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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Pilotos franceses criticam divulgação de diálogo no AF 447

Familiares prestam homenagem a vítimas brasileiras do acidente com avião da Air France. Foto: Murilo Rezende/Futura Press

Familiares prestam homenagem a vítimas brasileiras do acidente com avião da Air France
Foto: Murilo Rezende/Futura Press

O Sindicato Nacional de Pilotos de Linha da França (SNPL) declarou nesta segunda-feira que não aprova a divulgação das gravações das conversas da tripulação do voo AF 447, realizado entre Rio de Janeiro e Paris, que caiu em 1º de junho de 2009, matando 228 pessoas. O SNPL disse que apoia a investigação das causas do acidente, mas rejeita "a exploração mercantil das conversas pessoais e dos últimos momentos" dos pilotos.

Em comunicado divulgado hoje, o sindicato alegou que a profissão de piloto de linha "é a única que aceita estar sob vigilância e gravação permanente com o único fim de melhorar a segurança dos voos". É um sistema, alegou o SNPL, que só pode "funcionar com a confiança total da comunidade de pilotos", e a publicação das conversas representa um "desvio", pois não respeitariam a norma.

Em agosto, a imprensa francesa revelou que os pilotos do voo que caiu no Atlântico não quiseram evitar uma zona de turbulências, ao contrário de outros aviões que fizeram o mesmo trajeto no dia do acidente. O jornal Le Figaro chegou a afirmar que as conversas revelavam que os pilotos não tinham atuado com "profissionalismo" em tais circunstâncias.

Ainda segundo a imprensa local, todas as aeronaves que passaram pela região no dia da queda do voo AF 447 mudaram sua rota para evitar grandes nuvens carregadas de gelo, capazes de congelar as sondas de medição de velocidade. O avião Airbus modelo A330, que fazia o voo, havia decolado normalmente do aeroporto do Galeão, no Rio, com 12 tripulantes e 216 passageiros, em sua maioria, franceses e brasileiros.

Cerca de 20 minutos antes do acidente, de acordo com as gravações, o comandante disse a seus adjuntos que o avião passaria por turbulências enquanto ele estivesse dormindo, e depois avisou que era hora do seu intervalo. Os copilotos modificaram ligeiramente o trajeto da aeronave, mas passaram pela zona de nuvens carregadas, o que fez com que as sondas de velocidade congelassem. Por não enviar as informações corretas, o piloto automático foi desligado.

De acordo com o Escritório de Investigação e Análise francês (BEA), em seu terceiro relatório preliminar, com o voo manual os pilotos, que não tinham a formação adequada para este tipo de situação, tomaram decisões erradas. Espera-se que o relatório definitivo do BEA seja publicado no primeiro trimestre de 2012.

O acidente do AF 447
O voo AF 447 da Air France saiu do Rio de Janeiro com 228 pessoas a bordo no dia 31 de maio de 2009, às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio. A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). Depois disso, não houve mais qualquer tipo de contato e o avião desapareceu em meio ao oceano.

Os primeiros fragmentos dos destroços foram encontrados cerca de uma semana depois pelas equipes de busca do País. Naquela ocasião, foram resgatados apenas 50 corpos, sendo 20 deles de brasileiros. As caixas-pretas da aeronave só foram achadas em maio de 2011, em uma nova fase de buscas coordenada pelo BEA da França, que localizou a 3,9 mil m no fundo do mar a maior parte da fuselagem do Airbus e corpos de passageiros em quantidade não informada.

Após o acidente, dados preliminares das investigações indicaram um congelamento das sondas Pitot, responsáveis pela medição da velocidade da aeronave, como principal hipótese para a causa do acidente. No final de maio de 2011, um relatório do BEA confirmou que os pilotos tiveram de lidar com indicações de velocidades incoerentes no painel da aeronave. Especialistas acreditam que a pane pode ter sido mal interpretada pelo sistema do Airbus e pela tripulação. O avião despencou a uma velocidade de 200 km/h, em uma queda que durou três minutos e meio. Em julho de 2009, a fabricante anunciou que recomendou às companhias aéreas que trocassem pelo menos dois dos três sensores - até então feitos pela francesa Thales - por equipamentos fabricados pela americana Goodrich. Na época da troca, a Thales não quis se manifestar.

terra

China Eastern Airlines compra 15 Airbus 330

A China Eastern Airlines anunciou na terça-feira a encomenda de 15 aviões Airbus 330 para desenvolver a frota da companhia para as rotas de meio e longo alcance.
O valor da compra é de US$ 2,5 bilhões e as aeronaves serão entregues de 2013 a 2015, disse a empresa, com sede em Shanghai, em uma declaração, acrescentando que os aviões novos aumentarão a capacidade de transporte da companhia aérea em 9,41%.


