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terça-feira, 30 de junho de 2009

VRG/GOL aceita pagar uma remuneração média para comissários de 767

Recentemente o SNA foi informado que desde que a VRG/Gol reiniciou as operações com o Boeing 767, algumas tripulações, fixas para essa aeronave, estão (até que a empresa retome a rotina de voo dos equipamentos) voando abaixo da média do grupo. Com isso, os comissários vêm tendo do prejuízo financeiro, pois se para os pilotos de 767 ficou acordado um valor médio de remuneração - que independesse das horas voadas -, com os comissários tal acordo não ocorreu. Após várias reclamações nesse sentido, o Sindicato entrou em contato com a empresa solicitando a regularização da situação. Nessa semana, a VRG/GOL, por meio de seu diretor Tarcisio Gargione, comunicou ao SNA que as providencias para regularizar a situação dos comissários já estão sendo tomadas, e logo eles estarão - assim como os pilotos - recebendo um valor médio, retroativo aos meses anteriores.
Máfia da Aviação

Sobrevivente do avião que caiu no Índico é uma menina


O sobrevivente resgatado do avião acidentado na segunda-feira (horário de Brasília) é uma menina, de idade indeterminada, informou hoje o vice-presidente da Aviação Civil do Iêmen, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, em entrevista coletiva.

O funcionário não informou a nacionalidade da menor resgatada, que foi levada a um hospital da capital de Comores, Moroni, e também não se sabe sobre seu estado de saúde.

Antes, Abdel Qadir tinha afirmado que a menor tinha 5 anos, mas, depois, desmentiu-se e disse que há informações contraditórias sobre a idade.

Abdel Qadir acrescentou que, até o momento, foram recuperados três cadáveres do aparelho acidentado, mas, antes, outra funcionária iemenita tinha declarado à rede de televisão "Al Jazira" que tinham sido resgatados sete cadáveres.
UOL

GOL patrocina 6ª edição do Festival Alma Surf


Pelo segundo ano, a GOL Linhas Aéreas Inteligentes é patrocinadora oficial do Festival Alma Surf, que acontece de 2 a 4 de julho no pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Considerado o maior evento sobre o universo do surf do Brasil, o festival apresenta atrações mundiais sob o tema “Surf é amor”, presente em obras de artes, cinema, música e moda.

Patrocínio Esportivo da GOL - A política de patrocínio esportivo da GOL foi moldada para valorizar e promover o esporte brasileiro, alcançando o maior número de pessoas em território nacional e internacional, com foco no desenvolvimento do ser humano. Desde a entrada da Companhia no mercado, em 2001, já foram patrocinados mais de 50 eventos esportivos, em sua maioria projetos de surf, esportes aquáticos, kitesurf, windsurf, vela e vôlei de praia.

Atualmente, a GOL patrocina diversos campeonatos de surf, como o Circuito Billabong Pro Junior, Billabong Ladies Pro, Billabong Girls Pro, Super Surf, Circuito Petrobras de Surfe Feminino, Petrobras Longboard Classic e Seletiva Petrobras de Surfe Masculino.

Fator Brasil

AA pretende comprar 42 Boeings 787-9 Dreamliner

Durante almoço realizado hoje (30/06) pela Skal no restaurante Margutta Cittá, no Centro do Rio de Janeiro, Frances Piña, gerente regional de Vendas da American Airlines Rio de Janeiro/Norte do Brasil, anunciou que a companhia irá receber 76 Boeings 737-800 até o primeiro semestre de 2011.

"Além disso, estamos com a intenção de adquirir mais 42 Boeings 787-9 Dreamliner", afirmou Frances, acrescentando que ainda para este ano, 14 frequências adicionais para os Estados Unidos estão sendo aprovadas, com excessão de SAO, totalizando 140 frequências semanais. "Já em 2010, serão autorizadas 21 frequências adicionais para os EUA, totalizando 161 frequências semanais", finalizou.

Mercado e Eventos

DELTA VAI REDUZIR AINDA MAIS


A companhia norte-americana Delta anunciou que pretende diminuir ainda mais sua oferta global. Num memorando aos funcionários, a direção da empresa alinhavou as razões que a levam a essa medida, refletindo principalmente a queda no número de passageiros em função da crise econômica. Mostrou também que os combustíveis e lubrificantes voltaram a aumentar de preço desde o começo do ano. Finalmente mostrou que os efeitos da epidemia global de gripe H1N1 está tendo impacto sobretudo naquelas linhas da Delta para países como o México afetados pesadamente pela gripe.
Aerobusiness

DECOLANDO


FINALMENTE
Depois de muitos contratempos, parece que finalmente a promessa de que aviões de carga comecem a decolar do aeroporto Quero Quero vai virar realidade. O começo das operações está anunciado para quarta-feira, dia 1º de julho(Amanhã). Pelo menos é o que anuncia o release da empresa JadLog, uma das maiores do país. Será um vôo diário, com a rota Jundiaí (SP) - Curitiba - Navegantes - Blumenau. O avião é um Gran Caravan, com capacidade para uma tonelada.
Informe Blumenau

Trip participará da quarta edição do Salão do Turismo

O evento acontecerá em julho, na capital paulista.
A TRIP Linhas Aéreas participará, de 1 a 5 de julho, em São Paulo, da quarta edição do “Salão do Turismo – Roteiros do Brasil”. De acordo com a companhia, durante os cinco dias do evento, a empresa apresentará suas novas rotas, além dos recém adquiridos jatos Embraer 175.

Segundo as informações da Trip, serão disponibilizados serviços de consulta de voos, ponto de venda de passagens e atendimento especial a agentes de viagens. Haverá também uma atração na qual o público poderá ganhar brindes e passagens para um dos 73 destinos onde a companhia opera. Ao todo, serão sorteadas 20 bilhetes de viagens.

O evento acontecerá no Parque Anhembi, em São Paulo (SP). De quarta a sexta-feira, a feira receberá visitantes das 14h às 22h; no sábado, das 10h às 22h; e no domingo, das 10h às 20h. Mais informações podem ser obtidas no site: www.voetrip.com.br.
Webtranspo

Webjet DOBRA DESCONTOS para crianças em julho


Até o dia 31 de julho, a Webjet Linhas Aéreas tem promoção especial de férias e dobra o desconto oferecido para crianças de 2 a 11 anos completos. Os pequenos passageiros, viajando acompanhados ou desacompanhados, passam a pagar 50% do valor da tarifa cheia. Normalmente, o desconto das tarifas para crianças é de 25% do valor adulto.

A promoção é válida para todos os trechos operados pela Webjet. Bebês de 0 a 23 meses são isentos de tarifa. Os bilhetes com desconto já estão à venda. 0300 21 01234 ou www.webjet.com.br.

Brasilturis

Gol retira multa para viagens canceladas

Depois da TAM, a Gol Linhas Aéreas decidiu também suspender a cobrança de multa por cancelamento ou remarcação de viagens à Argentina e ao Chile.
A Gol ressaltou, contudo, que os clientes que decidirem adiar a viagem deverão arcar com a diferença de tarifas entre o dia em que comprou a passagem e a nova data que escolher para embarcar.
A companhia realiza diariamente 14 voos à Argentina e, semanalmente, 16 para o Chile.
Folha de São Paulo

PASSAREDO com promoção em oito trechos


A partir de amanhã, dia 1º de julho, oito trechos operados pela Passaredo Linhas Aéreas estarão com preço promocional por tempo indeterminado. Entre as passagens com valor reduzido estão Goiânia/Cuiabá, Cuiabá/Goiânia, Goiânia/Guarulhos e Guarulhos/Goiânia, todos operados com os novos jatos ERJ 145 adquiridos pela companhia.

