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sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Etihad Airways abrirá contratações para comissários brasileiros.


O Assessment Day será agora dia 10 de Julho em São Paulo

James Hogan, CEO da Etihad, entre comissárias da companhia
James Hogan, CEO da Etihad, entre comissárias da companhia
Durante entrevista à imprensa para divulgar a recém-inaugurada rota São Paulo-Abu Dhabi, o CEO da Etihad Airways, James Hogan, anunciou que a companhia iniciará um processo de recrutamento de brasileiros que irão fazer parte da tripulação da aérea.

Em 10 de julho, especialistas da área de recrutamento da empresa estarão na capital paulista para o processo seletivo – os novos tripulantes passarão por um programa de treinamento de seis semanas em Abu Dhabi. Interessados devem se inscrever pelo www.careers.etihadairways.com ou pelo e-mailccrecruitment@etihad.ae.

Atualmente, 90 brasileiros trabalham na companhia, incluindo 23 pilotos e 28 tripulantes. 
panrotas
contribuiu Rosaine Dalila Scruff

domingo, 16 de junho de 2013

Turkish Airlines troca aeronave no Brasil


Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho

De 1 de julho a 30 de setembro, a Turkish Airlines efetuará a troca de aeronave utilizada na rota Istanbul – São Paulo – Buenos Aires. Hoje, a empresa utiliza o Boeing 777-300ER (foto acima) e passará a utilizar o Airbus A340-300. O Boeing 777 deverá retornar em outubro.
FONTE: Aviação Brasil.

Royal Air Maroc de volta ao Brasil


Foto: Boeing
Foto: Boeing
Após duas passagens pelo Brasil, a última, vinte e um anos atrás, a RAM Royal Air Maroc, retomará seus voos de Casablanca para São Paulo. A Aeronave a ser utilizada será o Boeing 767-300ER e os voos serão os seguintes:
AT 215 – Casablanca – São Paulo, decolando 21h40 de Casablanca, às segundas feiras, pousando em Guarulhos às 05h35 de terça.
AT 215 – Casablanca – São Paulo, decolando 12h30 de Casablanca, às quartas e sextas feiras, pousando em Guarulhos às 20h25 do mesmo dia.
AT 214 – São Paulo – Casablanca, decolando 07h05 de São Paulo, às terças feiras, pousando em Casablanca às 18h05 do mesmo dia.
AT 214 – São Paulo – Casablanca, decolando 21h55 de São Paulo, às quartas e sextas feiras, pousando em Casablanca às 08h55 do dia seguinte.
A última passagem da companhia pelo Brasil foi no trecho Casablanca – Rio de Janeiro, em 1992, com voos operados com Boeing 747-200 e Boeing 747SP.
FONTE: Aviação Brasil.

TAP completou dois anos de ligação entre Porto Alegre e Lisboa


Foto: Enos Moura Filho
Foto: Enos Moura Filho
Nos dois primeiros anos de ligação entre Porto Alegre e a Europa, a TAP transportou mais de 165 mil passageiros e no ano passado apresentou uma taxa de ocupação média de 80%. Estes resultados, somados com as outras nove saídas do Brasil, conferem à TAP uma posição de liderança no transporte aéreo de passageiros entre a Europa e o Brasil, e refletem o bom acolhimento dos gaúchos ao produto oferecido pela companhia”, comenta Mario Carvalho, diretor geral da TAP para a América Latina.
A abertura da rota trouxe à capital gaúcha maior visibilidade na Europa, Porto Alegre é reconhecida como um destino atraente e com uma importante diversidade cultural. É significativo o número de europeus desembarcados em Porto Alegre. A Itália é o país com grande contribuição para a rota. Visitantes espanhóis e alemães também marcam forte presença.
FONTE: Aviação Brasil.

Alterações de operações da Etihad e British Airways no Brasil


A340-600_Etihad_Airways (2)
A Etihad utilizará o Airbus A340-600 até 30 de junho na rota São Paulo – Abu Dhabi, sendo que de 1 de julho a 26 de outubro, a aeronave será alterada para o Airbus A340-500. As partidas de Guarulhos acontecem às 18h20 local, às terças, quintas e sábados.
Já a British Airways utilizará no Rio de Janeiro, voos BA 248 e BA 249, o Boeing 777-300ER, diariamente, a partir de 27 de outubro. É a primeira vez que a companhia utiliza o Boeing 777-300ER em rotas brasileiras, sendo que já foi utilizado o Boeing 777-200ER na rota de São Paulo, há algum tempo atrás.
FONTE: Aviação Brasil.