A China Eastern indicou que assinou outro acordo com a Airbus para revender cinco aeronaves A340 que são maiores do que o A330, para diminuir os custos operacionais. Os aviões A340 serão entregues à Airbus em 2012.


A China Eastern, uma das três maiores transportadoras estatais, registrou um lucro líquido de 5,38 bilhões de yuans (US$ 807 milhões) em 2010, uma alta de 711 milhões de yuans em relação ao ano de2009. A frota de 355 aeronaves atendeu quase 65 milhões de passageiros entre 182 destinos nacionais e internacionais no ano passado.


A companhia de transportes aéreos visa tornar-se uma linha aérea de classe mundial em 2015, operando uma frota de 561 aviões, disse o presidente da empresa, Liu Shaoyong, à Xinhua em uma entrevista anterior.
12 horas aérea

Gol Linhas Aéreas dificulta embarque de criança de colo com paralisia cerebral

A Gol Linhas Aéreas está dificultando o embarque de uma criança de sete meses de idade com paralisia cerebral em um de seus voos. A denuncia foi feita por Elisa França, mãe da bebê. Pessoas com necessidades especiais precisam de autorização da companhia para viajar. Porém, mesmo preenchendo o formulário e enviando a documentação necessária, Elisa relata que não consegue a autorização para sua filha.
“Eu ligo pra eles [funcionários da empresa aérea], que dizem que vão retornar. Mas eles ou só retornam muito depois ou ignoram tudo o que eu estou falando e retornam a mesma resposta que já deram anteriormente”.
O caso iniciou no mês de setembro. Cinco dias antes da viagem, Elisa foi informada pela Gol de que não poderia utilizar no voo o aparelho elétrico de sucção, ligado à traqueostomia que garante a respiração da bebê. E que ela teria que adquirir um aparelho manual.
Após a compra do equipamento manual – sem bateria ou componentes metálicos – e envio dos dados no novo aparelho, a empresa informou um dia antes do voo que elas não poderiam embarcar, por se tratar de um equipamento elétrico. A conclusão errônea fez com que elas perdessem o voo, de Uberlândia a Belo Horizonte (MG), no dia 15 de outubro, como conta Elisa.
“Eles estão barrando de tudo que é jeito meu embarque. Eu estou me sentindo, sem atenção nenhuma. Parece que estão brincando comigo, porque eu converso, eu explico a situação, eles falam que vão resolver e me dão a resposta que estão me dando desde o início”.
A viagem foi remarcada para o próximo dia 20, mas a companhia insiste (em contato no dia 17) que o equipamento é elétrico e não concede a autorização. Elisa informou que buscará auxílio na ouvidoria da empresa e cogita acionar a Justiça para resolver a questão.
12 horas aérea

Dilma só compra Rafale a preço de banana

A presidente Dilma encontrou um modo de não melindrar o ex-presidente Lula – que assumiu o compromisso com o presidente francês Nicholas Sarzoky de comprar os caças supersônicos Rafale – mas, ao mesmo tempo, impor suas condições: que a Dassault rebaixe o preço dos equiamentos de tal modo que a negócio se torne uma barganha para o Brasil.

Esse novo posicionamento do governo brasileiro foi exposto com todas as letras a Sarkozy na última conversa que manteve com Dilma à margem da assembléia-geral da ONU. Lula a repetiu na sua recente ida a Paris.

Desta forma, as condições de preço – que se mantêm sob regime de caixa preta pelos negociadores franceses – se adequariam às condições orçamentárias brasileiras, que já não são sorridentes como nos últimos anos do governo Lula. A proposta teria que ser renovada. Começaria do zero. Outros tempos, outros lobistas.

Dilma firmou outra regra que nada tem a ver com as de Lula: a Aeronáutica, se adquirir os Rafales, só o fará uma vez, não se obrigando a repor os caças da mesma tecnologia da Dassault depois que atingirem a idade operacional útil.