Outros trechos que também estão em promoção são: Uberlândia/Guarulhos, Guarulhos/Uberlândia, Rio de Janeiro/Ribeirão Preto e Ribeirão Preto/Rio de Janeiro, que são operados com aeronaves EMB Brasília.

Informações: www.voepassaredo.com.br

CM

Atraso no Dreamliner dá prejuízos à Boeing


O mais recente atraso no programa do novo avião 787 Dreamliner, da fabricante americana Boeing, agravou uma já complicada série de negociações para discutir concessões da fabricante de aviões por causa dos adiamentos das datas de entrega, discutir pagamentos e até mesmo o preço final de compra, de acordo com informações do Wall Street Journal. Na terça-feira passada, a Boeing informou que um problema estrutural exigiu um reforço do Dreamliner, o que vai atrasar ainda mais o primeiro voo do novo avião.

Já atrasado há quase dois anos, o Dreamliner foi o avião comercial mais rapidamente vendido da história da Boeing - a certo momento, mais de 900 encomendas foram registradas. Após uma série de cancelamentos, porém, esse número está agora perto de 850.

Atrasos nas entregas podem acabar com a capacidade de uma empresa aérea de planejar suas rotas e cronogramas. No entanto, também podem fornecer a elas uma oportunidade para renegociação de complicados contratos de compra de aviões. Por isso, a Boeing está sendo pressionada por seus clientes a oferecer mais concessões.

Executivos da indústria dizem que a Boeing recentemente parou de discutir termos de compensações por atrasos no 787 e especulam que a companhia esteja esperando até que o cronograma de entregas esteja claro. "Nós queremos discutir compensações, mas a Boeing não reabriu os registros", disse um executivo de uma empresa que tem encomendas do Dreamliner.

Multas - Os atrasos já causaram à Boeing milhões de dólares em multas e concessões aos clientes. Mesmo antes do novo adiamento do 787, algumas empresas aéreas estavam frustradas com as frequentes mudanças nos cronogramas da Boeing. Akbar Al Baker, executivo-chefe da empresa aérea Qatar Airways, por exemplo, ameaçou cancelar pedidos tanto de jatos 787 quanto de jatos 777, por causa de problemas causados pelos atrasos da Boeing.

Os cancelamentos são raros, mas na semana passada a australiana Qantas Airways afirmou que retirou pedidos de 15 aviões 787 e adiou o recebimento de outros 15 aviões que seriam entregues entre 2014 e 2015.

A Qantas continua sendo o maior cliente do Dreamliner, com 50 encomendas. Executivos da empresa aérea argumentam que a economia global hoje está muito diferente da que existia quando as encomendas foram feitas, em 2005.

Encomendas - Para a companhia americana, porém, os cancelamentos de encomendas têm pelo menos um lado bom. Com menos encomendas, a companhia agora pode atender aos pedidos restantes mais rapidamente e, assim, evitar novas penalidades. "Da perspectiva da Boeing, não é necessariamente uma notícia ruim quando as encomendas diminuem", afirmou Peter Barlow, analista de aviação da Smith, Gambrell & Russell LLP.

Várias empresas, como a neozelandesa Air New Zealand e as britânicas British Airways e Virgin Atlantic Airways, estão enfrentando os atrasos do Dreamliner com encomendas de modelos já existentes tanto da Boeing quanto da Airbus, unidade da European Aeronautic Defence & Space Co.
O estado de São Paulo

Air France-KLM condenada no Canadá

ImageA Air France-KLM foi condenada pela autoridade da Concorrência do Canadá ao pagamento de uma multa de dez milhões de dólares canadianos, cerca de 6,2 milhões de euros, por ter concertado com outros operadores os valores das sobretaxas na carga de exportação. Os factos remontam ao período entre 2002 e 2006, ainda a Air France, a KLM e a Martinair eram companhias independentes. As investigações da autoridade da Concorrência concluíram que nesse período as companhias envolvidas terão cobrado 31,5 milhões de dólares canadianos de sobretaxas. A fixação da multa em dez milhões de dólares canadianos teve em consideração o facto de as companhias terem confessado os crimes e colaborado nas investigações. Esta condenação é apenas mais uma num longo rol, que se estende pela Europa, Austrália e EUA, e que só no ano passado custou às companhias mais de 570 milhões de dólares de multas… só nos "States".

Apea

SATA assina acordo com Canárias



O Grupo SATA assinou um protocolo com o Patronato de Turismo da ilha Gran Canária, do arquipélago das Canárias, com vista a potenciar o aumento das ligações aéreas entre os Açores, Madeira e Canárias.

De acordo com um comunicado da transportadora aérea açoriana, o objectivo principal do protocolo, assinado no final de Maio, é o de aumentar o tráfego de turistas açorianos para a ilha Gran Canária, aproveitando as ligações aéreas existentes entre os Açores, Madeira e Canárias.

Ao mesmo tempo, lê-se ainda, pretende-se fortalecer “a vocação Atlântica da SATA”.

O protocolo vai permitir aos passageiros oriundos dos Açores seguirem viagem para o arquipélago das Canárias, através das companhias aéreas SATA Air Açores e SATA Internacional que planearam esta operação em continuidade. Assim, aos Sábados, é possível viajar de Ponta Delgada para Las Palmas com curta escala no aeroporto do Funchal. Do mesmo modo, é disponibilizada a possibilidade dos passageiros fazerem Las Palmas/Funchal/Ponta Delgada, às terças-feiras.

Para divulgar estas ligações, foi também acordada uma campanha promocional nos Açores com o apoio do Grupo SATA e do Patronato de Turismo da Gran Canária.

Paralelamente estão ser efectuadas campanhas promocionais dos Açores junto dos operadores turísticos da Madeira e Canárias, de forma a angariar fluxo turístico destes arquipélagos para os Açores nos voos oferecidos pelo Grupo SATA.

Açoriano Oriental

UE propõe lista mundial de companhias aéreas pouco seguras


Bruxelas, 30 jun (EFE).- A Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) lamentou hoje o acidente com um avião Airbus no Oceano Índico com 153 pessoas a bordo, e propôs criar uma lista mundial de companhias pouco seguras.

O presidente do Executivo da União Europeia (UE), José Manuel Durão Barroso, expressou, em comunicado, suas "sinceras condolências" e sua "profunda tristeza" às famílias das vítimas, às autoridades de Comores, Iêmen e França.

O comissário de Transportes da UE, Antonio Tajani, juntou-se a Barroso em seus pêsames e propôs também criar uma "lista negra" mundial para detectar com mais facilidade as companhias aéreas pouco seguras.

Tajani disse que a companhia Yemenia Airway, que operava o avião, não estava dentro da lista europeia, porque tinha passado por todos os controles de segurança, e ressaltou que a UE, em qualquer caso, não pode impor suas regras fora de seu território.

"Fora da UE, a lista europeia é só uma indicação", disse Tajani, em entrevista coletiva, acrescentando que ter uma relação de companhias em escala mundial "seria uma garantia para todos os passageiros do mundo".

O comissário disse que o voo acidentado tinha partido de Paris com destino a Sana, onde fez escala para trocar de avião, por isso a aeronave afetada não é a mesma que tinha sido controlada pelas autoridades francesas.

Representantes da Comissão Europeia entraram em contato hoje mesmo com os responsáveis da companhia, para precisar os fatos e determinar se o nível de segurança foi adequado.

Tajani lembrou que justamente esta semana os responsáveis de segurança aérea da UE se reúnem para atualizar a lista.

Além disso, a Comissão manterá contato com as autoridades nacionais para atualizar os números de sobreviventes e mortos.

UOL

All Nippon Airways suspende cobrança de taxa


A All Nippon Airways (Ana) comunica que, a partir de amanhã (quarta, dia 1°), vai suspender a cobrança da taxa de combustível YQ para todas as emissões da empresa com saída do Brasil.

