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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Carga crescerá 5,2% ao ano, prevê a Airbus


A carga aérea mundial deverá crescer a um ritmo anual de 5,2% nos próximos 20 anos, prevê a Airbus. Nas próximas duas décadas as companhias aéreas necessitarão de mais 3 440 aviões cargueiros, para fazerem face ao crescimento esperado da carga aérea, prevê a Airbus. O construtor europeu estima agora que a carga aérea, medida em ton.km, deverá crescer a um ritmo anual de 5,2% ao ano nos próximos 20 anos. Um cenário positivo mas ainda assim uma revisão baixa face à previsão avançada em 2008, e que era de uma taxa anual de crescimento de 5,8%. Dos 3 440 cargueiros que serão precisos, 850 serão aparelhos construídos de raiz e os restantes resultarão da conversão de aviões de passageiros, acrescenta a Airbus.

Em 20 anos, a frota mundial de aviões cargueiros deverá crescer das 1 700 unidades contabilizadas em 2008 para 3 864, em 2028. No mesmo período, 1 276 aparelhos deixarão de voar. A região da Ásia-Pacífico será o grande mercado para os aviões cargueiros (e também, já agora, para os de passageiros). Mas será a frota das companhias da América Latina aquela que conhecerá o maior incremento, em número de unidades, aumentando cerca de 86%.

Transportes & Negócios

Aeronáutica inscreve até 7 de outubro

A Aeronáutica encerra no dia 7 de outubro as inscrições para os editais dos concursos para o Curso de Formação de Sargentos (CFS) e o Estágio de Adaptação à Graduação de Sargentos (EAGS) que, juntos, oferecem 450 oportunidades. Ambos são ministrados na cidade de Guaratinguetá, interior de São Paulo (177 km).

O CFS tem 188 vagas nas áreas de eletricidade e instrumentos, equipamentos de voo, meteorologia, suprimento, informações aeronáuticas, cartografia, comunicações, estrutura e pintura, foto-inteligência, mecânica de aeronaves, material bélico, eletromecânica, guarda e segurança, metalurgia e controle de tráfego aéreo.

Já as 242 oportunidades do EAGS estão distribuídas entre as áreas de eletrônica, administração, enfermagem, laboratório, música (diversos instrumentos), sistemas de informação, obras e radiologia.

Para participar, os interessados devem ser solteiros, ter idade entre 17 e 24 anos na data da matrícula (6/10), altura mínima de 1,55m, se for do sexo feminino, e 1,60m, se for do sexo masculino, e nível médio completo. O salário inicial é de R$ 2.268 e pode chegar a R$ 3.180.

As inscrições poderão ser realizadas até 7 de outubro, exclusivamente pela internet, no site da Escola de Especialistas de Aeronáutica (www.eeae.aer.mil.br). A taxa custa apenas R$ 50.
Desástres Aéreos

Réplica do Demoiselle na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Rio de Janeiro


Na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia que será realizada no Rio de Janeiro entre os dias 19 e 25 de outubro, a réplica do avião demoiselle, projetado por Santos Dumont,será uma das atrações que comporá o evento. O evento ocorrerá no Armazém Científico , na Rua barão de Tefé, 75, na Saúde e no Centro Esportivo Miécimo da Silva em Campo Grande, zona Oeste da Cidade.

Melhores informações no site http://semanact.mct.gov.br/

Aerobrasil

Participação na aviação comercial doméstica em Agosto


Dados da ANAC

Eaglesky

Calor global intensifica turbulência em voos


As turbulências enfrentadas por aeronaves estão cada vez mais frequentes. E essa frequência tende a aumentar com o aquecimento global. "A turbulência nos voos sempre existiu, mas pode ser agravada pelo aumento de temperatura", explica o professor de Climatologia João Lima de Sant’anna, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

"O aquecimento global tende a provocar o aumento da instabilidade aérea, uma vez que aumenta a temperatura e, consequentemente, a evaporação e a formação de nuvens de grande extensão, as chamadas cumulus nimbus, que são áreas de turbulência. "Segundo Sant’anna, essas nuvens se formam a uma altitude em torno de 1 mil metros e apresentam quilômetros de espessura. Os aviões, que voam a cerca de 10 mil metros de altura, podem atravessar uma parte da nuvem.

Outro fenômeno climático, o El Niño, também tem contribuído para o aumento de turbulências. "Com o El Niño, as águas da parte leste do Oceano Pacífico, na região do Peru e do Equador, estão mais quentes que o habitual. Isso provoca modificações nos ventos alísios da região equatorial e no Oceano Atlântico", explica o professor de Meteorologia da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Leite da Silva Dias. No caso do voo 128 da Continental Airlines, entre o Rio e Houston, que enfrentou forte turbulência na manhã de segunda-feira, há a influência de outro fator. A região do Trópico de Câncer, que compreende o sul da Flórida, nos Estados Unidos, e o Caribe, é uma Zona de Convergência Intertropical.

