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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fittipaldi vai voar

O bicampeão de F-1 se associa ao banco de investimentos State Capital e cria uma empresa para vender helicópteros nos EUA


Divulgação
Fittipaldi e Conte: os sócios vão investir, no mínimo, US$ 250 milhões na compra de 40 aeronaves
Risco é uma palavra que acompanha Emerson Fittipaldi, bicampeão de Fórmula-1, desde que ele começou a pilotar carros e empresas. Apesar de ser um campeão, ele já derrapou em ambas as áreas. Como piloto de corrida, perdeu o controle do carro em várias ocasiões. Como piloto de uma empresa, quase foi à falência com a Copersucar, primeira equipe de F-1 brasileira, no início da década de 80. Conseguiu se reerguer em todas as ocasiões, mas parece continuar afeito aos riscos. É que, em plena crise econômica, Fittipaldi se associou ao banco de investimentos State Capital para criar a Fittipaldi Aircraft, companhia que representará a fabricante italiana de helicópteros Agusta em todo o território americano.

"É na crise que surgem as boas oportunidades. Vamos representar uma das maiores fabricantes de helicópteros do mundo no maior mercado de aviação do mundo", explica Fittipaldi. "Ninguém está fazendo loucura", diz Antonio Conte, do State Capital. "Estudamos muito esse mercado de aviação nos Estados Unidos."

O investimento no negócio não é pequeno. Para ter a exclusividade de representar a Agusta - conhecida como a Ferrari dos ares - nos Estados Unidos, Fittipaldi e o State Capital assinaram um contrato no qual se comprometem a comprar 40 helicópteros em cinco anos. Na ponta do lápis, é um investimento de, no mínimo, US$ 250 milhões. "Vamos vender 15 aeronaves já no primeiro ano de operação", diz Fittipaldi.

"Meu nome é ligado à velocidade, performance e abre muitas portas", diz Fittipaldi. "O nome ajuda, mas esse é um momento delicado para a indústria de aviação", diz Eduardo Tomyia, diretor da BrandAnalytics, empresa especializada em avaliação de marcas.

Afinal, o setor foi um dos mais afetados com a crise econômica e os jatos e helicópteros passaram a ser vistos como símbolos da ostentação de Wall Street. "O mercado de aviação está muito retraído", diz Ricardo Nogueira, vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). "A turbulência foi tão grande que não sei se já chegamos ao fundo do poço", explica.

Como exemplo, Nogueira aponta o caso de uma grande empresa americana que fabrica aviões executivos que vendia cinco aeronaves por mês e, nos primeiros cinco meses de 2009, vendeu apenas uma aeronave. Além da insegurança que ocasionou o cancelamento das compras, a queda nas vendas deriva da falta de crédito no mercado. De olho nisso, os executivos da Fittipaldi Aircraft estudam criar a Fittipaldi Financial, braço que financiará as aeronaves para os clientes.

Não é para menos. Os modelos da Agusta, conhecidos por serem luxuosos, custam de US$ 3,2 milhões a US$ 12 milhões. "Não vamos apenas vender helicópteros, queremos vender peças, oferecer serviço de hangaragem e também representar outras marcas ligadas à aviação", diz
Conte. Quanto aos riscos do negócio, os sócios são enfáticos em dizer que tudo foi muito bem calculado e que o setor voltará a crescer em 2010. Mas, para dar voos mais altos, a Fittipaldi Aircraft já procura um terceiro sócio investidor. "Já falamos com três possíveis sócios e todos estão interessados", diz Fittipaldi.

Fonte: Isto é Dinheiro

Perícia reforça hipótese de que avião se desintegrou no ar

Perícia inicial ainda permite afastar a possibilidade de fogo ou explosão na aeronave O exame preliminar nos corpos de 16 das 228 vítimas que estavam no vôo 447 da Air France reforça a hipótese de que parte do avião se desintegrou no ar antes de cair no Oceano Atlântico. A maioria dos cadáveres analisados pelos legistas chegou despida ou com roupas mínimas, um sinal de que as vestes teriam sido arrancadas pela ação do vento. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Embora os corpos tenham sido resgatados relativamente íntegros, quase todos apresentavam múltiplas fraturas - nos membros superiores, inferiores e na região do quadril. Diante das evidências, tudo indica que tenha ocorrido politraumatismo ocasionado pelo choque com a água em alta velocidade. A possibilidade de morte por afogamento não foi verificada até a tarde de ontem, já que não havia água nos pulmões das vítimas.

A tese de desintegração da aeronave é confirmada por outros dados do acidente. Se o avião tivesse chegado inteiro ao mar, os cadáveres deveriam estar próximos, mesmo depois de mais de dez dias à deriva. Mas, de acordo com mapas produzidos pela Força Aérea Brasileira (FAB), as equipes de resgate encontraram duas linhas de corpos, distantes 85 km uma da outra.

A perícia inicial ainda permite afastar a possibilidade de fogo ou explosão na aeronave, uma vez que não foram detectadas queimaduras em nenhuma das vítimas.
Fonte:Terra

Maioria das promessas da crise aérea ainda está no papel

G1 mostra quais delas foram cumpridas e quais foram descartadas.
Entre as 'em estudo', está a construção de outro aeroporto em São Paulo.

A queda do voo 447 da Air France, no último dia 31 de maio, foi o terceiro acidente com avião de grande porte envolvendo o Brasil em menos de três anos. Os dois primeiros – a colisão de um Boeing da Gol com um jato Legacy em setembro de 2006 e o choque de um Airbus da TAM contra um prédio da empresa quando tentava pousar em Congonhas, em julho de 2007– vieram acompanhadas da crise aérea e de promessas das autoridades.

Entre elas, a modernização dos sistemas de controle de voo, a redução das operações e a construção de áreas de escape em Congonhas, uma compensação aos passageiros em caso de atraso e até o aumento do espaço entre as poltronas nos aviões. O G1 fez um levantamento das principais promessas e mostra que, apesar de algumas terem sido cumpridas, a maioria delas ainda está em “estudo” e não saiu do papel.