A medida também será aplicada a todos os voos internacionais da operados pela Ana a partir da mesma data.

Mais informações pelo tel. (11) 2141-2121.

Panrotas

Copa da África será transmitida nos voos da Azul


O entretenimento a bordo das aeronaves da Azul ganhará ares esportivos durante a Copa do Mundo da África do Sul, no ano que vem. O diretor de Marketing da companhia, Gianfranco Beting, já adiantou que irá disponibilizar 36 canais de televisão ao vivo – e gratuitos – em todos os voos da aérea durante os 30 dias do evento esportivo.

Atualmente os viajantes têm à disposição cinco opções de canais, além de uma programação de rádio. Mais informações pelo site www.voeazul.com.br.
Voarnews

Gol, Banco do Brasil e Bradesco lançam cartões de crédito



A Gol vai anunciar daqui a pouco, no hotel Grand Hyatt, na capital paulista, o lançamento dos cartões co-branding internacionais Smiles Banco do Brasil e Bradesco, que permitirão aos clientes creditar milhas no programa de relacionamento da companhia.

“Toda a vez que o cliente utilizá-lo acumulará milhas automaticamente, que poderão ser convertidas em passagens aéreas. É mais um passo importante para o expansão do Smiles”, afirmou o presidente da aérea, Constantino de Oliveira Jr., no comunicado da empresa. A apresentação está sendo feita pelo diretor de Marketing e Cartões da Gol, Murilo Barbosa.

O cartão Smiles, que a Gol comprou junto com a Varig e que hoje vale para as duas marcas (Gol e Varig), está presente em 212 países e possui 6,2 milhões de participantes, com cerca de 100 mil novos cadastros por mês.

Como parte do acordo, inicialmente a Gol receberá aproximadamente R$ 252 milhões, relativos à compra de milhas do programa Smiles, direito de acesso e de utilização do cadastro pelas instituições financeiras e participação no faturamento registrados nos cartões emitidos. Desse total, aproximadamente 60% serão recebidos até 31 de julho de 2009, 22% até 31 de janeiro de 2010 e 18% parcelado em mensalidades a serem pagas durante cinco anos.
Panrotas

Escolha o novo logo da Olimpic Airlines

737 Olympic

“A Olympic Airlines finalmente foi re-privatizada após 34 anos no controle do governo grego (fundador e dono da OA foi o Aristotelis Onassis). O nome mudou de Olympic Airlines para Olympic Air e já fizeram um concurso para escolher os novos uniformes dos tripulantes. Agora saiu concurso para escolher o novo logo da empresa.”

Para ver os logos concorrentes, clique nos links abaixo.

Logo 1

Logo 2

Logo 3

Se você quiser, pode visitar o site da companhia, e votar lá. Porém, aconselho a saber grego. . Clique aqui para visitar o site da empresa.

A Olympic Airlines (Ολυμπιακές Αερογραμμές - OA) é a principal companhia aérea da Grécia. Tem a sua sede em Atenas, a partir de onde opera a maioria dos seus vôos regulares.

Índice

[esconder]

[editar] História

[editar] Início

A companhia foi criada em 1930 com o nome Icarus, no entanto faliu pouco tempo depois devido a graves problemas financeiros e ao limitado interesse por parte da Grécia na aviação comercial à época. Porém, mais tarde, foram criadas várias outras empresas estatais de aviação. Em 1951, existiam três companhias oficiais de aviação na Grécia que, devido a problemas financeiros, foram unidas numa só, a Hellenic National Airlines (T.A.E.).

[editar] Aristóteles Onassis

Em questão de alguns anos, a nova e única empresa voltou a ter problemas financeiros. Em 1956, o Governo grego fez um acordo com o magnata Aristóteles Onassis, para vender a empresa. Concluído o acordo em 1957, nasceu uma nova empresa: a Olympic Airways (Ολυμπιακή Αεροπορία).

A partir desse ponto, a empresa cresceu e expandiu-se no mundo inteiro como empresa privada. No entanto, em 1973, um incidente mudou o rumo da companhia aérea. Alexander Onassis, filho de Aristóteles, morreu em um acidente aéreo e Onassis, arrasado, decidiu vender todas as suas acções da companhia aérea ao Estado.

[editar] De volta ao Estado

Como empresa estatal, embora tenha crescido através da expansão da frota e da abertura de novas rotas pelo mundo, a empresa voltou aos resultados negativos, que foram acumulados ao longo das últimas décadas. A empresa sobreviveu com subsídios por parte do Estado grego, devido à sua importância para a Grécia e à imagem de sua marca.

Nos últimos anos foram tomadas muitas iniciativas para tentar encaminhar a empresa para resultados positivos, mas todas falharam. A última, que visava à reestruturação, foi feita em 2003. A empresa decidiu juntar todas as suas companhias subsidiárias (Macedonian Airlines – empresa de vôos charter, e Olympic Aviation – empresa de vôos regionais e inter-ilhas) e voar com um único nome, pelo qual a empresa é hoje conhecida, Olympic Airlines. No entanto, este processo pouco mudou ou melhorou os resultados. Nem a mudança para o novo Aeroporto Internacional de Atenas (em 2001), nem os Jogos Olímpicos de Verão de 2004 ajudaram a melhorar a imagem da empresa.

Uma tentativa de privatização em 2004 falhou e uma ajuda estatal de 500 milhões de euros foi declarada ilegal por parte da Comissão Européia.

[editar] Pantheon Airways

Em meados de 2006, para evitar o fim da companhia, o Governo grego decidiu encomendar um plano de reestruturação à consultoria internacional Sabre Aviation Consulting Services. O plano envolvia relançar e privatizar a companhia, e o projecto é actualmente conhecido por Pantheon Airways (que eventualmente será o novo nome da companhia aérea). O Governo pretende continuar a ter influência nesta nova empresa, mas com uma participação minoritária. No entanto, este projecto foi parado.

[editar] Situação atual

Um Boeing 737 da Olympic Airlines.

Em finais de 2007, após várias queixas por parte de empresas aéreas privadas devido a fundos e subsídios por parte da Comissão Européia para a companhia, o governo grego decidiu declarar a empresa como falida e relançá-la em 2008 com metade de sua frota e focando apenas actividades para destinos gregos e de países vizinhos.

[editar] Frota actual

[editar] Presença no Brasil e em Portugal

Neste momento, a companhia não voa para os dois países. Até o ano de 2006, a Olympic Airlines oferecia vôos para Lisboa via Roma, através de um acordo de partilha de códigos com a Tap Portugal. Todavia, este acordo terminou devido à assinatura de um acordo entre a Tap e a segunda maior companhia aérea grega, a Aegean Airlines.

Na década de 1990, a companhia aérea brasileira VASP voava semanalmente entre São Paulo e Atenas, tendo um acordo de partilha de códigos com a Olympic Airways. A rota foi, entretanto, suspensa quando a VASP entrou em dificuldades financeiras.

Eaglesky/Contato Radar


Empresas aéreas tiveram prejuízo de US$ 3 bilhões no primeiro trimestre


Estimativa é que perdas cheguem a US$ 9 bilhões este ano.
Recessão global afetou receitas das principais transportadoras.

As companhias aéreas mundiais perderam mais de US$ 3 bilhões no primeiro trimestre de 2009, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês) nesta terça-feira (30), mantendo a estimativa de um prejuízo anual de US$ 9 bilhões.

No mais recente quadro sobre a indústria no mundo, a IATA informou que a fraca demanda por viagens e os volumes de cargas mais reduzidos pela recessão global afetaram as receitas das principais transportadoras, em "uma significativa deterioração frente ao ano passado.

