direto da pista
WELCOME ABOARD Para você que é da aviação ou ainda não, porém é fanático por este mundo, postaremos aqui diariamente algumas notícias sobre este maravilhoso universo da aviação.Este Blog é fruto de coletâneas diárias de análise e pesquisas de notícias na mídia impressa e eletrônica através de clippings , Acompanhem !!!! SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA SE O SEU ASSUNTO É HOSPEDAGEM CLIQUE NO LOGO DA POUSADA
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Desde o 11 de Setembro, quando o maior ataque terrorista da história deixou quase 3 mil mortos em Nova York e Washington, autoridades em todo o mundo – e em especial nos EUA – pautam o reforço da segurança de aeroportos e aviões às contínuas tentativas de usar as aeronaves como arma do terrorismo.
Mas esse contínuo esforço para evitar novos ataques ironicamente vem transformando os aviões em um objeto cada vez mais cobiçado pelos terroristas. “Se alguém explode uma bomba em um shopping, não obtém o mesmo efeito porque não há tanto esforço e dinheiro por trás da segurança dos shoppings”, explicou, em entrevista ao iG, Arnold Barnett, professor de Ciência e Administração do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Segundo Barnett, considerado o principal especialista americano em segurança da aviação, os terroristas são “fascinados” por aviões. “Um ataque em um avião passa uma mensagem mais forte. As pessoas ficam consternadas e com a sensação de que não estão seguras em nenhum lugar, de que não há nada que o governo possa fazer para protegê-las.”
De acordo com o jornal “The New York Times”, o governo americano gastou US$ 40 bilhões para reformular a segurança aérea desde os ataques de 11 de Setembro de 2001. O maior atentado terrorista da história também motivou a criação da Administração de Segurança de Transportes, agência que assumiu a responsabilidade por decisões que antes eram tomadas pelas próprias companhias, e unificou os processos de segurança em todo o país.
Antes do 11 de Setembro, a maioria dos aeroportos contava com sistemas simples: passageiros passavam por detectores de metais ou eram revistados, enquanto bagagens eram inspecionadas por aparelhos de raio x ou cães farejadores.
Tais procedimentos não impediram que terroristas embarcassem com facas e canivetes nos quatro aviões que foram sequestrados no 11 de Setembro. Depois dos ataques, a segurança do cockpit, como é conhecida a cabine dos pilotos, foi reforçada. As portas que separam a área do resto da aeronave são mais fortes e, em alguns casos, até duplicadas: uma só se abre após a anterior se fechar.
Segundo o professor Barnett, a inspeção de bagagem também recebeu atenção redobrada. “Hoje é preciso chegar mais cedo ao aeroporto para despachar as malas, pois os testes são demorados”, explicou. Segundo ele, como em cada país os procedimentos de segurança são similares, mas não idênticos, é comum que os EUA façam uma segunda verificação nas malas se o voo tiver origem em um país cujas regras são consideradas menos rígidas.
Após 11 de Setembro, segurança das cabines e inspeção de malas ganharam atenção redobrada
É o caso do Canadá, onde uma falha na inspeção do aeroporto de Toronto permitiu que supostos militantes do sikhismo (religião criada na Índia que combina hinduísmo e islã) despachassem uma mala com explosivos que causaram o pior atentado da história canadense, em 23 de junho de 1985. A bomba destruiu um avião da Air India sobre o Oceano Atlântico, próximo a Irlanda, que seguia em direção a Mumbai, matando todas as 328 pessoas a bordo – a maioria canadense.
Um relatório publicado em junho deste ano determinou que uma das principais falhas de segurança na época foi a não utilização da medida conhecida como “reconciliação de passageiro e bagagem”, segundo a qual o avião só decola depois de ser confirmado o embarque dos passageiros relacionados a cada uma das malas despachadas.
A medida também não foi utilizada no atentado de Lockerbie, na Escócia. Em 21 de dezembro de 1988, homens ligados ao governo da Líbia despacharam malas com explosivos no Aeroporto de Heathrow, em Londres, mas não embarcaram no voo da Pan American World Airways, cujo destino era Nova York. O avião explodiu sobre a cidade escocesa, matando todos os 259 a bordo e mais 11 em terra. Atualmente na maioria dos países, a decolagem só é feita após a reconciliação de passageiros e bagagens.
Sapato, líquidos, listas
Atentados terroristas frustrados também estimularam mudanças na segurança dos aeroportos. Em 22 de dezembro de 2001, o britânico Richard Reid tentou acionar explosivos que escondia no sapato durante um voo da American Airlines que seguia de Paris para Miami. Após o incidente, o governo americano impôs como norma que os passageiros tirem os sapatos ao passar por postos de controle antes do embarque.
Em 9 de agosto de 2006, o serviço secreto britânico prendeu um grupo de terroristas britânicos que planejava misturar líquidos explosivos durante sete voos da Inglaterra para os EUA e Canadá, explodindo os aviões sobre o Atlântico. Como resultado, passageiros de todo o mundo – incluindo do Brasil – só podem carregar líquidos em pequenas quantidades na bagagem de mão.
