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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Site em português da Continental Airlines já está no ar



A Continental Airlines colocou no ar, a partir de hoje, seu site em português. Ao entrar, do Brasil, em www.continental.com, o cliente da empresa aérea já acessa as informações em português. A opção de língua portuguesa também é oferecida quando se entra de outro país. Basta clicar no ícone de língua (no topo à direita da página e selecionar Brasil, como país de acesso, e português como idioma). O usuário também pode salvar sua preferência de idioma e sempre que entrar do mesmo computador aparecerá a língua escolhida.

Segundo o vice-presidente da Continental para a América Latina, John Slater, o Brasil é um dos mercados-chaves da empresa na região e está respondendo muito bem nesse momento de crise, tanto que ganhará o voo Rio-Houston, a partir de agosto, quando ele vem ao País para encontros com o trade. Em outubro será a vez do presidente e CEO da Continental, Larry Kellner.

Fonte:Panrotas

Tam e Swiss ampliam parceria






A Tam e a Swiss firmaram acordo que vai permitir aos membros do programa Tam Fidelidade acumular e resgatar pontos em voos da Swiss para qualquer destino atendido pela empresa. A parceria entra em vigor a partir de hoje (22/06) e é válida para toda a rede de voos domésticos e internacionais da companhia suíça, abrangendo 90 localidades diferentes em 42 países.

O vice-presidente Comercial e de Planejamento da Tam, Paulo Castello Branco, afirma que o acordo fortalece a estratégia de Excelência em Serviços, um dos três pilares que fundamentam a atuação da Tam, ao lado da Excelência Técnico-Operacional e da Excelência em Gestão. "Nossos passageiros passam a ter mais oportunidades para acumular e resgatar pontos com essa parceria. Estamos muito satisfeitos em anunciar este acordo com a Swiss, ampliando assim os benefícios oferecidos aos nossos clientes", acrescenta.

A parceria faz parte do memorando de entendimento firmado entre Tam e Swiss em junho de 2008, para o estabelecimento de sinergias entre as duas empresas. Desde o ano passado, os passageiros da Swiss que utilizam o programa de milhagens Miles & More já podem acumular e resgatar pontos em voos operados pela Tam.

No último mês de maio, Tam e Swiss também iniciaram acordo operacional de compartilhamento de código de voo (codeshare) em quatro diferentes rotas operadas pela Tam a partir de São Paulo: Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina), Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Fonte: Mercado e Eventos

Companhia aérea SkyEurope pede concordata


A companhia aérea eslovaca de baixo custo SkyEurope, cotada na Bolsa de Viena, anunciou nesta segunda-feira que recorreu à lei de falências e pediu concordata.

"A empresa obteve do tribunal competente de Bratislava o congelamento de suas dívidas, para permitir uma reorganização", afirma um comunicado da empresa.

A medida, que provocou a suspensão das ações na Bolsa de Viena, não afeta os planos de voo, o quadro de funcionários nem o pagamento de fornecedores ou serviços realizados durante o processo judicial, destacou a companhia.

A SkyEurope, criada em 2001 por investidores austríacos, nunca deu lucro e tem uma dívida acumulada superior a 100 milhões de euros (US$ 139 milhões).

Fonte: Folha On Line

Governo tem gerido o equilíbrio da Sata


A Sata tem uma importância fundamental para a política de acessibilidades da Região pelo que a intervenção do Governo dos Açores deve ser sempre elaborada tendo em conta o fim último de preservar o serviço que é prestado a todos os açorianos, em especial “num momento em o mundo da aviação civil se confronta com grandes desafios”, considera o secretário regional da Economia.
Vasco Cordeiro, que falava no colóquio “Os Transportes Aéreos nos Açores”, que abriu uma exposição homóloga, que decorreu durante este fim-de-semana, no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada. O responsável considera que “não é correcto pensar-se que as obrigações de serviço público inter-ilhas são automaticamente atribuídas à Sata”. O secretário regional da Economia considerou mesmo que “não estamos imunes aos efeitos da concorrência, pelo que é preciso não esquecer que a Sata está a concorrer com qualquer outra companhia”.
A propósito das obrigações de serviço público para as ligações inter-ilhas, que entram em vigor no próximo dia 1 de Outubro, Vasco Cordeiro salientou “o esforço que tem sido feito no sentido de descer tarifas” ou para criar “novas tarifas, também mais reduzidas, para as famílias numerosas e para os estudantes”.
Para o secretário regional da Economia há, no entanto, um ponto de equilíbrio que deve ser respeitado de forma a não prejudicar o equilíbrio da companhia aérea regional: “a Sata é uma empresa de capitais públicos, tendo por isso, interesses públicos a cumprir”. Assim, Vasco Cordeiro considerou que “o accionista, ou seja o Governo dos Açores, tem agido precisamente com o objectivo de conciliar esses dois interesses, o comercial e o interesse de serviço público”, de forma a que a Sata “não deixe de existir”.
Quanto à questão da distribuição da nova frota da Sata, que tem gerado celeuma entre a oposição, o secretário regional garantiu no parlamento regional, que a Terceira não sofrerá qualquer penalização com a concentração da nova frota da Sata. De acordo com aquela fonte, “todas as ilhas serão beneficiadas com os aparelhos Dash Q200 e Q400, uma vez que, com a sua entrada em operação, haverá um maior número de ligações a todas as ilhas, bem como uma maior capacidade para o transporte de carga”.
O secretário da Economia garantiu, por isso, que a decisão de concentração da frota regional da Sata obedece “a critérios que vão permitir uma melhor gestão e rentabilização dos meios existentes, e que terão como consequência responder melhor às necessidades de todas as ilhas”. Vasco Cordeiro garantiu em plenário da Assembleia Regional dos Açores que “não existe qualquer intenção em prejudicar qualquer uma das ilhas do arquipélago, mas sim “permitir as condições necessárias para que contribuam para a efectiva melhoria do serviço prestado pela transportadora regional”.

JornalDiario

Comissão Europeia dá "luz verde" ao negócio entre Lufthansa e Brussels




A Comissão Europeia aprovou hoje o negócio de aquisição entre a Lufthansa e a Brussels Airlines através do qual a alemã irá adquirir 45% da SN Airholding, a empresa-mãe da transportadora belga por 65 milhões de euros, o qual deverá estar concluído até ao final do mês.

O aval da autoridade da concorrência da CE permite ainda à Lufthansa a opção de compra dos restantes 55% em 2011, a partir do momento em que assegura os necessários direitos de tráfego da Brussels, anunciou a Lufthansa em comunicado.

A autorização da entidade europeia para a concorrência, obtida após as correcções propostas, vai permitir às duas companhias “aproveitar sinergias, fortalecer a sua posição, beneficiando os clientes”, diz ainda a alemã.

Em Janeiro passado a CE abriu uma investigação sobre a operação depois de numa primeira análise ter indicado que o grupo terá o monopólio nas ligações entre Bruxelas e as cidades alemães de Frankfurt, Hamburgo e Munique.
A Comissão Europeia concluiu ainda que a compra da Brussels pela Lufthansa reduzirá a concorrência na rota entre Bruxelas e Berlim e nas ligações da capital belga com as cidades suíças de Zurique e Genebra (clique para ler: UE detecta problemas de concorrência com compra da Brussels pela Lufthansa).

