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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Azul pode adiantar recebimento de jatos Embraer

A companhia aérea Azul poderá antecipar no ano que vem o recebimento de aeronaves da Embraer caso a demanda por passagens continue muito aquecida, declarou o diretor da empresa Miguel Dau.

|Segundo ele, estão programados inicialmente para 2010 mais sete aviões modelos Embraer, 190 e 195. "Pode ser mais. Estou muito otimista com o cenário", afirmou o executivo a jornalistas nesta quarta-feira.

A Azul, que estreou no mercado aéreo brasileiro em dezembro de 2008, vai fechar o ano com 14 aviões operando na malha nacional.

Conforme Dau, a taxa média de ocupação nos voos da Azul está acima de 87 por cento, chegando em algumas rotas a 94 por cento. "Trabalho há anos no setor aéreo e nunca vi um coisa igual", disse.

"O cenário econômico conspira a favor do setor em 2010", acrescentou, ressaltando que o PIB deve crescer cerca de 5 por cento no ano que vem.

A Azul ficou em outubro com 4,44 por cento de participação do tráfego de passageiros dentro do país, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O diretor da empresa aérea disse que o market share da companhia deve aumentar no ano que vem.

"Dificilmente vamos dobrar isso, porque saímos do zero. Não estamos preocupados com market share. O passado mostra o preço que se pagou nessa busca. Queremos manter qualidade e satisfação do cliente, além dos custos baixos de operação."
Contato Radar

Grupo Emirates apóia lançamento da Senegal Airlines

No Dubai Air Show que foi completado ontem, em Dubai, o grupo Emirates e o governo do Senegal anunciaram que será dado suporte técnico e comercial para a Senegal Airlines, a nova companhia aérea que vai operar a partir de 2010.

O anúncio foi feito após o encontro oficial entre Sua Alteza Sheikh Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, presidente e CEO da Emirates Airline e do Grupo Emirates, e Karim Wade, ministro de Infraestrutura, Transporte Aéreo e Cooperação Internacional do Senegal. O Grupo Emirates contribuirá com sua expertise técnica e apoiará a nova empresa, colaborando para o desenvolvimento de produtos e serviços aéreos da Senegal Airlines. Para seu principal executivo, a Emirates tem interesse estratégico na África onde já opera em 17 destinos.

"O Senegal está fortalecendo sua indústria aérea e construindo um novo e tecnológico aeroporto internacional chamado Blaise Diagne Airport que, em conjunto com a nova companhia aérea, irá colaborar para que a aviação senegalesa se destaque não só na África, mas no mundo inteiro", disse Karim Wade.
Desástres Aéreos

Presidente da Gol comenta planos sobre Caribe e fretamentos

gol_caribefretamentos

Durante passagem por Londres o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, comentou sobre os planos da empresa e suas expectativas em relação ao crescimento do mercado, informou a AE.

De acordo com Júnior, dentre as perspectivas da Gol está aumentar os destinos atendidos no Caribe – com a possibilidade, inclusive, dos novos voos para lá partirem de Caracas e Bogotá. Atualmente a empresa opera voos para dois destinos caribenhos, Aruba e Curaçao, e avalia a possibilidade de novas rotas e mais frequências.

Outra aposta está no mercado de fretamentos, especialmente com a chegada do verão e período de férias escolares, podendo, para atender à demanda, reativar uma das aeronaves B767 que encontram-se paradas desde o fim das operações internacionais de longo curso da Varig. Neste sentido, Constantino informou que a Gol avalia a possibilidade de fechar contratos de seis meses com as operadoras de turismo para atender mercados na América do Norte, além do Argentino, que durante o verão costuma gerar grande demanda por voos ligando-o às praias brasileiras.

O presidente da Gol ainda espera que a bom momento do mercado brasileiro se mantenha e até melhore no próximo ano, especialmente se as expectativas econômicas para o país forem concretizadas, permitindo às empresas aéreas manterem bons níveis de crescimento, possivelmente na casa dos dois dígitos caso o PIB atinja os 5% de melhora projetado pelos economistas.

CR

Lufthansa recebe centésimo A320

a Lufthansa acaba de receber seu 100º avião da família A320.

“A entrega do 100º avião da família A320 para a Lufthansa não apenas retrata o tremendo sucesso do programa A320, mas também o nosso forte relacionamento com a Lufthansa, um dos maiores operadores mundiais de Airbus”, disse o Diretor Operacional para Clientes da Airbus, John Leahy, que aproveitou para ressaltar que o programa de mais de 20 anos não está parado no tempo, recebendo constates melhoras em aerodinâmica, redução de peso, eficiência operacional e conforto interno.

