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segunda-feira, 8 de março de 2010

Anac concede permissão para Azul operar em Congonhas



A companhia aerea Azul vai passar a operar em oito horários de pousos e decolagens no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a partir do mês de abril.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) distribuiu nesta segunda-feira slots - pares de horários de pousos e decolagens vagos - no aeroporto paulistano.


Outras cinco empresas - Ocean Air, Gol/Varig, TAM (já atuantes), NHT e Webjet (que não que operava em Congonhas) também arremataram horários vagos.

A reunião de hoje feita pela Anac deve, ainda, ser homologada pela diretoria do órgão e a decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União. A partir da publicação, as companhias aéreas têm 30 dias para começar a operar os trechos. A Anac estima que as novas empresas devem começar a atuar já em abril deste ano.

TERRA

O DIA É DELAS....Lucy Lupia - Primeira mulher piloto de linha aérea no Brasil


Mulheres no comando


Cmte. Elisa Rossi da Gol Linhas Aéreas

Outro dia recebi um e-mail de um leitor do meu blog perguntando o que me levou a gostar tanto de aviões e sobre o que acho da falta de mais mulheres na área, se tem a ver com o preconceito, etc. Então resolvi criar esse post para comentar o assunto.

Geralmente o que leva a pessoa a gostar tanto de aviões (de pilotar e voar) independe do sexo. Podemos observar um perfil específico que é comum à maioria dos amantes: inexplicavelmente é um amor que começa na infância, sem ninguém ensinar – este é o meu caso. Mas também há aquelas pessoas em que o interesse surge com o tempo, pela admiração, não necessariamente tendo a pessoa nascido com o desejo de se tornar piloto de avião. Em qualquer um dos casos, quando o amor pela aviação surge, não tem mais fim.

Embora a maioria das mulheres realmente não se interesse por aviões e, apesar do preconceito (que sim, ainda há bastante), o quadro de mulheres comandantes e co-pilotos só vem aumentando: importantes companhias aéreas brasileiras como Tam, Gol/Varig, Azul e OceanAir têm hoje em seu time muitas mulheres ocupando tais posições.

Para incentivar garotas e mulheres que queiram investir na carreira ou simplesmente voar por hobby, e também para os homens que admiram e apóiam as mulheres na área.

Blog da Luana

Azul anuncia no seu Twitter que dará uma passagem a todas as mulheres que estiverem voando com a Azul no dia da mulher.


AZUL: Super Promoção


A Azul resolveu rebater a promoção da Tam que inicia-se hoje. Parece que vai oferecer preços iguais ou inferiores ao praticados na promoção da semana passada em resposta a Gol.

Essa promoção é válida para passagens de ida e volta com estadia mínima de dois dias no destino. Envolve vôos do dia 06 de março e 09 de maio. Vendas das 20h de hoje até as 6h do dia 08 de março de 2010 (segunda). Regras iguais as da promoção Tam.

Ela anuncia trechos Belo Horizonte/São Paulo por 49 reais, São Paulo/Rio de Janeiro por 69 reais, São Paulo/Salvador por 109 reais por exemplo. Resta saber os valores que serão praticados nas demais rotas, já que ela tentando igualar os valores das concorrentes.

Agora só falta alguém oferecer esse mesmos preços sem restrições de permanência no destino e as promoções chegarem aos programas de milhagem…

Aquela Passagem

Gol registra crescimento da demanda de 46,9% em fevereiro


A Gol Linhas Aéreas Inteligentes anuncia as estatísticas preliminares de tráfego relativas ao mês de fevereiro de 2010.

Em fevereiro de 2010, a Gol registrou crescimento da demanda de 46,9% em sua malha aérea (47,9% no mercado doméstico e 40,3% no mercado internacional), em comparação ao mesmo mês em 2009. Esse aumento ocorreu em virtude do cenário de crescimento econômico no Brasil e América Latina e ampliação das vantagens competitivas da Gol, com destaque para sua estrutura de custos, alta qualidade de serviços, gerenciamento dinâmico de tarifas e a revitalização do Smiles. Esses fatores também contribuíram para o crescimento da demanda de 47,9% no mercado doméstico.

Com frota renovada e demanda aquecida, a taxa de utilização das aeronaves ultrapassou 12,5 horas bloco/dia nesse mês, acima das 11 horas bloco/dia de fevereiro de 2009. Esses dois fatores contribuíram para a ampliação da vantagem em custos da Gol nos mercados em que opera.
Jornal de Turismo

Ryanair disponibiliza um milhão de bilhetes a cinco euros



A companhia Ryanair anunciou que a partir desta segunda-feira tem disponíveis um milhão de lugares a 5 euros para viajar em abril e maio (excluindo o período da Páscoa).

Estes lugares “All-Inclusive” estarão disponíveis para mais de 500 rotas europeias da Ryanair mas deverão ser reservados no site www.ryanair.com antes da meia-noite da próxima quinta-feira.

Publituris

Boeing e Turkish Airlines Finalizam a encomenda de 20 737s Next-Generation




A Turkish Airlines finalizou uma encomenda de 20 aviões Boeing Next-Generation 737 .
O pedido inclui 10 737-800s e 10 737-900ER (Extended Range).

O 737-900ER será o mais recente membro da família 737 para se juntar à frota da Turkish Airlines. A compra está avaliada em US $ 1,6 bilhões.

A Turkish Airlines opera atualmente uma frota de 66 aviões da Boeing, incluindo 58 737s Next-Generation.

Ocean Air - Contratação de profissionais



– Nessa primeira década dos anos 2000 a gente teve três grandes companhias que deixaram de existir no Brasil: Varig, Vasp e Transbrasil, que deixaram muita gente. E tem boas escolas de formação de muita gente técnica. Então você ainda tem muita gente disponível e gente com vontade de trabalhar nas áreas técnicas.

A contratação de pilotos e comissários já está ocorrendo. Na verdade nós estamos em processo de contratação e de seleção de pilotos e comissários. Cada aeronave que chega, você tem que trazer pelo menos cinco tripulações completas. Então nós estamos falando de pelo menos mais 20 pilotos, 20 copilotos e 60 ou 80 comissários a mais. Quer dizer, é bastante gente.


