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domingo, 10 de maio de 2009

Assim como a americana Jetblue, Azul busca lucro por frequência de voo


A intenção, segundo especialistas, é ativar um mercado que estava reprimido. “Quando operam com tarifas menores, as empresas estimulam pessoas que não estavam viajando. E as que viajavam passam a viajar mais”, afirma Vladimir Silva, consultor em transporte aéreo do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo.

Segundo Alessandro Oliveira, professor de transportes aéreos do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), por ter aviões menores – de 106 e 118 lugares contra aeronaves de até 150 das concorrentes Gol e TAM – A Azul precisa de muita frequência para obter lucro. Um dos problemas para implantar essa estratégia, no entanto, são os aeroportos lotados das grandes capitais. “Ela precisa de voo toda hora e nos melhores horários, mas é difícil fazer isso em aeroporto congestionado”, diz.

Sem acesso aos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, na capital paulista, o especialista considera que a Azul deve continuar a “induzir demanda pelas bordas”, aumentando voos em rotas alternativas, como Campinas/Salvador. E, com isso, aumentando também a propensão de viajar dos brasileiros.

Oliveira acrescenta ainda que “transporte aéreo é tempo” e o que as pessoas mais levam em conta na hora de optar por uma companhia são voos próximos ao horário que necessitam. “O que o passageiro quer é conveniência. Tudo que faz com que a viagem seja mais rápida ou mais prazerosa gera possibilidade de lucro para a empresa”, afirma.

Ao contrário do passageiro de turismo, que tem viagens programadas e para quem o preço é muito importante, consultores consideram que executivos prezam mais pela disponibilidade de horário. E essa questão ainda enfrenta entraves na Azul, na opinião de Vladimir Silva. “A Azul só vai conseguir resolver o problema da frequência de voo quando tiver mais aviões”, afirma. Atualmente, a empresa conta com 9 aeronaves. A intenção é subir para 14 até o final do ano.

Os jatos da Embraer, que compõe a frota da Azul, são próprios para trabalhar em frequências elevadas de voos. Mas, diferentemente do cenário internacional encontrado pela JetBlue, as regras da aviação no Brasil devem dificultar a implementação de um maior número de voos pela Azul.

“Lá fora a empresa vai direto na operadora e negocia descontos para operar nos aeroportos. Aqui, temos a Infraero”, explica o consultor Silva.

Nos Estados Unidos, muitos aeroportos são municipalizados e outros administrados pelo setor privado. Com isso, as empresas podem negociar valores e tarifas mais competitivas. No Brasil, o preço de uso dos aeroportos é estabelecido pela Infraero. “E é igual para todas, Azul, Webjet, TAM, Gol...”, completa Silva.

Outro diferencial da Azul perante as companhias brasileiras, mas que se assemelha ao modelo de operação da Jetblue é não ter escalas entre os voos. Na Azul, uma viagem para o dia 15 de junho, por exemplo, de Campinas para Vitória, dura cerca de 1h20. Na TAM, a mesma viagem pode chegar a 17h30 em razão de duas escalas.

“Esse é o grande diferencial desse tipo de empresa. Nos Estados Unidos isso ficou muito famoso”, diz Oliveira, que afirma que no Brasil essa nova forma de operação está em crescimento. “O voo direito é um produto de melhor qualidade e tem muita gente disposta a pagar mais por ele”, considera.

No caso da Azul, ele explica, o tempo economizado no voo direto é compensado pelo fato dos paulistanos terem que ir até o aeroporto de Viracopos, em Campinas, já que a empresa não opera da capital.

Outro ponto que não permite que a Azul opere como a Jetblue e diminua o preço de suas tarifas é o imposto que recai sobre as passagens áreas no País. “Aqui é em torno de 30%. Nos EUA, é de apenas 7%”, afirma Márcio Jumpei, editor da revista High, especializada em mercado aéreo. “Isso faz muita diferença e reduz nosso poder de competição frente às empresas americanas”, acrescenta.