A CE considerou que as propostas da companhia alemã oferecem um “mecanismo eficiente e rápido” de administração dos horários que irá permitir a novas companhias operar naquelas rotas em “condições muito atractivas” afirmou o porta-voz da autoridade da concorrência europeia, citado no “La Vanguardia”.

A Lufthnsa que já controla a Swiss, a Air Dolomiti, Eurowings e a low-cost Germanwings vai aplicar na Brussels Airlines, o mesmo modelo de integração da suíça, que assim mantém a sede em Bruxelas e a operar como companhia independente.

FONTE: PRESSTUR

"Eu sobrevivi ao primeiro acidente de Airbus"


O escritor francês Jean Claude Boetsch conta como escapou de um avião em chamas.

"Foi um reflexo suicida. Nesses momentos não se age de forma racional"

Era para ser um domingo inesquecível. Naquele ensolarado 26 de junho de 1988, um avião A320 da Air France decolou para um voo de demonstração no aeroporto de Habsheim, no norte da França. A bordo, 136 pessoas. O escritor Jean Claude Boetsch, 63 anos, estava entre elas. O erro foi atribuído aos pilotos, mas a hipótese mais provável é que os controles computadorizados da aeronave tenham feito uma leitura errada e impedido o aparelho de continuar no ar. Ao fazer uma passagem rasante na pista, o avião não conseguiu arremeter e caiu no bosque à sua frente, explodindo em segundos.Aquele domingo não foi mais esquecido porque três passageiros morreram - duas crianças e uma idosa. Boetsch escreveu um livro sobre o que viveu, "Le Crash de Habsheim" (A Queda de Habsheim), e se tornou o vice-presidente da associação das vítimas. Na entrevista a seguir, conta como sobreviveu e como se tornou um dos maiores críticos da "família Airbus".

ISTOÉ - O que o sr. pensou ao perceber que o avião estava caindo?

Jean Claude Boetsch - Levei um tempo para compreender que estávamos a ponto de espatifar. O que veio na minha cabeça foram aquelas imagens de aviões em chamas, em que o fogo penetra e avança pelo seu interior. Desejei intensamente que a fuselagem não se partisse - e foi justamente isso o que aconteceu. Senti um grande alívio, mas aí vi as chamas à direita. Pensei: é o fim, eu vou morrer queimado. Num sobressalto, reagi. Tinha que tentar sair dali, mesmo que dentro das labaredas. Foi um reflexo suicida. Mas nesses momentos não se age mais de forma racional.

"Vi as árvores e as folhas verdes. Tive um flash: não vou morrer, estou salvo"

ISTOÉ - Como o sr. se salvou?

Boetsch - Eu me precipitei em direção à porta e, como numa libertação, vi as árvores e as folhas verdes. Tive um flash: "Não vou morrer, estou salvo." Pulei e saí correndo sem sentir as dores no corpo. Só mais tarde um amigo me levou ao hospital.

ISTOÉ - Como a maioria das pessoas escapou?

Boetsch - Quando a asa direita se desprendeu, o combustível começou a vazar e o avião pegou fogo. Do lado esquerdo, aconteceu apenas um princípio de incêndio. Deu tempo de sair pelas duas portas dianteira e traseira no lado esquerdo da aeronave. Os tobogãs foram colocados entre as árvores e as pessoas se atiraram, umas sobre as outras. Foi nesse momento que os passageiros se feriram. Eu tive uma fratura na coluna vertebral.

ISTOÉ - Depois do acidente o sr. ficou com receio de voar?

Boetsch - Fico sempre apreensivo quando embarco num Airbus. Mesmo sabendo que esses aviões são seguros, não são os pilotos que os comandam. São os computadores. E eles podem ter um bug inesperado e incompreensível para o sistema.

ISTOÉ - O que o sr. pensa da tendência da Airbus em atribuir o erro aos pilotos?

Boetsch - Em 1988, um Airbus A320 tinha mais de 500 comandos. Na visão da empresa, se os erros no projeto do avião fossem assumidos depois do acidente, o mercado iria desmoronar. Então, em menos de 24 horas a Justiça e o ministro dos Transportes afirmaram que o avião era perfeito. Bernard Ziegler, um dos projetistas da aeronave, disse: "É o avião ou o piloto. Se o erro não é do avião, só pode ser do piloto."

ISTOÉ - Isso tem sido uma constante?

Depoimento e crítica

No seu livro, Boetsch questiona a condução do caso pela Justiça

Boetsch - Desde esse primeiro acidente, as pessoas puderam constatar que, em quase todas as quedas de Airbus, é sempre o erro humano que explica o acidente: Habsheim, Bangalore, Estrasburgo, Varsóvia, Nagoya, Toulouse, Paris, Bucareste, Taipé, Tailândia, Filipinas, Sotchi, São Paulo...

ISTOÉ - Quais são os problemas imediatos que os sobreviventes e as famílias das vítimas enfrentam?

Boetsch - Mesmo se as autoridades se mostram cuidadosas com as famílias piloe a imprensa acompanha tudo, como tem sido no caso do voo AF447, o esquecimento chega rápido. Os aborrecimentos, as preocupações, os processos, as dificuldades financeiras tornam-se habituais e são enfrentados de forma solitária. É esse infelizmente o destino de todos os sobreviventes e de todas as famílias de vítimas.

ISTOÉ - O sr. passou por tratamentos psicológicos depois do acidente?

Boetsch - Não, não e não. Naquela época não existia o chamado apoio psicológico. Cada um deveria se esforçar ele mesmo para se livrar do trauma. Nos encontros com a seguradora da Air France para tratar da indenização eu perguntei se seríamos recompensados pelos danos psicológicos. Eles responderam: não espere isso porque no futuro, diante de outro acidente, todas as vítimas vão reclamar indenizações desse tipo. Mas fomos adiante e a seguradora teve que pagar o equivalente a 10 mil francos, em 1990.

ISTOÉ - Como o sr. começou a voar novamente?

Boetsch - A Air France deu passagens gratuitas para que as vítimas se livrassem do medo de voar. Foi a primeira vez que isso aconteceu na aviação comercial. Consegui, então, como a maior parte dos sobreviventes, mas não todos, subir novamente em um avião. Os bilhetes oferecidos me permitiram fazer viagens longas aos EUA, ao Canadá e à Polinésia Francesa.

ISTOÉ - Quando possível, escolhe outro meio de transporte?

Boetsch - Fazendo as contas, o avião ainda é o meio mais prático de viajar. Além disso, me convenci de que as probabilidades de passar por um segundo acidente são mínimas. Ainda assim, escolho minha companhia e os aviões em que voo.

Fonte:Isto É

Turbulência atinge Airbus australiano e deixa 7 feridos


O incidente ocorreu quando o avião sobrevoava a ilha de Bornéu, quatro horas após a decolagem.
Pelo menos sete pessoas ficaram feridas depois que um Airbus A330-300 da companhia australiana Qantas foi atingido por uma forte turbulência quando voava de Hong Kong para Perth, na Austrália, na noite de domingo.
"Muito provavelmente, a aeronave encontrou o que é chamado de turbulência convectiva, o que a levou a ganhar rapidamente cerca de 800 pés (243 m) de altitude, antes de retornar a sua altitude de cruzeiro, a 38 mil pés (11,5 mil m)", afirmou a Qantas em um comunicado divulgado à imprensa.

