PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM
PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Anac investiga queda de peça de Boeing cargueiro em decolagem


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta quarta-feira que um avião cargueiro, modelo Boeing 727-200F, perdeu parte da carenagem (peçade revestimento) ao decolar do aeroporto de Cuiabá (MT), na última sexta-feira.

Segundo a Anac, a peça foi enviada para análise e a empresa Rio Linhas Aéreas, notificada. A carenagem caiu em uma rua no trajeto entre o aeroporto e o centro de Cuiabá, sem causar danos. O avião fazia a rota entre a capital mato-grossense e São Paulo.

A Rio Linhas Aéreas, que tem sede em Curitiba (PR), afirmou que tomou conhecimento do caso na segunda-feira, por comunicação da Anac. Segundo a empresa, a peça que se desprendeu na decolagem é metálica e tem 20cm de altura por 60cm de largura.

Ela teria se soltado de perto do freio aerodinâmico, mas sua falta não teria interferido no funcionamento do avião. Uma investigação interna está sendo feita para revelar porque a peça caiu. Os dados devem ser apresentados à Anac na próxima segunda-feira, segundo a empresa dona do avião, que ressaltou que a manutenção estava em dia.

TERRA


ILS-3 esbarra em despreparo de tripulações


O Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba, dispõe de um sistema de pouso por instrumentos para operar com visibilidade e teto reduzidos devido a nevoeiros, o ILS-2.

Só que o sistema não consegue operar em situações extremas, ao contrário da versão mais avançada, o ILS-3, que permite que os aviões se aproximem da pista de pouso com pouca ou nenhuma visibilidade.

Existe a possibilidade de que o ILS-3 já esteja instalado no período da Copa. Em 14 de abril, o Ministério da Defesa e a Infraero se comprometeram a instalar o ILS-3 no Afonso Pena até o fim de 2011. No entanto, embora o ILS-3 seja apontado como a solução ideal para o fim dos atrasos e cancelamentos nas manhãs curitibanas, há dúvida com relação à eficácia do equipamento, pois a maioria das tripulações (pilotos e copilotos) não está habilitada a operá-lo, confirmam o Sindicato Nacional dos Aeronautas, o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) e especialistas.

“O ILS-3 prevê teto zero e visibilidade zero. Para fazer esse tipo de aproximação, a tripulação teria de estar habilitada”, afirma João Carlos Mattioda, professor da Faculdade de Ciências Aero­­­náu­­­ticas da Universidade Tuiuti do Paraná. Já a maioria das aeronaves dispõe do equipamento a bordo, segundo o professor.

A habilitação de pilotos é responsabilidade das companhias aéreas. O diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Carlos Camacho, afirma que isso implica em gastos com cursos, treinamento prático e testes de verificação. “Não é procedimento para Curitiba, mas para aeroporto de grande fluxo”, diz. O diretor técnico do Snea, Ronaldo Jenkins, afirma que os equipamentos são caríssimos e demandam treinamento muito grande. “Nossas tripulações não estão preparadas para operar o ILS-3. Demanda treinamento muito além do que é feito hoje”, diz. Mas se o modelo for instalado e houver necessidade, o diretor confirma que as tripulações poderiam ser habilitadas.

gazeta do povo

Avianca (Colômbia) leva mais passageiros ao Exterior

Um Airbus A330 da empresa colombiana (divulgação Avianca)
Um Airbus A330 da empresa colombiana (divulgação Avianca)
A Avianca, da Colômbia, anunciou os resultados relativos ao primeiro trimestre do ano. Sobre o número de passageiros transportados ao Exterior, a aérea informou que houve um incremento de 2,8% no período em relação ao mesmo período de 2009 – 727.652 pessoas contra 708.157.

E por falar em voos ao Exterior, a Avianca lançou uma nova rota: Medellín, na Colômbia, a Madri, na Espanha. Os voos diretos começam em 3 de julho e serão operados duas vezes por semana com o Airbus A330 em três classes – 18 assentos na primeira, 12 na econômica plus e 222 na econômica.
PANROTAS

Brasil teve 31 acidentes com avião neste ano

Estatística, que inclui pequenas panes, é a melhor do país desde 2007



O Brasil tem conseguido reduzir significativamente o número de acidentes em seu espaço aéreo. Relatório divulgado neste mês pela Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, mostra que houve 31 acidentes no país neste ano. É o menor número desde que a série estatística mês a mês da agência passou a ser divulgada na internet, em 2007.

O número de acidentes pode parecer alto, mas isso se deve ao fato de que entram na estatística quaisquer problemas ocorridos durante o voo, o que não quer dizer que o avião tenha caído ou que tenha havido feridos e mortos. O relatório mostra como acidente, por exemplo, pouso antes da pista ou pouso brusco.

O menor número de acidentes nos três anos anteriores entre janeiro e abril havia sido em 2007, quando foram registradas 34 ocorrências no quadrimestre. Nos dois anos seguintes, foram anotados 39 e 38 acidentes, respectivamente.