Nesta época do ano, verão no Hemisfério Norte, duas massas de ar quente convergem, uma vinda dos Estados Unidos e outra da região amazônica. O avião pode ter passado por uma região com nuvens carregadas, as chamadas cumulus nimbus, que estão cheias de água e gelo. Ou então pode ter sofrido uma turbulência de céu claro, que é bem mais difícil de prever."Pelo radar meteorológico, equipamento que detecta o mau tempo e está presente em todos os modelos de aeronaves, o comandante vê as nuvens e pode associá-las a uma turbulência.

No caso do céu claro, ele é pego de surpresa. É como uma correnteza no mar. Está ali, mas não é possível detectar", avalia o especialista em Segurança Aérea Ronaldo Jenkins. Segundo ele, não existe uma estatística mundial que possibilite comprovar se o número de turbulências aéreas aumentou. "Todo modelo de aeronave está sujeito a turbulências, que podem fazer o avião ganhar ou perder altitude.

"O site Avherald.com registrou um aumento no número de casos de turbulências em 2009. Durante todo o ano passado, 28 incidentes do tipo foram registrados. Neste ano, até ontem, já são 35 casos. O site traz notícias diárias sobre inúmeros tipos de ocorrências em voos no mundo, de pousos forçados a problemas mecânicos. Para evitar ser pego de surpresa numa turbulência, os especialistas recomendam deixar o cinto afivelado durante todo o voo. "Isso evita que o passageiro seja pego desprevenido.

Quando ele está dormindo, um sono pesado, dificilmente vai ouvir o aviso sonoro nem terá uma reação rápida", diz Daniel David Horsky, especialista em Segurança e coordenador do Centro Educacional de Aviação do Brasil (CEAB).

Ciência Agora

FAB e Embraer preferem caça da Boeing


Como já se sabe, se depender do presidente Lula e do ministro da Defesa, Nelson Jobim, a França - com quem o Brasil já fechou negócio para a compra de cinco submarinos e 50 helicópteros - também deverá fornecer um pacote de 36 caças Rafale para a Força Aérea Brasileira, a FAB, numa transação que pode variar entre 4 bilhões e 8 bilhões de reais.

Além do Rafale, fabricado pela Dassault, também estão na disputa os caças FA-18 Hornet, da americana Boeing, e o sueco Gripen, da Saab. Os três concorrentes devem apresentar uma nova rodada de propostas à FAB na próxima segunda-feira. A decisão do governo deve sair em outubro.

Mas ainda que não comentem a respeito - tanto a FAB, quanto a Embraer, que deverá participar da contrução dos caças e assimilar a transferência de tecnologia exigida do governo brasileiro do fornecedor - preferem o caça FA-18 Hornet, da Boeing.

Para a Embraer, a preferência pela Boeing é claramente comercial. De saída, a empresa brasileira participa de uma licitação de 100 aviões leves de combate, como o Super Tucano, para a Força Aérea Americana, que pretende usá-los em cenários de guerra de guerrilha, como no Afeganistão.

A decisão ianque sobre a compra, que pode alcançar 90 milhões de dólares, deve ser anunciada em 2010.

As duas transações são independentes. Mas se o Brasil optar pelo FA-18, a Embraer deverá contar com maior simpatia dos americanos pelos Super Tucanos.

Outro ponto importante para a Embraer é o interesse já manifesto pela Boeing em desenvolver com a empresa brasileira um avião cargueiro militar, o KC-390, também a ser vendido para as forças armadas brasileiras.

O presidente francês Nicolas Sarkozy disse que a França gostaria de desenvolver um cargueiro com a Embraer. Mas acontece que a Airbus, que é sediada na França, já trabalha num projeto similar ao KC-390.

Já do ponto de vista da FAB, a preferência pela Boeing diz respeito à superioridade técnica do FA-18 sobre o próprio Rafale e o Gripen.

Aliás, nos últimos anos, o Rafale, que é fabricado pela Dassault, perdeu cinco disputas internacionais para o FA-18, em países como a Coreia.

Um dos trunfos do FA-18 é o seu sistema de radar AESA, desenvolvido pela Raytheon, que permite que o avião se torne invisível para o inimigo, que uma vez detectado pode ser fulminado antes mesmo de saber que estava sendo perseguido.

Além disso, para a FAB, a superioridade técnica da Boeing tem a ver com o sistema de navegação GPS.

Os americanos possuem a única constelação de satélites do mundo dotada da tecnologia. O GPS permite a localização exata de um objeto na superfície terrestre ou próximo dela, independente de condições meteorológicas ou de luminosidade.

Cabe ao Pentágono licenciar o uso do GPS para fins civis e militares em todo o mundo.

Logo, se comprar os Rafales, o Brasil continuará dependente dos americanos, ainda que indiretamente. A importação do GPS certamente tornará o pacote francês mais caro para o Brasil.

Desde o início da década que a União Europeia analisa a construção de um sistema GPS próprio. Mas a proposta, que está longe de sair do papel, custaria pelo menos 20 bilhões de dólares.