Gol quer voar para Boston, Havana e Lagos, na Nigéria



Fernando Nakagawa

A companhia aérea Gol quer voar para mais longe. Boston, nos Estados Unidos,Havana, em Cuba, e Lagos, na Nigéria, devem ser as primeiras cidades atendidas. O plano, porém, não prevê a compra de um novo modelo de avião e a empresa usará as aeronaves já conhecidas dos passageiros que voam dentro do Brasil. Então, para conseguir chegar aos novos destinos com os atuais aviões, será preciso fazer uma parada no meio do caminho, encher o tanque e seguir viagem até os novos destinos.
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Escala. Gol chegará mais longe, mas vai parar para abastecer
Após a experiência inicial com as rotas para Miami e Orlando, nos Estados Unidos, a Gol quer reforçar a presença internacional. O plano foi revelado esta semana por um executivo da empresa a uma consultoria internacional que fornece análises e relatórios para investidores ao redor do planeta, a Capa Centre for Aviation, empresa com forte atuação na Europa e Ásia.
Desde a criação da Gol há mais de uma década, uma das características da empresa é a frota padronizada. Basicamente, a companhia usa um único modelo de avião para economizar em despesas como peças de reposição e treinamento de pilotos. Para não fugir dessa regra, a companhia usará os mesmos Boeing 737-800 NG para chegar aos novos destinos. Na média, esse modelo consegue voar até 5.500 quilômetros sem parar para abastecer. Os novos destinos, porém, são mais distantes: Boston, por exemplo, fica a 8.870 quilômetros de São Paulo. Por isso, será necessário parar no meio do caminho.
Para o passageiro, essa parada representa alguns minutos a mais na viagem. O trecho entre Guarulhos e Orlando, por exemplo, dura em média 8h50 no voo direto da TAM. Na Gol, a mesma viagem leva em média 10h50. São duas horas de diferença. O tamanho do avião também é bem distinto: enquanto os voos da TAM para Miami transportam até 350 passageiros, o modelo usado pela Gol tem capacidade para menos de 200 pessoas.
Nas rotas para os EUA e Cuba, a parada será no aeroporto Santo Domingo, na República Dominicana. A localização dessa parada, inclusive, é considerada estratégica para os planos da Gol: a partir de Santo Domingo, é possível chegar – usando o avião padrão da companhia – a praticamente todas as cidades dos EUA, boa parte do Canadá e todo o México e Caribe. Ao mesmo tempo, ao sul, os aviões da Gol chegam a praticamente toda a América do Sul. Será um grande centro de voos da Gol, o chamado “hub”, diz a consultoria. No mapa abaixo, a área mais clara mostra o alcance dos aviões da Gol a partir de Santo Domingo.
AutonomiaGol.jpg
Américas. Alcance dos aviões da Gol a partir de Santo Domingo 
Na estreia para a África, o plano é sair de São Paulo ou Rio, parar no Recife e cruzar o Atlântico até a Nigéria. O novo voo poderia começar ainda em 2013. A consultoria Capa Centre, porém, fez ressalvas à estratégia, especialmente para a África. “A Nigéria não é um mercado tão grande para o Brasil, talvez nem suficiente para lotar um 737”, alertou . “O serviço da Gol pode não ser bem recebido pelos passageiros a negócios em um voo longo como São Paulo-Recife-Lagos”.
Procurada, a Gol informou via assessoria de imprensa que “estuda a possibilidade de uma nova rota partindo do Brasil com destino à Nigéria”, sem detalhar os aeroportos de origem e destino. Sobre os demais voos para Boston e Havana, a empresa não nega que estuda os novos destinos e informou que “não se manifesta” sobre o tema.
rotasgol.jpg
Planos. Rotas para Boston, nos EUA, e Lagos, na Nigéria.
IG

quinta-feira, 13 de junho de 2013



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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Avião cai de paraquedas em jardim na Grã-Bretanha

Avião cai de paraquedas em jardim na Grã-Bretanha (Foto: BBC)Avião cai de paraquedas em jardim na Grã-Bretanha (Foto: BBC)
Um avião de pequeno porte ficou praticamente intacto após cair sobre o jardim de uma casa em Cheltenham, no oeste da Grã-Bretanha, com a ajuda de um paraquedas.
O piloto, de 76 anos, acionou o sistema de emergência do monomotor Cirrus SR22 ao enfrentar problemas quando sobrevoava a cidade. Assista ao vídeo.
Ele havia saído de Londres, a cerca de 180 quilômetros de distância.
As imagens da queda foram captadas por um morador da região.
O paraquedas conseguiu reduzir drasticamente a velocidade da aeronave, que caiu sobre arbustos a poucos metros de distância de um morador.
O piloto sofreu apenas alguns ferimentos leves.
Pousos de aviões com paraquedas são extremamente raros.
Avião cai de paraquedas em jardim na Grã-Bretanha (Foto: BBC)Avião cai de paraquedas em jardim na Grã-Bretanha (Foto: BBC)
O piloto do monomotor conseguiu escapar do acidente apenas com ferimentos leves
G1

