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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Aérea holandesa confirma sete opções de encomenda com Embraer

Entregas para a KLM Cityhopper começarão em 2010.

Fuji Dream Airlines, do Japão, encomendou uma aeronave.

Foto: Pascal Rossignol/Reuters

A companhia aérea regional holandesa KLM Cityhopper confirmou sete opções de compra de jatos Embraer 190, informou a fabricante brasileira de aviões nesta segunda-feira (15), durante a Paris Air Show.

"A empresa aérea holandesa ainda tem 11 opções para comprar aviões Embraer. As entregas iniciais da encomenda (confirmada) começarão no primeiro semestre de 2010", segundo a fabricante.

A japonesa Fuji Dream Airlines, parte do Suzuyo Group, por sua vez, fez pedido por um Embraer 175, em adição à encomenda de dois Embraer 170 feita em novembro de 2007.

Fonte:G1

Airbus se pronuncia em defesa de suas aeronaves


Thomas Enders e Fabrice Bérgier, respectivamente presidente e vice da Airbus, finalmente se pronunciaram a respeito do desastre com o A330, avião da Airfrance desaparecido no dia 31 de maio. Ambos preferiram destacar aspectos positivos de segurança do jato, mas um porta-voz afirmou ao site 20minutes que internamente há uma disposição de interpelar na Justiça os jornais que continuarem a defender a paralisação dos voos com os A330 e A340, enquanto não se conhecer as causas do desastre.

Confrontado com o fato de que as pressões pelo recall aumentaram depois que os próprios pilotos entraram em cena, o que seria um atestado da desconfiança dos profissionais do setor com a Airbus, Enders preferiu evitar polêmicas. "A cada dois segundos um jato da Airbus decola no mundo. E o A330 é um dos melhores equipamentos já construídos" declarou Enders, ao jornal Bild Zeitung.

Fonte: Mercado e Eventos

Avião fica parado em Florianópolis por causa de passageira com sintomas de gripe A


Ocupantes da aeronave tiveram que aguardar desinfecção da aeronave na capital catarinense.

Uma passageira de um voo que seguia de Buenos Aires, na Argentina, para Brasília, com escala no Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, deixou a aeronave na cidade catarinense com sintomas da gripe A, neste sábado.

A mulher vinha da Argentina com outras 96 pessoas em um avião da companhia aérea Gol. A primeira escala do voo no país foi em Porto Alegre.

Quando a aeronave estava a caminho de Florianópolis, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) recebeu um aviso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informando que um dos passageiros estaria com sintomas da gripe A.
Equipes da Infraero no aeroporto catarinense acionaram o plano de contingência para reduzir o risco de contaminação. A aeronave aterrissou em Florianópolis por volta das 11h10min e parou num pátio afastado do Terminal de Passageiros do Aeroporto Hercílio Luz.

A passageira com os sintomas da gripe foi isolada e levada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acompanhada por técnicos da Anvisa, ao Hospital Nereu Ramos, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas no Estado.

O restante dos passageiros foram levados até uma área do Desembarque Internacional, desocupada. Lá, as pessoas que seguiriam viagem tiveram que aguardar até que o avião passasse por um processo de desinfecção.

Das 97 pessoas a bordo, 45 ficaram em Florianópolis e o restante embarcou, por volta das 13h30 para Guarulhos, em São Paulo, onde estava prevista a próxima escala.
Fonte: Agência Brasil

United finaliza remodelação da frota do B-767


A United Airlines anunciou que completou a remodelação interna de toda a frota de aviões Boeing 767 usados em voos internacionais. Com a renovação, todas as poltronas das classes first e business passam a ter a capacidade de reclinar totalmente, transformando-se em camas. Os B-767 são usados nos voos da empresa que ligam diariamente o Rio de Janeiro e São Paulo (GRU) a Washington e Chicago, nos Estados Unidos.

“Há vários meses nossos clientes vem comunicando sua satisfação com os novos serviços oferecidos na United First e United Business”, declarou o vice-presidente executivo de Marketing e presidente do plano de fidelidade Mileage Plus, Graham Atkinson. “O término da renovação interna da frota de 767 é um marco importante, pois proporciona sempre o mais completo ambiente de conforto e descanso.”

Além dos B-767, a United já completou a remodelação de 18 aviões da frota de 24 Boeing 747. A remodelação da frota de Boeing 777 usada em voos internacionais começará em setembro. O projeto prevê o término da remodelação de todos os aviões da frota internacional da empresa no quarto trimestre de 2011.
Fonte: Panrotas

Crise econômica faz setor de aviação cair em parafuso

Apertem os cintos!!!!

A crise econômica está abalando o setor da aviação e nenhuma empresa ficou imune. Os lucros das companhias aéreas estão sofrendo enquanto as encomendas de novos aviões diminuem. Não há como dizer quando a turbulência poderá terminar.

Parece uma espécie de pesadelo tubular. Randy Tinseth, diretor de marketing da Boeing, prevê que apesar dos inúmeros problemas atuais "veremos nossa indústria crescer", segundo disse no final de uma conversa por telefone. A aviação continua sendo "uma parte altamente valorizada e integral do tecido social e econômico do mundo", ele disse.

  • Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem - 10.dez.2007

    As empresas aéreas modificaram suas atitudes sobre o Airbus A380 (modelo da foto). Muitas agora acham que usar um avião tão grande é arriscado demais do ponto de vista financeiro.



E quando se olha 20 anos à frente a situação realmente não parece tão terrível - pelo menos quando se analisam as previsões anuais da Boeing para as próximas duas décadas. A companhia disse na quinta-feira que cerca de 29 mil novos aviões serão necessários até 2028. Antes dos prognósticos deste ano, a Boeing havia previsto novas encomendas de 29.400. A empresa calcula o valor das máquinas encomendadas em US$ 3,2 trilhões, de acordo com o número do último do ano passado.

Mas neste momento a situação econômica do setor é sombria. Nesta segunda-feira, 2.000 representantes de todo o mundo se reunirão no Aeroporto de Le Bourget em Paris para a tradicional feira de aviação. Sob circunstâncias normais, o evento teria um clima de comemoração, pois a feira marca seu 100º aniversário e a Airbus comemora seu 40º. Mas diante dos atuais problemas o clima não será nada animado.

De fato, a indústria da aviação está nas garras de sua pior crise até hoje. "A terra está tremendo, nossa indústria está abalada", explicou o chefe da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata na sigla em inglês), Giovanni Bisignani, na reunião anual da organização. Seu grupo, que representa 230 companhias aéreas, estima que a indústria sofrerá um prejuízo total de US$ 9 bilhões em 2009. Até março, Bisignani havia falado em perdas de US$ 4,7 bilhões. "Cerca de 100 mil empregos estão ameaçados se a economia não melhorar", advertiu o economista-chefe da Iata, Brian Pearce. "Nossa indústria está lutando pela sobrevivência", disse Bisignani. "Não vejo qualquer motivo para otimismo hoje."

E mesmo quando a imagem melhorar ainda há incertezas sobre as consequências da crise em longo prazo. Segundo a Iata, o setor levou três anos para se recuperar do impacto dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Na época as vendas caíram 7% e hoje estão 15% menores.

Problemas tamanho jumbo
A queda no número de passageiros e de carga sofrida pelas companhias aéreas está atingindo duramente os fabricantes. A Airbus, em particular, sofre pressões com o prestígio de seu Superjumbo A380 abalado pela crise. Há preocupações de que as dificuldades se prolonguem demais.