Combustíveis

"Essa deterioração ocorreu antes da recente alta nos preços do combustível", afirmou a associação, alertando que o aumento de 30% nos preços do petróleo e do combustível de aviação desde o começo de março devem apertar o fluxo de capital ainda mais nos próximos meses.

Os preços do petróleo e do combustível subiram cerca de US$ 20 o barril nos dois últimos meses, e agora estão 75% maiores frente à mínima atingida no final de 2008, informou um relatório do Financial Monitor.

"As linhas aéreas ainda não sentiram o impacto total dessa alta no preço do petróleo", acrescentou. Mas o órgão não alterou sua projeção anterior de prejuízo de US$ 9 bilhões em 2009, após perda revisada de US$ 10,4 bilhões em 2008.

A IATA, que representa mais de 200 companhias aéreas, informou que as empresas que estão tentando reduzir voos para cortar custos durante a crise ainda não conseguiram se organizar para cortar capacidade em linha com a demanda decrescente por transporte aéreo.

G1

Aviões da Gol têm pane e assustam passageiros


Infraero informou que não tinha ingerência para determinar cancelamento ou qualquer outra medida em relação aos vôos

O vôo 1939 da Gol, entre 6h20 e 11h25 da manhã de ontem, no Aeroporto Internacional Pinto Martins, passou por quatro tentativas frustradas de decolar, com destino a Belém, Manaus, Porto Velho, Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Na quarta tentativa, somente 26 dos 133 passageiros que deveriam viajar estavam a bordo.

A maioria desceu da aeronave por medo e por considerar que não havia segurança em dar continuidade à viagem. Outro vôo da Gol, o 1642, que seguiria para São Luís, Belém, Santarém e Manaus, às 10h10, também sofreu pane, ontem pela manhã, em Fortaleza.

Os passageiros do vôo 1939 deveriam ter decolado às 6h20, mas, conforme a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), uma “pane mecânica” inviabilizou as quatro tentativas de decolagens.

A reportagem apurou que haveria um desentendimento entre o mecânico responsável pela aeronave e o piloto. Enquanto o mecânico autorizava o prosseguimento do vôo, o piloto se mantinha na retaguarda em seguir viagem na aeronave com problemas.

O fato é que grande parte dos passageiros não quiseram se submeter ao risco e desistiram de seguir no vôo. Na quarta tentativa, que aconteceu por volta das 11h25, somente 26 passageiros dos 133 que embarcaram inicialmente estavam a bordo. A fonoaudióloga Daniela Barros, que seguiria para Belém, foi uma das que desistiram após a terceira tentativa.

“Primeiro disseram que a demora era porque estava reabastecendo. Depois disso, houve mais uma tentativa, mas o avião voltou novamente para a pista. Só nos liberaram por volta de 9h30. A Gol disse que vai nos acomodar em outros vôos e pagar todas as despesas com hospedagem, transporte e alimentação”, disse ela, acrescentando que “quanto a isso não houve nenhum problema”.

Depois de um passeio em Fortaleza, outra que desistiu de viajar no avião da Gol com pane foi a dona-de-casa Ana Célia Gatinho. “Depois da terceira tentativa, muitos passageiros se levantaram das suas poltronas em protesto e resolveram não ir mais no vôo. Fiquei com muito medo, tenho mais de 50 anos, sou hipertensa e não quero me arriscar. O importante era ir com segurança, como não foi possível, desisti”, conta ela, que estava acompanhada de mais três pessoas.

Conforme Ana Célia, a empresa Gol estava levando os passageiros para hotéis e remarcando as passagens de acordo com a disponibilidade e as necessidades de cada um dos passageiros prejudicados.

Já Munir Chaves, que veio buscar o filho que mora em Fortaleza para passar férias em Marabá, onde mora, também teve que adiar a viagem. “Só desisti na terceira tentativa, mas muitos já desceram na segunda vez que o avião falhou. Agora, a Gol vai remarcar as nossas passagens”, disse.

O outro vôo da Gol com pane, 1642, conforme a assessoria de imprensa da Infraero, deveria ter levantado vôo às 10h10, o que não aconteceu em decorrência de uma troca de pneus. A Infraero informou que não tinha ingerência para determinar o cancelamento ou qualquer outra medida em relação aos vôos, diante de problemas como os que foram registrados ontem.

Por volta do meio-dia de ontem, o vôo 1939 não havia sido cancelado oficialmente e constava no painel de chegadas e partidas como “decolando”. Já o vôo 1642, que também apresentava pane e estava atrasado, sinalizava somente como “embarque imediato”. Procurados pela equipe de reportagem, nenhum dos funcionários que estavam no balcão da Gol quis falar sobre o assunto.

SEGUNDO A INFRAERO
Aeronave ficou parada para manutenção

Até o início da noite de ontem, as únicas informações divulgadas sobre os problemas envolvendo os vôos 1939 e 1642, ambos da companhia aérea Gol, eram da Infraero, que administra o Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza.

De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, depois das quatro tentativas de decolagem do vôo 1939, a aeronave foi mantida em solo e colocada em manutenção, sem previsão de quando voltaria a voar.

A Infraero informou ainda que os 133 passageiros que deveriam ter viajado neste vôo já haviam sido remanejados para os horários disponíveis, inclusive em outras companhias aéreas. Alguns embarcaram ontem mesmo, mas outros preferiram adiar a viagem para hoje. A prioridade foi dada a quem tinha mais pressa em viajar. Muitos passageiros tinham compromissos profissionais nos destinos, outros, porém, voltavam de férias e aceitaram esperar um pouco mais.

Quanto ao vôo Gol 1642, a Infraero explicou que, antes da decolagem, foram detectados problemas com os pneus da aeronave, que precisaram ser substituídos. O procedimento, considerado simples, foi executado imediatamente. O trabalho durou cerca de duas horas. Pouco antes das 12h30, logo depois de concluído o serviço de troca dos pneus, os passageiros embarcaram normalmente e o avião seguiu rumo a São Luís, no Maranhão, primeira parada até o destino final, Manaus, Amazonas.

PROBLEMAS

Vôo Gol 1939 133 passageiros
Destino Belém (PA) - Manaus (AM) - Porto Velho (RO) - Rio Branco (AC) - Cruzeiro do Sul (AC)
Decolagem quatro tentativas frustradas
26 passageiros permaneceram na aeronave, após a última tentativa

Vôo gol 1642
teve problemas com os pneus, que precisaram ser trocados
Destino São Luís (MA) - Belém (PA) - Santarém (PA) - Manaus (AM)
Atraso o vôo decolou do Aeroporto Internacional Pinto Martins quase duas horas após o previsto
Contato Radar

Comunicação sobre acidente com voo AF447 é alvo de críticas


A comunicação de informações relativas à investigação sobre o acidente com o vôo 447 da Air France entre Rio e Paris vem sendo criticada no Brasil e na França por uma parte da comunidade aeronáutica e das famílias das vítimas, para as quais a Air France e o BEA vêm minimizando a responsabilidade das sondas Pitot na catástrofe.

O Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês), que até agora deixou vazar poucos elementos sobre o avanço das investigações, vai divulgar na quinta-feira um primeiro relatório sobre a investigação, um mês após o acidente. O Airbus A330 da Air France caiu no oceano Atlântico em 31 de maio, deixando 228 mortos, dos quais 72 franceses.

"Todas as respostas serão fornecidas a partir do momento em que estiverem disponíveis. Os únicos elementos sobre os quais podemos nos basear são os que levamos a público", repetiu o presidente do BEA, Paul-Louis Arslanian, precavendo-se contra "aqueles que constroem explicações com base nesse conjunto instável".

O site da Internet Eurocockpit (www.eurocockpit.com), alimentado por pilotos, mecânicos, funcionários de navegação e controladores aéreos, propôs diversas explicações.