G1

Preços das passagens serão maiores este ano, diz executivo OceanAir



Frota de Fokker 100 da Ocean Air ganhará 'companhia' de Airbus A319.

Passada a guerra de tarifas entre as companhias aéreas no ano passado, voar não será tão barato em 2010, segundo o diretor-executivo da OceanAir, Renato Pascowitch. Em 2009, os preços das tarifas foram os menores em oito anos, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).



Mas preços tão baixos não são saudáveis para o setor, afirmou o executivo em entrevista. “Eu sempre digo que o passageiro precisa entender que a operação precisa ser boa para os dois lados: os preços precisam ser bons, precisam ser competitivos, mas precisam ser justos”, disse Pascowitch.

Atualmente ligando 19 aeroportos dentro do Brasil, a OceanAir passou por um processo um “encolhimento” nos últimos dois anos, encerrando a última rota internacional em abril de 2008. A empresa, que chegou a ser a terceira maior do país em participação de mercado, iniciou 2010 na quinta posição, com uma fatia de pouco mais de 2%.





De acordo com Pascowitch, novas rotas devem ser lançadas só a partir do próximo ano, e voltar a voar para o exterior não está descartado. Até a Copa do Mundo de 2014, a OceanAir deverá conectar todas as 12 cidades onde haverá jogos.


Segundo o executivo, a Ocean Air receberá em breve aviões Airbus A319 para complementar a sua frota atual, composta basicamente por MKs-28 (Fokker 100). "Os Fokkers são extremamente bem adequados ao Brasil. A gente tem mais alguns anos de utilização deles na nossa malha, e os Airbus vão chegando para complementar", diz ele.


O executivo também falou sobre a Avianca, empresa que pertence ao grupo Synergy – o mesmo que controla a OceanAir. Perguntado sobre a possível integração entre as duas companhias, Pascowitch prometeu para breve “novidades muito boas”, mas não quis dar detalhes.


Leia abaixo os principais trechos da entrevista com Renato Pascowitch:


Desafios da aviação

– Os desafios não só para a OceanAir, mas para o mercado como um todo, são como atender mais de 40 milhões de novos consumidores, e como se adaptar ao crescimento até a Copa do Mundo e posteriormente a Olimpíada. A infraestrutura precisa ser adaptada, precisa crescer para esse novo momento, para essa nova realidade brasileira.


Você tem um grande mercado se abrindo. As classes C e D poderiam voar pelo menos "meia vez" por ano, ou seja, nós estamos falando de mais 20 milhões de viagens. Dobraria o movimento de viagens do país. É bastante coisa, o sistema inteiro não está pronto, precisa de investimento. E eu acho que tem muita coisa pra fazer, tem lição de casa pra todo mundo.


Perda de mercado

– A OceanAir no segundo trimestre de 2008 passou por um processo grande de reestruturação, onde se diminuiu muito a malha, se diminuiu o número de aeronaves, se consolidou para voltar a crescer. Nós fizemos um processo de concentração de malha.


A gente aumenta as freqüências naqueles destinos que a gente voa e aumenta as interligações entre as cidades em que a gente já voa. Para nós, entre 2008 e 2009, market share não era um indicador que a gente tinha como principal indicador da companhia. Nós tínhamos outros indicadores, que era tornar a companhia aérea a melhor companhia aérea do país.


Para esse ano de 2010, a gente tem um processo parecido. Para 2011 e para 2012, temos projetos de expansão para novos destinos. A gente aos poucos vai retomando a perspectiva de ir crescendo novamente. A companhia atende praticamente todas as cidades da Copa do Mundo. Se eu não me engano, nesse momento nós só não atendemos Manaus. Até 2014, muito provavelmente a gente já vai estar voando de novo para aquela região.


Voos internacionais

– Temos idéias [de retomar os vôos para o exterior], temos estudos, mas nós não temos nada nesse momento ainda desenhado. A princípio, nesses próximos dois anos a gente não tem pretensão de fazer fretamentos internacionais de longo percurso, Europa-Brasil, Estados Unidos-Brasil. Mais para a frente, quem sabe?


Tarifas

– O perfil para 2010 ele é bem melhor do que 2009 no que diz respeito às companhias aéreas. A gente espera que a gente consiga praticar preços mais saudáveis do que os preços praticados em 2009. É muito difícil para a companhia aérea quando o passageiro paga R$ 90 num trecho São Paulo-Porto Alegre, e chega a gastar R$ 120 [para chegar até o aeroporto]. Tem alguma coisa errada na inversão de valores aí.


Eu sempre digo que o passageiro precisa entender que a operação precisa ser boa para os dois lados: os preços precisam ser bons, precisam ser competitivos, mas precisam ser justos.


Contratação de profissionais

– Nessa primeira década dos anos 2000 a gente teve três grandes companhias que deixaram de existir no Brasil: Varig, Vasp e Transbrasil, que deixaram muita gente. E tem boas escolas de formação de muita gente técnica. Então você ainda tem muita gente disponível e gente com vontade de trabalhar nas áreas técnicas.


A contratação de pilotos e comissários já está ocorrendo. Na verdade nós estamos em processo de contratação e de seleção de pilotos e comissários. Cada aeronave que chega, você tem que trazer pelo menos cinco tripulações completas. Então nós estamos falando de pelo menos mais 20 pilotos, 20 copilotos e 60 ou 80 comissários a mais. Quer dizer, é bastante gente.


G1

Fotos de aeromoças da British Airways fazendo striptease vão parar em site pornô

Escândalo na British Airways

Fotos sensuais de aeromoças tirando o uniforme foram encontrados em um site pornô. Muitas fotos mostram a tripulação de cabine - em uniformes vermelho, branco e azul - levantando as saias para expor partes do corpo nus e meias sexy.

Uma aeromoça sorriu para a câmera enquanto ela estava no compartimento de bagagem. As fotos foram tiradas na frente do logo da British Airways e no cockpit. Acredita-se que as fotos tenham sido tiradas no dia 24 de fevereiro último.