Nessas condições, a França lograria apenas uma vitória moral com a venda dos Rafale ao Brasil, a qual não deixaria mal o presidente Sarkozy, agradaria a Lula, satisfaria em parte a Aeronáutica – que ainda prefere os caças suecos Gripen – mas não propiciaria ao fornecedor os lucros imaginados com a transação. Os lobistas passariam mal.

Mas, mesmo se chegar a essa solução harmonizadora, se apresenta a Dilma um novo problema pela frente: preencher o espaço de transição com o fim do prazo de validade dos Mirage, que será 2014. A FAB precisará de equipamentos para cobrir a lacuna dos Mirage até a entrega dos primeiros Rafale. E não pode gastar muito com a solução provisória.

Nessa circunstância, os norte-americanos, com o amplo apoio do governo Obama e do Congresso – teriam meios para suprir a FAB tanto na transição dos Mirage – cedendo-nos caças provisórios – como na definitiva, vendendo-nos os F-18 Super Hornet da Boeing, é claro, com todas as garantias de uma plena transferência de tecnologia.

Como se vê, será uma decisão afunilada pelos novos matizes de variáveis politicas, econômicas e estratégicas, que já não são mais as mesmas vividas por Lula. O quadro da crise econômica internacional se agravou e vai fechando novas hipóteses de trabalho, deslocando as peças de xadrez no tabuleiro mundial.

No Brasil, sentem-se mudanças visíveis no foco estratégico que definem as prioridades de equipar as três forças armadas. A Marinha ganhou maior peso ultimamente devido a apreensões que se adensam na proximidade do início da exploração do petróleo do Pré-Sal,o que exigirá niível mais ampliado de defesa territorial.

Como já expressam abertamente os integrantes da Frente Nacional de Defesa Estratégica, da Câmara dos Deputados, a proteção das reservas do Pré-Sal deverá ser feita pelos submarinos, o que implicará a implementação de uma sólida infraesrutura de apoio com outras embarcações navais, cobertura aérea, além de cais e atracadouros ao longo do litoral petroleiro.

Sendo assim, o enfoque marítimo será cada vez mais convergente nos esforços de defesa que o aéreo ou o terrestre, na medida da escolha das prioridades orçamentárias brasileiras dos próximos anos, no setor da Defesa.

poder aéreo

Lembra desse anúncio?


A publicidade é de 1990. Observar a configuração inicial prevista para o EMB-145 e o CBA-123, que não foi adiante.

poder aéreo

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CLASSE C,D, E - Voadora na Central do Brasil

Segunda agora, a Webjet, a partir das 9h, inaugura seu ponto de vendas na Central do Brasil. Veja como vai ficar bonito. A ideia é mostrar aos 10 milhões de consumidores que passam pelo local que é acessível viajar de avião.

A companhia está prometendo até preços abaixo dos cobrados pelas empresas de ônibus em determinados trechos. A voadora fará ainda sorteios de bilhetes aéreos com direito a acompanhante.

ancelmo.com

Whitney Houston cria confusão durante voo‎


Comissária ameaça expulsar Whitney Houston de voo

Whitney Houston quase foi expulsa de um voo em Atlanta, na Geórgia, Estados Unidos, depois que se recusou a apertar o cinto de segurança.

A cantora de 47 anos embarcou no voo da Delta Air Lines na tarde de quarta-feira (12) e uma comissária pediu para que ela apertasse o cinto de segurança.


De acordo com o site TMZ, a estrela, que tem um histórico de problemas por abusos de substância, estava a caminho de Detroit para participar da gravação de um filme e se recusou a cumprir a norma de segurança.

Whitney foi avisada de que teria que deixar o avião caso não obedecesse ao pedido. Após a ameaça, a cantora permitiu que o dispositivo fosse ajustado e pôde seguir viagem.
desástres aéreos

Polícia norte-americana investiga vídeo de ator pornô com 'sexo aéreo'

Foto: Reprodução de InternetA polícia norte-americana está investigando um vídeo divulgado na internet onde um casal aparece transando durante um salto de paraquedas.

