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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A LUTA CONTINUA : JUSTIÇA (STJ) Autoriza Prosseguimento de Execução Trabalhista da Vasp



Passados 180 dias do deferimento do processamento de recuperação judicial, caso não tenha sido aprovado o respectivo plano de recuperação, é permitido que se prossiga a execução de dívidas da empresa recuperanda, fora do juízo específico.

A decisão é da Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de agravo em conflito de competência que abre a possibilidade de execução da Fazenda Piratininga, da Viação Aérea São Paulo S.A. (Vasp), em favor de indenização trabalhista aos ex-funcionários da empresa aérea.


O relator, ministro Fernando Gonçalves, acolheu a argumentação do Ministério Público do Trabalho de que, “ultrapassado o prazo de 180 dias previstos no artigo 6º, parágrafo 4º, da Lei n. 11.101/2005 (Lei da Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falências), deve ser restabelecido o direito dos credores de continuar suas execuções contra o devedor, se não houver plano de recuperação judicial aprovado”.

Em seu voto, o relator ainda argumenta que
“o Juízo da recuperação judicial é competente para decidir acerca do patrimônio da empresa, mesmo que já realizada a penhora de bens no Juízo Trabalhista. No entanto, na hipótese dos bens terem sido adjudicados em data anterior ao deferimento do processamento de recuperação judicial, a Justiça do Trabalho deve prosseguir no julgamento dos demais atos referentes à adjudicação”.

Os autos indicam que a adjudicação pela 14ª Vara do Trabalho de São Paulo dos bens (fazenda, benfeitorias, imóveis, móveis e semoventes) foi deferida em 27 de agosto de 2008, enquanto o processamento da recuperação judicial foi deferido três meses depois, em 13 de novembro.

O Ministério Público do Trabalho havia recorrido de decisão do próprio STJ que, ao julgar o conflito de competência suscitado por Agropecuária Vale do Araguaia Ltda. (Fazenda Piratininga), declarou competente o juízo de Direito da Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Distrito Federal (DF) para julgar as demandas contra a Vasp.

Na ocasião, os ministros da Segunda Seção seguiram o entendimento de que prevalece o juízo universal da recuperação judicial, devendo os valores em execução trabalhista, eventualmente já constritos, serem colocados à disposição do juízo de direito onde processado o plano de reabilitação da empresa.

No entanto, segundo o MPT, a adjudicação de imóvel, móveis e semoventes compreendidos no bem denominado Fazenda Piratininga foi deferida em 27/8/2008, data anterior ao deferimento do processamento da recuperação judicial, em 13/11/2008.

Ressaltou, ainda, que o prazo de 180 dias, previsto no artigo 6º da Lei n. 11.101/2005, se esgotou em 11/5/2008, “o que possibilita o prosseguimento da execução trabalhista independentemente de pronunciamento judicial”.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas, por sua vez, afirma que o deferimento da adjudicação representa “ato jurídico perfeito que não pode ser mais afetado por decisão posterior proferida pelo juízo da Recuperação Judicial”.

Duque Estrada - Direito Aeronáutico





Equipe a serviço da Funasa embarcou em avião desaparecido, diz enfermeira

analityc

quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Segundo Infraero, 11 pessoas embarcaram em Cruzeiro do Sul.
Sete faziam trabalho de vacinação em aldeias indígenas.


Imagem do C-98 Caravan, similar à aeronave da FAB que desapareceu na Amazônia (Foto: Divulgação/FAB)

Sete pessoas a serviço da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) estariam a bordo do avião que desapareceu na manhã desta quinta-feira (29), na região Amazônica. Segundo a Infraero de Cruzeiro do Sul (AC), 11 pessoas no total embarcaram na aeronave.

A enfermeira coordenadora da saúde indígena do Distrito de Alto Rio Juruá, Isna Silveira, informou que a equipe voltava para Tabatinga (AM) e pegaria um barco até Atalaia do Norte (AM), onde vivia.


A equipe da Funasa havia usado o município de Cruzeiro do Sul como base para a operação de vacinação realizada no Vale do Javaris, também em Atalaia do Norte (AM). Segundo a enfermeira, a equipe chegava mais rápido ao local das aldeias partindo de Cruzeiro do Sul.