Mas as 'stripers' aeromoças sofreram um choque: suas fotos apareceram em um site de sexo hardcore. Na verdade era apenas um momento de diversão entre os colegas.

"Elas não tinham a intenção de se expor e nem imaginavam que as fotos acabariam divulgadas em um site pornô", declarou uma fonte (sob anonimato) ao site do jornal "The Sun'. "Algumas das meninas estão preocupadas com as consequências de suas ações".

Após o escândalo das fotos, a companhia anunciou um corte nos postos de trabalho das tripulações de cabine. Uma greve já está em preparação.

Uma investigação será lançada sobre todos as funcionárias que posaram para as fotos 'sexy', embora a British Airways insiste que não há prova alguma de que as meninas fotografadas sejam realmente empregadas da companhia aérea.

O site 'Bild' escondeu os rostos das garotas para preservar suas identidades.


Desástres Aéreos

Dia internacional da mulher


No dia 8 de março comemora-se o dia internacional da mulher!

Parabéns a todas vocês nossas queridas Clientes & leitoras !




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O primeiro slot é da OceanAir



A OceanAir, a quinta companhia brasileira de aviação, terá um privilégio hoje: será a primeira empresa a escolher os slots (autorizações de pousos e decolagens) de Congonhas na distribuição que será feita pela Anac.

A Ocean Air vai aumentar seus voos no aeroporto mais rentável do país e deve ajudar o grupo das miúdas a ampliar o market share. Juntas, hoje elas já detêm 16% do mercado nacional. No início da década, não chegavam a 10%.
Radar on line

Avião ultrapassa pista de pouso no ‘Eduardinho’


Aeroporto Regional Eduardo Gomes, ‘Eduardinho’.

MANAUS - Um avião hospitalar, modelo Lierzet PT LJK, da empresa Líder, ultrapassou a pista de pouso durante a tentativa de decolagem, na tarde de ontem, após o pneu furar.

O incidente ocorreu por volta das 15h30 no Aeroporto Regional Eduardo Gomes, ‘Eduardinho’, no Tarumã, Zona Oeste. A aeronave estava com seis pessoas, dos quais quatro passageiros e dois tripulantes. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.



Segundo testemunhas, o avião seguia para os Estados Unidos e durante a decolagem, a aeronave começou a exalar uma fumaça preta. Minutos depois, conforme as testemunhas, o pneu do avião furou e o piloto perdeu o controle da aeronave, saindo da pista e atingindo o mato.

Outro avião que vinha de Tabatinga e com previsão para aterrissar no ‘Eduardinho’, na ocasião do incidente, ficou sobrevoando a cidade por 20 minutos, após a pista ser liberada para aterrissagem. (JCM)

portal Amazônia

MD11 da KLM duas emergências em um mesmo voo


Um MD-11 da KLM, PH-KCH, fazendo o voo KL713 de Amsterdam para o Suriname, estava no FL380, aproximadamento 850nm de Paramaribo, destino da aeronave, quando a tripulação precisou desligar o motor número 2 (o da cauda) e começar a descida.

Ao mesmo tempo um passageiro abordo sofreu sintomas de ataque cardíaco. O paciente recebeu os primeiros socorros a bordo, e a aeronave prosseguiu para o Suriname, aonde pousou depois de 2h. O paciente foi considerado morto na chegada à Paramaribo.

EAGLE SKY

Força Aérea do Iraque recebe luz verde do Pentágono para o Super Tucano


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Força Aérea do Iraque recebe luz verde do Pentágono para o Super Tucano

Segundo informações do Tatical Report a Força Aérea do Iraque - Iraq Air Force (IAF) recebeu autorização do pentágono para adquirir aviões de treinamento Super Tucano da Brasileira EMBRAER. As informações constam do relatório 273 que da conta que a IAF planeja adquirir outros tipos de aeronaves de treinamento.

Hawker Beechcraft T-6A Texan II da Força Aérea do Iraque. (Foto: Sgt. 1st Class Tyrone C Marshall/25th Combat Aviation Brigade Public Affairs).

Sete aeronaves de treinamento T-6A foram encomendadas durante uma Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) do Departamento de Defesa dos EUA em agosto de 2009 e oito aeronaves adicionais em setembro, totalizando 15 aeronaves. A previsão é que as sete aeronaves restantes cheguem ao Iraque no mês de dezembro de 2010. O Iraque está reativando sua força aérea a qual foi dizimada em 1991 durante Guerra do Golfo e está treinando os pilotos para um esquadrão de 18 a 24 caças.

Conhecidência ou não sem grande esforço, as exportações do Brasil para o Iraque (incluindo a triangulação por meio de países vizinhos) saltaram dos US$ 6 milhões, em 2001, para US$ 717 milhões, em 2009, praticamente dobrando o resultado de 2008 e também o recorde histórico alcançado em 1989.

Os iraquianos demonstram grande conhecimento dos produtos brasileiros. Quando esteve com o ministro da Defesa, Abdul Qadir al-Obeidi, o embaixador do Brasil no Iraque, Bernardo de Azevedo Brito, não precisou descrever os armamentos exportados pelo Brasil. O ministro começou a elogiar os aviões Tucano da Embraer, os foguetes Astros da Avibrás e os blindados Urutu da Engesa.

O interesse iraquiano tem sido demonstrado com visitas ao Brasil de ministros iraquianos importantes, como o do Planejamento, Ali Baban. Em contraste, nenhuma autoridade brasileira visitou o Iraque depois da guerra de 2003.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem à região em meados de março, para visitar o Irã, a Jordânia, e até a capital palestina de Ramallah, mas não incluiu Bagdá no seu roteiro. Por outro lado é possível a ida ao país de um ministro brasileiro depois das eleições iraquianas de domingo (hoje!).