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F-X2: segundo jornalista da ‘Folha’, anúncio está para sair


Eliane Cantanhêde, a mesma jornalista que divulgou o resultado do relatório da COPAC, dá como certa a escolha do Super Hornet. Informação semelhante foi dada pela agência Reuters ontem

F-18 Super Hornet da Austrália lança flares no exercício Pitch Black 2012 - foto MinDef Austrália
BRASÍLIA – O anúncio dos novos caças da Aeronáutica, pepino que se arrasta há mais de dez anos, desde FHC, está para sair. A movimentação no governo é intensa, com enorme ansiedade na área militar.
O ambiente político de hoje é bastante diferente em relação aos anos Lula, quando o relatório técnico da Força Aérea dava o sueco Gripen NG em primeiro lugar, o presidente e o ministro da Defesa só queriam saber do francês Rafale e os pilotos suspiravam inutilmente pelo americano F-18. Muita coisa mudou.
O Brasil de Lula andava muito amiguinho da França e bastante desconfiado dos EUA, mas Lula se desencantou com Nicolas Sarkozy e Dilma não morre de amores por François Hollande, que votou com o México na disputa pela OMC.
Diferentemente de Lula, Dilma fez uma guinada em direção aos EUA e prefere uma opção mais técnica e menos política para os caças. Pode unir o útil ao agradável.
As mudanças também foram na área técnica. Apesar de negar, a Embraer tendia para os Gripen NG, alegando, entre outras coisas, a transferência de tecnologia (o avião, atualização do Gripen original, é desenvolvido com participação de brasileiros). Hoje, porém, a empresa acaba de fechar um contrato para a venda de aeronaves para a Força Aérea norte-americana. Detalhe: se o relatório da FAB era pró-Gripen NG, os olhinhos asiáticos do comandante Saito brilham com os F-18.
Por fim, há duas pressões de ordem prática para um anúncio já: de um lado, os velhos Mirage da FAB saem definitivamente de operação em dezembro. De outro, o último prazo que o governo brasileiro pediu às empresas para que segurassem as condições do negócio vence em 30 de setembro, pouco antes da ida de Dilma aos EUA –aliás, a única visita de Estado ao país neste ano.
Ah! Antes que eu me esqueça: a visita de Dilma será em 23 de outubro. No Brasil, vem a ser… o Dia do Aviador. Deve ser coincidência.
PODER AÉREO

Boeing informa encomenda de 7 aviões do novo modelo 737

A Boeing revelou nesta quinta-feira, 6, que recebeu uma encomenda de sete aviões do novo modelo 737, levando o número total de encomendas à empresa este ano para 505 aviões. Contando os 70 cancelamentos que ocorreram este ano, o número líquido de encomendas é de 493. A companhia não revelou as identidades dos clientes que fizeram as encomendas. Fonte: Dow Jones Newswires.

R7

Mais um MiG-21 se acidenta na India. Tipo deve ser substitudo em 2017.


Um caça MiG-21 'Bison', versão biplace de treinamento da Força Aérea Indiana (IAF) caiu perto da base aérea Uttarlai na última quarta feira, tendo os pilotos logrado ejetar com segurança. O avião caiu perto da vila Sodiyar às 9h. A aeronave decolara da Base Aérea Uttarlai no sector ocidental e estava em um voo de treinamento de rotina.


IAF opera cerca de 80 (quatro esquadrões) desses aviões de origem Sovietica e tem ocorrido problemas recorrentes em seus motores R-29. Há alguns anos, foi realizado um estudo para tentar sanar os problemas nos motores da aeronave e verificou-se que o custo das alterações torariam inviável a solução.

Há 50 anos em serviço na Força Aérea da India a substituição do modelo MiG-21 esta prevista para 2017, quando o LCA - Tejas deverá estar na linha de frente.
HANGAR DO VINNA

Justin Bieber vai 'passear' no espaço

Agora só resta saber quando será a partida


O cantor increveu-se para um voo de turismo espacial da Virgin Galactic de Richard Branson. A revelação chegou mesmo através do Twitter do magnata inglês.
A lista de futuros turistas espaciais tem 530 pessoas e inclui outras estrelas como Ashton Kutcher e Leonardo DiCaprio. A inscrição custa cerca de 190 mil euros. Já DiCaprio vai ao espaço acompanhado de um filantropo que pagou quase 1 milhão de euros num leilão de solidariedade para acompanhar o ator nesta viagem galática.

