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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Avião com pneu furado faz pouso forçado nos EUA

Aeronave sobrevoou a região de Atlanta antes de aterrissar no aeroporto local

O Boeing 737-832, prefixo N392DA, da companhia Delta Airlines (foto acima) fez nesta quinta-feira (22) um pouso forçado no aeroporto de Atlanta, na Geórgia, depois que um de seus pneus furou durante a decolagem.

A tripulação prosseguiu para a altitude de cruzeiro (FL340) e, após comunicação com a companhia aérea, decidiram retornar para Atlanta. Depois de queimar combustível por cerca de uma hora, o avião pousou em segurança.

A estimativa era que o voo tivesse um atraso de 5:15 horas em sua nova partida.

O avião levava 160 passageiros e seis tripulantes no voo DL-1457 Atlanta para Portland.
desástres aéreos

Globo manda construir avião para a novela “Insensato coração”

Foto: TV Globo/Marcio de Souza

O investimento da rede Globo na dramaturgia, em especial nas novelas das 20h, começa a parecer coisa de Hollywood. A emissora do Jardim Botânico encomendou um avião à Embraer para ser usado na novela “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Os valores não foram divulgados.

A informação é da coluna “Controle Remoto”, do jornal “O Globo”, desta sexta-feira (23). A publicação ainda conta que a aeronave será utilizada pelo personagem de Eriberto Leão. A ideia da emissora é usar o aparelho em outros folhetins. O teto e as laterais do avião serão removíveis para que as câmeras sejam instaladas. Por baixo, também haverá um motor para que o movimento natural de um avião no ar seja reproduzido com perfeição.

rd1audiencia

WEBJET reforça corpo diretivo

A Webjet Linhas Aéreas anuncia a contratação de dois novos diretores para seu quadro de colaboradores. O primeiro deles, Fernando Sporleder, será o vice-presidente de Operações e terá sob sua responsabilidade as áreas de Operações, Aeroportos, Security, Safety e Manutenção.


O executivo foi, entre 2007 e 2010, vice-presidente Técnico Operacional da TAM. Antes disso atuou como chefe de Equipamento e Diretor de Frota da GOL por 7 anos e, por 18 anos, ocupou diversos cargos na extinta VASP.


Outro que chega para agregar ainda mais força à equipe é André Fernando de Almeida. Com mais dez anos no setor de telefonia móvel, com passagens por Amazonia e Telemig Celular, iniciou a carreira na Pricewaterhouse Coopers. Almeida será responsável pelas áreas Financeira, Comercial/Marketing, Planejamento/Yield, TI/Processos, Gente e Jurídica.

Toda esta estruturação visa suportar o planejamento de crescimento da empresa, que vem se posicionando como uma companhia aérea comprometida com os conceitos “low cost low fare”.
brasilturis

Gol negocia codeshare com empresas aéreas regionais no Brasil


SÃO PAULO (Reuters) - A Gol está negociando acordos de compartilhamento de voos com companhias aéreas de menor porte no Brasil (codeshare), afirmou nesta quinta-feira seu presidente-executivo, Constantino de Oliveira Junior.

O objetivo, disse o executivo à Reuters, é capturar parte do crescimento na demanda de passageiros gerada fora dos grandes centros em que a Gol já está presente.

Segundo ele, a Gol não tem interesse em aquisição de uma companhia aérea regional a exemplo da compra da Pantanal pela TAM no final do ano passado.

"Nosso orçamento se limita a alianças... O melhor neste momento é manter o foco", disse Constantino Junior. "Ainda há muita oportunidade para nosso modelo de negócios com frota padronizada e de captura de mercado com melhoria do nosso produto", acrescentou.

As negociações da Gol acontecem em um momento de forte expansão na participação de mercado de companhias aéreas de menor porte como Azul, WebJet e Trip.

Nesta semana, a Azul anunciou a compra de 20 aviões turboélice da francesa ATR, um contrato de 850 milhões de dólares incluindo opções, numa estratégia de reforçar sua operação trazendo passageiros a partir de um raio de até 800 quilômetros de suas principais bases.

Na avaliação de Constantino Junior, "o anúncio da Azul é uma iniciativa muito positiva para a indústria. A aviação regional é muito importante para alimentar os voos troncais".

O executivo afirmou ainda que não vê cenário para uma nova guerra de preços como a ocorrida no final do terceiro trimestre de 2009 e que ajudou a puxar uma alta de 42 por cento na demanda em outubro passado na comparação anual.