Controladores trabalham no CINDACTA IV, em Manaus (Foto: Luiz Eduardo Perez/DECEA)


Modernização do controle de tráfego

Um dos pontos centrais da crise aérea de 2006/2007 foi o controle de tráfego aéreo. Reclamando de más condições de trabalho e equipamentos obsoletos, controladores fizeram um motim no dia 30 de março de 2007, paralisando os principais aeroportos do país. O governo prometeu investir em infraestrutura e pessoal. O Ministério da Defesa afirma que colocou cerca de R$ 1,8 bilhão no controle de tráfego.

O órgão diz também que renovou e modernizou três dos quatro centros de monitoramento (os Cindactas de Brasília, Curitiba e Recife). O outro, de Manaus, é considerado novo, pois entrou em operação total no ano do acidente da Gol.

Segundo a Defesa, desde o acidente, 600 novos controladores foram contratados. Além disso, houve remanejamento de pessoal para o Cindacta de Brasília, no qual se concentra o maior movimento do país. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), diz o ministério, espera chegar a 2010 com 4 mil profissionais – mil a mais do que existe hoje.

Congonhas

O acidente da TAM trouxe junto diversas propostas de mudanças para o aeroporto de Congonhas, na capital paulista. A primeira medida –que continua em vigor até hoje– foi a redução imediata de operações de aeronaves. Antes da queda do avião, o número de operações chegava a 44/hora e, hoje, está em 34/hora (30 para aviação comercial e 4 para aviação geral, que inclui, por exemplo, jatinhos fretados).

Vista da pista principal do Aeroporto de Congonhas, logo após o acidente com o avião da TAM (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

As companhias também foram obrigadas a replanejar o horário de chegada de seus últimos voos –o limite passou a ser 22h30, dando meia hora de margem para possíveis problemas, já que o aeroporto fecha às 23h. Foi criado também um limite de distância para as aeronaves que saem de Congonhas: 1.500 km em linha reta.

Essa diminuição na quantidade de pousos e decolagens influenciou diretamente o planejamento da malha aérea. Na época, a Anac proibiu a utilização de Congonhas como hub (aeroporto onde são feitas escalas e conexões) e o fim dos voos charters (fretados). Em março de 2008, no entanto, a agência autorizou o retorno de fretados (somente aos sábados e domingos) e a utilização do aeroporto como distribuidor de voos.

Segundo Nelson Jobim, a proibição do uso de Congonhas como hub não surtiu efeito, pois os passageiros faziam conexões “brancas” (ou seja, compravam dois bilhetes: um saindo de sua cidade em direção a São Paulo e outro da capital paulista até o destino final). Os voos charters, diz a Defesa, foram liberados em horários ociosos, nos quais não estão sendo utilizados todos os slots (operações de pouso e decolagem). De acordo com o ministério, as ações diminuíram a movimentação no aeroporto, mesmo com crescimento no tráfego aéreo do país.

O governo também havia prometido a construção de áreas de escape nas pistas do aeroporto, para ajudar na parada de aviões em caso de problemas. Por conta disso, as autoridades aeronáuticas diminuíram em 300 metros a extensão da pista principal (150 metros de área em cada lado) e em 240 metros a da pista auxiliar (120 em cada cabeceira). Segundo a Anac, essas áreas de escape já estão em funcionamento.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o governador do estado, José Serra, e o ministro da Defesa chegaram a se reunir em Brasília, em novembro de 2008, para discutir a ampliação das pistas de Congonhas. Para tanto, seria necessário desapropriar áreas em dois bairros de classe média da cidade. O ministério diz que a proposta ainda está em “discussão” e nenhuma decisão sobre se haverá ampliação foi tomada.

Terceiro aeroporto em São Paulo

Em julho de 2007, o governo havia desistido de usar um novo aeroporto em São Paulo como alternativa a Congonhas. Na época, a conclusão foi de que um novo local demoraria muito para ser construído e não resolveria o problema de desafogar o aeroporto paulistano. O ministério da Defesa afirma que a construção não foi totalmente descartada, continua como opção para a demanda de “longo prazo” e será concedido à iniciativa privada. Até julho, o ministro Jobim deve receber a proposta do modelo de concessão de aeroportos. Depois disso, a Anac e o BNDES vão trabalhar em um edital.

PROMESSA AÇÃO SITUAÇÃO
Modernização do controle aéreo do país e contratação de novos controladores Governo diz que investiu R$ 1,8 bilhão em equipamentos, modernizou o sistema e espera chegar em 2010 com 4 mil controladores FINALIZADO
Redução do número de operações em Congonhas e criação de distância máxima de voos Operações, que chegavam a 44/hora antes do acidente da TAM, caíram para 34/hora; somente viagens de até 1.500 km em linha reta estão autorizadas FINALIZADO
Voos charters e utilização de Congonhas como hub A Anac proibiu, pouco após o acidente, voos charters no aeroporto e utilização dele como ponto de conexões e escalas. As duas normas caíram em 2008 DESISTÊNCIA
Construção de áreas de escape em Congonhas Anac reduziu tamanho das pistas e utilzou sobra como escape FINALIZADO
Aumento das pistas de Congonhas Autoridades federais, estaduais e municipais se reuniram em 2008 para discutir o assunto; tema ainda está em discussão EM ESTUDO
Multas para atrasos em Congonhas Defesa afirma que taxas de permanência de aviões no aeroporto agora aumentam à medida que os voos atrasam FINALIZADO
Terceiro aeroporto em São Paulo Defesa diz construção não foi totalmente descartada, mas que objetivo do novo aeroporto não será mais desafogar rapidamente Congonhas, como previsto EM ESTUDO
Subsídios para aviação regional Jobim havia prometido, por exemplo, incentivos para operações em rotas pouco lucrativas EM ESTUDO
Aumento do espaço entre as poltronas Anac diz que finaliza estudos para a criação de selo que atesta 'conforto' oferecido pela companhia EM ESTUDO
Mudanças em taxas para estimular ida de voos para o Rio de Janeiro Anac fez consulta pública e desisitu da medida por julgar que traria 'prejuízos' DESISTÊNCIA
Compensação por atrasos em voos Passageiros receberiam créditos, milhas ou dinheiro proporcionais ao atraso dos voos EM ESTUDO

Subsídios para a aviação regional

Jobim também prometeu uma série de incentivos à aviação regional. A Defesa diz que estão em estudo pela Secretaria de Aviação Civil e pela Anac a concessão com incentivos e por tempo determinado linhas aéreas de baixa rentabilidade a companhias, a criação de tarifas aeroportuárias diferenciadas e a redução de tributos para a área. Segundo o ministério, as propostas devem ser apresentadas “em breve” ao ministro e o órgão deve formalizá-las no “segundo semestre.”