O norte-americano Dennis Tito foi o primeiro turista espacial da história. Na altura, em 2001, pagou cerca de 19 milhões de euros à Rússia para estar dez dias no espaço, incluindo uma estadia na Estação Espacial Internacional. Até agora apenas mais seis pessoas se juntaram a Tito neste exclusivo clube. Na lista de mais de 530 futuros '
astronautas de lazer' através da Virgin Galactic há cinco portugueses.Agora só resta saber quando será a partida. A Virgin Galactic ainda não faz voos comerciais mas planeia fazer um voo de teste mais para o final do ano.
TN ONLINE

Ações da Embraer disparam com pedidos de jatos regionais


A companhia registra alta de 33 por cento para as ações no ano até ontem, maior salto entre os componentes do Ibovespa.



Fábrica da Embraer
Embraer: os 119 pedidos para aeronaves da série E-Jet antes do Paris Air Show neste mês somam um valor de tabela de cerca de US$ 5 bilhões
São Paulo -  Embraer SA acumula a maior carteira de pedidos de jatos regionais em cinco anos com companhias aéreas dos Estados Unidos adquirindo aviões maiores. Isso mantém a linha de produção ocupada enquanto a companhia desenvolve uma nova classe de aeronaves que deve ser lançada em 2018.
Os 119 pedidos para aeronaves da série E-Jet antes do Paris Air Show neste mês somam um valor de tabela de cerca de US$ 5 bilhões. Eles ajudaram a impulsionar a alta de 33 por cento para as ações da Embraer no ano até ontem, maior salto entre os componentes do Ibovespa.
As empresas aéreas dos Estados Unidos estão adquirindo aviões da família E-Jet de 76 lugares para substituirem os modelos de 37 e 50 assentos populares nos anos 90, quando a Embraer e a Bombardier Inc. criaram o mercado de aviões regionais.
As vendas vão ajudar a impulsionar a Embraer, que tenta atualizar seus modelos para a chamada “segunda geração” ou “G2”.
“A empresa está criando uma base de aviões Embraer nessas companhias aéreas americanas”, disse Bruno Wittmaack, analista de pesquisas da Victoire Brasil Investimentos em São Paulo, que administra R$ 2,2 bilhões, incluindo ações da fabricante de aeronaves. “Isso garante alguma sustentabilidade à próxima geração.”

 EXAME

Avião tem falha mecânica e piloto faz pouso forçado em lavoura no RS




Avião com dois passageiros seguia de Santo Ângelo para Tapes.
Aeronave que decolou 12h30 teve que pousar às margens de uma rodovia.


Falha mecânica obrigou piloto a fazer um pouso forçado em Cruz Alta, RS (Foto: Larissa Fraga/RBS TV)Falha mecânica obrigou piloto a fazer um pouso forçado em Cruz Alta, RS (Foto: Larissa Fraga/RBS TV)
Uma falha mecânica obrigou o piloto de um avião a realizar um pouso de emergência no início da tarde desta quinta-feira (6) em Cruz Alta, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. A aeronave decolou por volta das 12h30 de Santo Ângelo, na Região das Missões, e seguia para Tapes, no Sul do estado, quando o avião começou a apresentar problemas e o piloto teve que pousar em uma lavoura às margens da rodovia ERS-481.
Estavam na aeronave o piloto e o copiloto. Ninguém ficou ferido.
G1

Rio de Janeiro receberá 500 mil turistas por via aérea para visita do papa

O Rio de Janeiro receberá por via aérea para a visita do papa Francisco cerca de 500.000 visitantes, calculou nesta quinta-feira o ministro de Aviação Civil, Wellington Moreira Franco.
O pontífice argentino estará na cidade entre 22 e 28 de julho para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um evento que deverá atrair cerca de três milhões de pessoas.
Moreira Franco disse a correspondentes estrangeiros que, desse total, 500 mil chegarão por via aérea, o que representa um "desafio logístico" para as autoridades, sobretudo porque o Aeroporto Internacional Tom Jobim está em obras para a Copa do Mundo de 2014.
Segundo Moreira Franco, está se fazendo um grande esforço para concluir muitas dessas obras e garantir um bom atendimento aos turistas que vierem para a JMJ. O ministro se referiu especificamente as reformas para aumentar o número de banheiros, melhorar as escadas rolantes e a área de recolhimento das bagagens.
Embora o tempo pressione, Moreira Franco disse estar convencido de que não haverá inconvenientes no aeroporto do Galeão, por onde circulam 14 milhões de passageiros ao ano e 38.400 por dia.
"Nos grandes eventos as coisas fluirão", assegurou o ministro em referência à visita do papa Francisco e à Copa, quando o Brasil deverá receber 600 mil turistas estrangeiros.
No entanto, Moreira Franco disse que "o verdadeiro problema" é garantir um bom serviço aeroportuário para o "dia a dia dos brasileiros" que sofrem com uma infraestrutura obsoleta.
Para resolver a questão, o ministro citou um plano de modernização do setor aeroportuário anunciado em dezembro de 2012 pela presidente Dilma Rouseff, que prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões em 270 dos 689 aeroportos do país.
As medidas de modernização incluem além disso a concessão ao setor privado de alguns dos principais aeroportos do país, entre os quais se incluem o próprio Galeão e o Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, que serão licitados entre empresas nacionais e estrangeiras em setembro.
Moreira Franco disse que o regime de concessões ao setor privado prova que o Brasil "superou o conflito ideológico entre os que achavam que a privatização era o caminho rumo ao "céu" e os "ideais jurássicos" de quem se negava a associar o Estado à iniciativa privada.
"Devemos aumentar nossa taxa de investimento e