A expansão do tráfego aéreo no Brasil em junho, que sofreu uma ligeira desaceleração em relação ao ritmo de meses anteriores, se normalizou na segunda quinzena de julho, disse o executivo. O yield, que representa o valor médio pago por um passageiro para voar um quilômetro, tem se mostrado "até um pouco acima da expectativa", disse Constantino Junior.

A Gol deve lançar em setembro um novo voo no Brasil, ligando Belo Horizonte e Montes Claros (MG). No mercado internacional, onde a empresa atua no Caribe e América do Sul, o executivo afirmou que não vê condições de a empresa ampliar destinos, mas pode aumentar as frequências dos vôos.

LOJAS FÍSICAS

Enquanto negocia com companhias aéreas locais e expande sua malha no Brasil, a Gol também trabalha para transformar sua experiência com loja física própria, instalada em uma região de comércio popular de São Paulo, em uma rede que deve ter mais 4 ou 5 lojas até o fim do ano.

"Estamos no final da fase de experiência. A ideia é usar um formato de franquia para essas lojas", disse o presidente da Gol, acrescentando que a intenção do grupo é ter pelo menos uma loja em cada grande centro do país. Atualmente, 92 por cento das vendas da companhia ocorrem pela Internet. "Precisamos estar mais próximos dos clientes", comentou.

COPA

Sobre a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, Constantino Junior afirmou que o governo precisa de foco para não perder os prazos das várias obras para aumentar a capacidade da infraestrutura aeroportuária.

"Sem dúvida que exige foco, temos que deixar o sinal de alerta alto ligado. Provavelmente antes da Copa do Mundo já atingiremos o limite dos aeroportos", disse, citando que a demanda aérea está crescendo a um ritmo de 3 vezes o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Perguntado se há condições para a preparação dos aeroportos das 12 cidades-sede a tempo para a Copa, Constantino Junior respondeu que "é possível, mas dado o histórico (de investimentos no setor), preocupa".

Segundo o executivo, o "negócio da Gol é transporte de passageiros", mas a empresa está aberta para eventuais oportunidades de participar de terminais privados de passageiros. "Temos condições, disposição de participar se houver necessidade de participação da iniciativa privada. Estamos à disposição, mas não tivemos conversas com o governo sobre isso."

o globo

Companhia aérea da ECT depende de Lula



Ministérios das Comunicações já aprovou a criação do braço de logística que terá sócio privado.


A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) está com um projeto finalizado nas mãos para montar sua própria empresa aérea voltada ao transporte de carga. Com valor total estimado em US$ 400 milhões, o plano dos Correios inclui a aquisição de uma frota de 13 aviões usados do porte de um Boeing 757, com preço médio de US$ 30 milhões por aeronave. A ideia é os Correios recorrerem a apoio financeiro do BNDES.

Para ser dono do negócio, a ECT vai montar uma subsidiária de logística em parceria com um sócio do setor privado. No plano original dos Correios, enviado há alguns meses ao Ministério das Comunicações (MC) e ao Executivo, a ideia era transformar a estatal em uma sociedade anônima (SA), mas essa opção já foi descartada.

"Desistimos dessa opção. Houve rejeição dos sindicalistas, que temiam perder a estabilidade dos funcionários, mas eles não entenderam qual era a nossa proposta, acharam que iríamos abrir capital em bolsa, o que não é a intenção", disse ao Valor o presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio.

O projeto atual é manter os Correios 100% estatal, mas com participação em uma empresa de logística aérea. Na operação, a ECT quer ser o sócio minoritário, com uma fatia de 49%. O parceiro - uma companhia aérea ou um consórcio de aéreas - fica com 51%. O sucesso do negócio, segundo Custódio, depende do sinal verde do MC e do Executivo. O governo deve publicar uma Medida Provisória que permita aos Correios montar a subsidiária. Pelo modelo atual, a ECT não tem autorização para isso.

José Artur Filardi, ministro das Comunicações, diz que o aval do MC está dado. "Esse é o caminho viável para dar condições aos Correios de concorrerem de igual para igual com os outros", disse Filardi. "O que se aguarda agora é a palavra final da Presidência [da República]." Ou seja, a decisão está nas mãos do presidente Luis Inácio Lula da Silva.

Atualmente, a ECT gasta R$ 350 milhões por ano com o aluguel de aeronaves. A frota, que pertence a empresas como Airbrasil, Beta, NTA e Rio, soma nove aviões de médio e grande porte. Nas regiões Norte e Nordeste, a distribuição dos Correios se apoia em mais oito aeronaves pequenas. Boa parte dos aviões usados, segundo Custódio, são antigos e consomem muito combustível.