Avião partiu de Cruzeiro do Sul com destino a Tabatinga

(Foto: Editoria de Arte/ G1)

“Eles saíram das aldeias e chegaram ontem aqui em Cruzeiro do Sul. Nós nos despedimos e eles voltaram para o Amazonas hoje de manhã. É terrível, porque criamos um vínculo. Estamos muito abalados”, afirmou Isna.


A enfermeira conta que a equipe é composta por dois homens e cinco mulheres, entre elas, uma gestante. Dois integrantes do grupo eram enfermeiros e outros, técnicos em enfermagem.


A operação de vacinação teve início no dia 16 de outubro . O grupo seguia com helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB) e era deixado em aldeias da região do Vale do Javaris para aplicar as vacinas de rotina e também doses especiais. A cada três dias, a aeronave da FAB voltava às aldeias para resgatar o grupo e levar para outras comunidades.

Desaparecimento

O avião Cessna C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu na região da Amazônia, na manhã desta quinta-feira (29). Segundo a Infraero, 11 pessoas estariam a bordo.

De acordo com o professor de aeronáutica Cláudio Roberto Scherer, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o C-98 Caravan é usado para transporte, tanto na aviação civil quanto na militar.

"É uma aeronave de turbo-hélice pequena, usada para levar poucas pessoas em trajetos curtos", explica.



O comandante Renato Nascimento, ex-piloto da FAB e hoje na aviação civil, afirma que a aeronave "não tem muitos recursos". "É um aviãozinho pequeno, monomotor. O problema com o monomotor é que se o motor falha, você não tem outro", explica.
Leia a nota da FAB:

"O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu hoje (dia 29), pela manhã, quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas."

Destaknews

Nossa Homenagem a Amiga Marta


Domingo Aéreo - Campo de Marte PAMA-SP


Showcat (biplano de acrobacia aérea do Brazilian Wingwalking Airshows)





Valeu Martinha!!!!!!


Projeto FX-2 , A novela tem que ter final, e feliz...

Popout
Popout

Brasil é grande objetivo do grupo Avianca-TACA

avianca_oceanair

A fusão Avianca-TACA é apenas o começo dos ambiciosos planos de crescimento do proprietário do Grupo Synergy, Gérman Efromovich, ficando explícito que o empresário não pretende poupar investimentos para atingir seus objetivos.

A cada dia os planos de crescimento do Synergy no setor aeronáutico vão se delineando e apontando as metas para o futuro, dentre elas a presença mais forte no mercado de vôos internacionais brasileiro.

Apesar de já possuir uma companhia no Brasil, a OceanAir, Efromovich e o Grupo Synergy optaram por inicialmente expandir suas operações no mercado aeronáutico latino americano através outros países, onde a concorrência se mostrava menos ferrenha que no Brasil, que apesar de ser um mercado enorme conta com duas das maiores companhias aéreas da região e algumas outras em rápido crescimento, buscando criar uma base sólida que lhe permitisse disputar esse concorrido mercado como um adversário de peso para as empresas já estabelecidas.

Com a criação da Avianca-TACA, passando a cobrir boa parte da América do Sul e Central, a base foi solidificada e o grupo pretende agora ampliar suas operações ligando o Brasil e os demais países que atendem, usando a OceanAir para alimentar esses voos.

O CEO da Avianca e principal executivo do novo grupo, Fábio Villegas, já aponta inclusive mudancas nesse sentido, ressaltando que há pouco tempo a Avianca só possuía quatro voos semanais para o Brasil em uma rota com foco turístico – Bogota-Rio de Janeiro – e que hoje já opera uma rota diária e com foco corporativo para São Paulo utilizando aviões de grande porte. Alem disso, a fusão com a TACA permitira à empresa colombiana aumentar suas opções de rotas e freqüências ligando os dois países.

Ademais cabe ressaltar que a Avianca, que hoje supervisiona as operações da OceanAir, ainda possui a opção de adquiri-la, sendo este inclusive o passo mais provável segundo Villegas, transformando o que hoje são empresas separadas de propriedade do Grupo Synergy em um único grande grupo latino americano.

