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domingo, 9 de dezembro de 2012


AOS AMIGOS, CLIENTES E LEITORES DESTE BLOG, DESEJAMOS À TODOS UM FELIZ NATAL.



Natal

Dona da Iberia vai à Justiça contra greves



A International Consolidated Airlines Group (IAG), dona das companhias aéreas British Airlines e Iberia, entrou na Justiça contra o sindicato dos pilotos da Espanha por causa das greves realizadas na empresa espanhola no final de 2011 e início deste ano. A decisão de entrar com um processo judicial foi tomada dias depois de tripulantes e funcionários de terra da Iberia anunciarem que farão uma nova paralisação durante a temporada de viagens de Natal, em protesto contra as demissões anunciadas na companhia.

A IAG afirmou que a ação, aberta pelo Tribunal Superior do Reino Unido, não estava relacionada à reestruturação anunciada recentemente na Iberia. Como muitas companhias tradicionais em toda a Europa, a IAG está lutando contra adversidades causadas pela economia difícil e os preços elevados dos combustíveis, que afetaram os lucros em todo o setor. A reestruturação em curso da IAG envolve o corte de 15% da capacidade da Iberia, com a eliminação de 4.500 postos de trabalho e 25 aeronaves. A IAG anunciou recentemente uma queda de 24% no lucro do terceiro trimestre, principalmente por causa de perdas na Iberia.

Em sua ação, a IAG está buscando uma declaração de que seus direitos na União Europeia foram violados e que a British Airways está tendo perdas porque as greves afetaram seus negócios, levando a empresa a registrar um prejuízo financeiro.

Greve. Na terça-feira, os funcionários da Iberia anunciaram a paralisação de suas atividades em dezembro, nos dias que antecedem a agitada temporada de viagens para o Natal. Os trabalhadores anunciaram que a greve entrará em vigor nos dias 14, 18, 19, 20 e 21 de dezembro. O sindicato de pilotos da Espanha não participará da paralisação por estar envolvido com outras questões trabalhistas relativas à companhia, disse um funcionário do sindicato.

Uma greve na maior companhia aérea da Espanha em dezembro, um dos meses mais movimentados do ano nos aeroportos, pode causar impactos significativos no tráfego aéreo. No ano passado, 1,5 milhão de voos decolaram ou aterrissaram no país, registrando o quarto maior número entre os europeus.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Azul recebe a primeira aeronave ostentado a nova marca



A companhia aérea Azul acaba de receber um novo avião ATR 72-600, que é a primeira aeronave que ostenta a nova identidade visual da empresa resultante da união com a TRIP após aprovação das autoridades governamentais. O turboélice será operado pela TRIP e deve entrar em sua malha no  dia 5 de dezembro.

A nova identidade visual traz a letra “U” na palavra Azul grafada em uma tonalidade diferente, fazendo alusão à marca da TRIP. Há ainda outra mudança: as expressões “Linhas Aéreas Brasileiras” e “Brazilian Airlines”, que hoje fazem parte da marca, deixam de existir, uma vez que a empresa já se consolidou no mercado doméstico.

Os aviões já existentes nas malhas das empresas receberão gradativamente a nova identidade unificada e a expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.


Fonte: Revista Flap

British processa sindicato por prejuízos na Espanha



A British Airways quer receber indenização do sindicato de pilotos de avião espanhóis, o Sepla, porque afirma ter sofrido prejuízos com uma série de greves na Espanha.

A empresa aérea entrou com processo judicial contra o sindicato porque, segundo argumenta, as greves organizadas pelo Sepla tiveram impacto negativo nas operações conjuntas que possui com a Iberia, da Espanha.

A International Airlines Group (IAG), controladora da British Airways e da Iberia, também está envolvida em ações legais contra o Sepla, mas negou que a medida tenha por intenção pressionar o sindicato a concordar com uma ampla reestruturação da Iberia.

Justo Peral, principal representante do Sepla na Iberia, nega que o sindicato tenha prejudicado a British Airways.

Ele reagiu ao processo dizendo que o sindicato não negociará com a diretoria a proposta de reestruturação da Iberia, que foi anunciada neste mês e inclui o corte de 4,5 mil empregos - 22% do quadro de funcionários.

A situação coloca em evidência os ânimos cada vez mais acirrados na Iberia. Sindicatos representando a tripulação e funcionários em terra ameaçam realizar seis dias de greves a partir de 14 de dezembro, em protesto contra o plano de reestruturação.

O Sepla não pode participar de paralisações em consequência de um processo de arbitragem convocado pelo governo, que pôs fim em abril à série anterior de greves.

Essas greves, com paralisações em 18 dias, começaram em dezembro passado e foram organizadas depois de a Iberia anunciar seu planejamento para a Iberia Express, uma aérea de baixo custo.

A Iberia vem sofrendo com a concorrência de companhias de baixo custo, como a irlandesa Ryanair. A Iberia Express supostamente é uma resposta a esse movimento. Os pilotos da Iberia Express recebem menos do que os da Iberia, o que originou as greves.

A British Airways que receber indenização porque possui operações conjuntas com a Iberia em serviços para passageiros entre Londres e Madri. A empresa britânica sustenta que essa operação foi prejudicada pelas greves. Também afirma que as paralisações prejudicaram outra operação conjunta, dela com a Iberia e a American Airlines, que presta serviços a passageiros entre a Europa e os Estados Unidos.

"A IAG busca uma declaração de que seus direitos na União Europeia foram violados e a British Airways busca indenização porque as greves afetaram suas operações, causando prejuízo financeiro", informou a holding.

IAG e British Airways devem sustentar que as greves foram desproporcionais e não justificadas, porque os pilotos da Iberia não tiveram sua remuneração modificada após a criação da Iberia Express, em março. A Iberia não entrou com ação separada por indenização contra a Sepla.




Fonte: Valor Econômico

Avianca encomenda três jatos Boeing 787 Dreamliner



A fabricante americana Boeing anunciou o fechamento de um novo contrato com a companhia aérea colombiana Avianca para entregar três jatos 787 Dreamliner. O pedido, anteriormente atribuído a um cliente não identificado, está avaliado em cerca de 620 milhões dólares.

O novo pedido eleva o total de jatos do tipo encomendados para 15, pois a empresa já tinha contrato para receber 12 aviões firmado em 2007. O valor total do contrato sobe para mais de US $ 3,1 bilhões.


Fonte: Revista Flap

Ministério da Justiça exige que Gol informe como vai atender clientes da Webjet


Funcionários da empresa Webjet fazem pequeno protesto em frente ao Hotel Novo Mundo no Rio
após receberem comunicado de suas demissões
ALEXANDRE CASSIANO / AGÊNCIA O GLOBO

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do Ministério da Justiça, notificou a Gol para que informe como fará o atendimento dos consumidores após o encerramento do voos da Webjet. O diretor do DPDC, Amauri Oliva, disse que tomou ciência do caso pela imprensa e que a empresa precisará prestar esclarecimentos, em até dez dias, de forma a garantir que ninguém seja prejudicado.

— Queremos saber como ela informou o consumidor sobre o encerramento das atividades da Webjet, o volume de passagens comercializadas e ainda não usadas, qual será o procedimento para remarcação ou reembolso e ainda se a Gol assumirá os voos para cidades que antes eram atendidas exclusivamente pelo Webjet ou que tinham nas empresas as melhores opções de horários para o consumidor.

Oliva informa ainda que foi pedido a empresa que determine uma pessoa em cada estado do país para ser o interlocutor junto aos órgãos de defesa do consumidor caso ocorra algum problema.

— Espero que nesse processo de encerramento sejam garantidos os direitos dos consumidores.

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT) decidiu investigar as demissões dos 850 funcionários da Webjet. O procurador do Trabalho Carlos Augusto Sampaio Solar, da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis) do MPT, vê indícios de ilegalidade nas demissões. Ele afirma que as demissões foram feitas de forma abrupta e não obedeceram aos “requisitos previstos no contrato de trabalho”.

— O MPT não concorda com a forma como foi feito o desligamento dos funcionários da Webjet — afirmou Sampaio Solar, em nota. Segundo ele, um pedido feito por uma comissão de aeronautas deverá ser transformado em inquérito civil na segunda-feira.