Fonte:Último Segundo

Barioni desmente rumores de sua saída


O presidente da TAM, David Barioni Neto, disse nesta sexta-feira (08/05) à Agência Estado que não tem como garantir se permanecerá no comando da companhia aérea, decisão que cabe ao Conselho de Administração da empresa. A afirmação foi uma resposta aos rumores de que o executivo poderá deixar a presidência da TAM até julho deste ano. "Não sou patrão de mim mesmo, isso é algo que não tenho condições de prever", comentou, dizendo que, atualmente, mercado algum oferece estabilidade de emprego. A TAM vem passando por uma reorganização administrativa e demitiu, nas últimas semanas, 21 executivos, sendo dois vice-presidentes, dois diretores e 17 gerentes. Os dois executivos demitidos foram levados para a TAM por Barioni e, segundo fontes ligadas à companhia, a decisão de demiti-los reflete a insatisfação da família Amaro, principal acionista, com o próprio Barioni. Um dos motivos está ligado às perdas provocadas por operações financeiras de proteção contra a variação do preço do combustível, realizada durante a alta do preço do barril de petróleo em julho do ano passado - ainda que elas estivessem dentro da política de risco aprovada pelo Conselho. Barioni também ganhou alguns desafetos ao promover mudanças operacionais para otimizar o uso de aeronaves e melhorar o desempenho dos pilotos. Em reunião hoje com analistas de mercado, Barioni destacou, porém, ter a segurança de que a empresa se encontra em uma "situação financeira sólida, com bons resultados operacionais". Ele reiterou ainda que o plano de cortes de cargos executivos da TAM já se encerrou. "A reestruturação organizacional de cargos gerenciais acabou. Mas o giro de pessoal orgânico deve continuar ocorrendo normalmente", disse, em referência à rotatividade mensal de 0,8% a 1% dos 25 mil empregados diretos da TAM, número que, segundo ele, está em linha com o mercado. De acordo com Barioni, hoje boa parte dos aproximadamente 250 funcionários que deixam a empresa todo mês é reposta. Para o ano de 2009, a força de trabalho da TAM deve "orbitar entre 24 mil e 25 mil, sem grandes mudanças", disse o executivo.
FONTE:Cafemodelismo

Turbulência em voo da Lufthansa deixa ao menos dez feridos


Avião ia de Munique a Lisboa e fez pouso de emergência na Suíça.
Passageiros foram recebidos por equipe médica em Genebra.

Ao menos dez passageiros foram feridos neste sábado (9) durante um voo da Lufthansa entre Munique e Lisboa, que teve de efetuar um pouso imprevisto em Genebra, na Suíça, informou um porta-voz da companhia aérea alemã à agência Lusa.

Cerca de 10 dos 147 passageiros que estavam a bordo do voo 4544 do Airbus A321 da Lufthansa foram feridos, declarou Aage Duenhaupt à Lusa.

O comandante decidiu fazer um pouso de segurança em Genebra, onde os passageiros foram recebidos por uma equipe médica no aeroporto. Alguns foram levados para hospitais.

De acordo com o site do jornal português “Publico”, o número de feridos é superior a 20. Os passageiros feridos não usavam o cinto de segurança e foram projetados para fora de seus assentos quando o aparelho entrou em uma zona de turbulência.

O presidente do Parlamento português, Jaime Gama, que voltava de uma viagem oficial a Pequim com um grupo de deputados, estava a bordo, mas nada sofreu, divulgou o “Publico”.

Fonte: G1

Hotel para aviões


Empresário procurava abrigo para seu próprio jatinho, mas acabou criando o primeiro hangar de luxo para aeronaves executivas do País.
Até mesmo os ricos têm lá suas necessidades. E foi para suprir uma delas que surgiu a Nest Aviation. A empresa, criada por Diego Briguenti, oferece espaço em seu hangar para o estacionamento de jatos particulares de grande porte, assim como infraestrutura de alto padrão para seus endinheirados donos. A ideia do empresário é oferecer serviços pouco comuns no cardápio das concorrentes, que normalmente não fazem mais do que guardar o avião - e muitas vezes para tentar empurrar serviços de manutenção, mais rentáveis.

Para se destacar dos demais, Briguenti decidiu concentrar seus esforços em um perfil de cliente: o super-rico. Por isso, não aceita qualquer jato em seu hangar, apenas os de grande porte. São máquinas como o Falcon 7X, da Dassault, ou o Legady, da Embraer, cujos preços giram entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões. E, para cativar seus donos, suas instalações incluem escritórios, salas de reunião, de apoio e até mesmo uma cozinha. E são equipadas com a última palavra em tecnologia e luxo. Se quiserem, seus clientes podem usar o local como uma base temporária para seus negócios, entre um voo e outro. Um heliponto exclusivo na empresa elimina o problema da distância do hangar, que fica no aeroporto de Campos dos Amarais, do centro de São Paulo. "Quem tem um jato grande, tem um helicóptero. A viagem da capital até aqui dura 15 minutos, muito menos que a espera para poder decolar com um jato particular de Congonhas", diz Briguenti.
De acordo com o empresário, uma das formas de garantir o alto nível dos serviços será limitar o número de clientes. "Com muitos clientes, o tratamento não seria tão cuidadoso", afirma ele, acrescentando que aviões pequenos atravancam o hangar e não oferecem uma margem tão boa em seu modelo de negócios. Atualmente com dois clientes, ele quer chegar no máximo a quatro. Neste primeiro ano, sua previsão é faturar entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões. O capital investido, R$ 5 milhões, deve ser recuperado em dois anos e meio, nos planos de Briguenti. Um bom prazo para o empresário, que teve a ideia da Nest quando procurava um lugar onde colocar seu próprio avião - um pequeno monomotor. Conversando com pessoas ligadas à aviação, soube que o Brasil estava prestes a receber vários novos jatos particulares grandes. Foi então que decidiu transformar seu pequeno hangar particular em um hotel para aviões.
Fonte:Isto É Dinheiro