O governo brasileiro já alugou uma casa de 2 mil metros quadrados em Bagdá, que passará por reformas para aumentar sua segurança - incluindo muros e vidros especiais -, devendo ficar pronta em setembro. Três jipes foram comprados e blindados nos Estados Unidos para resistir a explosões. O embaixador, outro diplomata e três ou quatro funcionários administrativos viverão confinados na embaixada, saindo apenas de dia, no comboio com guardas armados de metralhadoras, para reuniões de trabalho.
Blog do Vinna

Enquanto isso na Rússia…

Sukhoi_T_50_PAK_FA_by_nellenmellen

… Putin visita as instalações da Sukhoi para conhecer o PAK FA T-50. No vídeo abaixo, o painel do novo caça russo que promete dar trabalho à dupla americana F-22 e F-35.

Poder Aéreo

Passaredo leva aficionado para a ver a Fórmula Indy



Prova de São Paulo, que abre o campeonato de 2010, será realizada no dia 14 de março

(Da assessoria da Passaredo) - Os apaixonados pela Fórmula Indy, que acontece em São Paulo, no dia 14 de março, têm agora um jeito mais fácil e rápido de chegar ao evento, pois a Passaredo Linhas Aéreas disponibiliza várias opções de horários para que o cliente possa chegar com maior rapidez para assistir a este grande espetáculo.

"Como voamos para São Paulo (GRU), nosso cliente estará mais próximo ao local da prova e evitará o trânsito da cidade", afirma o comandante Felício, presidente da Passaredo Linhas Aéreas.

As cidades atendidas pela Passaredo com voos para São Paulo (GRU) são: Barreiras, Bauru, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Ji-Paraná, Marília Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberlândia e Vitória da Conquista.

Os horários e tarifas estão disponíveis no site da companhia (www.voepassaredo.com.br), e também podem ser consultados nas agências de viagens.

São Paulo Indy 300

A primeira prova do campeonato de 2010, marcada para o próximo dia 14 de março, às 16h, também será a primeira feita em um circuito de rua na capital paulista. A corrida vai acontecer no Anhembi, zona norte de São Paulo, inclusive no sambódromo. Os pilotos vão passar a quase 350 km/h na marginal do rio Tietê.
Meio Aéreo

A dura batalha das comandantes



Ela tinha 11 anos quando viu um avião pela primeira vez no aeroporto de Maceió. Conta que ficou impressionada e com os olhos cheios d´água de emoção. Na mente, um sonho infantil: "Um dia vou trabalhar em um avião". Hoje, com 41 anos, Patrícia Melo é uma comandante de aeronaves Airbus 320 da TAM, onde trabalha há 14 anos. A empresa tem 1.974 pilotos, apenas 19 são mulheres, das quais sete são comandantes. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na somatória de todas as categorias de pilotos já foram emitidas 34.293 licenças para homens e apenas 684 para mulheres. No caso de pilotos de linhas aéreas, como Patrícia, a diferença é ainda maior: No ano passado, 230 homens conquistaram essa certificação, enquanto o time feminino teve apenas uma representante.

Patrícia conseguiu seu primeiro emprego na Varig aos 19 anos, trabalhando no balcão do aeroporto. "Naquela época, o salário não dava para pagar os estudos, principalmente as aulas práticas". Atualmente a Anac está com inscrições abertas para oferecer bolsas de estudos para alunos de pilotagem. O valor vai de R$ 12 mil a R$ 70 mil.

Depois de três anos atendendo o público em terra, Patrícia começou a dar asas ao sonho, mas ainda como comissária de bordo. Foi quando começou os estudos para se tornar piloto. "Enquanto os outros comissários saíam para passear nos pernoites dos destinos, eu ficava no hotel estudando", lembra. "Nos dias de folga, fazia as aulas práticas."

Patrícia conta que, nesta época, sofria muito preconceito dos instrutores, que exigiam mais dela no curso. "O que eles não sabiam é que estavam me ajudando, já que, com a cobrança mais forte, eu me aperfeiçoava mais rápido."

Após dois anos de curso e aprovada no antigo DAC, Patrícia se embrenhou na Amazônia e foi trabalhar como co-piloto de táxi-aéreo. "Como a demanda por voos na selva amazônica é maior, eu conseguiria chegar ao número de horas voadas exigidas por uma grande companhia em menos tempo."

Num ambiente totalmente masculino, Patrícia, com apenas 26 anos, dividia o avião com os pilotos -todos homens- garimpeiros, índios, além de galinhas e outros bichos. "Pela regra, o co-piloto organiza o avião e é responsável por carregar toda a bagagem. Eu fazia questão de cumprir a hierarquia. Mesmo assim, eles me apelidaram de Penélope Charmosa", brinca.

Foram dois anos para chegar às 1.500 horas de voo exigidas. Patrícia então, finalmente, começava a viver o sonho de infância. Foi contratada pela TAM como co-piloto de Cesnna Caravan. Lá foi evoluindo: passou pelos Fokker 50 e 100. Depois de seis anos, foi promovida. Hoje comanda aeronaves Airbus 320 e 330.

Patrícia reconhece que no dia a dia da aviação, a vida para uma mulher comandante não é fácil e que ela precisa apresentar mais que os colegas. "Numa profissão em que você é minoria, todos ficam esperando algum deslize". Sua melhor experiência foi quando buscou uma aeronave zero quilômetro na fábrica na França. "A sensação de assinar a papelada e trazer o avião novinho para o Brasil foi maravilhosa".

Durante toda a carreira, Patrícia fez questão de não ter qualquer privilégio pelo fato de ser mulher. Quando fez um voo de instrução para comandar um A330, por exemplo, a aeromoça ofereceu a refeição primeiro para ela dentro da cabine. A hierarquia quase militar de uma aeronave exige que o comandante escolha sua refeição primeiro. "Ele não gostou e disse que escolheria primeiro e eu o apoiei", diz. Patrícia gostou da atitude e depois de alguns voos com o comandante, acabou casando.
Contato Radar

Pilotou um helicóptero, mesmo com uma bala na cabeça

Militar foi ferido num tiroteio, mas conseguiu aterrissar em segurança numa base britânica

Um piloto britânico foi atingido por uma bala na cabeça, num tiroteio perto de Garmsir na província de Helmand, no sul do Afeganistão, há umas semanas. Mesmo ferido, conseguiu pilotar o helicóptero e aterrissar em segurança, transportando vítimas, equipes médicas e soldados, informou a CNN.