As imagens foram publicadas primeiramente no blog do paraquedista e ator pornô Alex Torres, conhecido como Voodoo. A gravação mostra, em detalhes, a relação sexual entre ele e a recepcionista Hope Howell, atuante na escola de paraquedismo onde ele trabalhava. A relação começa enquanto o avião está no ar e só termina após os dois chegarem ao chão.

Segundo a imprensa local, a filmagem pretendia chamar a atenção do famoso apresentador americano, Howard Stern. A polícia decidiu entrar no caso assim que as imagens se tornaram populares entre os alunos de uma escola local. Ainda assim, as autoridades não puderam fazer nada já que aparecem apenas adultos durante o vídeo e nenhum menor de idade presenciou o fato ao vivo.

Para a agência de aviação americana, não existe nenhuma política formal a respeito de atos sexuais em aviões particulares. Mesmo assim, Torres acabou sendo demitido e o vídeo foi retirado de rede.

srzd

Mantida decisão que determinou penhora de imóvel de Canhedo em execução trabalhista


Está mantida a decisão da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo, que determinou a desconsideração da personalidade jurídica da Viação Aérea São Paulo S/A (Vasp) e direcionou execução trabalhista contra o patrimônio pessoal do empresário Wagner Canhedo. O ministro Antonio Carlos Ferreira não admitiu conflito de competência suscitado pelo empresário e manteve a execução trabalhista, com designação de hasta pública para venda judicial de imóvel penhorado.

O empresário suscitou conflito de competência entre a 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e a 14ª Vara do Trabalho, também de São Paulo. Na primeira, tramita o processo de falência da Vasp, empresa da qual é sócio majoritário. Na 14ª Vara, tramita a execução trabalhista. No conflito, ele afirmou que o juízo da 14ª Vara do Trabalho determinou a desconsideração da personalidade jurídica da empresa, redirecionando os atos executórios contra seu patrimônio pessoal, o que acarretou a penhora de um imóvel de sua propriedade. Segundo alegou, como a empresa teve a falência decretada em 4 de setembro de 2008 pelo juízo da 1ª Vara de Falências, apenas ela seria competente para todo e qualquer ato executório contra o patrimônio da empresa falida e dos seus sócios, nos termos da legislação falimentar.

O empresário sustentou que, a despeito de petição informando o juiz trabalhista sobre a competência do outro juízo, ele deu prosseguimento ao processo, designando hasta pública para a venda judicial do imóvel penhorado. Requereu, então, que fosse determinada a suspensão da execução trabalhista, a fim de impedir o leilão. O ministro Antonio Carlos Ferreira não admitiu o conflito de competência. Segundo observou, a decisão do juízo da 14ª Vara do Trabalho, redirecionando os atos executórios contra o empresário, foi proferida em 15 de maio 2008, antes da decisão da 1ª Vara, que decretou a falência da empresa. "Portanto, a decretação da falência, com a consequente instauração do juízo universal falimentar, não pode atingir a execução trabalhista em questão, uma vez que, nos termos dos artigos 6º e 76 da Lei 11.101/05, apenas as execuções contra a própria sociedade e contra os sócios de responsabilidade ilimitada é que devem ser suspensas", considerou o ministro. Segundo lembrou, o entendimento do STJ é de não ser cabível a suspensão de execução trabalhista que, após a desconsideração da personalidade jurídica de sociedade falida, prossegue contra seus sócios de responsabilidade limitada.

Ele observou que, em regra, a suspensão atinge somente o devedor em regime de falência ou recuperação judicial, prosseguindo contra os coobrigados, fiadores e obrigados de regresso, nos termos do artigo 49, parágrafo primeiro, da Lei 11.101, podendo o credor trabalhista habilitar seu crédito na falência e, ao mesmo tempo, executar os sócios. O ministro disse que o conflito de competência somente teria plausibilidade jurídica se, no processo de falência, também tivesse havido a decretação da desconsideração da personalidade jurídica da falida, com a consequente inclusão dos bens dos sócios na execução falimentar. "Se a execução promovida contra pessoa jurídica foi direcionada para atingir um dos sócios, não mais se justifica a remessa dos autos ao juízo falimentar, pois o patrimônio da falida quedou-se livre de constrição", concluiu.

