de cliente: o super-rico. Por isso, não aceita qualquer jato em seu hangar, apenas os de grande porte. São máquinas como o Falcon 7X, da Dassault, ou o Legady, da Embraer, cujos preços giram entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões. E, para cativar seus donos, suas instalações incluem escritórios, salas de reunião, de apoio e até mesmo uma cozinha. E são equipadas com a última palavra em tecnologia e luxo. Se quiserem, seus clientes podem usar o local como uma base temporária para seus negócios, entre um voo e outro. Um heliponto exclusivo na empresa elimina o problema da distância do hangar, que fica no aeroporto de Campos dos Amarais, do centro de São Paulo. "Quem tem um jato grande, tem um helicóptero. A viagem da capital até aqui dura 15 minutos, muito menos que a espera para poder decolar com um jato particular de Congonhas", diz Briguenti.
De acordo com o empresário, uma das formas de garantir o alto nível dos serviços será limitar o número de clientes. "Com muitos clientes, o tratamento não seria tão cuidadoso", afirma ele, acrescentando que aviões pequenos atravancam o hangar e não oferecem uma margem tão boa em seu modelo de negócios. Atualmente com dois clientes, ele quer chegar no máximo a quatro. Neste primeiro ano, sua previsão é faturar entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões. O capital investido, R$ 5 milhões, deve ser recuperado em dois anos e meio, nos planos de Briguenti. Um bom prazo para o empresário, que teve a ideia da Nest quando procurava um lugar onde colocar seu próprio avião - um pequeno monomotor. Conversando com pessoas ligadas à aviação, soube que o Brasil estava prestes a receber vários novos jatos particulares grandes. Foi então que decidiu transformar seu pequeno hangar particular em um hotel para aviões.
Fonte:Isto É Dinheiro

Câmara paga R$ 8.000 a piloto particular de ministro

O Piloto Francisco Meireles é contratado como secretário parlamentar no gabinete do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), suplente do ministro na Câmara

A Câmara dos Deputados paga salário de R$ 8.040 ao piloto do avião particular do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.
O piloto, Francisco Meireles, é contratado como secretário parlamentar no gabinete do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), suplente do ministro na Câmara. Geddel está licenciado do cargo desde 2007, quando foi nomeado ministro.No entanto, quando a reportagem da Folha telefonou para o gabinete a procura do secretário parlamentar, foi informada pela secretária que não há nenhum Francisco Meireles trabalhando lá.

De acordo com Mão Branca, o piloto já trabalhava no gabinete de Geddel, apesar de o próprio ministro dizer que nunca o empregou.

Ao realizar uma pesquisa, a reportagem descobriu o ato de nomeação de Meireles, com data de 3 de março de 2008, um ano após Mão Branca tomar posse.

Outro lado

Para o ministro, não há irregularidade na contratação de um secretário parlamentar da Câmara como seu piloto particular. Geddel compara o serviço de Meireles como piloto com o caso de advogados que, segundo ele, talvez trabalhem na Câmara e também prestem serviços fora da Casa.

O argumento de Meireles coincide. Segundo ele, pilotar aviões é uma ocupação free-lance, pois seu trabalho é como secretário de Mão Santa, a quem está sempre à disposição, na Bahia.
FONTE: FOLHA ON LINE

Pânico no Marechal Rondon

Um passageiro com sintomas da gripe suína desembarcou ontem no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, num vôo da Gol no final da manhã. Vindo de Cuba, com passagens por Peru, São Paulo e Brasília, o passageiro é brasileiro e começou a apresentar sintomas típicos da nova gripe. O caso foi informado ao comandante do avião e à Vigilância Sanitária, que cadastrou todos os 137 passageiros do avião e encaminhou o passageiro com sintomas para isolamento no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM).
Fonte:Diário de Cuiabá - MT

sábado, 9 de maio de 2009

Unidade III - INDAIATUBA-VCP.



Previsão de decolagem: Primeira Quinzena de Maio.

Ministério Público denuncia donos da Transbrasil. Celso Cipriani, a mulher e a sogra são acusados de fraudes que levaram empresa à quebra.


O Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou à Justiça os donos da Transbrasil por crimes que teriam contribuído para quebrar a companhia, além de lesar centenas de credores. Antônio Celso Cipriani, ex-presidente da Transbrasil, sua mulher Marise e a sogra Denilda Pereira Fontana foram acusados por prática de fraudes. Cipriani foi denunciado também pelo suposto desvio de bens da companhia.