A nova queda na estatística mostra uma redução consistente que o Brasil vem conseguindo no número total de acidentes aéreos. Nos anos 90, a média nacional ficava em cerca de 400 acidentes por ano. Nos anos 2000, o número tem ficado perto de 100.

No Paraná, segundo a Anac, foram registrados dois acidentes até o fim de abril em 2010. Um deles envolveu o deputado estadual Valdir Rossoni. O avião teve problemas no pouso em União da Vitória (foto), mas ninguém se feriu. O outro acidente, registrado como caso de perda de controle em voo, ocorreu em Campo Mourão, e envolveu a Brasag, Brasil Serviços Aeroagrícola Ltda.
JORNALE

PASSAREDO lidera ranking de aprovação da Anac


Com uma média de 8,29, a Passaredo Linhas Aéreas passou a ocupar, no dia 7, o primeiro lugar no ranking de aprovação do passageiro, desenvolvido pelo site da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A ferramenta tem como objetivo possibilitar ao usuário da aviação regular avaliar a sua satisfação com a qualidade dos serviços prestados pelas companhias aéreas nacionais e estrangeiras que operam no Brasil.
BRASILTURIS

Z cria campanha para lançar Avianca no Brasil


O brasileiro já pode conhecer uma nova companhia área: Avianca. A novidade está sendo divulgada por meio de uma ampla campanha publicitária desenvolvida pela Z , agência associada ao grupo Havas, sob o conceito: “Voe pelo Brasil com padrão internacional de qualidade”. O objetivo é apresentar a Avianca, que pretende proporcionar aos passageiros brasileiros “o prazer de voar como se fosse a primeira vez”. A estratégia de mídia contempla duas versões de comerciais para a TV (de 1 minuto e de 30 segundos), mídia impressa, rádio e internet.

Os anúncios podem ser conferidos nesta semana, na edição da revista VEJA, entre outros veículos, e a versão de 1 minuto do filme começou a veicular nos intervalos do programa Fantástico, da Rede Globo, ontem. Segundo Rodrigo Cerveira, diretor de Planejamento da Z , a campanha traz o principal valor da marca Avianca, identificado pela agência no processo de imersão na cultura da empresa, que é uma legítima e genuína dedicação aos passageiros. “É uma questão além do servir, que é um caminho percorrido e desejado por todas as companhias aéreas”, diz.

Para ressaltar esse “novo jeito de voar”, o comercial criado pela Z mostra crianças – que representam uma nova geração de consumidor, que vai redescobrir o prazer de voar - percorrendo o espaço do avião e conhecendo o conforto e a sofisticação da frota Avianca.

Mantendo o slogan “Voando para conquistar você”, utilizado anteriormente pela OceanAir, a primeira etapa da campanha será veiculada até 12 de maio. Depois volta ao ar no final do mês. Nas duas fases, a ação pode ser vista em todas as praças onde já existem rotas de vôo da Avianca, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Nordeste, Porto Alegre, entre outras.

Com sede na Colômbia, a Avianca é uma das maiores empresas de aviação da América Latina, com 90 anos de atuação e mais de 100 destinos. Para desenvolver a operação da Avianca no Brasil, a frota que servia o país anteriormente foi renovada. Foram adquiridos quatro aviões Airbus 319. Além de conquistar novas rotas pelo Brasil, a companhia pretende ampliar sua participação no mercado.

Confira o vídeo da campanha:


ADNEWS

Aeronáutica abre 164 vagas para oficiais


A Aeronáutica oferece 164 vagas nos cursos de Formação de Oficiais Aviadores, Intendentes e de Infantaria de 2011.

Do total de oportunidades, 90 são para o Quadro de Oficiais Aviadores, destinadas a ambos os sexos; 49 para o de Intendentes, destinadas a ambos os sexos; e 25 para o de Infantaria, destinadas somente a candidatos do sexo masculino.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 60 e podem ser feitas das 10h do dia 17 de maio às 15h do dia 17 de junho por meio da página www.fab.mil.br. Os interessados poderão concorrer às vagas de mais de um curso.

Podem participar brasileiros nascidos entre 1º de janeiro de 1990 e 31 de dezembro de 1994. Os aprovados farão o curso de formação na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), em regime de semi-internado. O curso tem duração de quatro anos e oferece o diploma de bacharelado na área específica de formação.

Durante o curso, os cadetes receberão remuneração fixada em lei, alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária. Após o curso, eles serão nomeados aspirantes-a-oficial da Aeronáutica e serão distribuídos nas Organizações Militares do Comando da Aeronáutica, onde poderão alcançar, como último grau hierárquico, o posto de coronel.