Steven Udvar-Hazy, que dirige a International Lease Finance Corp (ILFC), já pensou em cancelar sua encomenda de dez aviões. As empresas aéreas modificaram suas atitudes sobre o Airbus A380, disse ele. Muitas delas agora acham que usar um avião tão grande é arriscado demais do ponto de vista financeiro.

É um duro golpe para a Airbus. A ILFC é o cliente isolado mais importante dos europeus e da Boeing. Além disso, Hazy é considerado uma espécie de guru do setor. Vários clientes do A380 já disseram que querem adiar as datas de entrega dos novos aviões. No início de maio a Airbus, mais uma vez, cortou o número de aviões A380 que pretende fabricar este ano para 14, quatro a menos do que havia planejado.

Ainda pior, a Airbus enfrenta problemas com seu avião de transporte militar A400M. O programa já está três anos atrasado. Mas a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, agora querem prorrogar o prazo, que daria à Airbus mais seis meses para acertar novas condições de contrato com seus clientes.

Mas os diretores de sua rival americana Boeing também têm poucos motivos para otimismo neste momento. No primeiro trimestre seus lucros caíram 50%, para US$ 610 milhões, levando a companhia a reduzir sua previsão de lucros para este ano. Em vez de ganhos de US$ 5,35 por ação, agora ela espera entre US$ 4,7 e US$ 5.

A companhia também anunciou que no próximo ano pretende construir cinco em vez das sete aeronaves 777 previstas. Um planejado aumento da produção dos aviões 747-8 e 767 também está sendo adiado.

  • Kevin P. Casey/AP - 8.mar.2005

    Empresa anuncia que construção de boeings 777 (modelo da foto) vai diminuir em 2009



Crédito secando
Os livros de encomendas da Boeing e da Airbus continuam cheios, o que significa que a produção parece garantida para os próximos anos. Mas com os mercados de crédito secando as companhias aéreas mais atingidas poderão achar difícil financiar suas compras planejadas, advertem os especialistas.

A ILFC também está em dificuldades. Ela continua rentável - mas o negócio de leasing depende de acesso ao capital. E a empresa pertence à debilitada gigante dos seguros AIG. A classificação da ILFC tem sido constantemente rebaixada, acompanhando a de sua companhia matriz, que enquanto isso foi nacionalizada. Portanto, fica ainda mais difícil conseguir crédito. De fato, um colapso completo da ILFC é uma possibilidade distante. O setor espera que a venda da ILFC logo se concretize, como foi anunciado pela AIG. Hazy falou recentemente sobre um acordo iminente com um consórcio de investidores.

Portanto, não é uma surpresa que a Airbus só tenha fechado um décimo de suas encomendas previstas para este ano. E a Boeing, no início de maio, não tinha novas encomendas para o ano, depois de uma série de cancelamentos. Cerca de 25 pedidos foram cancelados só do novo Boeing 787 Dreamliner de longa distância.

Falando sobre a grande esperança da companhia, o jato Dreamliner, o diretor de marketing Tinseth diz que mais de 800 deles foram encomendados e que o avião deverá ajudar as empresas aéreas a lucrar em novos mercados. Enquanto isso, a Boeing está dando "grandes passos à frente", preparando-se para o voo de estreia da aeronave, que depois de grande atraso deverá ocorrer no final de junho.

O setor da aviação é um negócio cíclico, diz Tinseth, em tom de consolo. Em longo prazo o mercado se estabilizará. Na média, o número de passageiros anuais deverá aumentar 4,9% até 2028, ele explicou. Enquanto isso, no setor de carga está previsto um aumento de 5,4%. Mas sobre o xis da questão - quando ocorrerá o ponto de virada - Tinseth permanece calado.

Fonte: UOL Notícias

Companhia aérea do Qatar anuncia aquisição de 24 Airbus-A320


A companhia aérea Qatar Airways anunciou nesta segunda-feira que fez um pedido para adquirir 24 aeronaves A320 da Airbus.

Este foi o primeiro grande negócio fechado na edição deste ano da Paris Air Show, uma das maiores feiras aeronáuticas do mundo.


O presidente da companhia aérea, Akbar al Baker, anunciou ainda a confirmação da compra de outras quatro aeronaves A321, cujo pedido de compra foi feito no ano passado durante a Farnborough Air Show.

O preço de tabela das aquisições da Qatar Airways é de aproximadamente US$ 1,84 bilhão, mas normalmente as fabricantes dão descontos em grandes compras --especialmente agora, em meio à crise econômica global.

Apesar do pedido da Qatar Airways, analistas esperam que o total de pedidos feitos na Paris Air Show será menor do que na edição do ano passado, já que as companhias aéreas tiveram fortes perdas com a crise financeira --primeiro com a alta repentina do petróleo a nível recorde, e depois com a queda da demanda.

Airbus

Uma prova de que as companhias aéreas não devem ir às compras vem da própria Airbus. A empresa, que planejou no começo do ano uma redução de 15% na sua produção em 2009, pode ter que apertar ainda mais os cintos.

Segundo reportagem na edição de ontem do diário americano "The New York Times", executivos da fabricante europeia de aviões disseram que a produção da empresa pode cair até 25% nos próximos dois anos.

O "NYT" cita dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo, na sigla em inglês), divulgados na última segunda-feira (8), que mostram o setor deverá perder US$ 9 bilhões em neste ano --uma projeção que equivale quase ao dobro dos US$ 4,7 bilhões estimados há apenas dois meses.

Fonte: Folha On Line

Dois ícones sob pressão

Fonte: Isto É Dinheiro


Orgulhos franceses, Air France e Airbus tentam preservar suas imagens, abatidas pelo acidente com o voo 447. Mas já não falam a mesma língua


Divulgação/aeronáutica
Trabalho de busca por vestígios do acidente no Atlântico corre em paralelo às investigações sobre a causa da tragédia, que pode ameaçar a credibilidade da Airbus e Air France

A cada dois anos, o complexo aeroespacial de Le Bourget, próximo a Paris, exibe um orgulho francês. Acontece ali um dos mais importantes eventos do setor aeronáutico do mundo: o Salão da Aeronáutica e do Espaço, palco para grandes negócios da indústria e, sobretudo, para conquistas da gigante Airbus, fabricante europeia de aviões que divide a hegemonia na área dos grandes jatos com a americana Boeing. Nesta segunda-feira 15, haverá mais preocupação do que festa na abertura da nova edição da feira. "O acidente do voo 447 da Air France pode queimar a imagem do A350, cujas entregas já estão muito atrasadas", afirmou à DINHEIRO uma fonte da Airbus. O A350 é o sucessor do A330, modelo que caiu no mar durante a travessia do Atlântico há duas semanas, com 228 pessoas a bordo, num episódio ainda envolto em dúvidas. De estrelas da festa, Air France e Airbus transformaram-se em alvo de pressões internas e externas e chegam a Le Bourget cercadas de perguntas de todo o mundo.