Espaço entre poltronas

Durante depoimento à CPI do Apagão Aéreo, em agosto de 2007, o então recém-empossado ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse ter “dificuldade” de viajar de avião por causa de sua altura (1,90m) e reclamou do pouco espaço entre as poltronas. No final do ano, após consulta pública, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma “proposta de regramento” sobre o espaço entre os assentos. A agência diz que está finalizando estudos para a criação de um “Selo Conforto”, que mostraria que determinada empresa oferece um nível de conforto “maior.” Atualmente, as únicas normas que as companhias seguem são as relativas à segurança.

Mudança nas taxas em aeroportos

Em dezembro de 2007, o ministro da Defesa apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um plano para alterar o valor das taxas de embarque e das de permanência e pouso de aeronaves em Congonhas e Guarulhos (SP) e no Galeão (RJ). O objetivo era desafogar os aeroportos paulistas e estimular a transferência de voos para o Rio de Janeiro. A Anac abriu consulta pública no mesmo mês e, ao final, fez três minutas de resolução –disponíveis no site da agência– propondo mudanças nas taxas. A agência e o ministério dizem que se chegou à conclusão de que a medida traria mais “prejuízos do que benefícios” ao setor.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, em maio de 2009 (Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil)

Outra proposta era punir as empresas aéreas que atrasassem voos em Congonhas. As autoridades aeroportuárias aumentaram as taxas de permanência para os aviões que ficam em solo no local por mais de 60 minutos. De acordo com a Anac e a Defesa, há um escalonamento e, a cada meia hora, o valor da taxa cresce. O governo diz que a medida melhorou a pontualidade no aeroporto, e o total de atrasos superiores a 30 minutos ficou abaixo de 7% entre 1º de abril e 9 de junho deste ano.

Compensação em créditos por atraso em voos

Na mesma época, Jobim anunciou a criação do Sistema de Compensação de Atraso de Voos (SCA). A ideia era que as empresas ressarcissem o consumidor com créditos para outros voos, milhas ou mesmo dinheiro caso as partidas atrasassem. Pela proposta, os pilotos deveriam anunciar ao final de cada voo o total do atraso. O Ministério da Defesa diz que “trabalha” com o Ministério da Justiça e a Casa Civil em uma “proposta de projeto de lei” sobre o assunto, mas não disse quando isso deve ficar pronto. A Anac também analisa o resultado de uma consulta pública sobre a norma que rege o atendimento dado aos passageiros em caso de atraso.

Fonte: G1

Air Nostrum Planeja Corte de 23 por cento da força de trabalho


A Companhia aérea espanhola Air Nostrum tem planos para despedir até 507 trabalhadores, ou 23 por cento da sua força de trabalho, devido à desaceleração do setor, a companhia disse na quinta-feira.

Air Nostrum, com sede em Valência, na Espanha oriental da costa, tem 67 aviões e opera a maior parte dos vôos domésticos da Iberia.

"É um plano de viabilidade necessário para garantir o futuro da empresa, que inclui também economias de custos e redução dos custos", Air Nostrum disse em uma declaração.

A empresa também disse que iria cortar temporariamente as rotas não lucrativas e reduzir o número de voos.

Fonte: Reuters

Presidente da Air France questiona papel de sensores em acidente



PARIS (Reuters) - A Air France ainda não está convencida de que falhas nos sensores de velocidade tenham sido responsáveis pela queda de um de seus aviões sobre o Atlântico, mas está substituindo os sensores antigos como precaução, disse o executivo-chefe da companhia aérea na quinta-feira.

Pierre-Henri Gourgeon disse a jornalistas que a Air France está em estado de choque após o pior desastre de seus 75 anos de história e que espera ter mais informações sobre o que aconteceu dentro de uma semana.

Um Airbus 330 da Air France caiu no mar em 1 de junho quando voava do Rio de Janeiro a Paris, matando as 228 pessoas que estavam a bordo.

Investigadores de acidentes aéreos disseram que pouco depois de perder contato, a aeronave registrou leituras de velocidade incoerentes, suscitando especulações de que os pilotos possam ter inadvertidamente voado na velocidade incorreta e assim precipitado o desastre.

A Air France anunciou subsequentemente que tinha notado perdas temporárias de dados relativos à velocidade aérea em vôos anteriores de Airbus causados pelo congelamento dos sensores, conhecidos como tubos pitot, e que estava acelerando um programa previamente planejado de substituição dessas peças.

"Por acaso, as primeiras peças substitutas chegaram na sexta-feira, praticamente na véspera do acidente", disse Gourgeon em briefing à imprensa, acrescentando: "Não estou convencido de que os sensores de velocidade tenham causado a queda do avião".

A agência francesa de investigação de acidentes aéreos disse que ainda é cedo para apontar as causas possíveis do acidente e que há apenas duas certezas: que o avião enfrentou tempestades antes da queda e que as leituras de velocidade estavam incoerentes.

Fonte:Reuters

Mais três corpos do voo AF 447 são encontrados no mar; número chega a 44

As Forças Armadas anunciaram na noite desta quinta-feira (11), no Recife, que mais três corpos de vítimas do voo AF 447 da Air France foram avistados e recolhidos no oceano Atlântico. Com isso, chega a 44 o número de corpos encontrados na área onde o Airbus A330 caiu durante o trajeto Rio de Janeiro-Paris, no dia 31 de maio, com 228 pessoas a bordo.
  • Corpos de passageiros do avião da Air France que foram resgatados no mar chegam a Fernando de Noronha em helicóptero da FAB nesta quinta-feira


Os corpos foram avistados por uma aeronave da Aeronáutica nesta manhã e já estão a bordo do navio Constituição, que deixa as áreas de busca ainda nesta quinta-feira e segue para Fernando de Noronha (PE). A previsão é que os corpos cheguem ao arquipélago na madrugada de sexta para sábado.

Segundo informações do brigadeiro Ramon Borges Cardoso, da Aeronáutica, os corpos foram encontrados em uma área identificada pelos militares como primordial, ou seja, onde há mais probabilidade de encontrar vítimas.

