PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM
PARA HOSPEDAGEM CLIQUE NA IMAGEM

segunda-feira, 25 de maio de 2009

“Low cost” superam companhias tradicionais na Espanha

Segundo o El País, na Semana Santa as companhias “low cost” superaram as tradicionais a nível de passageiros. As dificuldades económicas estão a modificar os hábitos de viagem.

Em Abril, em Espanha, as “low cost” transportaram 2,3 milhões de passageiros, e as companhias tradicionais cerca de 2,29 milhões de passageiros.

Desde Outubro do ano passado, este é já o segundo mês em que as companhias “baixo custo” superam as regulares, no mercado espanhol.


Entrevista: Um plano de voo no papel

Em recuperação judicial, empresa aérea retoma as operações em bases mais modestas, apostando nos voos charter. A dúvida é saber até quando ela resiste.

Amaral, presidente: "A BRA será uma empresa menor, mas totalmente sustentável"

Vinte meses após ter feito um pouso forçado, a BRA Transportes Aéreos ressurge disposta a resgatar suas origens. agora, em vez de brigar por espaço com as potências do setor, TAM e Gol, a BRA vai se concentrar unicamente em voos charter e fretamentos. E o recomeço está sendo em bases modestíssimas. O único avião da frota, um Boeing 737-300 alugado da Gol, fez apenas sete voos desde 7 de abril. todos a serviço de clubes de futebol, mas as perspectivas são positivas, na avaliação de Danilo Amaral, presidente da BRA.

Segundo ele, neste período a companhia já recebeu cerca de 50 consultas de fretamento para atender eventos, como congressos corporativos, sindicatos e até casamentos. Para dar conta da demanda, ele já solicitou à parceira Gol mais duas aeronaves. Uma delas será entregue ainda neste mês. Com isso, amaral espera fechar o período de 12 meses, encerrado em março de 2010, com receitas de r$ 105 milhões - montante equivalente a um terço do faturamento obtido em 2006, quando viveu sua época áurea. "A BRA será uma empresa menor mas totalmente sustentável", diz o executivo.

O mercado tem lá suas dúvidas. De acordo com um consultor, que pediu para não ter o nome revelado, é difícil reverter um quadro marcado por elevado passivo e imagem desgastada quando não se dispõe de recursos abundantes. "a BRA está na mesma situação daquele trabalhador que ganha salário mínimo e decide comprar um carro zero-quilômetro. Mesmo que o pagamento seja feito em suaves prestações, não sobrarão recursos para as demais despesas", opina o especialista em aviação.

Amaral, como era de se esperar, discorda. Para ele, a negociação feita com os credores, bancos e fornecedores devolveu o oxigênio que a BRA precisava para viver. Isso porque as dívidas foram reduzidas em 70%, para r$ 72 milhões, com prazo de oito anos para ser quitadas, sendo um ano de carência.

Além disso, o novo controlador, Walter Folegatti - substituto do irmão Humberto, pivô do desentendimento com os integrantes do fundo Brazilian Air Partners, que detém 42% das ações - injetou US$ 2,5 milhões para viabilizar a retomada das operações.

Na avaliação do presidente da BRA, o mercado está ávido por uma empresa com perfil ágil e especializada em fretamento. "as gigantes do setor aéreo tratam esse nicho como um negócio secundário. nós temos flexibilidade de negociação e podemos customizar totalmente o voo, desde a configuração dos assentos até a refeição servida a bordo", argumenta.

Foi isso, segundo ele, que fez com que os times de futebol optassem recentemente pela BRA. Como exemplo cita o Grêmio, de Porto Alegre (RS), que precisava disputar uma partida em Lima (Peru) e fechou com a companhia aérea apesar de o pacote ter ficado 10% acima do cobrado por um voo de carreira. "Mostramos que o valor, na verdade, era barato, já que o time economizaria 34 horas, levando em conta o tempo perdido com escalas, sem contar o atendimento personalizado", conta o executivo.

O novo piloto da BRA tem pouca intimidade com o mundo da aviação. Especialista em direito societário e em gestão, ele ingressou na empresa em 2006 como advogado do fundo Brazilian Air Partners. Depois foi nomeado vice-presidente de relações institucionais e novos negócios e acabou assumindo a liderança do processo de recuperação judicial.

Para compensar a pouca experiência em aviação, ele contratou duas consultorias: Vallua e Excelia. Amaral define de uma forma, digamos, peculiar o momento vivido pela BRA: "estivemos em coma. saímos e fomos levados à UTI. Agora, chegou a hora de fazer a reabilitação do paciente", diz. Tarefa que, de acordo com o executivo, será facilitada com a recém criada agência encarregada de comercializar os voos da BRA. Nessa área é importante ter um veículo para a captação de clientes. Afinal, avião parado é sinônimo de prejuízo.
Fonte: Aviation News

Pouso de emergência na Rússia


Um avião TU-204 com 206 passageiros a bordo que fazia um voo entre a cidade russa de Perm e o balneário turco de Antalia, realizou um pouso de emergência no aeroporto de Krasnodar, no sul da Rússia, informaram fontes oficiais neste domingo.

"Todos os passageiros e os membros da tripulação estão bem", declarou Agnessa Savchenko, porta-voz da Procuradoria do distrito federal sul, à agência "Interfax".

Fontes do terminal aéreo relataram que, segundo dados iniciais, a aterrissagem de emergência ocorreu devido a um problema no sistema de combustível do avião, pertencente à companhia Red Wings.

No dia 25/04/09, um TU-204 da mesma empresa fez um pouso de emergência no aeroporto internacional de Sochi, na Rússia, às margens do Mar Negro, devido a uma falha em uma de suas duas turbinas.

Fonte: G1.