Diário do Pará

Air Moldova recebe primeiro jato Embraer 190

O  jato da Air Moldova (divulgação Embraer)
O jato da Air Moldova (divulgação Embraer)
A Embraer entregou na semana passada (quinta, dia 6) o primeiro jato Embraer 190 à Air Moldova, na sede da fabricante, em São José dos Campos (SP). O acordo com a companhia aérea da República Moldova, localizada no Leste Europeu, foi anunciado em fevereiro de 2008 e inclui direito de compra para um outro avião do mesmo modelo.

O jato comprado pela Air Moldova é o primeiro com interior com 114 assentos em classe única. A aeronave atenderá às rotas europeias e do Oriente Médio operadas pela empresa a partir de Chisinau, a capital da Moldova.

A Air Moldova é uma companhia estatal fundada em janeiro de 1993, que se tornou na prática a operadora aérea nacional. A partir do hub no Aeroporto Internacional de Chisinau, a empresa opera voos diretos para 16 cidades europeias. Além das operações regulares de transporte de passageiros, a Air Moldova oferece serviços de transporte de carga e correspondência, bem como voos fretados. Para mais informações, acesse www.airmoldova.md.
PANROTAS

Avião que caiu na Líbia tinha 1.600 horas de voo, diz Airbus

O Airbus A330-200 operado pela Afriqiyah Airways que caiu na Líbia, nesta quarta-feira (12), tinha voado cerca de 420 vezes, acumulando aproximadamente 1.600 horas de voo, de acordo com nota divulgada pela Airbus.

Veja imagens do acidente em Trípoli

Airbus A330-200Foto de arquivo mostra o Airbus A330-200 da Afriqiyah Airways decolando do aeroporto Gatwick, de Londres, em 15 de outubro de 2009. (Foto: AP)

Ainda segundo o comunicado, a aeronave – registrada como 5A-ONG – tem o número de série 1024 e foi produzida em setembro de 2009. Além disso, o avião era equipado com motores CF6-80E1, da General Electric.

Entregue pela primeira vez em abril de 1998, o Airbus A330-200 é um “widebody” (avião comercial com três fileiras de assento e dois corredores), bimotor, capaz de transportar 253 passageiros, com alcance de até 7.250 milhas náuticas (13.400 km).

“Relatórios preliminares indicam que o avião caiu abaixo do limite da pista durante o procedimento de aterrissagem”, diz a nota, acrescentando que havia 93 passageiros e 11 tripulantes a bordo no momento do acidente.

Em nota, a Airbus afirma ainda que está enviando uma equipe de assessores técnicos ao local do acidente para apoiar e acompanhar as investigações.
G1

Airbus A380 traça rota do fracasso



A recessão, a falta de flexibilidade operacional e o Boeing 787 no horizonte explicam o facto de o A380 ter atraído apenas um novo cliente desde 2007. A Airbus responde que o superjumbo é a chave para resolver o caos aéreo e quer duplicar as entregas este ano. Como aliados conta com os passageiros, deslumbrados com os luxos a bordo.


O Airbus A380 superjumbo corre o sério risco de se tornar um fracasso comercial. Cerca de cinco anos após o primeiro voo de teste, a aeronave de 525 lugares está ainda mais de 200 unidades aquém do volume necessário para tornar rentável o projecto da construtora aeronáutica europeia. Para adensar as nuvens negras sobre o A380, apenas uma nova companhia aérea se juntou aos clientes do aparelho desde o início das operações comerciais em 2007. Neste quadro, as entregas abrandaram para dez aviões no ano passado, face aos 12 contabilizados em 2008.

Esta reacção fria ao navio-almirante da frota da Airbus, alicerçada em apenas 202 encomendas desde que o modelo foi colocado à disposição dos interessados há uma década, contrasta com o boom das encomendas e vendas globais de aviões, que levou as transportadoras a firmarem contratos para mais de 3 mil aparelhos wide-body (com dois corredores) no mesmo período. A própria Airbus reconhece que está a anos de distância de fazer dinheiro com o A380, cujo projecto de desenvolvimento orçou em mais de 18 mil milhões de euros e foi implementado para desafiar o domínio exercido ao longo de décadas pela rival norte-americana Boeing no mercado dos aviões para voos de longo curso.

"Só há uma mão cheia de rotas onde se pode utilizar o A380 e se o tráfego quebrar nessas rotas a operadora fica num beco sem saída", adverte a propósito Richard Aboulafia, vice-presidente da Teal Group, uma empresa de análise aeroespacial. "O A380 deve ser considerado um write-off de 25 mil milhões de dólares e um acto de irresponsabilidade industrial", reforça Aboulafia, citado pela agência de informação financeira Bloomberg.