De acordo com as Forças Armadas, a previsão do tempo para amanhã indica que haverá melhores condições de visibilidade.

O brigadeiro lembrou que os 16 primeiros corpos resgatados do mar já estão no IML (Instituto de Medicina Legal) para identificação. Os outros 25 estão em Fernando de Noronha, onde passam pelo processo de pré-identificação.
Fonte: UOL

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Suspeitos de ligação com terrorismo estariam no voo 447, diz revista francesa


Identificação de 2 passageiros tem de ser confirmada, segundo 'L'Express'.
Forças Armadas da França não confirmaram a informação.

Os serviços franceses de informação disseram que dois dos passageiros do voo 447 seriam ligados ao terrorismo, informou nesta quarta-feira (10) o site da revista francesa 'L'Express'.

Segundo a matéria, a identidade da dupla precisa ser confirmada, e há a hipótese de que se trate apenas de homônimos.

Um porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas da França, questionado pela agência Reuters sobre o fato, disse que não podia confirmar essa informação.

As autoridades francesas afirmaram diversas vezes que a hipótese de um atentado contra o voo da Air France 447 do Rio de Janeiro a Paris não estava totalmente descartada, mesmo sendo pouco provável.

As autoridades, no entanto, disseram que nenhum grupo reivindicou o atentado, o que seria de esperar num caso desse.
Fonte:G1

Italiana que perdeu voo 447 morre em acidente de carro na Áustria

A italiana Johanna Ganthaler, que "sobreviveu" ao acidente com o Airbus da Air France por ter perdido o voo 447, morreu em um acidente de carro na Áustria. Segundo a agência Ansa, o marido dela, Kurt Ganthaler, que também viajaria do Rio a Paris na aeronave, ficou seriamente ferido.

Johanna, uma aposentada da Província de Bolzano-Bozen, na Itália, passou férias no Brasil com o marido e pretendia voltar para casa no dia 31 de maio, quando aconteceu o acidente. Após perder o avião da Air France, eles foram à Europa em outro voo.

O acidente envolvendo o carro onde estava o casal ocorreu em uma estrada de Kufstein, na Áustria. O veículo tombou ao tentar desviar de um caminhão.

Fonte: Folha On Line

American Airlines realiza teste para comprovar economia da tecnologia NextGen


Dia 11 de junho, às 10h (horário local) de Paris, o voo 63 da American Airlines para Miami embarcou em uma jornada cujo objetivo é provar que voos transatlânticos podem ser operados de forma mais ecológica e econômica.

Por meio da Atlantic Interoperability Initiative to Reduce Emissions (AIRE), a American será a primeira companhia aérea dos Estados Unidos a testar tecnologia e procedimentos de última geração que irão reduzir significativamente as emissões de carbono e o consumo de combustível em voos transatlânticos. O teste será realizado durante um voo regular para que a American possa obter benefícios em tempo real.

A AIRE, uma iniciativa conjunta da Federal Aviation Administration (FAA), da Comissão Européia e de várias companhias aéreas, foi criada para acelerar a adoção de novas tecnologias e procedimentos operacionais que possuem um impacto direto na redução das emissões de carbono, na poluição sonora e no consumo de combustível. Uma parte do projeto da AIRE consiste em voos demonstrativos para testar os benefícios gerados pelas novas tecnologias que serão usadas com o sistema de gerenciamento de tráfego aéreo da FAA.

“Hoje é importante que a indústria de aviação trabalhe em conjunto com o Controle de Tráfego Aéreo para mostrar os benefícios da tecnologia NextGen. Ao implementarmos essa tecnologia, tornaremos real os nossos esforços para reduzir o impacto que causamos no meio ambiente, aumentar a capacidade do sistema e reduzir atrasos dos voos", afirmou Bob Reding, Vice-Presidente Executivo de Operações da American. “O uso da tecnologia NextGen é uma parte crucial dos esforços da American para proteger o meio-ambiente e reduzir o consumo de combustível. Esses esforços já resultaram na economia de mais de 110 milhões de galões de combustível por ano e reduziram nossas emissões de carbono em cerca de 1.0 bilhão de quilos em 2008.”

O voo 63 da American, operado por um Boeing 767-300, decolará do aeroporto Charles De Gaulle, em Paris, e pousará no Aeroporto Internacional de Miami às 13h55 (horário de verão da região leste dos EUA). O voo realizará várias manobras visando à conservação do combustível, incluindo o taxiamento com um único motor na decolagem e no pouso, elevações e descidas contínuas, otimização do voo sobre a água e uma "chegada personalizada”. Várias dessas atividades já estão são elementos fundamentais do programa de funcionários da American Fuel Smart. Em 2009, a American pretende economizar 120 milhões de galões de combustível de aviões e reduzir as emissões de carbono em 1.1 bilhão de quilos.

A análise dos dados do voo teste pela FAA, Comissão Européia e pela American determinará a redução das emissões de carbono e a economia de combustível obtidas no voo de demonstração. Depois, a FAA e a AAA conduzirão um teste de dois meses em Miami para continuar analisando a tecnologia e os procedimentos de última geração.

A American há muito tempo é líder quando se trata de tornar mais eficientes as viagens aéreas sobre o Atlântico. Na verdade, há mais de 20 anos, a American foi pioneira na rotina de utilizar aeronaves de dois motores em voos transoceânicos, o que transformou as operações aéreas. Até então, a maioria dos voos internacionais eram feitos por aeronaves de três e quatro motores. Os esforços da American para tornar comum o uso de aeronaves de dois motores em voos sobre o Atlântico levaram a Boeing e a Airbus a usar esse tipo de aeronave em voos internacionais. Isso trouxe uma redução significativa nas emissões de carbono em comparação às aeronaves mais antigas e a maior economia de combustível já obtida no segmento.

Fonte: Aviação Brasil

Gol inicia novo voo entre Manaus e Bogotá e lança promoção


A Gol iniciou um novo voo entre Manaus (AM) e Bogotá, na Colômbia. Operado pela marca Varig, o serviço conecta a capital amazonense à colombiana três vezes por semana, às quartas e sextas-feiras e aos domingos. Além disso, liga diariamente Manaus ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo (SP).