para isso precisamos contar com o setor privado", opinou.
O ministro também disse que "se o setor público não é capaz de oferecer um bom serviço aos passageiros, deve-se atrair os melhores operadores internacionais de aeroportos", o que se pretende conseguir mediante o novo regime de concessões, que permitirá o "salto de qualidade necessário" na aviação civil brasileira.
TERRA

Passageiro clandestino encontrado morto em avião que aterrou em Moscovo



Passageiro clandestino encontrado morto em avião que aterrou em Moscovo«Aparentemente, o homem morreu devido às baixas temperaturas», indicou um porta-voz das autoridades que investigam o incidente.

O corpo foi descoberto esta manhã quando se realizava uma inspecção ao Airbus A-330.



o compartimento para onde recolhe o trem de aterragem de um avião que aterrou em Moscovo na noite de quarta-feira, oriundo de Itália.

Durante a inspecção, foram detectadas gotas de sangue no trem de aterragem direito, o que levou a uma busca mais minuciosa.

O aparelho da companhia russa de charter I Fly descolou de Rimini, em Itália, na noite de quarta-feira, tendo aterrado no aeroporto de Vnukovo, na capital russa.

O cadáver ainda não foi identificado.

O regulador russo da aviação indicou que vai questionar as autoridades italianas sobre como decorreu a inspecção pré-voo em Rimini.

As temperaturas durante o voo rondam os 55 graus centígrados negativos e a falta de oxigénio também contribui para o desfecho trágico da maioria dos casos semelhantes.
DIÁRIO DIGITAL

Voo SP-Filadélfia da US Airways pode ter início em 2014


A US Airways trouxe alguns de seus principais executivos ao Brasil para o trabalho de promoção do voo direto entre São Paulo e Charlotte, que tem estreia marcada para o próximo domingo (9). Durante coletiva de imprensa realizada há pouco, eles disseram que a companhia pediu em março, ao US Department of Transportation, a autorização para começar a operar voos diários também entre a capital paulista e a Filadélfia. 

“Estamos no processo de aprovação e, se tudo der certo, acreditamos que poderemos começar a voar no segundo semestre de 2014”, comentou o diretor global de Vendas da aérea, Michael Schmeltzer

Viracopos (SP) entra na volta ao mundo da Etihad Cargo


Ilustração da rota volta ao mundo do cargueiro (divulgação)
Ilustração da rota volta ao mundo do cargueiro (divulgação)
A Etihad Cargo anunciou sua primeira rota de cargueiros dando a “volta ao mundo”, em parceria com a Atlas Air. A rota conecta o hub da Etihad em Abu Dhabi, com destinos na Ásia, Estados Unidos, Europa e América do Sul – Quito, no Equador, e Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. 

Além dos dois aeroportos sul-americanos, a rota inclui também Miami, Hong Kong, Chicago e Amsterdã, partindo e retornando a Abu Dhabi. A operação é feita no cargueiro Boeing 747-8, operado pela Etihad Cargo, que assinou contrato para aeronaves, tripulação, manutenção e seguro com a Atlas Air para dar ao Boeing 747-8 Cargueiro sua capacidade de 138 toneladas de carga para operar a nova rota.

Os três novos destinos do cargueiro nas Américas farão com que a rede da Etihad Cargo se estenda para 92 pontos em todo o mundo. Os oito cargueiros da companhia aérea operam para 28 dessesdestinos. “A Etihad Cargo está reforçando sua posição como operadora global com a entrada desta rota com paradas no Oriente Médio, Ásia-Pacífico, Américas e Europa. Acreditamos que nossa oferta seja líder no setor”, ressalta o diretor de Estratégias e Planejamento da Etihad Airways, Kevin Knight. “Isso vai além de simplesmente unir os pontos; trata-se de trabalhar com parceiros, operar rotas que beneficiarão nossos clientes em todo o mundo, entrar em novos mercados, estabelecer novas rotas de comércio, ter custo competitivo e oferecer valor”.