O incidente ocorreu quando o avião sobrevoava a ilha de Bornéu, quatro horas após a decolagem. Depois de aconselhamento com médicos a bordo e em solo, o comandante seguiu normalmente até Perth, onde aterrissou às 7h30 desta segunda-feira (hora local, 21h30 do domingo em Brasília).

De acordo com David Epstein, diretor de assuntos corporativos da Qantas, não há motivos para relacionar este incidente com os recentes problemas enfrentados por outros Airbus A330, inclusive o que fazia o voo AF447 entre o Rio de Janeiro e Paris e que caiu no Oceano Atlântico na madrugada do último dia 31 de maio.

"Continuamos confiantes nos aviões A330 e vamos trabalhar junto com a Autoridade em Segurança Aérea da Austrália para determinar o que pode ser aprendido após este incidente", disse.

"Voando"

A companhia aérea informou também que os seis passageiros e um tripulante atingidos sofreram "ferimentos leves" e receberam tratamento médico a bordo. Logo após a aterrissagem, eles foram transferidos de ambulância a hospitais de Perth, e foram liberados pouco depois.

Em entrevista ao jornal The West Australian, passageiros disseram ter visto pessoas "voando" dentro da cabine e que algumas bateram a cabeça no teto do avião.

"Agora sei o que os passageiros da Air France sentiram", afirmou o australiano Chris Rose, que estava a bordo. Segundo a Qantas, o comandante do voo e a tripulação são "experientes" e explicaram aos passageiros que a turbulência convectiva não é normalmente detectada pelo radar meteorológico, já que ele é projetado para perceber umidade mas não cristais de gelo.

A companhia aérea, no entanto, negou informações divulgadas pela imprensa australiana de que o avião tenha entrado em uma área de raios e trovões. "É possível que houvesse tempestades nas proximidades, mas não há provas de que a aeronave estivesse atravessando uma", afirmou o comunicado da Qantas.

O avião também sofreu danos em painéis no teto e em máscaras de oxigênio da cabine.

Fonte: Terra Notícias

Dois meses após liberação de preços, tarifa aérea não baixa



Empresas aéreas mantêm tarifas, apesar de liberação

As companhias aéreas no Brasil ignoram a autorização para reduzir as tarifas de voos internacionais de longo curso. Desde 22 de abril, elas podem abater até 20% dos preços mínimos que estavam em vigor até então.

Na maior parte, os preços hoje estão acima do limite anterior. Empresas alegam dificuldades com a crise para reduzir preços. A Anac, agência do setor, pretende liberar totalmente as tarifas em abril de 2010.

Em alguns casos, preços estão acima dos mínimos que deixaram de vigorar

Companhias podem dar desconto de 20% nos preços mínimos que prevaleciam até 22 de abril; tarifa será totalmente liberada até 2010


As companhias aéreas que atuam no Brasil têm ignorado a autorização dada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para reduzir os preços das passagens internacionais de longo curso. E ainda cobram preços acima dos mínimos que já deixaram de vigorar.
Desde 22 de abril, as companhias estão autorizadas a dar um desconto de 20% nos preços mínimos que estavam em vigor até então. A Anac pretende liberar todos os preços gradualmente até abril de 2010.
O objetivo da agência, quando anunciou a decisão, era "estimular a concorrência entre as empresas e ajudar a encher voos em período de crise".
Pesquisa realizada pela Folha na internet entre os dias 16 e 19 deste mês mostra que as companhias estão longe do novo piso. Na maior parte dos casos, os preços ainda estão acima dos limites anteriores.
Foram pesquisadas passagens para Nova York, Paris, Madri, Frankfurt e Londres, em dois períodos de baixa temporada -setembro de 2009 e abril de 2010- em bilhetes de ida e volta.
Até abril, o preço mínimo de passagens para Nova York era de R$ 1.380. Agora, as companhias podem vendê-la por até R$ 1.104. Para embarque em setembro, United Airlines vende a R$ 1.226. TAM, Delta, Continental e American Airlines têm bilhetes acima do piso antigo.
Para o fim de abril de 2010 -quando os preços das passagens estarão liberados, segundo a Anac-, TAM e United Airlines oferecem bilhetes a R$ 1.323 e R$ 1.318. As demais seguem com preços acima do piso que não existe mais.
Para voos com destino a Paris, Frankfurt ou Londres, todas as companhias aéreas pesquisadas apresentaram preços superiores aos mínimos anteriores a abril (que não vigoram mais) nos dois períodos.
Em julho, a Anac aplicará novo corte de 20% nos preços mínimos das passagens internacionais. Em outubro, outra redução -com isso, o novo piso será de 40% do valor que valia até abril passado. Em abril do ano que vem, as empresas estarão autorizadas a cobrar as tarifas que quiserem.

Impasse
Presidente do Instituto Cepta, o engenheiro Respício do Espírito Santo afirma que, nesse período de crise, as companhias vivem um impasse.
"Precisam encher os voos, mas, como comprovou a experiência, apelar para tarifas muito baixas derruba a rentabilidade e as afunda mais na crise."
Com a pouca disposição das empresas em cortar tarifas e diante da crise, está difícil prever o comportamento dos preços depois dos novos cortes prometidos pela Anac.
"Se a viagem está programada para daqui a quatro meses ou mais, é temerário comprar agora. É melhor esperar um pouco", afirma Paulo Bitencourt, da Multiplan Consultoria em Aviação.
A TAM afirmou que a liberação das tarifas "afeta o futuro da aviação brasileira" e que tem buscado, com as autoridades, "condições mais equilibradas perante as estrangeiras, principalmente em relação à carga tributária".
A Air France informou que vem praticando preços perto do novo piso para viagens anteriores a julho e que vai aguardar as novas reduções antes de decidir por mais descontos.
A Iberia afirmou que, desde a redução decidida pela Anac, aplicou descontos, em alguns casos até o máximo autorizado.
A Anac informou que as empresas não são obrigadas a reduzir os preços. Não há como interferir. O Snea (sindicato das empresas de aviação), que chegou a lutar na Justiça contra a liberação, afirmou que não se oporá mais à decisão.
Fonte:Folha de S. Paulo

Voar mais devagar


Seis meses após criar a Azul, David Neeleman comemora a conquista do terceiro lugar no mercado e prepara uma fase de expansão mais tímida



Há seis meses, Partia de Campinas o primeiro voo da Azul, a caçula do setor de transporte aéreo brasileiro, com destino a Salvador. Dentro da aeronave, David Neeleman, fundador e dono da companhia aérea, a terceira que criou em sua vida. Hoje, ainda dividido entre o trabalho no Brasil e a família nos EUA, Neeleman afirma que nem mesmo a crise afetou significativamente seus resultados, ao contrário do que aconteceu com as concorrentes.