Outro aspecto que até agora vem sendo ignorado por Lula e Jobim - mas que é de interesse dos comandantes brasileiros - é a transferência tecnológica enquanto treinamento.

Só um piloto muito bem treinado consegue um rendimento máximo em ação. E nesse quesito, mais uma vez os militares brasileiros tem mais intimidade com os americanos, que por sinal tem as forças armadas mais bem treinadas do mundo.

A discussão sobre transferência tecnológica dos caças está restrita à resistência americana em permitir que a tecnologia a ser cedida para o FA-18 Hornet no Brasil seja revendida para países indesejáveis para os EUA, como a Venezuela ou o Irã.

Os americanos já declararam que o Brasil não teria carta branca para revender os FA-18 "made in Brazil".

De forma explícita, a provável decisão brasileira em comprar os Rafales vai se apoiar nesse aspecto.

Mas de forma velada, a intenção do governo Lula em se alinhar à França tem a ver com a intenção de demonstrar aos nossos vizinhos latino-americanos independência em relação a Washington.

No governo brasileiro, o Itamaraty tem dado sinais de que essa seria uma resposta em boa hora à Casa Branca, poucos meses depois do anúncio da instalação de bases militares americanas na Colômbia de combate ao narcotráfico.

O anúncio gerou uma enorme polêmica na Unasul, que reúne os países sul-americanos, com anti-americanistas notórios, como os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Rafael Corrêa, do Equador.

Com razão, o Brasil não gostou da maneira como os americanos trataram o tema, não consultando, ou pelo informando Brasília de antemão a respeito.

Mas para o bem da segurança nacional, da FAB e do contribuinte brasileiro - que vai pagar a conta - é preciso esclarecer todos os aspectos - geopolíticos, técnicos e comerciais - que cercam a maior compra de aviões militares pelo Brasil desde 1973.

Portal Exame

KLM Economy Class

klmlogo

KLM Economy Class é uma re alidade, de ac ordo com a companhia aérea , com início previsto para dezembro, os passageiros podem escolher uma nova versão em classe econômica em vôos de longa distância, o Comfort Economy que, como seu nome indica, proporcionar mais conforto e espaço.

KLM-1

The Comfort of KLM Economy terá dez centímetros a mais de espaço para esticar as pernas e um banco que pode recostar-se duas vezes mais, mas com um custo não tão alto em comparação com as classes "superiores".

De acordo com a declaração da mesma empresa da Holanda esta nova opção é uma resposta aos seus usuários muito exigentes que solicitam conforto na classe econômica em vôos de longa distância.

Esta nova classe, então, virá a complementar a escolha de "assento preferencial", disponível a um custo adicional.

Esta iniciativa é parte de "O Cliente Journey" com o qual a companhia aérea pretende renovar o seu posicionamento de marca e responder às necessidades de seus clientes.

No que diz respeito ao aumento do valor do bilhete para quem optar por esta alternativa, mas mais confortável o acréscimo será de aproximadamente 80 a 150 euros, em cada sentido.

Olympic Airlines renovada

DHC-8 Olympic Airlines

A partir do dia 28 de Setembro, a Olympic Airlines estará encerrando suas operações. Esta será substituida pela “Olympic Air Anonymos Etaireia Aeroporikon Metaforon”, ou se preferir Olympic Air.

As operações da novata serão feitas por aeronaves A319, ATR42 e 72 e DHC-8 (foto). O IATA da companhia continuará sendo OA.

As operações de longa duração, que antes eram feitas pelos A340 serão encerradas, ou seja, o A340 deixará de fazer parte da frota da Olympic Air.

Eaglesky

Lufthansa vai reduzir 15% do pessoal administrativo



Um porta-voz da empresa, citado pelo jornal Handelsblatt, garantiu que a redução de 15% poderá ser alcançada apenas com as "saídas naturais" de trabalhadores.


Esta redução de pessoal administrativo vem juntar-se a um plano anunciado em Julho para reduzir as despesas da transportadora aérea até 2011.

A Lufthansa transportou cerca de 33,2 milhões de passageiros no primeiro semestre de 2009, tendo registado uma queda de 4,8% no número de passageiros, em relação ao mesmo período do ano passado.

O transporte de mercadorias também sofreu uma queda de 20% no mesmo período.


Apesar das atuais dificuldades, a Lufthansa espera ainda conseguir alcançar o resultado de oito milhões de euros previstos para o primeiro semestre do ano.
Aeroblog

CHÁVEZ ESTUDA A DERRUBADA DE AERONAVES SUSPEITAS E IGNORA RELATÓRIO DOS EUA




Ontem, durante entrevista coletiva, o presidente venezuelano Hugo Chávez, contrariado, não quis comentar o relatório dos EUA sobre drogas ilícitas, no que toca à Venezuela.

Pelo relatório, a Venezuela está entre os países que menos contribuíram na luta contra o narcotráfico. E os EUA usam o relatório para pressionar Chávez a dotar o seu país, como acontece com a Colômbia, Peru e Brasil, com legislação que autorize o abate de aeronaves sob suspeita de carregamento de drogas proibidas.