Desconforto nos ares

Fizeram muito barulho com o anúncio da decisão pela qual as empresas de transporte aéreo ficaram autorizadas a conceder descontos nas linhas internacionais. Foi divulgada até uma escala, cujo final bate numa inimaginável redução de 80%. É esperar para conferir.

O mais provável é a repetição do acontecido em relação aos trechos da América do Sul. Desde setembro passado o governo concedeu autorização semelhante, mas as transportadoras não abriram mão de suas tabelas, salvo em situações de baixa frequência de passageiros em determinados trechos e épocas.

Por uma razão: os aviões têm voado quase com sua carga máxima, em função, principalmente, da concentração do mercado. Então, é remota a possibilidade de a nova liberação produzir maiores resultados práticos, a menos que a gripe suína provoque uma retração de passageiros semelhante àquela do 11 de Setembro, jogando todo o sistema aéreo internacional numa zona de alta turbulência, com efeitos até hoje.

O que se viu até agora não tem a ver com uma sistematização de tarifas reduzidas. Estas quase nunca deixaram de existir, nem mesmo nas rotas europeias e norte-americanas, mas sempre estiveram do lado do interesse da transportadora, e esta só faz promoções diante de prejuízos iminentes, nos períodos de baixa estação, como os picos do inverno na Europa ou Estados Unidos. Nem se fala nisso na alta ou mesmo na média estação.

Então, quem pretender utilizar-se dessas vantagens acidentais e inesperadas tem de preparar as malas, passaporte e vistos na mão, cartão de crédito no bolso e olho permanente nas promoções, estando disposto a partir a qualquer dia e hora.

Existe mesmo uma continuada crise no transporte aéreo mundial. Em primeiro lugar, lá se foi o tempo em que viajar de avião significava luxo e conforto. Hoje, em aeroportos lotados como rodoviárias, o embarque tornou-se um tormento, em face dos excessos do pessoal de segurança, muito além do exigível em ambientes civilizados e criando cenas deprimentes; o espaço do passageiro de classe econômica é mínimo em aviões enormes; o serviço de bordo é em regra sofrível, não sendo raros os episódios de males à saúde causados por alimentação mal acondicionada. Isso principalmente nos voos internacionais.

As empresas chamadas de baixo custo vão além: uma delas, irlandesa, para contrapesar suas baixas tarifas, passou a cobrar pela emissão do bilhete, pela bagagem e por qualquer serviço de bordo, por menor que seja - só recuou na intenção de taxar o uso dos sanitários porque a reação foi muito forte.

Os descontos seriam uma compensação, mas dependem de uma concorrência real, que nos tem faltado (uma nova empresa brasileira está há meses à espera de licença para operar em Belo Horizonte). Enfim, o transporte aéreo progride em quantidade, mas perde em qualidade. E nem falamos nos atrasos, cancelamentos de voos, extravio de bagagens e outras falhas semelhantes e rotineiras.
Fonte: O Tempo

Aeromodelo transportaria celulares para presos em Venceslau

Menor disse que receberia R$ 20 mil pela construção do artefato; três maiores de idade acabaram presos.

SÃO PAULO - A Polícia Militar de Presidente Venceslau (611 quilômetros de São Paulo) encontrou na noite deste domingo, 24, um helicóptero para aeromodelismo que seria usado para levar telefones celulares para dentro da Penitenciária 2 da cidade. Três pessoas foram presas e um menor apreendido.

De acordo com as informações da PM, os policiais da Força Tática do 24º Batalhão faziam um patrulhamento de rotina pela Avenida Carlos Platzeck, nas proximidades da Penitenciária 2, quando suspeitaram da atitude dos ocupantes de um GM Celta preto, por volta das 21h50. Ao fazerem uma vistoria no carro, os policiais encontraram no porta-malas o helicóptero para aeromodelismo. Na base dele estava presa uma armação de arame, barbante e fraldas descartáveis, que continha nove telefones celulares sem chips e uma tesoura.

Image
O aeromodelo que seria utilizado

Conforme a PM, questionado, o menor admitiu que foi contratado para levar os celulares à Penitenciária 2 de Venceslau. Ele disse à polícia que recebeu R$ 10 mil para a montagem do equipamento e que posteriormente receberia outros R$ 10 mil.

Além do helicóptero, foram apreendidos em poder dos detidos nove carregadores de celulares de marcas diversas, um controle remoto e um acessório para equipamento de aeromodelismo, um carregador de bateria, um rolo de barbante, uma folha branca com anotações diversas e uma certidão de nascimento com anotações de valores e nomes em seu verso, além de outros cinco telefones celulares.

Os envolvidos

No Celta estavam o adolescente de 17 anos, morador de Guarulhos; João André Araújo, de 33, que mora em Taboão da Serra; Michele Maria da Silva, de 28 e Talita da Mata Lima, de 22, moradoras de São Paulo.

Araújo permaneceu preso na Cadeia Pública de Presidente Venceslau. Michele e Talita foram levadas à Cadeia Pública de Santo Anastácio e Piquerobí, respectivamente. Os três foram autuados em flagrante por formação de quadrilha. O menor ficou à disposição do Conselho Tutelar de Presidente Venceslau.

Fonte: Aeroclube Virtual

AIR CHINA BUSCA FINANCIAMENTOS


Depois de hesitar por longo tempo uma das maiores empresas aéreas da Ásia, a Air China, solicitou do Governo financiamentos para ajuda-la a contornar os problemas oriundos da crise econômica mundial. Segundo o seu Presidente, Kong Dong, a transportadora precisa levantar pelo menos US$ 440 milhões, a mesma quantia que o Governo já cedeu à sua rival China Southern. Estudos recentes mostram que a Air China talvez só consiga voltar á lucratividade a partir do fim de 2009.
Fonte: Aerobusiness

Após liberação, aéreas cobram menos por vôos internacionais


Resultado após os 30 primeiros dias é de passagens de ida e volta aos Estados Unidos, por exemplo, por US$ 629 (R$ 1.284, pela Japan Airlines), no lugar do preço mínimo fixado anteriormente.