Em maio de 2010, o paquistanês naturalizado americano Faisal Shahzad, acusado de ter abandonado um carro com explosivos na Times Square, em Nova York, conseguiu embarcar em um voo para Dubai mesmo após ter seu nome incluído em uma lista de passageiros com restrições para voar.
A falha ocorreu porque, até então, as companhias aéreas tinham 24 horas para verificar a lista de passageiros proibidos após receberam a notificação de que um novo nome fora adicionado. Agora, o prazo é de duas horas.
Scanners corporais
Falha semelhante ocorreu no Natal de 2009, quando o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab foi preso ao tentar explodir um avião que fazia a rota Amsterdã-Detroit. Em novembro, o nome do nigeriano foi incluído na mais ampla lista de monitoramento, mas não em uma relação menor de passageiros que precisam passar por revista detalhada antes de entrar nos EUA – ou podem até mesmo ser proibidos de embarcar em voos para o país. O episódio motivou uma revisão nas normas de inteligência dos EUA, entre elas um reforço nos critérios para inclusão de pessoas nas listas de observação.
O fato de os aparelhos de inspeção não terem detectado os explosivos que o nigeriano escondeu na cueca estimulou o uso de scanners corporais nos EUA e em alguns países da Europa. Os aparelhos – que chegam a quatro aeroportos brasileiros este mês – provocam polêmica porque capturam imagens “sob as roupas” dos passageiros. Além de alguns viajantes se irritarem com a falta de privacidade, também há reclamações sobre a maior lentidão do processo de embarque. Como cada passageiro leva mais tempo para passar pelos postos de controle, as filas aumentam.
Funcionário do governo americano demonstra uso de scanner corporal em em Chicago, Illinois (15/03)
Favorável ao uso de scanners corporais, o professor Barnett acredita que o incômodo é um preço razoável a se pagar para evitar uma catástrofe. “As consequências de um ataque terrorista com aviões são enormes. Se o 11 de Setembro não tivesse ocorrido, talvez não houvesse as guerras no Afeganistão e no Iraque”, argumentou.
Futuro
Para o professor, parte da resistência dos americanos em relação aos scanners corporais está relacionada à sensação de que o risco de um atentado terrorista já não é tão grande. Afinal, quase dez anos após o 11 de Setembro, nenhum grande ataque ocorreu.
O especialista acredita, porém, que as medidas de segurança já existentes tendem a ser aperfeiçoadas, mas não eliminadas. “É preciso ter em mente que a ameaça é para sempre”, afirmou. “Por isso, as autoridades tentarão tornar os procedimentos menos incômodos.”
Nos EUA, foi determinado que o funcionário que analisa a imagem obtida pelo scanner corporal não pode ser o mesmo que aborda o passageiro, numa tentativa de reduzir constrangimentos. Além disso, já estão em fase de testes máquinas capazes de detectar explosivos em sapatos sem que as pessoas precisem descalçá-los e de determinar se líquidos em bagagens de mão são perigosos.
Além disso, um projeto de lei que aguarda votação no Congresso obriga a Administração de Segurança dos Transportes a apoiar um programa privado que acelera o processo de embarque para pessoas “confiáveis” dispostas a pagar pelo serviço. A proposta segue outro caminho estudado pelas autoridades: distinguir quais passageiros são de alto risco e liberar os demais de algumas medidas.
Para o professor Barnnett, a ideia levanta nova questão: “Hoje o governo confia em mim e me deixa passar no aeroporto”, afirmou. “Mas se amanhã eu virar terrorista, como vão saber que ainda sou confiável?”
último segundo
| | O valor comercial estimado dos 134 quilos de cocaína é de cerca de oito milhões de euros. |

Há duas semanas o Solar Impulse, um avião movido a energia solar, voou por 26 horas sem parar. Um feito impressionante para um avião com uma pessoa à bordo, mas comparado ao que realizou a aeronave não tripulada Zephyr, pode ser considerado uma brincadeira de criança. O Zephyr quebrou todos os recordes na última semana ao ficar no ar por sete dias e ainda está voando no momento em que você lê esta matéria, na tentativa de fincar a marca de 14 dias de vôo contínuo, sem nenhum tipo de reabastecimento de combustível - apenas com a força da energia solar.
Com 22,5 metros de envergadura e apenas 50 quilos, o Zephyr tem painéis de energia solar extremamente finos e leves em suas asas. A energia é usada para recarregar baterias de litium, que são usadas para mover as engrenagens da aeronave durante a noite. As mais de 168 horas de vôo do Zephyr perfazem o dobro do recorde não oficial de vôo não tripulado de maior duração, que é de 82 horas, 37 minutos em 2008.
As aplicações potenciais para uma aeronave não tripulada incluem a observação da terra e uso para as comunicações, tanto para os setores civis quanto para os militares. A versão atual do Zephyr é 50% maior que a anterior, feita em 2006.
estadão
O avião da TAAG quando bateu num contentor no aeroporto de Ondjiva
Fotografia: Venâncio Amaral
Um avião da TAAG com 66 passageiros a bordo bateu com uma asa num contentor quando rodava na placa do aeroporto de Ondjiva. O acidente aconteceu por volta das oito horas da manhã de sexta-feira. Os passageiros tiveram que desembarcar e aguardar que o avião fosse inspeccionado para verificar se continuava apto a voar em segurança.