No último sábado, a Etihad iniciou voos para São Paulo. Também na semana passada, o Boeing 747-8F da Atlas, cargueiro com 68,5 metros de envergadura e 76,4 metros de comprimento, fez seu primeiro pouso no Aeroporto de Viracopos, em Campinas.
PANROTAS

Air France-KLM lança wi-fi a bordo

Os passageiros que agoram voarem pela Air France-KLM poderão usufruir a bordo do serviço wi-fi, onde poderão receber e enviar SMS, e-mails e navegar pela Internet durante o voo.
AirFrance-KLMEste novo serviço, realizado em colaboração com a Panasonic Avionics, está em fase de experimentação durante este ano nas aeronaves Boeing 777-300, onde após pagarem uma tarifa fixa, os passageiros poderão navegar pela internet quer através de smartphones, como de portáteis ou tablets. As tarifas variam entre os 10.95 euros por hora e os 19.95 euros, o voo inteiro.

OPÇÃO TURISMO

Air New Zealand quer aumentar participação na Virgin Australia




A transportadora Air New Zealand pretende aumentar a participação na Virgin Australia em 3%, para 22,99%.


A compra de 3% das ações da Virgin Australia terá de obter luz verde das autoridades reguladoras australianas antes de se concretizar, segundo a agência AAP.

Em comunicado, a Air New Zealand sublinha que não pretende vir a controlar a Virgin Australia.

O grupo Virgin, de Richard Branson, tem 22,37% das ações da Virgin Australia e a Singapore Airlines 19,9%.
OJE

Azul e Trip são multadas em R$ 3,5 milhões pelo Cade


Na época da fusão, empresas deixaram de prestar informações ao Cade

As empresas aéreas Azul e Trip foram multadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em R$ 3,5 milhões por “enganosidade”, por não terem informado,
na época da fusão entre as duas empresas, que a Trip tinha um acordo de compartilhamento de voo com a TAM.

O termo "enganosidade" consta da lei do Cade (12.529), que estabelece que a falsidade de informações, documentos ou declarações pode ser multada.

A informação deveria ter sido dada quando o ato de concentração foi notificado ao Cade. A Azul e a Trip anunciaram um acordo de associação em 28 de maio de 2012.

O contrato de compartilhamento de voos (do inglês 'code share') com a Trip Linhas Aéreas foi encerrado no dia 28 de março.

Valor da multa

O valor da multa é considerado alto pela importância da informação que deixou de ser repassada ao Cade. A finalização do acordo de compartilhamento dos voos entre a Trip e a TAM foi justamente a restrição imposta pelo Cade à fusão entre a Trip e a Azul.

O negócio entre as duas aéreas foi aprovado em março e criou a terceira maior empresa aérea do país. A aprovação da operação, porém, foi condicionada a duas medidas. A primeira é o fim do code share (compartilhamento de voos) entre Trip e TAM até o fim de 2014. A outra é que a nova empresa não reduza o número de voos oferecidos no aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Segundo a lei do sistema brasileiro de defesa da concorrência, o valor máximo da multa poderia ser de R$ 5 milhões.

A TAM não foi multada no processo porque ele se referia às informações que tinham de ter sido passadas por Azul e Trip em seu processo de fusão, informou o Cade. Azul e Trip podem recorrer judicialmente da medida.
MÍDIA NEWS

Airbus diz que A350 tem riscos mínimos com proximidade de voo inaugural

TOULOUSE, França, 6 Jun (Reuters) - A fabricante europeia de aviões Airbus prometeu evitar os problemas que levaram à paralisação das operações do 787 Dreamliner, da Boeing, enquanto corre contra o tempo para um voo inaugural dentro de uma semana.
O presidente-executivo Fabrice Bregier disse que a Airbus se focou na redução de risco técnico em seu projeto mais caro, um contraste implícito com o problema com as baterias que levaram a uma parada de três meses do 787 no início do ano.
"Esta aeronave é madura com riscos tecnológicos limitados... e eu não tenho apetite para lançar uma aeronave que não pode voar", disse Bregier em Tolouse, na França".
O A350 parece estar no caminho para voar até o final da próxima semana, mas as preparações poderiam ser ofuscadas por uma possível greve de controladores de voo. Vários sindicatos franceses alertaram sobre possíveis greves no meio da próxima semana, disseram autoridades.
A Airbus pode operar sem controladores públicos de sua sede em Toulouse, mas uma greve poderia atrapalhar os planos de voar com a imprensa e passageiros VIPs em um primeiro voo inaugural de um avião da Airbus desde o superjumbo A380 em 2005.
A Airbus se recusou a falar sobre a data do primeiro voo, o que depende de uma decisão final da equipe de teste depois de terem completado uma série de treinos de solo.
(Reportagem de Cyril Altmeyer e Tim Hepher)
R7

Museu do Ar - Sintra. Os altos voos da aviação portuguesa



  

As máquinas e os momentos mais marcantes da aeronáutica nacional são revelados neste museu onde repousam aviões e outros objetos que fizeram história nos céus de todo o mundo. Das primeiras tentativas de voar aos nossos dias, passando pelos pioneiros lusos e primórdios da TAP, o espaço leva-nos às nuvens num abrir e fechar de olhos. Senhores leitores, dentro de momentos iremos aterrar no Museu do Ar.
  