Câmara paga R$ 8.000 a piloto particular de ministro

O Piloto Francisco Meireles é contratado como secretário parlamentar no gabinete do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), suplente do ministro na Câmara

A Câmara dos Deputados paga salário de R$ 8.040 ao piloto do avião particular do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.
O piloto, Francisco Meireles, é contratado como secretário parlamentar no gabinete do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), suplente do ministro na Câmara. Geddel está licenciado do cargo desde 2007, quando foi nomeado ministro.No entanto, quando a reportagem da Folha telefonou para o gabinete a procura do secretário parlamentar, foi informada pela secretária que não há nenhum Francisco Meireles trabalhando lá.

De acordo com Mão Branca, o piloto já trabalhava no gabinete de Geddel, apesar de o próprio ministro dizer que nunca o empregou.

Ao realizar uma pesquisa, a reportagem descobriu o ato de nomeação de Meireles, com data de 3 de março de 2008, um ano após Mão Branca tomar posse.

Outro lado

Para o ministro, não há irregularidade na contratação de um secretário parlamentar da Câmara como seu piloto particular. Geddel compara o serviço de Meireles como piloto com o caso de advogados que, segundo ele, talvez trabalhem na Câmara e também prestem serviços fora da Casa.

O argumento de Meireles coincide. Segundo ele, pilotar aviões é uma ocupação free-lance, pois seu trabalho é como secretário de Mão Santa, a quem está sempre à disposição, na Bahia.
FONTE: FOLHA ON LINE

Pânico no Marechal Rondon

Um passageiro com sintomas da gripe suína desembarcou ontem no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, num vôo da Gol no final da manhã. Vindo de Cuba, com passagens por Peru, São Paulo e Brasília, o passageiro é brasileiro e começou a apresentar sintomas típicos da nova gripe. O caso foi informado ao comandante do avião e à Vigilância Sanitária, que cadastrou todos os 137 passageiros do avião e encaminhou o passageiro com sintomas para isolamento no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM).
Fonte:Diário de Cuiabá - MT

sábado, 9 de maio de 2009

Unidade III - INDAIATUBA-VCP.



Previsão de decolagem: Primeira Quinzena de Maio.

Ministério Público denuncia donos da Transbrasil. Celso Cipriani, a mulher e a sogra são acusados de fraudes que levaram empresa à quebra.


O Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou à Justiça os donos da Transbrasil por crimes que teriam contribuído para quebrar a companhia, além de lesar centenas de credores. Antônio Celso Cipriani, ex-presidente da Transbrasil, sua mulher Marise e a sogra Denilda Pereira Fontana foram acusados por prática de fraudes. Cipriani foi denunciado também pelo suposto desvio de bens da companhia.

Esses são os principais acusados, mas o conjunto de denunciados é maior. Além de Cipriani, Marise e Denilda (filha e viúva de Omar Fontana, fundador da Transbrasil , morto em 2000), outras 19 pessoas foram responsabilizadas pelo desaparecimento de livros contábeis e documentos. Entre eles, o advogado Roberto Teixeira, amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi conselheiro da companhia.

A falência da Transbrasil foi decretada em 2001, mas o processo ficou interrompido por mais de três anos por uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal - sendo retomado no final de 2007. No último levantamento sobre a situação financeira da companhia, seis anos atrás, a dívida estava em cerca de R$ 1,5 bilhão.

A denúncia chama atenção principalmente para o destino de R$ 725 milhões que a companhia recebeu da União em 1999. O dinheiro foi entregue como indenização pelos prejuízos com o congelamento de passagens nos sucessivos planos econômicos. Dois anos depois, a Transbrasil quebrou. "Causa estranheza a paralisação, pouco tempo depois, causada em especial pela falta de combustível para os aviões e com os salários dos empregados", afirma no processo a promotora de Justiça Telma Gori Montes, autora da denúncia.

A promotora afirma no processo que, segundo diretores da Transbrasil, "o dinheiro seria suficiente para sanar as contas e permitir que a falida prosseguisse nas atividades".E prossegue: " Tais fatos apontam para a existência de desvios de valores, aliados a despesas de negócios injustificáveis, que levaram a falida (Transbrasil) à bancarrota".