De acordo com o director da Empresa Nacional de Navegação Aérea, António Sangabi, o sistema de reabastecimento das aeronaves do aeroporto de Ondjiva ainda não é o adequado, uma vez que obriga os aviões a movimentarem-se até ao posto de combustível instalado numa das extremidades da placa, num contentor. O responsável da ENANA informou que a situação já foi participada ao Instituto Nacional de Aviação Civil para apurar se a falha foi da responsabilidade do piloto ou do guia da pista.
O avião apenas sofreu danos ligeiros numa mangueira de aço da asa, mas que não afectou a operacionalidade do aparelho. António Sangabi disse que para evitar incidentes semelhantes é preciso montar em Ondjiva um sistema de reabastecimento que não obrigue os aviões a manobras na placa.
A Sonangol montou no aeroporto de Ondjiva um sistema de armazenagem e abastecimento de aviões através de um sistema de tubagem subterrâneo que aguarda apenas pela sua inauguração.
O sistema vai permitir que as aeronaves recebam combustível na placa, sem terem de fazer manobras arriscadas.
jornal de angola

A pequena aeronave tinha apenas duas pessoas a bordo. O piloto, de 61 anos, ficou gravemente ferido e foi levado a um hospital de Bordeaux, enquanto o passageiro, de 65, não resistiu ao impacto. As circunstâncias do incidente ainda estão sendo investigadas.
o globo

A maior companhia aérea do mundo árabe encomendou 30 aviões 777-300 à Boeing.
O anúncio foi feito pela Emirates Airlines durante o salão aeronáutico a decorrer em Farnborough, na Grã-Bretanha.
Um negócio avaliado em sete mil milhões de euros e que segundo o patrão da Emirates vai dar resposta ao rápido crescimento da companhia.
O avião de longo alcance do fabricante norte-americano Boeing tem capacidade para transportar 365 passageiros.
Também, o gigante europeu da aeronáutica Airbus
confirmou a compra de 11 aparelhos A330-300 por parte da companhia aérea russa Aeroflot. Uma encomenda no valor de 2,9 mil milhões de euros.
Depois da contenção causada pela crise económica, as companhias aéreas regressam ao mercado.
Desde Janeiro, as acções da Airbus subiram 17%, mais três pontos percentuais que as da Boeing.
euronews

CUIABÁ - Ladrões tentaram furtar na madrugada deste domingo um avião Cessna no município de Juína, a 737 km de Cuiabá. De acordo com informações da Polícia Civil, os bandidos invadiram o aeroporto municipal, distante cinco quilômetros da cidade e que fica sem segurança na madrugada, e arrombaram as portas do avião e o retiraram do hangar. Em seguida, eles abasteceram e levaram a aeronave para a pista e tentaram decolar.
Segundo o delegado José Carlos de Almeida, há duas hipóteses para o furto não ter tido sucesso.
" A única certeza é que o avião seria utilizado para tráfico na Bolívia "
- Ou os criminosos não conseguiram destravar o sistema de segurança da aeronave, instalado pelo proprietário ou o fato da hélice estar amassada e o painel de controle do avião danificado, após ter caído em um pequeno buraco - conta.
Como não conseguiram decolar, os bandidos fugiram do local abandonando a aeronave, avaliada em R$ 500 mil e que pertence a um fazendeiro, no meio da pista. A polícia faz buscas pelo local para tentar identificar os suspeitos e quantos participaram da tentativa de furto.
- Já coletamos as imagens das pegadas dos supeitos nas marcas de barro no chão e as impressões digitais na aeronave. Mesmo assim, por ora, não temos possíveis suspeitos. A única certeza é que o avião seria utilizado para tráfico na Bolívia - afirma o delegado, ressaltando que na cidade de cerca de 40 mil habitantes ninguém viu nada de anormal.
- Foi um negócio profissional. Super bem feito - garante.
No início do mês, uma aeronave Sêneca II com capacidade para seis pessoas foi roubada em Rondonópolis, a 218 km da capital. O piloto havia viajado para buscar um passageiro que havia contratado o serviço de táxi aéreo. No meio da viagem, o passageiro anunciou o assalto e obrigou o piloto a mudar o trajeto. O piloto Clymer de Souza Portela foi mantido em cárcere privado pelos bandidos durante três dias e libertado na Bolívia. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso.

Um voo internacional da TAM atrasou cerca de duas horas na noite de segunda-feira devido a um problema técnico no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O voo JJ8084 seguia para Londres, com escala em São Paulo, quando apresentou problemas. Passageiros disseram que o comandante da aeronave avisou que havia um problema no radar. As informações são do Bom Dia RJ.
Segundo a companhia, o avião teve de ir para a manutenção devido a um problema técnico. Este é o quinto incidente que provoca atrasos em voos internacionais em dez dias no País. Outros quatro aviões da Air France ficaram retidos nos aeroportos do Rio de Janeiro e de São Paulo no período.