Outro problema é que cada contrato com fornecedor está limitado a uma determinada rota e horário. "Hoje temos uma média de 12 horas de transporte aéreo diário", diz Carlos Henrique Custódio. "Com nossos próprios aviões, teremos quase 24 horas de voo, com um mínimo de interrupção."

No projeto dos Correios está a proposta de comprar aeronaves que tenham cerca de 15 anos de voo, usadas por passageiros, para então adequa-las ao transporte de cargas. "Temos de deixar de ser os Correios para nos tornarmos uma empresa de logística", diz Custódio. "Hoje usamos um modelo de transporte aéreo que atende, mas que tem riscos e limita a expansão dos serviços."

A reestruturação dos Correios tem sido cobrada insistentemente pelo presidente Lula. No início do ano, a ECT enfrentou uma forte crise em seu transporte de cargas depois que, repentinamente, uma série de aeronovaes deixou de voar. Custódio reconhece a gravidade do problema, mas afirma que boa parte de sua causa deve-se à lentidão para fazer novas contratações.

Nos últimos meses, a ECT tem sido alvo constante de reclamações sobre atrasos. Em meio à pressão que paira sobre a empresa, chegou a ser cogitada a troca de toda a sua diretoria, o que não ocorreu. Na semana passada, o governo exonerou Marco Antonio Oliveira, que ocupava a diretoria de operações dos Correios. As dificuldades atuais da estatal incluem ainda a necessidade de resolver a situação dos contratos com 1,5 mil franqueados, que foram licenciados sem licitação (ver abaixo).

Enquanto tenta resolver seus problemas internos, a ECT vê crescer o apetite da concorrência. Na área de logística, multinacionais como FedEex, DHL e UPS têm ampliado regularmente suas operações no país, sem contar o peso de empresas nacionais como Cometa, TAM Cargo, TNT e VarigLog. "Não é uma equação simples. Hoje empresas como FedEx e DHL têm 500 aviões cada. No Brasil, nós temos mais de 2 mil concorrentes", diz Custódio. Com o monopólio do transporte de cartas e informes bancários, os Correios tentam se mexer para crescer no transporte de encomendas. "Hoje temos 35% do mercado de entrega expressa. Em cidades como Rio e São Paulo, os 'motoboys' são os grandes concorrentes."

As mudanças na ECT, diz o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, são vitais para o sucesso da operação, mas é preciso lembrar que não acontecem de uma hora para a outra. "Não é só a publicação da MP que vai resolver os problemas. As coisas não mudam da noite para o dia."

Pelas projeções dos Correios, a subsidiária de logística aérea da empresa tem condições de operar em um ano, a partir do momento em que o governo bater o martelo.
administradores

Embraer pode criar avião de 130 lugares


A remotorização seria o passo certo para se manter na liderança no segmento de até 120 assentos

A Embraer decide até o fim do ano se faz a remotorização do jato 195, que leva até 122 passageiros, ou se parte para o desenvolvimento de um avião maior, de 130 lugares, disse seu vice-presidente para o mercado de aviação comercial, Paulo César de Souza e Silva. A empresa não tem planos de fazer um avião de 150 lugares. "O estudo prevê um jato de 130 assentos com duas classes, mas numa configuração de classe econômica poderia comportar entre 138 e 140 passageiros".

O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse que a companhia não ficaria alheia à chegada de motores que consomem menos combustível. "Nossos E-Jets são novos, mas não podemos ficar indiferentes à disponibilidade de motores mais econômicos". Ele confirmou conversas com fabricante de motores e disse que a remotorização seria o passo certo para se manter na liderança no segmento de até 120 assentos.

valor on line

A Azerbaijão Airlines encomenda Boeing 767-300 para passageiros e para transporte de carga


Farnborough, Reino Unido– A Boeing [NYSE: BA] e a Azerbaijão Airlines assinaram um acordo para substituir dois aviões 737 Next-Generation por um 767-300ER (longo alcance) e dois cargueiros 767, um novo tipo de modelo para a Baku, companhia baseada no Azerbaijão. A substituição foi atualizada no site de Pedidos e Entregas da Boeing.