A companhia aérea responsável pelo voo recebe, por enquanto, a maior carga dessas pressões, inclusive internas. Num primeiro momento, sua atuação na gestão da crise foi tida como exemplar. Quando o desaparecimento do voo AF447 foi anunciado pela Air France, jornalistas do mundo inteiro correram para o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, onde os passageiros vindos do Rio de Janeiro deveriam desembarcar. As paredes de vidro transparentes da porta "E" do terminal 2 mostravam uma esteira de bagagens vazia. No momento em que soube que o Airbus A330 provavelmente não voltaria a aparecer nos radares, a companhia acionou um dispositivo que protegia não só as famílias, mas as primeiras informações sobre as investigações que estavam em andamento. A Air France foi rápida. As famílias foram levadas para uma célula de apoio. Outra célula foi criada, a de crise. Os dois lados deveriam ser geridos pela companhia: o emocional e o racional. Conforme aquela segunda- feira ia passando, a empresa criou ainda uma outra célula de apoio às famílias, desta vez no Rio de Janeiro.

Para alguns, ao proteger as famílias, a companhia também preservou sua imagem. "Mesmo que as explicações sobre as causas do acidente ainda estejam longe de serem conhecidas com clareza, (os dirigentes da companhia) se esforçaram para dar explicações claras e com o máximo de transparência", afirmou Maurice Lévy, presidente da agência Publicis à revista francesa Challenges. O tempo e o posterior silêncio da companhia, porém, se encarregaram de mudar a percepção em relação à Air France. Com informações cada vez mais escassas, as suspeitas sobre as causas da tragédia se multiplicavam. A imprensa especulava e reclamava mais notícias. Surgiu a hipótese de um problema já informado pela Airbus, em 2007: os sensores pitot, que medem a velocidade dos aviões da empresa, apresentavam um defeito. No mesmo instante, os pilotos da Air France ameaçaram a companhia aérea com a suspensão das decolagens do A330, enquanto a peça não fosse trocada. "Essas dúvidas sobre o que realmente aconteceu afetam a imagem da Air France, mesmo que a empresa seja conhecida pelo zelo na manutenção de seus aviões", afirma Yves Marcais, da consultoria francesa Global Éqüites. "A questão da troca dos sensores de velocidade não ficou clara. As informações não foram bem divulgadas. Existe confusão e isso pode influenciar na cotação das ações da companhia", diz. Gerard Arnaux, porta-voz do sindicato de pilotos da Air France que ameaçou não voar com os A330, acredita que algo poderia ter sido feito antes em relação ao sensor defeituoso. "Vários incidentes de perda de velocidade ocorreram em 2008 em voos da Air France. O alarme já tinha soado e nada foi feito. Isso é inaceitável", acusa Arnaux.

Se a companhia tenta preservar sua imagem diante da desconfiança geral, desde a tragédia a Airbus se limitou a publicar comunicados sobre as características do A330 e suas advertências em relação ao problema. Internamente, comenta-se a preocupação de que as vendas do novo A350, que substituirá a família 330, não sejam afetadas pela queda do avião da Air France. "Tirando isso, a empresa não se sente visada pelo que aconteceu. Nem mesmo uma célula de crise foi montada para investigar o acidente, o que costuma acontecer em casos assim", diz um funcionário, lembrando do A320 da TAM em Congonhas, em 2007.

A fonte garante que existe desconfiança em relação a um de seus clientes mais fiéis. "A impressão que nós temos é que a Air France está escondendo o jogo e que quando a verdade aparecer, não vai ser nada boa", diz. A Air France se defende. Procurada pela DINHEIRO, a empresa preferiu não comentar as críticas e informa que, desde o acidente, 12 comunicados foram divulgados. Até o momento, a companhia parece preservar a imagem de competência e seriedade. Mas o veredicto só deve sair quando forem encerradas as investigações sobre a queda do A330. Isso, se elas chegarem a uma conclusão.

TAM fará manutenção em aeronaves da LAN


O contrato envolve seis aviões da companhia chilena



A TAM acaba de assinar um contrato com o Grupo LAN para serviços de manutenção de seis aeronaves da frota da companhia chilena a serem realizados no Centro Tecnológico da empresa brasileira, localizado em São Carlos, no interior do estado de São Paulo.

Segundo informações da TAM, ao todo, quatro aviões do modelo Airbus A319 e dois A320 serão submetidos a checks C e D. Tais trabalhos têm previsão de término ainda para este mês.

O check C engloba manutenção geral da aeronave, em três A319 e nos dois A320. Já o check D envolve desmontagem e inspeção no modelo A319.

Instalado em uma área de 4,6 milhões de metros quadrados, o complexo da TAM em São Carlos abriga hangares para manutenção de aeronaves e oficinas com capacidade para revisão de aproximadamente dois mil componentes aeronáuticos - de computadores de navegação a trem de pouso.

"O Centro Tecnológico da TAM está plenamente capacitado para realizar serviços de manutenção para grandes companhias, como a LAN. Temos uma excelente infraestrutura e estamos certificados pelas autoridades aeronáuticas do Brasil, Chile e Europa para realizar esses trabalhos", afirma Ruy Amparo, Vice-presidente de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul) da TAM.

Fonte:Webtranspo

O GPS é o futuro da aviação


Fonte: Revista Época


Os carros usam há anos o sistema de navegação por satélite. Os aviões, não. Sua adoção será a maior revolução na aviação desde a invenção do radar

Um carro ou um caminhão equipados com o sistema de localização por satélite, ou GPS, possuem um sistema de navegação muito mais avançado que o usado nos mais avançados jatos de passageiros, como o Airbus A330 da Air France. A qualquer momento, um motorista pode consultar o GPS para saber sua localização em tempo real. O mesmo vale para as transportadoras, que sabem onde estão seus caminhões. No caso dos pilotos da aviação, a coisa é bem mais complicada – e nada imediata. O atual controle de tráfego aéreo baseado na navegação por radar foi adotado nos anos 1950. O sistema é repleto de pontos cegos nos oceanos ou em regiões remotas. Um desses pontos cegos fica no meio do Atlântico, onde caiu o A330 da Air France. Outro fica em Mato Grosso, onde caiu o Boeing 737 da Gol, em 2006.

O controle de tráfego aéreo por radar também é incapaz de atender ao aumento previsto do tráfego aéreo internacional. Estima-se que o total de passageiros salte dos 4,8 bilhões transportados em 2008 para 9 bilhões em 2025. Se nada mudar, estão dadas as condições para um engarrafamento aéreo planetário. Ele pode ser evitado. A solução defendida pelas empresas de aviação é a substituição da navegação baseada em estações terrestres pela navegação guiada por satélites. Saem os radares, entra a constelação de satélites americana GPS. Ou sua concorrente europeia, a Galileo.

O atual sistema de navegação, além de obsoleto, é ineficiente e beberrão. Os voos duram mais que deveriam. Os jatos consomem mais combustível. Tudo porque os pilotos não podem voar em linha reta do aeroporto de origem ao destino. Como os aviões não têm GPS, o piloto é informado da localização do avião por estações de radar, que ficam em terra. Para que seu avião não desapareça das telas dos controladores de voo, o piloto precisa traçar uma rota percorrendo avenidas no céu. Elas sobrevoam as estações de radar existentes desde a decolagem até o destino.