Tratados como promoções - e não reajustes definitivos- os preços das passagens aéreas para vôos internacionais ficaram mais baratos, um mês depois que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberou as companhias a oferecer bilhetes com até 20% de desconto em relação ao valor fixado para viagens para fora do País e além da América do Sul.

O resultado após os 30 primeiros dias é de passagens de ida e volta aos Estados Unidos, por exemplo, por US$ 629 (R$ 1.284, pela Japan Airlines), no lugar do preço mínimo fixado anteriormente pela Anac, de US$ 708 (R$ 1.445).

No caso da American Airlines, o preço mínimo oferecido para viagens a território americano chega a US$ 566 (R$ 1.155) em vôo entre Recife e Orlando - este é o menor valor permitido pela Anac para os Estados Unidos nessa primeira fase.

Por esse mesmo preço é possível ir de São Paulo ou Rio de Janeiro a Miami pela American Airlines. Todos os valores têm restrições de datas, podendo ser adquiridos na baixa temporada e variando de cidade para cidade.

As viagens para a Europa também foram beneficiadas com a liberação de preços. A Lufthansa oferece tarifas reduzidas, com preços de passagens que variam a partir de US$ 695 (R$ 1.419) para destinos como Genebra, Londres, Roma, Nice, Milão e alguns destinos na Alemanha - antes, o preço mínimo estabelecido era de US$ 869 (R$ 1.774). Os bilhetes precisam ser adquiridos até o dia 24 de maio e a data limite para embarque é 30 de junho.

Também com data limite em 24 de maio para compra e dia 30 de junho para o embarque, Air France e KLM oferecem vôo de ida e volta para Lisboa por US$ 690 (R$ 1.408). Há um mês, uma viagem a Portugal tinha valor mínimo estabelecido pela Anac em US$ 863 (R$ 1.762).

Com opção de parcelamento em até cinco vezes sem juros no cartão, Air France e KLM também têm vôos para Praga e Viena por US$ 726 (R$ 1.482) - sendo que o preço mínimo anterior era de US$ 908 (R$ 1.854).

As duas companhias ainda oferecem tarifas combinadas junto à Alitalia. Uma viagem entre São Paulo e Londres, ida e volta, sai por US$ 703 (R$ 1.435) para vôos entre maio e junho.

A British Airways é outra que adotou a redução de valores para bilhetes à Europa. Até 30 de junho é possível comprar passagens para Londres, Paris, Frankfurt, Munique, Zurique, Basel, Lisboa, Amsterdã, Porto, Madri, Bruxelas, Genebra ou Roma a partir de US$ 695 (R$ 1.419).

Pela Iberia, é possível ir a Zurique, Veneza ou Roma por R$ 1.429, contra preço anterior de R$ 1.774.

Daqui dois meses, os descontos serão ampliados para 50%, em mais três meses, para 80% e, seis meses depois, não haverá mais preço mínimo.

Fonte: último Segundo

domingo, 24 de maio de 2009

Na rota das aeromoças

Entre um voo e outro, o que elas fazem no pouco tempo que passam em São Paulo? Veja o roteiro e as impressões paulistanas de quatro comissárias de grandes companhias aéreas.

Todos os dias, passam pelos aeroportos de Congonhas e Cumbica cerca de 2 500 comissários de bordo. Sete em cada dez são mulheres. Boa parte delas sonhava conhecer o mundo todo de graça ao escolher a profissão. Quando estão em São Paulo, no entanto, lamentam não ter tempo para bater perna em terra firme. As que trabalham em companhias aéreas internacionais permanecem de 24 horas a dois dias e meio na cidade. As que atuam na ponte aérea Rio-São Paulo chegam a fazer até quatro viagens em um único dia. Com um período tão curto de folga, qualquer brechinha na agenda precisa ser aproveitada. Aeromoças estrangeiras hospedam-se em hotéis cinco-estrelas como o Grand Hyatt e o Tivoli Mofarrej por conta da empresa e recebem diárias de 100 dólares, em média, para refeições e pequenas despesas. As brasileiras que fazem voos domésticos ficam em flats ou apartamentos nas cercanias dos aeroportos e têm cerca de 100 reais por dia para gastar.

Ao chegar à cidade, a maioria delas tira uma rápida soneca e em seguida passeia por lugares como o Parque do Ibirapuera, a Pina-coteca, os Jardins, shoppings e até a Rua 25 de Março. Quem lhes dá essas dicas são os próprios colegas ou pequenos guias que recebem de suas companhias aéreas. E a paquera? Acredite se quiser: elas juram que não rola nada. "Por aqui vejo muita gente bonita, mas tenho namorado e não dou margem a cantadas", diz a alemã Daniela Fuchs, da Lufthansa.

Nathália Quintella, da Gol

Carioca, tem 31 anos e é aeromoça desde 1999. Atualmente, trabalha na ponte aérea Rio-São Paulo. Dorme aqui pelo menos uma vez por semana e costuma correr no Parque do Ibirapuera

Fernando Moraes

"Moro em Nova Iguaçu (RJ), mas a base operacional da companhia em que trabalho é em São Paulo. Encaro a ponte aérea pelo menos quatro vezes por dia. Quando estou escalada para o último voo e preciso dormir por aqui, fico em um apartamento alugado próximo ao Aeroporto de Congonhas. Pela manhã, vou ao Parque do Ibirapuera, que considero o meu refúgio paulistano: pratico corrida, alugo uma bicicleta e passo horas admirando a paisagem. Também gosto de fazer compras na Rua 25 de Março e em shoppings. Para comer, frequento restaurantes por quilo ou os da Liberdade, pois adoro comida japonesa. Gostaria de poder fazer mais coisas, mas meu orçamento é limitado: 15 reais para o café da manhã, mais 41,70 reais para o almoço e o mesmo valor para o jantar."