Esses são os principais acusados, mas o conjunto de denunciados é maior. Além de Cipriani, Marise e Denilda (filha e viúva de Omar Fontana, fundador da Transbrasil , morto em 2000), outras 19 pessoas foram responsabilizadas pelo desaparecimento de livros contábeis e documentos. Entre eles, o advogado Roberto Teixeira, amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi conselheiro da companhia.

A falência da Transbrasil foi decretada em 2001, mas o processo ficou interrompido por mais de três anos por uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal - sendo retomado no final de 2007. No último levantamento sobre a situação financeira da companhia, seis anos atrás, a dívida estava em cerca de R$ 1,5 bilhão.

A denúncia chama atenção principalmente para o destino de R$ 725 milhões que a companhia recebeu da União em 1999. O dinheiro foi entregue como indenização pelos prejuízos com o congelamento de passagens nos sucessivos planos econômicos. Dois anos depois, a Transbrasil quebrou. "Causa estranheza a paralisação, pouco tempo depois, causada em especial pela falta de combustível para os aviões e com os salários dos empregados", afirma no processo a promotora de Justiça Telma Gori Montes, autora da denúncia.

A promotora afirma no processo que, segundo diretores da Transbrasil, "o dinheiro seria suficiente para sanar as contas e permitir que a falida prosseguisse nas atividades".E prossegue: " Tais fatos apontam para a existência de desvios de valores, aliados a despesas de negócios injustificáveis, que levaram a falida (Transbrasil) à bancarrota".

A promotora acusa Cipriani, Marise e Denilda de tentar transferir o controle da companhia aérea para a Fundação Transbrasil (dos funcionários), movimento que acabou impedido pela Promotoria de Justiça das Fundações. "Tal cessão tinha a finalidade de criar vantagem para os denunciados, que pretendiam eximir-se de eventuais obrigações e responsabilidades da falida", diz a promotora no processo. Ela cita ainda o uso da Transbrasil INC., uma subsidiária da companhia com sede em Miami (EUA), para suposto desvio de dinheiro. "Antonio Celso Cipriani sacava para si elevados valores da Transbrasil INC.", anotou Telma. "Os saques, segundo consta, chegavam a US$ 250 mil de cada vez."

Ela relata, também, que Cipriani tinha uma empresa de táxi aéreo, a Target, que ocupava espaço do hangar da Transbrasil no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, sem pagar nada por isso. Segundo a promotora "há, portanto, desvio de bens".

Procurados no início da noite, os advogados da Transbrasil não foram encontrados. Mas numa entrevista recente, quando o Estado antecipou que o Ministério Público tinha decidido denunciar Cipriani e a mulher Marise, o escritório de Roberto Teixeira, que defende a Transbrasil, disse que a quebra da companhia foi decretada com base em um pedido falimentar indevido, feito pela General Eletric (GE), em 2001. "A GE fez o pedido alegando que a Transbrasil deixou de pagar uma nota promissória que, na verdade, já tinha sido paga``, diz Cristiano Zanin Martins, responsável pelo caso.

De acordo com esse raciocínio, a denúncia do Ministério Público contra os ex-administradores da companhia aérea não vai se sustentar. "Não pode recair sobre os ombros de qualquer administrador a responsabilidade sobre os problemas da Transbrasil , quando ela foi prejudicada por uma situação indevida", afirma Martins.

Fonte: Máfia da Aviação

Jobim diz que demissões na Infraero vão continuar

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje que as demissões de afilhados políticos na Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) vão continuar e desagradar outros partidos. Em uma palestra ministrada ontem no Clube Militar, no centro do Rio de Janeiro, o ministro disse ter recebido "reclamações" de integrantes do seu partido, o PMDB, mas afirmou que a redução de indicações políticas na estatal não tem volta. "Há manifestações de alguns partidos e provavelmente teremos de outros quando as coisas continuarem. Não tem indicação exclusiva do PMDB, há indicados de vários partidos", afirmou.
Jobim tocou no tema ao responder a um dos militares da plateia que perguntou se ele tem apoio no governo para seguir com a profissionalização da Infraero, citando a demissão de 28 nomeados. "Não foram só 28, tem mais", respondeu o ministro, negando conflito com o PMDB. "Vamos coordenar com tranquilidade." O ministro reduziu a celeuma a uma questão administrativa, "que vai continuar".
Pouco antes da sessão de perguntas que sucedeu sua palestra sobre a Estratégia Nacional de Defesa para um grupo majoritariamente composto por oficiais da reserva, Jobim admitiu em entrevista ter recebido "manifestações" de "alguns integrantes" do PMDB, mas não interpretou as queixas como sendo do partido. Segundo Jobim, não há espaço para recuar das mudanças na estatal.
"A profissionalização é um processo longo de modernização para que a Infraero responda às necessidades internacionais e de desenvolvimento do tráfego aéreo do Brasil", disse. "A infraestrutura aeroportuária brasileira precisa responder a tudo isso, precisa ter fôlego e de uma empresa competitiva", afirmou o ministro da Defesa.
Fonte:Estadão.com.br