Onda de demissões devido a fusão já era prevista

No mesmo momento em que o presidente da empresa, Paulo Kakinoff, participava de uma teleconferência com a imprensa para anunciar o fim da Webjet na manhã desta sexta-feira, a controlada fazia reuniões com os funcionários nas suas cinco bases que ficam no Rio, Salvador, Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte. Os empregados foram convocados para o encontro no fim da noite de ontem e no início da manhã de hoje. Às 10h20, as ações da Gol subiam 0,31%, cotadas a R$ 9,71, enquanto o Ibovespa tinha variação negativa de 0,19%.

Dos trabalhadores que não foram demitidos, 450 serão absorvidos imediatamente na estrutura da Gol, entre eles profissionais que trabalham nos aeroportos, incluindo check-in e despacho de bagagem. Outros 200 funcionários ficarão na empresa no momento de transição e serão desligados nos próximos meses.

Desde que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a compra da Webjet pela Gol no mês passado, havia rumores de que poderia ocorrer uma leva de demissões. Os funcionários, no entanto, não imaginavam que seria nessa dimensão.

Gisele Lourenço, 30 anos, trabalhava há quatro anos como comissária de bordo da Webjet. “Recebi e-mail da empresa ontem à noite convocando uma reunião sem dizer o motivo. Quando chegamos aqui, o presidente da empresa leu um comunicado anunciando as demissões. Foi uma comoção geral, todo mundo chorando”, disse ela, que também já foi funcionária da Vasp.

No Rio, as reuniões para tripulantes foram realizadas no Colégio Brasileiro de Cirurgiões, em Botafogo, e no Hotel Novo Mundo, no Flamengo. E para os outros funcionários, a reunião ocorreu no aeroporto Galeão.

Todos os funcionários foram convocados para assinar a carta de demissão e dispensados de cumprir aviso prévio. Como a empresa só dará baixa na carteira de trabalho no próximo dia 23, a empresa não precisará pagar o reajuste salarial atualmente em negociação.

Boa parte dos funcionários que estava no Colégio Brasileiro de Cirurgiões se dirigiram ao Hotel Novo Mundo e realizaram um protesto contra as decisões da Gol. Com nariz de palhaço, chamaram a empresa de “covarde”.

O órgão regulador do setor não tem prerrogativa de interferir em decisões das empresas, como essa, que cabem fazem parte da estratégia de negócios. Porém, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ressalta que irá monitorar e fiscalizar o cumprimento dos compromissos firmados pela empresa com passageiros que já compraram passagens, e verificar se a empresa está prestando a assistência devida.

“A GOL é responsável por assegurar o adequado atendimento aos clientes da Webjet, acomodando-os em outros voos para realizar seu transporte, bem como prestando assistência integral aos passageiros que porventura possam vir a ser afetados durante o período de encerramento das operações. A ANAC notificou a empresa, que foi instada a comprovar todos os procedimentos adotados relativos à execução dos contratos de transporte já firmados pela Webjet”, afirmou a Anac, que disponibiliza o telefone 0800 725 4445 para passageiros que queiram fazer reclamações sobre a não prestação de atendimento.

Empresa decide devolver aviões da Webjet

A principal razão que levou a Gol a realizar as demissões foi a decisão da empresa de devolver as 20 aeronaves da Webjet devido a seu elevado consumo de combustível. De acordo com a companhia, a primeira medida para o encerramento das atividades é a extinção das operações de voo da controlada.

“A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo”, explicou a empresa.

O modelo da Gol 737-800 é até 30% mais eficiente no consumo de combustível na comparação com o da Webjet. Hoje, o combustível responde por 46% dos custos totais da Gol.

— O combustível é o principal gasto que a Gol deixará de ter com o fim da Webjet — afirmou Kakinoff.

A Gol possui 128 aviões e vai permanecer com a mesma quantidade. O presidente da Gol negou temer perda de participação no mercado com a devolução dos aviões da Webjet e disse que a taxa de ocupação da companhia vai subir. Hoje, os passageiros ocupam de 65% a 70% dos assentos das aeronaves. Segundo Kakinoff, mesmo com a devolução da frota, não terá redução de frequência (voo de ida e volta).

Voos deixaram de operar

Segundo a empresa, os clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos e terão seus voos garantidos. “A Gol permanece, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas”, afirmou a companhia.

Desde a meia noite de ontem os voos da Webjet pararam de operar. Todos os passageiros foram realocados em voos da Gol. Nas próximas semanas, os clientes ainda vão encontrar trabalhadores com uniformes da Webjet. O sistema operacional da empresa, porém, já está integrado.

A Gol concluiu a compra da Webjet em outubro de 2011, por R$ 70 milhões, além de ter assumido dívidas de cerca de R$ 200 milhões.

A Gol já tinha demitido cerca de 2.000 funcionários entre abril e maio deste ano com a redução dos voos. Ao fim deste ano, a companhia terá 17.000 colaboradores, incluindo os funcionários que serão incorporados da Webjet. Em 2011, a companhia terminou com 20 mil trabalhadores.

Fonte: O Globo

Aeronautas vão à Procuradoria contra demissões na Webjet



O Sindicato dos Aeronautas (SNA) protocolou denúncia na Procuradoria do Trabalho da 1ª Região, cuja jurisdição abrange o Rio de Janeiro, na qual afirma que as demissões de 850 funcionários da Webjet pela Gol ferem a convenção coletiva da categoria e rompem o compromisso assumido pela empresa de manter “grande parte dos aeronautas”. A denúncia, à qual o GLOBO teve acesso, foi feita na sexta-feira, dia em que as dispensas foram anunciadas pelo presidente da Gol, Paulo Kakinoff. A tripulação foi 100% demitida.

Segundo a denúncia, em reuniões entre sindicato e a Gol, a empresa dizia que haveria “ajustes pontuais” na folha. Além disso, na cláusula 9 da convenção coletiva do SNA são elencados critérios para redução de força de trabalho, como dar prioridade aos mais novos na companhia. A Gol diz que nunca houve garantia de preservação de emprego.

Representantes do sindicato terão audiência com a Comissão de Infraestrutura do Senado amanhã, às 10h, para tratar do assunto. Também foi enviada carta à Casa Civil, em que o sindicato questiona a concessão benefícios ao setor pelo governo federal, sem contrapartida de manutenção de empregos. Em setembro, o governo estendeu à aviação civil a desoneração de 1% da folha de pagamento.

— Vamos tentar reverter ao menos parte das demissões. Como o Cade (Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência) permite demissão em massa? — diz Gelson Fochesato, presidente da SNA.

Ao aprovar a compra da Webjet, em outubro, o Cade fez restrições ao uso de slots (permissão de pouso e decolagem), mas não se manifestou sobre eventuais demissões.

Fonte: O Globo

Anac diz que 'monitora e fiscaliza' encerramento da Webjet



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta sexta-feira (23/11) que está “monitorando e fiscalizando” a desativação da empresa aérea Webjet, anunciada mais cedo pela Gol, sua controladora.

A Gol anunciou a demissão de 850 funcionários como parte do processo de encerramento das atividades e da marca da controlada Webjet.

Em nota, a agência informou que adotou a medida “para verificar se todos os passageiros da empresa [Webjet] estão sendo acomodados, conforme estabelecido pela regulamentação da Anac".

A Gol, diz a nota, deve realocar todas as pessoas que compraram passagens para voar pela Webjet e garantir “assistência integral aos passageiros que porventura possam vir a ser afetados durante o período de encerramento das operações” da empresa.

A Anac informou ainda que a Gol foi notificada e deverá “comprovar todos os procedimentos adotados relativos à execução dos contratos de transporte já firmados pela Webjet”.

Passageiros prejudicados

Segundo a agência, passageiros que se sintam prejudicados ou tenham direitos desrespeitados devem procurar a empresa para resolver o problema. A pessoa também pode entrar em contato com a própria a Anac, além de órgãos de defesa do consumidor.

O telefone para falar com a central de atendimento da Anac é o 0800 725 4445. O serviço funciona todos dias, 24 horas e realiza atendimento em inglês e espanhol.