O voo 445, que tinha saída marcada para as 19h05 do dia 10 no Rio de Janeiro, não partiu do Aeroporto Internacional Tom Jobim. A assessoria da Air France informou que a aeronave teve um problema elétrico no motor, detectado no momento da inspeção técnica. Segundo passageiros, já na sala de embarque eles foram informados que o avião apresentava falhas.
Na semana passada, outros dois problemas foram enfrentados por passageiros da companhia aérea. Na quarta-feira, o voo 443, com destino a Paris, teve que retornar ao Rio por causa de um defeito nos banheiros, e só decolou novamente do Aeroporto Antônio Carlos Jobim à 0h40 de quinta-feira.
Em São Paulo, a Air France cancelou outro voo que partiria na tarde de quinta-feira da capital paulista também com destino a Paris, devido a uma avaria na fuselagem do avião. Além dos problemas técnicos, no último dia 10, a Air France passou ainda por uma falsa ameaça de bomba, que forçou o Boeing 747-400 da companhia - que havia partido do Rio com destino à capital francesa - a pousar no Recife. Nenhum artefato explosivo foi encontrado e o avião foi liberado para continuar o voo no dia seguinte.
terra
O Grupo de Resgate Aéreo de Mato Grosso - Graer - localizou na Serra de São Vicente, na tarde desta segunda-feira, o avião Corisco PA-28R, pertencente ao advogado Luiz Francisco Militão - foto -, que estava desaparecido desde domingo. Segundo informações, não há sobreviventes da tragédia aérea.
O grupamento trabalha agora para fazer o resgate dos corpos das vítimas a capital do Estado. Além do advogado, um cliente dele estava na aeronave no momento da queda.
O avião do advogado partiu da cidade de Goiânia na manhã deste domingo. A previsão era de que a aeronave pousasse no aeroporto de Santo Antônio por volta do meio-dia. Como o pouso não ocorreu e nenhum contato com o avião foi feito, os policiais iniciaram as buscas desde ontem.
Esta é a segunda tragédia aérea vivida na família de Luiz Militão. O filho dele, Luiz Francisco, morreu também em queda de aeronave há alguns anos.
o documento

PARIS — Os controladores aéreos da França iniciarão na noite desta terça-feira uma greve que se prolongará até quinta-feira de manhã, sua terceira demonstração de força desde o início de 2010, em plenas férias de verão (hemisfério norte), em rejeição ao projeto de fusão aérea europeia.
Vários sindicatos convocaram para a greve os membros da Direção Geral de Aviação Civil (DGAC), integrada por 12.000 trabalhadores, dos quais 4.000 são controladores aéreos.
A medida de força, que se agravará com os anúncios de tempestades, perturbará o tráfego aéreo, principalmente nos aeroportos parisienses.
O aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle prevê o cancelamento de 20% de seus voos e o de Orly, ao sul da capital, prevê 50% de cancelamentos.
A companhia aérea francesa Air France pretende garantir "100% dos voos de longa distância, 80% dos voos de curta e média distância em Roissy e 50% de seus voos de curta e média distância em Orly".
Os trabalhadores da DGAC rejeitam a fusão europeia do controle aéreo apoiada pela União Europeia (UE) para reduzir custos, reagrupando nove blocos em vez dos sistemas independentes que hoje são controlados por cada um dos 27 países membros. Estima-se que nos próximos 15 anos o tráfego possa aumentar em 50%.
A França integrará o "bloco da Europa Central" ao lado de Alemanha, Suíça, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.
Os sindicatos temem um "desmantelamento da DGAC" e, com ele, dos estatutos que regem sua atividade.
afp

A companhia aérea britânica Flybe fechou um acordo de encomenda de até 140 aviões à brasileira Embraer, em um negócio avaliado em cerca de R$ 9 bilhões (US$ 5 bilhões). A encomenda inicial é de 35 aeronaves, mas a empresa também ficou com a opção de comprar mais 105 unidades.
O primeiro dos 35 aviões iniciais, da série E, deve ser entregue à Flybe em setembro de 2011, e os outros 34 serão entregues até março de 2017. O pedido inicial foi avaliado em R$ 2,3 bilhões (US$ 1,3 bilhão).
O executivo-chefe da Flybe, Jim French, disse, segundo a agência de notícias Reuters, que confia no crescimento da empresa, apesar dos desafios enfrentados pelo setor da aviação - como a incerteza do consumidor diante da crise econômica global e a nuvem de cinza do vulcão islandês Eyjafjallajökull em maio, que causou o fechamento temporário de aeroportos europeus.
Segundo ele, o foco da empresa agora é o segmento de vôos domésticos a partir de aeroportos regionais menores.
A Flybe atualmente opera com 72 aviões.
Separadamente, a Embraer informou ainda que a Air Lease Corp firmou acordo para comprar 20 aeronaves, por cerca de R$ 1,43 bilhão (US$ 800 milhões).