Hilda Cano, da Iberia

Mario Rodrigues

A espanhola Hilda Cano diz que fala "brasileiro", e não português, pois morou em Brasília dos 14 aos 18 anos de idade. Aos 40, visita São Paulo pelo menos quatro vezes por ano e aproveita as atrações culturais, como a Pinacoteca do Estado

"Para mim, São Paulo é como Nova York, uma cidade de negócios com vida cultural vibrante. Venho para cá há uma década. Chego às 6h45 e embarco de volta para Madri no dia seguinte, às 15h50. Uma de minhas descobertas mais recentes é a Pinacoteca do Estado, um museu moderno, com uma arquitetura belíssima, que lembra a do museu Reina Sofía, da Espanha. Já levei vários colegas ao Instituto Butantan e a restaurantes como Santa Gula e A Figueira Rubaiyat, os meus preferidos. Estive na ‘Bienal do Vazio’ e espero um dia voltar àquele prédio para ver um desfile da São Paulo Fashion Week."

Jacqueline Paton, da Emirates

Fotos divulgação

Australiana, tem 22 anos e é comissária de bordo há sete meses. Passa metade de seu tempo em Dubai, onde fica a sede da companhia. Em sua primeira visita à cidade, encantou-se com a vista do prédio do Banespa

"Estive em São Paulo pela primeira vez em março. Tinha apenas 29 horas para conhecer tudo. Dormir, nem pensar! Fui direto para a Rua Oscar Freire, onde comprei um par de Havaianas originais. Em seguida, passei uma hora caminhando pelo Parque do Ibirapuera. De tarde, fui ao centro e me encantei com a Catedral da Sé. Subi ao topo do prédio do Banespa e fiquei surpresa ao ver como São Paulo é grande e populosa. No bairro japonês (Liberdade), adquiri uma camiseta do Brasil e um ímã de geladeira. Na hora de almoçar, achei sensacional colocar a comida no prato e em seguida pesá-lo para ver quanto devo. Disseram que esse sistema se chama ‘por quilo’. Foi a parte mais divertida da viagem."

Daniela Fuchs, da Lufthansa

Fotos Mario Rodrigues

Alemã, formada em turismo, tem 24 anos e é fluente em inglês, francês, espanhol e italiano. Esteve em São Paulo mais de vinte vezes e já se arrisca a falar português com os passageiros. Adora comer em churrascarias como a Rodeio, nos Jardins

"Cada vez que volto para cá, tenho a impressão de que São Paulo cresceu mais um pouco. Sempre digo aos meus amigos que jamais poderia ser taxista aqui, pois são tantas ruas que eu não conseguiria achar o caminho de volta. Apesar do trânsito, é uma cidade adorável. Amo passear pelo Bixiga e fazer compras no Shopping Ibirapuera. Churrascaria, então, é parada obrigatória. Acho tão pitoresco os garçons vestirem aquelas roupas engraçadas e trazerem um monte de comida para a mesa! Quando estou na Alemanha, sinto saudade da carne e do pão de queijo. Por isso, levo sempre na bagagem uns pãezinhos congelados. Com a carne não dá para fazer o mesmo. Então, como até me fartar. À noite, meu passatempo favorito é ir ao bar Skye, no Hotel Unique, que tem a vista mais bonita da cidade."

Fonte: Veja São Paulo

Voando alto

A principal peça de decoração do escritório do empresário Geraldo Lopes é um mapa-múndi repleto de pequenos alfinetes. Com os pontos pretos ele assinala os lugares do globo que já visitou. O gosto por correr o mundo vem da infância, mas a habilidade de fazer as viagens com mais frequência e conforto gastando menos vem da análise dos programas de fidelidade de companhias aéreas. Integrante do Smiles, hoje da Gol/Varig, desde 1992, ele aprendeu não apenas a ganhar bilhetes de graça, mas a melhorar a qualidade das viagens, pagando o preço de econômica e viajando com os serviços da executiva.

– Sempre saio ganhando financeiramente e na qualidade dos serviços. Fidelidade vale a pena – afirma Lopes.

A concorrência e a revitalização do Smiles, promovida pela Gol, fez as companhias voltarem os olhos para clientes como Lopes, que viajam muito e buscam vantagens em troca da fidelidade.

Companhias aéreas revigoram programas de fidelidade para conquistar passageiros



O diretor de Marketing da Gol, Murilo Barbosa, afirma que o Smiles voltou a oferecer as vantagens consagradas pela Varig, com possibilidade de maior acúmulo de milhas e mais destinos nacionais e internacionais para a troca dos bilhetes. Segundo Barbosa, o Smiles conta com 6,2 milhões de associados e uma média de adesão de 80 mil pessoas por mês.

No mesmo período da mudança do Smiles, a TAM consolidava o ingresso na Star Alliance, grupo formado por 21 companhias aéreas no mundo. Um dos benefícios é a integração entre os programas, facilitando o acúmulo de pontos e ampliando as opções de resgate.

De acordo com o diretor executivo da OceanAir, Renato Pascowitch, até 2006 as pesquisas da companhia apontavam a tendência de os passageiros preferirem promoções de tarifas em detrimento de qualquer outro programa de vantagens. A partir de 2006, no entanto, o público vem se mostrando cada vez mais interessado em recompensas em troca da fidelidade, afirma.