Prefeitura libera demolição de hangar da Vasp em SP


Hangar da Vasp no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo
A maior barreira para a ampliação e modernização das operações do aeroporto de Congonhas (zona sul de SP) foi vencida pela Infraero ontem. Com a demolição dos antigos hangares da Vasp liberada pelo Conpresp (conselho municipal do patrimônio histórico), Congonhas pode agora construir um acesso à nova torre de controle e ampliar o pátio de aeronaves.

A autorização do órgão da prefeitura era necessária porque o aeroporto está, desde 2004, em processo de tombamento --a decisão foi adiada mais uma vez ontem.

Em maio, o Conpresp já havia autorizado a demolição de outras estruturas da Vasp. Segundo a Infraero (estatal que gere aeroportos), ainda não há projetos específicos nem data prevista para as modificações nos hangares.

Qualquer intervenção precisa primeiro do aval da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e da Aeronáutica, além da retirada de todos os bens da massa falida da Vasp.

Tombamento

A Folha apurou que já existe consenso para determinar o tombamento do edifício principal de Congonhas. O aeroporto foi inaugurado em 1936. Possui elementos de arquitetura art déco e moderna, além de painéis de artistas como Di Cavalcanti e Clóvis Graciano.

O órgão também vai proteger o saguão, mas deve sugerir que a escada rolante seja retirada, porque descaracteriza o projeto original. Em agosto, a Folha antecipou que a Infraero pretende fazer outras duas intervenções no terminal: uma na ala norte do embarque --ao lado do check-in da TAM--, que deve ganhar mais 30 balcões de check-in; e um acesso do metrô dentro do saguão, para ligá-lo à estação de monotrilho que será erguida no entorno.
desástres aéreos

Avião cargueiro é transformado em sala de cinema em Tabatinga, AM

Adaptação foi feita pelo Exército Brasileiro, que exibirá filmes educacionais.
Aeronave foi usada durante a segunda guerra mundial.


Um avião cargueiro norte americano, apreendido pela Polícia Federal em 1996, está sendo usado pelo Exército Brasileiro como sala de cinema, no muncípio de Tabatinga, a 1.108 km de Manaus. Dentro da aeronave, serão exibidos vídeos institucionais do Exército e filmes sobre preservação do meio ambiente e dos recursos naturais.

A aeronave foi adaptada para ser uma das atrações de um parque zoobotânico de Tabatinga, um espaço turístico que mescla a história e a preservação ambiental.

O parque tem 7,5 mil metros quadrados de área e exibe ao público 22 espécies de animais catalogados. O parque também possui museu que retrata os costumes do caboclo amazônico.

De acordo com o comandante do 8º Batalhão de Infantaria de Selva (8º BIS), coronel de Exército Omar Zendim, o foco do projeto é a promoção da educação ambiental. "O uso de uma antiga aeronave serve de atrativo principalmente às crianças", afirmou.

Avião Cinema (Foto: Reprodução/TV Amazonas)Avião Cinema (Foto: Reprodução/TV Amazonas)

Apreensão
O avião cargueiro é de modelo DC-3, usado durante a segunda guerra mundial. Ele pertencia a um empresário colombiano, que o trouxe para Tabatinga, mas não conseguiu pagar as taxas de aeroportárias. Após um débito acima de R$ 500 mil, a Justiça determinou o repasse do DC-3 para o Exército Brasileiro.

O cargueiro, que agora serve de cinema para a população de Tabatinga, foi colocado na entrada do parque zoobotânico.


g1

Domingo Aéreo: visitantes enfrentam chuva

O "Domingo Aéreo", que aconteceu neste domingo na avenida Santos Dumont, na zona norte de São Paulo, comemorou os 70 anos da FAB (Força Aérea Brasileira) e reuniu cerca centenas de pessoas.

Visitantes fizeram fila para ver aviões da FAB neste domingo / Carlos Pessuto/Futura PressNo centro de manutenção PAMA os visitantes puderam ver miniaturas das aeronaves além dos próprios aviões. Muitos enfrentaram as chuvas que caíram hoje na capital paulista para acompanhar tudo de perto.

O encontro também serviu para a comemoração das 25 mil horas de voo da frota brasileira de aviões C295, formada por doze aeronaves Airbus Military. Esta marca foi atingida após seis anos de operações na Amazônia e em Mato Grosso. As aeronaves realizam o transporte de artigos de necessidade básica, evacuação médica e missões militares na região.