No primeiro trimestre deste ano a Embraer teve um crescimento de 15,1% em seu lucro líquido, para R$ 44,1 milhões, na comparação com o mesmo período do ano passado. A empresa - quarta maior fabricante de aviões do mundo e líder do mercado de pequenas aeronaves comerciais - obteve no período um faturamento de R$ 1,78 bilhão (33,3% inferior ao do primeiro trimestre de 2009).Em relatório divulgado em abril, a companhia disse que os reflexos da crise mundial continuam repercutindo nas vendas.
- As entregas da aviação comercial continuam sendo afetadas pela crise mundial. Apesar de a economia global apresentar recuperação, as entregas do primeiro trimestre de 2010 totalizaram 21 aeronaves, cinco abaixo do trimestre anterior.
r7
Maior companhia aérea regional da América do Sul já opera seis jatos Embraer 175.
São José dos Campos – A Embraer e a TRIP Linhas Aéreas anunciaram no dia 19 de julho (segunda-feira), no 47º Show Aéreo Internacional Farnborough, na Inglaterra, o fechamento de um acordo para a venda de dois jatos Embraer 190, com capacidade para 106 passageiros. O valor do negócio, referido a preço de lista, é de US$ 80 milhões, com base nas condições econômicas de janeiro de 2010.
“Temos a honra de fazer parte do sólido crescimento da TRIP, uma companhia aérea que desenvolve importante trabalho de integração do sistema aéreo comercial no Brasil”, disse Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “A escolha do Embraer 190, que se soma aos seis Embraer 175 já em operação com a TRIP, demonstra mais uma vez que a família de E-Jets, projetada especificamente para o segmento de 70 a 120 assentos, oferece a flexibilidade, economicidade e conforto adequados para atender, com eficiência, às demandas dos mais diversos mercados.”
A TRIP opera atualmente seis jatos Embraer 175, configurados em classe única com 86 assentos. Cinco aviões são provenientes do contrato assinado em junho de 2008 com a Embraer, que inclui também opções para outras dez aeronaves (duas confirmadas hoje) e direitos de compra para mais 15. O outro jato é utilizado por meio de um contrato de leasing operacional com a ECC Leasing, subsidiária integral da Embraer.
“Escolhemos inicialmente o Embraer 175 após uma ampla avaliação técnica e econômica. Agora, estamos dando um passo adiante com a escolha do E Embraer 190, um avião da mesma família de E-Jets que conta com todos os atributos de sucesso do seu irmão menor: melhor relação custo operacional versus conforto ao passageiro, desempenho em pistas curtas e capacidade de assentos adequada ao nosso perfil”, disse José Mário Caprioli, presidente da TRIP Linhas Aéreas. “Além disso, a grande similaridade entre os dois jatos reduzirá os custos com manutenção e treinamento, ao mesmo tempo em que aumentará a flexibilidade das nossas operações.”
Jato E Embraer 190 nas cores da TRIP - A companhia aérea brasileira deverá receber seu primeiro avião E Embraer 190 no segundo trimestre de 2011, aumentando a capacidade de transporte dos seus Embraer175, atualmente o maior avião da frota da empresa. [www.EmbraerCommercialJets.com.br].
Perfil da TRIP Linhas Aéreas - A TRIP é hoje a maior companhia aérea regional da América do Sul. Com 12 anos de atividade, atende a 79 cidades com uma frota composta por 34 aeronaves regionais. A empresa é controlada pelos grupos Caprioli e Águia Branca, ambos com tradição em transporte de passageiros, histórico de resultados sólidos e crescimento sustentado. Hoje, a TRIP tem como um de seus investidores a norte-americana SkyWest, Inc., a maior empresa de transporte aéreo regional do mundo, com 450 aeronaves, que adquiriu 20% de participação no capital da empresa. [www.voetrip.com.br].
Família Embraer170/190 de E-Jets - A família Embraer170/190 de E-Jets é composta por quatro jatos comerciais com capacidades de 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta desempenho destacado, grande economia operacional, baixo nível de emissão de poluentes e uma ampla cabine de passageiros sem os indesejados assentos do meio.
Os E-Jets têm velocidade de cruzeiro máxima de Mach 0,82, voam a uma altitude de até 12.500 metros (41.000 pés) e possuem alcance de 4.400 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves – Embraer 170, Embraer 175, Embraer 190 e Embraer195 – resulta em excepcional redução nos custos de treinamento, manutenção e peças de reposição para os operadores. Outro destaque é a moderna tecnologia fly-by-wire, que aumenta a segurança operacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.
A família de jatos Embraer170/190 oferece conforto superior com o projeto da fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço, que minimizam o tempo de permanência no solo. Os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro que qualquer outra aeronave de tamanho equivalente.
Com grande aceitação, cerca de 900 pedidos firmes já foram recebidos e mais de 650 aeronaves estão em operação em todo o mundo, tendo acumulado 3,7 milhões de horas de vôo e transportado 200 milhões de passageiros. Trata-se de uma comprovada família de jatos que tem auxiliado companhias aéreas a ajustar capacidade à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody com baixa taxa de ocupação, substituindo jatos regionais de 50 assentos, bem como aeronaves antigas e ineficientes. Os E-Jets também estão sendo utilizados para desenvolver novos mercados, com menores custos e maior eficiência. Para melhor avaliação dos benefícios gerados por essas aeronaves ao substituir jatos mais antigos, no site www.eforefficiency.com.