A promotora acusa Cipriani, Marise e Denilda de tentar transferir o controle da companhia aérea para a Fundação Transbrasil (dos funcionários), movimento que acabou impedido pela Promotoria de Justiça das Fundações. "Tal cessão tinha a finalidade de criar vantagem para os denunciados, que pretendiam eximir-se de eventuais obrigações e responsabilidades da falida", diz a promotora no processo. Ela cita ainda o uso da Transbrasil INC., uma subsidiária da companhia com sede em Miami (EUA), para suposto desvio de dinheiro. "Antonio Celso Cipriani sacava para si elevados valores da Transbrasil INC.", anotou Telma. "Os saques, segundo consta, chegavam a US$ 250 mil de cada vez."

Ela relata, também, que Cipriani tinha uma empresa de táxi aéreo, a Target, que ocupava espaço do hangar da Transbrasil no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, sem pagar nada por isso. Segundo a promotora "há, portanto, desvio de bens".

Procurados no início da noite, os advogados da Transbrasil não foram encontrados. Mas numa entrevista recente, quando o Estado antecipou que o Ministério Público tinha decidido denunciar Cipriani e a mulher Marise, o escritório de Roberto Teixeira, que defende a Transbrasil, disse que a quebra da companhia foi decretada com base em um pedido falimentar indevido, feito pela General Eletric (GE), em 2001. "A GE fez o pedido alegando que a Transbrasil deixou de pagar uma nota promissória que, na verdade, já tinha sido paga``, diz Cristiano Zanin Martins, responsável pelo caso.

De acordo com esse raciocínio, a denúncia do Ministério Público contra os ex-administradores da companhia aérea não vai se sustentar. "Não pode recair sobre os ombros de qualquer administrador a responsabilidade sobre os problemas da Transbrasil , quando ela foi prejudicada por uma situação indevida", afirma Martins.

Fonte: Máfia da Aviação

Jobim diz que demissões na Infraero vão continuar

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse hoje que as demissões de afilhados políticos na Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) vão continuar e desagradar outros partidos. Em uma palestra ministrada ontem no Clube Militar, no centro do Rio de Janeiro, o ministro disse ter recebido "reclamações" de integrantes do seu partido, o PMDB, mas afirmou que a redução de indicações políticas na estatal não tem volta. "Há manifestações de alguns partidos e provavelmente teremos de outros quando as coisas continuarem. Não tem indicação exclusiva do PMDB, há indicados de vários partidos", afirmou.
Jobim tocou no tema ao responder a um dos militares da plateia que perguntou se ele tem apoio no governo para seguir com a profissionalização da Infraero, citando a demissão de 28 nomeados. "Não foram só 28, tem mais", respondeu o ministro, negando conflito com o PMDB. "Vamos coordenar com tranquilidade." O ministro reduziu a celeuma a uma questão administrativa, "que vai continuar".
Pouco antes da sessão de perguntas que sucedeu sua palestra sobre a Estratégia Nacional de Defesa para um grupo majoritariamente composto por oficiais da reserva, Jobim admitiu em entrevista ter recebido "manifestações" de "alguns integrantes" do PMDB, mas não interpretou as queixas como sendo do partido. Segundo Jobim, não há espaço para recuar das mudanças na estatal.
"A profissionalização é um processo longo de modernização para que a Infraero responda às necessidades internacionais e de desenvolvimento do tráfego aéreo do Brasil", disse. "A infraestrutura aeroportuária brasileira precisa responder a tudo isso, precisa ter fôlego e de uma empresa competitiva", afirmou o ministro da Defesa.
Fonte:Estadão.com.br

Goodyear Aviação celebra centésimo aniversário



A Goodyear está comemorando 100 anos do inicio da produção de pneus para aviação. No mundo, a marca é hoje a maior fornecedora mundial de pneus para aeronaves comerciais, militares e aviação de utilidade geral. Operando um negócio mundial desde a sua sede em Akron, Ohio, nos Estados Unidos, a Goodyear fabrica pneus para aviação e recauchutagem nos Estados Unidos, Tailândia, Brasil e Países Baixos.

Presente no Brasil desde 1919, a fábrica São Paulo da Goodyear, localizada no bairro Belenzinho (capital Paulista) produz e faz recauchutagem de pneus para aviação desde 1943 e é hoje a responsável pelo fornecimento de 90% da frota brasileira, incluindo aviação civil (comercial e utilidade geral) e militar.


Fonte: Fator Brasil

Tráfego doméstico de passageiros da Gol recua 14,8%


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes (GOLL4) registrou queda de 14,8% no tráfego doméstico de passageiros (RPK) em abril de 2009, em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados preliminares anunciados hoje pela empresa.

Na mesma direção, o assento-quilômetro oferecido (ASK) recuou 5,9% na mesma base de comparação. No mercado doméstico, a taxa de ocupação foi de 60%, o que significa uma redução de 6,3 ponto percentual (p.p.), frente a abril de 2008.