Com a nova rota, a Gol, que é a única companhia aérea brasileira a oferecer voos para Bogotá, amplia as opções de conexão a clientes provenientes de Fortaleza (CE), Belém (PA), São Luís (MA), Porto Velho (AC) e Brasília (DF) em viagens para a Colômbia.

Para comemorar o lançamento do novo voo internacional junto aos clientes, a Gol lançou uma grande ação promocional: até o dia 30 junho, a Companhia vai oferecer passagens de ida e volta por apenas USD 299,00, em viagens partindo tanto do Brasil como da Colômbia.

Fonte: TG On Line

Presidente da Rico é indiciado por causa de acidente aéreo


O presidente da Rico Linhas Aéreas, Atila Yurtsever, foi indiciado pela Policia Civil por crime contra a segurança do transporte aéreo, por conta do acidente aéreo envolvendo o voo 4815 da Rico Linhas Aéreas, que matou 35 pessoas, há cinco anos. A informação é da promotora do 1º Tribunal do Júri, Lucíola Valois.
O indiciamento foi feito no final do mês passado, à pedido do Ministério Público Estadual. De acordo com a promotora Lucíola, o indiciamento do presidente da empresa foi solicitado porque o laudo técnico do acidente elaborado pela Força Aérea Brasileira, que ficou pronto somente no final do ano passado, não esclareceu as falhas técnicas que provocaram o acidente. Segundo a promotora, o empresário poderia dar informações técnicas sobre a aeronave para auxiliar as investigações. "O laudo não definiu nenhuma causa técnica para o acidente e entendemos que o responsável pela empresa poderia no ajudar nessa questão", relatou.

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A notícia saiu em um "jornal de leitura rápida" da cidade, por isso o texto reduzido. Não me recordo claramente desse acidente, mas acredito que seja o do bandeirante da Rico que estava na aproximação para pousar do Eduardo Gomes e caiu no Rio Negro. Agora, cabe o ministério público estadual querer processar a empresa por conta do acidade? Sempre imaginei que esse tipo de assunto era para a justiça federal, pois que faz a investigação é a FAB.
Fonte: Contato Radar

Pilotos da British Airways aceitam redução de salários


Os pilotos da British Airways (BA) vão aceitar uma redução de salários voluntária, para ajudar a companhia aérea, e poderão votar esta semana, numa reunião do sindicato, outras medidas de contenção de custos. Até ao final do mês o sindicato, que está em conversações com a administração da BA, espera ter o pacote apresentado, escreve o jornal britânico "The Sunday Times", que cita fontes da indústria. Amanhã, os sindicatos da British Airways deverão reunir-se para discutir a situação da companhia, e a aceitação do plano apresentado pelo CEO da companhia, Willie Walsh, de reduzir permanentemente os salários, e as condições, sendo que há assalariados que apenas aceitam fazer concessões temporárias, para ajudar no momento actual, escreve ainda o "The Sunday Times".

A British Airways anunciou, no final de Maio, prejuízos de 375 milhões de libras (425,4 milhões de euros), no ano fiscal 2008/2009 que terminou a 31 de Março passado, os primeiros prejuízos anuais desde 2002, e indicou que iria retiar 16 aviões de operação.

Fonte: Apea

BRA perde contrato de concessão para voos regulares e fretados



SÃO PAULO - Mais de um ano e meio após suspender todos os seus voos abruptamente, a BRA será punida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), por meio da cassação do atual contrato de concessão da companhia aérea, tanto para voos regulares quanto para os não regulares (fretamentos, por exemplo).

A decisão foi tomada pela diretoria do órgão regulador, ontem, e deve ser publicada no Diário Oficial na sexta-feira, dia 12.

Segundo a assessoria de imprensa da Anac, a BRA terá 15 dias após essa data para apresentar o pedido para um novo contrato de concessão para voos não regulares. A empresa ainda mantém o Cheta, principal documento necessário para o funcionamento de uma companhia aérea no Brasil.

A BRA, dos irmãos Walter e Humberto Folegatti e mais sete fundos de investimentos, cancelou todas as suas operações no dia 7 de novembro de 2007, apenas um dia após ter anunciado sua decisão ao público. A empresa alegou dificuldades financeiras e deixou de transportar cerca de 70 mil passageiros que já haviam comprado passagens. Meses depois, mesmo sem ter mantido as operações, a empresa entrou em recuperação judicial.

No início deste ano, a BRA se reorganizou e voltou a fazer apenas voos fretados e vender pacotes de viagens, como parte do plano de recuperação. Ela opera uma aeronave Boeing 737. Durante os 15 dias em que poderá requisitar um novo contrato de concessão à Anac, terá que suspender quaisquer operações agendadas.
Fonte: Contato Radar

Parentes de vítimas estudam processar a Air France na Europa


Parentes das vítimas do vôo 447 da Air France estudam processar a companhia aérea na Europa. A idéia ganhou força depois que a empresa prometeu trocar dos tubos de Pitot, sensores que medem a velocidade nos Airbus A330 e A340. As informações foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo Nelson Farias Marinho, pai de uma das vítimas, a decisão é "para fugir da morosidade no Brasil". Ontem, após a terceira missa no País em memória do filho d. Pedro Luiz de Orleans e Bragança, 26 anos, o príncipe d. Antônio João Orleans e Bragança também não descartou a abertura de um processo, mas disse que o tema "neste momento não foi pensado". "Não temos o espírito de procurar um culpado. Isto, no futuro, Deus é quem sabe", afirmou.

Na última sexta-feira, o Ministério Público de Paris abriu um inquérito por "homicídio culposo" (sem intenção de matar) sobre o desaparecimento do avião francês com 228 pessoas a bordo, que voava do Rio de Janeiro a Paris.

Fonte: Terra Notícias

Airbus diz que não vai parar modelos A330 e A340


A fabricante europeia Airbus assegura que não tem intenção de parar os aviões dos modelos A330 e A340 para a mudança dos sensores de velocidade que acontecerá após o acidente do último dia do voo da Air France entre Rio de Janeiro e Paris.
"Não há nenhuma razão para interromper as operações desses aviões", ressaltou hoje um porta-voz da Airbus à Agência Efe.