Com base nas 24 mensagens do sistema automático (Acars) transmitidas nos últimos quatro minutos de vôo do A330 e que o site diz ter recuperado, ele afirma que não há dúvida alguma quanto ao fato de que o congelamento das sondas Pitot tornou a aeronave impossível de pilotar à noite e numa zona de tempestade.

As mensagens Acars não foram divulgadas na íntegra pela BEA. Numa coletiva de imprensa dada em 6 de junho, Paul-Louis Arslanian mostrou apenas extratos das mensagens, que podiam ser interpretados de diversas maneiras.

INCOERÊNCIA NAS VELOCIDADES

A análise dessas mensagens, diz o BEA, indica realmente uma "incoerência nas diferentes velocidades medidas", mas esta não seria forçosamente uma causa do acidente.

A Air France e a Airbus descartaram a tese das sondas Pitot em suas intervenções sobre o assunto. O diretor geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, "não está convencido" de que elas tenham tido envolvimento no acidente.

"O problema das sondas não pressagia as causas reais do acidente", diz seu homólogo da Airbus, Fabrice Brégier.

Para a BEA, a tempestade atravessada pelo A330 entre o Rio de Janeiro e Paris é um elemento tão válido quanto a perda de informações sobre a velocidade, porque foi "confirmado".

As condições meteorológicas "muito difíceis" foram mencionadas por Arslanian desde 3 de junho e lembradas em cada encontro com a imprensa.

Esse elemento é igualmente citado pelo diretor do Museu do Ar e do Espaço de Le Bourget, Gerard Feldzer, em artigo publicado no Le Monde em 14 de junho.

"Como e quando o avião entrou nessa tempestade?", perguntou o ex-comandante de bordo e instrutor de Airbus na Air France. Os tubos Pitot "não podem explicar sozinhos as razões da tragédia", ele acrescentou.

Menos de dez horas após o acidente, a Air France, através de seu diretor de comunicação, aventou a probabilidade de um relâmpago ter atingido o avião. Os sindicatos de pilotos lembram que nenhum acidente na história da aviação civil foi atribuído a um relâmpago e que um avião é atingido por relâmpago em média uma vez a cada 1.500 horas de vôo.

Em 6 de junho, depois de fazer uma análise da situação na zona no momento da passagem do avião, a Météo France declarou que as condições meteorológicas gerais tinham sido "normais para um mês de junho".

Um meteorologista norte-americano, Tim Vazques (www.weathergraphics.com/tim/af447) observou que nenhum clarão de relâmpago foi observado na zona, e o mesmo foi dito por um co-piloto do vôo AF459 de São Paulo a Paris que passou pelo local 20 minutos após o AF447.

O comandante desse vôo disse ao Le Figaro que "os mapas por satélite indicavam uma zona de tempestade, mas nada de preocupante". Para evitar uma massa de nuvens particularmente ativa, ele precisou, entretanto, manipular seu radar, coisa que nem todos os pilotos fazem sistematicamente.

"FILTRAGEM" DAS INFORMAÇÕES

Quando, após as primeiras análises das mensagens automáticas, a Airbus lembrou os procedimentos a serem seguidos quando as indicações de velocidade contêm erros, os pilotos se revoltaram. Esse lembrete foi visto como um questionamento da atuação do comandante do vôo AF447.

O sindicato minoritário Alter exigiu a substituição das sondas Pitot em todos os aviões A330 e A340, o que foi feito muito rapidamente pela Air France, mas sem comunicar o fato ao sindicato ou à imprensa. O Alter e a mídia tomaram conhecimento da substituição das sondas pelo sindicato majoritário dos pilotos, o SNPL.

Um dos advogados da associação de famílias das vítimas disse que as famílias não estão chocadas com a escassez de informações divulgadas sobre a investigação, mas com a falta de acompanhamento psicológico.

"Posso compreender o fato de o BEA não divulgar informações. Posso compreender as tentativas de fazer com que isso não tenha desdobramentos comerciais. Humanamente, porém, não houve apoio", disse o advogado Sylvain Maier.

Stéphanie Bottai, advogada da primeira família a ter aberto uma ação cível, afirma que "certas famílias de vítimas sentem que nem toda a verdade vem sendo dita" e "constatam uma manifesta filtragem das informações".
o Globo

DOJ opõe-se a isenção anti-trust solicitada pela Continental Airlines



O Departamento Americano de Justiça (DOJ) opôs-se ao pedido de isenção das leis anti-trust para a parceria entre a Continental Airlines quer com a United Airlines quer com outras companhias aéreas, para estabelecer preços e horários.

O DOJ referiu que uma parceria internacional isenta de leis anti-trust iria limitar a concorrência internacional e poderia ter implicações no mercado dos Estados Unidos, escreve a imprensa internacional, sugerindo a aprovação de uma isenção limitada.

No entanto, as companhias estão confiantes de que poderão receber a isenção anti-trust, escreve ainda a imprensa internacional.

Em Abril passado a Continental Airlines recebeu a aprovação experimental do Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT) para aderir à Star Alliance.

A companhia norte-americana pretende fazer uma parceria com a United Airlines e Lufthansa nos voos inter-continentais e eventualmente em voos para a América Latina e Ásia e sem a aprovação do DOT, estariam a infringir a lei que proíbe as transportadoras de partilhar informação sobre horários e tarifas (clique para ver mais: Continental recebe luz verde do DOT para aderir à Star Alliance)

PRESSTUR

ITA desenvolve laboratório de automação da montagem estrutural de aeronaves


Projeto em parceira com a Embraer pode revolucionar o processo de produção de aeronaves;

Defesa Brasil mostra em primeira mão as imagens do laboratório


Image

São José dos Campos – O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Embraer desenvolveram um projeto inédito na indústria aeronáutica mundial. Após onze meses de trabalho, no último dia 24 de junho foi apresentado para o público interno das instituições o Laboratório de Automação da Montagem Estrutural de Aeronaves (LAME).

Financiado pela Finep, o projeto Automação da Montagem Estrutural de Aeronaves (AME) foi coordenado pelo Prof. Luís Gonzaga Trabasso, do ITA, e pelo Eng. Marcos Leandro Simonetti, da Embraer.

Instalado numa área de 300m², o laboratório complementa a infraestrutura do Centro de Competência em Manufatura da Divisão de Engenharia Mecânica do ITA e permite, também, capacitar recursos humanos nesta área tecnológica.

O LAME é composto por uma célula robótica constituída de dois robôs industriais de alta capacidade de carga e grande volume de trabalho. Considerados inovadores nas suas respectivas áreas, entre os equipamentos, dispositivos e sistemas que integram o LAME estão também uma célula de medição de grandes volumes, constituída por sistema GPS indoor, sistema de calibração dinâmica de robôs e laser radar, além de um efetuador robótico multitarefa com capacidade de furação, cravação e inspeção de rebites.

Estes equipamentos garantem uma enorme diminuição no tempo e alta precisão na montagem. O processo automatizado poderá estar em funcionamento na Embraer dentro de dois anos. Ele representa um diferencial competitivo entre os grandes fabricantes aeronaves e revolucionaria o mercado ao aumentar a produtividade de 30% a 90% dependendo do setor.

Como funciona

O processo de nivelamento e alinhamento automático de fuselagens é feito com o uso dos dois robôs. Eles são orientados por sistemas GPS indoor, laser tracker, laser radar e sistemas óticos. Nesse processo, o robô posiciona uma seção de fuselagem em relação a outras seções de fuselagem de maneira a compor uma estrutura de aeronave completa. Os pesquisadores estudam ainda uma solução complementar de alinhamento que utilizará um terceiro robô especificamente projetado e construído para a tarefa.

Defesa Brasil

EADS não tem planos de vender sua participação na Dassault



O Grupo aeroespacial europeu EADS comunicou que não tem planos para vender parte ou o total de sua participação na Dassault Aviation, conforme anúncio de executivo da EADS mencionado em uma reportagem no Domingo pela imprensa francesa.