O resultado é um tortuoso ziguezague aéreo. Tome o exemplo da rota Rio de Janeiro--Paris. Em vez de decolar do Rio e seguir em linha reta sobre o Atlântico até a Europa, o jato sobrevoa o litoral brasileiro até a estação de radar do Rio Grande do Norte. Então, manobra a leste para Fernando de Noronha. Depois de sobrevoar a ilha, o jato sai do espaço aéreo e da cobertura de radar brasileiros. Ele desaparece das telas por 2.000 quilômetros, até ressurgir no radar do Senegal, quando manobra para o norte e segue para a França. Esse voo dura 11 horas. Quando for possível monitorar por satélite todo o trajeto do Rio a Paris, o jato poderá voar em linha reta, encurtando seu tempo em até três horas.

O nó anunciado do congestionamento aéreo intercontinental não será desatado apenas tornando o sistema de GPS um dispositivo obrigatório em todas as aeronaves. O plano envolve a criação de uma rede mundial de controle de voo integrada e digital. O ponto central desse sistema é um novo dispositivo chamado Vigilância Dependente Automática (ADS, nas iniciais em inglês), que funciona por satélite. “O ADS é o transponder do futuro”, diz Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Sindicato das Empresas Aeroviárias. O transponder é um equipamento básico para a segurança do voo. Antes de cada decolagem, ele é ligado e recebe, por rádio, um código que vai identificar na tela dos controladores em terra qual será aquele voo, o tipo de aeronave, sua companhia, a rota, altitude e velocidade. O fato de o transponder estar desligado na hora do choque do jato Legacy, da Embraer, com o Boeing da Gol, em 2006, foi uma das causas do acidente. O transponder será trocado pelo ADS, que, além de identificar o avião na tela dos controladores, vai auxiliar o piloto nas manobras de aproximação e pouso. Com o ADS, todos os equipamentos a bordo falarão com o satélite e as estações em terra. O acompanhamento de voo será em tempo real durante todo o percurso.

O ADS permitirá o envio à aeronave de informações na forma de dados. Pilotos e controladores poderão trocar mensagens de texto como qualquer usuário de celular. À primeira vista, parece um avanço banal. Não é. Até hoje, a comunicação entre a cabine e a torre de controle é feita unicamente por meio de um sistema analógico criado por Guglielmo Marconi, em 1894: o rádio. A língua franca da aviação é o inglês, mas a maioria dos pilotos não tem domínio completo do idioma. A comunicação é dificultada por sotaques carregados e erros de pronúncia. Some-se a isso a infalível estática e os ruídos de fundo inerentes à comunicação por rádio. O resultado são os mal-entendidos, interpretações erradas – e, às vezes, decisões que não deveriam ser tomadas. A comunicação ruim aumenta as chances de erro humano.

“O NextGen é um salto no controle aéreo igual ao que ocorreu quando fogueiras e bandeiras deram lugar ao rádio e ao radar” PAUL TAKEMOTO, da agência de aviação americana

Nos Estados Unidos, o projeto do futuro controle de voo chama-se Nova Geração de Sistema de Transporte Aéreo (NextGen). O NextGen é defendido pelas empresas aéreas e pela agência de aviação americana, a FAA, pois gerará ganhos exponenciais no gerenciamento do espaço aéreo. “O atual sistema baseado em radar data da Segunda Guerra Mundial”, diz Paul Takemoto, porta-voz da FAA. “O NextGen é um salto quântico no controle de tráfego aéreo, assim como aconteceu quando as fogueiras e bandeirinhas deram lugar ao rádio e ao radar.”

O NextGen está orçado em US$ 40 bilhões, a ser desembolsados até 2018. Ao governo americano cabe investir US$ 20 bilhões na compra de equipamentos e atualização das estações de controle. O projeto não envolve o lançamento de novos satélites. A constelação GPS pertence ao governo americano. Às empresas de aviação cabe investir os outros US$ 20 bilhões na atualização tecnológica dos aviões. Embora todos os jatos novos saiam do hangar com os equipamentos necessários ao novo padrão, há 20 mil jatos em operação que precisam de reforma. Em alguns casos, a atualização tecnológica envolve alterações estruturais, que custam caro.

A recessão, o preço do querosene de aviação e as baixas margens de lucro dificultam o desembolso dos US$ 20 bilhões pelas empresas. Elas são as primeiras a defender o NextGen, mas não querem pagar a conta. Glenn Tilton, presidente da United Airlines, defendeu, em março, no Senado americano a adoção emergencial do NextGen. As empresas poderiam economizar US$ 40 bilhões a partir de 2012, caso o NextGen começasse a ser implantado já. É uma crítica ao governo Barack Obama, que aprovou um estímulo de US$ 9 bilhões para a modernização das ferrovias e a criação de trens-bala, mas não reservou um centavo ao NextGen. “Por que o trem rápido recebeu US$ 9 bilhões e nós nada?”, diz Tilton.

No Brasil, o futuro sistema de controle de tráfego se chamará Sistema de Comunicação, Navegação e Vigilância/Gerenciamento de Tráfego Aéreo (CNS/ATM). Será implantado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), do Ministério da Aeronáutica. A previsão é que os sistemas que automatizarão a aproximação e o pouso das aeronaves no principais terminais do país estejam operando até 2012. Quanto aos sistemas que envolvem o uso de satélites, ainda não há previsão de operação. Nem se sabe o tamanho da conta.

“O novo sistema não vai aposentar os atuais dispositivos de navegação e segurança de voo, como o transponder e as caixas-pretas”, diz Jenkins. “Eles permanecerão em uso. Serão redundantes, para ser acionados em caso de uma pane no controle inteligente de tráfego aéreo.”

Uma grande rede no céu
O controle de voo será digital. A transmissão de voz e dados entre piloto e controlador de voo será por satélite e a navegação por GPS. Rádios, radares e bases em terra serão substituídos
 Reprodução

1 - O SATÉLITE
É a peça-chave do novo sistema de controle de voo e navegação. Ele substituirá as bases em terra, realizando a troca de dados entre os aviões e as torres de controle

2 - AVIÃO DE PASSAGEIROS
Por meio do GPS, pilotos e controladores de voo conhecerão em tempo real a posição do avião. Eles poderão trocar mensagens de texto, para tirar dúvidas sobre instruções de voz enviadas pelo rádio via satélite. O voo será monitorado ininterruptamente

3 e 4 - JATO EXECUTIVO E MONOMOTOR
O sistema vai conectar os computadores de bordo de todos os aviões em voo, ajudando a evitar colisões e acidentes

5 - ANTENA DE TRANSMISSÃO
É o elemento de ligação entre a torre de controle e o satélite. Enviará comandos da torre de controle e receberá dados do voo e mensagens do piloto

6 - TORRE DE CONTROLE
A tela dos controladores exibirá em tempo real os dados de cada voo. Não haverá mais pontos sem cobertura de radar nem falhas de comunicação

Portuguesa SATA elimina voos para o Brasil


A companhia aérea portuguesa SATA, especializada na ligação entre Portugal Continental e as ilhas dos Açores e da Madeira, decidiu eliminar as suas rotas para o Brasil, no âmbito de uma estratégia de contenção de custos. A SATA voava desde 2006 uma vez por semana para o Brasil.

Tradicionalmente utilizada para viagens de lazer, esta ligação acabou por se mostrar demasiado frágil à descida do tráfego aéreo, desde que a crise arrebentou. Agora, só funciona por pedido e de uma forma muito esporádica, diz o "Público" na sua edição deste domingo, onde traz uma entrevista ao presidente da SATA, António Gomes de Menezes.