No mercado internacional, o tráfego de passageiros recuou 48,5% em abril, enquanto que a capacidade caiu 46,3%. A taxa de ocupação ficou em 50,7%, mostrando declínio de 2,1 p.p.

No sistema total da GOL, a taxa de ocupação caiu 4,5 p.p. em abril. O RPK perdeu 21,4% e o ASK 15,4%.

Fonte: InvestNews

Redução de tarifas já tem efeito nos voos para Europa

SÃO PAULO - Duas companhias aéreas internacionais, a British Airways e a Iberia, foram as primeiras a anunciar tarifas 20% menores devido à liberdade tarifária para voos ao exterior de longo percurso, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 23 de abril. As duas empresas aéreas fazem parte da mesma aliança - a Oneworld - e curiosamente anunciaram os mesmos preços, ontem, para um escopo de destinos europeus bastante similar.
As companhias estão seguindo a decisão da Anac, que permite a aplicação de descontos de até 20% nos preços mínimos antes estabelecidos. A partir de julho, os descontos poderão ser de até 50%; em outubro, poderão ser de até 80% e, em 2010, já não haverá qualquer barreira tarifária. As empresas não divulgam quantos assentos em cada voo estão sendo oferecidos pelos preços mais baixos, nem por quanto tempo eles serão válidos.
Fonte: UOL Economia

SINDICATO DE AEROVIÁRIOS APRESENTA PLANO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAZENDA PIRATININGA


No dia 07 de abril de 2009, o Juízo Auxiliar de Execução da Justiça do Trabalho de São Paulo, o qual cuida dos processos movidos contra as empresas do Grupo Canhedo, determinou que o Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo e o Sindicato Nacional dos Aeronautas apresentassem um Plano de Administração e manutenção da Fazenda Piratininga no prazo de 30 dias, bem como esclarecessem como pretendem prosseguir na manutenção dos bens da fazenda Piratininga até o pagamento da ultima ação trabalhista abarcada pela Ação Civil Pública.

Dentro do prazo determinado pelo Juízo, o Sindicato dos Aeroviários no Estado de São Paulo, apresentou o seu Plano de Administração e o Estatuto da SPE trabalhista visando o pagamento de todo crédito trabalhista no Brasil, sem privilégio para ninguém (advogado ou trabalhador).

Fonte: Duque Estrada - Direito Aeronáutico

www.duqueestrada.adv.br

Leilão de bens da Vasp será em junho


O primeiro leilão dos bens da massa falida da Vasp foi marcado para o dia 16 de junho. A empresa teve a falência decretada em setembro do ano passado por não cumprir o processo de recuperação judicial, iniciado em 2005. Os bens, que serão vendidos para efetuar o pagamento dos credores, incluem 35 aviões - avaliados em R$ 16,8 milhões. Além de 13 automóveis, um rebocador de aviões, uma plataforma e uma carreta para o transporte de bagagem avaliados em cerca de R$ 140 mil. Também há um imóvel em Maringá (PR), avaliado em R$ 166 mil. Esses valores foram apresentados pela Vasp no plano de recuperação judicial. Não há um levantamento atualizados valores desses bens.

O leilão será às 14 h, na Casa de Portugal, em São Paulo. Além desses bens, há cerca de 50 imóveis que também já estão sendo preparados para a oferta - que somam cerca de R$ 200 milhões, em valores de 2005 segundo a avaliação feita pela empresa na época. Há no entanto, outros imóveis que ainda não estão em fase de preparação. A dívida da Vasp é estimada em R$ 3,5 bilhões.

O valor arrecadado nesse primeiro leilão não será suficiente nem para pagar os credores extrajudiciais - primeiros a receberem pela nova Lei de Falências - pois a soma dessa parte do débito é de cerca de R$ 120 milhões, segundo Carlos Duque Estrada Jr., que representa 550 ex-trabalhadores da Vasp em 870 ações individuais. De acordo com os artigos 83 e 84 da nova lei, recebem primeiro os credores extraconcursais - que atinge aqueles que colocaram ativos na empresa após o pedido de recuperação, além do administrador judicial e seus auxiliares. Em segundo lugar, estão os trabalhadores, com um limite de até 150 salários mínimos cada um, seguidos dos credores com garantias reais - como as instituições financeiras. Somente depois é pago o passivo fiscal e, por fim, outras dívidas, como as com fornecedores. A partilha só é feita após a conclusão do quadro geral de credores e a arrematação de todos os bens.