A380 defendido por três CEO
A ideia do superjumbo foi promovida na década de 90 pelo antigo CEO da Airbus Jean Pierson. O seu sucessor Noel Forgeard deu seguimento ao projecto com o apoio da Daimler e da Lagardere, as duas maiores accionistas da European Aeronautic, Defence and Space (EADS), empresa-mãe da Airbus. Forgeard acabaria por ser afastado em 2006, após um atraso de seis meses na produção do A380.
Imune às posições contrárias e aos dados negativos, Louis Gallois, que lidera hoje os destinos da EADS, defendeu, em entrevista ao Bild-Zeitung, que o A380 é um "vencedor" e que os mais de 200 aviões vendidos até ao momento representam um sucesso: "o seu tamanho é a única resposta certa para o congestionamento nos aeroportos ao redor do globo", sublinhou.

A construção do A380 custou mais 50% do que a Airbus previa inicialmente, com pequenas falhas de software a provocarem paralisações na produção, atrasos que depois se estenderam até aos dois anos e meio. Apesar desta turbulência, a Airbus pretende duplicar as entregas para 20 aeronaves este ano, um objectivo que a própria fabricante apelidou de "agressivo".
Neste âmbito, a Deutsche Lufthansa vai receber o seu primeiro A380 este mês, transformando-se na segunda companhia aérea europeia, depois da Air France, a operar o aparelho. Por seu lado, a Singapore Airlines encomendou 25 unidades do A380, enquanto a Emirates se comprometeu a adquirir outras 58. Refira-se que o preço de tabela de um A380 ascende a 327 milhões de dólares (253,3 milhões de euros), apesar de os clientes iniciais terem direito a descontos e da Airbus incorrer em penalizações por entregas tardias.

A Airbus promove o A380 como uma aeronave mais eficiente em termos de consumo de combustível por passageiro e por milha do que os aviões mais antigos e de menores dimensões, permitindo às transportadoras aliviarem o congestionamento nos principais aeroportos e nas rotas mais procuradas. Quanto às companhias que operam o superjumbo, afirmam que o avião agrada aos passageiros, atraindo os viajantes com a sua disposição em dois pisos e comodidades a bordo como as cabinas de primeira classe ou os bares.

Recessão tira brilho ao A380
No entanto, os benefícios do A380 podem perder algum brilho num mercado em recuperação de uma recessão global que anulou seis anos de crescimento das viagens premium, de acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). A título de exemplo, a australiana Qantas retirou cabinas de primeira classe de alguns dos seus A380 e encolheu a business class para dar espaço aos lugares de classe económica.

Em termos sectoriais, as companhias aéreas preparam-se para perder 2,8 mil milhões de dólares este ano, em baixa contra o prejuízo colectivo de cerca de 9,4 mil milhões de dólares registado em 2009, segundo uma previsão da IATA anterior à nuvem de cinza vulcânica islandesa, que custou às transportadoras milhares de milhões de euros em receitas perdidas. Os efeitos do aumento ou contracção das viagens aéreas podem demorar mais de um ano a atingirem as fabricantes, com as companhias aéreas a levarem algum tempo para adaptarem os seus padrões de encomendas à procura.

As construtoras aeronáuticas estimam em seis meses o desfasamento entre o momento em que o lucro das transportadoras recupera e aquele em que começam a encomendar novos aviões.
Desta forma, apesar do enquadramento económico estar a melhorar, as transportadoras podem não se revelar mais inclinadas a encomendar o superjumbo do que durante a recessão. Assim, diversos clientes do A380 solicitaram adiamentos, mantendo as entregas de aviões wide-body mais pequenos. Entre estes clientes contam-se a Air France-KLM, Etihad, Qatar Airways e Virgin Atlantic.

Em resumo, com os aviões wide-body produzidos com materiais compósitos, como o Boeing 787 Dreamliner, aguardado para o final do ano, a inundarem o mercado, o Airbus A380, com o seu peso máximo de descolagem de 569 toneladas, pode não atingir altos voos por lhe faltar a flexibilidade que as companhias aéreas exigem para responderem à crescente preferência dos passageiros por voos directos.


A350 aprende com os erros do superjumbo
A Airbus está a apertar o controlo sobre a forma como as companhias aéreas podem adaptar as cabinas do A350 às suas preferências, após a miríade de pedidos de interiores personalizados ter provocado derrapagens de custos e atrasos no projecto do seu irmão de maiores dimensões A380.

A construtora aeronáutica sedeada em Toulouse, França, antecipa um mercado muito superior para os aparelhos do tamanho do A350 do que no caso do superjumbo e vai desenvolver todos os esforços para evitar adiamentos, confirmou Tom Williams, vice-presidente-executivo da Airbus, citado pela agência Bloomberg. O A350, que pretende fazer frente aos Boeing 777 e 787, deve entrar ao serviço em 2013, tendo atraído 530 encomendas de 33 clientes. Por seu lado, o A380 começou a voar no final de 2007,
dois anos e meio depois do previsto e 50% acima do orçamento inicial.

A Airbus sofreu para satisfazer os pedidos de cada transportadora, incluindo chuveiros, bares e suites privadas em certos casos. "Onde entrámos em problemas foi nas adaptações", reforçou Williams, sublinhando que a empresa aprendeu a lição e se tornou mais rigorosa nesta área no caso do A350.