O evento também reuniu a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó para um show aos visitantes. O Domingo Aéreo terminou às 17h. Apenas às 20h a avenida foi liberada para o fluxo de veículos.
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Piloto da FAB conquista medalha de bronze no Pan

O tenente-toronel, e piloto da Força Aérea brasileira, Júlio Almeida conquistou a medalha de bronze na pistola de ar do tiro esportivo, neste domingo (16), no Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Júlio somou 675,2 pontos na prova final e viu o ouro ficar com o americano Daryl Szarenski, que alcançou 681,7 pontos, enquanto Roger Daniel, de Trinidad e Tobago, levou a prata, com 676,1 pontos.

Julio Almeida terminou a qualificatória em 5º lugar, com 575 pontos de 600, avançando assim para as finais da competição. Outro brasileiro na competição, Felipe Wu, acabou desclassificado ao ficar na 13ª posição, com 566 pontos.

O Brasil não teve representante na final do feminino. Thais Moura e Rachel Silveira fizeram a mesma pontuação, 368, e terminaram em 14º e 16º lugares.

poder aéreo

Espanha autoriza fusão TAM-LAN

A fusão dará origem a uma das maiores empresas aéreas mundiais a Latam, avaliada em cerca de US$ 12,140 bilhões

A fusão da TAM com a chilena LAN foi aprovada pela Comissão Nacional da Concorrência da Espanha (CNC), informaram nesta segunda-feira as duas companhias aéreas.

A decisão representa o fim do processo de aprovações da união das empresas na Europa, o que deixa a operação mais perto de ser concretizada, provavelmente, no final do primeiro trimestre de 2012.

Há duas semanas, a fusão foi aprovada no Chile. No Brasil, a fusão não recebeu restrições da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) e da Secretaria de Direito Econômico (SDE), restando apenas a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que acontecer ainda neste mês.

Antes da decisão da CNC espanhola, a fusão já tinha sido aprovada por órgãos antimonopólio de Itália e Alemanha.

A fusão entre TAM e LAN dará origem a uma das maiores empresas aéreas mundiais a Latam, avaliada em cerca de US$ 12,140 bilhões.
desástres aéreos

TRIP Linhas Aéreas amplia operação no aeroporto de Confins


A TRIP Linhas Aéreas, maior companhia aérea regional da América do Sul, continua ampliando as operações de seu maior HUB (centro de conexão entre voos da companhia) no Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) em Belo Horizonte. De janeiro a setembro deste ano, a TRIP quase dobrou o número de operações no terminal, atingindo um total de 559 operações, que representam um crescimento de 95%. A empresa é a quem mais oferece opções de destinos com voos diretos a partir deste aeroporto. São 20 diferentes cidades de todas as regiões do Brasil, atendidas por 53 voos diretos da TRIP operados com os jatos E-190 e E-175, reconhecidos pelo alto grau de conforto.

Com a chegada de mais um Jato 190 da Embraer, o oitavo deste modelo e o 17° de sua frota, a empresa dá sequência à ampliação das operações. A partir de 16 de outubro, a TRIP lança ligações inéditas em sua malha no maior aeroporto de Belo Horizonte, com novos voos sem escalas para Montes Claros, Salvador, São Paulo (Guarulhos). O número de conexões expressas também crescerá ampliando as possibilidades de conexão da malha da empresa, que é a maior da América do Sul, com mais de 80 cidades atendidas no Brasil.
Outra novidade é que a empresa está conectando as grandes capitais do país às maiores cidades do interior de Minas Gerais. São novas conexões operadas exclusivamente pela TRIP de forma pioneira. Agora, os voos da companhia que pousam no aeroporto de Confins, provenientes de cidades de todas as regiões do Brasil, são conectados aos voos que partem do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade (Pampulha) com destino às cidades do interior do estado, atendidas pela TRIP. A ligação entre os dois aeroportos é realizada em um confortável ônibus disponibilizado exclusivamente para seus passageiros em conexão.
segs

A Avianca de volta à briga


Com um estilo mão na massa, o empresário José Efromovich, que assumiu a Avianca em 2008 no lugar de seu irmão, conseguiu colocar a companhia aérea de volta nos trilhos — só falta fazer o negócio dar dinheiro.