Com mais de 170 aviões da Airbus dentre as famílias A320, A330 e A340, a Lufthansa é não apenas uma das maiores operadoras mundiais como também uma das mais longevas, operando aeronaves da fabricante européia há mais de 30 anos, desde que recebeu seu primeiro A300 em 1976.

CR

Sistema de controle aéreo sem radar é testado nos EUA

Tecnologia poderia ter evitado o acidente da Gol, diz diretor do MIT.
Ela permite que a aeronave emita sinal indicando sua localização exata.

Foto: Reprodução Foto: Reprodução

Radar de monitoramento aéreo em aeroporto dos EUA (Foto: Reprodução)

Um sistema de monitoramento de aviões que não usa radar está sendo testado pela primeira vez nos Estados Unidos, abrindo caminho para a implementação de um controle de tráfego aéreo mais moderno, barato e seguro. A tecnologia usa informações de satélite e está sendo aplicada no estado do Colorado. Ela permite que os controladores e os próprios pilotos saibam a localização exata de todas as aeronaves dentro da mesma região.

Em entrevista ao G1, o diretor do Centro Internacional de Transporte Aéreo do MIT (Massachusetts Institute of Technology), John Hansman, explicou o funcionamento deste novo sistema. Segundo ele, esta ferramenta vai tornar voos mais seguros, e poderia ter evitado o acidente com o Boeing 737 da Gol, que matou 154 pessoas em 2006, ao cair no Mato Grosso após um choque com um jato Legacy durante o voo.

"Este sistema poderia ter evitado o acidente. Em primeiro lugar, os controladores aéreos teriam um conhecimento melhor das posições dos aviões e, em segundo, os próprios aviões poderiam ver suas posições, e saber que havia uma aproximação evitando o choque", explicou.

O novo sistema deve ser implementado em todas as regiões dos Estados Unidos até 2020. Ele funciona através da emissão de sinais das aeronaves, que são medidos por sensores espalhados em terras e em outros aviões, sendo determinada a localização exata delas, explicou. "Os aviões sabem onde eles estão através de informações de seus próprios sistemas de navegação, como o GPS. Com este novo sistema, eles enviam uma mensagem para todos que estão dentro de um raio específico, informando esta posição. E qualquer avião que esteja próximo desta aeronave pode saber a posição dele em relação à sua, numa tela dentro da cabine de comando", disse.

Foto: AFP Foto: AFP

Vista da pista do aeroporto desde a torre de controle, na Argentina (Foto: AFP)

Além disso, completou, desde o chão, o controle de tráfego aéreo pode trabalhar usando um rádio normal, que é mais simples e barato, que decodifica a informação em um display semelhante ao de radar. “Do ponto de vista do controle aéreo, esta tecnologia é a próxima geração do monitoramento, que é como se mede a localização das aeronaves.”

Monitoramento

Desde os anos 1950, o radar é a base dos sistemas de controle aéreo usados no mundo, servindo para evitar colisões e ordenar o tráfego de aeronaves. Apesar de choques entre aeronaves serem raros, a autoridade norte-americana de aviação alega que o radar tem limitações técnicas que levam a atrasos nos voos em todo o país. Os sistemas com base em informações enviadas por satélites podem oferecer informações mais exatas e corrigir este problema, permitindo um intervalo menor entre pousos em um mesmo aeroporto.

Além de ser mais exato, o sistema em teste atualmente tem um custo muito mais baixo de que o da construção de radares, que são caros e dificilmente podem ser construídos por toda a parte. Segundo uma reportagem publicada no jornal "USA Today", o sistema em teste em todo o estado do Colorado custou o mesmo que a contrução de apenas um radar em aeroporto.

Foto: AFP

“É um sistema que pode ajudar muito países grandes como o Brasil, que tem um território tão grande. É difícil ter radares em todos os lugares do país, mas com este sistema se torna muito barato, usando apenas equipamentos de rádio mais simples, ter as mesmas informações que se conseguiria com radares”, disse Hansman. Segundo ele, em alguns anos o Brasil também poderá começar a testar o novo sistema, que pode logo se espalhar pelo país.

Sem panaceia

O professor do MIT explicou, entretanto, que este sistema não vai corrigir todos os problemas da aviação no mundo, mas apenas tornar mais fácil o monitoramento, permitindo saber a localização exata dos aviões a cada momento. Segundo ele, esta tecnologia não faria diferença se estivesse em funcionamento na época em que o voo AF 447 caiu no Oceano Atlântico enquanto ia do Rio de Janeiro para Paris.

“No caso do acidente da Air France, seria impossível saber onde o avião desapareceu. O problema é que rádios convencionais não vão tão longe, e quando se está a algumas centenas de milhas no oceano, não se tem comunicação direta. Rádio normal só segue em linha reta e por conta da curvatura da terra, quando se passa de uma certa distância, seria preciso olhar através do chão para encontrar a aeronave, como as onda de rádio não passam pela terra, é impossível.”