A Venezuela foi reprovada pelo governo dos EUA e, no relatório que foi enviado ao Congresso norte-americano, aparece ao lado da Bolívia e da Birmânia (Mianmar), esta última uma velha e conhecida narcoditadura militar. Apesar da reprovação, não haverá sanção econômica para a Venezuela, ao contrário da Birmânia, que, há mais de dez anos, aparece nos relatórios e, por especialistas internacionais, é considerada um narcoestado.

Na coletiva, Chávez disse, apenas, que estuda, à luz do direito internacional, legislações, como a brasileira, que autorizam o abate de aeronaves sob suspeita e cujos pilotos não atendem ordens para aterrar. Sobre tráfico de drogas, lembrou Chávez que os norte-americanos são os maiores consumidores do planeta e o governo dos EUA não consegue reduzir a demanda.

A lei brasileira, no particular, consagra a pena de morte. É inconstitucional. No Brasil, foi objeto de pressão norte-americana. A lei, não sancionada por Fernando Henrique que preferiu engaveta-la, acabou recebendo a aprovação de Lula, apesar da flagrante inconstitucionalidade.

Fora isso tudo, uma aeronave pode ser perseguida, até aterrar.

A autonomia de vôo é limitada. No caso de prisão do piloto, ele poderá se tornar um colaborador de Justiça e fazer revelações importantes. Como todos os céus, a lua e as estrelas sabem, o potente narcotraficante nunca estará na aeronave, mas em terra.

O Brasil mantém, com relação ao tráfico de drogas, cooperação com todos os países das Américas. Portanto, por meio de cooperação, o avião suspeito, caso deixe o espaço aéreo brasileiro, poderá ser perseguido por avião de país amigo.

Convém frisar que o sistema operado pelos EUA, por meio do Comando Sul, detecta e avisa sobre aeronaves suspeitas e coloca os países que estariam na rota da aeronave em alerta.

Assim, não haveria risco de se perder de vista a aeronave suspeita, que, frise-se, poderia ser bombardeada com tinta, isto para ser identificada de forma induvidosa ao aterrar.


No Peru, um avião suspeito já foi bombardeado, com trágico resultado. No seu interior estava uma religiosa com o filho de poucos meses. A mãe e o filho morreram em razão da queda do pequeno avião. Mais ainda, não havia, no avião abatido, drogas ou vestígios delas. No caso, o piloto era inexperiente e se assustou, situação essa agravada pelo fato de o equipamento de rádio não funcionar.

PANO RÁPIDO

A Venezuela entrou na lista norte-americana dos países que não colaboram na luta contra as drogas proibidas por mera represália.

No ano de 2005, o presidente Chávez expulsou agentes da agência norte-americana de drogas (DEA), por bisbilhotagem política: a DEA é conhecida por se dedicar a espionagem no campo político e os seus agentes chegam aos países a título de cooperação na luta contra o tráfico de drogas.

Agentes da DEA, do FBI e da CIA, no Brasil, já bisbilhotaram. À época, o presidente era Fernando Henrique Cardoso.

Um ex-agente do serviço de espionagem da embaixada norte-americana, Carlos Costa, fez revelação sobre a atuação dos espiões e destacou como eram feitos os grampos realizados no palácio do Planalto.

IFR Online

Farsa Aérea Brasileira


rafale-no-chao

Não nos surpreendem os últimos comentários das nossas autoridades políticas sobre o Programa FX-2. O tema Defesa nunca foi prioridade em nenhum dos governos democráticos no Brasil e até na ditadura militar os investimentos nas Forças Armadas sempre foram aquém das necessidades estratégicas do País. Por isso o FX-2 virou motivo para piadas.

Mas causa-nos preocupação de como se dará a operação do Rafale na FAB, caso ele seja definitivamente escolhido, se o próximo governo resolver não dar continuidade aos investimentos para a plena operação dessa aeronave.

O Rafale é sabidamente um caça de custo operacional altíssimo, considerando o padrão da FAB.

Às vezes parece que nossas autoridades não têm a verdadeira noção do real estado das nossas Forças Armadas, particularmente da FAB, que alguns críticos dizem poderia ser chamada de “Farsa Aérea Brasileira”, com seus problemas crônicos de falta de aeronaves disponíveis, falta de combustível e de armamento adequado.

A FAB não precisa de mais “rainhas de hangar”, precisa sim de aeronaves de combate numa quantidade realista para o tamanho e vulnerabilidades do Brasil e com custo operacional baixo.

De nada vai adiantar a compra do Rafale, se forem mantidos os tradicionais contigenciamentos de recursos e falta de seriedade na manutenção de um Poder Aéreo crível.

Blog do Poder Aéreo

Iata: classe executiva cai 14% em julho


Segundo os resultados de julho da Iata, o tráfego de passageiros em classe executiva caiu 14,1% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado. Um progresso, uma vez que a queda durante o mês de julho foi de 21,3%.