Grande parte das dívidas da empresa com os trabalhadores, no entanto, não deve ficar na pendência da venda dos bens da Vasp , segundo Duque Estrada. Isso porque já há uma decisão definitiva da Justiça do trabalho em que os ex-funcionários da empresa conseguiram o bloqueio da Fazenda Piratininga - um complexo agropecuário com 135 mil hectares no extremo norte de Goiás, avaliada em R$ 421 milhões, de propriedade do ex-controlador da Vasp , Wagner Canhedo. Ainda assim, o bloqueio da propriedade rural tem sido motivo de uma nova discussão na Justiça. Procurado pelo Valor, o administrador judicial da Vasp, Alexandre Tajra, não se manifestou. O advogado da Vasp, Ivan Clementino, informou que apenas o administrador poderia falar sobre o tema.

Fonte: Duque Estrada - Direito Aeronáutico

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TAM enxuga quadro de funcionários


Segundo informa o jornal "O Globo", a TAM iniciou este mês uma reformulação, com o corte de cargos de alto escalão, que resultou, até agora, no desligamento de 21 executivos, entre diretores e gerentes. Dentro dessa reformulação, deixaram a empresa o vice-presidente de Gestão de Pessoas e Conhecimento, Guilherme Cavalieri, e o vicepresidente Técnico, comandante Jorge Gabriel Isaac - ambos, segundo fontes, teriam sido levados da Gol pelo atual presidente da TAM, David Barioni. A vice-presidência Técnica foi incorporada à vice-presidência de Operações, que tem à frente o comandante Fernando Sporleder. A diretoria de Gestão de Pessoas passou a se reportar à presidência. Segundo fontes do setor, os cortes na TAM não se limitam ao alto escalão. Profissionais de todas as áreas estão sendo desligados, e somente ontem 80 mecânicos teriam sido demitidos em São Paulo. Além disso, mais de 200 profissionais foram cortados de janeiro a março no Rio e em outros estados. Ainda segundo uma fonte, a TAM planeja demitir dois mil empregados, antevendo uma queda na venda de passagens internacionais diante da redução tarifária autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para voos ao exterior. A TAM tem hoje 25 mil empregados.
Fonte: Café e Modelismo

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Nova Rota para a Azul

A Azul recebeu hoje a autorização para começar a operar a rota Campinas-Campo Grande a partir do próximo dia 27 de maio. Com este, agora já são 11 destinos operados pela companhia.
Fonte:Panrotas

quinta-feira, 7 de maio de 2009

ABRAMAV - Associação de Mulheres na Aviação





Você sonha voar? Quer ser piloto ou comissária?
Venha saber o que é necessário.

Ou ao contrário: Voce implica com seu marido ou namorado que voa? Odeia o aeroclube? Já mandou ele escolher entre o avião e você?

Participe do encontro daABRAMAV :o encontro anual das mulheres na aviação. As vagas são limitadas e não há taxas para inscrição. As palestras são de fundamental importância para seu futuro e a qualidade de vida de sua familia.

Dia 23 de maio
No auditorio da infraero n0 Campo de Marte, SP.
Inscriçoes gratuitas. Se você leitor ou leitora se tiver alguma amiga que queira saber como começar na aviação, entre em contato com a ABRAMAV. As palestras envolvem todas as áreas, inclusive na comercial, a palestra será da cmte Thereza da Trip. Apareça!!

Lan confirma estudos para ter empresa aérea no Brasil


A exemplo da Lan Argentina, Lan Equador e outras empresas do grupo, o projeto da Lan Brasil está a cada dia mais próximo de se tornar realidade. Segundo Jaime Fernandez, diretor geral da Lan para o Brasil ainda não há data prevista para concretizar o projeto, mas "será inevitável".

O dirigente participou esta noite de um jantar que marcou as comemorações do novo escritório da Lan no Copacabana Palace, no Rio. "A Lan é a maior companhia da América do Sul e o projeto da Lan Brasil está em estudos. No máximo num prazo máximo de cinco anos ele se tornará realidade, mas poderá ser viabilizado antes deste tempo", admitiu, depois de lembrar que a Lan Equador já opera voos domésticos desde o início de abril.

Cerca de 80 convidados participaram do coquetel, seguido de jantar no Copacabana Palace. Na ocasião, o dirigente não se mostrou preocupado com a crise e a redução de 34,7% no lucro da empresa relativo ao primeiro trimestre e que atingiu a marca de US$ 65 milhões, com uma taxa média de 65% de ocupação.