O especialista em aviação explicou que o novo sistema de monitoramento de tráfego aéreo é uma das principais tecnologias em desenvolvimento na atualidade. Segundo ele, também está sendo trabalhado um sistema comunicação automática de dados entre o avião e os controladores. “Temos uma versão crua disso em alguns aviões, mas precisamos atualizar isso, que na verdade é um sistema de troca de emails entre a aeronave e o controle em terra, permitindo que o controle crítico seja feito em formato de dados”, disse.

Analisando a dificuldade em determinar as causas do acidente da Air France por conta de não terem sido encontradas as caixas pretas da aeronave, Hansman alegou que não é necessário elaborar nenhum sistema novo para armazenamento de informações de segurança de voo, pois o que existe já costuma funcionar bem.

“O acidente da Air France foi um caso muito específico. Em 99,9% dos casos é possível recuperar as caixas pretas após o acidente ou descobrir de outra forma as causas do acidente, então não sei se faz sentido mudar totalmente o sistema de registro de informações de vôos por causa desse caso isolado.”

Foto: AFP

Aviação não está preparada para classes C e D, diz OceanAir


O diretor Comercial da OceanAir e Avianca, Renato Pascowitch, demonstrou preocupação em relação ao crescimento das classes C e D na aviação comercial. Para ele, as companhias aéreas precisam aprender a lidar com este público, pois, segundo o dirigente, representa a maior fatia no crescimento dentro da aviação.

Se baseando em uma pesquisa do Ministério do Turismo que apontou um crescimento de mais de 20% na presença deste público nos últimos anos, Pascowitch falou que este problema envolve toda cadeia do turismo.

"Não é um problema nosso ou de uma outra empresa, mas de toda a cadeia responsável pela aviação. Este público não está acostumado a viajar de avião e com o crescimento da economia e com facilidades de pagamento, eles estão se programando para ir de avião e não mais de carro ou ônibus. Cabe a nós nos adequarmos a este público, a OceanAir está fazendo a parte dela, mas é preciso que todos façam a sua", aconselhou.

Pascowitch comandou a palestra Segmentação Turística – Identificando Produto e Demanda para Ampliar seu Negócio, realizada no último dia do Festival do Turismo de Gramado. No final ele falou das expectativas de crescimento da aviação no Brasil, que deve chegar aos 15%, três vezes mais que o aumento esperado do PIB do país: "É uma tendência que tem sido notada há cinco anos. A aviação cresce sempre o dobro ou triplo do PIB", disse lembrando que a exceção foi ano passado, devido à crise.

Mercado e Eventos

Avião exibe faixa com protesto contra visita do presidente do Irã


Quem foi à praia neste sábado (21) viu no céu um protesto contra a visita do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad ao Brasil.

Presidente do Irã propõe cooperação nuclear com o Brasil

O avião fez um sobrevoo na orla exibindo uma faixa que pedia que Ahmadinejad respeite os direitos humanos e não venha ao país.

Visite o site do RJTV

O presidente do Irã chega ao Brasil na segunda-feira (23) para se encontrar com o presidente Lula. Os dois presidentes devem assinar acordos de cooperação em pelo menos oito áreas.

G1

Embate técnico mostra disparidades abissais entre Anac e Snea

O último painel de debate no 21º Festival do Turismo de Gramado “Guerra Tarifária estimulando a competitividade” serviu para uma coisa: deixar no ar dúvidas ainda maiores sobre a futura liberação das tarifas aéreas, prevista para 23 de abril do próximo ano. De um lado, a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Solange Vieira que é a favor da desregulamentação das tarifas e, de outro, o presidente do Snea – Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, José Márcio Monsão Mollo que vê com isso sérios riscos à sobrevivência das companhias aéreas brasileiras. O Snea é a entidade máxima representativa das empresas aéreas que operam no Brasil.

Mollo, que abriu o painel, apresentou dados alarmantes, mas já de conhecimento de quem trabalha no setor: “As empresas aéreas brasileiras comprometem cerca de 32% de sua receita bruta com a carta tributária, contra 26% das concorrentes do Reino Unido, e 23% para as companhias aéreas americanas,”, esses números, logo de cara, segundo Mollo, colocam em condições totalmente desiguais no mercado aéreo as companhias brasileiras. “Além disso, continuou ele, nosso país é responsável apenas por 1,4% do mercado mundial de aviação. Essa pequena escala aumenta os custos para a aquisição de aeronaves, peças de reposição e negociações de seguros”, disse.