A prova disso: com participação de 4,16% no mercado doméstico brasileiro, a empresa assume pela primeira vez o posto de terceira maior companhia do País, logo à frente da WebJet. Com quase 80% de ocupação, muito acima do índice máximo de 62% das três concorrentes diretas (TAM, Gol e WebJet), a Azul aparentemente tem sido menos afetada pela retração no tráfego aéreo. Segundo Neeleman, há dois motivos para isso.

O primeiro são os aviões da Embraer que compõem sua frota. O executivo lembra que, por ser menor, tem custo operacional mais baixo e, portanto, as passagens podem ser mais baratas. "Além disso, para ter 80% de ocupação, eu preciso de apenas 80 passageiros. Já no caso dos Airbus da TAM ou dos Boeing da Gol e da WebJet, é preciso ter muito mais gente viajando para chegar a esse número", diz Neeleman, em entrevista à Dinheiro.

"Nosso custo por viagem representa apenas metade do custo dos nossos concorrentes", comemora. O outro motivo apontado por ele para o bom desempenho é que, operando a partir de Campinas, e com preços mais baixos, a Azul tem incluído novos consumidores ao sistema de transporte aéreo. "Hoje, entre 70% e 80% de nossos passageiros nunca tinham viajado de avião antes", diz com orgulho. "O volume de passageiros no Brasil não está crescendo, mas nós estamos. Não estamos roubando clientes dos concorrentes, estamos criando os nossos", diz.

Para este ano, Neeleman espera consolidar a posição que atingiu nesses primeiros seis meses de operação. Com 11 aviões em operação e 11 destinos, o crescimento no segundo semestre será, segundo ele próprio, "bem mais lento". Até dezembro, a empresa deve receber mais quatro aeronaves. "Com elas, vamos abrir as rotas que tínhamos planejado para o Santos Dumont (o aeroporto central do Rio de Janeiro)", diz ele.

"Fora isso, cresceremos menos. É o momento certo de desacelerar e melhorar um pouco a tarifa média", afirma Neeleman. Segundo ele, a companhia está bem próxima do lucro. "Até o fim do ano certamente já estaremos lucrando", comemora.

"É o momento de desacelerar um pouco e melhorar a tarifa média que praticamos"

David Neeleman, fundador e dono dono da Azul

Os novos clientes são atraídos pelos preços - muitas vezes inferiores ao valor de uma passagem de ônibus para o mesmo trecho. Mas até quando manter essa política, perguntam especialistas. "O crescimento da Azul não é surpresa, pois ela tem buscado consistentemente a estratégia de comprar participação no mercado", diz André Castellini, analista de aviação da Bain & Company.

"A tendência para a Azul é continuar a elevar sua participação de mercado, pois ela tem hoje uma tarifa média que é cerca de 50% daquelas praticadas por TAM e Gol. Mas isso não é sustentável e, mais para a frente, vão ter que elevar os preços. A questão é saber o que vai acontecer quando a Azul tiver que adotar tarifas mais elevadas", acrescenta. De certa forma, a empresa já ensaia algum tipo de mudança nesse departamento.


Recentemente começou a oferecer uma segunda classe de tarifas que, embora um pouco mais cara, possibilita remarcação, cancelamento e alterações sem a cobrança de taxas - que na concorrência podem superar a R$ 500, segundo Neeleman. "Nós preferimos investir nesse tipo de proposta para encher nossos aviões e melhorar o resultado dessa forma", diz ele. "Para mim, essas coisas são óbvias." Um dos próximos objetivos, revela, é parcelar o pagamento de suas passagens para consumidores da classe C, "pessoas que não têm acesso a cartões de crédito".

Ainda assim, às vezes ele encontra alguns problemas. Sua ideia de oferecer tevê ao vivo nos voos - "para que as pessoas possam ver a novela e o jogo de futebol", como ele mesmo diz - está empacada por motivos técnicos. "Mas isso já está sendo resolvido. Até o fim do primeiro trimestre do ano que vem, já teremos a tevê ao vivo nos aviões", afirma, imaginando quantos novos passageiros poderá trazer para o sistema de transporte aéreo com isso.

Transferência à iniciativa privada pode não sair no governo Lula


Apesar dos estudos avançados, a concessão à iniciativa privada dos aeroportos do Galeão (Rio) e de Viracopos (Campinas) pode não sair no governo Lula. Ainda há dúvidas na Casa Civil e o assunto é visto como politicamente sensível.

O primeiro passo após a definição do marco regulatório é a elaboração, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de estudos de viabilidade dos aeroportos.

Isso tomará, no mínimo, o segundo semestre inteiro. Uma fonte bem informada do governo disse que a transferência de aeroportos à administração privada em 2010, às vésperas das eleições presidenciais, tornou-se "muito difícil". Marcelo Guaranys, diretor da Anac, diz que não cabe à agência decidir se e quando os aeroportos serão concedidos, mas deixar prontos os estudos para isso. Ele ressaltou que, nos 18 meses que restam do governo Lula, "ainda é possível fazer várias concessões".

O Conselho Nacional de Desestatização (CND) recomendou a inclusão do Galeão, de Viracopos e do terceiro aeroporto de São Paulo no Programa Nacional de Desestatização (PND). Mas isso exige um decreto presidencial e não ocorreu até agora.

O único aeroporto já incluído no PND é o de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, que substituirá o terminal de Parnamirim, em Natal - este será devolvido para a Aeronáutica.

Por enquanto, não há nenhuma sinalização de que outros aeroportos também serão concedidos. A principal aposta do governo é capitalizar a Infraero nos próximos anos, abrindo o capital da empresa. Para isso, a gestão foi profissionalizada pelo atual presidente, Cleonilson Nicácio, e o BNDES terá fechado em 2010 um plano para lançar ações da estatal no mercado. Se o governo fizer novas concessões, Guaranys avisa: "Não haverá filé sem osso."

Valor Econômico

Decisão bilionária



Propostas apresentadas à Aeronáutica mostram que o Brasil deverá pagar até R$ 12 bilhões por novos caças


Entrou em contagem regressiva o prazo para a definição sobre os 36 novos caças supersônicos que o País irá comprar para reequipar a Força Aérea Brasileira (FAB). Na sexta-feira 12, aterrissaram no Comando da Aeronáutica três pacotes contendo as últimas propostas dos fabricantes de cada um dos aviões finalistas: Gripen NG (sueco), F-18 (americano) e Rafale (francês). Os documentos são sigilosos e, além do preço das aeronaves, relacionam detalhes técnicos, cronograma de fabricação e manutenção, armamentos que poderão ser utilizados, radares, contrapartidas comerciais e disponibilidade de transferência tecnológica. A papelada revela que as propostas finais variam entre R$ 8 bilhões e R$ 12 bilhões. Dependendo da opção a ser tomada pelo governo, valor semelhante poderá ser gasto nos próximos 30 anos com a manutenção das aeronaves. A decisão caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, depois de ouvidos o Conselho de Defesa Nacional e os oficiais da FAB. O anúncio final está previsto para a segunda quinzena de julho.

"Não se trata apenas de preço, embora esse seja um dado significativo", tem afirmado o ministro Jobim. "Precisamos de um avião capaz de promover nossa defesa e um nível de transferência tecnológica que assegure o desenvolvimento da indústria nacional e permita ao País conceber seus próprios aviões."