"Com a nossa centralizada localização geográfica, o Azerbaijão está se tornando um terminal muito concorrido na região entre o leste e o oeste, e o norte e o sul”, diz Jahangir Askerov, presidente da Azerbaijão Airlines. "Estamos aproveitando esse desenvolvimento através da ampliação de nossa frota longo alcance para passageiros de longo curso e crescendo nossos negócios em carga com a eficiência comprovada do cargueiro 737”, enfatiza.

Incluindo o anúncio de hoje, a Azerbaijão Airlines têm, no total, oito aeronaves Boeing encomendadas: dois 767-300ER, dois cargueiros 767, dois 737 Next-Generation e dois modelos 787-8.

"Com a recuperação econômica ganhando impulso em diversas velocidades ao redor do mundo, nossos clientes estão fazendo mudanças em suas frotas para atender a demanda", informa Marlin Dailey, vice-presidente de Vendas da Boeing Commercial Airplanes. "Nós temos trabalhado com a Azerbaijão Airlines para fazer mudanças em seus pedidos e atender a suas necessidades”, completa.

A família 767 da Boeing são os aviões mais limpos, silenciosos e de baixo consumo de combustível que oferecem versatilidade ao mercado de 200 a 300 assentos. O família 767 inclui três modelos de passageiros - o 767-200ER, 767-300ER e 767-400ER - e um cargueiro médio de cabine larga, que é baseado na fuselagem do 767-300ER. [www.boeing.com].

fator brasil

Polícia indicia taxistas que agrediram colega em aeroporto do Rio



A Polícia Civil indiciou na quinta-feira oito taxistas envolvidos nas agressões ao colega Kléber Oliveira Rosa, de 31 anos, na madrugada do dia 7 de julho, no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim, também conhecido como Galeão. A vítima foi espancada por não pertencer à cooperativa autorizada para atuar no local e tentar transportar três passageiros.

A prisão dos suspeitos não foi pedida porque eles colaboraram com a polícia. O Ministério Público ainda pode não aceitar a denúncia.

José Cosmo Neres de Freitas, Edson Neres de Freitas, Wagner de Oliveira Manoel e Vinícius de Araújo foram indiciados por tentativa de homicídio qualificada por motivo fútil e dificuldade de defesa da vítima e, se condenados, podem ser presos por até 20 anos.

Os outros, Sandro de Souza, Luiz Ramos de Oliveira, José Carlos Santos Rangel e Muniz Pereira da Silva devem responder por omissão de socorro, já que não impediram a violência ou ajudaram a vítima. Eles podem pegar até 9 anos de prisão ou pagar multa.

A vítima também não tinha os documentos necessários para trabalhar como taxista, então também terá que responder processo judicial.
eband

Juizados começam a funcionar hoje nos aeroportos


Os juizados especiais começam a funcionar hoje em cinco aeroportos (Cumbica, Congonhas, Galeão Santos Dumont e DF). Eles foram criados para solucionar problemas com as empresas aéreas sem a necessidade da presença de um advogado.

Os juizados, que vão funcionar em salas cedidas pela Infraero, podem ser estendidos a outros aeroportos. Cinco das 19 empresas notificadas pela Anac por não cumprirem a resolução nº 141, que aumentou os direitos dos passageiros e os deveres das companhias, ignoraram a intimação da agência.
eband

Passagens aéreas têm menor preço médio desde 2002 em abril, diz Anac


O preço médio das passagens aéreas de voos realizados no Brasil foi de R$ 256,13 em abril e, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é o menor para esse mês desde 2002, quando começou a ser realizado o levantamento de preços. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22) e se referem às tarifas informadas pelas companhias aéreas à agência.

CongonhasMovimento no aeroporto de Congonhas, em São Paulo (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)

A queda nas tarifas das passagens mostra que a concorrência está cada vez mais acirrada no setor, segundo avaliação da Anac, já que a redução dos preços ocorreu em um mês em que a procura por voos domésticos havia registrado crescimento de 23,5%.

Em relação a abril do ano passado, a diminuição no valor das passagens foi de 23,9%. Já na comparação com o mês anterior, março de 2010, a queda foi de 7,5%.

Por quilômetro

O preço médio pago por passageiro para cada quilômetro voado – que corresponde ao indicador Yield Tarifa – foi de R$ 0,39 em abril, equivalente a um recuo de 24,6% em relação ao mesmo mês de 2009 e de 7,4% ante março deste ano.

No acumulado

No acumulado de janeiro a abril de 2010, a tarifa média é de R$ 272,44. Isso representa baixa de 47% se comparado ao valor acumulado em 2004, quando uma passagem aérea custava, em média, R$ 514,42. O preço por quilômetro voado em 2010 é de R$ 0,40 em média.