Marwan Lahoud, 2º executivo da EADS , afirmou que a chegada da rival Dassault Aviation na fabricante de equipamentos eletrônicos Thales, competidora da EADS, não afeta a participação da EADS na Dassault.

“Não há planos de vender a participação acionária de 46% na Dassault, total ou parcialmente,” Lahoud afirmou ao jornal econômico francês La Tribune.

A EADS herdou a participação na Dassault quando da sua formação e as ações da antiga Aeões da antiga Aeroespatiale no ano de 2000.

A tentativa da EADS de fazer uma oferta pela Thales foi rejeitada pelo governo francês o que levou o CEO da EADS CEO Louis Gallois a sair do conselho de administração da Dassault.

Defesanet

Emirates terá pacote e novos voos para a Copa da África

As comissárias da Emirates e a neta de Nelson Mandela participaram da premiação da Copa das Confederações, vencida pelo Brasil neste final de semana; os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, seguidos de Espanha e África do Sul
As comissárias da Emirates e a neta de Nelson Mandela participaram da premiação da Copa das Confederações, vencida pelo Brasil neste final de semana; os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, seguidos de Espanha e África do Sul
A Emirates anunciou que terá serviços adicionais para os torcedores que desejam voar para as cidades sulafricanas durante a Copa do Mundo de Futebol, que acontece no ano que vem. A aérea oferecerá voos diários para Johanesburgo e Cape Town, com conexão em Durban (também na África do Sul), a partir de 1º de outubro.

Como a empresa é Tour Operator global da Fifa, haverá também a comercialização de pacotes de viagens para o destino. Os serviços incluirão passagens aéreas, acomodações, traslados e ingressos para os jogos. Os detalhes da operação, porém, serão detalhados em breve, segundo a companhia.

Para o vice-presidente executivo do Grupo Emirates, Maurice Flanagan, os novos serviços demonstram o comprometimento da empresa com o futebol. “Estamos muito orgulhosos de fazermos parte deste evento e, por isso, fizemos um enorme esforço em fornecer a viagem dos sonhos para nossos passageiros e para os membros do programa de milhagens Skywards.”

Panrotas

União Europeia pode adiar aquisição da Austrian pela Lufthansa


A União Europeia poderá não aprovar a compra da Austrian Airlines pela Lufthansa esta quarta-feira, mas analisar mais atentamente o negócio, o que poderá adiar a conclusão do negócio, avançou a “Reuters”.

Fontes do governo austríaco referem a Comissão Europeia está a pedir mais concessões à Lufthansa para poder aprovar a compra. Fontes familiarizadas com o negócio referem que “houve exigências [da Comissão] para a Austrian reduzir mais voos do que o inicialmente oferecido e essas exigências estão agora a ser analisadas pela direcção da Austrian em colaboração com a Lufthansa”, cita a Reuters.

“O negócio ainda pode ser aprovado em Julho, mas o grande ponto de interrogação é se ainda é atrativo para a Lufthansa sob essas condições”, acrescentou a fonte, citada pela “Reuters”.

Na passada semana, o CEO da companhia aérea alemã, Wolfgang Mayrhuber, afirmou que que não estaria interessado em adquirir uma “pequena AUA”, escreve a Reuters.

A Lufthansa anunciou em Dezembro que iria comprar a companhia estatal Austrian Airlines, num negócio que incluía 500 milhões de euros de ajudas estatais, para reduzir os prejuízos da companhia austríaca, sendo necessário obter a aprovação anti-trust por parte da União Europeia para a aquisição, e obter aprovação para as ajudas estatais.

Presstur

O Airbus A310-300 envolvido no acidente já voou pela brasileira Passaredo

O Airbus A310-324 voou pela brasileira Passaredo com o prefixo PP-PSE entre jun/98 a set/99, quando foi repassado para a Yemenia Airways - Na foto, no Recife (PE) - Foto: Normando Carvalho Jr.

O Airbus A310-300 já na Yemenia Airways com o prefixo 7O-ADJ, nos Emirados Arabes Unidos - Foto: SilverWingPix

O mesmo avião, desta vez em Londres, na Inglaterra - Foto: David James Clelford

CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIÁ-LAS

HISTÓRICO DA AERONAVE (C/n / msn: 535):

30 MAY 1990 - Air Liberté - Prefixo: F-GHEJ

23 SEP 1996 - ILFC - Prefixo: F-GHEJ

08 FEB 1997 - Aerocancun - Prefixo: VR-BQU

MAR 1997 - Adorna Airways - Prefixo: VR-BQU

03 NOV 1997 - Aerocancun - Prefixo: VR-BQU

MAY 1998 - ILFC - Prefixo: N535KR

26 JUN 1998 - Passaredo Transportes Aéreos - Prefixo: PP-PSE

SEP 1999 - Yemenia Airways - Prefixo: 7O-ADJ

Desástres Aéreos

Inspeção havia detectado defeitos em avião que caiu , diz ministro francês

Foto: Arquivo Vôo caiu 30 minutos antes de aterrissar

Autoridades francesas haviam encontrado “defeitos” no Airbus A310 da Yemenia que caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira.

O ministro francês dos Transportes, Dominique Bussereau, disse em uma entrevista à rádio Europe 1 e ao canal de TV iTélé que a aeronave “havia sido examinada em 2007 pela Direção Geral da Aviação Civil da França, que havia constatado alguns defeitos” nela.

“A aeronave, após essa data, não reapareceu no território francês”, afirmou o ministro.

Segundo Bussereau, a Yemenia não integrava a lista negra de companhias aéreas que apresentam problemas de segurança, “mas era objeto de controles reforçados por parte das autoridades francesas e deveria ser interrogada em breve pelo Comitê de Segurança da União Europeia”.

A Airbus informou que o avião datava de 1990 e tinha 51,9 mil horas de voo. Ele foi comprado “de segunda mão” pela companhia Yemenia em outubro de 1999.

A aeronave caiu no Oceano Índico na madrugada desta terça-feira (no horário local, às 19h51 de segunda-feira em Brasília) com 142 passageiros e 11 tripulantes.

O ministro francês dos Transportes afirmou que as condições meteorológicas podem ser a causa do acidente, mas ressaltou que “tudo ainda está muito vago”.

“Fala-se de uma tentativa de pouso, de uma tentativa de arremeter o avião (decolar novamente) e de um novo pouso que fracassou”, afirmou o ministro.

Sinais da queda

O avião transportava 66 franceses, segundo fontes aeroportuárias do país, citadas pela imprensa francesa. Vinte e seis teriam embarcado na noite de segunda-feira no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e os outros 40 teriam embarcado em Marselha, no sul da França.

O voo havia deixado Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. A aeronave caiu no mar a aproximadamente 15 quilômetros ao norte do arquipélago africano, cerca de 30 minutos antes de aterrissar.

De acordo com uma rádio de Comores, citada pela televisão francesa, o avião teria caído nas proximidades da cidade costeira de Mitsamiouli.

Ainda de acordo com a rádio local, “corpos foram vistos boiando no oceano” e uma mancha de combustível foi vista a cerca de 29 km de Moroni, a capital de Comores.

Segundo autoridades do Iêmen, um sobrevivente teria sido localizado.

Parte da fuselagem do avião também teria sido vista pela aviação civil do Iêmen.

Buscas

A marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.

O acidente com o Airbus A310 ocorre quando se completa um mês do acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo.

Apenas 51 corpos foram encontrados. As buscas por cadáveres foram encerradas na última sexta-feira.

O BEA, o mesmo órgão francês que investiga o acidente nas águas brasileiras, informou nesta terça-feira em um comunicado que irá enviar ao local do novo acidente, no Oceano Índico, uma equipe de investigadores acompanhada de especialistas da Airbus.