Fonte: Zero Hora

Brigadeiro Nicácio ataca Anac

Em carta distribuída aos funcionários da empresa em todo o país, o presidente da Infraero, brigadeiro Cleonilson Nicácio, classificou de “inverídico” e “sem base técnica” o Relatório de Desempenho Regulatório 2008, elaborado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e divulgado em março passado. Com termos duros, o dirigente da estatal responsável pela gestão dos 67 aeroportos federais no país refuta as críticas feitas à empresa no documento. “É preocupante que um relatório oficial da agência reguladora apresente informações distorcidas, sem a necessária preocupação de demonstrar sua veracidade”, diz a carta.

A assessoria da Infraero informou que o texto só foi distribuído na quarta-feira passada. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o secretário de Aviação Civil, brigadeiro Jorge Godinho, não receberam o comunicado. Até ontem à tarde, a diretoria da Anac também não conhecia a carta, divulgada com gráficos para contestar as conclusões do relatório da agência. Nicácio contesta as análises e conclusões da Anac sobre a crise aérea de 2007. “Afirmar que a infraestrutura aeroportuária foi responsável pela chamada crise aérea é distorcer a verdade dos fatos”, escreve.

No texto, o brigadeiro devolve as críticas à infraestrutura aeroportuária feitas pela agência e diz que a crise aérea deveu-se mais à inoperância da Anac do que ao funcionamento dos aeroportos. “Observaram-se diversas falhas na atuação da Anac, sendo que muitos problemas ocorreram por erro ou omissão daquela agência”, rebate Nicácio. E prossegue: “Nenhum evento ocorrido ao longo da crise decorreu da insuficiência de infraestrutura, a não ser o acúmulo de passageiros nos aeroportos, em função do fechamento do espaço aéreo em mais de uma ocasião e do excesso de vendas de passagens”.
Relação de problemas

Em sua carta, o presidente da Infraero, brigadeiro Cleonilson Nicácio, relaciona os principais problemas que causaram o caos aéreo: o acidente do avião da Gol em setembro de 2006, os movimentos grevistas de controladores militares de tráfego, o excesso de venda de passagens aéreas no fim de 2006 e o acidente do avião da TAM, em julho de 2007, com quase 200 mortos.

Detalhista, o brigadeiro esmiuça o relatório produzido pela Anac e aponta falta de provas para as conclusões da agência. “Utilizar expressões como ‘expansão insuficiente’, ‘desequilíbrio entre demanda e oferta’, ‘estrangulamento da infraestrutura’, ‘escassez de infraestrutura’, ‘aeroporto saturado’, atribuindo tais qualificações à rede de aeroportos brasileiros, sem apresentar provas da veracidade de tais assertivas, é totalmente inadequado”, escreve. Em clima de desabafo, ele afirma ainda que a conclusão da agência induz os leitores a acreditar na falência do sistema público de exploração de aeroportos.
Fonte: A eroportos do Brasil

Flagrante do Embraer 190 com pintura da República Federativa do Brasil


uma das duas aeronaves presidenciais encomendadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) à Embraer.

O avião, um Embraer 190, já está com a pintura oficial da República Federativa do Brasil e deverá ser entregue à FAB em breve.

Fonte:Pindavale

Lojas ocupam ilegalmente 107 salas do Galeão

Principal portão de entrada de turistas, o Aeroporto Internacional Tom Jobim tem hoje 107 salas ocupadas irregularmente por lojas, segundo levantamento feito pela própria Infraero por determinação do Ministério Público Federal. Nesses locais funcionam restaurantes, lanchonetes, lojas de roupas e até joalherias, na maioria dos casos com contratos irregulares e sob ameaça de despejo.

Entre as empresas que correm o risco de perder seus espaços estão duas das mais antigas que atuam no aeroporto: a Localiza e a Cafés Finos (dona do Café Palheta). As duas são rés no processo de improbidade administrativa que o procurador Alexandre Chaves deu entrada na última sexta-feira na Justiça Federal do Rio.

Fonte : O Globo

sábado, 23 de maio de 2009

Justiça concede prisão domiciliar a dono da empresa aérea Gol


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) concedeu na noite desta sexta-feira (22) prisão domiciliar ao empresário Nenê Constantino, sócio fundador da Gol Linhas Aéreas.

A desembargadora Sandra de Santis disse, na decisão, que, "em face do precário estado de saúde do paciente", caso seja preso Constantino deve ficar detido em casa. Ela lembrou o fato de que o empresário tem 78 anos e está "sob cuidados médicos."

O empresário está foragido. Em nota, um dos advogados da defesa do empresário informou que ele se apresentaria à Justiça após a conclusão de um tratamento de saúde, em local não revelado.

Nenê é acusado de ordenar o assassinato de duas pessoas que invadiram terras de sua propriedade em Taguatinga (cidade-satélite a 25 km de Brasília). Ele nega as acusações.

Suborno

O promotor de Justiça de Taguatinga, Bernardo de Urbano Resende, afirmou nesta sexta que a prisão preventiva de Constantino foi pedida porque ele estaria subornando testemunhas dos processos nos quais é acusado de assassinatos.

Entre as provas, segundo o promotor, estão interceptações telefônicas realizadas no final do ano passado. Ele não revelou o teor das conversas. A interceptação está sob segredo de Justiça.

De acordo com o promotor, uma testemunha teria sido “comprada” pelo empresário para imputar as duas mortes pelas quais é acusado a um ex-funcionário, José Amorim dos Reis, conhecido como Padim, já falecido.

A testemunha, esposa de Padim, teria ganho uma casa do empresário no início do ano. Um filho dela teria recebido oferta de emprego de emissários de Constantino.