OJE.PT

Azul é mais uma vez a empresa aérea doméstica mais pontual


Em abril, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi mais uma vez a empresa mais pontual do Brasil. De acordo com levantamento feito pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), a Azul registrou 94,2% % dos voos no horário correto.

A conquista mantém a empresa na posição de mais pontual no acumulado de 2010. No ano passado, a Azul foi a empresa mais pontual do ano. As estatísticas levam em conta atrasos superiores ou iguais a 30 minutos.
jornal de turismo

Temos Vagas: Mecânico de helicóptero

Dados da empresa

Empresa:
Confidencial
Descrição:
Empresa no ramo de Táxi Aéreo.
Porte:
Pequena
Ramos:
  • Transporte

Dados da vaga

Vaga:
Mecânico de helicóptero
Código da vaga: 1128613
Data de atualização:
10/05/2010
Quantidade:
1 vaga
Descrição:
Ensino médio completo.
Desejável experiência em manutenção de aeronaves.
Ter licença da ANAC (célula, motopropulsor ou aviônico) e conhecimento em inglês técnico de aviação.
Disponibilidade para atuar em regime de missão.

Faixa salarial:
A combinar
Níveis hierárquicos:
Especialista com Ensino Médio
Área(s) de atuação:
Manutenção
Cidades:
MACAE/RJ (1 vaga)
Emprego Certo

Tessália faz fotos sensuais em hangar de aviões

Fotos: Reprodução

Fotos: Reprodução

tessalia-sexy-hangar02

Depois de posar para a “Playboy”, Tessália parece ter tomado gosto por fazer fotos sensuais. Nesta terça (11), a ex-BBB colocou em seu blog os cliques do fotógrafo Sérgio Mendonça. Mas a moça avisa que as imagens não vão ser publicadas por aí – são apenas para seu book pessoal.

abri

Menino que sobreviveu à queda de avião é operado na Líbia

Menino que sobreviveu à queda de avião é operado na Líbia

HAIA — O menino que foi o único sobrevivente nesta quarta-feira no acidente de avião da companhia aérea Al Afriqiyah em Trípoli sofreu várias fraturas e foi operado, anunciou uma porta-voz do ministério holandês das Relações Exteriores.

"Ele está sendo operado por causa de diversas fraturas", declarou Ozlem Canel, porta-voz do mnistério, contatada pela AFP por telefone.

A fonte disse ignorar a gravidade dos ferimentos.

Um membro da embaixada da Holanda em Trípoli se reuniu com o médico do menino e espera conversar com ele depois da operação.

"Não sabemos com certeza se é holandês", acrescentou a porta-voz. Segundo as autoridades líbias, o único sobrevivente do acidente, no qual morreram 103 pessoas, é um menino holandês de 8 anos.

AFP

Criança sobrevive a queda de avião em Trípoli que mata 103 pessoas





A queda de um avião de uma companhia aérea líbia, esta manhã, junto ao aeroporto da capital, Trípoli, matou 103 pessoas. Apenas uma criança sobreviveu.

Equipas de resgate junto aos destroços
Equipes de resgate junto aos destroços (Reuters)

O rapazinho, de nacionalidade holandesa e dez anos de idade, está a ser assistido num hospital perto da capital líbia, mas não apresenta ferimentos que ponham em risco a vida, precisou o ministro dos Transportes, Mohamed Zidan, em conferência de imprensa realizada junto local do acidente.

Um primeiro balanço de 105 vítimas foi avançado pela televisão Al Arabiya, citando então fontes oficiais locais. Mas mais tarde, a linha aérea líbia operadora do avião, a Afriqiyah Airways, avançou que viajavam a bordo do Airbus 330 o total de 93 passageiros, de várias nacionalidades, e 11 tripulantes, estes últimos todos de nacionalidade líbia.

O primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, confirmou já que se encontravam a bordo "dezenas" de cidadãos do país, mas sem avançar certezas sobre um número exacto das vítimas. Fontes oficiais vieram mais tarde precisar que 61 holandeses morreram no desastre.

A Afriqiyah Airways revelou, por seu lado, que viajvam também no Airbus vários britânicos e que pelo menos 11 dos passageiros eram líbios.

As autoridades da Líbia descartaram já a hipótese de se ter tratado de um atentado suicida.

O voo partira de Joanesburgo, África do Sul, na noite anterior e o acidente ocorreu pelas 06h00 locais (05h00 em Lisboa), poucos minutos antes da aterragem no aeroporto de Trípoli. "[O avião] explodiu ao aterrar e desintegrou-se totalmente", descreveu um responsável pela segurança, citado sob anonimato pela agência noticiosa francesa AFP.