Segundo o presidente do Snea, a esses fatores se somam a deficiente infra-estrutura do setor aeronáutico e aeroportuário do Brasil que não se adequou ao crescimento elevado da demanda, o que aumenta os custos das empresas aéreas brasileiras. “Os custos das operações financeiras para as empresas nacionais são mais altos devido às condições do mercado nacional, principalmente as altas taxas de juros”, disse depois ao DT. “O mercado brasileiro tem uma importância marginal para as grandes companhias aéreas internacionais que possuem lastro suficiente para impor o preço que querem aqui, inviabilizando a atuação das aéreas nacionais”, complementou.

Se houver liberdade tarifária, como as empresas estrangeiras são mais fortes, com mais disponibilidade de aviões, créditos, e custos menores, em um primeiro momento os usuários ficarão muito satisfeitos com a queda dos preços. Mas em um segundo momento, a empresa brasileira será eliminada no mercado internacional, porque não conseguirá competir”, falou ao Diário.

Tempo e Combustível - Mollo aproveitou também para fazer um alerta quanto à infraestrutura dos aeroportos brasileiros que não estão acompanhando o vertiginoso crescimento das empresas aéreas. Ele deu um exemplo muito didático: "Há vários anos, um voo na ponte aérea Rio-São Paulo em um Electra durava em média 50 minutos. Hoje, mesmo com os jatos supersônicos que possuímos, levamos o mesmo tempo ou até mais. Os aviões ficam dando voltas no céu esperando esperando a autorização de pouso, gastando tempo e combustível", disparou.

Para a presidente da Anac, Solange Vieira, a liberação de tarifas é uma ação que cumpre a determinação da lei e que representará um benefício aos passageiros, estimulando a competição entre as companhias. Solange apresentou vários quadros mostrando a diferença de mercado entre os Estados Unidos e o Brasil, e aproveitou para defender a liberação tarifária: “Nos Estados Unidos as companhias aéreas tiveram lucros de 18 bilhões de dólares no último ano a partir da flexibilização”, contabilizou. Segundo ela, as empresas aéreas latinoamericanas também tiveram um crescimento de volume de passageiros em 2008, significativo, o que justifica a liberação tarifária. “O grupo Gol e o grupo TAM tiveram, respectivamente, 37,2% e 18,8% de crescimento no volume de passageiros após a flexibilização”, disse.

Nossa expectativa é que as companhias brasileiras cresçam de tamanho, e novas aéreas possam se beneficiar com isso”, disse Solange Vieira em entrevista ao DT. Ao ser questionada sobre a infraestrutura falou: “Acho que não podemos inibir um setor que está gerando resultados tão positivos, como é o de aviação. Temos que ir nos adaptando”, contemporizou.

Ao final, Solange Vieira lembrou que os números apresentados recentemente pela Anac de um crescimento da demanda dos voos nacionais em torno dos 42%, em relação ao mesmo período ano passado, não se aplicam aos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Santos Dumont. "Esses números não se referem a esses aeroportos, pois não houve liberação de mais vôos", garantiu a presidente da agência.
Diário do Turismo

Para diminuir custos Lufthansa reduzirá distância entre assentos

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O membro da mesa diretora da Lufthansa, Christoph Franz, disse que com o intuito de diminuir custos e aumentar a lucratividade, a empresa pretende reduzir a distância (pitch) entre os assentos dos aviões que realizam voos intra-europeus a partir do próximo ano, o que lhe permitirá aumentar o número de fileiras nas aeronaves, transportando mais passageiros, informou a agência ABTN.

Para permitir que a mudança ocorra sem que os passageiros sintam que seu conforto foi restringido, os aviões irão receber novos assentos que terão os bolsões realocados em posição um pouco superior, liberando espaço para as pernas. Além disso, a empresa também irá harmonizar os níveis de serviço de bordo que, atualmente, variam dependendo do voo, o que também contribuirá na redução de custos.

Entretanto, a Lufthansa frisou em comunicado que não está se tornando uma empresa de baixo custo, e que continuará oferecendo serviços diferenciados, sendo tais atitudes

CR

Record compra dois novos helicópteros




Custou R$ 4 milhões cada um dos dois novos helicópteros que a mesma Record comprou e equipou para o telejornalismo em São Paulo e no Rio. O zoom permite a leitura das placas dos carros lá embaixo. O de São Paulo já está no ar. O do Rio sobe nas próximas semanas.
Aeroblog

Ricardo K pode ser novo presidente da Tam


O nome de Ricardo K, ex-presidente da Brasil Telecom, está praticamente definido como o novo número 1 da TAM. As negociações estão quase no fim. Oficialmente, no entanto, K nega que esteja indo segurar o manche da companhia.
Contato Radar

Aeronave ultrapassa limite do aeroporto do Congo


Um MD82 da empresa Compagnie Africaine d’Aviation (CAA), ultrapassou o limite da pista do aeroporto de Goma, no Congo.