Fonte: Mercado e eventos

NOTICIAS VASP - PRIMEIRO IMÓVEL QUE IRÁ A LEILÃO NO DIA 16-06 - MARINGÁ


Varas de Falências
1ª Vara de Falência e Recuperações Judiciais



583.00.2005.070715-0/003494-000 - nº ordem 57/2005 - Falência - Outros Incidentes não Especificados - VIAÇÃO AÉREA SÃO PAULO SOCIEDADE ANÔNIMA -VASP - Fls. 46 - Defiro a venda do imóvel da massa falida por leilão público, no dia 16 de junho de 2009, às 14:00 horas, na Casa de Portugal, sita à Avenida Liberdade, 602 - 3º andar - Liberdade. Deverá o leiloeiro oficial comprovar nos autos a publicidade que deu ao leilão, que são de sua responsabilidade. Cientifique-se as Fazendas e o Ministério Público. Int

3494

ARRECADAÇÃO DE IMÓVEL:

AV XV DE NOVEMBRO – EDIFÍCIO MAX EIDAM – LOJA 01 – CENTRO – MARINGÁ - PR

2º. OFÍCIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS DE MARINGÁ

MATRÍCULA 26.781

OceanAir prevê mais dois aviões neste ano e aposenta Fokker 100 em 2011


A OceanAir prevê agregar mais dois aviões à frota da companhia ainda este ano para suprir o aumento da demanda esperada com a ampliação dos voos da companhia, a partir do próximo dia 18. Ao mesmo tempo, a empresa já planeja iniciar a troca das 14 aeronaves modelo Fokker 100 por modelos Airbus 319 e 320 a partir de 2011.

O diretor executivo da companhia aérea, Renato Pascowitch, disse que, num primeiro momento, não há necessidade de aumentar a frota para atender mais 30 operações diárias a partir do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Mas que a expectativa em relação ao mercado, mesmo em tempos de crise, é boa e justifica o acréscimo de até duas aeronaves ainda este ano.

"Há um projeto para trazer mais um ou dois aviões que estão na Colômbia. Se o mercado responder bem, podemos até trazer mais", afirmou o executivo. Os aviões que serão incorporados à frota da OceanAir estão sendo operados pela colombiana Avianca. As duas empresas fazem parte do grupo Synergy.

A partir de 2011, no entanto, os Fokker 100 serão substituídos por modelos Airbus. O grupo Synergy prevê 74 novos aviões, dos quais 28 seriam direcionados para a OceanAir.

"A confirmação dessas 28 aeronaves vai depender da demanda daqui para frente. Podemos voltar a ter voos internacionais, e esses modelos seriam necessários", observou Pascowitch.

Ele ressaltou que, apesar do início de ano turbulento na economia, a taxa de ocupação nos aviões da companhia vem se mantendo alta, em torno de 75%. O executivo revelou certa preocupação de que o temor da gripe suína possa influenciar o movimento no mercado doméstico.

"Coincidência ou não, o movimento caiu 5% na semana passada, em que tivemos um feriado".

A OceanAir detém 3% de participação no mercado, e projeta que pode chegar ao fim do ano acima disso, em torno dos 3,5%, podendo ir aos 4%. A partir do dia 18, ampliará de 16 para 30 as operações diárias no Santos Dumont, sendo 16 voos para o aeroporto de Congonhas e outros dez pousando em Guarulhos, além de dois para Brasília e dois para Belo Horizonte.

Renato Pascowitch disse ainda que espera que as passagens, em todo o mercado, fiquem mais baratas nos próximos meses por conta da guerra de promoções entre as companhias. Segundo ele, a baixa temporada vai acirrar essa disputa. Sobre a estratégia da OceanAir, afirmou que a empresa vai esperar a movimentação do mercado.

"Não há nenhuma promoção grande prevista, vamos ficar acompanhando o mercado", frisou.

Fonte: Folha On Line

CVC nega venda da Webjet à Azul



O Grupo CVC - controlador da Webjet Linhas Aéreas e da CVC Turismo - negou veementemente informações publicadas em um site de notícias sobre negociações para a venda ou fusão da companhia aérea a uma de suas principais concorrentes, a Azul Linhas Aéreas, de David Neeleman.

Segundo o grupo, não há qualquer fundamento nos boatos que vêm sendo divulgados nas últimas semanas e que já se tornaram polêmica em fóruns de aviação na internet. A empresa segue seus planos de crescimento - devendo atingir uma frota de 16 aeronaves até o final do ano -, com perspectivas favoráveis especialmente após o inicio de suas operações no aeroporto Santos-Dumont, no Rio de Janeiro.

A empresa inaugurou recentemente sua nova sede, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, e apresentou uma nova logomarca e programação visual para suas aeronaves.
Fonte: Direto da Pista

Anac faz audiência pública para discutir regras de atendimento a passageiros


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) realiza hoje (7), em Brasília, audiência pública para discutir sua proposta de tornar mais rigorosas para as empresas aéreas as regras de atendimento aos usuários.

Durante a audiência, os interessados terão a oportunidade de apresentar contribuições para a elaboração de novas normas para o setor aéreo, aplicáveis nos casos de atraso, cancelamento e preterição (impedimento ao embarque).