CR

E-175 voarão também para Sinop e Alta Floresta


A Trip Linhas Aéreas está fazendo um estudo para, a partir de janeiro, no mais tardar fevereiro de 2010, começar a operar em Sinop e Alta Floresta com um jato Embraer 175, com capacidade para 86 passageiros.

A empresa espera a chegada dos caminhões modelo AP2, nos dois municípios, e pequenas adequações de segurança nos aeroportos, que já estão sendo providenciadas. Os caminhões de combate a incêndios devem chegar no começo de novembro.

Atualmente, a empresa opera com avião turboélice modelo ATR 72, de Alta Floresta a Cuiabá e, na capital, os passageiros que vão a outros estados são transportados em jatos.

Blog do Poder Aéreo

Azerbaijan Airlines solicita 4 Boeing's



A
Azerbaijan Airlines encomendou quatro aeronaves Boeing, dois 767 e dois 787.
O 767 será entregue em 2011 e 2012, enquanto as datas de entrega para o 787 (surpresa!) Não foram determinadas.

Oman Air inicia voos para Paris


A Oman Air lançou o seu non-stop de serviços aéreos regulares entre Mascate e Paris-Charles de Gaulle. A nova rota será executada quatro vezes por semana. A transportadorta recentemente teve a entrega do seu A330 Powered by a Rolls-Royce Trent 700 motores, o A330 será configurado em um layout de três classes.

Nota oficial – Desaparecimento de aeronave da FAB


Caravan FAB

O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu hoje (dia 29), pela manhã, quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM).

A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas.

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Blog do Poder Aéreo

FROTA DE E-JETS DA EMBRAER ALCANÇA 3 MILHÕES DE HORAS DE VOO

A frota da família Embraer 170/190 de E-Jets da Embraer continua a atingir números significativos. O mais recente marco foi o alcance de 3 milhões de horas de vôo, obtido com uma excelente confiabilidade operacional.

Atualmente, as mais de 600 aeronaves em operação já transportaram 130 milhões de passageiros, apoiando companhias aéreas com modelos de negócios que vão desde serviços regionais e malhas aéreas principais até transportadores de baixo custo.

“A indústria de transporte aéreo está sujeita a oscilações na demanda de passageiros resultantes de mudanças no cenário econômico. Poder contar com aviões flexíveis e confiáveis como os E-Jets em suas frotas elimina alguns dos riscos aos quais as companhias aéreas estão expostas, oferecendo alternativas mais seguras em tempos difíceis”, disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial.

Os E-Jets são a família de aeronaves comerciais de maior confiabilidade na categoria de até 122 assentos. Constituem uma ferramenta comprovadamente eficaz para as companhias aéreas na redução dos custos operacionais por meio da readequação da oferta de assentos de aeronaves maiores de corredor único (narrowbody) ou da substituição de jatos mais antigos e ineficientes. Desde a entrada em serviço em 2004, os E-Jets contribuíram para que a indústria de aviação economizasse mais de US$ 1 bilhão em combustível e reduzisse as emissões de dióxido de carbono (CO2) em cerca 6 milhões de toneladas, sendo muito mais eficientes em comparação aos narrowbody ou aos jatos mais antigos substituídos.

Devido ao projeto robusto, os quatro E-Jets – EMBRAER 170, EMBRAER 175, EMBRAER 190 e EMBRAER 195 – alcançaram uma taxa excepcionalmente baixa de cancelamentos de vôos decorrentes de problemas técnicos: menos de dois a cada mil. Parte deste resultado também se deve ao sólido suporte pós-vendas da Empresa, que apóia uma diversificada base de clientes com 53 empresas em 35 países em todo o mundo, bem como à dedicação de mecânicos e engenheiros.

Sobre a Família EMBRAER 170/190 de E-Jets

A família EMBRAER 170/190 de E-Jets é composta por quatro jatos comerciais com capacidades de 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta desempenho destacado, grande economia operacional, baixo nível de emissão de poluentes e uma ampla cabine de passageiros.