Para o levantamento, conforme informou a Anac, são considerados os valores entre origem e destino do bilhete aéreo, independentemente das escalas e conexões, vendido pelas empresas brasileiras em 67 ligações domésticas.

g1

Guarulhos quer árvores em troca de CO² de avião


As 42 empresas aéreas nacionais e estrangeiras que operaram no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, estão na mira do Ministério Público Estadual (MPE). A pedido da prefeitura de Guarulhos, o promotor do Meio Ambiente Ricardo Manoel de Castro instaurou inquéritos civis para apurar eventuais danos ao meio ambiente provocados pela emissão de dióxido de carbono e outros poluentes atmosféricos pelas aeronaves.

Na semana passada, Castro encaminhou ofícios às companhias, solicitando informações sobre a taxa média de ocupação das aeronaves, consumo de combustível e índice de atrasos. A partir desses dados, o promotor vai estudar que medidas deve requerer à Justiça. Segundo ele, o relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas indica que o transporte aéreo é responsável hoje por 7% do aquecimento global do planeta. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estima que, só em Cumbica, as aeronaves despejam 14,4 milhões de toneladas de CO² por ano.

Diante da perspectiva de expansão do setor nos próximos anos, a tendência é de que a situação se agrave. "O combustível de aviação tem alto grau de octanagem (resistência à detonação) e, por isso, polui muito mais do que um carro, por exemplo", explica o promotor. Além de CO², diz ele, os motores dos aviões emitem mais minerais, que nem sempre são expelidos por outros meios de transporte. "Precisamos fazer alguma coisa", assinala Castro.

A proposta da prefeitura de Guarulhos é criar um fundo de compensação ambiental, que fosse usado para custear o aumento da área verde do município dos atuais 30% para até 45% de seu território. A compensação financeira seria ainda usada na remoção de famílias e favelas erguidas em Áreas de Proteção Permanente, além da recuperação de nascentes, córregos e matas ciliares. "Isso é só uma proposta de trabalho. Em 60 dias, depois que as companhias encaminharem as informações solicitadas, será possível avaliar o que pode ser feito", diz o promotor do Meio Ambiente.

O secretário municipal do Meio Ambiente, Alexandre Kise, autor da representação ao MPE, diz que desde 1997 estuda os efeitos da poluição nos habitantes de Guarulhos. "Sempre foi difícil definir qual era a contribuição de Cumbica na poluição da cidade. Mas, com os dados da ONU e da Anac, isso ficou mais claro e pudemos ingressar com esse pedido de reparação", anotou. Pelas contas de Kise, seria necessário plantar 2,9 bilhões de árvores para neutralizar a emissão de CO² gerado pelos aviões de Cumbica. "Ou plantamos árvores ou fechamos o aeroporto." O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) disse que não se pronunciaria por desconhecer o teor dos inquéritos.
estadão

Sem força para voar


Uma pequena parcela da população atendida, mesmo assim a perda dos voos para Congonhas é ruim para a cidade, não apenas para levar pessoas daqui para a capital paulista mas também por reduzir o interesse de negócios entre Marília e São Paulo devido a redução de possibilidade de acessos.

O aeroporto de Cumbica em Guarulhos, outro município embora tudo na grande São Paulo, é longe da maior parte do centro comercial e financeiro da capital e isso com certeza inibe ou pelo menos faz pensar quando se dá a necessidade de elo de investidores entre as duas cidades via transporte aéreo.

Mas por que Marília está perdendo voos para Congonhas? Porque a TAM empresa que adquiriu os slots da Pantanal (slots são as permissões de pouso e decolagem nos aeroportos distribuídos pela Anac – Agência Nacional de Aviação Civil) prefere usa-los em linhas com cidades que dão mais lucro.

Uma opção da TAM que precisa ser respeitada. Porém além de logística também pesa nela outro fator: a falta de representatividade de Marília da política e do setor empresarial.

Na política, nos últimos anos, uma cidade envolvida em escândalos com dezenas de processos de improbidade administrativa e até crimes de seus administradores eleitos até agora.

No lado empresarial, embora forte e empregador, que cumpre seu papel na sociedade, fica a dever por causa justamente das mazelas do poder público que inibem investimentos e principalmente contatos para fim de expansão do mercado.