O jornal francês "Le Figaro" publicou recentemente que a Airbus estaria disposta a interromper as operações dos cerca de mil A330 e A340 que estão nas mãos das companhias aéreas.

A fabricante tinha emitido uma recomendação em 2007 sobre a mudança dos instrumentos de medição de velocidade nesses modelos de aeronave, mas insistiu em que esta substituição "não é uma obrigação".

O porta-voz da companhia enfatizou à Efe que "todos os A330 e A340 estão certificados para operar e podem continuar funcionando com os sensores originais".

Uma falha dos sensores foi citada como uma das possíveis causas do acidente, embora o Birô de Investigação e Análise (BEA) francês tenha afirmado que ainda não é possível dizer o que motivou o acidente.
Fonte: Terra notícias

Artigo dá novo fôlego a hipótese terrorista

França vê chances 'pequenas' de encontrar caixas-pretas.

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DivulgaçãoDivulgação
Submarino nuclear francês Émeraude começa operações de busca pelas caixas-pretas do Airbus da Air France
A hipótese de que um ato terrorista esteja na origem do desastre do voo AF 447, no último dia 31, ganhou novo fôlego ontem, em Paris. Segundo a revista semanal "L'Express", duas pessoas investigadas pelo serviço secreto da França, a Direção-Geral de Segurança Exterior (DGSE), estariam entre os passageiros a bordo do Airbus A330-200. Os dois estariam sob investigação por vínculos com células terroristas islâmicas.

A fonte da notícia não foi revelada pela publicação. De acordo com L'Express, nem mesmo o serviço secreto teria certeza a respeito da informação, já que, por falta das datas de nascimento dos passageiros, a identificação definitiva ainda não foi realizada. É possível que se trate apenas de homônimos.

Desde o primeiro momento, a hipótese de ato terrorista paira sobre o voo 447, mas está entre as menos plausíveis. "Não é uma hipótese muito coerente", afirmou no último sábado Paul-Louis Arslanian, diretor do Escritório de Investigação e Análise para a Aviação Civil (BEA), que apura o acidente. Segundo o perito, o avião enviou durante quatro minutos 24 mensagens automáticas que indicam panes eletrônicas na aeronave, situação que não condiz com o cenário de uma explosão.

Outro indício contra a tese de terrorismo é o de que nenhum grupo extremista até aqui reivindicou o suposto atentado, de acordo com o governo francês. De toda forma, a hipótese não é totalmente descartada em Paris. "Nunca excluí a hipótese de terrorismo", afirmou há cinco dias o ministro da Defesa, Hervé Morin. "Não há qualquer elemento que nos permita falar em ataque terrorista, mas o inquérito em curso não colocou essa hipótese à parte."

Caixas-pretas

O porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas da França, capitão Christophe Prazuck, afirmou ontem, em Paris, que as chances de que as caixas-pretas do avião AF 447 sejam localizadas no Atlântico "são muito pequenas". A avaliação foi feita no dia em que o submarino nuclear Emeraude, equipado de sonares ultrassensíveis, chegou à região do acidente para auxiliar nas buscas.

De acordo com Prazuck, a embarcação vai rastrear a cada dia uma área de 36 quilômetros quadrados de forma a varrer toda a extensão da área delimitada em águas de controle brasileiro - situada a 1,15 mil quilômetros da costa de Recife -, onde o avião supostamente teria caído. A verificação será feita com ajuda de 72 tripulantes e de "ouvidos de ouro", como são chamados os sonares passivos da nave, compostos por hidrofones, microfones submarinos integrados ao casco.

Apesar do esforço - pela primeira vez na história da França um submarino é empregado nas buscas de destroços de um avião -, Prazuck não alimenta ilusões.

Corpos

As equipes de buscas da Marinha e Aeronáutica não localizaram nem recolheram mais corpos de vítimas do voo 447 da Air France nesta quarta-feira. De acordo com os comandos das duas forças, devido às condições meteorológicas de hoje, algumas aeronaves de busca tiveram as rotas alteradas para áreas que ofereciam condições mais favoráveis para realizar as buscas visuais. Os navios tiveram condições satisfatórias de navegação, segundo o informe. De sábado até ontem foram localizados 41 corpos.

Fonte:Diário de Cuiabá

Uma semana após acidente do voo 447, quatro incidentes assustam passageiros

Aeronaves tiveram que fazer pousos forçados em diferentes países. Apesar dos sustos, incidentes não deixaram vítimas.

Uma semana após o acidente com o voo AF 447, que caiu no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo, pelo menos quatro incidentes assustaram passageiros de aviões de grande porte no mundo. As aeronaves tiveram que fazer pousos de emergência na Espanha, no Canadá, em Guam e na Rússia, mas os incidentes não deixaram vítimas.

Um Airbus A330-200 da companhia aérea australiana Jetstar, que voava do Japão à Austrália, realizou um pouso de emergência na ilha de Guam, no oceano Pacífico, após um princípio de incêndio na cabine, informaram nesta quinta-feira (11) responsáveis da empresa. O pouso ocorreu sem problemas e nenhuma das 203 pessoas a bordo sofreu ferimento.

O Airbus A330-200 havia decolado de Osaka, no oeste do Japão, e seguia para Gold Coast, 50 km ao sul de Brisbane, no leste da Austrália. O vidro direito da cabine de comando se incendiou, após cerca de 4 horas de voo, forçando ao pouso de emergência.

"Um dos nossos pilotos usou um extintor e conduzimos um pouso de emergência em Guam onde a aeronave pousou sem incidentes", disse o porta-voz da Jetstar, Simon Westaway, a uma rádio australiana. A aeronave pousou na ilha nas primeiras horas de quinta-feira no horário australiano, de acordo com a Jetstar.

A aeronave tem apenas dois anos de uso e permanecerá em Guam até que a causa do incêndio seja esclarecida, disse a Jetstar. O avião é do mesmo modelo do aparelho da Air France que caiu no Atlântico quando voava do Rio para Paris, com 228 pessoas a bordo.

Espanha - Um avião Airbus da companhia aérea Iberworld fez um pouso de emergência no aeroporto de Gran Canária na quarta-feira (10) devido a um problema em um dos motores, poucos minutos após decolar com destino a Oslo, informou uma porta-voz da autoridade aeroportuária do arquipélago espanhol.

