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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sindicato diz que paralisação dos pilotos é "superior a 95%"


"De acordo com os dados que o SPAC conseguiu apurar, e para além dos serviços mínimos, apresentaram-se apenas duas tripulações ao serviço, o que representa uma adesão à greve superior a 95 por cento. Apesar destes números, que a própria TAP confirma, a empresa vai ter de explicar porque é que há voos com indicativo TAP a serem efectuados", refere um comunicado divulgado pelo SPAC.

Na nota, o sindicato anuncia que irá formalizar uma queixa ao Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho (IDICT) contra o que considera ser "uma violação grosseira e premeditada da Lei da Greve pela Administração da TAP".

"O SPAC sabe que a Administração da TAP está a recorrer ao fretamento de aviões numa tentativa desesperada de contornar os efeitos de um conflito para o qual contribuiu decisivamente, uma vez que se mostrou indisponível para encontrar uma solução negociada para o Acordo de Empresa", sustenta.

O SPAC refere ainda saber que os inspectores da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) "já estão a investigar a situação".

No comunicado, o SPAC faz ainda um balanço provisório da greve.

"O SPAC sabe que foram efectuados apenas dois voos para além dos que estavam previstos nos serviços mínimos. O SPAC conseguiu apurar ainda que já foram realizados 4 voos com recurso a aviões externos à TAP. Os voos de regresso a território nacional em período de greve resultam de uma decisão exclusiva do próprio SPAC", revela.

A greve de dois dias dos pilotos da TAP, iniciada à meia-noite, foi convocada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) devido ao "impasse" no processo de revisão do Acordo de Empresa e ao "descontentamento" com a gestão do presidente-executivo da transportadora, Fernando Pinto.

DN

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