Marília é uma das cidades mais ricas do interior, com orçamento maior que Bauru que acaba de receber um aeroporto internacional e novas empresas aéreas, fica para trás outra vez, infelizmente.

diário de marília

Lei antiga protege empresa aérea em caso de mala perdida


No início de junho, a historiadora Maria Luiza de Carvalho embarcou em um avião em Salvador, na Bahia, com duas malas com destino ao aeroporto de Guarulhos - região metropolitana de São Paulo.

A ideia era curtir os trinta dias de férias ao lado dos familiares que moram na capital paulista, mas assim que colocou os pés em São Paulo começou a dor de cabeça.

Só metade da bagagem tinha chegado à esteira do aeroporto – uma mala de 19 kg simplesmente desapareceu. Dentro havia roupas, maquiagens, perfumes e casacos comprados no exterior – “cerca de R$ 6.000 em objetos pessoais”.

Assim que notou o desaparecimento da mala, foi até ao guichê da TAM no próprio aeroporto e registrou a ocorrência. Um funcionário informou que a empresa investigaria o paradeiro da mala e ligaria assim que encontrasse. Para completar a via sacra dentro do aeroporto, Maria Luiza fez outra ocorrência no escritório da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Depois de um mês, após várias ligações para a empresa, a oferta de auxílio-emergência de R$ 100 para ser retirado em Guarulhos (só a viagem de ida e volta do centro de São Paulo até o aeroporto custa cerca de R$ 200), muita chateação e a constatação do sumiço da bagagem, a companhia aérea ofereceu, como indenização, passagens de ida e volta para qualquer destino da empresa na América do Sul.

Em nota, a assessoria da TAM informou ao R7 que Maria Luiza agiu corretamente ao procurar um funcionário da empresa e afirmou que, “caso a mala não seja localizada no prazo de 24h, conforme as recomendações da Anac, a companhia oferece o auxílio emergencial”.

- Para os casos de bagagem extraviada, a companhia tem 30 dias para realizar as buscas e a partir do 31º dia deve enviar a proposta de indenização para o passageiro, caso a bagagem não seja encontrada.

Procurada pelo R7, a Anac informou que a TAM agiu dentro das regras do CBA (Código Brasileiro de Aeronáutica), que é de 1986.

Em comunicado, a assessoria da agência estatal admitiu, entretanto, que a legislação do setor é antiga e lembrou que o Congresso Nacional está revisando o conteúdo da lei.

A agência informou ainda que a indenização por malas perdidas podem ser pagas por meio de um valor fixo ou usando como base o peso da carga.

- O CBA, que é de 1986, prevê no artigo 260 que a indenização por dano ou perda de bagagem “limita-se a 150 Obrigações do Tesouro Nacional (OTNs)”. Esse índice de OTN não existe mais, mas, se fosse atualizado pela inflação – IPCA [a inflação oficial do governo] – daria hoje pouco mais do que R$ 1.900. Só que o mesmo Código diz, em seguida, que pode ser usado o artigo 262, e este diz que a responsabilidade do transportador “limita-se ao valor correspondente a 3 OTNs por quilo” [o que daria, no caso da passageira Maria Luiza, R$ 722].

A Anac recomenda que, ao notar falta de alguma bagagem nos desembarques, o passageiro procure, primeiro, a própria companhia aérea e relate o caso. Se a situação não for resolvida, o segundo passo é pedir ajuda a um órgão de defesa do consumidor – como o Idec ou os Procons, por exemplo. Se não houver solução, a última cartada é procurar um advogado e buscar os direitos na Justiça.

Diante de tantos aborrecimentos, Maria Luiza precisou comprar roupas e objetos pessoais e gastou R$ 1.500 para passar os 30 dias em São Paulo – ou seja, o prejuízo total chegou a R$ 7.500. Irritada com a situação, a historiadora preferiu voltar à capital baiana com a companhia aérea concorrente – a Gol.

- Só para lembrar, não aceitei a viagem para a América do Sul como recompensa porque vou entrar na Justiça. Como vou para outro país com essa empresa com a certeza de que minhas malas vão chegar lá?

R7

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Receitas acessórias, um ótimo negócio


Interessante os dados de um estudo conjunto entre a Amadeus e a IdeaWorks que definem os ganhadores de topo na indústria da aviação, quando se trata de receitas acessórias.

O projeto analisou a divulgação de resultados financeiros de 96 companhias aéreas ao redor do mundo, incluindo as de baixo custo e outras transportadoras regulares, para produzir informações detalhadas sobre a companhia aérea que está fazendo o máximo de receita obtida com produtos auxiliares.