“Estava havendo algum suborno de testemunhas. As pessoas envolvidas dificultavam a investigação. O que motivou o pedido de prisão é que algumas pessoas foram apresentadas para indicar outra pessoa como responsável pelos crimes”, afirmou o promotor.

O G1 tentou contato com o advogado para comentar as acusações. Nas três tentativas, o telefone estava desligado. A reportagem deixou recados na caixa postal, mas até o momento não foi contatada.

Segundo Resende, a esposa de Padim, em vários depoimentos, indicou o marido como autor dos crimes para tentar isentar o empresário. No início do ano, no entanto, ela reconheceu a mentira, de acordo com o promotor.

Além dela, outras testemunhas que eram funcionárias das empresas de transporte de Constantino, inclusive da Gol, indicaram Padim como o autor dos crimes. De acordo com o promotor, no entanto, outra testemunha garantiu que Padim estava em casa no momento dos assassinatos.

Assassinatos

Padim foi o primeiro morador do terreno em Taguatinga que deu origem aos crimes. Ele tinha autorização de Constantino para residir no local, mas repassou lotes dentro do terreno a outras famílias. O empresário entrou em uma batalha judicial para reaver a posse da terra, mas, segundo o Ministério Público, partiu para outras ações.

De acordo com Resende, o empresário ordenou dois incêndios na tentativa de retirar as famílias do local. Sem sucesso, ele teria ordenado os dois assassinatos, um em fevereiro de 2001 e o outro em outubro do mesmo ano. Segundo o procurador, foram identificados os dois pistoleiros que teriam realizado os crimes a mando do empresário, mas ambos já estão mortos.
Fonte: G1

Webjet investe em campanha de mídia nacional


A Webjet Linhas Aéreas lança, a partir deste final de semana, uma campanha de mídia nacional (foto) com o objetivo de reforçar sua posição no mercado. As novas peças publicitárias marcam, além do início das operações da Webjet no Aeroporto Santos Dumont, em abril, o lançamento da Web-Ponte São Paulo-Rio de Janeiro, no dia 25 de maio. Ambas ações representam duas das principais conquistas deste ano, que permitiram à empresa, apenas no primeiro semestre, dobrar o número de passageiros e aumentar a frota de aeronaves em mais de 40%.


A campanha pretende ampliar a divulgação iniciada em março, dos cinco novos voos diários entre o Rio de Janeiro e Brasília. Na oportunidade, os filmes, também produzidos pela GP7, estrearam a Webjet em espaços nobres na TV, complementados por anúncios em jornais de grande circulação.
Fonte: Panrotas

Onze pessoas morrem em queda de avião em Trancoso

Aeronave tentava pousar em pista de condomínio privado; diretor de banco e esposa estão entre vítimas.

São Paulo - Um avião, modelo King Air, caiu em uma pista privada do Aeroporto Terravista, em Trancoso, na Bahia, na noite desta sexta-feira. Onze pessoas morreram, entre elas o proprietário do avião, Roger Ian Wright, que é sócio fundador da Arsenal Investimentos, e sua esposa, Lucila Lins. A aeronave deixou o aeroporto de Congonhas na noite desta sexta. O acidente aconteceu às 21h10. Não há confirmação de que a chuva da região tenha influenciado no momento do acidente. O avião explodiu a 150 metros da cabeceira da pista. No momento do acidente, havia oito pessoas a bordo, mais três tripulantes.

Wright era responsável pela área de Capital Advisory e membro ativo da equipe de Corporate Finance do Arsenal. Foi sócio e membro da Diretoria Executiva do Banco de Investimentos Garantia e do Conselho de Administração do Credit Suisse First Boston Garantia.

O Aeroporto Terravista é dedicado exclusivamente ao atendimento de aeronaves executivas. A pista tem 1.500 metros e é exclusiva para proprietários das casas do condomínio e clientes do campo de golf.

Fonte: Café Modelismo

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Taf Linhas Aéreas suspende voos regulares


Com a queda da demanda a Taf Linhas Aéreas suspendeu os voos que realizava entre Fortaleza, Belém, Macapá, Manaus e Caiena (Guiana Francesa). Segundo o diretor da Taf, João Ariston Pessoa Filho, houve uma diminuição da demanda, inviabilizando a manutenção da linha regular de passageiros, que a companhia aérea operava desde 2008. Os aviões da Taf estão operando, atualmente, com cargas e fretamentos.
Fonte: Panrotas

ABRAMAV - Associação de Mulheres na Aviação








Você sonha voar? Quer ser piloto ou comissária?

Venha saber o que é necessário.

Ou ao contrário: Voce implica com seu marido ou namorado que voa? Odeia o aeroclube? Já mandou ele escolher entre o avião e você?

Participe do encontro daABRAMAV :o encontro anual das mulheres na aviação. As vagas são limitadas e não há taxas para inscrição. As palestras são de fundamental importância para seu futuro e a qualidade de vida de sua familia.

Dia 23 de maio
No auditorio da infraero n0 Campo de Marte, SP.
Inscriçoes gratuitas. Se você leitor ou leitora se tiver alguma amiga que queira saber como começar na aviação, entre em contato com a ABRAMAV. As palestras envolvem todas as áreas, inclusive na comercial, a palestra será da cmte Thereza da Trip. Apareça!!