A aeronave, prefixo 9Q-CAB, possui 21 anos de atividade e sofreu o incidente no momento do pouso.

Dos 117 passageiro a bordo, 20 sofreram ferimentos.

Em 2002, o aeroporto de Goma foi exposto a uma erupção vulcânica, que diminuiu o tamanho da pista 36 para 2.000m.

Flight Life

Delta Airliners retorna a Fortaleza


Delta Airliners retorna seus voos para Fortaleza


Delta em Fortaleza

Os voos da Delta Airliners começarão apartir do dia 17 de Dezembro com freqüências as segundas e quintas. Com chegada as 5:30 da manhã e partindo as 22:30.

Delta chegou em Fortaleza em 2008 com grandes objetivos e expectativas. Repórteres, autoridades e entusiastas da aviação presenciaram fato histórico na aviação do Ceará, o primeiro pouso da Delta Airliners uma das maiores empresas de aviação do mundo. Com direito a desfile e batismo.

Ao contrário de outras empresas aéreas dos Estados Unidos, a Delta Air Lines não iniciou suas atividades transportando correio. Ela teve início quando, em 1924, foi fundada a primeira empresa de aviação agrícola no mundo, a Huff-Daland Dusters, em Macon, Geórgia (EUA). Em 1928, o nome foi mudado para Delta Air Service, em homenagem ao delta do Rio Mississipi. Como companhia aérea, a Delta transportou seu primeiro passageiro em 17 de junho de 1929 e o nome Delta Air Lines, foi adotado em 1945. Sua sede em Atlanta, desde 1941.


Popout




Popout

31 de Agosto foi o último vôo da Delta Airliners para Fortaleza até Dezembro. A pausa, segundo informações da companhia, se devem devido à baixa temporada.
Blog do Vinna

Compra de caças-bombardeiros decidida em Dezembro


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Compra de caças-bombardeiros decidida em Dezembro - ministro da Defesa

A decisão sobre a compra de novos caças bombardeiros para a Força Aérea Brasileira será tomada na primeira quinzena de Dezembro, disse hoje à Agência Lusa em Pequim o ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim.

“Tudo depende do grau de transferência tecnológica que a compra vai permitir”, salientou Nelson Jobim.

“O que nós queremos é a capacitação nacional, ou seja a formçao de uma sólida indústria de defesa no Brasil”, acrescentou.

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A escolha, no caso dos caças-bombardeiros, incidirá sobre três modelos, propostos pela França, Estados Unidos e Suécia.


“O Brasil não compra produtos acabados”, disse Jobim, citando o recente acordo com a Fraca para a construção de cinco submarinos, um dos quais com propulsão nuclear.

É uma empreitada de cerca de 10 anos, no valor de 6 900 milhões de euros, e “vai ser feita no Brasil, com tecnologia francesa”, disse.

Segundo precisou, o próprio reactor nuclear será também construído no Brasil.

Nelson Jobim encontra-se desde o fim de semana na China, na sua primeira visita oficial aquele pais na qualidade de ministro da Defesa.
Blog do Vinna

passageiros devem ser compensados por atrasos de superiores a três horas


Numa sentença proferida na passada quinta-feira, o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias considerou que os passageiros afectados por atrasos superiores a três horas - face ao horário previsto de chegada dos voos - têm direito a uma compensação por parte das companhias aéreas, salvo nos casos em que as transportadoras consigam provar que os atrasos se ficaram a dever a situações "extraordinárias", que estejam "fora do seu controlo e que não poderiam ser evitadas mesmo que tivessem sido tomadas todas as medidas razoáveis". O Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias afasta explicitamente os “problemas técnicos” da lista de situações em que as companhias não podem ser responsabilizadas.

Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias

Na base desta decisão está o princípio da igualdade de tratamento, com o tribunal a considerar que os passageiros de voos com atrasos longos sofrem prejuízos análogos aos dos voos cancelados - que já têm direito a receber compensações monetárias. A questão foi suscitada por entidades judiciais da alemanha e da áustria, a propósito de recursos interpostos por passageiros da Condor e da Air France que sofreram atrasos de mais de 20 horas e reclamam a referida compensação monetária.

A clarificação do tribunal aumenta significativamente a responsabilidade das companhias aéreas perante os seus passageiros, o que é de saudar, embora como reverso da medalha se encontre o facto de não ser descabido prever um aumento generalizado de tarifas, face ao aumento do risco inerente à actividade.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Abatimento de aviões será julgado pela Justiça Militar



A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado aprovou projeto de Lei que estabelece que o militar que, usando a lei do abate, matar alguém, será julgado pela Justiça Militar.