Resolução da Anac prevê que, em caso de cancelamento, atraso ou preterição de embarque, os passageiros têm direito a acomodação em outros voos ou receber de volta o valor pago pela passagem. O descumprimento dessas regras pode render à empresa multa de R$ 4 mil a R$ 10 mil por infração.

Sindicato cogita greve

O Sindicato Nacional dos Aeronautas afirmou ter ficado "surpresa com o anúncio das demissões em massa, pois em contatos com a Gol, nas últimas semanas, a direção da empresa falou que só realizaria demissões em último caso".

“As empresas aéreas estão sufocando os trabalhadores. Ou elas fecham as portas de vez ou agem de uma forma correta", afirmou o presidente do sindicato, Gelson Fochesato, que não descarta a possibilidade de haver uma greve da categoria na primeira semana de dezembro.

MPT estuda possibilidade de atuar no caso

O procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, afirmou nesta sexta-feira que o Ministério Público do Trabalho (MPT) estuda a possibilidade de intervir no caso das 850 demissões anunciadas pela Gol. “O Tribunal Superior do Trabalho, no caso das 4 mil demissões da Embraer, deixou o indicativo de que demissões em massa não podem ser unilaterais, exigindo prévia negociação coletiva trabalhista", disse, em nota divulgada pelo MPT.

Para Luís Camargo, a demissão em massa da Gol é incongruente, pois a perspectiva para o setor é de crescimento. “É lamentável tomar conhecimento de que um processo de fusão de duas empresas de um setor tão importante e que conta com perspectivas de crescimento com os grandes eventos que estão por vir – a Copa do Mundo e as Olimpíadas – leve à demissão em massa.”

Fim da Webjet

A Gol informou nesta sexta que deu início ao processo de encerramento das atividades de sua controlada Webjet e à descontinuidade de sua marca. De acordo com o presidente da companhia, Paulo Kakinoff, 850 funcionários, entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves, serão demitidos.

Desse total, 143 são técnicos (comandantes e copilotos), 400 são de operação comercial e o restante é de profissionais do grupo de manutenção. A Webjet tinha um quadro de 1.500 funcionários. Uma parte será absorvida pela Gol.

A Gol concluiu a compra da WebJet em outubro de 2011, por R$ 70 milhões, além de ter assumido dívidas de cerca de R$ 200 milhões.

Fonte: G1

Na teoria "Economia de Mercado", na pratica "Economia Estatal"



O MPF (Ministério Público Federal) pediu explicações sobre o fim das atividades da Webjet à Gol e à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) em ofício enviado hoje. O órgão quer confirmar a explicação veiculada na imprensa de que o fim da Webjet teria sido provocado pelas especificações técnicas das aeronaves. Caso isso seja verdade, o documento questiona por qual razão isso não foi avaliado anteriormente à fusão das empresas.
 
No documento enviado à agência reguladora, o MPF pede também uma série de informações sobre a utilização dos slots operados pela Webjet, tanto na fase anterior à fusão quanto após a compra pela Gol, até o encerramento das atividades da empresa. Slot é o termo usado para definir os horários que as empresas podem utilizar num aeroporto. Eles são distribuídos pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para as companhias aéreas e considerados um valioso ativo pela indústria.

O procurador da República Thiago Lacerda Nobre, pediu à Anac que analise a possibilidade de redistribuição dos slots da Webjet entre as demais empresas interessadas e, se o fizer, que seja por meio de licitação.

"Além de aspectos relacionados à concorrência, que podem impactar no aumento do preço das passagens, é importante analisar os impactos que este súbito encerramento das atividades da Webjet pode ter em toda a malha aérea", fiz Nobre, em nota.

O procurador alerta que "não pode o interesse privado se sobrepor ao público, devendo ser muito bem explicada a gestão dos slots que antes pertenciam à Webjet evitando-se assim a concentração do mercado, sobretudo em aeroportos já saturados".

Além disso, o MPF também requisitou informações sobre as rotas da Webjet nos últimos 30 dias de funcionamento, bem como se tais rotas operacionais continuam a ser operadas pela Gol Linhas Aéreas. Além de informações sobre os direitos dos passageiros e realocações em voos da própria Gol.

Outra questão abordada é o total de funcionários dispensados, com questionamentos sobre assistência prestada aos demitidos e o total de realocados.

Cade

O MPF também pediu à Anac e à própria Gol que informe, em detalhes, se a empresa manteve a regularidade do compromisso de desempenho firmado por determinação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) como condição para aquisição da Webjet.


Fonte: abetar

Avianca inicia aposentadoria de Fokker 100


A Avianca Brasil vai reduzir o ritmo de expansão da oferta de voos em 2013 diante do atual cenário adverso do setor aéreo. A empresa pretendia começar a devolver suas 14 aeronaves Fokker MK-28, o chamado Fokker 100, no segundo semestre de 2014. O plano será antecipado para janeiro do ano que vem.

"O nosso plano 'A' era continuar a expandir a frota, recebendo novas aeronaves e mantendo os Fokker até 2014. O plano 'B' era substituir os Fokker pelas aeronaves novas da Airbus que vamos receber no ano que vem", disse o presidente da Avianca Brasil, José Efromovich.

A decisão tem o objetivo de desacelerar o crescimento da companhia, que ampliou em 87% sua oferta de assentos para voos domésticos neste ano, a maior expansão do mercado. O aumento da capacidade fez a participação de mercado da empresa atingir 5,5% em setembro deste ano, contra 3,8% registrados no mesmo mês do ano passado, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A Avianca começou a usar o Fokker em 2006, quando ainda se chamava Ocean Air. As aeronaves vieram da American Airlines e hoje têm cerca de 20 anos de operação. A empresa planeja devolver nove aeronaves do modelo até o fim do ano que vem. "Existe uma oferta no mercado brasileiro maior do que a necessária", explica Efromovich.

A empresa já tem cinco aeronaves Airbus A318 previstas para chegar em 2013, mas o número pode ser maior, dependendo das condições do mercado. Por ter os mesmos controladores que a Avianca colombiana, a companhia brasileira pode receber aeronaves encomendadas pelo grupo se o mercado reagir. "Temos essa flexibilidade", disse Efromovich.

"Essa decisão faz parte do planejamento da empresa. Se achasse que o mercado está bom, a companhia receberia os Airbus e ficaria mais tempo com os Fokker", avaliou o professor de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS, Elones Ribeiro.

Apesar da desaceleração, a Avianca ainda planeja ampliar em cerca de 30% sua oferta de assentos no ano que vem. A expansão é possível porque as aeronaves Airbus A318 têm 120 assentos, contra 100 do Fokker.

Retração. As líderes TAM e Gol adotaram neste ano uma postura mais conversadora nos seus planos de expansão. A Gol prevê reduzir sua oferta de assentos em 4,5% neste ano e, a TAM, em 2%.

Em 2013, a perspectiva é de novos cortes. A TAM deve diminuir em até 7% sua oferta e a Gol prevê uma queda entre 5% e 8% só no primeiro semestre. Essa retração é uma tentativa das empresas de voar com aviões mais cheios e elevar a rentabilidade.

Fonte: O Estado de S.Paulo

‘Gol terá que manter a oferta’



Segundo relator de processo, a maior preocupação do Cade na fusão com Webjet é com slots no Aeroporto Santos Dumont

-BRASÍLIA- O relator do processo que resultou na aprovação da fusão da Gol com a Webjet no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Ricardo Ruiz, disse ao GLOBO que o Aeroporto Santos Dumont é o principal temor do órgão. O receio é que a Gol reduza a oferta de voos.

● O Cade ficou surpreso com as demissões na Webjet?
Na condição de conselheiro, não avalio a estratégia da empresa, mas se a fusão gerará ambiente de oferta ruim. A decisão do Cade foi que a aquisição da Webjet não geraria maiores problemas ou preocupação com a concorrência, com exceção da forma como a Gol operaria no Santos Dumont.