A segurança em volta do aeroporto foi reforçada e na zona é testemunhada a circulação de ambulâncias e veículos da protecção civil. Todos os acessos foram interditos ao trânsito particular.
publicopt

Um homem ficou ferido na tarde desta segunda-feira (10), depois que um avião monomotor fez um pouso forçado em um canavial, no bairro da Roseirinha, e

Um avião que passava por manutenção no aeroclube de Itápolis, teve de fazer pouso forçado num canavial da cidade, localizada a 357 km da capital paulista. O acidente teria ocorrido durante um voo para testar os reparos no motor. Segundo a polícia, pouco depois de decolar a aeronave apresentou problemas. O mecânico Fabio Sanches, de 37 anos, teve ferimentos leves e foi encaminhado à Santa Casa da cidade. O piloto não se feriu. O piloto Marcos Morandi Filho, de 22 anos, não se feriu. A aeronave pertence a um empresário do Paraná.
o globo

FAB testa avião espião não-tripulado

Do Primeiro Jornal

Será um pássaro? Um avião? Não, é o helicóptero do Papa


Depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter encomendado a missão de transporte do Papa à Força Aérea (FA), em Janeiro deste ano, foram apresentadas ao Vaticano várias propostas de decoração da cabine do helicóptero. E a Santa Sé não esteve com meias-medidas - escolheu a VVIP (very very importante person). Já a partir de amanhã, cinco helicópteros Merlin EH 101 vão estar mobilizados exclusivamente para transportar o Papa, primeiro de Lisboa para Fátima, depois de Fátima para o Porto. A tarefa foi entregue à esquadra 751, instalada no Montijo e normalmente vocacionada para resgates e salvamentos.


Antes de embarcarem, o Papa e o seu séquito vão subir por uma rampa colocada a 25 centímetros do solo, apoiada por dois degraus vermelhos - uma exigência do Vaticano (que recusou, no entanto, que fosse instalado um corrimão para Bento X VI se apoiar). No exterior dos helicópteros foram colados, na quinta-feira, autocolantes com o brasão do Papa, mas a maior preocupação centrou-se nos interiores.

A cabine - um espaço de 14 metros quadrados por 1,82 metros de altura - tem ar condicionado e 16 cadeirões de pele branco-pérola, emprestados à FA pela empresa construtora dos helicópteros. No entanto, a cabine só irá transportar 12 passageiros. Quatro das poltronas têm braços de descanso e o chão foi forrado com alcatifa cinzenta. Na cabine, o Papa vai ficar sentado a 2,5 metros de distância do cockpit e terá ao lado um cadeirão vazio, só para apoiar um par de auscultadores que usará para comunicar com a tripu lação - o tenente-coronel António Moldão, o major João Carita e o sargento-ajudante Manuel Parreira. De resto, até os auscultadores serão diferentes do habitual. Normalmente são construídos com esponja, mas os de Bento XVI serão de silicone, para aumentar o conforto. Perto do Papa estará sentado Manuel Parreira, que assumirá a função de operador de sistemas, e Georg Gaenswein, secretário pessoal de Bento XVI. Para o caso de alguma coisa falhar, a Força Aérea preparou uma réplica do helicóptero - com interiores exactamente iguais.

Amanhã os helicópteros vão descolar da Portela e farão um desvio para sobrevoar o Cristo Rei, em Almada. Só depois seguirão para Fátima. Primeiro descola, por razões de protocolo, o aparelho de Bento XVI, que, no entanto, será sempre o último a aterrar. Cinco minutos depois descolam os helicópteros que transportam o resto da comitiva (e uma réplica). Na sexta-feira vão sobrevoar as vinhas do Douro, depois do que devem aterrarem na serra do Pilar. Antes de regressarem ao Montijo, os helicópteros da FA reabastecem em Ovar.

Hoje, e assim que o avião do Papa entrar no espaço aéreo português, quatro F16 estarão de alerta.
Bento XVI terá ar condicionado, 16 cadeirões de pele e um chão  forrado a alcatifa eduardo martins

Avião da Air France pode ser encontrado até 4ª feira


O jato da Air France que ia do Rio de Janeiro para Paris e caiu, no Oceano Atlântico, com 228 pessoas a bordo, ano passado, pode ser encontrado até quarta-feira, afirmou hoje o chefe da agência francesa de investigação de acidentes (BEA, pela sigla em francês). Os sinais transmitidos pelas caixas-pretas do avião, detectados nas profundezas do Oceano Atlântico, foram analisadas na semana passada com a ajuda de uma nova tecnologia que ajudou a estreitar a zona de buscas.

O chefe das investigações, Alain Bouillard, disse que, se o avião for encontrado na área onde os sinais das caixas-pretas foram detectados, isso sugere que ele deu meia volta após atingir a última posição registradas pelos controladores de tráfego. "É uma hipótese provável", disse ele. "A questão é por quê?"

O chefe da BEA, Jean-Paul Troadec, disse que especialistas em sonar da empresa francesa Thales continuam a estudar os dados das primeiras buscas, quando as caixas-pretas ainda emitiam sinais. Usando as novas informações analisadas, os esforços de buscas estão concentrados numa zona de 10 quilômetros por 20 quilômetros, dois terços da qual já foram exploradas.