O voo 6201, que havia decolado às 4h50 (horário de Brasília), aterrissou sem problemas 10 minutos depois, disse a porta-voz, acrescentando que não foi preciso a intervenção dos bombeiros, apesar de o protocolo de emergência ter sido acionado.

O pouso do Airbus A320 ocorreu com normalidade e nenhum dos passageiros ficou ferido, disse a porta-voz, que não soube informar o número de passageiros a bordo do avião. A companhia fretou outro avião para fazer o voo até Oslo.


Canadá - Um avião da American Airlines com 210 pessoas a bordo realizou um pouso de emergência na noite de terça-feira (9) em Halifax, no leste do Canadá, após um incêndio em um banheiro da aeronave, informaram fontes aeronáuticas.

O aparelho pousou sem problemas e ninguém ficou ferido, disse Peter Spurway, porta-voz do aeroporto de Halifax. O voo 64 da American Airlines seguia do aeroporto JFK, de Nova York, para Zurique, na Suíça.

O incêndio foi provocado por um problema no motor do ventilador de um dos banheiros, informou o porta-voz.


No quarto incidente desta semana, segundo a BBC, um Airbus A320 da empresa russa Aeroflot fez um pouso forçado em Novosibirsk, na Sibéria, com 122 pessoas a bordo, por causa de uma rachadura no para-brisas. O avião voava entre Irkustk, no centro-leste do país, e Moscou.
Fonte: Direto da Pista

Voo 447: Chances de achar caixas-pretas são pequenas

O porta-voz do Estado-Maior das Forças Armadas da França, capitão Christophe Prazuck, afirmou no início da noite de ontem, em Paris, que as chances de que as caixas-pretas do avião AF 447 sejam localizadas no Oceano Atlântico "são muito pequenas".
A avaliação foi feita no dia em que o submarino nuclear Émeraude, equipado de sonares ultrassensíveis, chegou à região do acidente para auxiliar nas buscas.

De acordo com Prazuck, a embarcação vai rastrear a cada dia uma área de 36 quilômetros quadrados de forma a varrer toda a extensão da área delimitada em águas de controle brasileiro - situada a 1.150 quilômetros da costa do Recife -, onde o avião supostamente teria caído. A verificação será feita com ajuda de 72 tripulantes e de "ouvidos de ouro", como são chamados os sonares passivos da nave, compostos por hidrofones, microfones submarinos integrados ao casco.

Apesar do esforço - pela primeira vez na história da França um submarino é empregado nas buscas de destroços de um avião -, Prazuck não alimenta ilusões. Questionado na noite de ontem pela rede de TV pública France 2, o porta-voz explicou que o possível baixo nível das emissões de rádio pelas balizas afixadas nas caixas-pretas e a existência de cânions abissais na região do acidente tornam as buscas difíceis.

A aeronave da Air France desapareceu no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo durante o trajeto Rio de Janeiro-Paris.
Fonte: AE

França inicia busca pelas caixas-pretas

O problema é que as baterias das caixas duram apenas um mês

Dez dias após o desaparecimento do airbus, um submarino nuclear francês deu início às buscas pelas caixas-pretas na região do Atlântico onde foram resgatados os destroços e as vítimas. Não havia, até então, buscas pelos objetos, já que a atribuição do governo brasileiro é localizar e resgatar corpos do voo 447.

As duas caixas-pretas – que podem ajudar a esclarecer os motivos da queda do avião – são capazes de emitir um sinal captado por sonares de navios. O problema é que as baterias delas duram apenas um mês. Assim, restam cerca de 20 dias para que as caixas-pretas sejam achadas. A busca pelos objetos é atribuição da França, bem como a investigação do acidente. Seis embarcações foram enviadas pelo governo francês para resgatar os destroços da aeronave e as caixas-pretas. No ponto de buscas, a profundidade é de 3.500m.

Fonte:Gazeta de Alagoas

Fazendeiro brasileiro morre em acidente de avião no Paraguai



De acordo com informações da polícia paraguaia, a vítima tinha antecedentes judiciais por narcotráfico no Brasil.

O fazendeiro brasileiro Clédio de Gásperi morreu na noite de terça-feira quando o pequeno avião Aerostar que pilotava caiu perto do aeroporto de Guarani, em Ciudad del Este, 330 km a leste de Assunção, anunciou a polícia nesta quarta-feira.

De acordo com informações da polícia paraguaia, a vítima tinha antecedentes judiciais por narcotráfico no Brasil.

O aparelho, que tinha matrícula americana, pode ter caído devido a problemas mecânicos, segundo os primeiros elementos da investigação. O brasileiro não tinha mencionado problemas à torre de controle.

Segundo funcionários do aeroporto Guarani, Clédio de Gásperi era um piloto experiente, com muitas horas de voo.

Fonte:Gazeta


Voo 447: buscas por corpos vão até dia 19

Últimos 25 corpos localizados pela Marinha e Aeronáutica chegam a Fernando de Noronha hoje pela manhã.


O comando da Aeronáutica responsável pelas buscas aos corpos de vítimas do acidente com o voo AF 447 disse ontem que o prazo para os trabalhos que são realizados próximos ao local da queda do avião termina no próximo dia 19, mas pode ser estendido. “Esse trabalho de recolhimento de corpos tem um período para poder ocorrer. Depois de um limite de recolhimento de corpos, nós retiraremos os navios brasileiros”, disse o tenente-brigadeiro Ramon Cardoso durante entrevista na cidade do Recife.

“O prazo do dia 19 é um tempo que nós imaginamos que, com as correntes marítimas que estamos enfrentando atualmente, podemos fazer o trabalho de buscas dos corpos. Esse prazo poderá ser estendido, mas pelo menos até o dia 19 ele é garantido”, explicou o brigadeiro. De acordo com Cardoso, dois dias antes do fim do prazo serão feitos estudos para se saber se ainda é possível fazer a coleta de corpos. “A cada dia, a probabilidade de coleta de novos corpos fica menor. Até lá, será que haveria possibilidade de encontrar algum corpo? É essa pergunta que vamos fazer”, disse o oficial.