TRIP começa a voar para Ilhéus

A TRIP Linhas Aéreas começará a voar para a cidade de Ilhéus, na Bahia, a partir da próxima quarta-feira (27). O destino será integrado no percurso entre Vitória e Salvador, criando a rota Vitória-Ilhéus-Salvador. Quem partir de Vitória encontra passagens desde R$ 99; de Salvador, desde R$ 199. A nova rota terá uma frequência diária. As passagens podem ser adquiridas no site da empresa (www.voetrip.com.br), por telefone (0300 789 8747) ou em agências de viagem.
Fonte:viajeaqui

Grupo participa de projeto de biocombustível para aviões

O grupo Altran, líder no mercado europeu de Consultoria em Inovação e Tecnologia, participa do projeto SWAFFEA (Sustainable Way for Alternative Fuels & Energy for Aviation), financiado pela União Européia.

Com foco na viabilidade técnica sobre a utilização de combustíveis alternativos para aviação, trocando a querosene por biocombustível, Patrick Dauga, CEO Américas da Altran, descreve o projeto como inovador. “Essa iniciativa nunca foi vista antes nem mesmo no setor de autos”, afirma o executivo. O objetivo principal do projeto é reduzir o impacto sobre o meio-ambiente causado por esses combustíveis, como o aumento de gás carbônico na atmosfera, a geração de outros poluentes como o monóxido de carbono, fuligens, entre outros e impacto da produção da fonte de energia.

Neste projeto, de 5 milhões de euros, a Altran lidera análise da esfera ambiental, tecnológica e econômica do SWAFFEA. Na área ambiental, analisa a taxa de impactos e o quanto esses combustíveis alternativos vão atuar diretamente no meio-ambiente. Tecnologicamente, cuidará de quem irá desenvolver o projeto e das plataformas que serão necessárias. Já na área econômica, a empresa irá analisar o custo-benefício do projeto.

Além da Altran, participam do projeto as empresas Airbus, Onera, Rolls Royce, Shell, Snecma, Bauhaus Luftfahrt, German Aerospace Center (DLR), IFP, University of Sheffield, Air France, Cerfacs, Concawe, EADS-IW, Erdyn, IATA e Embraer.
Fonte: Direto da Pista

Gol é condenada por atrasar fã do Rebeldes


A 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou a Gol a pagar R$ 13.500 de danos morais devido ao atraso de um voo do Rio de Janeiro para São Paulo.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, a autora da ação, menor de idade, comprou a passagem aérea para assistir ao show do grupo Rebeldes, no dia 27 de abril de 2007, em São Paulo. A chegada estava prevista para as 15h35m. O início do espetáculo estava marcado para as 20h.

De acordo com o TJ, no dia marcado para o voo, por desorganização da Gol, a menor, depois de longa espera, teve que ir para outro aeroporto do Rio de Janeiro em um táxi, sem a presença de um funcionário da companhia aérea e em via considerada perigosa (Linha Vermelha). O avião aterrissou em São Paulo por volta das 21h. A menina só conseguiu ouvir a última música da apresentação.

"A autora, menor de idade, teve sua pretensão de assistir ao show de seu grupo favorito em São Paulo frustrada por falha da companhia aérea, que não cumpriu com seu dever contratual de levar o passageiro com segurança, no local e horário aprazado", ressaltou o desembargador Binato de Castro em seu relatório.
Fonte : Aviation News

Ministro é contra privatizar Infraero


A abertura à iniciativa privada das concessões de operação do Galeão, de Viracopos e do novo aeroporto a ser construído em São Paulo tem o objetivo de aumentar a concorrência e a eficiência da Infraero, sem necessidade de privatizar a estatal, disse ao Valor o ministro da Defesa, Nelson Jobim. "Não tenho preconceito, poderíamos trabalhar sem problema nenhum com um modelo como o da telefonia", afirmou Jobim, ressalvando porém que o modelo de concorrência vislumbrado não inclui a privatização da Infraero.

"Por exemplo, em Viracopos, a cadeia de suprimentos está voltada para aquele aeroporto; se resolvesse juntar um outro, Itajaí, por exemplo, seria aceitável", exemplificou o ministro, detalhando como imagina um futuro modelo de participação privada em concorrência à Infraero. O valor divulgou na semana passada estudo encomendado pela Agência nacional d e Aviação Civil (Anac) que sugere a cisão da Infraero, abertura de capital das novas subsidiárias e posterior privatização, acompanhada de um novo modelo regulatório que assegure competição.

Jobim lamentou o que disse ser um "enfraquecimento" progressivo do poder de fiscalização da Anac, que tem encorajado as companhias aéreas a aumentarem os preços cobrados aos passageiros. A recente decisão da agência de liberar voos internacionais para a concorrência estrangeira deve levar as empresas a culparem essa abertura por demissões que já pretendiam fazer, previu o ministro. "Elas vão fazer esse jogo", criticou. Jobim nega que as recentes medidas moralizadoras se destinem a facilitar a venda da Infraero.
Fonte: Valor Econômico

Empresário Nenê Constantino é procurado pela polícia



Sócio-fundador da empresa aérea Gol é suspeito de dois assassinatos.
Advogados dizem que ele é inocente e que trata da saúde em São Paulo.

Polícia Civil do Distrito Federal procura desde a tarde desta quinta-feira (21) o empresário Nenê Constantino para cumprir uma mandado de prisão emitido pela Justiça. Constantino, um dos fundadores da companhia aérea Gol, é apontado pela polícia como o suposto mandante de dois assassinatos.

Veja o site do DFTV

Outros três mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento com os crimes já foram cumpridos. Um genro e dois ex-funcionários do empresário foram presos.

A polícia esteve na casa de Constantino, no Lago Sul, mas ele não foi localizado. Segundo a assessoria do empresário, ele estaria em São Paulo para um tratamento de saúde.

Por telefone, o advogado de Constantino informou que já prepara um pedido de habeas corpus à Justiça para revogar o mandado de prisão contra o empresário.

Nenê Constantino foi indiciado pela polícia pela primeira vez no dia 10 de dezembro do ano passado pela morte a tiros de um líder comunitário na garagem da Viação Planeta, controlada por sua família.