Goodyear Aviação celebra centésimo aniversário



A Goodyear está comemorando 100 anos do inicio da produção de pneus para aviação. No mundo, a marca é hoje a maior fornecedora mundial de pneus para aeronaves comerciais, militares e aviação de utilidade geral. Operando um negócio mundial desde a sua sede em Akron, Ohio, nos Estados Unidos, a Goodyear fabrica pneus para aviação e recauchutagem nos Estados Unidos, Tailândia, Brasil e Países Baixos.

Presente no Brasil desde 1919, a fábrica São Paulo da Goodyear, localizada no bairro Belenzinho (capital Paulista) produz e faz recauchutagem de pneus para aviação desde 1943 e é hoje a responsável pelo fornecimento de 90% da frota brasileira, incluindo aviação civil (comercial e utilidade geral) e militar.


Fonte: Fator Brasil

Tráfego doméstico de passageiros da Gol recua 14,8%


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes (GOLL4) registrou queda de 14,8% no tráfego doméstico de passageiros (RPK) em abril de 2009, em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados preliminares anunciados hoje pela empresa.

Na mesma direção, o assento-quilômetro oferecido (ASK) recuou 5,9% na mesma base de comparação. No mercado doméstico, a taxa de ocupação foi de 60%, o que significa uma redução de 6,3 ponto percentual (p.p.), frente a abril de 2008.

No mercado internacional, o tráfego de passageiros recuou 48,5% em abril, enquanto que a capacidade caiu 46,3%. A taxa de ocupação ficou em 50,7%, mostrando declínio de 2,1 p.p.

No sistema total da GOL, a taxa de ocupação caiu 4,5 p.p. em abril. O RPK perdeu 21,4% e o ASK 15,4%.

Fonte: InvestNews

Redução de tarifas já tem efeito nos voos para Europa

SÃO PAULO - Duas companhias aéreas internacionais, a British Airways e a Iberia, foram as primeiras a anunciar tarifas 20% menores devido à liberdade tarifária para voos ao exterior de longo percurso, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 23 de abril. As duas empresas aéreas fazem parte da mesma aliança - a Oneworld - e curiosamente anunciaram os mesmos preços, ontem, para um escopo de destinos europeus bastante similar.
As companhias estão seguindo a decisão da Anac, que permite a aplicação de descontos de até 20% nos preços mínimos antes estabelecidos. A partir de julho, os descontos poderão ser de até 50%; em outubro, poderão ser de até 80% e, em 2010, já não haverá qualquer barreira tarifária. As empresas não divulgam quantos assentos em cada voo estão sendo oferecidos pelos preços mais baixos, nem por quanto tempo eles serão válidos.
Fonte: UOL Economia

SINDICATO DE AEROVIÁRIOS APRESENTA PLANO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAZENDA PIRATININGA


No dia 07 de abril de 2009, o Juízo Auxiliar de Execução da Justiça do Trabalho de São Paulo, o qual cuida dos processos movidos contra as empresas do Grupo Canhedo, determinou que o Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo e o Sindicato Nacional dos Aeronautas apresentassem um Plano de Administração e manutenção da Fazenda Piratininga no prazo de 30 dias, bem como esclarecessem como pretendem prosseguir na manutenção dos bens da fazenda Piratininga até o pagamento da ultima ação trabalhista abarcada pela Ação Civil Pública.

Dentro do prazo determinado pelo Juízo, o Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo, apresentou o seu Plano de Administração e o Estatuto da SPE trabalhista visando o pagamento de todo crédito trabalhista no Brasil, sem privilégio para ninguém (advogado ou trabalhador).