O piloto, Tenente Ian Fortune, 28 anos (foto), foi baleado acima dos olhos, de acordo com o apresentador inglês, Mike Brewer, 41, do Discovery Channel, que também estava a bordo do helicóptero CH-47 Chinook, com sua equipe, filmando um episódio para um documentário sobre máquinas de guerra.

A bala atingiu um trilho de metal na frente do seu capacete, que é usado para anexar óculos de visão noturna. O capacete foi perfurado e a bala entrou em sua cabeça causando uma hemorragia grave.

"Estava ocorrendo uma batalha. Achei que era o fim dos meus dias", confessou o apresentador, contando que os comandos do helicóptero foram danificados e que foi uma verdadeira proeza mantê-lo no ar.

"Falei com o copiloto mais tarde e ele disse que Ian nunca iria largar os comandos, mesmo com sangue escorrendo-lhe para os olhos", afirmou.

Outras balas atingiram o helicóptero (similar ao da foto abaixo) afetando o sistema de estabilização. Mesmo com todos esses problemas, Fortune conseguiu aterrissar em segurança na maior base britânica em Helmand, o Camp Bastion.

O Tenente recusou-se a falar publicamente sobre o incidente.
Desástres Aéreos

“Eu é que sou o Cristiano Ronaldo!”

EasyJet lança passatempo no Facebook

“Eu é que sou o Cristiano Ronaldo!” é o nome do desafio que a low cost lançou na página Easy jet portugal que tem no Facebook.

O passatempo apela à criatividade de todos os portugueses. Só têm de mostrar que é o melhor sósia do Cristiano Ronaldo.

Os 10 vencedores ganham uma viagem a Madrid com estada e bilhete para um jogo do Real Madrid.

Acessem www.facebook.com/easyjetpt, baixem a sua,foto até ao dia 22 de Março. As fotos serão votadas por todos os fãs da easy jet portugal entre os dias 25 de Fevereiro e 5 de Abril.



Air France veicula anúncios no Brasil


Campanha institucional destaca diferenciais da companhia


Campanha publicitária da Air France está sendo veiculada no Brasil com foco no consumidor final. Criada pela agência francesa Betc Euro RSCG, com fotografia de Camilla Akrans, e adaptada no Brasil pela Euro RSCG e pela Media Contacts, a campanha ressalta o compromisso da Air France em proporcionar ao passageiro a máxima experiência de bem-estar.

No mês de março, a ação poderá ser vista nos veículos O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, O Globo, Valor Econômico, Veja São Paulo e Rio, Época São Paulo e Rio, Época Negócios, Isto É Dinheiro, Isto É, Exame, Caras, Carta Capital e Viagem & Turismo. A campanha terá também a veiculação online nos sites da Veja, O Globo e Valor Econômico.
Contato Radar

Curso de Piloto Privado


A Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) publicou nesta sexta-feira o resultado do seu Processo Seletivo Complementar de Verão 2010. Confira se você está entre os aprovados .

Para efetivar sua matrícula, o candidato classificado deverá pagar, na rede bancária, até o vencimento, a importância constante na Guia de Recolhimento, relativa à primeira mensalidade. O Guia de Recolhimento poderá ser impressa na Internet , pelo site (www.pucrs.br) ou obtida na Central de Atendimento ao Aluno, no prédio 15, a partir deste sábado.

A PUCRS informa que a classificação dos candidatos às vagas existentes não significa matrícula automática e o candidato chamado que não comparecer à matrícula perde o direito à vaga.

O candidato classificado no Porcesso Seletivo Complementar deverá matricular-se em todas as disciplinas do 1º. nível, mesmo que já tenha obtido créditos em outro estabelecimento de Ensino Superior. Neste último caso, o candidato poderá requerer o aproveitamento dos créditos, no período indicado no calendário escolar, e deverá aguardar resposta até o final do período letivo.

De acordo com a legislação vigente, é condição indispensável para a matrícula a exibição da prova de conclusão do Ensino Médio (2º. Grau), anulando-se a classificação dos candidatos que não a apresentarem no momento da matrícula.

Confira os documentos necessários
- Documento comprobatório de escolarização, podendo sero Certificado de Conclusão e Histórico Escolar do Ensino Médio/2º. Grau (devendo constar a aprovação no Estágio para os cursos profissionalizantes, quando previsto na legislação) ¿ 2 (duas) vias, sendo 1 (uma) obrigatoriamente original; ou o Diploma registrado de Curso Profissionalizante de Ensino Médio/2º. Grau, ou de Curso Superior ¿ 1 (uma) fotocópia autenticada.

- Declaração de Equivalência do Ensino Médio/2º. Grau para cursos concluídos no Exterior, expedida pelo Conselho Estadual de Educação (Resolução nº. 155 do CEE de 21/11/80), em 1 (uma) via autenticadaou Histórico de Conclusão de curso (expedido pelo Estabelecimento de Ensino, com Visto Consular, em 1 (uma) via, dispensada a Declaração de Equivalência) para curso equivalente ao Ensino Médio/2º. grau, não técnico, concluído na Argentina, Paraguai e Uruguai, de acordo com o Decreto nº. 2.726 de 10/08/1998.

- Fotocópias sem autenticação da Cédula de Identidade (com o respectivo órgão expedidor), CPF, Comprovante de Quitação Eleitoral (a partir de 18 anos, conforme legislação) e Comprovante de Situação Militar Regular (sexo masculino e 18 anos completos no ano vigente) - Para candidatos estrangeiros, prova de permanência legal no Brasil R.N.E (Registro Nacional para Estrangeiros).

Para o curso de Ciências Aeronáuticas, além da documentação acima, o candidato deverá levar na matrícula inicial, a comprovação de, no mínimo, 25 (vinte e cinco) horas de vôo em avião, realizadas em Curso de Piloto Privado-Avião, em entidade de ensino de vôo homologada pela ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil. Para isso, deve apresentar à PUCRS a Caderneta Individual de Vôo (CIV), onde constem os últimos registros de vôo realizados e a Folha de Conferência da CIV, relativa aos registros apresentados, devidamente assinada e carimbada pelo responsável pela entidade de ensino de vôo.
12 horas

O que são aqueles rastros de nuvens brancas atrás dos jatos?