A SATA, que é uma empresa de controle estatal com sede nos Açores, fechou 2008 com prejuízos de quase três milhões de euros. A equipe de gestão definiu no relatório de contas do ano passado ter como prioridade alterar a rede de voos, "com cancelamentos cirúrgicos de rotas e frequências deficitárias".

Além da extinção da rota para o Brasil, a companhia de aviação tem vindo a fazer cancelamentos em função da procura, prevendo cortar, pelo menos, 136 voos da rede até ao final do ano.
Fonte: Portugal Digital

Seguradoras pagarão à Air France mais de 67 milhões de euros pelo A330


A Air France receberá 67,4 milhões de euros das companhias de seguros pela perda do avião A330 que caiu no Oceano Atlântico na madrugada de 1no. de junho com 228 pessoas a bordo, informou à AFP uma porta-voz da Axa Corporate Solutions.

A aeronave estava coberta por várias companhias, incluindo a Axa Corporate Solutions, filial do grupo francês AXA, que representa o conjunto das seguradoras ante a Air France.

A parte da Axa Corporate Solutions é de 12,5%, ou seja, 8,4 milhões de euros, segundo a fonte.

No que diz respeito à indenização aos parentes das víctimas, a Axa Corporate Solutions considera que ainda é muito cedo para para anunciar um número realista.

"Todos os que têm direito a ser indenizados ainda não se manifestaram e, portanto, a totalidade das situações pessoais ainda não foi evaliada", explicou a porta-voz.

Segundo a convenção de Montreal, a indenização das famílias das vítimas é responsabilidade da companhia aérea, neste caso a Air France, que tem um seguro para cobrir a questão.

A Axa Corporate Solutions também integra o grupo de seguradoras que cobre a indenização dos familiares das vítimas e assumirá 12,5% do valor.

No caso da AXA, "a indenização é imediata a partir do momento que os prejuízos sofridos pelos familiares são avaliados e justificados".

Dois militares morrem em choque de aviões no Reino Unido

Dois militares da Força Aérea do Reino Unido morreram neste domingo depois que seu avião de treinamento se chocou no ar com um planador civil na região de Sutton Courtney, proximo a Abingdon, Oxon, informou o Mnistério da Defesa do país. O piloto do planador não ficou ferido. Ele conseguiu se ejetar após a colisão e desceu de para-quedas.

Segundo o ministério, o avião acidentado, um Tutor T Mk1, é usado para o ensino de técnicas elementares de voo em escolas e esquadrões por todo o país. Os nomes dos militares mortos não foram informados.
Fonte: Pernambuco.com

Um destroço gigante


Maior destroço do Airbus A330 chega a Recife com outros itens que vão ajudar nas investigações

- Seis corpos que não estavam em lista oficial da Marinha são levados para Fernando de Noronha

Mais peças que vão esclarecer o que levou o Airbus A330 a mergulhar no Oceano Pacífico já estão em Recife. Ontem, a Fragata Constituição, da Marinha do Brasil, atracou no porto da capital pernambucana trazendo a bordo dezenas de destroços, bagagens e a maior peça encontrada até agora.

A partir disso, investigadores franceses, acompanhados por peritos da Aeronáutica, vão começar a analisar os destroços. O pedaço da cauda ficará guardado no Porto do Recife. Ainda não há data para ser transportado à França, onde as investigações estão concentradas.

A operação para retirar da fragata a peça de 14 metros de altura e 4,5 metros de largura levou cerca de uma hora. A Aeronáutica não informa oficialmente de qual parte da aeronave é o pedaço encontrado, mas oficiais admitem que se trata da cauda do avião.

A fragata, a primeira a resgatar corpos de vítimas, passou antes por Fernando de Noronha, onde deixou mais três corpos que serão pré-identificados pela Polícia Federal e por peritos do Instituto Médico Legal (IML) do Recife.

Outros seis corpos resgatados pela Marinha francesa já estão sendo transferidos para a Fragata Bosísio, da Marinha do Brasil. A fragata deixou a área de buscas na noite de ontem e chegará a Fernando de Noronha amanhã.

Até agora, a Marinha e a Aeronáutica informaram que foram resgatados 49 corpos (incluindo os seis encontrados pela Marinha francesa). Em nota, os comandos das duas forças comunicaram que o número total de corpos já transportados para o Recife é de 43 e não 44, como havia sido informado. O número foi alterado depois da pré-identificação realizada por peritos da Polícia Federal e do governo de Pernambuco.

Os comandos também informaram que “em decorrência da impossibilidade de se verificar apenas por contato visual o estado dos corpos, o comando operacional de buscas passa a utilizar o termo ‘despojo mortal’ e não mais ‘corpo’ para contabilizar o que for encontrado no oceano”.

O diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, brigadeiro Ramon Borges Cardoso, não estipulou uma data para o fim das buscas. As buscas levam 20 dias, em geral, mas o prazo será avaliado. “Se continuarmos achando corpos, obviamente essa busca será estendida”, disse.
Fonte: A Notícia

Criada na França associação de familiares de vítimas


Christophe Guillot-Noël, irmão de uma das vítimas do acidente com o avião da Air France que caiu no Atlântico quando seguia do Rio para Paris, criou uma associação de familiares para compensar a "falta de apoio" da Air France, revela neste domingo o jornal Le Parisien.

"Estamos muito decepcionados com a falta de humanidade por parte da Air France (...) Não sentimos nenhuma empatia" de parte da companhia aérea, disse Guillot-Noël ao jornal.

O grupo será chamado de "Associação pela Verdade e pela Defesa dos Direitos das Vítimas do Voo AF 447".
Fonte: Pernambuco.com

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Comando da Aeronáutica confirma ter avistado novos destroços do voo 447


O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica anunciaram na manhã desta sexta-feira (12) ter avistado mais destroços do acidente com o Airbus A330 da Air France. Entretanto, nos trabalhos de hoje, não foram localizados novos corpos.
FONTE: IG Notícias

Empresa aérea Delta anuncia redução de 10% em suas atividades



A companhia aérea americana Delta anunciou que cortará em 10% sua capacidade de transporte em 2009 devido ao encarecimento do combustível e ao enfraquecimento da demanda.

O executivo-chefe da Delta, Richard Anderson, e o presidente da empresa, Edward Bastian, informaram sobre os planos da empresa em mensagem dirigida aos mais de 70 mil empregados da companhia, no qual, além disso, mencionaram que o elenco da companhia passará por ajustes, mas não deram mais detalhes.

Os executivos declararam que o setor de companhias aéreas "não é imune" à recessão econômica mundial e à alta do preço do petróleo, que também afeta os consumidores e reduz a renda das companhias aéreas.

Eles acrescentaram que as receitas do setor por transporte de passageiros caíram quase 20% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período de 2008 e que essa tendência deve continuar "no curto prazo".

Junto a isso há o encarecimento do combustível e o enfraquecimento da demanda por causa da propagação do vírus da gripe suína.

A empresa prevê que o descenso nas receitas superará a economia de mais de US$ 6 bilhões que a empresa previu para este ano com o uso de um combustível mais barato e um corte na capacidade que até agora estava situado entre 6% e 8%.

A companhia prevê reduzir 15% de suas operações internacionais devido à queda "significativa" na demanda.

A redução, que começará a ser aplicada em setembro, inclui a suspensão de voos diretos da cidade americana de Atlanta, onde a Delta é baseada, para Seul e Xangai, entre outras rotas.