Os documentos entregues ao Comando da Aeronáutica na sexta-feira 12 são o resultado de mais de sete anos de negociações e disputas entre os fabricantes.

Os três finalistas foram anunciados no final do ano passado e apresentaram suas primeiras propostas em fevereiro.

Depois disso, Jobim, oficiais da Aeronáutica, deputados e senadores mantiveram diversos encontros com os fabricantes, fizeram visitas técnicas às fábricas e novas propostas foram entregues em março. Agora, chegaram as ofertas finais, que não podem mais ser alteradas. Quando comparadas às primeiras propostas, muita coisa mudou. No que se refere aos preços, segundo um oficial ouvido por ISTOÉ, houve uma redução média de 15%.

Dos três finalistas, o F-18 e o Rafale são mundialmente reconhecidos. Existem 350 F-18 já em operação e 120 Rafale, que equipam a Marinha e a Aeronáuitica francesa. Ambos são comercializados por valores que variam entre US$ 60 milhões e US$ 70 milhões. O Gripen NG, por sua vez, é um avião ainda em desenvolvimento e nenhuma unidade foi vendida, embora os suecos estejam em processo de negociação com a Índia e a Grécia, além do Brasil. O fato de tratar-se de um equipamento em construção, no entanto, agrada aos setores da FAB, que vislumbram a possibilidade de participar efetivamente do desenvolvimento do avião. O problema é que o caça sueco tem em sua planta componentes fornecidos pelos Estados Unidos e por mais cinco países da União Europeia, o que torna extremamente complexo qualquer acordo de transferência tecnológica. "Não podemos correr o risco de financiar o desenvolvimento de um projeto sem ter absolutamente certo que poderemos dispor de toda a tecnologia empregada", disse um dos sete deputados que estiveram na Suécia recentemente. No ano passado, a Noruega, que assinara um acordo de participação no desenvolvimento do Gripen NG, rompeu o compromisso e comprou caças americanos.

Também ocorreram diversas mudanças técnicas desde o início do projeto FX, nome dado pelos militares para o processo de escolha dos caças, até a entrega das propostas finais. O Gripen apresentou uma série de aprimoramentos em relação à versão que iniciou a disputa e que está em operação na África do Sul, República Checa e Hungria. Mudou, por exemplo, o trem de pouso para permitir maior capacidade de combustível e, portanto, maior autonomia de voo. Mesmo assim, continua, quando comparado aos concorrentes, o avião de menor alcance. Trata-se de um dado importante a ser considerado pelo Conselho de Defesa Nacional. Se optar por um avião de menor autonomia de voo, o Brasil terá que construir novas bases aéreas ao longo de seu território.

Quanto à transferência de tecnologia, segundo os oficiais ouvidos por ISTOÉ, as propostas finais não trouxeram grandes mudanças. Os franceses prometem os códigos-fonte, a concepção de design e o detalhamento para o desenvolvimento e a fabricação futura no Brasil.

Para isso, os fabricantes precisam de expressa autorização da Secretaria-Geral da Defesa Nacional da França e da Direção- Geral de Armamento. Como o Brasil e a França já têm assinados acordos de cooperação na área de defesa, o processo de autorização pode ser facilitado. No caso do F-18, a legislação americana é muito restritiva no que se refere à transferência tecnológica em equipamentos de uso militar. A autorização precisa ser fornecida pelo Departamento de Estado dos EUA, que só avalia a demanda depois da compra feita pelo país interessado e após aprovação pelo Congresso americano. Como boa parte do Gripen tem origem nos EUA, inclusive o motor, os suecos acabam tendo as mesmas restrições.

Apesar de o projeto FX correr sob sigilo, há no Congresso um movimento para que as questões relativas à transferência tecnológica sejam colocadas de forma aberta. "Não estamos apenas comprando aviões, mas, sim, conhecimento para que possamos manter nossa soberania", diz o deputado Roberto Santiago (PV-SP), que nesta semana deverá encaminhar ofício pedindo o comparecimento do ministro Jobim no Congresso para detalhar o processo de escolha dos novos caças. Independentemente de qual avião será escolhido, a preocupação na FAB é a de que os prazos sejam cumpridos, pois boa parte dos caças que compõem a atual frota brasileira não terá condições de voar a partir de 2013.
Fonte: Isto é

Tá na Mesa discute aviação regional


Let da NHT

Pedro Teixeira, diretor presidente do Grupo JMT, controlador da NHT Linhas Aéreas, é o palestrante do próximo Tá na Mesa da Federasul, que acontece na quarta-feira, 24, às 12h30.

O executivo falará sobre o tema “O desafio da aviação regional no Brasil”.

Sócios da Federasul/ACPA pagam R$ 44. Não sócios, R$ 65.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51)3214.0200, ou e-mail eventos@federasul.com.br.

Pilotos

Assinado na manhã de Sexta-Feira na sede da Fiesc convênio entre o Aeroclube de Santa Catarina e o Senai para realização de cursos de Qualificação Profissional de Formação de Pilotos Privados. O acordo teve inspiração do empresário Cesar Olsen, piloto de helicóptero e um apaixonado pela aviação.

O Aeroclube de Santa Catarina forma pilotos hoje em atividade em todo o Brasil.

Fonte: Diário Catarinense

Mais de 100 pessoas são detidas em aeroporto


A Polícia da capital alemã deteve 102 pessoas que participavam de um protesto contra o não aproveitamento dos terrenos do antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim, fechado há um ano. A Polícia informou neste domingo que, além disso, 26 agentes ficaram feridos nos confrontos perante a cerca que rodeia o aeroporto que grupos de jovens radicais de esquerda tentaram reiteradamente ultrapassar sem sucesso.

Um forte desdobramento policial de perto de 1,8 mil agentes antidistúrbios, com unidades de reforço vindas da Baviera, frustrou a operação "Squat Tempelhof" (Ocupar Tempelhof), à qual se somou cerca de cinco mil manifestantes.

Os manifestantes, entre eles vários encapuzados violentos da chamada "cena autônoma", agrediram os agentes com o lançamento de todo tipo de objetos, desde garrafas a paralelepípedos. A Polícia utilizou seus cassetetes e sprays de pimenta para dissolver os manifestantes - um agente chegou a sacar sua pistola e ameaçar um grupo de radicais que o tinha encurralado e pretendia agredi-lo.

O chefe da Polícia berlinense, Dieter Glietsch, exigiu em declarações radiofônicas dos políticos maiores esforços para enfrentar a violência dos ativistas de extrema esquerda e que não sejam os agentes os que sempre devem resolver os conflitos.

Embora os protestos tenham começado pacificamente na tarde do sábado, eles se radicalizaram no começo da noite, quando os manifestantes mais violentos tentaram repetidamente entrar no aeroporto desde vários pontos da cerca que o rodeia.

O histórico aeroporto de Tempelhof, situado no coração de Berlim, ocupa uma grande extensão de terrenos que atualmente estão baldios e sem que a Prefeitura da cidade tenha decidido ainda o que será feito com eles.