● Como assim?
Estudamos a capacidade de 19 aeroportos atendidos pelas empresas, e apenas em Santos Dumont e Congonhas não há slots disponíveis. Em Congonhas, no entanto, a Webjet operava aos sábados e domingos, quando o aeroporto fica relativamente ocioso. No Santos Dumont, não há slots livres. E, ao comprar a Webjet, a Gol ficou com 142 slots por dia. Se fechar capacidade lá, outra empresa não consegue repor a oferta.

● O que garante que isso não vai ocorrer?
A Gol terá que fazer o pouso e aterrissagem em 85% dos horários autorizados, senão terá que devolver slots para a Anac. O Cade retirará slots da Gol se ela não cumprir o acordo assinado.


Fonte: O Globo

Companhias aéreas propõem mudar data-base de funcionários para 1º de abril


A reunião realizada na tarde desta quarta-feira entre representantes dos sindicatos de aeronautas (tripulantes), aeroviários (que trabalham nos aeroportos) e companhias aéreas terminou em impasse. As empresas propõem a mudança da data-base destes profissionais de 1º de dezembro para 1º de abril.

Segundo Odilon Junqueira, negociador das empresas, o objetivo é evitar a repetição do que tem acontecido nos últimos anos, em que os funcionários ameaçam fazer paralisações durante as festas de fim de ano.


"É inadequado discutir isso em dezembro. Há um problema de infraestrutura, de demanda elevada no período e ainda coincide com o Natal. Seria melhor para toda a sociedade transferir a data para abril", disse.


Junqueira afirma que no fim do ano as companhias aéreas já estão pressionadas por itens como fechamento de balanços e atendimento da demanda e que a transferência poderia resultar em maior atenção às reivindicações. A proposta apresentada pelas empresas resultaria em reajuste entre 5% e 5,5%, de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), acumulado no período de dezembro de 2009 a novembro de 2010. O reajuste incluiria salários, diárias, ticket alimentação e cesta básica.


Somente em abril os trabalhadores do setor discutiriam o aumento real nos salários, além do índice de inflação acumulado de dezembro a março.


Junqueira classificou a possibilidade de uma greve no fim do ano dos funcionários das companhias aéreas como "uma temeridade". Ainda estão previstas rodadas de negociação nas próximas semanas.


Para Uébio José da Silva, presidente da FNTTA (Federação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aéreo), a proposta não será aceita. "Não descartamos a paralisação. É um direito do trabalhador. As empresas estão em céu de brigadeiro, com 14 milhões de bilhetes vendidos para o fim do ano e não querem dar nada para o trabalhador", disse. Até o dia 30 serão realizadas assembleias para discutir as propostas. Ele avalia que a mudança da data-base reduziria a margem de negociação dos funcionários.


Os trabalhadores pedem reajuste mínimo de 15%, além da concessão de outros benefícios.



Fonte: Folha Online

Delta anuncia resultados financeiros e operacionais de novembro de 2012

Foto: Assessoria de Imprensa Delta Airlines
A Delta Air Lines anunciou seu desempenho financeiro e operacional relativo ao mês de novembro de 2012.
Neste período, o faturamento da Delta melhorou 2,5% em relação ao ano de 2011, principalmente devido ao aumento da receita, a capacidade de disciplina e a forte demanda gerada pelas comemorações de Ação de Graças. A empresa está estimando que o efeito da supertempestade Sandy, no início de novembro, impactou negativamente as receitas do mês em US$ 30 milhões, o que reduziu o lucro do período em cerca de US$ 25 milhões. A receita unitária da empresa para o mês ficou aproximadamente um ponto abaixo do esperado e isto se deve ao impacto da tempestade.
A tormenta também atingiu negativamente o início das atividades da refinaria da empresa, diminuindo os níveis de produção e  eficiência da fábrica. Como resultado da diminuição na contribuição da refinaria Trainer, e com as alterações nos preços dos combustíveis no mercado, a empresa espera agora que o preço do combustível, para o quarto trimestre, fique entre US$ 3,20 e US$ 3,25 por galão.
Novembro se apresentou como mais um mês de forte desempenho operacional para a Delta. A taxa de pontualidade foi de 99,6% e 90,5% dos voos da empresa, uma melhora de aproximadamente 2% na comparação com o ano passado.

Fonte: Portal Aviação Brasil.

88% dos passageiros de Guarulhos querem autoembarque


Foto: Enos Moura Filho
De acordo com pesquisa da SITA, quase 90% dos passageiros que passam pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, gostariam de utilizar o serviço de autoembarque. Este interesse dos passageiros somado à alta demanda por novos serviços de autosserviço de bagagem foram os principais resultados da SITA / ATW Passenger Survey, pesquisa anual sobre autoatendimento realizada nos principais aeroportos do mundo. O aeroporto de Guarulhos atende cerca de 30 milhões de passageiros a cada ano. O desejo pelo autoatendimento aumentou 66% em relação à versão de 2011.
A transferência para outros voos é a principal causa de estresse entre os passageiros de São Paulo e 86% estão interessados em utilizar os quiosques de autosserviço para transferir seus voos, o que representa um aumento de 65% em relação ao ano passado. Os resultados da pesquisa deste ano indicam que os passageiros estão receptivos aos autosserviços que irão facilitar a viagem.
Curiosamente, os passageiros de São Paulo querem mais novos serviços de bagagens do que a média global dos seis principais aeroportos pesquisados. Cerca de 88% gostariam de receber informações em tempo real sobre suas bagagens no celular; 79% gostariam de imprimir suas etiquetas de bagagens contra uma média global de 68%; e 69% gostariam de utilizar os quiosques de autoatendimento para despacho de bagagens. No caso de extravio ou uso indevido de bagagens, 92% gostariam de apresentar um relatório nos quiosques e 83% gostariam de fazê-lo através de seu celular. A demanda global existe. Apenas 17% utilizam a equipe de despacho de bagagens e apenas 1% despacha a própria bagagem, mostrando uma grande margem para o crescimento nesta área.
Elbson Quadros, diretor de contas da SITA e porta-voz do Fórum de Investidores em Infraestrutura Aeroportuária em São Paulo, diz: “Desde a nossa última pesquisa, há um ano, o uso de autoatendimento para a realização de check-in mais que dobrou; 35% dos passageiros já usam o serviço, contra 13% do ano passado. Os passageiros querem utilizar autosserviço através de múltiplos canais – quiosque, sites e celulares – ou seja, as companhias aéreas e os aeroportos podem usar o autoatendimento para melhorar a experiência do aeroporto, especialmente quando eles enfrentam restrições de capacidade e infraestrutura. Dos seis aeroportos que participaram da pesquisa, Guarulhos representa o maior índice, 85%, na utilização de check-in no autoatendimento de check-in, o que mostra que há um potencial cada vez para adoção do serviço em São Paulo”.
Não é nenhuma surpresa a popularidade dos serviços móveis neste aeroporto, 99% dos passageiros pesquisados tinham um telefone celular e pouco mais de metade destes passageiros tinham smartphones. Mais de 80% dos passageiros pesquisados estão interessados em fazer buscas de voos, assim como receber atualizações dos mesmos através de seu telefone, enquanto 82% gostariam de usar seus telefones para obter informações do aeroporto.
Quadros acrescenta: “A SITA trabalha com os aeroportos e companhias aéreas para ajudar a melhorar a experiência do passageiro e esta pesquisa oferece uma perspectiva única de suas necessidades. Nós temos aprendido aqui em Guarulhos, e também com a experiência da SITA em outras partes do mundo, que quando o autosserviço está amplamente disponível e bem promovido, o público responde com entusiasmo. Esperamos que o aumento do uso do autoatendimento se mantenha ao longo dos anos, assim como o crescimento de São Paulo, e poderemos prestar mais serviços ao aeroporto.”
Estes resultados são da 7a SITA/ATW Passenger Self-Service Survey, que usou uma amostra de 280 milhões de passageiros que passam pelos seis principais aeroportos mundiais: Internacional de Abu Dhabi; Capital Internacional de Pequim; Internacional de Frankfurt; Hartsfield-Jackson, Atlanta; Internacional de Chhatrapati Shivaji, Mumbai; e Internacional de Guarulhos International, São Paulo. A pesquisa inclui 2,526 passageiros de mais de 70 países.

Fonte: Portal Aviação Brasil.