Aquelas nuvens que os jatos formam, de vez em quando, são chamadas de rastros de condensação ou rastros de fumaça. Às vezes, os rastros de fumaça formam linhas finas que cruzam todo o céu. Em outras, são muito mais curtos; e há vezes que eles simplesmente nem aparecem.

O rastro de fumaça se forma porque um dos componentes de escapamento do motor a jato é a água. O combustível de jato é feito de carbono e hidrogênio. Quando o combustível queima com o oxigênio, a maior parte que escapa consiste de CO2 (dióxido de carbono) e H2O (água). A água geralmente é um vapor invisível.

Quando você exala, sua respiração contém uma grande quantidade de vapor de água invisível. Pode ser que você já tenha percebido, em certos dias no inverno, que, ao exalar o ar, você forma uma fumaça de condensação. No entanto, no verão, você não vê isso acontecer. O ar frio consegue reter bem menos umidade do que o ar quente, por isso, no inverno, quando a umidade de sua respiração atinge o ar frio, ela se condensa em uma fumaça visível.

O mesmo acontece quando um motor a jato "exala". Se a temperatura, o vento e a umidade na camada superior da atmosfera forem apropriados, serão formados rastros de fumaça brancos e compridos quando a umidade no escapamento se condensar.
Aviação

O plano de voo de Constantino

Apesar de a Gol não ser líder no transporte aéreo de passageiros no país, Constantino de Oliveira Junior, presidente da companhia, está satisfeito, porque lidera em rentabilidade:

– Temos o menor custo do setor de aviação – diz.

Com um avião ou decolando ou pousando a cada minuto, a empresa – que inclui a marca Varig – tem um plano de voo robusto para os próximos anos.

Renovação da frota, aumento de serviços para passageiros – no solo e a bordo – e ampliação do uso do programa de milhagem Smiles estão entre alguns dos rumos. O avanço se dará para consolidar, explica Constantino, a forma de atuação da empresa, que nasceu em janeiro de 2001 inovando com tarifas baixas e uso da internet para a venda de passagens.

– Como o setor é volátil em razão das variáveis (câmbio e petróleo) envolvidas, é preciso ter um balanço forte – explica.

Em entrevista concedida na tarde sexta-feira em Porto Alegre, o comandante da Gol diz que os bilhetes aéreos com preços atrativos vão continuar, como forma de conquistar mais passageiros:

– Quem utiliza o modal aéreo certamente voltará a utilizar novamente.

Confira os principais trechos da entrevista.

10 anos e novos serviços

Teremos um serviço de bordo mais flexível, que é parte de um projeto de venda a bordo. Vamos oferecer opções de bebidas quentes e frias, alcóolicas ou não, chocolates, enfim, uma série de opções que visam a atender à necessidade do cliente. Para nós, isso pode significar uma receita adicional e uma melhoria no resultado da companhia. Também vamos oferecer um sistema para que o passageiro possa usar seus smartphone ou notebook a bordo.

Portal ampliado

Temos outras iniciativas como transformar o site de vendas da empresa em um portal de viagens, dando ao cliente a possibilidade de fechar em um negócio todas as etapas da viagem, como aluguel de carro, hotel e tíquetes de eventos culturais. Também pretendemos intensificar o uso do celular na interação entre o cliente e a companhia, principalmente no check-in, reduzindo tempo de filas. O ano 10 é o de reafirmação e consolidação desse modelo de negócio.

Sem aumento de tarifas

Quando a Gol iniciou as operações, a nossa diferença de custo e de preço com as principais companhias chegava a 60%. De lá para cá, o preço das passagens caiu substancialmente. Atribuo isso ao “efeito Gol”. Ainda temos o menor custo da indústria e tarifas competitivas com passagens de ônibus, em todo o mercado doméstico. Se tivéssemos tarifas crescentes, a indústria não teria crescido três vezes e meio o PIB, como ocorre desde 2003. Nos últimos sete ou oito meses, a Gol cresceu mais de 30% em todos os meses. Não enxergamos, agora, guerra de preços, mas tarifas baixas. Nossas expectativas de resultados para 2010 não contemplam aumento de tarifa.

Receitas e custos

Receitas adicionais, que eram de 4% a 6% há dois anos do faturamento total, representam hoje entre 12% e 14%. Isso é, venda de milhas a parceiros, vendas a bordo, vendas com parcerias com locadoras de automóveis, redes de hotéis, publicidade a bordo, parcelamento de passagens e assim por diante. Pretendemos elevá-las a 20% em dois anos, o que vai melhorar nossa margem operacional.

Programa Smiles

Estamos implantando uma nova plataforma que permitirá uma interação entre a empresa e o cliente por outros meios que não o call center e a internet. Será principalmente pelo celular. O sistema também permitirá criar uma moeda Smiles para negociarmos com parceiros, para a milha não ser utilizada só no tíquete aéreo. A adesão ao Smiles vem crescendo barbaramente, de 80 mil a 100 mil novos clientes por mês. É uma marca muito forte.

Marca Varig

Preservamos a marca Varig como uma marca de serviços, como é vista no Brasil e lá fora. Estamos explorando essa marca nos voos de médio curso, como Caracas e Bogotá, onde o serviço é fundamental, com refeições quentes e bebidas alcóolicas. E a Varig é muito bem reconhecida nesse tipo de serviço. Se usarmos o nome Gol em Caracas, ninguém conhece. Mas a Varig é um ícone, o que facilita muito a entrada nesses mercados. A gente preserva a marca para, quando for o caso, identificar um serviço diferenciado.

A Varig se pagou?

Depende da óptica. O desembolso de US$ 320 milhões contemplou recursos e ações. Só a assinatura do branding (uso da marca Smiles em cartões bancários) como Banco do Brasil e Bradesco gerou uma entrada de recursos de R$ 250 milhões em junho passado. Não sei se a operação (compra da Varig) se pagou, mas tenho plena convicção de que fizemos o negócio adequado, o negócio certo.