Foi em 1909, ano do primeiro voo em Portugal, que nasceu o sonho de construir um museu dedicado à aviação portuguesa. A ideia foi lançada por um grupo de pioneiros liderado por Gago Coutinho mas só em 1969 foi oficialmente inaugurado o Museu do Ar, em Alverca do Ribatejo. Por lá se manteve durante quatro décadas, até ser transferido em 2009 para a Base Aérea nº 1, em Pêro Pinheiro, Sintra.

Uma parte do espólio continuou em Alverca e outra está exposta no Polo de Ovar (ambas visitáveis apenas sob marcação) mas é no novo espaço que estão reunidas as peças mais icónicas e valiosas. Para isso foram recuperados vários hangares da base e construídas outras áreas de raiz, num total aproximado de 7500 metros quadrados (contabilizando apenas as áreas interiores) que fazem do Museu do Ar um dos maiores do país.

Junto à entrada, a frase “O Dever da Memória” dá o mote para o espaço e homenageia os homens e as máquinas que ajudaram a concretizar um dos maiores desejos do Homem: voar. Comprado o bilhete (3,5€ adultos; 1,5€ seniores; 1€ estudantes e crianças) chegou a altura de embarcar numa viagem ao passado.
  
Do sapateiro voador ao cinéfilo aviador

A exposição está organizada de forma cronológica por isso começamos por recuar até 1540, ano em que o sapateiro João Tordo inventou um engenho “aéreo” e lançou-se da Torre de Viseu com o objetivo (falhado) de chegar ao céu. Melhor sucedido foi o balão de ar quente (a Passarola de Lisboa) construído pelo padre Bartolomeu de Gusmão em 1709, dois séculos antes do primeiro voo em Portugal com um avião tripulado (pelo francês Armand Zipfel). Um pequeno salto que terminou descontrolado… no telhado de uma casa.

Depois das referências a estes momentos históricos, salta à vista um grande avião militar dos anos 30 - o Junker Ju 52 -, peça rara em todo o mundo e uma das mais valiosas do acervo, juntamente com o “senhor” que se segue, um biplano De Havilland construído em tela e madeira que, na mesma década, fazia a ponte entre Lisboa e Porto. Isto ao serviço da companhia CTA, porque a TAP (Transportes Aéreos Portugueses) só surgiria em 1945. Dessa época também está em exposição um modelo do primeiro avião (DC- 3 Dakota) da companhia, utilizado para fazer a chamada Linha Imperial entre Lisboa e Lourenço Marques (atual Maputo, Moçambique).

Ainda pelo primeiro hangar também merecem destaque os lendários Spith Fire e F–86, representativos do salto tecnológico despoletado pelos aviões a jato, e outras duas peças que remetem para o imaginário do cinema: um De Havilland semelhante ao celebrizado no filme África Minha e o nariz de um Super Constellation que evoca a história de Howard Hughes, piloto, industrial e produtor de cinema imortalizado no filme O Aviador.
  
Conta-me como foi

Segue-se agora um edifício de dois pisos, que começa com o núcleo da TAP, dedicado à história e estórias da transportadora nacional. As duas primeiras montras dão a conhecer a evolução das loiças de bordo e das fardas dos comandantes e hospedeiras. Logo a seguir, está mais uma peça carregada de simbolismo: o primeiro simulador de voo da companhia, que ajudou a treinar muitos pilotos portugueses.

O andar de cima está destinado à ANA Aeroportos de Portugal e mostra, por exemplo, uma maqueta do Aeroporto de Lisboa, um modelo original da primeira torre de controlo e uma sala de espera dos anos 70, com mobiliário e decoração da época. Nas paredes há também várias fotografias antigas, mas a mais curiosa é talvez a que retrata a chegada dos Clipper a Lisboa, aviões anfíbios que aterravam em pleno rio Tejo, mais ou menos no lugar onde agora fica o Oceanário.

Nesta área existe ainda um acesso à pista da base onde estão estacionados vários aviões pertencentes ao espólio do museu, como um P3 e um P2V-5. Devido às suas dimensões (ou por aguardarem restauro) são obrigados a ficar ao relento, à mercê do microclima da serra e das nortadas, mas a verdade é que não há espaço interior suficiente para estes gigantes do ar.
  
Guerra, paz e pioneiros

O crescimento exponencial do espólio do museu levou à ampliação das instalações em 2012, que herdaram três hangares dos anos 20 do século passado totalmente recuperados. O primeiro aborda a temática da aviação civil e desportiva e para isso dá a conhecer, por exemplo, o primeiro avião da companhia aérea moçambicana DETA. Nesta zona existe ainda um curioso auditório multimédia (com assentos de avião e tudo) onde costumam ser projetados filmes e documentários relacionados com a aviação.