Apesar da queda de julho ter sido mais suave e de representar um renascimento do setor das viagens de negócios, há que salientar que as tarifas "premium" estão 23% menores em relação ao ano passado.
De acordo com as previsões da Iata as receitas com segmento corporate vão melhorar a um ritmo muito mais lento que o número de passageiros em sentido lato.
Jornal de Turismo

Neste ano, foram registradas mais de 500 colisões de aviões e aves


Urubus, garças e outras aves que vivem perto dos aeroportos colocam em risco a aviação no Brasil. Só neste ano, foram registradas mais de 500 colisões entre aviões e pássaros.

Um avião foi atingido por um urubu logo depois de decolar do aeroporto do Recife. O choque comprometeu o sistema de pressurização.

Os pilotos sabem que este tipo de ameaça com asas, bicos e penas pode surgir do seu, de repente. As aves podem parecer inofensivas, mas, numa colisão, o estrago é enorme.


Fotos registram o resultado: a fuselagem é danificada como se fosse frágil e um urubu chega a rasgar a asa de um avião. "Elas [aves] podem até derrubar a aeronave, causar um acidente aeronáutico", diz o coronel João Carlos Bienick.

O número é preocupante. Segundo o Centro de Investigação de Acidentes Aeronáuticos, só neste ano, no Brasil, foram registradas 507 colisões entre aves e aviões. E a quantidade não revela a real dimensão do perigo. Os próprios especialistas calculam que apenas 30% desses acidentes são notificados.

O aeroporto do Galeão, no Rio, apresenta o maior número de colisões neste ano: 46. Guarulhos, em São Paulo, vem logo depois com 43. No Recife, foram dez.

O perigo é conhecido. Um lixão na capital pernambucana atrai centenas de urubus e garças. São centenas que ficam na rota mais usada pelos aviões que chegam ao terminal. A área de segurança aeroportuária prevê um raio de 20 quilômetros de distância de qualquer fator de atração de aves. E o lixão está a seis quilômetros.

Em Fernando de Noronha, o risco é provocado pelas garças. Em uma decisão inédita, 500 delas foram eliminadas com uma injeção letal, em dezembro de 2007. Mas a espécie invasora voltou a crescer e será necessária outra estratégia. Os ninhos devem ser retirados até o fim do ano e os ovos, quebrados.

G1

Scott Weiland (Stone Temple Pilot) sofre ataque epiléptico em avião

Scott Weiland (Stone Temple Pilot) sofre ataque epiléptico em avião -


Ex-vocalista dos Velvet Revolver esteve a oxigénio e o avião foi forçado a aterrar.


Scott Weiland (Stone Temple Pilots/Velvet Revolver) sofreu um ataque epiléptico "moderado" durante um voo entre Los Angeles e Miami e teve de receber oxigénio a bordo, tendo mesmo o avião sido forçado a aterrar de emergência em Dallas.

O músico ter-se-á sentido melhor em terra mas acabou por ser transportado para o hospital, avança a Rolling Stone. Um porta-voz do músico disse à revista norte-americana que Weiland "está óptimo" e que este não foi um caso isolado, dado que o cantor tem historial de ataques epilépticos .

Weiland terminou há pouco tempo a digressão norte-americana com os Stone Temple Pilots e iria a Miami actuar com a Scott Weiland Band e apresentar a sua nova linha de roupa, a Weiland for English Laundry.

Aeiou

Aeroporto do Santos Dumont inicia recuperação da pista principal


A partir de 21 de setembro, a pista principal e o pátio do Aeroporto do Rio de Janeiro/Santos Dumont (RJ) passarão por melhorias. A previsão para o término das obras, orçadas em R$ 1,21 milhão, é de 60 dias. Durante esse período, os pousos e decolagens serão feitos pela pista auxiliar do aeroporto, que teve sua reforma concluída em agosto de 2009. As empresas GOL e TAM passam a operar apenas no trecho Rio-São Paulo. Todos os outros voos dessas companhias serão provisoriamente transferidos para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Tom Jobim e os das demais empresas permanecerão operando sem alterações.

As restrições da pista vão interferir apenas na quantidade de aeronaves estacionadas no pátio e no peso máximo permitido às mesmas para pouso e decolagem. “Estamos tomando todo o cuidado para minimizar o impacto na operacionalidade do aeroporto”, explica o Gerente de Operações João Rodrigues Nogueira.

Melhorias
Desde o início do ano, a Superintendência do Aeroporto do Rio de Janeiro/Santos Dumont (RJ) investe em infraestrutura, com o objetivo de oferecer conforto e agilidade nos serviços prestados pela Infraero, como a recuperação e revitalização das esteiras de bagagens e a abertura de mais uma sala de desembarque. Para agilizar o embarque, foi disponibilizado mais um canal de inspeção, num total de cinco módulos. Além disso, foram comprados mais três ônibus para serem incorporados à atual frota, perfazendo um total de seis coletivos.