Perfil- A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; BM&FBovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de junho de 2010, a Embraer contava com 16.781 empregados – número que não inclui funcionários das subsidiárias não-integrais – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de US$ 15,2 bilhões. [www.embraer.com.br]
fator brasil

Mas na segunda-feira, 19, um grupo de 27 passageiros que seguiriam de Salvador para Campo Grande (MS) no voo 3517 da TAM, às 7h, com conexão em Brasília e Cuiabá (MT), aguardaram mais de nove horas antes que o primeiro deles embarcasse em um voo de outra companhia para o destino final.
Paulo Vicente dos Santos, 62 anos, contou que o grupo chegou ao aeroporto às 5h30 e seguia em excursão para um congresso bienal da Igreja Baptista. A companhia aérea, no entanto, cancelou o embarque dos passageiros alegando que o aeroporto de Campo Grande está interditado há três dias devido às más condições do tempo.
Apenas às 16h30, o primeiro passageiro do grupo foi encaminhado pela TAM para um voo em outra companhia. O horário que os demais passageiros embarcariam não havia sido definido até o fechamento desta edição.
TAM - De acordo com a assessoria de comunicação da TAM, o voo 3517 saiu de Salvador no horário previsto, mas embarcaram apenas os passageiros com destino às demais conexões. A companhia informou que o aeroporto de Campo Grande só reabriu por volta das 10h.
Segundo a TAM, até o final do dia, os 27 passageiros seriam acomodados em outras companhias, já que a empresa só teria voo para o destino na madrugada desta terça.
a tarde
Teve início, nesta segunda-feira, uma das maiores feiras de aviação do mundo. A Farnborough International Airshow é realizada na cidade de mesmo nome na Inglaterra e reúne as maiores empresas do setor no mundo. Neste ano, aviões como o gigante A380, da Airbus, o F18, da Boeing, sete aviões da aeronáutica inglesa e dezenas de outros vão mostrar seu desempenho no céu para os presentes.
A feira fecha as portas no dia 25 de julho, mas os primeiros dias são restritos aos negócios, as apresentações acontecem apenas no sábado e domingo.
Além dos aviões comuns, quem for à feira poderá ter contato com protótipos de aeronaves, como muitos não tripulados e para o uso militar.
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Especialistas dizem que ovni que fechou aeroporto era destroços de míssil americano
Foto: Reprodução
Após um objeto voador não identificado (ovni) fechar um aeroporto e causar o desvio de alguns voos no último dia 9, outro objeto voador foi visto na China na última quinta-feira. Segundo a CNN, o jornal The Shangai Daily afirma que o caso ocorreu em Chongqing e testemunhas disseram ter visto "objetos parecidos com lanternas que formavam um diamante" e que pairou sobre um parque durante cerca de uma hora.
"Após pairar por uma hora, a coisa começou a voar alto e finalmente saiu da vista", disse uma testemunha ao jornal chinês. Segundo a CNN, relatos de ovnis são comuns ao redor do planeta, mas um pouco raros na China.
O ovni de Hangzhou
No último dia 9, um objeto voador não identificado (ovni) cruzou os céus de Hangzhou, capital da província chinesa de Zhejiang, na China, assustou moradores e fechou o aeroporto e as autoridades do país ainda não explicaram o que era o estranho objeto. Segundo a ABC News, um representante da Administração da Aviação Civil da China, que não foi identificado pela reportagem, disse que o caso está sendo investigado, mas não deu maiores detalhes.
O China Daily afirmou na ocasião que o governo sabia o que era o objeto, mas não poderia divulgar sua origem por haver uma "conexão militar". Contudo, segundo a agência Xinhua, Wang Jian, chefe do controle de tráfego na região, disse que não havia nenhuma conclusão sobre o caso.
Segundo o britânico Daily Mail, especialistas afirmam que a luz vista em Hangzhou foi causada por destroços de um míssil americano. De acordo com a reportagem, testemunhas ficaram assustadas e reportaram terem visto uma bola de fogo no céu parecida com um cometa. Muitos moradores tiraram fotos do ovni. Segundo a imprensa local, um comunicado das autoridades chinesas era esperado para o dia 9, mas nada foi reportado.
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Texto e fotos Eduardo Lena
Dia 19 de julho de 2010 é uma data para entrar para a história do transporte aéreo barreirense e regional. Neste dia, a empresa Passaredo Linhas Aéreas passa a fazer seu roteiro com o moderno jato ERJ 145, isso porque neste mês a empresa recebe da Embraer mais dois dos setes jatos que adquiriu neste ano, após um investimento de U$90 milhões.
Além da nova aeronave, que tem capacidade para 50 passageiros a Passaredo terá dois novos voos partindo da cidade com destino a São Paulo (GRU) e São José do Rio Preto (SP). Os voos com destino a São Paulo terão escalas nas cidades de Salvador e Vitória da Conquista e os voos com destino a cidade do interior paulista fará escala na capital federal.