José Efromovich em Congonhas: brigas com o irmão para reestruturar a Avianca

São Paulo - O empresário boliviano naturalizado brasileiro José Efromovich, de 56 anos, dono da Avianca, a sexta maior companhia aérea do país com um faturamento de 557 milhões de reais, interrompe a entrevista em seu escritório com vista para o aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, para observar o Airbus 319 da empresa que taxiava no local.

De pé em frente à janela, ele solta um efusivo “the best, nós somos the best” enquanto aplaude, sozinho, a aeronave. Efromovich então sorri, pede desculpas pela empolgação e retoma a conversa.

Muito embora esteja se referindo a uma companhia que detém menos de 3% do mercado brasileiro e que nunca, desde sua fundação, em fevereiro de 2002, como OceanAir, registrou um só ano de lucro, Efromovich tem lá seus motivos para ficar entusiasmado.

O “engenheiro”, como é conhecido entre os 2 437 funcionários (ele é formado em engenharia civil), conseguiu tirar a Avianca de um estado de quase falência em 2008 e colocá-la de volta na rota de crescimento — o faturamento previsto para 2011 é de 840 milhões de reais, 51% mais do que no ano passado.

Embora ainda opere no vermelho, o buraco da companhia diminuiu — em 2010, seu prejuízo foi de pouco mais de 60 milhões de reais, um terço do registrado dois anos antes e inferior às perdas da concorrente Azul, de 87 milhões de reais, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. “Neste ano devemos finalmente equilibrar as contas”, diz Efromovich.

Há três anos, quando José assumiu o comando, sucedendo ao irmão German, lucro era uma palavra muito distante do vocabulário da Avianca.

Naquela época, a companhia acumulava um prejuízo de quase 600 milhões de reais, havia deixado de pagar fornecedores e contava com uma estrutura de custos até seis vezes maior do que a média do setor.

Para não ver o negócio sucumbir, Efromovich foi obrigado a reestruturar, radicalmente, a companhia. Injetou 200 milhões de reais na operação, demitiu metade dos 1 200 funcionários e reduziu de 34 para 14 o número de aeronaves. Tudo isso num momento em que o mercado de aviação crescia 60%.

“Não tivemos escolha”, diz ele. “Sem isso teríamos mais seis meses de vida.” Ciente de que não conseguiria bancar uma guerra tarifária com as concorrentes, maiores e mais poderosas que a OceanAir, ele decidiu centrar esforços na melhoria da qualidade do que havia restado da companhia.

exame

Vips fazem voo de estreia de superjumbo A380 na China

Superjumbo Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, estreou nesta segunda-feira e contou com a presença do ex-jogador da NBA Yao Ming


Companhia chinesa recebe Airbus A380 Foto: EFECompanhia chinesa recebe Airbus A380 Foto: EFE

O superjumbo Airbus A380, o maior avião comercial do mundo, estreou nesta segunda-feira na China com um voo entre Pequim e Cantão, operado pela companhia aérea China Southern e no qual inúmeros passageiros Vips, como o ex-jogador da NBA Yao Ming, viajaram como convidados.Companhia chinesa recebe Airbus A380 Foto: AFP

Com 506 assentos, o avião partiu do aeroporto da capital e levou três horas até o aeroporto de Baiyun, no Cantão, informou o site do jornal oficial China Daily, que publicou imagens da aeronave e do célebre passageiro. O A380 da China Southern é o primeiro dos cinco encomendados pela companhia ao fabricante europeu. Até o dia 26 de outubro o gigante dos ares fará essa rota, só depois vai começar a voar três dias entre Pequim e Xangai.Companhia chinesa recebe Airbus A380 Foto: EFE

Após os voos promocionais, o superjumbo será utilizado pela China Southern em voos internacionais. A empresa é a terceira companhia da Ásia e sétima do mundo a contar com os A380 em sua frota. A envergadura desse avião faz com que ele só possa aterrissar em pouco mais de 100 aeroportos do mundo. Na Ásia, ele é utilizado principalmente para voar à Europa e à América do Norte.Companhia chinesa recebe Airbus A380 Foto: EFE

A China é um dos principais clientes da Airbus, companhia que escolheu a cidade de Tianjin (norte do país) para abrir em 2007 sua primeira linha de montagem fora da Europa. No fim de março de 2011, a Airbus inaugurou em Harbin (nordeste chinês) uma fábrica para a produção de autopeças para novos modelos.
terra