Segundo a polícia, o assassinato do líder comunitário foi uma represália ao fato de ele se ter se recusado a deixar uma área invadida do empresário no Distrito Federal. Ao contrário de outras famílias que ocupavam o terreno, a vítima teria se recusado a fazer um acordo para deixar a área.

No dia 30 de dezembro de 2008, Constantino foi indiciado novamente, desta vez pela morte de um ex-caminhoneiro de um grupo de transportes do empresário. O motorista foi morto com quatro tiros em fevereiro de 2001. O motivo do crime também teria sido a disputa por um terreno.

Na época em que foi indiciado, a defesa do empresário informou ao G1 que ele repudiava de “forma veemente”, as acusações, classificadas de “injustas e inverídicas”.

“O sr. Constantino de Oliveira, empresário de 78 anos de idade, jamais respondeu a processo criminal e, confiante da Justiça, no momento próprio, produzirá sua defesa, com a firme e inabalável convicção de que, ao final, restará comprovada sua inocência”, dizia a nota divulgada pela defesa. Fonte: Contato Radar

Problemas também fora do Aeroporto Santos Dumont



O acréscimo de cem novos voos está causando problemas não só dentro do Aeroporto Santos Dumont - onde passageiros têm enfrentado esperas de mais de 50 minutos para embarcar -, como do lado de fora também. Quem tenta estacionar seu carro sofre para encontrar um lugar. Nesta quinta-feira, veículos de três cooperativas de táxis - Transcoopass, Cootramo e Santos Dumont - ocupavam quase que 100% das vagas em volta da Praça Senador Salgado Filho, em frente ao aeroporto. O motorista que procurasse o estacionamento da Central Park, prestadora de serviços da Infraero, que oferece 1.700 vagas, também enfrentava dificuldades.

Taxistas dizem que, por causa do maior movimento no Santos Dumont, houve migração de profissionais que antes trabalhavam no Aeroporto Internacional Tom Jobim.

Mas não é apenas a falta de vagas que motiva críticas de quem procura o Santos Dumont. Passageiros, entre eles turistas, ficam impressionados com o abandono da Praça Senador Salgado Filho. Ali, podiam ser vistos nesta quinta mendigos dentro do chafariz desativado, além de lixo em vários pontos.

Fonte: Contato Radar

Comissário de bordo é preso por ameaça de bomba na Emirates do


Um comissário de bordo foi preso na quinta-feira por ter deixado um bilhete de ameaça de bomba a bordo do avião da Emirates, empresa em que trabalhava, causando um susto que provocou o rápido fechamento do Aeroporto Gatwick, de Londres.

O australiano Matthew Carney, de 24 anos, deixou em março um bilhete no banheiro no avião que ia de Dubai para Londres, no qual se lia: "Material explosivo pode ser encontrado no FWD (compartimento de carga). Temos de agradecer ao Taliban por isso."

Um passageiro a bordo do Boeing 777 encontrou o bilhete 10 minutos antes da aterrissagem e deu o alarme. Quando o avião chegou ao Gatwick, foi levado a uma área de segurança e cercado pela polícia armada.

Os 164 passageiros e 16 tripulantes foram retirados do avião e entrevistados. Carney foi preso pouco depois.

Ele se declarou culpado por dar informação falsa, isso é, ameaça de bomba, no tribunal real de Lewes e preso por 18 meses, disse a polícia.
Seu advogado, Andel Singh, afirmou que Carney estava sob muito estresse e "extremamente cansado" na ocasião, tendo trabalhado em vôos nos mais diferentes horários ao redor do mundo.

O promotor público Dale Sullivan disse que a ameaça custou 42 mil libras (66.340 dólares) à Emirates, que teve de reorganizar vôos em andamento e tomar outras medidas. Alguns passageiros ficaram com medo de avião e disseram que nunca
mais pisariam numa aeronave.

Fonte: Aviation News

Varig terá de indenizar passageiros por transtornos


Um casal será indenizado pela VRG Linhas Aéreas, razão social da nova Varig, por transtornos sofridos durante voo internacional para a Europa. A decisão unânime foi da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que aumentou o valor da indenização de R$ 3 mil para R$ 8 mil, por dano moral, para cada um dos autores, e manteve a de dano material em R$ 5.969,79, dada pela 1ª instância. "O dano moral suportado pelos autores é inegável, pois os fatos narrados na inicial por certo lhes causaram aborrecimentos que superam os do cotidiano, sendo, por isso, passíveis de reparação", afirmou a relatora na apelação cível, a desembargadora Ana Maria Oliveira.

Para a magistrada, houve falha na prestação do serviço uma vez que não foi demonstrado o cumprimento adequado do contrato de transporte aéreo. "A relação jurídica existente entre as partes é de consumo, impondo-se ao fornecedor responder pelos danos sofridos pelo consumidor", comentou a relatora.

Jacques Malka y Negri e Lúcia Aparecida Alexandre Malka y Negri adquiriram, em 2007, passagens aéreas através de milhagens, em classe executiva, para os trechos Rio de Janeiro/Frankfurt/Rio de Janeiro. O horário do voo direto, porém, foi alterado, sendo incluída conexão não prevista em São Paulo, o que fez com que perdessem o avião para Viena.
O atraso na chegada ao destino fez com que o casal levasse mais de 15 horas de voo até a Europa, afetando desta forma a programação da viagem. Em razão disso, tiveram despesas com diárias de hotéis, pagas e não utilizadas. Eles contam que viajaram também em aeronave com toaletes precários, em razão da ausência de sucção. A empresa alegou em sua defesa que os autores não demonstraram os fatos constitutivos do seu direito.
Fonte: Aviation News