Os E-Jets têm velocidade de cruzeiro máxima de Mach 0,82, voam a uma altitude de até 12.500 metros (41.000 pés) e possuem alcance de 4.400 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves – EMBRAER 170, EMBRAER 175, EMBRAER 190 e EMBRAER 195 – resulta em excepcional redução nos custos de treinamento, manutenção e peças de reposição para os operadores. Outro destaque é o emprego da moderna tecnologia fly-by-wire, que aumenta a segurança operacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.

A família de jatos EMBRAER 170/190 oferece conforto superior com o projeto da
fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço, que minimizam o tempo de permanência no solo. Os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro que qualquer outra aeronave de tamanho equivalente.

Com grande aceitação, cerca de 900 pedidos firmes já foram recebidos em todo o mundo.

Trata-se de uma comprovada família de jatos que tem auxiliado companhias aéreas a ajustar capacidade à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody com baixa taxa de ocupação, substituindo jatos regionais de 50 assentos, bem como aeronaves antigas e ineficientes. Os E-Jets também estão sendo utilizados para desenvolver novos mercados, com menores custos e maior eficiência.

Embraer

NOTICIA VASP 77 - RESULTADO DO JULGAMENTO



Conforme já informado ontem às 14:48 h, assim que terminou o julgamento, sobre a nossa vitória por unanimidade em Brasilía, segue abaixo para conhecimento de todos o ultimo andamento onde a Vara do Juízo de Execução - Vara Vasp foi informada, bem como o juiz onde correr a Recuperação do Canhedo.

Aos Vaspanianos que se encontram neste caso por favor, Qualquer Dúvida consultar o Link Abaixo:
Duque Estrada - Direito Aeronáutico

PROCESSO

:

CC 105345

UF: DF

REGISTRO: 2009/0099044-9



CONFLITO DE COMPETÊNCIA

VOLUMES: 3

APENSOS: 0

AUTUAÇÃO

:

25/05/2009

AUTOR

:

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E OUTROS

RÉU

:

VIAÇÃO AÉREA SÃO PAULO S/A VASP

RELATOR(A)

:

Min. FERNANDO GONÇALVES - SEGUNDA SEÇÃO

ASSUNTO

:

DIREITO CIVIL - Empresas - Recuperação judicial e Falência

LOCALIZAÇÃO

:

Entrada em COORDENADORIA DA SEGUNDA SEÇÃO em 28/10/2009

TIPO

:

Processo Físico


NÚMEROS DE ORIGEM

20080111030837

507200501402008

PARTES E ADVOGADOS

AUTOR

:

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E OUTROS

RÉU

:

VIAÇÃO AÉREA SÃO PAULO S/A VASP E OUTROS

SUSCITANTE

:

AGROPECUARIA VALE DO ARAGUAIA LTDA

ADVOGADO

:

EVERSON RICARDO ARRAES MENDES E OUTRO(S) - DF014332

SUSCITADO

:

JUÍZO DE DIREITO DA VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DO DISTRITO FEDERAL - DF

SUSCITADO

:

JUÍZO DA 14A VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO - SP

PETIÇÕES

Petição Nº.

-

Tipo

-

Peticionário

-

Protocolo

-

Processamento

213732/2009

-

OF

-

NR 84/09 14A VT SP

-

11/09/2009

-

15/09/2009

212237/2009

-

OFINFO

-

NR 30/2009 JT SAO PAULO

-

10/09/2009

-

15/09/2009

203431/2009

-

OF

-

NR 30/09 JT DA 2A REG SP (fax - 4 fls)

-

01/09/2009

-

03/09/2009

197940/2009

-

OFINFO

-

NR 28/09 JT DA 2A REG (fax - 14 fls)

-

26/08/2009

-

02/09/2009

171422/2009

-

PROC

-

DR ÉVERSON RICARDO ARRAES MENDES (PELO SUSCITANTE)

-

03/08/2009

-

07/08/2009

171739/2009

-

AgRg

-

P/ SINDICATO NACIONAL DOS AERONAUTAS

-

03/08/2009

-

10/08/2009

160358/2009

-

AgRg

-

P/ MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E OUTROS

-

08/07/2009

-

29/07/2009

152574/2009

-

EDcl

-

P/ SINDICATO DOS AEROVIARIOS NO ESTADO DE SAO PAULO

-

29/06/2009

-

03/07/2009

FASES

28/10/2009

-

19:37

-

TELEGRAMA Nº JCD2S-1904 EXPEDIDO AO (À) 14ª VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO COMUNICANDO RESULTADO DE JULGAMENTO