Homem atropela e mata mulher no Aeroporto de Congonhas


Mãe e filha foram atingidas por veículo em alta velocidade às 5h30 da manhã no setor de desembarque do aeroporto. Segundo a polícia, o motorista parecia estar embriagado

 
CET inicia a retirada do Honda que atropelou duas mulheres em Congonhas nesta madrugada
Um motorista atropelou e matou, por volta das 5h30 deste sábado, uma mulher de 56 anos na parte externa do setor de desembarque do Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. 
Futura Press
Câmera de segurança do aeroporto mostra o momento em que o carro atropela mãe e filha
Junto com a vítima estava sua filha, de 27 anos, que também foi atingida pelo Honda prata placa DGB-8365, mas sobreviveu e foi levada ao Hospital Municipal Arthur Ribeiro de Saboya, no Jabaquara, onde permanece internada. Seu quadro de saúde é "estável" e apresenta "evolução", de acordo com a equipe médica que cuida do caso.

Os socorristas do ambulatório do aeroporto prestaram o atendimento médico inicial às vítimas. A mãe, Clarisse Costa - nome informado pela Polícia Civil -, no entanto, chegou sem vida ao hospital.

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Oficiais da Delegacia da Polícia Civil do Aeroporto de Congonhas informaram que o motorista, que não teve seu nome divulgado até o momento, apresentava sinais de embriaguez. Ele foi preso em flagrante por homicídio.
FONTE: IG.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nasa e Boeing desenvolvem avião silencioso de design inovador


Nasa e Boeing estão desenvolvendo um avião com design inovador. As pesquisas pretendem construir um modelo de aeronave para transporte de passageiros mais eficiente. Uma das preocupações dos engenheiros envolvidos no projeto X-48 é criar um avião que seja muito mais silencioso, poupando vizinhos de aeroportos do incômodo provocado pelo ruído dos aviões.

Projeto visa a criação de um novo paradigma de design para as aeronaves do futuro (Foto: Reprodução)Projeto visa a criação de um novo paradigma de design para as aeronaves do futuro (Foto: Reprodução/Autopia)
Projetar o avião do futuro também envolve criar soluções que aumentem a eficiência no consumo de combustível e a segurança. Para melhorar o desempenho da aeronave, as empresas apostaram num desenho que foge completamente do tradicional: em vez de asas transversais e uma fuselagem longa, o X-48 foi proposto para usar o conceito de asas curvas (blended wings, no inglês).

Essa proposta oferece melhor desempenho aerodinâmico para o avião, o que diminui a necessidade de consumo de combustível: se a aeronave tem melhor capacidade de perfurar o ar e gerar sustentação, menos combustível os motores irão consumir para mantê-la voando.
Em termos de diminuição de ruído, a equipe de projeto decidiu equipar os protótipos com turbinas menores e cuidadosamente isoladas. A ideia é garantir que a aeronave seja mais silenciosa do ponto de vista das pessoas na terra, seja nas manobras no aeroporto, ou nos primeiros quilômetros após a decolagem ou antes da aterrissagem, que perturbam consideravelmente as vizinhanças dos aeroportos.

Não há data prevista para a Boeing lançar comercialmente o primeiro modelo baseado nas concepções do X-48. Entretanto, as diversas versões e protótipos do projeto, juntas, já somam 100 voos bem sucedidos. A Boeing pretende realizar ainda 20 outras missões com os protótipos antes de considerar o programa de desenvolvimento como concluído.

TECHTUDO

Airbus e Boeing trocam farpas em anúncios


Anúncio da Airbus trouxe a imagem de um Boeing com nariz de Pinóquio.
Fabricantes travam discussão em público sobre desempenho de aviões.

A Airbus e a Boeing travaram uma verdadeira discussão em público sobre o desempenho dos mais recentes modelos, em meio à briga por mercado com base em aviões que prometem eficiência de combustível às endividadas companhias aéreas.
A briga está chegando às principais publicações especializadas com uma série de anúncios carregados na tinta em que as fabricantes tentam manter o espaço no mercado de aviões comerciais, que movimenta 100 bilhões de dólares por ano.
Anúncio da Airbus publicado na revista Aviation Week com traz avião com nariz de Pinóquio. (Foto: Reprodução/Bloomberg)Anúncio da Airbus publicado na revista Aviation Week traz avião com nariz de Pinóquio. (Foto: Reprodução/Bloomberg)
Na mais recente capítulo dessa troca de farpas, a Airbus publicou um anúncio na revista Aviation Week em que acusa a rival de "exagerar as capacidades" dos modelos 737 e 747.
O anúncio trazia a imagem de um Boeing com nariz de Pinóquio e a seguinte frase: "Por que nosso concorrente está distorcendo a verdade?".
O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, disse que a fabricante europeia recorreu ao Pinóquio em resposta às recentes propagandas em que a Boeing apresentava seus modelos como muito melhores que os da rival.
"Eles estão deturpando a verdade em termos de magnitude", afirmou Leahy à Reuters.
A Boeing explicou o anuncio: "Acreditamos - e a História tem mostrado isso - no desempenho superior de nossos produtos e serviços. Nós nos baseamos em números", disse o porta-voz da Boeing, Marc Birtel.

G1

ncrível: Avião cai no oceano Índico e todas as 29 pessoas a bordo sobrevivem


Um avião caiu nesta terça-feira no oceano Índico, perto das Ilhas Comores, após sofrer problemas mecânicos, mas todas as 29 pessoas a bordo sobreviveram. O jato Embraer caiu a 200 metros do aeroporto de Moroni, cinco minutos após decolar nesta manhã, de acordo com autoridades. O avião, da Inter-Iles, viajava para a ilha vizinha de Anjouan.

Uma autoridade sênior, que se identificou apenas como Zarouk e estava a bordo da aeronave, disse que o combustível do avião estava vazando “como uma torneira aberta” após a decolagem. Ele alertou o piloto que decidiu voltar ao aeroporto, mas não conseguiu pousar a tempo, caindo no mar.

O diretor geral do Departamento de Aviação Civil das Ilhas Comoros, Abu Mohamed Ali, disse que todas as 29 pessoas a bordo - 25 passageiros e quatro tripulantes - estavam em segurança. O piloto sofreu ferimentos na cabeça, enquanto as outras pessoas saíram ilesas. Há indicações de que pescadores participaram da operação de busca e salvamento.

Em junho de 2009, um Airbus 310-300 do Iêmen caiu no oceano Índico em meio ao mau tempo na região do arquipélago de Comoros, matando 152 pessoas que estavam a bordo.

O Globo

Destroços de avião da Segunda Guerra são encontrados em Miami


Esses caças, que superavam 600 km/h, eram extremamente eficazes em combate. Foto: EFE Esses caças, que superavam 600 km/h, eram extremamente eficazes em combate
Foto: EFE


Os destroços de um caça da Segunda Guerra Mundial foram descobertos sob o mar em frente à costa da famosa Miami Beach, a 75 m de profundidade e em ótimas condições.

A OceanGate, a companhia de prospecção submarina proprietária do equipamento com o qual foi feita a descoberta, divulgou hoje ter encontrado o que foi um Grumman F6F Hellcat, o caça mais eficaz da história naval, segundo identificaram membros do Instituto Smithsonian e da Marinha americana.

Os restos desse avião, muito resistente em combate, foram detectados pela primeira vez em 29 de junho e desde então houve oito imersões para fazer observações e coletar dados.
O avião encontrado foi muito popular na Marinha americana, que chegou a ter 12.275 deles, segundo o Museu Nacional da Aviação Naval, em Pensacola (Flórida).

Esses caças, que superavam 600 km/h, eram extremamente eficazes em combate e foram muito importantes nos conflitos no Pacífico, já que eram muito superiores aos modelos equivalentes do Exército japonês.

TERRA

Entenda quem ganha e quem perde com o fim dos voos da Webjet


Anunciado pela Gol no último dia 23, o fim da Webjet levantou uma série de questões sobre os impactos que a decisão pode causar no setor aéreo e também sobre as consequências que o fato pode gerar para os consumidores.