Amadeus diz que as estimativas incluem a receita de uma características la carte, como taxas de bagagem e os alimentos vendidos a bordo de aeronaves, as comissões da venda de acomodações de hotel, aluguel de carros e seguros de viagem nos sites das companhias aéreas, e as receitas geradas pelo parceiro programas de passageiro frequente.

O montante total das receitas acessórias para as 96 companhias aéreas ao longo de 2009 foi de € 11 bilhões, acima dos 7,68 bilhões de euros em 2008, descobriu o estudo.

Quem Lidera o caminho em termos de receitas acessórias de 2009 é a United Airlines, com 1,5 bilhões de euros, um aumento de 330 milhões de euros no ano anterior.

Top 10 Airlines - receitas acessórias total:

Classificar Total de receitas acessórias (Euro) Companhia aérea
1 1527310000 United
2 1507750000 American
3 1117120500 Delta
4 782903000 Qantas
5 663.600.000 Ryanair
6 608796693 EasyJet
7 540589693 E.U. Airways
8 534143000 Air Canada
9 368869000 Alaska Airlines
10 356742400 TAM Airlines

Top 10 Airlines - receitas acessórias como% da receita total:

Classificar Percentagem do total Companhia aérea
1 29,2% Allegiant
2 23,9% Spirit Airlines
3 22,2% Ryanair
4 19,4% EasyJet
5 19,4% Tiger Airways
6 18,1% Jet2.com
7 14,4% Aer Lingus
8 13,3% Alaska Airlines
9 13,2% FlyBe
10 13,1% AirAsia

Top 10 Airlines - receitas acessórias por passageiro:

Classificar Acessórias de receita por passageiro (Euro) Companhia aérea
1 24,89 Allegiant
2 22,51 Jet2.com
3 22,35 Spirit Airlines
4 20,37 Qantas
5 18,76 United Airlines
6 17,23 Air Canada
7 16,72 Aer Lingus
8 16,47 Alaska Airlines
9 14,43 American Airlines
10 13,47 EasyJet

NB: Amadeus diz que as estimativas incluem a receita de uma carta la características tais como taxas de bagagem e os alimentos vendidos a bordo de aeronaves, as comissões da venda de acomodações de hotel, aluguel de carros e seguros de viagem nos sites das companhias aéreas, e as receitas geradas pelo parceiro programas de passageiro frequente.


Flybe crescendo na França




A companhias aéreas britânica de baixo custo Flybe lançou oito novas rotas na França, com voos a partir de Inglaterra de Avignon, Bergerac, Bordeaux, Limoges, Nantes, Rennes e Perpignan.

Thai Airways cortará despesas


A Thai Airways afirmou nesta quarta-feira que espera reduzir custos em até THB20 bilhões de bahts (US $ 620 milhões) no período de 2010 à2012 , acrescentando que a instabilidade política pode conduzir a um relatório de perdas operacionais no segundo trimestre.

CEO da companhia aérea diz que a bagagem não é essencial para férias


http://abcnews.go.com/Travel/spirit-airlines-ceo-defends-luggage-fees-tells-congress/story?id=11162586

The head of the nation's most fee-happy airline told Congress today that bringing luggage on vacation was "not essential" to travel and his airline was actually helping the poor fly by charging up to $45 to place a carry-on bag in the overhead bin.
abcnews

Eu definitivamente tenho roupa demais para um passeio à praia.

Making of da British Airways -Boeing 777-300ER em 3 minutos

Popout

Embraer vende mais cinco 195 Para a Azul


A Embraer assinou um contrato adicional com a Azul Linhas Aéreas Brasileiras para a venda de mais cinco jatos Embraer 195.
O valor total do negócio, a preço de tabela, é de R $ 211 milhões, em janeiro de 2010 seguindo as condições econômicas.
Esta encomenda já está incluída na carteira de pedidos firmes da Embraer para o segundo trimestre de 2010 como "cliente não divulgado".
Os cinco jatos Embraer 195 jatos serão entregues ainda este ano, e em dezembro, a Azul terá 26 E-Jets da Embraer em sua frota exclusivamente.

Tam concorre ao Passenger Choice Awards 2010


A Tam Linhas Aéreas concorre ao Passenger Choice Awards 2010, premiação promovida pela World Airline Entertainment Association (WAEA), que elegerá a companhia aérea mais inovadora e que oferece mais excelência nos serviços de entretenimento de bordo e experiência do passageiro, por região: África, Américas, Europa, Oriente Médio, Ásia e Austrália.