28/10/2009

-

19:37

-

TELEGRAMA Nº JCD2S-1903 EXPEDIDO AO (À) VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DO DISTRITO FEDERAL COMUNICANDO RESULTADO DE JULGAMENTO

28/10/2009

-

18:49

-

PROCESSO RECEBIDO NA COORDENADORIA DA SEGUNDA SEÇÃO

28/10/2009

-

14:55

-

RESULTADO DE JULGAMENTO FINAL: A SEÇÃO, POR UNANIMIDADE, DEU PROVIMENTO AOS AGRAVOS REGIMENTAIS PARA NÃO CONHECER DO CONFLITO DE COMPETÊNCIA, JULGANDO PREJUDICADOS OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, NOS TERMOS DO VOTO DO SR. MINISTRO RELATOR.

27/10/2009

-

10:58

-

EM MESA PARA JULGAMENTO - SEGUNDA SEÇÃO - SESSÃO DO DIA 28/10/2009 14:00:00

Duque Estrada - Direito Aeronáutico

North Charleston: segunda linha de montagem do 787

787 A Boeing anunciou hoje que escolheu as suas instalações na Carolina do Sul, North Charleston, para sediar a segunda linha de montagem final do programa 787 Dreamliner.
Foram
avaliados vários aspectos antes da Boeing decidir sobre a localização da fábrica, que servirá melhor para os interesses do modelo do negócios da linha do 787 na medida em que o programa aumentará a sua taxa de produção.

Além de acolher a fábrica de montagem final para o 787 Dreamliner, as instalações também têm capacidade para acolher testes e entregas de aeronaves.

Saudi Arabian Airlines recebe primeiro A320


SAA A320 A Saudi Arabian Airlines (Arábia), a companhia aérea nacional da Arábia Saudita, recebeu sua primeira aeronave A320, adquirida diretamente da Airbus em uma cerimônia em Toulouse com a presença de Sua Excelência o Senhor Engenheiro Khalid Al Molhem, Diretor Geral da Saudi Arabian Airlines e o presidente e CEO da Airbus, Tom Enders.

Essa Entrega é o começo de um pedido de 22 unidades de A320 de uma compra realizada em Dezembro de 2007.



Aerosur incorpora Boeing 737-300 à frota


A Aerosur conta com uma nova aeronave em sua frota. Trata-se do Boeing 737-300, chamado de "El Yacaré" em alusão à pintura especial de um jacaré aplicada em sua fuselagem. O equipamento está sendo utilizado em seis dos sete voos semanais entre São Paulo (GRU) e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

Com o novo avião, a companhia aérea aumentou em 16% a oferta de assentos. O Boeing está configurado para transportar oito passageiros na classe executiva e 118 na econômica.
Panrotas

Clean Air -JATOS RUSSOS NO BRASIL

A Imprensa especializada européia sacudiu o noticiário internacional com o aviso de que a empresa Clean Air teria assinado uma carta de intenção com a Ilyushin Finance para adquirir dois jatos russos Il 96-300 e quatro Tu 204 SM de passageiros, mais dois outros exemplares da sua versão de carga aérea. Os aviões destinam-se ao uso no Brasil. A notícia não foi confirmada nem desmentida.

Tu 204 SM


Il 96-300

Aerobusiness

Veja neste domingo: Fantástico embarca nos aviões de caça mais modernos do mundo


Neste Domingo no Fantástico - Paulo Renato Soares mostra os modelos de aviões que o governo brasileiro está cogitando comprar para proteger o espaço aéreo do país.



Em 2010 Novas rotas para a SpiceJet


A Low-cost SpiceJet, está trabalhando para iniciar suas operações internacionais no próximo ano, tornando-se a terceira transportadora privada indiana após a participação da Jet Airways e a Kingfisher no mercado para voos no exterior.


A companhia aérea se qualifica para as operações internacionais em Junho do próximo ano, após completar cinco anos de funcionamento interno, o tempo mínimo estipulado pelo governo.