Além disso, haverá cortes na frequência semanal de voos de Atlanta e Detroit, também nos Estados Unidos, para a Cidade do México.

Segundo a empresa, também foram adiados alguns serviços que seriam oferecidos em voos para destinos litorâneos mexicanos, devido ao efeito do vírus A (H1N1) nos planos de viagem dos clientes.

As ações da Delta, que em outubro passado completou sua fusão com a Northwest, caíam 0,61% pouco antes da metade do pregão de hoje nas bolsas nova-iorquinas e eram negociadas a US$ 6,51 cada uma.

FONTE: FOLHA ON LINE

Indenização é tema tabu para as famílias em casos de acidentes aéreos



Discutir o assunto indenização costuma ser constrangedor para os familiares de vítimas de acidentes aéreos. Um sentimento que pode ser resumido pela fala de Maria Estela Otor Teixeira, dona de casa e mãe de Douglas Henrique, morto na queda do avião da TAM em Congonhas, em 2007: "Meu filho não estava à venda. É uma coisa extremamente desagradável esse negócio de indenização. A gente está em busca de verdade, para que se tenha mais segurança em voo."

Quando ocorrem acidentes que comovem o público, como é o caso da queda do voo 447 da Air France, no dia 31 de maio, há quem, inclusive, não queira receber nenhuma indenização.

Essa ideia é combatida pelas associações de vítimas por dois motivos: um de ordem prática, porque a morte implica perdas econômicas imediatas e futuras; outro, de ordem política: a indenização teria o efeito de penalizar instituições e empresas economicamente e forçá-las a buscar mais segurança.

"As empresas precisam sentir arduamente", diz Angelita de Marchi, que perdeu o marido, Plínio Luiz de Ciqueira Júnior, no voo 1907 da Gol e tornou-se uma das lideranças entre as famílias de vítimas do acidente ocorrido em 29 de setembro de 2006. "Infelizmente, hoje em dia é mais barato pagar a indenização do que manter um avião parado quando há um problema em alguma peça", diz a presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907.

"Até porque não tem dinheiro que pague uma vida, sobre esse tema a gente não gosta de falar", resume o engenheiro Archelau Xavier, pai de Paula Masseran, de 23 anos, que morreu no mesmo acidente que Douglas Henrique.

Xavier, que é vice-presidente da associação de vítimas do acidente do voo 3054, afirma, por outro lado, que, num acidente dessas proporções, morrem muitas pessoas que são responsáveis pelas despesas da casa. "No dia seguinte, têm pessoas lá que já estão preocupadas com o que vão de alimento para os filhos."

Para as questões mais urgentes, de acordo com as convenções internacionais, há uma espécie de seguro obrigatório, que deve ser liberado de forma mais rápida. O valor para dele, para casos de morte, é de cerca de US$ 140 mil por passageiro, em caso de voos internacionais.

Normalmente o pagamento desse seguro começa semanas após a emissão do atestado de óbito - o que pode atrasar no caso do voo AF 447, para os passageiros cujos corpos não forem achados ou identificados. O voo da Air France, que saiu do Rio de Janeiro, seguia para Paris com 228 pessoas a bordo - 216 passageiros e 12 tripulantes - quando caiu no meio do Oceano Atlântico, no dia 31 de maio.

Em alguns casos, porém, o pagamento desse seguro pode atrasar também caso haja problemas para a identificação do beneficiário - por exemplo, se a pessoa tiver filhos com mais de uma relação.

Para além deste seguro, as famílias têm direito a indenizações por danos morais e patrimoniais que costumam envolver valores maiores.

O maior acidente aéreo no país antes da queda do AF 447, o acidente do voo TAM 3054 em Congonhas, em julho de 2007, em que morreram 199 pessoas, tem resultado em acordos de indenizações por danos morais e patrimoniais de pouco mais de US$ 1 milhão, em média, segundo apurou o UOL Notícias.

Há, no entanto, casos com valores bem maiores, de até US$ 6,5 milhões. Como são negociados em segredo de Justiça, é impossível chegar a dados exatos e saber quem recebeu que quantia. As famílias também, como regra, não divulgam os valores, como forma de preservar a privacidade e a segurança.

O cálculo para se chegar a esses valores envolve não apenas a perda imediata do parente, mas também a perda futura que a morte representa. Assim, as contas expressam fatores como renda mensal do passageiro, idade e expectativa de vida, número de dependentes (filhos e cônjuge, por exemplo) e mesmo de ascendentes vivos - pai e mãe. Por isso, as comparações têm de ser sempre aproximadas.
FONTE: UOL

Voo 447: perícia reforça hipótese de que avião se partiu


Corpos despidos apontam que vestes podem ter sido arrancadas pela ação do vento.

O exame preliminar nos corpos de 16 das 228 vítimas do voo 447 da Air France (Rio-Paris) reforça a hipótese de que ao menos parte do Airbus A330 se desintegrou antes de cair no Oceano Atlântico. A maioria dos cadáveres já analisados pelos legistas no arquipélago de Fernando de Noronha chegou despida ou apenas com roupas mínimas, sinal de que as vestes podem ter sido arrancadas pela ação do vento. Resta ainda fazer um mapeamento dos assentos em que se encontravam essas vítimas, o que pode indicar a forma como a estrutura se partiu.

A perícia inicial permite ainda afastar, pelo menos por enquanto, a possibilidade de fogo ou explosão na aeronave, uma vez que não foram detectadas queimaduras em nenhum dos corpos. O resultado das necropsias deve ajudar o Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil da França (BEA) a traçar a provável dinâmica do acidente, sobretudo se as caixas-pretas não forem encontradas.

Embora os corpos tenham sido resgatados relativamente íntegros, quase todos apresentavam múltiplas fraturas — nos membros superiores, inferiores e na região do quadril. Os exames que servirão para atestar a causa mortis começaram a ser feitos na manhã de ontem pelo Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife. Mas, diante das evidências, tudo indica que tenha ocorrido politraumatismo ocasionado pelo choque com a água em alta velocidade. A possibilidade de afogamento, o que indicaria uma morte posterior à queda do avião, não havia sido verificada até a tarde de ontem.

Nos cadáveres, não havia água nos pulmões — que caracterizaria o afogamento. Além do estado geral dos cadáveres, a tese de desintegração da aeronave é confirmada por outros dados do acidente. De acordo com mapas produzidos pela Força Aérea Brasileira (FAB), as equipes de resgate encontraram duas linhas de corpos, distantes 85 quilômetros uma da outra, próximas do ponto virtual de navegação aérea chamado de Tasil.

Se o avião tivesse chegado inteiro ao mar, dizem investigadores ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, os corpos deveriam estar próximos, mesmo depois de mais de 10 dias à deriva. Até agora, a única peça grande retirada do mar foi o estabilizador vertical, onde está fixado o leme, um dos apêndices direcionais do avião. O restante do material recolhido estava disperso em um "ar de destroços" como afirmou nesta semana a Marinha. A aeronave da Air France desapareceu no Oceano Atlântico, no dia 31 de maio, com 228 pessoas a bordo durante o trajeto Rio de Janeiro-Paris. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:ZH

Airbus nega pretensão de interromper voos de longa distância


A Air France ainda não está convencida de que falhas nos sensores de velocidade tenham sido responsáveis pela queda do voo 477.