ANR

Iêmen diz que avião que caiu no Índico passou por inspeção em maio

O ministro dos Transportes do Iêmen, Khaled Ibrahim al Wazeer, afirmou que o avião Airbus A310-300 da companhia aérea Yemenia Airways, que caiu nesta segunda-feira com 153 pessoas a bordo no oceano Índico, passou por uma inspeção em maio sob supervisão da Airbus. A declaração foi resposta aos relatos da França de que a aeronave não passou por uma inspeção em 2007 e foi proibida de voar no país.

"Foi uma ampla inspeção realizada no Iêmen [...] com especialistas da Airbus", disse Wazeer, citado pela agência Reuters. "[A inspeção] estava de acordo com os padrões internacionais."

Veja os principais acidentes com aviões da Airbus desde 1990


Khaled Abdullah/Reuters
Parentes de passageiros esperam do lado de fora do desembarque no aeroporto internacional de Sanaa (Iêmen)
Parentes de passageiros esperam do lado de fora do desembarque no aeroporto internacional de Sanaa (Iêmen)

O voo partiu de Paris, na França. Os passageiros fizeram então uma escala em Sanaa, capital do Iêmen, onde trocaram de aeronave, de um Airbus 330 para o Airbus 310. O avião seguiu então para as ilhas Comores--a cerca de 300 km de Madagascar. O avião decolou pouco depois das 21h30 (15h30 no horário de Brasília) e deveria voar durante 4h30 antes de pousar em Moroni, capital comorense.

Não há informações sobre o que teria derrubado a aeronave. Autoridades comorenses e iemenitas afirmam que o mau tempo pode ter contribuído.

Uma criança de 5 anos foi o único passageiro resgatado com vida até o momento. As equipes de resgate continuam buscando por destroços do avião, mas as operações são prejudicadas pelo mau tempo, segundo autoridades comorenses.

Segundo o ministro iemenita, a prioridade é encontrar mais sobreviventes. Ele afirmou ainda que as equipes não começaram a busca pela caixa-preta.

Segundo o secretário de Transportes francês, Dominique Bussereau, a Direção Geral de Aviação Civil (DGAC) da França constatou em uma investigação de 2007 "um certo número de defeitos" no avião Airbus A310-300.

O avião da companhia Yemenia Airways "tinha passado por um controle da DGAC na França em 2007 e foi constatado um certo número de defeitos", afirmou.

Em entrevista à emissora de TV i-Télé, Bussereau afirmou que, a partir de então, a aeronave foi proibida de voar na França.

Um funcionário da Comissão Europeia afirmou, em condição de anonimato, que a mesma aeronave iemenita foi objeto de um inquérito em 2007 sobre seu registro de segurança.

"Em julho de 2007, o avião nos deu motivos para começar um inquérito sobre os registros de segurança da Yemenia", disse o funcionário.

"A preocupação era com os relatórios incompletos de procedimentos e acompanhamentos. Os Estados membros fizeram 24 inspeções nos últimos dois anos, mostrando que os registros estavam melhorando", disse, sobre a Yemenia, que não está na lista negra da União Europeia.

Depois da notícia do incidente, o chefe de Transportes da Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia), Antonio Tajani, propôs a criação de uma "lista negra mundial" com nomes de companhias aéreas perigosas e que não fazem correta manutenção de suas aeronaves.

Tajani lamentou que a Yemenia Airways não fizesse parte da lista negra europeia, já que, assim, "os passageiros mudariam de avião, já que os controles são muito severos."

"Segundo os franceses, o avião que caiu não era um bom avião. Temos que verificá-lo. Queremos que todos os europeus voem em aviões que consideram seguros", continuou. O ministro de Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, confirmou nesta terça-feira que 66 franceses viajavam no avião iemenita.

FOLHA ON LINE

Sobrevivente de avião que caiu no Índico é uma criança de cinco anos


O sobrevivente resgatado do avião acidentado na segunda-feira (hora de Brasília) é uma criança de 5 anos, informou hoje o vice-presidente da aviação civil deste país, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir.

O funcionário não informou a nacionalidade da criança resgatada, que foi levada a um hospital da capital de Comores, Moroni, e também não há dados sobre seu estado de saúde.

Abdel-Rahman informou também que o avião se submeteu, em 2007, a uma revisão completa, com a participação de especialistas da Airbus, companhia fabricante do aparelho, e que tinha confirmado seu "bom estado".

O avião Airbus 310-300 da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Air, tinha 153 pessoas a bordo. Anteriormente foi divulgado que havia 150 pessoas a bordo, mas o ministério do Interior comorense informou que estavam no avião 142 passageiros e 11 integrantes da tripulação. Segundo o ministro de Exteriores da França, Bernard Kouchner, 66 seriam franceses.

Em comunicado, o chefe da diplomacia francesa transmitiu suas condolências aos familiares e amigos das vítimas, e lembrou que a França enviou equipes ao local do acidente para ajudar nos trabalhos de busca.
UOL

Sobrevivente da queda do Airbus no Oceano Índico é resgatado, diz empresa


Um sobrevivente foi resgatado do Oceano Índico na manhã desta terça-feira (30), na região próxima às Ilhas Comores, onde um Airbus A310, da companhia Yemenia Air, caiu a cinco minutos antes de pousar, informou o vice-diretor geral de operações da companhia, Mohammad al-Sumairi, em entrevistas às agências internacionais de notícias.

A informação foi confirmada pelos jornais franceses “Le Monde” e “Le Figaro”, porém, com base em fontes diferentes. “Nós ainda não sabemos a nacionalidade ou o sexo da pessoa resgatada”, disse, sem informar mais detalhes sobre as operações de resgate.

De acordo com Mohammad al-Sumairi, as operações de buscas são difíceis por causa das más condições metereorológicas. "Um mar agitado e um vento forte dificultam os trabalhos de buscas e resgate", afirmou.

Alguns corpos e destroços do Airbus A310, da companhia Yemenia Air, foram localizados no Oceano Índico, na região das Ilhas Comores, disseram o vice-presidente da Aviação Civil Iemenita, Mohamed Abdel Abdel Kader, e o gerente do Aeroporto de Moroni, Hadji Mohamed Ali. Os destroços e os corpos teriam sido avistados após um voo de observação, no início da manhã desta terça, horário local.

O número de corpos resgatados, no entanto, anda é incerto e varia, segundo informações das agências internacionais, entre três e sete.

Brasil no Mundo

Corpos e destroços de Airbus que caiu no Oceano Índico são localizados


Corpos de vítimas e destroços do Airbus A310, da companhia Yemenia Air, foram localizados no Oceano Índico, na região das Ilhas Comores, informaram o vice-presidente da Aviação Civil Iemenita, Mohamed Abdel Abdel Kader e o gerente do Aeroporto de Moroni, Hadji Mohamed Ali.

Os detroços e os corpos teriam sido avistados após um voo de observação, no início da manhã desta terça-feira (30), horário local.

Segundo Hadji, barcos de vários tipos, inclusive de pescadores, rumam para o local do acidente. “Todos os nossos recursos estão sendo enviados para o local, inclusive barcos de pescadores”, afirmou.

O governo francês disponibilizou um avião e duas embarcações para serem utilizados em resgates. As equipes já teriam partido para o local do acidente.


O trecho Paris-Marselha-Iêmen do voo da Yemenia foi percorrido em um Airbus A330. Em Sanaa, os passageiros que se destinavam a Comores trocaram de aeronave, embarcando no A310 que acabou caindo.