Troadec disse que os investigadores irão primeiro tentar encontrar resquícios do avião e então procurar as caixas-pretas, sem as quais as causas do acidente nunca serão conhecidas. Submarinos não tripulados estão realizando buscas na área, disse ele.

estadão

Transporte aéreo doméstico cresce 23,48% em abril


Brasília – A demanda por voos domésticos no mês passado teve um crescimento de 23,48% comparado ao mês de abril de 2009. Segundo divulgação feita nesta terça-feira (11/5) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a empresa TAM continua na liderança dos voos domésticos, com 42,13%, seguida da GOL/Varig, que mantém 40,69%.

A Webjet ocupa o posto de terceira maior empresa brasileira, com 5,89%, na frente da Azul, que tem 5,56% de participação nos voos domésticos. Em quinto lugar, ficou a empresa Avianca (2,45%) e em sexto, a Trip (2,29%). De acordo com a Anac, as empresas de pequeno porte representam, hoje, 17% do mercado.

De acordo com a agência, o mercado internacional, operado pelas companhias brasileiras, permanece estável, com uma leve baixa de 0,22%. Já em relação aos voos internacionais operados por companhias brasileiras, a alta foi de 9,54% no quatro primeiros meses em relação a 2009.

Em abril, a ocupação nos voos domésticos foi de 65%, um pouco maior que a de abril de 2009, que registrou ocupação de 63%. Já nos voos para o exterior, as empresas brasileiras tiveram ocupação de 72% em seus voos. Segundo a Anac, o aumento da ocupação dos voos se deve à concorrência no mercado e também à queda de preços das passagens.
Correio Brasiliense

Tam volta a se distanciar da Gol no doméstico em abril

Aviões no aeroporto de Congonhas, em São Paulo
Aviões no aeroporto de Congonhas, em São Paulo

Segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em relação ao transporte aéreo regular doméstico, a Tam continua líder com 42,13% de participação. A menos de dois pontos percentuais está a segunda colocada, a Gol/Varig, com 40,69%.

Disputa acirrada também entre a Webjet, terceira no ranking da Anac, e a Azul, a quarta na colocação da agência. As empresas registraram, respecticvamente, 5,89% e 5,56% de participação no mercado doméstico no mês passado.

Em quinto lugar está a Avianca, a nova marca da OceanAir, que deixou de existir, com 2,45%; em sexto, a Trip (2,29%); e, em sétimo, a Passaredo (0,59%).

As estatísticas completas podem ser acessadas na página da Anac na internet no endereço www.anac.gov.br/dadosComparativos/.
panrotas

Criada a Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação


Foi formalizada a criação da Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação (ABRABA), após reunião realizada no último dia 6 de maio. A entidade é formada pela Algae Biotecnologia, Amyris Brasil, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM), Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB), Azul, Embraer, Gol, Tam, Trip e União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA). A ABRABA espera que outras entidades se unam ao grupo para contribuir com o projeto.

O objetivo da aliança é promover iniciativas públicas e privadas que busquem o desenvolvimento e a certificação de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. Tal meta será viabilizada por meio de diálogos com formuladores de políticas públicas e formadores de opinião, visando a obtenção de biocombustíveis com níveis equivalentes de segurança e custo, em relação aos combustíveis derivados do petróleo.

A aviação civil produz aproximadamente 2% das emissões de dióxido de carbono (CO2), conforme estudos do Painel Intergovernamental de Mudanças no Clima (Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU). Empresas e instituições ligadas ao setor vêm realizando diversas atividades e projetos no intuito de contribuir com o desenvolvimento de alternativas que visem a redução, com segurança, das emissões de gases de efeito estufa e a maior eficiência energética no mundo.

A ABRABA acredita que a utilização de biocombustíveis sustentáveis produzidos a partir de biomassas é fundamental para manter o crescimento da indústria de aviação em uma economia de baixa emissão de carbono. A reconhecida capacidade do Brasil em desenvolver fontes energéticas alternativas, aliada ao conhecimento das tecnologias aeronáuticas, resultará em um significativo ganho para o meio ambiente, minimizando o impacto sobre o desenvolvimento econômico.
mercado e eventos

Feira Nacional de Aviação Civil terá oficinas para crianças


Aproximar crianças, jovens e qualquer pessoa que tenha interesse por aviação do universo aeronáutico. Esse é o objetivo do Projeto Kerovoar, uma das atrações confirmadas da 3.ª Feira Nacional de Aviação Civil, que será aberta ao público nos dias 29 e 30 de maio (sábado e domingo), ao lado do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Criado pelo comandante da Força Aérea Brasileira Ademir Massuia, o Kerovoar utiliza atividades lúdicas e o próprio contato com aeronaves - e com equipamentos simuladores de voo - para estimular a intimidade entre as pessoas, de qualquer idade, e os elementos que compõem esse mundo encantador. Isso inclui diversos tipos de competição, brincadeiras e até voos panorâmicos em uma pequena aeronave pertencente ao projeto. A ideia é quebrar barreiras e colocar todos sentados no banco do piloto, em uma experiência inesquecível, para se guardar por toda a vida.