Até agora, como não havia legislação específica, se houvesse o abate com morte, o militar ia para julgamento na Justiça comum, o que era de grande preocupação da cúpula militar.


Como o projeto foi aprovado em caráter terminativo, não passará pelo plenário do Senado e entrará em vigor tão logo seja sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que poderá acontecer em até 15 dias úteis.
O texto diz que é competência da Justiça Militar o julgamento de crimes dolosos contra a vida cometidos por tiros de destruição contra aeronaves civis.


A legislação anterior dava margem à abertura de processos criminais na eventualidade de morte dos ocupantes dos aparelhos envolvidos em atividades ilegais, podendo levar o militar ao tribunal de júri.
O relator da matéria, senador Geraldo Mesquita Jr. (PMDB-AC), justifica a necessidade da medida dizendo que "o bem jurídico protegido numa ação de abate de aeronave em atividade ilícita não é somente a vida, mas também a segurança pública".


Dessa forma, não estaria enquadrado nas hipóteses previstas tradicionalmente como de competência do Tribunal do Júri. Assim, o tiro de destruição estará enquadrado, agora, no artigo 9º do Código Penal Militar, desde que atende aos requisitos estabelecidos pelo Decreto 5.144, de 16 de julho de 2004.
Com base na lei do abate, no mês passado, aviões Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB) dispararam tiros de advertência e obrigaram um avião transportando traficantes e drogas a pousar em Minas Gerais. Só que a Polícia Federal não conseguiu chegar a tempo no local e os três ocupantes do avião interceptado pela FAB fugiram deixando 250 kg de cocaína na aeronave.

G1

Azul vai inaugurar três novos voos, simulador de voo e sistema de TV



A Azul Linhas Aéreas anunciou hoje (19/11), em palestra realizada para os associados do Skal Rio, suas novidades para este ano e para 2010.
"Vamos inaugurar, na primeira quinzena de dezembro, um simulador de voo na Universidade Azul, nosso centro de treinamento em Barueri. Além disso, em 2010 implantaremos um sistema de TV ao vivo com 36 canais em todas as nossas aeronaves, o único na América Latina", disse o diretor de marketing da Azul, Gianfranco Beting, que acrescentou, "Porém nossa novidade mais especial serão três novas cidades em nossa rede, que ainda não podemos revelar".
Outro ponto abordado por Beting foi o nascimento e a evolução da companhia. ""Hoje a Azul é uma realidade de sucesso, decolou mesmo enfrentando momentos difíceis. Estamos voando para 14 cidades e vamos inaugurar mais dois destinos este ano, Campinas-Natal e Campinas-Florianópolis. Atualmente ocupamos a posição de 5% no mercado. Além disso, nos primeiros oito meses de existência alcançamos um milhão de clientes e dois milhões em um ano".
Beting também abordou a questão do apagão e como ela afetou o setor aéreo: "Naquele dia, apesar do problema, a Azul teve 100% de pontualidade", enfatizou.
Nylvando de Oliveira, presidente do Skal, falou sobre a importância do evento: "Essa palestra está fechando um ciclo de apresentações que fizemos ao longo deste ano com várias companhias aéreas. Tivemos com isso um incremento de 87% no número de associados. Para o ano que vem estamos preparando uma continuação deste projeto, com palestras de diversos respresentantes de segmentos do turismo, como cruzeiros e agências".

Mercado e Eventos

Histórias Malucas do Galeão



Uma mulher que espera no desembarque por um marido que nunca chega. Um senhor que vai passear pelo terminal para espairecer a cabeça das brigas em casa. Uma senhora que sempre aparece pedindo ajuda por estar doente e nunca tem nada.
O Galeão, um dos maiores aeroportos do País, coleciona, dentre outras, essas estranhas e reais histórias. “Foi ele que disse pra gente isso, que vem aqui porque tem dia que não consegue ficar na casa dele. Aí ele fica aí, rodando, às vezes fica a madrugada inteira. Parece ser uma boa pessoa”, disse uma funcionária da Infraero que preferiu não se identificar.
Os funcionários também relataram a história de uma senhora que sempre chega esbaforida ao balcão de informações do aeroporto dizendo estar passando mal. Ela pede por ajuda até ser levada ao posto médico do terminal. E nunca tem nada, nada é diagnosticado. Mensalmente a história se repete e se repete.
“Mas para mim a história mais assustadora é a da mulher que vem buscar o marido. Até arrepio quando lembro”. Os funcionários contam que essa moça chega dando a descrição de seu marido perguntando se ele passou por lá. Depois, vai até a sala de desembarque e fica horas esperando por ele. “Já viram ela com o rosto grudado no vidro tentando ver se o avião dele chegou. Acho tão triste”.
Que tal ir para Real Madrid de Britney Air Lines?Como esse caso da mulher que espera o marido que nunca chega é mesmo de partir o coração, acho que vai cair bem algumas historinhas bem divertidas que Vanessa, a funcionária da Infraero que levou o brinde do Terra, me contou.
“Cara, aparece cada uma aqui. Já teve gente que perguntou onde comprava passagem para Real Madrid, onde era o guichê da Britney Air Lines, sem falar nos que chegam e perguntam onde fica a ‘Air Lines’. Air Lines? Minha senhora, tem um monte de empresa com esse nome!”.