Foto: Reuters

Parentes de passageiros de voo que seguia para Comores chegam ao aeroporto Charles de Gaulle, nos arredores de Paris, para obter informações sobre a vítimas do acidente. (Foto: Reuters)

O Airbus A310 da companhia Yemenia Air caiu nas proximidades das ilhas Comores, no Oceano Índico, com 153 pessoas a bordo, segundo a companhia aérea. São 142 passageiros e 11 tripulantes. Os jornais franceses dizem que 66 franceses estariam a bordo.

De acordo com a rede de TV CNN e agências de notícias, o acidente ocorreu no início da madrugada desta terça (hora local, por volta de 17h no horário de Brasília). O avião teria caído cinco minutos antes de chegar a seu destino.

Segundo os jornais franceses “Le Monde” e “Le Figaro”, o voo IY 626 partiu de Paris em direção a Moroni, nas ilhas Comores, com conexões em Marselha, na França, e em Sanaa, capital do Iêmen.

Inicialmente, os passageiros embarcaram em um Airbus A330, e na conexão em Sanaa trocaram de aeronave, embarcando em um Airbus A310. Em 31 de maio, um outro Airbus, modelo A330, que partiu do Rio de Janeiro em direção a Paris, caiu sobre o Oceano Atlântico, matando 228 pessoas.

O arquipélago de Comores é composto por três pequenas ilhas vulcânicas - Grande Comore Anjouan e Moheli.

G1

Avião com 153 pessoas a bordo cai no Oceano Índico


Um avião Airbus A310-300, da companhia Yemenia, do Iêmen, caiu no Oceano Índico na última noite, quando ia aterrissar no aeroporto de Moroni, capital das Ilhas Comores, com 153 pessoas a bordo, das quais 11 tripulantes.

As agências internacionais informam que foi encontrado um sobrevivente, na manhã desta terça-feira (30).

Segundo o director do aeroporto internacional de Moroni (Comores), as condições meteorológicas eram desfavoráveis no momento previsto para a aterragem do A310.

"O avião era esperado à 01:30 (19.30, hora de Brasília). Antes da aterrissagem, a torre de controlo perdeu as comunicações com a tripulação. As condições meteorológicas eram desfavoráveis, com fortes rajadas de vento", disse Hadji Mnadi Ali.

Entre os 142 passageiros, de nacionalidade francesa e comorense, havia três bebés e os 11 tripulantes eram de nacionalidades diferentes.

A maioria dos passageiros tinha embarcado no avião em trânsito em Sanaa, sendo que 52 vinham de Paris, 59 de Marselha, 11 do Cairo, 12 do Dubai (Emirados Árabes Unidos) e três de Jiddah (Arábia Saudita), um de Amã e um de Damasco.
Africa Digital

segunda-feira, 29 de junho de 2009

CONGONHAS e PAMPULHA na pauta da Anac para o segundo semestre


A Agência Nacional de Aviação Civil vai colocar em pauta no segundo semestre – que começa quarta-feira, 1 de julho – dois importantes assuntos referentes à aviação comercial e regional. A reabertura do aeroporto da Pampulha (MG) para as grandes companhias aéreas e a redistribuição de espaços dos ‘slots’ em Congonhas (SP).

Retomar a discussão sobre o aeroporto central de Belo Horizonte vai significar novo embate político. O governador Aécio Neves já se manifestou reiteradas vezes contrário à idéia, assim como Sérgio Cabral era no Rio de Janeiro em relação ao Santos Dumont.

A Anac deverá propor a revogação de portaria do DAC, editada em março de 2005, que limitou o uso da Pampulha à aviação executiva ou a ligações comerciais feitas com turboélices para até 50 passageiros. O aeroporto tem capacidade para operar somente 400 passageiros/hora, em razão das restrições do terminal de embarque.

A outra questão vai retomar o aeroporto de Congonhas, que está com toda a sua grade de horários preenchida, mas a agência tem um estudo para redistribuição dos slots, com base do desempenho operacional. Uma das alterações prováveis é estender a faixa de uso dos slots.

São duas novas medidas regulatórias que deverão agitar novamente o setor que também aguarda para este período a entrega do modelo para a concessão de aeroportos para a iniciativa privada, Galeão e Viracopos inicialmente.

AE

AUSTRÁLIA PREOCUPADA COM CHOQUES AÉREOS


Os especialistas da Civil Aviation Safety Authority da Austrália estão preocupados com a recente sucessão de acidentes aéreos entre aeronaves de treinamento no país. Os choques aéreos de Moorabin, Bankstown e Parafield causaram grande comoção na opinião publica do país e agora estão sendo revistos os critérios e procedimentos para esse tipo de voos de instrução. Nessa pesquisa aquela agência governamental conta com o apoio da "Australian Association of Flight Instructors", da "Aircraft Owners and Pilots Association" e da "Royal Federation of Aero Clubs" da Austrália.
Aerobusiness

Diante do SINA, Jobim nega concessão de aeroportos e privatização da Infraero




Durante audiência realizada no Ministério da Defesa, em Brasília, nesta terça-feira, 24/06, com a presença dos presidentes do Sindicato Nacional do Aeroportuários/SINA, Francisco Lemos, da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil/Fentac, Celso Klafke, e da CUT Nacional, Artur Henrique, além do ministro e do brigadeiro Jorge Godinho, integrante da cúpula do Ministério, Jobim negou a concessão de aeroportos e a privatização da Infraero.

De início, Artur Henrique, lembrou que a CUT, por questões de ponto de vista ideológico e histórico, tem posição contrária à privatização ou abertura de concessões de aeroportos administrados pela empresa. Mas, se a concorrência na atividade é necessária, os trabalhadores aeroportuários/as não têm medo de se expor e estão prontos para bater de frente com a concorrência! Pois, segundo Artur Henrique, “não é à toa que a Infraero é uma das empresas mais reconhecidas no mundo por sua competência na construção e administração de aeroportos”.
Para reforçar esses argumentos, Lemos, do SINA, foi além, expondo de forma técnica a grandiosidade da empresa. Acrescentou que o nosso Sindicato, com o apoio do Movimento Sindical Cutista, defenderá a Infraero com unhas e dentes. Klafke, da Fentac, foi na mesma direção.
Jobim, então, disse que o processo de privatização está completamente descartado, assim como a abertura de capital; como a Infraero não possui patrimônio - pois pertence à União, estados e municípios - será muito difícil passar os bens para a empresa. Acrescentou que, embora tenham sido feitos estudos sobre o assunto, ainda não existem conclusões. Disse, também, que as conversas com o Presidente Lula ainda não chegaram ao finalmente.
O ministro reconheceu que a Infraero, mesmo sendo autossuficiente para construir e administrar aeroportos, não terá fôlego para enfrentar o aumento de infraestrutura aeroportuária que o País requer; criticou o modelo de gestão interna da empresa e elogiou a Infraero pela eficiência na atividade fim. Em seguida, determinou ao brigadeiro Godinho que convoque os trabalhadores/as, através de seus sindicatos do Setor Aéreo, para começar um debate do ponto de vista dos trabalhadores desse ramo de atividade.

Os Sindicatos e Godinho, então, agendaram reunião para a próxima terça-feira, 30/06. Na ocasião o SINA encaminhará ao brigadeiro as primeiras demandas que poderão acelerar a melhoria do processo de gestão da Infraero e, com certeza, iniciará a abertura de diálogo direto entre a categoria e o Ministério da Defesa. Foi dito, ainda, por Jobim que em qualquer discussão, daqui pra frente, em relação a concessão de aeroportos no Brasil o SINA será consultado.
Após a audiência, as direções do SINA, da Fentac e da CUT decidiram que o “Ato em Defesa da Soberania Nacional” - com a preservação da Rede Infraero - está mantido para o próximo dia 09 de julho. Isso significa que, mesmo diante da posição explícita do ministro, a categoria aeroportuária demonstrará que está pronta para qualquer surpresa.
Aeroportos no Brasil