Com prejuízo acumulado de R$ 1,06 bilhão até setembro, a Gol já havia eliminado, no início do ano, outras 2.000 vagas na própria Gol. Na Webjet, entre os demitidos, estavam 143 pilotos e 400 comissários.
Cerca de 45 de um total de 136 voos que eram realizados diariamente pela Webjet foram eliminados.

Editoria de Arte/Folhapress

Passagens subiram 300% após fim da Webjet, diz sindicato

Trabalhadores demitidos da Webjet tentam sensibilizar o Executivo e o Legislativo de que, além de resultar na perda de 850 empregos, o fim da companhia acabou com as opções de voo barato.


"Há uma enorme sensibilidade em Brasília em razão da crueldade das demissões e também porque ninguém mais consegue comprar passagem a preço acessível", afirma Graziella Baggio, diretora do SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas).

Ela participou ontem, com um grupo de trabalhadores, de audiência no Senado e também de uma reunião com o ministro do Trabalho, Brizola Neto. Anteontem, os trabalhadores já tinham ido ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

O SNA apresentou estudo que mostra aumento de tarifa de até 300% nos voos que eram da Webjet e que, com o fim da empresa anunciado na sexta-feira, agora integram a malha da Gol.
Segundo um exemplo do estudo, o voo 5767 de Guarulhos (SP) ao Santos Dumont (RJ), das 11h20 de 18 de outubro, era vendido pela Webjet por R$ 183,99 no dia 16 do mesmo mês. No dia seguinte (17), quando o site da Webjet saiu do ar, o mesmo voo custava R$ 571,90 no site da Gol, aumento de 311%.


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Banco Rural pode ter que pagar dívidas trabalhistas da Vasp





Por Maíra Magro | Valor Econônmico
BRASÍLIA - Depois de ter sua controladora e seus principais ex-dirigentes condenados no mensalão, o Banco Rural sofreu mais uma derrota no Judiciário, que pode levá-lo a transferir mais de R$ 100 milhões para pagamento de dívidas trabalhistas da falida Vasp.
No dia 22 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso da Rural Agroinvest, pertencente ao Grupo Rural, que tentava impedir o bloqueio e a transferência dos valores. A decisão foi tomada pela ministra do STJ Nancy Andrighi.
Segundo o advogado Carlos Eduardo Duque Estrada, que defende o Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo e 800 ex-trabalhadores da falida Vasp, a decisão possibilita a execução dos valores contra o Rural, para pagamento das dívidas trabalhistas. De acordo com ele, já foram bloqueadas contas e propriedades do grupo e de seus acionistas. O banco diz que vai recorrer.
O bloqueio e a execução dos recursos do Rural foram autorizados em junho pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). O caso teve início em 2002, com uma ação civil pública movida contra a Vasp pelo Ministério Público do Trabalho e três sindicatos, na 14ª Vara da Justiça do Trabalho em São Paulo, para cobrança de dívidas trabalhistas.
Nesse processo, a Justiça entendeu que o empresário Wagner Canhedo, então presidente e controlador da Vasp, praticou uma fraude para tentar impedir o bloqueio de seus bens e deixar de pagar os débitos. A fraude consistiria na alienação de cabeças de gado, por meio da Rural Agroinvest, no valor de R$ 38 milhões à época, cujo objetivo seria ocultar os bens de Canhedo. O advogado Duque Estrada diz que “nenhuma cabeça de gado foi transferida”, e que o valor atualizado chega a R$ 120 milhões.
O Rural apresentou recursos judiciais para tentar reverter a decisão do TST, que determinava a execução dos valores. Em um desses recursos, direcionado ao STJ, o banco alegou que haveria um “conflito de competência”: o caso não poderia correr na Justiça Trabalhista, mas deveria ser transferido para o juízo que trata da falência da Vasp.
Ao analisar o processo na semana passada, a ministra Nancy Andrighi negou o pedido do Rural, entendendo que o caso deve continuar na Justiça Trabalhista. “Os processos trabalhistas são anteriores à recuperação judicial e à falência da Vasp”, justifica Duque Estrada.
O Grupo Rural afirmou em nota que entrará “com os recursos cabíveis, bem como estudará outras medidas judiciais buscando a suspensão da indevida constrição de seus bens”. O grupo diz também que “está preparado para honrar compromissos que decorram de eventual decisão judicial definitiva”. Segundo o Rural, a questão “não está decidida definitivamente na Justiça do Trabalho, existindo recursos pendentes de apreciação”. A nota conclui que o grupo “tem a convicção de que realizou todos os procedimentos estritamente nos limites legais”.


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domingo, 25 de novembro de 2012

Em sua pior crise em 2012, empresa anuncia redução ainda maior oferta de passagens aéreas em 2013 para reverter perdas

Gol acumula prejuízo de mais de R$ 1 bilhão no ano



A interrupção das operações da Webjet levará a Gol a cortar ainda mais sua oferta de passagens aéreas no ano que vem. A empresa espera uma redução entre 5% e 8% no volume de assentos à venda no primeiro semestre de 2013, dando continuidade ao corte de cerca de 4,5% feito neste ano.

Gol reduz até água do banheiro e tamanho do bilhete para economizar
Getty Images
Check-in da Gol, em Congonhas: bilhete menor para economizar bobina de papel
A retração da oferta é consequência da devolução da frota da Webjet, anunciada ontem. "Seis das 20 aeronaves estavam operantes e pararam de voar ontem [quinta-feira]. Essa decisão [de cortar a oferta] está em linha com o cenário do setor aéreo, que demanda atenção em função de resultados negativos", disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff.
A vice-líder do setor aéreo brasileiro atravessa sua pior crise em 2012. A empresa cortou 2 mil funcionários nos últimos meses e deixou de voar cerca de 100 frequências diárias.
A Gol acumula um prejuízo líquido de mais de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses deste ano, o pior da história da empresa no período. O remédio para tentar reverter as perdas - ou, pelo menos, minimizá-las - foi enxugar a operação, cortando voos menos rentáveis.
Sua maior concorrente, a TAM, passa por situação semelhante. A companhia reduziu sua oferta em 2% neste ano e anunciou um corte de mais 7% no volume de assentos à venda em 2013. O último balanço divulgado apontou um prejuízo líquido de R$ 928 milhões no segundo trimestre - no terceiro trimestre, os resultados da companhia já foram consolidados nos números da Latam, empresa criada após a fusão com a LAN.
"Os cortes anunciados confirmam o quadro de excesso de oferta no mercado brasileiro", disse o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company. A estimativa dele é que o excedente chegue a 10% dos assentos disponíveis para voos domésticos. Nos últimos anos, as empresas ampliaram suas frotas esperando um crescimento maior da demanda. Mas foram surpreendidas por aumentos de custos, principalmente do querosene de aviação, que ficou 50% mais caro entre 2010 e 2012, segundo cálculos da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).
"O produto transporte aéreo ficou mais caro. Há excesso de oferta porque não há passageiros suficientes dispostos a pagar o valor necessário para a operação ser rentável para as companhias aéreas", explica Castellini. Sem conseguir repassar os aumentos de custos ao valor das passagens, as empresas tentam aumentar sua rentabilidade com mais eficiência na operação. Ou seja, voando com aviões mais cheios.
Uma das intenções da Gol ao eliminar as aeronaves da Webjet é incorporar os passageiros da empresa em seus voos. "Temos uma expectativa de aumento da nossa taxa de ocupação, mas não é possível precisar de quanto", disse Kakinoff. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e IG.

Após anunciar fim da Webjet, Gol demite 850 funcionários


A Gol anunciou nesta sexta-feira, 23, o encerramento das operações da Webjet em sequencia ao processo de aquisição da companhia em 2011. Com a medida, cerca de 850 funcionários dos 1.500 da controlada serão desligados. O número envolve 143 pilotos, e 400 comissários. Os demais demitidos pertencem à área de manutenção.

De acordo com a Gol, 450 funcionários do aeroporto da Webjet no Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Guarulhos serão incorporados. Os colaboradores de licença ou em fase de pré-aposentadoria deverão trabalhar na fase de integração das empresas.