Após longos anos sem oferecer voos diretos para a região Sudeste, sem que haja necessidade de mudança de aeronave, o aeroporto de Barreiras volta a desempenhar importante papel na aviação regional. Na década de 40, o aeroporto de Barreiras serviu de base de apoio aos aliados durante a segunda guerra mundial. O local foi escolhido pela localização central e ajudou no desenvolvimento da aviação no Brasil devido à possibilidade de se trazer para cá o combustível necessário ao abastecimento dos aviões que combatiam os inimigos no norte da África.
Com o fim da guerra e com a saída da base americana, o aeroporto passou a ser usado pela aviação civil que utilizava o local para abastecimento de suas aeronaves. Com o passar dos anos e com o aumento da autonomia de voos, o aeroporto ficou relegado a um plano inferior e passou a ser utilizado somente por aeronaves de pequeno porte.
Para comemorar o voou inaugural e dar às boas vindas a empresa, a Prefeitura de Barreiras promoveu um ato solene nas dependências do aeroporto, em evento que contou com a presença de lideranças políticas, empresariais e entidade de classe da sociedade civil organizada da região.
nova fronteira

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou nesta segunda-feira que entrou em contato com o órgão regulador francês para informá-lo dos últimos acontecimentos que cancelaram voos da Air France no Brasil. Desde o último dia 10, quatro voos da Air France tiveram problemas no Brasil. A agência afirmou, ainda, que vai intensificar as fiscalizações na companhia francesa.
"Desde a semana passada, a Anac está realizando inspeções nas aeronaves da Air France", disse a agência em comunicado, onde destacou que não encontrou indícios de descumprimento das regras de segurança.
Segundo a Anac, a empresa aérea respondeu ao ofício enviado com questionamentos sobre os problemas nos banheiros que impediram que um voo da empresa seguisse do Brasil para a Europa. Segundo a Air France, toda a assistência aos passageiros prevista na Resolução 141 foi dada e técnicos vieram de Paris para acompanhar a manutenção e trazer peças de reposição.
Os atrasos
O voo 445, que tinha saída marcada para as 19h05 de sábado no Rio de Janeiro, não partiu do Aeroporto Internacional Tom Jobim. A assessoria da Air France informou que a aeronave teve um problema elétrico no motor, detectado no momento da inspeção técnica. Segundo passageiros, já na sala de embarque eles foram informados que o avião apresentava falhas.
Na última semana, outros dois problemas foram enfrentados por passageiros da companhia aérea. Na quarta-feira, o voo 443, com destino a Paris, teve que retornar ao Rio por causa de um defeito nos banheiros, e só decolou novamente do Aeroporto Antônio Carlos Jobim à 0h40 de quinta-feira.
Em São Paulo, a Air France cancelou outro voo que partiria na tarde de quinta-feira da capital paulista também com destino a Paris, devido a uma avaria na fuselagem do avião. Além dos problemas técnicos, no último dia 10, a Air France passou ainda por uma falsa ameaça de bomba, que forçou o Boeing 747-400 da companhia - que havia partido do Rio com destino à capital francesa - a pousar no Recife. Nenhum artefato explosivo foi encontrado e o avião foi liberado para continuar o voo no dia seguinte.
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O 787 Dreamliner pousa no aeroporto de Farnborough, na Inglaterra, onde participa de uma feira de aviação. O modelo é o mais econômico e menos barulhento da Boeing.
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O estudo, denominado Market Outlook, analisa as tendências da indústria e identifica a demanda por novas aeronaves no período. Dentre as principais tendências estão o crescimento do tráfego aéreo e a demanda pelo desenvolvimento de aeronaves menos poluentes.
Demanda
A demanda em 2029 atingirá 2,7 trilhões de RPK (Revenue Passenger Kilometer- quantidade de quilômetros voados por passageiro pagante). O volume é 2,7 vezes maior que o registrado em 2009, segundo o estudo.
O aumento da demanda deverá elevar a frota mundial de jatos de 30 a 120 assentos para 7.780 unidades em 2029 - antes as 4.285 de 2009. A boa notícia para a Embraer é que a grande maioria dessa frota será de novas aeronaves. A companhia estima que apenas 905 jatos dos atuais ainda estarão em operação daqui 20 anos.
Assim, o aumento da frota abrirá um mercado de 6.875 jatos de 30 a 120 assentos - um negócio avaliado em 200 bilhões de dólares. Desse total, 51% das novas entregas (3.495 unidades) serão destinadas a apoiar o crescimento atual, e 49% (3.380 unidades) serão utilizadas para substituir equipamentos antigos.