De acordo com a assessoria da agência, a preterição pode ocorrer em duas situações: quando há necessidade de a empresa substituir uma aeronave (para manutenção não programada, por exemplo) por outra com número menor de assentos ou nos casos de venda de passagens acima da capacidade do avião (overbooking)

Além de propor a redução do tempo de que as companhias dispõem para informar os clientes sobre as alternativas de reparação quando seus voos sofrerem atrasos de mais de quatro horas, a Anac defende que o usuário receba a assistência necessária a partir da primeira hora de atraso.

Pela atual regulamentação, as companhias têm que reacomodar os passageiros em um voo próprio ou de outra companhia, para o mesmo destino, a partir da quarta hora de atraso de um voo. Além disso, as empresas devem sempre oferecer aos clientes a opção de receber o valor integral que tenham pago por suas passagens.

Pela nova proposta da Anac, as empresas aéreas deverão providenciar a troca do voo ou reembolsar o usuário tão logo confirmem que a viagem irá atrasar mais de quatro horas. Além disso, em caso de cancelamentos programados de voos, as companhias teriam que informar os passageiros com 72 horas de antecedência. Atualmente, segundo a própria agência, a legislação é omissa quanto ao dever das companhias de informar antecipadamente o cancelamento.

Quanto ao atendimento que já é prestado a partir da primeira hora de atraso, a Anac propõe que a nova regulamentação detalhe o tipo de assistência que as companhias terão que passar a oferecer aos usuários nos casos de atraso, cancelamento, interrupção do voo ou de impedimento ao embarque no horário previsto que não seja causado pelo cliente. Em nota divulgada em seu site, a agência diz que o atendimento estaria voltado para o acesso à comunicação (telefone ou acesso à internet), alimentação, acomodação em local adequado e ao transporte.

A audiência será realizada entre as 10h e as 13h, no auditório da Sexta Gerência Regional (GER 6), localizado no Setor de Hangares, lote 4, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília. No entanto, o prazo para que os participantes pudessem se manifestar verbalmente terminou ontem (6) ao meio-dia.
Fonte: Agência Brasil

Avião do narcotráfico pode ter caído

A Delegacia de Polícia Federal em Cáceres (225 km de Cuiabá) confirmou ontem que vários agentes estão na região entre os municípios de Comodoro (que faz divisa com o estado de Rondônia), Vila Bela da Santíssima Trindade e Nova Lacerda, no extremo oeste de Mato Grosso, à procura de uma aeronave que supostamente caiu na área. A suspeita é a de que a aeronave seja boliviana e poderia estar a serviço do narcotráfico.

Até a tarde de ontem, a delegacia não havia recebido nenhuma confirmação do fato, mas os agentes estão incomunicáveis, fazendo as buscas em uma região acidentada e de mata densa. As buscas começaram ontem, após chegar à PF a informação de que moradores de fazendas da região viram, na segunda-feira, uma aeronave voando baixo, que logo depois sumiu. Na sequência, muita fumaça teria subido de dentro da mata.

O Departamento de Aviação Civil brasileiro não tem qualquer informação a respeito de uma aeronave desaparecida, o que reforça a suspeita de que o tráfico esteja envolvido. Uma fonte da PF informou que o excesso de peso pode ser considerado o provável motivo da queda, caso confirmada a existência de um carregamento de cocaína.
Fonte: Diário de Cuiabá

Não se pode punir só as empresas por overbooking

O diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Marcelo Guaranys apontou a necessidade de a punição pelo chamado overbooking vir acompanhada de sanções também para os passageiros com reserva confirmada que deixem de comparecer aos voos. Ele considerou aceitável o uso das regras do Código de Defesa do Consumidor nas relações entre passageiros e companhias aéreas.

Projeto (PLS 114/04) da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) punindo o overbooking – que se configura quando as empresas vendem mais passagens que assentos nos aviões – foi discutido ontem em audiência da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR).

Guaranys considerou razoável a atualização do limite de tolerância de atrasos de voos das atuais quatro horas para duas horas, quando terá início o fornecimento de assistência aos passageiros (alimentação, translado ou hospedagem).

Para Fernando Antonio Soares, da Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Defesa, cancelamentos e atrasos de voos superiores a duas horas devem mesmo ser sujeitos a regras de indenização. Ele disse, no entanto, que, se o overbooking for muito penalizado, haverá um desequilíbrio do mercado, com aumento no preço das passagens.

Segundo o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, José Márcio Mollo, o projeto é desproporcional no que diz respeito às faltas das empresas e às multas previstas.
Fonte: Jornal do Senado

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Continental Airlines reduz temporariamente 50% dos voos ao México


A Continental Airlines, a companhia aérea americana com mais atuação no México, anunciou uma redução temporária de 50% dos voos para este país, considerado epicentro da epidemia gripe suína.
Fonte: Notícias Bol