Fonte: O Jornal-Alagoas

Quatro aviões Airbus fizeram pouso de emergência nos últimos três dias


Foto de arquivo mostra Airbus da empresa australiana Jetstar (AFP, 25/10/2007)

Avião da Jetstar é do mesmo modelo do voo AF447

Dois aviões Airbus fizeram pousos de emergência devido a problemas técnicos nas primeiras horas desta quinta-feira, elevando a quatro o número de incidentes envolvendo aeronaves da empresa nos últimos três dias.

No mais grave deles, um Airbus A330 da companhia aérea australiana Jetstar, com 203 pessoas a bordo, teve que fazer uma aterrissagem de emergência na ilha de Guam, no Oceano Pacífico, por causa de um incêndio na cabine de comando.

A aeronave - do mesmo modelo do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio - fazia o trajeto entre Osaka, no Japão, e Gold Coast, na Austrália. Os pilotos teriam conseguido apagar o fogo antes de pousar, e nenhum passageiro ficou ferido.

Ainda na manhã desta quinta-feira, um Airbus A320 da empresa russa Aeroflot fez um pouso forçado em Novosibirsk, na Sibéria, com 122 pessoas a bordo, por causa de uma rachadura no para-brisas. O avião voava entre Irkustk, no centro-leste do país, e Moscou.

Na manhã da quarta-feira, outro Airbus foi obrigado a retornar ao aeroporto de Las Palmas, nas Ilhas Canárias, dez minutos após a decolagem, após ser detectado um problema no motor.

O avião da companhia escandinava Iberworld partia com 180 passageiros com destino a Oslo, na Noruega. Após o pouso, foram adotados os procedimentos de emergência para evacuar a aeronave, mas não houve maiores complicações.

Uma falha em um dos motores também causou um pouso forçado de um Airbus A340 da Air China, que fazia o trajeto entre Milão, na Itália, e Pequim, na terça-feira.

A aterrissagem ocorreu no aeroporto de Moscou, na Rússia. Não houve feridos entre as 155 pessoas a bordo.

'Raros'

Apesar da proximidade dos incidentes com a queda do voo AF 447, e do fato de todos envolverem aviões da Airbus, especialistas garantem que essas ocorrências são raras.

"Todos os aviões apresentam problemas técnicos uma vez ou outra, mas eles são projetados para superar essas falhas com segurança, e os pilotos são treinados para lidar com eles", lembra Richard Woodwird, vice-presidente da Associação Australiana e Internacional de Pilotos.

"Se considerarmos a quantidade de horas voadas por essas aeronaves, o número de incidentes é muito pequeno", disse ele à BBC Brasil.

A assessoria de imprensa da Airbus disse à BBC Brasil que "a frota de A330 registra mais de 11 milhões de horas de voo" e que "não há motivos para relacionar esses casos individuais que ocorreram com aviões de outras companhias nos últimos dias ao acidente com o voo 447 da Air France".

"O acidente (do AF 447) é muito grave, mas foi o primeiro com mortes desse avião em voos comerciais", declarou a assessoria de imprensa da Airbus.

A empresa também lembra que a Agência Europeia para a Segurança da Aviação declarou nesta semana que o A330 "é um avião seguro, mesmo com os antigos modelos de sensores".

Guam

Woodwird afirmou ter conversado com o comandante do voo da Jetstar que pousou em Guam e disse que os procedimentos adotados por ele foram os corretos.

Um porta-voz da companhia aérea disse à rede de TV australiana ABC News que um dos pilotos usou um extintor para apagar um fogo na cabine de comando, assim que foi notada uma fumaça.

"Nós fizemos um desvio de emergência para o Aeroporto Internacional de Guam, onde a aeronave pousou sem incidentes".

De acordo com o porta-voz, o avião permanecerá em Guam até que as causas do incidente sejam apuradas.

Segundo informações, a maioria dos passageiros era de nacionalidade japonesa.

Fonte BBC






Helicóptero cai no parque temático Dreamworld, na Austrália


Uma equipe de investigadores está a caminho de Gold Coast, na Austrália, para analisar os destroços de um helicóptero que se acidentou ao cair no estacionamento do parque temático Dreamworld nesta quarta-feira (10).

O helicóptero Bell Jet Ranger 206B II, prefixo VH-JTI, de pertencente a Dreamworld, que levava cinco pessoas a bordo, perdeu potência e caiu às 15:33 (hora local) sobre o estacionamento do parque temático.

Os destroços foram removidos para um pátio em frente ao parque para serem avaliados pelo Australian Transport Safety Bureau (ATSB).

O experiente piloto Matsumi "Matt" Sato conseguiu orientar a aeronave para uma parte vazia do estacionamento do parque, onde ele caiu espalhando destroços por 40 metros.

Um bombeiro aposentado que passava pelo local em um ônibus, dessceu e correu para ajudar a retirar os ocupantes. Ele chutou a a janela do helicóptero e ajudou o Sr. Sato e quatro turistas de Taiwan a saírem do aparelho.

Todos foram levados para o Hospital de Gold Coast com ferimentos leves.

As ações do piloto para orientar o helicóptero para longe da multidão e dos carros que estavam no parque temático evitaram uma potencial tragédia.

A empresa proprietária e as autoridades irão realizar uma investigação completa sobre o acidente.
Fonte: Aviation News

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Azul cargo


Azul cargo

Em julho começa a operar a Azul Cargo, o braço cargueiro da noviça de aviação.

Índia encontra avião militar que caiu com 13 a bordo


As autoridades indianas encontraram hoje os restos do avião da Forças Aérea que tinha desaparecido no nordeste do país e os corpos dos 13 militares que estavam no voo.

Equipes de resgate, membros do Exército e forças paramilitares localizaram os restos do avião, um bimotor AN-32, nas proximidades da cidade de Tato, na região nordeste de Arunachal, cuja soberania é reivindicada pela China.

O porta-voz da Força Aérea R. Sahu, citado pela agência de notícias "Ians", explicou que as equipes de busca encontraram os corpos dos 13 membros do Exército que viajavam no aparelho, que caiu ontem à noite por causas ainda desconhecidas.

"É cedo demais para dizer de forma conclusiva se o aparelho bateu contra uma colina ou se caiu devido a problemas técnicos", completou Sahu.

O porta-voz explicou que o avião foi encontrado em uma zona de difícil acesso e que as equipes de resgate demorarão vários dias ainda para levar os corpos a uma base militar.
fonte:uol