Atualmente, o aeroporto opera com um total de 290 voos/dia, o que corresponde a um aumento da demanda de 45%, quando comparado ao período das operações assistidas em 2007. Em 2008, o total foi de 3.630.236 passageiros. E, em 2009, o movimento operacional acumulado, de janeiro até julho, foi de 2.584.050 passageiros.

Assessoria de Imprensa Infraero

Infraero terá nova sede

O Presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, deu sinal verde para o início da mudança da sede da Infraero. A diretoria executiva da Empresa vai ocupar, até dezembro deste ano, o antigo prédio da Transbrasil, próximo ao Aeroporto Jucelino Kubitschek, em Brasilia (DF).

Na manhã desta quinta-feira (17/09), o presidente – acompanhado dos diretores e de alguns assessores – visitaram o antigo prédio, que durante anos, foi sede administrativa da antiga empresa aérea. O projeto prevê que até 2010 as novas instalações fiquem prontas para receber os demais empregados da estatal. Hoje, a sede da Empresa fica no Setor Comercial Sul, na Capital Federal.

-“Com este novo prédio vamos ter redução de gastos, maior segurança e melhor acesso, além de ficarmos mais próximos do Aeroporto”, explica o presidente da estatal.

Segundo a coordenadora do projeto, Lilian Neves, “é uma edificação antiga, mas bem construída. Obviamente temos muitas readequações e bastante trabalho pela frente”, avalia a arquiteta da Infraero.

Segundo o grupo que trabalha no projeto, as primeiras ações serão voltadas para o religamento de energia, implantação de rede de dados e voz, implantação do sistema de TV e vigilância, além da readequação da edificação e fachadas do imóvel. “O prédio tem quatro andares e cerca de 8 mil metros quadrados de área”, acrescenta a coordenadora.

No momento, a equipe técnica do próprio Aeroporto de Brasília está fazendo uma avaliação das instalações elétricas e hidro-sanitárias.

Assessoria de Imprensa Infraero

Defesa do Consumidor aprova divulgação de seguro de aeronaves

A proposta obriga as empresas que exploram o serviço aéreo no País a divulgarem, na internet e no interior de suas aeronaves, cópia da apólice ou do certificado de seguro, estando o não cumprimento da medida sujeito a penalização.


A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou, na quarta-feira (16), o Projeto de Lei 2822/08, da deputada Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), que altera os artigos 283 e 302 do Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/86). A proposta obriga as empresas que exploram o serviço aéreo no País a divulgarem, na internet e no interior de suas aeronaves, cópia da apólice ou do certificado de seguro, estando o não cumprimento da medida sujeito a penalização.

A exigência do seguro já está prevista em lei, ao contrário da necessidade de divulgação. Atualmente, para expedir ou revalidar o certificado de navegabilidade das companhias aéreas exige-se a contratação de seguro destinado a garantir a responsabilidade da empresa sobre eventuais danos causados a passageiros, tripulantes, bagagens e cargas. A falta de disponibilidade da cópia dos seguro dificulta a fiscalização dos órgãos responsáveis e a cobrança dos seus direitos por parte dos consumidores.

Principais beneficiários

Para o relator do projeto, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), os usuários de transporte aéreo são os principais beneficiários do seguro. E, por isso, eles devem conhecer os detalhes dessa proteção, como a seguradora contratada, o alcance e as limitações da cobertura. “Ao suprir essa lacuna e ao estabelecer punição em caso de descumprimento, daremos maior solidez ao direito do consumidor à informação adequada e clara sobre os produtos e serviços, dando condições para ele exercer o consumo de modo mais consciente e livre”, afirma Tripoli.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania.

Transporta Brasil

Air Europa estreia Lisboa-Madrid e dá bilhete para 2010

A Air Europa inicia esta segunda-feira a nova rota entre as capitais ibéricas, com três voos diários em cada sentido. Isso permite voltar no mesmo dia e ainda fazer pontes com a restante rede da companhia aérea espanhola do grupo Globalia, seja para a Europa, o Norte de África ou toda a América.

Air EuropaO preço de lançamento, ida e volta, 33 euros (só 31 são as taxas de aeroporto), rivaliza com a forte concorrência, como da TAP e Vueling. Quem estrear o itinerário receberá de presente uma nova viagem em Março de 2010. Os aviões Embraer 195 de 122 lugares saem de Madrid às 8h00, 14h00 e 18h30 e partem de Lisboa às 09h15, 15h15 e 19h45. Há 22.000 lugares mensais ao dispor.