A votação é online, no site http://www.passengerchoiceawards, e vai até o dia 31 de julho. As empresas vencedoras serão conhecidas durante a 31ª Conferência Anual da WAEA, realizada entre 13 e 16 de setembro, em Long Beach, na Califórnia (EUA).

MERCADO E EVENTOS

Donald Trump arquiva processo contra o aeroporto da Flórida


O magnata Donald Trump entrou com uma ação contra um aeroporto próximo à sua casa na Flórida, em uma tentativa de interromper uma expansão planejada.

Trump, de 64 anos , apresentou os documentos em Palm Beach County Circuit Court em 19 de Julho, acusando os oficiais do condado de não avaliarem o ruído e a poluição associadas a partir de motores a jato no Palm Beach International Airport.

A denúncia, que também visa o diretor do aeroporto, Bruce Pelly, visa impedir a construção de uma segunda pista e evitar que os aviões que sobrevoam suas propriedades.

Estacionamento do aeroporto de Guarulhos está saturado


Jornal da Band

pauta@band.com.br

Antes de inaugurar o trem bala para as olimpíadas, o Brasil terá de resolver outros gargalos a tempo de receber a copa do mundo. Um deles é a saturação nos aeroportos, não só de aviões. na grande São Paulo, faltam vagas para estacionar o carro no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A situação do estacionamento é tão crítica, que em algumas horas do dia é mais rápido ir de São Paulo ao Rio de Janeiro de avião, do que arrumar uma vaga para estacionar.

O voo entre as duas capitais dura 50 minutos. À noite é comum ver pessoas circulando por um tempo maior, à procura de vaga.

Uma solução está longe de acontecer. Segundo a Infraero, estatal que administra os aeroportos, a construção de um edifício garagem está em fase de projeto. Sobram reclamações, onde faltam vagas.

De cada dez voos internacionais que chegam ao Brasil, sete pousam em Guarulhos. O aeroporto já opera 40% acima da capacidade. Para um consultor aeronáutico, sem uma remodelação completa dos aeroportos do país, é impossível receber a copa do mundo ou as olimpíadas.
cid parking

GOL/VARIG "faz a festa" para Bogotá



A Varig, que opera os voos internacionais mais longos da GOL, vai fazer parte da próxima edição da promoção “Você Faz a Festa”, que comemorará o aniversário de Bogotá. Clientes que viajarem para a capital colombiana nos dias 4 e 5 de agosto partindo de São Paulo (Guarulhos), Rio de Janeiro (Tom Jobim/Galeão) e Argentina (Ezeiza, via GOL) terão o trecho de ida grátis.

Os bilhetes promocionais podem ser comprados pelo site da companhia até o próximo dia 21.

Informações: www.voegol.com.br

Polvo Paul é estrela em campanha da Ryanair


Foi a maior estrela do mundial e, mesmo quando a bola já não rola na África do Sul, ainda dá que falar. O polvo Paul, o mesmo que adivinhou todos os resultados dos jogos do Mundial, agora é estrela de publicidade.

Segundo o site PRNoticias, a companhia low cost irlandesa associou a mais recente promoção, descontos de 40%, ao molusco vidente.

Usando o mesmo sistema, colocaram duas caixas, uma com nome da Ryanair, outra a dizer Ibéria e perguntaram ao polvo: qual a companhia número um em serviço e tarifas baixas? O desenho mostra o polvo em cima da caixa da Ryanair.

Entretanto, o aquário de Madrid requereu a transferência do polvo para a capital espanhola, depois do molusco ter adivinhado que a selecção iria vencer o Campeonato do Mundo. No entanto, ainda não obteve resposta oficial do Sea World de Oberhausen, na Alemanha, onde o polvo reside.

No passado, a Ryanair já utilizou nas suas campanhas os políticos Tony Blair, Jacques Chirac, Romano Prodi, José Zapatero, a rainha Sofia de Espanha e a primeira-dama francesa Carla Burni.

tvi

JetBlue Airways informa um lucro líquido de US $ 30 milhões no segundo trimestre


A JetBlue Airways (Nova York-JFK) reportou lucro líquido no segundo trimestre de US $ 30 milhões, ou US $ 0,10 por ação diluída.
Isso se compara ao segundo trimestre de 2009 da JetBlue , que obteve lucro líquido de US $ 20 milhões, ou US $ 0,07 por ação diluída.