Desde seu fechamento há um ano ao tráfego aéreo, vários movimentos cidadãos exigem o aproveitamento popular do aeroporto que protagonizou a ponte aérea em 1948/49 que salvou o setor ocidental do bloqueio soviético.
Fonte:Alagoas 24 Horas

Maior valor de outorga deve definir leilão de aeroportos


O modelo para a concessão de aeroportos à iniciativa privada, que será concluído pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até o fim de julho, deverá prever a vitória nas futuras licitações para quem oferecer ao governo o pagamento do maior valor de outorga. A duração dos contratos deverá variar conforme o aeroporto leiloado. Já as tarifas cobradas dos passageiros e das companhias aéreas terão de respeitar um teto fixado pelo governo, poderão cair a qualquer momento por decisão do concessionário, mas dificilmente serão usadas como critério nas concorrências.

Trata-se de uma mudança em relação ao critério usado em quase todos os leilões de concessão do governo Lula -de rodovias e hidrelétricas- , em que as disputas são vencidas por quem apresenta menor tarifa. O critério de maior valor de outorga para definir licitações de infraestrutura era adotado predominantemente no governo Fernando Henrique Cardoso.

As tarifas aeroportuárias - como a de embarque, paga pelos passageiros, e de pouso e permanência, cobradas das empresas aéreas - deverão ter um limite estabelecido nos contratos de concessão. A tendência é que as tarifas máximas sejam fixadas no mesmo valor do cobrado pela Infraero no momento do leilão.

De acordo com Marcelo Guaranys, diretor da Anac, o modelo em estudo prevê que o futuro concessionário possa baixar livremente o valor das tarifas ao longo do contrato. Só que isso não deverá ser usado como critério de definição dos vencedores das licitações e provavelmente sequer constará das propostas dos participantes.

Dessa forma, um aeroporto operado pelo setor privado poderá fazer uma ofensiva para atrair voos internacionais, por exemplo, com tarifas mais baixas e prováveis reflexos positivos para os passageiros. "A ideia é estimular a competição entre os aeroportos", afirma Guaranys. Hoje, a Infraero divide seus aeroportos em quatro categorias. No Galeão, que está na primeira categoria, a taxa de embarque vale R$ 19,62 para voos domésticos e US$ 36 para voos internacionais. Em Viracopos (Campinas), na segunda categoria, os valores tabelados pela estatal caem para R$ 15,42 e US$ 30, respectivamente. Os dois aeroportos deverão ser os primeiros a ir a leilão.

Outra provável novidade é a introdução de prazos variáveis na vigência dos contratos de concessão. Até agora, em outros setores de infraestrutura, a duração tem sido uniformizada: 25 anos para rodovias e 35 anos para hidrelétricas - sempre com a possibilidade de renovação. Guaranys diz que o melhor caminho é estabelecer o prazo das concessões caso a caso. "Estamos pensando em trabalhar com os prazos necessários para amortizar os investimentos", explica.

Por enquanto, Guaranys esclarece que tudo isso são ideias amadurecidas na agência, e não uma versão definitiva do desenho final do marco regulatório para as concessões aeroportuárias. Formalmente, a Anac aguarda as diretrizes que o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) dará na próxima reunião, marcada para julho. Superintendentes e diretores da agência estão adiantando os estudos para poder apresentá-los ao governo até o fim do mês que vem.

O modelo deverá "imitar" uma fórmula inovadora adotada na terceira etapa de concessões de rodovias federais, em fase de audiências públicas. Em vez de estabelecer previamente o ano exato dos investimentos que o concessionário precisará fazer em ampliação da infraestrutura, os contratos exigiriam o cumprimento de padrões mínimos de qualidade, conforme critérios da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci), ligado à ONU. São indicadores como o tempo gasto pelos passageiros nos balcões de check-in, o conforto das salas de embarque e o número de operações (pousos e decolagens) permitido pela capacidade das pistas e terminais.

A vantagem é que isso não engessa o investimento, valoriza a eficiência e estimula ganhos de produtividade. Se a demanda cair abruptamente, por exemplo, obras de ampliação podem ser jogadas mais para frente. Se subir além das previsões, as obras seriam antecipadas. Em Viracopos, nos próximos anos, está prevista a construção da segunda pista e ampliação do terminal de passageiros, que hoje tem capacidade para 2 milhões de passageiros por ano - os terminais de Guarulhos, para comparar, abrigam 27 milhões.

Com isso, a Anac quer evitar riscos de desequilíbrio econômico-financeiro da concessão. "Nas rodovias, houve contratos que exigiram até oito revisões tarifárias em um período de apenas cinco anos", diz Guaranys, que conhece bem o assunto, pois veio da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda e participou do grupo interministerial que revisou as regras do último grande leilão de estradas federais, quando a OHL arrematou cinco trechos com deságios de até 65% e pedágios pouco acima de R$ 1.

Uma das questões que tomam o tempo da Anac é a definição de como aeroportos deficitários serão sustentados sob gestão da Infraero. Para a estatal, só de 10 a 12 dos 67 aeroportos que administra são lucrativos, dependendo do critério. O valor da outorga paga pelo direito de exploração dos aeroportos deverá alimentar um novo fundo, um fundo existente ou mesmo o Tesouro diretamente para fornecer recursos aos terminais mantidos pela Infraero. Essa é uma definição considerada importante pela Anac, principalmente se o governo decidir por mais concessões de aeroportos no futuro.

Para permitir o "subsídio cruzado" entre aeroportos, Guaranys está convencido que a melhor forma de receber o pagamento da outorga é por meio de valor anual (espécie de arrendamento), e não de uma tacada só, no momento da licitação. Mas ressalta que é uma opinião pessoal, ainda não suficientemente discutida pela Anac.

Uma visão consensual na agência é permitir a entrada de investidores estrangeiros, sem restrição, nos leilões. A Aéroports de France, a alemã Fraport e a argentina Aeropuertos 2000 manifestaram publicamente interesse em participar. Companhias aéreas, entretanto, deverão ser vetadas. Isso contraria empresas como TAM e Azul, que já faziam planos para disputar a administração de aeroportos. A provável proibição se inspira em experiências internacionais, como a do Canadá, que fez contratos de arrendamento de parte das instalações no fim da década de 80.

A Air Canada, maior aérea do país, absorveu a maioria dos aeroportos e dos investimentos em infraestrutura. O resultado, segundo o órgão local de defesa da concorrência, foi o aumento das barreiras à entrada de novas empresas aéreas nos principais aeroportos e alta dos preços de bilhetes.

Fonte: Valor Econômico

Embraer ganha concorrente, mas minimiza ameaça russa


A fabricante russa Sukhoi fez o primeiro voo em público com seu novo avião, o Superjet 100, nesta semana, durante a feira de aviação de Paris. A primeira aeronave comercial russa desde o fim da União Soviética veio para brigar com o brasileiro Embraer 190. Embora líder de mercado neste segmento, a empresa nacional pode sofrer com o lançamento.

Segundo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company, a Embraer corre risco de perder espaço no mercado russo e nos países próximos, por exemplo, no leste europeu. "A Embraer está muito bem posicionada com os jatos, mas vai enfrentar concorrência maior, porque sempre tem um componente político nas compras. Ela terá que fortalecer seu esforço comercial, lobby e assistência no pós-venda, principalmente nos mercados mais próximos da Rússia. Da mesma forma que o governo brasileiro estimula a compra de jatos da Embraer para promover empregos no País, os outros também devem fazer", disse Castellini.