Alma de Viajante


B747 da Lufthansa em voo para Nova Yorque regressa a Frankfurt devido a fuga de óleo


Um Boeing B747 da Lufthansa que efectuava sábado à tarde um voo para Nova Iorque, com 334 passageiros a bordo, regressou a Frankfurt quando já se encontrava a meio da viagem, devido a fuga de óleo num dos quatro motores, segundo a companhia.
A Lufthansa sublinhou que passageiros e tripulantes não estiveram em perigo e que o avião aterrou em Frankfurt sem problemas.
A companhia também indicou que os passageiros desse voo reiniciam a viagem para Nova Iorque hoje à noite.
Uma reporter da estação de televisão norte-americana NBC que se encontrava a bordo comunicou que a voz do piloto era "tensa".
As notícias referem que o avião sobreviava Greenland quando o piloto dediciu voltar apara Frankfurt e que o aparelho poderia ter prosseguido viagem para Nova Iorque com apenas três motores.
Presstur

Mexicana entra na oneworld a 10 de Novembro


A companhia aérea Mexicana vai passar a ser o mais novo membro da aliança global oneworld a partir de 10 de Novembro.
As subsidiárias da companhia aérea mexicana, MexicanaClick e MexicanaLink, vão também passar a ser membros da aliança, a partir da mesma data.
A companhia, que tem sede na Cidade do México, vai aumentar a oferta da oneworld em 67 destinos em 14 países na América Central, do Norte e do Sul e na Europa, dos quais 47 pontos no México.
Presstur

Dassault Aviation entrega oferta final ao Brasil


A construtora aeronáutica francesa Dassault Aviation entregou ao governo do Brasil a oferta final para a venda do avião de combate Rafale, anunciaram fontes da empresa.

"Entregamos um documento às autoridades brasileiras", afirmou à AFP um porta-voz da Dassault.

O Rafale da francesa Dassault, o F18 da americana Boeing e o Gripen da sueca SAAB participam de uma licitação no Brasil para a compra de 36 caças, uma operação avaliada em sete bilhões de dólares.

O ministério da Defesa fixou o dia 21 de setembro como data limite para que os concorrentes apresentassem formalmente suas ofertas comerciais.

Na semana passada, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou no Senado que o Rafale era a "opção" do governo brasileiro, bastando para isto que a França cumprisse a promessa de transferência de tecnologia.

No início do mês, durante uma visita do presidente francês Nicolas Sarkozy a Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a abertura de negociações com a Dassault.
Webtranspo

Obra em aeroporto Santos Dumont, no Rio, não vai alterar vôos da Webjet

Os voos de chegada e partida da WebJet não sofrerão alterações com o início das obras do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira (21/09).

A companhia terá mantida a operação das 14 frequências diárias do aeroporto nacional
carioca para os seguintes destinos: Brasília, São Paulo (Guarulhos), Belo Horizonte (Confins), Porto Alegre e Curitiba. Há ainda opções com escala para Fortaleza, Recife e Salvador.

Mercado e Eventos

Fusão realça desafios no leasing de aviões



A proposta de fusão das empresas europeias de leasing de aviões AerCapHolding NV e Genesis Lease Ltd. realça as grandes mudanças em curso no setor, que movimenta US$ 147 bilhões por ano, agora que as maiores do ramo lutam com problemas de crédito e as de médio porte tentam melhorar suas posições.

A AerCap, que tem sede em Amsterdã, fechou acordo sexta-feira para a compra da concorrente menor, da Irlanda, por US$ 300 milhões, criando a terceira maior empresa do setor em tamanho da frota. Juntas, AerCap e Genesis teriam 358 aviões. Desses, dois são ERJ-170s da Embraer, pertencentes à frota da Genesis.

A oferta de US$ 8,81 por ação corresponde a um prêmio de 27% sobre o preço de fechamento dos ADRs da Genesis no dia 11, o último dia de operações com a ação antes de a empresa anunciar que estava negociando com um interessado não identificado. As duas empresas estão listadas na Bolsa de Nova York.

O negócio acontece no momento em que empresas de leasing que controlam pelo menos um quarto dos 6.270 aviões do setor estão à venda.

Algumas da maiores empresas de leasing de aviões - a maioria delas americana - estão enfrentando o impacto da crise de crédito. As empresas mais saudáveis de segunda linha na Europa e na Ásia, como a AerCap, estão tentando aproveitar as dificuldades das maiores e crescer na recessão.

As empresas de leasing de aeronaves são donas ou administram mais de 35% de todas as aeronaves em operação no mundo, com um valor total de aproximadamente US$ 147 bilhões, segundo analistas de aviação da Ascend Worldwide Ltd. Nos últimos anos, elas compraram praticamente um de cada três aviões fabricados pela Boeing Co. e pela Airbus.

Mas a crise de crédito cortou o acesso de muitas empresas de leasing a fontes de recursos de que necessitam para financiar suas compras de aviões.
Webtranspo

Jobim cobra definição sobre transferência de tecnologia



Começa hoje a fase final e definitiva do programa F-X2, para escolha do novo caça avançado da Força Aérea. O pacote de informações suplementares solicitadas pelo governo aos finalistas, esperado para hoje no Ministério da Defesa, em Brasília, tem grande chance de ganhar novo prazo. O essencial, afirma o ministro Nelson Jobim, é que "sejam minuciosas e claras".