Futuro da Varig

Durante o período em que o Cade analisava o nosso caso (unir as operações das companhias), usamos a marca Varig no mercado doméstico oferecendo tudo o que simboliza a companhia, como poltronas com mais espaço, serviço de bordo mais robusto, programa de milhagem mais agressivo. Isso gera custo, e é preciso cobrar mais pelo bilhete. Aí nós percebemos que existe, sim, uma vontade, um desejo muito grande dos clientes de ter um serviço como o da Varig, mas eles não estão dispostos a pagar por isso. O retorno não era compatível com a iniciativa.

Longa distância

Um passo para trás é sempre muito complicado, passava por deixar aviões no chão, admitir um prejuízo. Esses aviões ainda custam, cada um, US$ 500 mil por mês e ficaram um ano e meio parados (antes de começarem a ser utilizados em voos fretados). Dar um passo para trás passa pela dificuldade de manter a autoconfiança dos colaboradores e manter a motivação em alta. A Gol nunca havia dado um passo para trás, nem sequer cancelado voo. Foram decisões duras, difíceis, mas feitas com muita consciência.

Voos intercontinentais

Nosso planejamento estratégico (até 2015) define que a Gol vai operar somente com aviões Boeing 737 de nova geração (modelos 700 e 800). E esse planejamento limita o nosso alcance geográfico. Não pretendemos voar com uma frota duplicada (outros modelos). Mas temos buscado parcerias para atender à demanda do cliente Smiles que busca o voo de longo curso. Essas parcerias já estão em curso com as principais companhias do Hemisfério Norte.

Liderança

Trabalhamos para tornar a Gol a companhia preferida dos clientes e isso, naturalmente, pode levá-la à liderança. Mas não colocamos a liderança à frente da qualidade nos serviços, da segurança, da rentabilidade, de um balanço forte. Não vamos buscar a liderança a qualquer custo. É lógico que, se ela vier, vou ficar muito feliz. Me deixa muito mais satisfeito perceber que a Gol é líder em rentabilidade, em solidez, em pontualidade e qualidade no atendimento.

Mercado doméstico

Em São Paulo, Congonhas está saturado. Em Guarulhos, já existem restrições de crescimento. Vamos imaginar que continue esse gargalo. O crescimento da empresa se dará no que chamamos de operações “upper-hub”. Hoje, um cliente que sai de Porto Alegre e quer ir a Recife faz a conexão em Guarulhos, e ocupa um assento de Guarulhos a Recife que poderia ser de um paulista. O que faremos? Vamos transferir as conexões para outros hubs (aeroportos de conexão), como Rio, Brasília ou Belo Horizonte. Abrimos espaço para a demanda específica e criamos novos voos. Assim surgem condições de crescimento.

Mercado internacional

Temos crescido muito nos voos para o Caribe. São voos semanais para oito destinos partindo de Guarulhos, Brasília, Caracas e Bogotá. Os que passam por Caracas e Bogotá têm pintura Varig e duas classes de serviço. Temos planos para Barbados, Isla Margarida e Havana.

Operação de aeroportos

O nosso negócio é transporte de passageiros. Se tivermos de assumir a operação de um aeroporto para executar o nosso serviço adequadamente, temos disposição para isso e o faremos. Mas, se você me perguntar se eu teria interesse de participar isoladamente de um processo de privatização ou concessão, diria que é cedo para avaliar qualquer possibilidade, porque não vi nada de concreto ainda. O fato é que chegamos até aqui com a Infraero gerindo e construindo os principais aeroportos. Existem gargalos? Existem. Mas não será, necessariamente, a privatização ou concessão que irá resolver esses gargalos.

Acidente e indenizações

Independentemente de dolo ou não, a responsabilidade do contrato de transporte é da Gol e nós temos essa responsabilidade perante todos os familiares e clientes. O esforço da companhia, no primeiro momento, foi prestar toda a assistência às famílias. Depois, fomos buscar aquilo que a Justiça preconiza em termos de remuneração num caso como esse. A questão é que um acordo passa pelos dois lados. Em muitas situações, não está bem definido quem tem direito à indenização. O nosso esforço tem sido por fechar os acordos dentro daquilo que é prática na Justiça. Já fechamos um número enorme de acordos. Mas alguns não temos como fechar ainda.

Pequenos concorrentes

Vou pegar o caso da Gol. Nós viemos para quebrar paradigmas e conseguimos. Equando se observa o atual momento, não se vê ninguém trazendo novidade. Não vejo hoje na Azul e na Webjet nenhum novo atributo. Não quer dizer que não sejam competidores profissionais e competentes. É que não acharam ainda uma forma de criar um novo paradigma. Agora, estão fazendo um excelente trabalho, nos deixam cada vez mais motivados, nos levam a aprimorar. É bom para a indústria. A base de clientes cresce, porque essas companhias também oferecem preços acessíveis, atingem maior número de pessoas. E uma vez que o cliente utiliza o modal aéreo, dificilmente trocará. E, se voou pela primeira vez por um concorrente, tenho certeza de que na próxima viagem vai considerar a Gol como uma opção. ‘‘
Desástres Aéreos

Imagem - Primeiro A319 da Oceanair a caminho

O primeiro dos quatro Airbus A319 que a Oceanair receberá nos próximos meses já está prestes a entrar em operação. A chegada da aeronave, no entanto, marcará o fim da Oceanair e o início da Avianca Brasil.

O PR-AVB já apresenta as cores e o logotipo da empresa colombiana, apenas com a bandeira brasileira no bico. Veja abaixo a imagem de Julian Lukas, divulgada no fórum Contato Radar, na qual o Airbus ainda está com a matrícula alemã em território europeu.


RMC

Mulheres se destacam na equipe de mecânicos especializados da TAM




Lênia Froes, 34 anos, é uma mulher vaidosa, cuida dos cabelos em salão especializado aos sábados e tem como diversão praticar dança do ventre.

Ana Fernandes do Nascimento, 25, também vaidosa, pinta os olhos para ir trabalhar. No fim de semana é goleira de um time de hóquei.