Os seis Boeings -737/300 da Webjet pararam de voar às 00h desta sexta-feira. Entretanto, o presidente da Gol Paulo Sérgio Kakinoff afirmou que nenhum passageiro ficará sem voar. Segundo ele, as pessoas que têm passagens da Webjet voarão no mesmo horário em um voo da Gol.

Ainda de acordo com o presidente, todos os voos da controlada serão operados com a atual frota de 128 aviões da Gol e que não haverá cortes de frequência ou destinos.Com informações da Folha de São Paulo.

Gol fecha a Webjet e demite 850

A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira (23/11) o fim das atividades da controlada Webjet, com corte de cerca de 850 postos de trabalho em decorrência dessa decisão.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que a primeira medida é a extinção das operações de voo.
A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica.
Ainda de acordo com o comunicado, com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo. Como consequência do encerramento das operações, a Webjet desliga aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
"Clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela Gol, e terão seus voos garantidos, permanecendo a Gol, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas", disse a companhia.
A Gol anunciou a compra de 100% do capital Webjet no dia 8 de julho de 2011, por R$ 310,7 milhões, sendo R$ 96 milhões de desembolso para o controlador, o empresário Guilherme Paulus, e os R$ 214,7 milhões restantes de dívidas.
No início de outubro, a Gol anunciou uma redução de R$ 26 milhões do desembolso a Paulus. No mesmo mês, a companhia aérea havia concluído a aquisição de 100% do capital social da Webjet Linhas Aéreas. Com isso, a empresa, por meio de sua subsidiária VRG Linhas Aéreas, passou a ser titular da totalidade do capital social da Webjet.
Com essa decisão e as consequências dela decorrentes, a companhia avalia que haverá um aumento de custos no último trimestre de 2012, mas não forneceu mais detalhes. A Gol argumenta que com essas medidas a operação deve ficar mais eficiente a partir de 2013.
Em relação à frota Boeing 737-300 da Webjet, a companhia planeja a devolução das 20 aeronaves até o fim do primeiro semestre de 2013, sendo que 16 aviões serão devolvidos até o fim do primeiro trimestre do próximo ano.
Nesse cenário de redução de sua frota, a Gol prevê uma redução da oferta doméstica (ASK) entre 5% e 8% no primeiro semestre do ano de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012.
Ainda segundo a companhia, as medidas foram necessárias para recuperar as suas margens operacionais e manter a sustentabilidade do negócio.
FONTE: Site parceiro IG- SP.


Airbus publica previsão para a América Latina

De acordo com o Global Market Forecast (GMF), a recém-lançada Previsão Global de Mercado da Airbus, as empresas aéreas da América Latina terão uma demanda de 2.120 novas aeronaves, de 2012 até 2031, sendo 1.660 de corredor único, 420 de corredor duplo e 40 de grande porte, em um valor estimado de US$ 242 bilhões. Em termos mundiais, até 2031, haverá a necessidade de cerca de 28.200 novas aeronaves, no valor de US$ 4 trilhões, para atender uma futura demanda robusta do mercado.
Com um PIB crescendo atualmente acima da média mundial, a previsão dos indicadores socioeconômicos é que a classe média da América Latina deverá dobrar de tamanho entre 2012 e 2031. Além disso, a América Latina tornou-se a segunda região mais urbanizada do mundo depois de América do Norte e, em 2031, 10 das 92 megacidades com mais de 10.000 passageiros de longo curso diários estarão situadas na região.
Como resultado da dinâmica de crescimento econômico desta região, o volume de tráfego aéreo da América Latina crescerá 5,3 por cento ao ano nos próximos 20 anos, bem acima da média mundial de 4,7 por cento. As empresas aéreas da região, beneficiando-se deste crescimento, terão um aumento de quase 6 por cento ao ano em seu próprio volume de tráfego – o segundo maior crescimento no mundo, superado apenas pelas empresas aéreas do Oriente Médio. Além disso, a participação das empresas aéreas da América Latina em rotas de longo percurso cresceu 8 por cento entre 2005 e 2011, atingindo os atuais 21 por cento, mostrando que possuem um potencial significativo de desenvolvimento dentro das redes aéreas intercontinentais.
O aumento da demanda de aeronaves também está levando as companhias aéreas da América Latina à encomenda de aeronaves maiores. Entre 2000 e 2012, a capacidade média de assentos por aeronave aumentou em mais de 13 por cento, enquanto a idade média da frota em operação na América Latina está hoje abaixo da média mundial de 10 anos de idade.
“O mercado latino-americano tornou-se mais inteligente, buscando adquirir aeronaves altamente eficientes, com um bom custo operacional e versáteis”, disse Rafael Alonso, vice-presidente executivo da Airbus para a América Latina e Caribe. “A Airbus está perfeitamente posicionada para atender às exigências do mercado e à demanda futura da aviação através de suas famílias A320, A330 e A350 e também com o A380.”
Outra tendência importante na América Latina é o surgimento de operadores de baixo custo em toda a região. O Brasil e o México tornaram-se líderes do segmento de empresas aéreas de baixo custo na região. Juntos, os dois países respondem por 95 por cento do mercado.

FONTE: Aviação Brasil.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Técnicos avaliam como retirar avião acidentado de Congonhas


Aeronave derrapou na pista do aeroporto na tarde de domingo (11).
Jatinho poderá ser retirado em partes.

FONTE: G1 São Paulo
Técnicos avaliavam como retirar avião que derrapou na pista de Congonhas (Foto: Rodrigo Coca/Fotoarena/Estadão Conteúdo)Técnicos avaliavam como retirar avião que derrapou na pista (Foto: Rodrigo Coca/Fotoarena/Estadão Conteúdo)
Representantes da empresa Tropic Air e técnicos da Infraero estudavam como o jatinho que deslizou na pista do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, será retirado de lá nesta terça-feira (13). O avião poderá ser cortado para ser removido.
Desde o acidente, que aconteceu na tarde deste domingo (11), o jato Cessna Citation Cj3 continuava no terreno ao lado da Avenida dos Bandeirantes. A câmera de segurança de uma loja registrou o momento em que o avião derrapou .
Caminhões e um guincho estavam no aeroporto nesta tarde para fazer a retirada. Segundo a Infraero, a retirada deve ser concluída até o início da noite. As operações no aeroporto não devem ser afetadas.
O tráfego na Avenida dos Bandeirantes também não deve ser alterado. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), como a aeronave não prejudicava a circulação na via, a previsão é de que nenhum bloqueio seja feito para retirá-la.

Feridos
Três pessoas ficaram feridas no acidente. O piloto Michael Rumpf Gaail, de 66 anos, foi quem mais se machucou: sofreu traumatismo craniano, lesão no tórax e coluna lombar. Ele chegou a ficar internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Paula, mas recebeu alta e seguia no centro médico nesta terça-feira (13). Ele deve seguir hospitalizado por mais 24 horas.
Também estavam no avião a mulher dele, Elaine Damaceno Rodrigues Gaail, de 37 anos, e o copiloto Rafael Ferreira, de 21 anos. O copiloto e a passageira tiveram ferimentos leves.
Marcos Santana, proprietário da empresa Tropic Air, disse na noite de domingo de que vai aguardar as investigações sobre o acidente com o jatinho para se pronunciar.
Aeronave
A empresa proprietária do Cessna Citation Cj3 descreve em seu site que se trata de um avião com "luxuosa cabine". Ele é recebe destaque por ter assentos reclináveis e "finamente revestidos".
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que a aeronave estava com a documentação em dia: tanto a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) quanto o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) eram válidos até novembro de 2013. Segundo a Anac, não foi confirmado ainda se a habilitação do piloto estava em dia.
De acordo com a Aeronáutica, uma equipe do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 4) vai investigar o acidente.

domingo, 11 de novembro de 2012

Muito Obrigada!

Muito obrigada a todos os amigos , familiares e clientes que me enviaram a msg de felicidades no meu aniversário 09/11/12, através: (e-mail, sms ou facebook ) Adorei! Agradeço o carinho e atenção de todos vcs.AMEI! Bjão! Cmra. Daniele Carreiro

Comissária Lecy ex- chefe de comissários da GOL, lança livro.