Para Jobim, é preciso esclarecer o significado concreto de certas palavras, como "ilimitada", contida na oferta da França, e "necessária", presente na manifestação dos Estados Unidos, no ponto em que ambos os documentos tratam da transferência de tecnologia. No caso da Suécia, o ministro considera que não está nítido o esquema que permitirá contornar restrições em relação aos sistemas fabricados nos EUA e utilizados no Gripen NG.

A encomenda vale cerca de US$ 7,5 bilhões, envolve 36 supersônicos e vai crescer até cerca de 120 caças, a meta de longo prazo da Aeronáutica.

A Casa Branca participa como pode - e pode muito. O principal obstáculo na aquisição do F-18 E/F Super Hornet é a legislação referente à abertura dos conhecimentos sensíveis. Esse é um requisito da seleção F-X2.

Sob risco de desqualificação, a proposta da Boeing recebeu garantias diretas do Departamento de Estado e do presidente Barack Obama. No dia 13 de agosto, seu gabinete informou que o conjunto de leis referentes seria revisto. Há quatro dias, o secretário de imprensa, Robert Gibbs, revelou que a intenção é atualizar o procedimento, criado durante a Guerra Fria, nos idos de 1968, de forma a encarar desafios comerciais atuais. Não se falou do caso brasileiro. Nem era necessário: no dia 4, o congresso americano aprovou a entrega das tecnologias exigidas. Todavia, os oferecimentos da Dassault e da Saab continuariam sendo mais abrangentes.

Há duas semanas os fornecedores internacionais, a Boeing, americana, a Dassault, francesa, e a Saab, sueca, estão empenhados em melhorar cada uma das ofertas finais.

A decisão, acredita um brigadeiro da Aeronáutica, depende agora apenas de avaliações estratégicas - para o oficial, toda a equação técnica está resolvida, considerado o fato de que os três aviões, o F-18 E/F, o Rafale-3 e o Gripen NG, podem assumir a missão operacional da Força, com variações de peculiaridades.

A posição mais delicada é a do consórcio Rafale International, que reúne as empresas fabricantes do caça francês. Depois do anúncio do dia 7, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou ao presidente Nikolas Sarkozy que a preferência era pelo jato de combate da Dassault, o favoritismo depende da confirmação do ajuste prometido pelo grupo.

Os pontos a serem reposicionados estão na área de custos, de aquisição e de operação. Sarkozy assumiu o compromisso de trazer a hora de voo para os padrões praticados na Armée de L"Air, entre US$ 8 mil e US$ 9 mil. É próximo do avaliado para o F-18, mas ainda é o dobro do garantido como sendo o teto do Gripen NG.

Na área técnica do Comando da Aeronáutica a redução é um problema fácil de resolver: os especialistas lembram que a formação do preço leva em conta a despesa com infraestrutura e logística, significativamente menor no Brasil em relação à Europa ou as áreas de conflito. Os mesmos oficiais sustentam que os centros de operações aéreas dos dois países estão trocando informações referentes.

Executivos franceses do setor aeroespacial, que não querem ser identificados, acreditam na reorganização da negociação pela abordagem de outros tópicos, como os termos do financiamento, mais os cronogramas de pagamentos e de cadência de entregas das aeronaves. Os analistas lembram que as discussões da Comissão Coordenadora do Programa da Aeronave de Combate (Copac) com as três empresas selecionadas, são mantidas ininterruptamente desde janeiro.

Na Saab, a expectativa é de que o último polimento no processo possa ser determinante na reta final. A empresa oferece participação em 40% do caça - tanto na versão BR, que participa da F-X2, como na produzida para a força aérea sueca. Nenhum componente possível de ser produzido pela indústria brasileira será replicado na Suécia. A proposta de fabricar no País todos os aviões, desde a primeira unidade, foi formalizada.

O Estado de S. Paulo

Mercado de aviação chinês pode aumentar até 7,9% anualmente em 20 anos


O mercado da aviação na China pode aumentar até 7,9% a cada ano nos próximos 20 anos, segundo um relatório da empresa Airbus SAS, o maior fabricante mundial de aviões comerciais, informou nesta segunda-feira a agência oficial Xinhua.

A China seria, assim, o segundo maior mercado do mundo com um crescimento mais rápido, justamente atrás da Índia, onde se espera um aumento de 10% nas próximas duas décadas.

O relatório assinala que 25 mil novos aviões no valor de US$ 3,1 bilhões serão entregues entre 2009 e 2028 no mercado aéreo mundial.

Está previsto que Ásia e Pacífico representem nos próximos 20 anos 31% da demanda, seguidos por Europa, com 25%, e América do Norte, com 10%.

A companhia Airbus SAS prevê também que o mercado da aviação no mundo diminuirá 2% em 2009, mas no entanto vê possível um aumento de 4,6% durante o próximo ano, no meio de uma recuperação econômica.

O transporte aéreo civil da China continuou se recuperando em agosto segundo mostram os três principais indicadores das estatísticas da Administração de Aviação Civil da China.

Folha Online