A agência francesa de investigação alegou ser cedo ainda para apontar possíveis causas do acidente e declarou que há apenas duas certezas: que o avião enfrentou tempestades antes da queda e as leituras de velocidade estavam incoerentes.

O Escritório de Investigações e Análises francesa (BEA), encarregado da perícia do acidente, também anunciou que, por enquanto, "ainda não existem vínculos estabelecidos" entre os sensores de velocidade (pitot) e a queda do Airbus A330.

Peritos do BEA são esperados no Brasil para examinar os restos da aeronave trazidos para terra, enquanto uma força integrada por aeronaves e embarcações de Brasil e França buscam mais corpos e material.

Em réplica a informações divulgadas pelo francês Le Figaro, o construtor aeronáutico europeu Airbus desmentiu a possibilidade de seus aviões de longas distâncias A330 e A340 ficarem no solo para a troca de seus sensores.

Fontes da indústria aeronáutica disseram que a fabricante também descartou por enquanto a possibilidade de ter ocorrido pane elétrica ou perda de display dos instrumentos na cabine da aeronave.

Airbus protagonizaram diferentes incidentes nos últimos dias. No mais recente, o Airbus 340-300 da Aerolíneas Argentinas que levaria a seleção argentina de futebol de Quito a Buenos Aires teve sua decolagem cancelada ao apresentar problemas em uma das turbinas.

Um outro do modelo do avião da Air France que caiu no Atlântico teve de aterrissar na ilha de Guam por causa de um princípio de incêndio na cabine. Na quarta-feira, outro Airbus foi obrigado a retornar ao aeroporto de Las Palmas, nas Ilhas Canárias, após ser detectado problema no motor. Um Airbus A320 da russa Aeroflot, que ia de Irkustk para Moscou, também fez pouso forçado por causa de rachadura no para-brisas.

Em outro voo, de Milão a Pequim, na terça-feira, uma falha em um dos motores forçou a aterrissagem de um Airbus A340 da Air China, no aeroporto de Moscou.

Ontem, o ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, recebeu o chanceler Celso Amorim para falar do acidente e das investigações realizadas conjuntamente pelos dois países. Pierre-Jean Vandoorne, recentemente designado embaixador das relações com os parentes dos passageiros, também participou do encontro.

Dois especialistas forenses da polícia irlandesa chegarão ao Brasil para ajudar na identificação das vítimas. Joseph Kinsella e Jarlath Lennon são especialistas na identificação de vítimas de desastres. Kinsella, inclusive, atuou depois do tsunami de 2004 na Tailândia.

Fonte:Jornal do Brasil

Rio e Sol, novas companhias aéreas, só esperam aval da Anac para operar



Duas empresas aéreas estão fazendo os acertos finais para iniciar operações no Paraná. Ambas possuem três letras no nome e só dependem de autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para marcar o primeiro voo. A Rio Linhas Aéreas, com sede em São José dos Pinhais (região metropolitana de Curitiba), vai atuar no segmento de cargas e planeja decolar até o fim do mês. Um Boeing 727-200F, com capacidade para 25 toneladas, está no hangar da companhia, pintado com as cores verde e amarelo. A Sol Linhas Aéreas, de Cascavel, região Oeste do Estado, vai fazer transporte de passageiros com um avião tcheco com capacidade para 19 pessoas, o turboélice L410, da Let Aircraft.

A Rio Linhas Aéreas é de dois jovens empresários: Leonardo Rodrigues Cordeiro, filho do dono da JetSul, empresa de táxi aéreo e venda de aviões, e William Starostik Filho, piloto de automóveis e neto do fundador da Companhia Providência, fabricante de não-tecidos comprada em 2006 por um grupo de investidores que inclui a família Constantino, dona da Gol. A empresa foi criada em 2007. "Somos uma empresa cargueira, não vamos fazer a entrega porta a porta, só o serviço aeroporto-aeroporto", diz Mauro Martins, supervisor de planejamento.

A Rio fez parceria com a SmartCargo Transporte Intermodal, que vai contratar cargas para voos noturnos. A empresa também poderá fazer o fretamento de aeronaves para voos diurnos e de retorno. Martins explica que ela vai atuar na modalidade ACMI (aeronave, tripulação, manutenção e seguro), na qual o cliente se responsabiliza por parte das despesas operacionais, como combustível e tarifas.

Segundo ele, outros dois aviões estão sendo comprados para o segundo semestre e, para 2010, está prevista a aquisição de um modelo de grande porte para o mercado internacional e dois para uso doméstico. Os investimentos iniciais somaram US$ 8 milhões, com recursos próprios, e US$ 30 milhões devem ser usados na expansão até o fim do ano que vem, sendo uma parte financiada. O transporte de passageiros, no futuro, não está descartado.

No caso da Sol, o projeto é do médico Marcos Solano Vale, que tem um hospital, duas rádios e um jornal no interior do Paraná. Ele prevê investir R$ 100 milhões em três anos, sendo 85% provenientes de financiamentos para leasing de aeronaves e o restante de recursos próprios. A meta da empresa é fechar 2009 com três aviões. Outros devem ser incorporados à frota a cada 90 dias. "Vamos fazer uma grande companhia", diz Vale.

Natural do Rio Grande do Norte, o médico-empresário conta que viu um avião pela primeira vez aos 10 anos e viajou de avião aos 24, quando fez residência médica em São Paulo. Há 18 anos vive no Paraná e garante que o Estado precisa de mais voos. "O deslocamento de Cascavel para outros lugares do país é um transtorno." Ele começou a planejar o investimento há cinco anos e abriu a empresa em 2008. "A dificuldade não é conseguir dinheiro, mas obedecer a legislação, contratar seguro e pessoal", diz. Outra barreira a vencer é a fixação de preço do bilhete. "Antes, viajar de avião era caro. Depois foi dito que ficou barato. Mas não é uma coisa nem outra, porque é preciso levar em conta tempo, distância e outros fatores", comenta.

Valor Econômico

Interpol pede vigilância sobre instrutor de voo


Suspeito de ser ex-militante de grupo ligado à Al Qaeda, franco-tunisiano que vive em SC nega acusação.