O homem terminal

Air Austral confirmou encomenda para dois superjumbos A380


A Air Austral confirmou encomenda para dois superjumbos A380, da Airbus, que vão transportar mais de 800 pessoas nas primeiras versões configuradas totalmente em classe econômica do maior avião de passageiros do mundo.A companhia aérea da ilha La Réunion, informou que encomendou as aeronaves configuradas para transportar 840 passageiros e planeja usá-las entre Paris e o território francês no Oceano Índico a partir de 2014.
O A380 entrou em serviço em 2007 e é projetado para carregar 525 passageiros em três classes ou 850 pessoas quando seus dois andares são ocupados por assentos de classe econômica.Até agora, compradores do avião vinham se concentrando em atrair passageiros abastados com facilidades como camas e chuveiros na primeira classe, o que faz a capacidade ficar em torno de 500 passageiros.A encomenda do A380 inclui opções para mais duas aeronaves do modelo para atenderem futuras rotas no Caribe.

História das vendas à bordo




A primeira loja Duty Free surgiu em 1946 na Irlanda. O conceito foi depois introduzido a bordo das aeronaves rumo a destinos internacionais. Actualmente, o conceito de Duty Free encontra-se alterado no interior da União Europeia devido à abolição das fronteiras, sendo apenas dignas do nome “Duty Free” as vendas realizadas a bordo de aviões com destino a países fora da União Europeia. Este negócio é parte integrante da experiência de viajar de avião desde a segunda metade do Século XX e contribui para aumentar o leque de serviços oferecidos aos passageiros, que gastam o seu tempo livre a bordo a consultar os catálogos e posteriormente a adquirir alguns produtos a preços mais acessíveis.
Blog do Comissário de bordo

TAP obrigada a vender Groundforce


A TAP vai ser obrigada a vender a Groundforce num «prazo considerado adequado».
Esta foi a decisão da Autoridade da Concorrência que proibiu a operação de concentração entre a transportadora aérea e a empresa de assistência em terra, também conhecida como SPDH - Serviços Portugueses de Handling. O regulador impôs, ainda, que a alienação dos 50,1% que a TAP detém na Groundforce seja efectuada por um Mandatário de Gestão. Este está incumbido de «gerir a SPDH de forma independente da TAP com vista a assegurar a concorrência efectiva nos mercados relevantes e relacionados», como refere a entidade em comunicado.
TAP diz que cumpriu todos os preceitos legais
Já a TAP diz que a decisão da Autoridade da Concorrência que obriga a transportadora a vender a empresa de handling «não é surpresa», mas reafirma que «cumpriu todos os preceitos legais».
«A TAP cumpriu todos os preceitos legais, mas tinha de tomar decisões muito urgentes porque os problemas que a Groundforce estava a passar com o anterior detentor do capital estavam a degradar perigosamente a qualidade de serviço», disse o porta-voz da empresa, António Monteiro, citado pela Lusa.

“Azul está preparada para reação da concorrência”