A Sukhoi, que faz parte da United Aircraft Corporation (UAC), contou com a cooperação de empresas americanas e europeias como a americana Boeing, a italiana Alenia Aeronautica e a canadense Honeywell, durante o projeto do Superjet 100. A aeronave pode ter de 75 a 98 assentos, o que enquadra o modelo em um dos segmentos que mais cresce no mundo devido à relação custo/benefício, já que gastam menos combustível e podem ser alternados com aviões maiores em horários de menos movimento e manter a taxa de ocupação alta.

Embora a Sukhoi tenha anunciado durante a Paris Air Show que fechou um acordo de US$ 1 bilhão para vender 30 unidades do Superjet 100 à aérea húngara Malev, a Embraer diz que o projeto não apresenta inovações que possam ameaçar a liderança da empresa brasileira.

"Este avião (Superjet 100) está em fase de ensaios e é de uma tecnologia equivalente aos E-Jets (da Embraer). Ele não traz nenhuma novidade tecnológica que assegure vantagens competitivas. Não prevemos no curto prazo uma penetração mundial expressiva deste avião. Claro que com passar do tempo vai acontecer, mas temos a liderança e um programa forte de desenvolvimento de tecnologias para manter a ponta mesmo com a entrada de novos participantes", afirmou o vice-presidente executivo de aviação comercial da companhia, Mauro Kern.

A Sukhoi diz que espera alcançar 15% de participação no volume de vendas até 2024, com 800 Superjet 100 entregues. Atualmente, a Embraer possui a liderança em vendas acumuladas neste segmento, com cerca de 46% do mercado, seguida pela canadense Bombardier.

Segundo Kern, China e Japão também desenvolvem modelos para entrar no segmento até 2014. "Mesmo com o desenvolvimento de um avião nacional chinês, ele não terá condição de atender a toda demanda do mercado no país, que é muito grande. Temos 55 aviões da família 190 já vendidos para China", apontou o executivo da Embraer. "O mercado chinês é o que vai crescer mais, por isso é importante manter a parceria. São ordens de médio e longo prazo e vão ter novos componentes para dividir a torta", completou Castellini.
Fonte: Terra Notícias

Parentes de vítimas se reúnem no Rio


Parentes das vítimas do voo AF 447 da Air France se reuniram na manhã de ontem, no Rio. Teve como o objetivo discutir meios de fortalecer a associação de vítimas do acidente. A possibilidade de juntar forças com outras associações de vítimas de acidentes aéreos foi o principal assunto.

A Associação pela Verdade e pela Defesa do Direito das Vítimas, criada na França há menos de uma semana e que já reúne 45 famílias de passageiros - a maioria franceses - já manifestou a "[vontade de fazer contato com brasileiros.

"Tem sido bom estar em contato com outras famílias e tentar fazer alguma coisa contra essa sensação de injustiça", disse Pérola Milman, que mora em Paris há oito anos e perdeu o marido, francês, no acidente, ocorrido no último dia 31. A ideia da associação é se preparar da melhor maneira possível para os processos judiciais que as famílias terão de participar.

N quarta-feira, o juiz da 28ª Vara Cível do TJ-RJ, Magno Alves de Assunção concedeu a primeira antecipação de indenização a parentes de vítimas do acidente aéreo da Air France.

De acordo com o advogado João Tancredo, que representa a família do passageiro Walter Nascimento Carrilho Junior, 42, os familiares da vítima devem receber no próximo dia 30 um valor equivalente a 30 salários mínimos, que devem ser pagos pela Air France.

"Essa decisão é chamada de antecipação da decisão final. Como a gente sabe, os processos são demorados na Justiça. E para que não cause maior dano para a família na questão da verba alimentar ou dano psicológico, a Justiça antecipa parcialmente uma decisão final, ou seja, enquanto o processo não acaba, a família recebe um valor de pensão e tratamento médico para diminuir o mal causado", disse o advogado João Tancredo.

Do total que deve ser pago, 18 salários mínimos serão destinados a pensão alimentícia e 12 para tratamento médico. Walter Carrilho viajava a trabalho a Paris. Ele era casado e tinha três filhos, com idades entre 9 e 15 anos.

As famílias de outras três vítimas da tragédia com o avião também já entraram com um pedido na Justiça de antecipação de indenização.

O avião da Air France que fazia o voo 447 caiu no dia 31 no oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo, sendo 58 brasileiros. Até ontem, 50 corpos haviam sido resgatados, mas as causas do acidente ainda não foram esclarecidas. As buscas por corpos e destroços continuam.
Fonte: Diário de Cuiabá

Voo 447: onze corpos identificados


Onze vítimas do acidente com o voo 447 da Air France já foram identificadas. Entre elas, dez são de nacionalidade brasileira e apenas um é estrangeiro. No total, até esta sexta-feira, haviam sido resgatados 50 corpos.

O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro no dia 31 de maio às 19h30 (horário de Brasília) e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.

A informação sobre a identificação das vítimas é da Força Tarefa, composta pela Polícia Federal e Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, que tem o apoio de médicos legistas da Secretaria de Defesa Social da Paraíba.

Entre os brasileiros, cinco são do sexo masculino e cinco do feminino. O estrangeiro é um homem, mas não foi informada qual a sua nacionalidade.
De acordo com as autoridades, a identificação dos corpos seguiu as diretrizes da Interpol para a identificação de vítimas de desastres, que reúne procedimentos internacionalmente discutidos e cientificamente acreditados.

Os parentes das vítimas brasileiras identificadas foram informados sobre a identificação dos corpos por Superintendentes Regionais da Polícia Federal que fizeram visitas às famílias na noite da sexta-feira (19) e sábado (20). O comunicado sobre a identificação da vítima estrangeira foi realizada à embaixada do seu país de origem pela Polícia Federal.

As famílias foram as primeiras a receber o comunicado. Os parentes não autorizaram a divulgação da identidade das vítimas.
Fonte: Alagoas 24h

sábado, 20 de junho de 2009

TV boliviana passa imagens da série "Lost" e afirma ser da queda do Airbus da Air France, diz jornal




Um jornal da emissora de TV boliviana PAT exibiu fotos do suposto momento em que o Airbus da Air France se partiu antes de cair no Oceano Atlântico, segundo o jornal peruano El Comercio. No entanto, as imagens eram da série de TV "Lost". Para aumentar ainda mais a confusão, a apresentadora do jornal cita a Serra do Cachimbo, uma referência ao acidente da Gol em 2006.

A PAT Noticias teria transmitido ao vivo as imagens. Em uma das fotos, aparece um enorme buraco na fuselagem do avião através do qual se pode ver parte da cauda do avião. Na segunda imagem, um dos passageiros é arrastado para fora do avião pelo buraco.

Na verdade, essas supostas imagens do acidente pertencem a uma das cenas da série de televisão "Lost", que conta a história de um grupo de sobreviventes de um acidente aéreo em uma ilha.