Sílvia Aparecida Lopes, 36, como a maioria das mulheres casadas e que passam o dia no trabalho, usa salto baixo para não machucar os pés quando corre para buscar o filho na escola antes de ir para casa cuidar da da família.

As três passam o dia juntas com uma responsabilidade de dar medo a muito marmanjo. Lênia é eletricista e Ana e Sílvia mexem com motores. Poderiam ser mecânicas comuns, se não fossem especializadas em jatos.

As três fazem parte do quadro de funcionários da oficina da TAM Aviação Executiva no aeroporto de Jundiaí. Cuidam do patrimônio (e da segurança lá em cima) de gente responsável por boa parte do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Quando um piloto questiona se foi uma mulher que mexeu no avião dele, finjo que não ouço”, diz Lênia.

Das três (aliás, outras duas mulheres fazem parte do time de mecânicos da TAM em Jundiaí), somente Ana não tem a aviação enrraizada na família. Lênia é filha de um ex-mecânico da Força Aérea norte-americana e Sílvia, irmã de um oficial da FAB (Força Aérea Brasileira).

Ana, a pioneira da família, se interessou pela profissão ao terminar o ensino médio e iria se matricular em um cursinho pré-vestibular para tentar entrar em alguma faculdade de engenharia aeronáutica.

“Mudei de ideia quando vi um anúncio de jornal sobre curso técnico em mecânica de aviões”, afirma.

As três são capazes de montar e desmontar um avião inteiro. Lênia e Ana atualmente estudam para aprender a pilotar.
“Isso será importante para entendermos qual a reclamação do piloto lá em cima”, afirma Lênia.

Secretária pediu para ir à oficina
Sílvia Aparecida Lopes trocou o cargo de secretária executiva da diretoria de uma empresa especializada na manutenção de helicópteros pela oficina da companhia. Hoje, ao invés de saia ou terninho, calça os mesmos sapatos de segurança dos demais mecânicos homens e faz questão de afirmar que nunca deixará sua vaidade feminina de lado por isto.

“Numa transferência na empresa, fiquei mais próxima da oficina, peguei gosto e fui estudar”, explica.

Sílvia está há pouco mais de três meses na TAM. Começa a se familiarizar com jatos executivos, mas para quem até recentemente trabalhava com a complexidade de um helicóptero, já ganhou respeito do restante da equipe.


Mulheres são mais detalhistas
O gerente de manutenção da TAM em Jundiaí, Gílson Burman, acha que a presença de mulheres na oficina fortalece o trabalho da equipe.

“Elas são mais detalhistas, cuidadosas”, afirma. “Mas ainda são poucas, menos de 5% do quadro de mecânicos. Poderia ser mais”, diz.

E são detalhistas mesmo. Lênia decorou sua caixa de ferramentas com pequenos adesivos da personagem Hello Kitty – não dá para confundir seu material com o dos grandalhões da oficina.

Lênia cuida de toda a parte elétrica dos jatos. É responsável, por exemplo, pelo sistema que avisa o piloto sobre a presença de montanhas à frente. E garante nunca ter desistido ao encontrar um parafuso apertado. “É questão de jeito, não força.”

Ana, no dia da entrevista (depois após a derrota do Corinthians para o Santos), evitava falar de um de seus assuntos preferidos com os mecânicos da empresa. “Meu time perdeu.” E lá foi ela voltar para uma de suas turbinas.
12 Horas

Flight Safety – 01/03/2010 à 07/03/2010

Segunda Feira – 01/03/2010:

Um A330-200 da TAM, prefixo PT-MVR que fazia o voo JJ-8099 de Paris para São Paulo, declarou emergência enquanto estava em rota, devido a um passageiro apresentar sintomas do que seria um ataque cardíaco.

Um médico a bordo fez os primeiros socorros enquanto a aeronave alternava para o aeroporto de Fortaleza, no entanto, o falecimento do passageiro foi declarado no momento do pouso.

Terça Feira – 02/03/2010:

O comandante de um 737-400 da companhia Corendon Airlines foi removido da aeroanve pouco antes da partida.

A polícia removeu o tripulante, que teria forjado uma licença que expirou a 13 anos. A companhia cooperou com a polícia holandesa e trocou os tripulantes logo em seguida.

Quarta-Feira – 03/03/2010:

Sem ocorrências

Quinta-Feira – 04/03/2010:

Um A319 da companhia Frontier Airlines estava em aproximação para o aeroporto de Denver, quando a tripulação reportou que havia atingido uma série de pássaros.

A aeronave, prefixo N923FR, que vinha de São Francisco, pousou em segurança.

Inspeção pós-pouso revelou pequenos dados na janela de um dos lados da aeronave.

Sexta-Feira – 05/03/2010:

Uma fumaça na cabine de um A319 da United Airlines fez com que a tripulação alternasse para o aeroporto de Buffalo.

A aeronave, prefixo N819UA, subia ao FL110 quando fumaça foi notada na cabine. Durante aproximação final, a tripulação revelou que o fogo vinha de fora da aeronave e que não seria necessário a evacuação.

Após o pouso, a brigada de incêndio revelou que o fogo teria iniciado no reservatório de um dos lavatórios traseiros.

Sábado – 06/03/2010:

Outro incêndio a bordo, dessa vez em um ERJ190 da JetBlue, fez com que a tripulação retornasse ao aeroporto de San Juan, da onde havia decolado com destino à Fort Lauderdale.

Durante a aproximação, a tripulação revelou que a fumaça não havia dissipado. Após o pouso, os passageiros foram evacuados.

Serviços de emergência não encontraram a fonte do fogo ou da fumaça.

Domingo – 07/03/2010:

Um A320 prefixo SX-DVW, da companhia Aegean Airlines, estava na subida inicial, quando a tripulação precisou desligar um dos motores.

O voo A3-511 com destino Atenas, teve de retornar ao aeroporto de partida, Thessaloniki, onde pousou em segurança.

Nenhum dos 146 passageiros se feriu.

Uma investigação foi aberta para esclarecer o problema.

Flight Life