A demanda por jatos regionais de 50 assentos está saturada, mas ainda há oportunidades para substituição nos próximos 20 anos, segundo a Embraer. As aeronaves no segmento de 60 a 120 assentos, por sua vez, ajudarão a reduzir o excesso de demanda. Estas aeronaves têm substituído aviões antigos, desenvolvido novos mercados e permitido que as companhias aéreas cresçam gradualmente com incrementos menores de assentos, segundo a Embraer.Tráfego aéreo
O crescimento médio anual do tráfego aéreo será de 4,9% nos próximos 20 anos, segundo o estudo. O tráfego aéreo na América Latina, Ásia Pacifico e Rússia e Comunidade dos Estados Independentes deve crescer 6% ao ano. O crescimento anual na África será, em média, de 5%; e América do Norte e Europa terão crescimento médio de 3,5% ao ano.
A China apresentará o maior crescimento mundial, com 7,3%. Ásia, Pacífico e China representarão mais de um terço do tráfego aéreo mundial em 2029, enquanto mercados maduros (Estados Unidos e Europa) terão uma redução na participação no tráfego aéreo mundial de 57% em 2009 para 44% em 2029, segundo o estudo.
Meio ambiente
O estudo prevê que limites de ruído e emissão de poluentes mais rígidos demandarão o desenvolvimento de aeronaves mais silenciosas e que utilizem combustíveis mais limpos. Para isso, a Embraer aposta na sua família de E-Jets, que reduz as emissões de dióxido de carbono (CO2) em até 50%, se comparada com aeronaves de gerações passadas. Cerca de 1.100 jatos com capacidade para 30 a 120 passageiros operados por companhias aéreas regulares tem mais de 15 anos de uso e deverá ser substituída até 2029, segundo o estudo.
exameA americana Boeing e a europeia Airbus vão mostrar a força de seus aviões gigantes na 47ª edição da Airshow de Farnborough, que começa nesta segunda-feira e vai até domingo na Inglaterra.
As duas companhias, que desenvolveram por anos os maiores aviões para transporte de passageiros da história, tentam convencer as grandes companhias aéreas a fechar encomendas em meio às dificuldades econômicas - prejuízos frequentes apesar da alta na movimentação do número de passageiros.
Boeing 787, o Dreamliner: estreia do avião gigante da empresa americana fora dos EUA
Os pedidos devem partir principalmente de empresas do Oriente Médio, como a Emirates Airlines, que já possuem pedidos dos grandes aviões das duas companhias.
A feira de aviação ocorre no Aeroporto de Farnborough, nos arredores da cidade de Londres, na Inglaterra, envolve 1.300 expositores de 38 países. No próximo fim de semana, a feira abre para o grande público. A estimativa é que a exposição, que ocorre desde 1948, receba 250 mil visitantes.
Neste domingo, a Boeing fez o primeiro voo internacional - fora dos EUA - da aeronave 787 Dreamliner, pousando no aeroporto de Farnborough, próximo à cidade de Londres. Com a presença do principal executivo, Jim McNerney, à bordo, a Boeig espera convidar os clientes a fazer visitas ao avião até terça-feira. No entanto, não estão previstos voos de demonstração.
A Boeing pretendia entregar o avião 787 em 2008, mas sucessivos atrasos fizeram que a empresa adiasse o prazo. A expectativa mais recente é que a nova data seja o início de 2011. A empresa tem 866 pedidos do Dreamliner, firmes e opções de compra.
Neste domingo, o jornal "The Wall Street Journal" informou que a Emirates vai encomendar 30 Boeing 777, um contrato avaliado em US$ 7 bilhões. A Bloomberg informou que o número de pedidos ficará por volta de 20 unidades, estimados em US$ 5 bilhões pelo preço-lista.
A Airbus, por sua vez, empresa controlada pelo consórcio EADS, continuará a promover o modelo A380, conhecido como Superjumbo, que voará todos os dias durante a feira de forma a permitir que os clientes sintam a experiência do maior avião da história.
A companhia aérea Emirates assinou no mês passado a compra de 32 aviões A380/800 no valor de US$ 11,5 bilhões. A Airbus já entregou dez unidades e planeja entregar outras 20 até o fim do ano.
ig
A Embraer, fabricante brasileira de aviões, participa da 47ª edição da Airshow de Farnborough, um dos eventos mais importantes da aviação que começa nesta segunda-feira, apostando nas novidades de seus projetos de aviação comercial e defesa aérea, em detrimentos aos jatos executivos, segmento que sofre os efeitos da crise econômica mundial.
A empresa não deve trazer grandes novidades. A expectativa é que a empresa lance alguma luz ao novo projeto de avião comercial. O novo jato, que deve ir ao ar em meados desta década, é a aposta da empresa brasileira para dar prosseguimento ao sucesso da família E-Jets, os E-170-190, que passarão a ter mais rivais, vindo da Rússia e China, além da eterna competidora Bombarbier, do Canadá.
Além disso, espera-se que a Embraer consiga fechar parcerias com outros países no projeto do cargueiro aéreo, o KC-390 - um substituto do famoso cargueiro Hercules. O acordo com fornecedores de Portugal poderá ser assinado, viabilizando a venda do avião, que poderá ser usado para o transporte de carga e tropas.
Além do cargueiro, a Embraer promoverá na feira o Super Tucano, utilizado em ações de
treinamento militar avançado e ataque leve.
IG