Aparentemente, a emissora boliviana foi vítima de uma série de e-mails que circula desde o acidente do voo AF 447, que desapareceu no último dia 31 de maio. Segundo o texto do e-mail, as imagens foram encontradas em uma câmera digital Casio Z750. A apresentadora diz que a câmera teria sido encontrada na Serra do Cachimbo, no Pará.

A apresentadora do programa identificou o dono da câmera. "Ao investigar o número da série da câmera, o proprietário pôde ser identificado como Paulo G. Muller, um ator de teatro infantil conhecido nos arredores de Porto Alegre", disse.

Segundo um blog brasileiro, essas imagens teriam sido criadas em 2006 por uma pessoa identificada como "Cardoso" como "um 'experimento social que testaria a falta de senso crítico do internauta médio' à época do acidente da Gol". Por isso, a apresentadora cita no vídeo a Serra do Cachimbo, região onde o avião da Gol caiu em 2006.

Os responsáveis do noticiário não notaram que o acidente do Airbus da Air France aconteceu de madrugada, mas as imagens transmitidas mostram um acidente que ocorreu de dia.

Fonte: UOL

Trip quer chegar a 80 destinos até dezembro


FOZ DO IGUAÇU – O diretor de Marketing e Vendas da Trip Linhas Aéreas, Evaristo Mascarenhas de Paula, disse que a empresa quer fechar 2009 com 80 destinos atendidos pela malha - o executivo não revelou quais serão as novidades. Hoje a companhia atende 73 municípios em todo o País.

Ele está em Foz do Iguaçu onde lançou os novos voos (diretos) de Foz do Iguaçu para Porto Alegre e Londrina no Festival de Turismo das Cataratas do Iguaçu. E o crescimento não para aí.

O executivo revelou que para 2010 a meta é que a frota da Trip chegue a 92 cidades e, em 2011, a 101 municípios.

Em termos de faturamento, a Trip, explicou Mascarenhas de Paula, deve fechar 2009 com um resultado de R$ 502 milhões e chegar a R$ 786 milhões em 2010.
Fonte: Panrotas

Hélio Muniz assume novo departamento de comunicação corporativa na Gol


A Gol acaba de criar um departamento específico de comunicação corporativa. A empresa contratou o jornalista carioca Hélio Muniz para assumir a direção do novo departamento, que responderá pela comunicação com os públicos interno e externo. A empresa conta, ainda, com uma agência terceirizada, a FSB.

Com uma equipe de oito pessoas, um dos primeiros desafios será atuar na comunicação interna da empresa, que tem cerca de 17 mil funcionários. Essa função coube, até agora, ao departamento de Recursos Humanos, prática frequente em grandes empresas. "Estamos em planejamento para definir as estratégias. Em agosto teremos novidades de veículos e outras ferramentas internas", antecipa o jornalista.

Hélio foi gerente de Relações Públicas da TV Globo. Passou pelas redações do Jornal do Brasil, O Globo e O Dia, além de ter atuado como diretor de marketing e conteúdo do iGFinance (Portal iG) e na gerência de imagem institucional da AES Eletropaulo. Nos últimos dois anos, atuou em sua agência de propaganda e endomarketing, a Tapioca Comunicação.

FONTE: Mercado e Eventos

TAM comemora dez anos da rota Brasil-França durante São Paulo Fashion Week


A TAM Linhas Aéreas é, pela terceira vez consecutiva, patrocinadora oficial da SPFW (São Paulo Fashion Week), que se realiza até o próximo dia 22 de junho, na Bienal do Ibirapuera. Alinhada com o tema oficial "Passion - Paixão", a empresa celebra a França nos espaços que montou no maior evento de moda da América Latina e festeja o décimo aniversário de sua rota para Paris.

"A cor da TAM é o vermelho. O vermelho é uma das cores da França. La vie en rouge, a vida em vermelho, é a nossa inspiração para esta edição da SPFW, na qual vamos comemorar os dez anos em que fazemos a rota entre Brasil e França", afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.

O tema oficial do evento também tem tudo a ver com a companhia. "A paixão é um diferencial da TAM, a paixão por aviação e a paixão por servir. É ela que nos move", diz Manoela.

A TAM criou três espaços para a semana de moda, nos quais reúne moda, arte, gastronomia, cinema, fotografia e aviação. A companhia montou um lounge para convidados, um local aberto à visitação do público em geral e uma posição de atendimento para remarcação de viagens e realização de check-in, além de venda passagens a preços especiais, destinadas ao público que frequenta o evento.

A concepção dos espaços foi responsabilidade da Criacittá, empresa especializada em marketing cenográfico.
Fonte: Revista Aviação

ACORDO ASSINADO PELA SKYWEST


A companhia norte-americana Skywest acertou com a Midwest acordo para retirar de serviço os derradeiros 12 jatos CRJ200 entre o próximo mês de julho e janeiro de 2010. Pelo contrato a Skywest vai anular um contrato sem cobertura de US$ 9,3 milhões em troca do pagamento de garantias de US$ 4 milhões pela Republic Airways.
FONTE:AEROBUSINESS

GOL LANÇA PROMOÇÃO "FÉRIAS SMILES"


Os participantes SMILES terão um motivo a mais para aproveitar as férias em cidades do Sul e Sudeste brasileiro. Por meio da promoção "Férias SMILES", os participantes poderão emitir bilhetes utilizando apenas 2.500 milhas durante um dos períodos de maior procura por voos, o mês de julho. A ação envolve viagens entre Brasília (DF), Goiânia (GO) São Paulo (SP), Campinas (SP), Presidente Prudente (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Uberlândia (MG), Porto Alegre (RS), Caxias do Sul (RS), Florianópolis (SC), Navegantes (SC), Joinville (SC), Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR) e Maringá (PR). A promoção é uma excelente oportunidade para os participantes aproveitarem os benefícios do Programa SMILES durante o período da alta temporada. Por exemplo, ao realizar uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Porto Alegre com a tarifa Livre - que garante 150% de milhas -, o cliente já acumula 3 mil milhas, o suficiente para viajar um trecho de graça durante as férias. Os bilhetes promocionais podem ser emitidos pelo site do SMILES (www.smiles.com.br) ou pela Central de Atendimento SMILES - Cartão Azul e Prata: 4003-7001/ Cartão Ouro e Diamante: 4003-7007. Mais informações e o regulamento estão disponíveis no site do programa.
FONTE: AEROBUSINESS

Avião que transportava Schwarzenegger faz pouso de emergência


Washington, 20 jun (EFE).- O jato que transportava o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, fez uma aterrissagem de emergência depois que o piloto detectou fumaça na cabine, informou hoje o Governo estadual.

Um comunicado diz que na noite de sexta-feira, cerca de dez minutos antes do pouso previsto no aeroporto de Santa Monica, o piloto efetuou uma aterrissagem em Van Nuys, uma região da Grande Los Angeles no Vale de San Fernando.

Bombeiros foram mobilizados para aguardar o avião na pista.

O jornal "Los Angeles Times" disse que Schwarzenegger desceu do jato e seguiu viagem.

O governador postou em sua página no Twitter uma foto do avião e descreveu o incidente, que não deixou feridos, como "uma pequena aventura".
Fonte: UOL