O diretor de Marketing da Azul, Gianfranco Beting, foi o palestrante de hoje no almoço mensal do Skal Club do Rio de Janeiro. Segundo Beting, o Brasil ainda tem um potencial enorme a ser explorado e a empresa está capitalizada e preparada para um crescimento sustentado nos próximos anos. “A Azul não vai dar moleza. Vamos continuar brigando com a concorrência”, disse.De acordo com Beting, conquistar um market share de 5% não é fácil “até por conta da concorrência”. “Mas a fórmula que une serviço de qualidade e preço baixo é matadora. Acho que por isso o mercado nos honra com essa participação em menos de um ano de operações”, falou. Beting avalia que o Brasil ainda tem grandes oportunidades para o setor de aviação. “O País tem 185 milhões de habitantes e apenas 50 milhões viajam de avião. Nos Estados Unidos, são 300 milhões de habitantes e 850 milhões de passageiros por ano. Hoje apenas 25% das maiores cidades do País estão servidas por serviços aéreos”, informou. “E a Azul tem feito esse papel de estimular o mercado de forma brilhante. Viracopos, por exemplo, era uma cidade fantasma que mudou depois da entrada da Azul. Eram 35 clientes Campinas-Salvador, hoje são 550 incluindo passageiros da Gol e da Tam, que também estabeleceram voos lá”, disse. “Além disso, antes da Azul era duas vezes mais caro voar”, acrescentou. Beting acredita que nos próximos dez anos o País tem condições de, no mínimo, triplicar a quantidade de passageiros transportados, chegando a 150 milhões, apoiado no modelo de negócios estabelecido pela Azul. “O que dificilmente seria possível nas asas apenas de duas companhias aéreas”, disse ele fazendo referência à Gol e à Tam. “Esse não é um mercado para apenas dois players, e não digo só no setor de aviação civil”. Ainda de acordo com o executivo, a Azul já nasceu capitalizada (com US$ 200 milhões) e está preparada para um crescimento sustentado. “De onde veio esse recurso há mais para que a empresa possa enfrentar qualquer guerra tarifária, ou período de vacas magras, ou até uma reação mais violenta da concorrência. Os investidores irão financiar o crescimento da Azul até que ela se sustente dentro dos níveis de crescimento planejados”, afirmou. “Destacamos que estamos bancando uma experimentação, e não comprando participação de mercado”, explicou Beting.Em breve a empresa deve divulgar balanços de resultados financeiros. Segundo Beting, tudo está correndo dentro do que foi planejado. “Não teremos nenhum susto ou algo que nos amedronte. Tudo está dentro dos conformes e com excelentes resultados”, finalizou. A Azul vai fechar 2009 com a marca de dois milhões de passageiros transportados (o que deve acontecer entre 8 e 10 de dezembro).

Panrotas

Falha em computadores provoca atrasos e cancelamentos de voos


Uma falha no sistema de informática da FAA (agência que controla a aviação nos EUA) está provocando cancelamentos e atrasos em voos, segundo o governo. O problema ocorreu no sistema que coleta os planos de voo. Os dados estão sendo introduzidos manualmente pelas empresas.Kathleen Bergen, porta-voz da Federal Aviation Administration, disse que ainda não se sabe quantos voos estão sendo afetados ou quando o problema vai ser resolvido. "Não há preocupações de segurança", acrescentou Arlene Salac, porta-voz da FAA em Nova York.De acordo com a imprensa local, a Costa Leste é a região mais prejudicada pelos atrasos. Segundo a Associated Press, o aeroporto internacional de Atlanta, mais movimentado do mundo, está sendo bastante afetado.
Marataizes

Anac pede esclarecimentos sobre atrasos registrados em voos da TAM


Após uma quinta-feira de atrasos registrados em diversos voos da companhia aérea TAM, em todo o país, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pediu esclarecimentos sobre o problema.
Segundo a companhia, os atrasos aconteceram em decorrência de um problema técnico. A Infraero afirmou que, dos 523 voos da TAM programados desde a 0h desta quinta, 216 apresentavam atrasos de mais de 30 minutos (41%), até as 16h30.
O pedido de explicações foi feito com base na portaria 676, que determina que, no caso de atrasos superiores a quatro horas, a companhia aérea deve dar suporte aos passageiros, como alimentação e até hospedagem, se ele não conseguir embarcar em outro voo.
A Anac afirmou que não existe um prazo para que a TAM apresente as explicações sobre o caso, mas se for confirmado que o problema foi no sistema de check-in, nenhuma punição será aplicada. Caso contrário, um processo administrativo será instaurado e poderá levar a aplicação de multa contra a empresa.

SRZD

Air France inaugura avião A380 com voo para Nova Iorque


Um Airbus A380 da Air France descolou esta sexta-feira do aeroporto de Roissy, em Paris, com destino a Nova Iorque com mais de 500 passageiros a bordo, marcando o início da utilização comercial do avião por uma companhia europeia.

O A380 descolou do aeroporto de Roissy com quase 380 pessoas que compraram a sua passagem em leilão, com um lugar em classe económica a custar cerca de mil euros.
Foram arrecadados mais de 300 mil euros, anunciou o director-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon. O dinheiro será doado a instituições de caridade.
Além dos passageiros e dos 22 membros da tripulação, seguem a bordo os dirigentes da companhia e vários convidados.

«Este será o primeiro A380 a sobrevoar regularmente o Atlântico Norte», destacou Gourgeon.
Após o voo de inauguração, a companhia vai dar início à utilização comercial deste primeiro aparelho a 23 de Novembro.
A Air France encomendou no total 12 A380. Outros três devem ser entregues até ao mês de Junho. Depois de Nova Iorque, os próximos destinos do A380 deverão ser Joanesburgo e Tóquio

Diário Digital