Gente!!!!! Novidade!  Noite de autógrafos do lançamento do Livro da Cmra. Lecy.( Cecília Ferreira ). Ex-chefe de comissários da GOL.. Estavam presentes no lançamento: O comte. Venzon/GOL, o cmro. Faria/GOL, e... pasmem!!! A cmra. Priscila!!!!!! ( Ex- Vasp ) e a cmra Adriana Bertoli/GOL— em Livraria Saraiva - Shopping Higienópolis-SP
Aos interessados, segue aí uma dica ao passarem pelo Shopping em São Paulo .
De Comissária chefe a escritora. Evoluíndo...

Fonte: Facebook da cmra. Adriana Bertoli.
Gentennnn!!!! Estive na noite de autógrafos do lançamento do Livro da Lecy... E tive o grande prazer de encontrar com o Venzon, o Faria, e... pasmem!!! A Priscila!!!!!! Lenita cade você???!!!! Essa eu preciso te contar!!!!

Lufthansa reforça medidas para melhorar resultado

Foto: Enos Moura Filho
Nos primeiros nove meses do ano, o grupo Lufthansa registrou um resultado operacional no valor de 628 milhões de euros, 96 milhões de euros menos do que nos primeiros nove meses do ano anterior. O resultado foi afetado principalmente pelos altos preços de combustível, que bateram recordes. A constante pressão sobre os preços assim como o imposto sobre o tráfego aéreo e os custos dos certificados de comércio de emissões da UE também prejudicaram o resultado.
Christoph Franz, presidente da Deutsche Lufthansa Ag, afirma: “Apesar do forte vento contrário, o grupo Lufthansa obteve um resultado respeitável, principalmente na comparação com o setor. O que mais nos ajudou nisso foram as contribuições das nossas áreas de negócios de serviços. Sem contar que as primeiras medidas do nosso programa SCORE também foram eficazes. Estamos fazendo progressos nos custos controláveis por nós, o que, porém, não é suficiente para obter margens suficientes.” O grupo aumentou o faturamento em 6,1%, chegando a 22,8 bilhões de euros; o resultado do grupo, de 474 milhões de euros, superou o resultado do ano anterior, marcado por efeitos especiais, em 64,6%.
Todas as áreas de negócios de serviços registraram lucro no final do terceiro trimestre e foram melhores do que no ano anterior. Como nos demais trimestres, deram suporte ao resultado do grupo. A área de negócios Técnica aumentou o lucro operacional para 227 milhões de euros. As áreas de negócios Catering e Serviços de TI também registraram lucro operacional no valor de 73 milhões de euros e 13 milhões de euros, respectivamente.
No transporte de passageiros, a área de negócios de maior faturamento do grupo, as empresas aéreas Lufthansa, SWISS e Austrian Airlines registraram lucro operacional de 345 milhões de euros nos primeiros nove meses, menos 2,5% em relação ao ano anterior. A venda da bmi, que no ano anterior ainda dava prejuízo, teve efeito positivo, assim como a reestruturação da Austrian Airlines. A decisão pela fusão dos tráfegos decentralizados da Lufthansa Passage fora dos centros de distribuição Frankfurt e Munique sob a marca Germanwings trouxe os primeiros sinais de retorno à lucratividade deste segmento. Os preços de combustível constantemente altos, no entanto, foram um grande ônus para as empresas aéreas, o que ficou evidente principalmente no resultado operacional dos primeiros nove meses da Lufthansa Passage: o lucro operacional no final do terceiro trimestre foi de 64 milhões de euros, um recuo de mais da metade em relação ao ano anterior. O alto preço do petróleo em combinação com o euro fraco e a contínua pressão exercida pela concorrência por meio das empresas aéreas de baixo custo e das empresas aéreas do Oriente Próximo prejudicam o resultado. “Enfrentamos os desafios decorrentes das mudanças no nosso setor. Estamos modernizando e tornando ainda mais eficiente nossa organização e a maneira de cooperarmos entre nós”, diz Franz. “Ao mesmo tempo, estamos oferecendo aos nossos passageiros a melhor Lufthansa de todos os tempos. Atualmente, investimos mais do que nunca na nossa frota e no nosso produto a bordo e em terra.”
O resultado operacional da Austrian Airlines, de 73 milhões de euros, foi 107 milhões de euros melhor do que o do mesmo período do ano anterior, principalmente devido à transferência das operações para a plataforma de custos mais vantajosa da Tyrolean Airlines. “A Austrian Airlines está fazendo bons progressos em um difícil processo de reestruturação”, enfatizou Franz. A SWISS registrou um lucro de 163 milhões de euros, que, porém, foi 33,2% inferior ao do ano anterior.
Ao mesmo tempo em que a demanda aumentou na área de negócios Passage nos primeiros nove anos do ano, ela diminuiu na área de negócios Logística. Mas, graças à redução objetiva da capacidade, o aproveitamento de espaço dos aviões manteve-se estável. Apesar disso, o resultado operacional retrocedeu 61,8%, para 66 milhões de euros.
Diante do retrocesso do resultado e da queda da demanda – normalmente um sinal de piora iminente da situação geral da economia – Christoph Franz anunciou o reforço das medidas de melhora do resultado: “O entorno em que temos que nos posicionar está cada vez mais exigente, e ainda não conseguimos fortalecer nossos rendimentos de forma a fazer os investimentos necessários. Por isso, temos que intensificar nossos esforços. Isso vale principalmente para as empresas aéreas, atingidas de imediato por influências extremas, mas também para nossas empresas de prestação de serviços. “Só para 2012, o grupo prevê custos de combustível 1,1 bilhão maiores do que ainda em 2011. Além disso, a garantia dos preços de combustíveis, que faz com que os custos do querosene sejam mais previsíveis para a empresa, está perdendo efeito devido à constante alta de preços.” Franz afirma: “Temos que crescer sensivelmente para conseguirmos manter nossa posição internacional perante a concorrência e continuar atendendo às expectativas dos nossos proprietários, nossos clientes e nossos funcionários: com sucesso sustentável e econômico, produtos excelentes e vagas de trabalho seguras a longo prazo.”
Principalmente devido ao efeito estabilizador sobre o resultado oriundo das áreas de negócios de serviços, o grupo continua contando com um aumento do faturamento e um lucro operacional para o ano em curso no valor de milhões de euros de três dígitos. Essa previsão ainda não contém futuros custos de reestruturação relacionados à redução de vagas de trabalho que integra o programa SCORE. A parte relevante quanto ao resultado, porém, atualmente está sendo estipulada em no máximo 100 milhões de euros. “Nosso objetivo é claro”, diz Franz. “Queremos estar entre os líderes mundiais dos grupos de empresas aéreas também no futuro.”
O faturamento do grupo Lufthansa nos primeiros três trimestres de 2012 foi de 22,8 bilhões de euros, 6,1% a mais do que no mesmo período do ano anterior. As receitas do tráfego aumentaram 5,4%, chegando a 18,8 bilhões de euros. Ao todo, os rendimentos empresariais do grupo no período analisado aumentaram para 24,4 bilhões de euros, um acréscimo de 4,7%.
Os custos empresariais aumentaram 5,6% nos primeiros nove meses, chegando a 23,7 bilhões de euros. Um dos principais motivos para tanto foram os custos de combustível – 972 milhões de euros maiores – no total de 5,6 bilhões de euros. O resultado do grupo foi de 474 milhões de euros, um aumento de 64,6%. Ele contém o resultado de áreas de negócios alienadas no valor de 36 milhões de euros, resultante da venda da British Midland Ltd. neste ano. Além disso, a melhora também se deve às mudanças dos períodos de avaliação negativas das opções de garantia registradas no mesmo período do ano anterior. O resultado por ação melhorou para 1,04 euro.
No período analisado, a Lufthansa investiu 1,9 bilhão de euros. Destes, 1,6 bilhão de euros foi destinado à ampliação e modernização da frota. O fluxo de caixa operacional foi de 2,4 bilhões de euros, o fluxo de caixa livre (fluxo de caixa operacional menos investimentos líquidos) de 975 milhões de euros. No final dos primeiros três trimestres, o grupo registrou endividamento de crédito líquido de dois bilhões de euros. A quota de capital próprio foi de 28,8%.

Fonte: Aviação Brasil.