A próxima área exibe várias aeronaves militares que marcaram, sobretudo, as campanhas da aviação militar em África, caso do helicóptero T-6. Já no último hangar está um Falcon 20, que durante anos serviu para transportar os membros do governo e outras figuras do Estado, e dois aviões utilizados no treino avançado para aviões de caça: o Lockheed T-33 e o Northrop T-38.

A visita ao museu termina com a Sala dos Pioneiros, um espaço solene e quase intimista que homenageia os primeiros heróis da aviação portuguesa, com destaque para Gago Coutinho e Sacadura Cabral, autores da primeira travessia aérea do Atlântico Sul. E a estes juntam-se ainda nomes como António Jacinto Brito Pais e José Manuel Sarmento de Beires, que fizeram a primeira viagem aérea entre Portugal e acau, ou Carlos Bleck, protagonista de um mítico voo solitário entre Portugal e a Índia. Com eles começou-se a escrever a história da aviação lusa que agora se conta no Museu do Ar.
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6 de junho de 1944: Há 69 anos o Dia D deu início ao fim da 2ª Guerra


Há precisamente 69 anos, as tropas aliadas atravessaram o Canal da Mancha para desembarcar nas praias da Normandia em França. O chamado D-Day marcou o início do fim da Alemanha nazista.


As comemorações deste ano decorreram na Utah Beach e contaram com a participação de dezenas de paraquedistas amadores e de veteranos da Segunda Guerra Mundial.

Os desembarques da Normandia foram operações durante a invasão da Normandia pelos Aliados, também conhecida como Operação Overlord e Operação Netuno, durante a Segunda Guerra Mundial. O desembarque começou na terça-feira, 6 de junho de 1944 (Dia D), com início às 00h15min (UTC+2). No planejamento, o Dia D foi o termo usado para o dia de desembarque real, que era dependente de aprovação final.

O assalto foi realizado em duas fases: uma aterrissagem de assalto aéreo de 24 mil britânicos, estadunidenses, canadenses e tropas livres de franceses aerotransportados pouco depois da meia-noite e um desembarque anfíbio da infantaria aliada e divisões blindadas na costa da França, com início às 6:30 da manhã. Havia também as operações de engodo montado sob os codinomes Operação Glimmer e Operação Tributável para distrair as forças da Alemanha nazista das áreas de pouso real.

A operação foi a maior invasão anfíbia de todos os tempos, com o desembarque de mais de 160 mil tropas em 6 de junho de 1944. 195.700 pessoas das marinhas navais e mercantes aliadas em mais de 5.000 navios foram envolvidos na operação. Soldados e material foram transportados a partir do Reino Unido por aviões carregados de tropas e navios, desembarques de assalto, suporte aéreo, interdição naval do Canal Inglês e fogo naval e de apoio. Os desembarques ocorreram ao longo de um trecho de 80 km na costa da Normandia dividida em cinco setores: Utah, Omaha, Gold, Juno e Sword.

hangar do vinna

Camarate: Lee Rodrigues disse ter colocado bomba no avião

O advogado Acácio Brito relatou, esta quinta-feira, na comissão de Camarate que Lee Rodrigues lhe disse ter sido o operacional que colocou um engenho explosivo no avião que se despenhou em 1980, para matar Adelino Amaro da Costa.
 
foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO
Camarate: Lee Rodrigues disse ter colocado bomba no avião
Acidente em Camarate
 
A conversa entre Acácio Brito e Lee Rodrigues aconteceu em dezembro de 1998, em São Paulo, no Brasil, após uma festa em que ambos foram apresentados por um familiar de Acácio Brito de quem Lee Rodrigues era cliente, contou o advogado à comissão parlamentar de inquérito ao caso Camarate.
"Contou-me que foi ele o homem responsável, o operacional, que colocou o engenho no avião que vitimou o ministro da Defesa", afirmou Acácio Brito, referindo que Lee Rodrigues lhe disse "que o objetivo era o ministro da Defesa", o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa.
"Assumiu sempre que o fez sozinho", disse Acácio Brito, especificando que Lee Rodrigues lhe disse que "executou a operação porque o mandaram executar", sem nomear os alegados mandantes.
Acácio Brito, que já havia sido testemunha noutra comissão de inquérito aos acontecimentos de Camarate, mas, nessa altura, ao abrigo de um programa de proteção de testemunhas, disse que o homem se identificou nessa altura como Jorge.
Posteriormente, o advogado das famílias das vítimas, Ricardo Sá Fernandes, mostrou a Acácio Brito uma fotografia de Lee Rodrigues e comprovou que era a mesma pessoa.
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