A Interpol diz que ele é ex-militante de "organização terrorista" ligada à Al Qaeda. Seu nome consta dos arquivos do órgão, que integra polícias de todo o mundo. Está num documento chamado "difusão azul", que orienta que o suspeito seja encontrado e sua localização, informada. Serviços de inteligência brasileiros, que criaram anteontem um núcleo para o estudo do terrorismo, o monitoram há cinco anos -sem ter, até agora, detectado sinais que confirmem as suspeitas.
O franco-tunisiano Manar Mohamed Skandrani, 48, casado, pai de dois filhos brasileiros, dirige uma oficina de carros e acaba de montar sua segunda escola de treinamento para pilotos de aviões e helicópteros em Joinville (SC).
Ele nega envolvimento em planos ou ações terroristas. Declara ter sido simpatizante da organização Al Nahda, mas, ao contrário do que pensa a Interpol, diz achar que ela não tem relações com a Al Qaeda -o grupo responsável pelos atentados de 11 de Setembro.
De inspiração fundamentalista, a Al Nahda despontou em reação ao regime presidencialista vitalício instalado na Tunísia em 1956, quando o país se tornou independente. Foi, então, declarada ilegal. O site da organização, que atua no norte da África, informa que seu propósito é falar sobre política, cultura e ideias relacionadas ao mundo islâmico e árabe.
"Na minha vida lá [na Tunísia], tinha mais simpatia pelo Nahda do que por qualquer outro partido. Mas deixei a atividade política em 1999."
Em Joinville, Skandrani, ou "seu Manar", como é chamado pelos 17 empregados, comanda a oficina Dreicar. A empresa está em nome da mulher, Maria Cristina de Almeida. "Olha essa máquina [elevador de carros]. Custou R$ 220 mil, coisa de primeiro mundo. Tenho câmeras que permitem o cliente observar o serviço pela internet."
Sobre a origem do seu dinheiro, afirma que "é tudo legal", economias dos tempos em que trabalhava, na Europa, como importador de carne. Diz que chegou a ganhar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil por mês.
Sua nova escola de aviação, a Dreifly, foi criada em dezembro, também em nome da mulher. Tem autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para ministrar aulas teóricas de voo até 2014 e funcionará no endereço da oficina.
"Vim para o Brasil trabalhar com kebab [sanduíche típico árabe]. Mas sempre tive paixão por aviação. Por ideia de um amigo, abri a primeira escola." Trata-se da Asa Azul, hoje inativa. Por que a segunda? "É para dizer que um muçulmano tem direito a viver em paz. Após o 11 de Setembro, só uma pessoa louca vai abrir escola de aviação para terroristas. Mas não vou deixar o alvo do kebab."
Inicialmente reticente ao ser procurado pela Folha em Joinville, Skandrani depois cedeu e se pôs a falar. Deu quatro horas de entrevista pessoalmente e, depois, por telefone. Em um português misturado com inglês, espanhol e francês, conta que mantém a Polícia Federal a par de todos os seus passos.
Afirma que pratica sua religião em casa e, às vezes, vai a mesquitas em Curitiba ou Florianópolis. Não convive com os poucos árabes da vizinhança.
Quanto aos atentados de 2001, ele diz que o governo dos EUA foi o responsável, para "criar um inimigo da vez".
Skandrani conta que perdeu o visto de permanência no Brasil. Diz que esteve na PF e no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, para descobrir o porquê. Sem sucesso.
"Na minha cabeça, isso aconteceu para evitar conflito com os americanos. A PF sabia de tudo que eu fazia. O Brasil não quer problema, e está certo."
Quando ainda tinha visto, Skandrani foi preso no Brasil em 31 de outubro de 2007, sob a acusação de crime de falsidade ideológica. Ele desembarcava em Guarulhos, vindo da Alemanha, sem declarar que levava consigo 14,7 mil, conforme o processo judicial relativo ao caso. A lei manda informar quantias acima de US$ 10 mil.
Foi denunciado. Responde a ação que tramita na 4ª Vara da Justiça Federal em Guarulhos. Apesar de não ter visto, ele não poderia ser deportado. Na ação, há uma determinação para que fique no país.
Procurada, a Embaixada da Tunísia não respondeu aos e-mails. A PF não quis comentar a situação de Skandrani.
Folha de S. Paulo

BRA tem 15 dias para pedir um novo contrato


Mais de um ano e meio após suspender todos os seus voos abruptamente, a BRA será punida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por meio da cassação do atual contrato de concessão da companhia aérea, tanto para voos regulares quanto para os não regulares (fretamentos, por exemplo).

A decisão foi tomada pela diretoria do órgão regulador, na terça-feira, e a previsão é de que seja publicada do Diário Oficial, hoje, sexta-feira. Segundo a assessoria de imprensa da Anac, a BRA terá 15 dias para apresentar pedido para um novo contrato de concessão para voos não regulares, segmento em que a empresa voltou a operar em abril deste ano. Durante esse prazo, afirmou a Anac, a companhia não pode fazer quaisquer voos agendados. A BRA mantém o Cheta, principal documento necessário para o funcionamento de uma companhia aérea no Brasil.

A BRA, dos irmãos Walter e Humberto Folegatti e mais sete fundos de investimentos, cancelou todas as suas operações em sete de novembro de 2007, apenas um dia após ter anunciado publicamente a decisão. A empresa deixou de transportar 70 mil passageiros que já haviam comprado passagens. Um mês depois, mesmo sem voar, a companhia entrou em recuperação judicial com cerca de R$ 220 milhões em dívidas. Após negociação com credores, os débitos foram reduzidos em até 70%.

No início deste ano, a BRA reorganizou as operações, alugou um Boeing 737 e em abril voltou a operar apenas voos fretados, como parte do plano de recuperação. Até agora, fez dez fretamentos, especialmente para clubes de futebol, e possui três voos agendados para a semana que vem. Danilo Amaral, principal executivo da aérea, disse que poderá pedir um novo contrato de concessão à Anac hoje mesmo. "A decisão da agência não afetará nosso plano de negócios", diz.

Valor Econômico

Avião Vietnamita Su-22 cai

SU-22.jpg Um Avião vietnamita Sukhoi Su-22M4 (semelhante ao modelo que figura acima) caiu em uma fazenda na quarta-feira, matando o piloto. A aeronave estava em uma missão rotineira de formação quando o incidente ocorreu, de acordo com notícias vietnamita. Uma investigação está em curso.

O Vietnã adquiriu mais de 120 aeronaves Su-22S (abaixo é um vídeo do tipo), que são uma variante da era soviética e do modelo SU-17 aeronave de ataque. Cerca de metade dos quais se crê serem ainda operacionais. Hanói está olhando para modernizar sua força aérea, que também tem RAC MiG-21s, RAC MiG-23s, Su-Su-27s e 30s no seu inventário.
Fonte:Asian Skies

Web-Ponte São Paulo-Rio tem passagem promocional a partir de R$ 99


A Webjet Linhas Aéreas está oferecendo tarifas especiais a seus clientes que utilizam os voos da Web-Ponte, no trecho São Paulo-Rio de Janeiro e vice-versa. As passagens estão custando a partir de R$ 99, por trecho, sem taxas.

As saídas de São Paulo acontecem às 8h50, 11h20, 14h45 e 18h15, com retorno do aeroporto Santos Dumont às 9h35, 13h17, 15h32 e 16h20. A Webjet utiliza no trajeto Boeings 737-300, com capacidade para 136 passageiros, e oferece, além do maior espaço do mercado entre as poltronas, serviço de bordo diferenciado, com sanduíches balanceados, bebidas e sobremesa.

O bilhete não exige permanência e antecedência mínimas para compra. Também não é obrigatória a compra de ida e volta. A promoção é válida por tempo indeterminado, e os valores são sujeitos à alteração sem aviso prévio.

Fonte: TG On line

Natal reage e deverá ter novos voos da Webjet



O presidente da Webjet Linhas Aéreas, Wagner Ferreira, acaba de anunciar que Natal deverá ganhar novas ligações a partir de julho. A decisão também leva em consideração algumas promoções pontuais desenvolvidas em conjunto com a Emprotur (Empresa de Promoções do Turismo do Rio Grande do Norte). Recentemente, a empresa aérea aumentou a demanda para Salvador e Recife.
Para Wagner Ferreira, o mercado local é importante no crescimento da empresa: “Estamos investindo para fortalecer a operação que já existe nas cidades que definimos como estratégicas. O próximo passo é estabelecer ligações intra-Nordeste, principalmente em horários e rotas que beneficiem o público de negócios, e isto inclui o mercado de Natal, que vem reagindo de forma positiva", afirma.
Fonte: Panrotas