Fonte: Duque Estrada - Direito Aeronáutico

www.duqueestrada.adv.br

Leilão de bens da Vasp será em junho


O primeiro leilão dos bens da massa falida da Vasp foi marcado para o dia 16 de junho. A empresa teve a falência decretada em setembro do ano passado por não cumprir o processo de recuperação judicial, iniciado em 2005. Os bens, que serão vendidos para efetuar o pagamento dos credores, incluem 35 aviões - avaliados em R$ 16,8 milhões. Além de 13 automóveis, um rebocador de aviões, uma plataforma e uma carreta para o transporte de bagagem avaliados em cerca de R$ 140 mil. Também há um imóvel em Maringá (PR), avaliado em R$ 166 mil. Esses valores foram apresentados pela Vasp no plano de recuperação judicial. Não há um levantamento atualizados valores desses bens.

O leilão será às 14 h, na Casa de Portugal, em São Paulo. Além desses bens, há cerca de 50 imóveis que também já estão sendo preparados para a oferta - que somam cerca de R$ 200 milhões, em valores de 2005 segundo a avaliação feita pela empresa na época. Há no entanto, outros imóveis que ainda não estão em fase de preparação. A dívida da Vasp é estimada em R$ 3,5 bilhões.

O valor arrecadado nesse primeiro leilão não será suficiente nem para pagar os credores extrajudiciais - primeiros a receberem pela nova Lei de Falências - pois a soma dessa parte do débito é de cerca de R$ 120 milhões, segundo Carlos Duque Estrada Jr., que representa 550 ex-trabalhadores da Vasp em 870 ações individuais. De acordo com os artigos 83 e 84 da nova lei, recebem primeiro os credores extraconcursais - que atinge aqueles que colocaram ativos na empresa após o pedido de recuperação, além do administrador judicial e seus auxiliares. Em segundo lugar, estão os trabalhadores, com um limite de até 150 salários mínimos cada um, seguidos dos credores com garantias reais - como as instituições financeiras. Somente depois é pago o passivo fiscal e, por fim, outras dívidas, como as com fornecedores. A partilha só é feita após a conclusão do quadro geral de credores e a arrematação de todos os bens.

Grande parte das dívidas da empresa com os trabalhadores, no entanto, não deve ficar na pendência da venda dos bens da Vasp , segundo Duque Estrada. Isso porque já há uma decisão definitiva da Justiça do trabalho em que os ex-funcionários da empresa conseguiram o bloqueio da Fazenda Piratininga - um complexo agropecuário com 135 mil hectares no extremo norte de Goiás, avaliada em R$ 421 milhões, de propriedade do ex-controlador da Vasp , Wagner Canhedo. Ainda assim, o bloqueio da propriedade rural tem sido motivo de uma nova discussão na Justiça. Procurado pelo Valor, o administrador judicial da Vasp, Alexandre Tajra, não se manifestou. O advogado da Vasp, Ivan Clementino, informou que apenas o administrador poderia falar sobre o tema.

Fonte: Duque Estrada - Direito Aeronáutico

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TAM enxuga quadro de funcionários


Segundo informa o jornal "O Globo", a TAM iniciou este mês uma reformulação, com o corte de cargos de alto escalão, que resultou, até agora, no desligamento de 21 executivos, entre diretores e gerentes. Dentro dessa reformulação, deixaram a empresa o vice-presidente de Gestão de Pessoas e Conhecimento, Guilherme Cavalieri, e o vicepresidente Técnico, comandante Jorge Gabriel Isaac - ambos, segundo fontes, teriam sido levados da Gol pelo atual presidente da TAM, David Barioni. A vice-presidência Técnica foi incorporada à vice-presidência de Operações, que tem à frente o comandante Fernando Sporleder. A diretoria de Gestão de Pessoas passou a se reportar à presidência. Segundo fontes do setor, os cortes na TAM não se limitam ao alto escalão. Profissionais de todas as áreas estão sendo desligados, e somente ontem 80 mecânicos teriam sido demitidos em São Paulo. Além disso, mais de 200 profissionais foram cortados de janeiro a março no Rio e em outros estados. Ainda segundo uma fonte, a TAM planeja demitir dois mil empregados, antevendo uma queda na venda de passagens internacionais diante da redução tarifária autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para voos ao exterior. A TAM tem hoje 25 mil empregados.
Fonte: Café e Modelismo