Com esse foco, durante a Feira Nacional de Aviação Civil, o Projeto Kerovoar oferecerá ao público infantil várias oficinas interativas, além de expor simuladores de voo. A feira, que é organizada pela Sator, tem entrada gratuita e é um programa com diversão garantida para toda a família. O evento conta com o apoio institucional da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Infraero.

Os interessados em conhecer melhor as atividades do Projeto Kerovoar podem acessar o site http://kerovoar.com/comandante.asp, ou visitar seu estande na 3.ª Feira Nacional de Aviação Civil.

Serviço

Feira Nacional de Aviação Civil
Local: Avenida Washington Luiz, 6000, ao lado do Aeroporto de Congonhas
Data: Dia 28 (sexta-feira): somente escolas públicas e convidados. Dias 29 (sábado) e 30 (domingo): aberta ao público
Entrada gratuita. O evento pede a colaboração com a doação de 1kg de alimento não perecível
Horário: Das 9h às 17h

Nota: Se você é jornalista e deseja se cadastrar para cobrir a feira, envie um e-mail para Tatiana Vasques ( tatiana@pimenta.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ), da Pimenta Comunicação, com seu nome, telefone e RG.

Sobre a FENAC - Feira Nacional de Aviação Civil

A Feira Nacional de Aviação Civil é organizada pela Sator e conta com o apoio institucional especial da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil. Em 2008, o evento foi realizado em Brasília e recebeu aproximadamente 20 mil visitantes. No ano passado, cerca de 50 mil pessoas estiveram na feira, que aconteceu no Rio de Janeiro. Este ano, a FENAC acontece ao lado do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, entre os dias 28 e 30 de maio, sendo que nos dias 29 e 30 é aberta ao público. A feira é gratuita e conta com uma programação variada que inclui palestra, exposição de aeronaves, atividades para crianças e estandes de companhias aéreas, agências de turismo e escolas de aviação civil.
segs

Centro de Instrução de Aviação do Exército forma mais de 300 militares por ano

Envie esta Notícia para um Amigo
Comandante do Centro de Instrução de Aviação, Fábio Castro durante formatura no Cavex
O Comando de Aviação do Exército Brasileiro de Taubaté, Cavex, além de exercer um trabalho em conjunto com setores da sociedade, mantém internamente uma estrutura de formação aos militares que ingressam na Aeronáutica.
Criado em 1991, o Centro de Instrução de Aviação do Exército, conta atualmente com 33 cursos de formação especifica e forma anualmente cerca de 300 militares. No local, os alunos têm aulas teóricas e práticas que tem como o objetivo o contato e preparação dos militares para as operações e ações de emergência.
No laboratório de informática, os softwares que são desenvolvidos pelos próprios militares, abordam programas de simulador de voos, composição dos materiais das aeronaves, ações para casos de emergência, treinamento para lançamento de foguetes, dentre outros.
De acordo com o Comandante do Centro de Instrução de Aviação, Fábio Benvenutti Castro, esse contato agrega mais instruções, fazendo com que a equipe fique mais preparada para agir em uma operação, contribuindo para a excelência dos resultados. Os softwares são desenvolvidos desde 1995 e já foram criados 15 programas.
Além das maquetes dos modelos de aeronaves Esquilo e Pantera, há também o simulador de voos e aulas de voo noturno para os alunos.
Agoravale

Setor de aviação se une para buscar combustíveis "verdes"


Entidades ligadas ao setor de aviação acaba de formar a Abraba (Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação), que tem como objetivo promover iniciativas públicas e privadas que busquem o desenvolvimento e a certificação de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. A ideia é estabelecer diálogos com formuladores de políticas públicas e formadores de opinião, visando a obtenção de biocombustíveis com níveis equivalentes de segurança e custo, em relação aos derivados do petróleo.

De acordo com o IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental de mudanças no Clima), da ONU, a aviação civil produz hoje cerca de 2% das emissões de CO2. Empresas e instituições ligadas ao setor vêm realizando diversas atividades e projetos para contribuir com o desenvolvimento de alternativas que visem a redução com segurança das emissões de gases de efeito estufa e a maior eficiência energética.

Segundo a aliança, a utilização de biocombustíveis sustentáveis produzidos a partir de biomassas é fundamental para manter o crescimento da indústria de aviação em uma economia de baixa emissão de carbono. Hoje a entidade é formada por dez membros: Algae Biotecnologia, Amyris Brasil, Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso, Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, Azul Linhas Aéreas, Embraer, Gol Linhas Aéreas, TAM, Trip e Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar).

UOL