A companhia planeja voar, principalmente para países da SAARC, no Sudeste Asiático e selecionar
rotas no oeste asiático, em vez de rotas de longo curso, como Londres e Nova York como a Jet e Kingfisher.

Air India e a produtividade


As Operações daAérea da Índia podem ser interrompidas novamente a partir de 1º de novembro com uma seção de empregados ameaçado a ação de paralização sobre o assunto: O não-pagamento de produtividade ligados ao incentivo (PLI) . Isto poderia ganhar impulso também com os antigos trabalhadores da Indian Airlines.

Turbulência Delta



Um voo da Delta Airlines em um Boeing 767-400 na rota Paris para Atlanta ,na última terça-feira (27) , sofreu fortes turbulências já em Atlanta, Um membro da tripulação ficou ferido.

Lufthansa perdeu 32 milhões de Euros


A Lufthansa anunciou hoje um prejuízo de 32 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, em comparação com 529 milhões de euros de lucro que registou no mesmo período do ano passado, resultado, que inclui contas pela primeira vez da Austrian Airlines e Lufthansa.
A companhia cortou seu volume de negócios em 13,1% de janeiro a setembro, para 16.162 milhões de euros, a queda do tráfego de passageiros e volumes, bem como menores rendimentos médios por pasageiro.Em geral, a renda operacional do grupo caiu 8,7%, para 18.100 milhões de euros durante este período.
O lucro operacional ficou em 226 milhões de euros, quatro vezes menor dos os 954 milhões de euros alcançados no mesmo período em 2008.
O grupo alemão atribuiu este resultado negativo a
fraca demanda e também a uma diminuição da "renda aérea" desproporcionada, especialmente no segmento de viajantes de negócios.

TAM incluirá mais um avião na linha de Rio de Janeiro a Nova York




NOVA YORK - O diretor de Alianças e Relações Internacionais da TAM, Marcelo Varella, afirmou que a empresa vai incluir um avião Airbus A 330 para fazer a linha Rio-Nova York em alguns dias da semana. Atualmente, a rota é realizada por um Boeing 767. Varella afirmou que é provável que a rota se torne diária

- Apostamos no Rio antes de a cidade ser escolhida para os Jogos Olímpicos, Hoje, procuramos aumentar a capacidade de operação entre o Rio e Nova York. O tesouro de se ter um slot (autorização de operação) no aeroporto John F. Kennedy tem de ser muito bem explorado - disse Varella, na terça-feira, no aeroporto de Newark , em Nova Jersey, onde a Continental anunciou sua entrada na Star Alliance, rede global de companhias aéreas em que a TAM também negocia a sua entrada.

O Globo

CEAB recruta 30 instrutores em SP

Centro de Aviação

O Centro Educacional de Aviação do Brasil (CEAB) recruta 30 instrutores para trabalhar na sede da escola, na capital paulista.


Os profissionais irão ministrar aulas de postura e etiqueta, maquiagem, segurança e emergência, regulamentos da profissão, sistema de aviação civil, primeiros socorros, meteorologia, navegação, entre outras.

Serviço – Os interessados devem enviar currículo, até o dia 6 de novembro, para o e-mail ceab@ceabbrasil.com.br.


JC Concursos

Companhias aéreas têm cerca de US$ 165 bi em milhas não usadas



As pessoas estão deixando que o equivalente a bilhões de dólares em milhas de companhias aéreas sejam canceladas sem uso, em parte por causa das confusas políticas das empresas e da falta de alertas sobre os vencimentos que se aproximam.

Estima-se que haja 10 trilhões de milhas não usadas em circulação agora, que valem cerca de US$ 165 bilhões. A maioria das companhias aéreas não divulga quantas vão expirar sem ser usadas, mas algumas pistas sugerem um número grande: 20% ou mais de todas as milhas em programas de fidelidade talvez nunca sejam resgatadas.

Muitas milhas serão extirpadas dos consumidores, que às vezes acreditam ter uma reserva de centenas de milhares de milhas e descobrem que a conta foi cancelada por falta de atividade. Nos Estados Unidos, as empresas aéreas endureceram as regras de vencimento para se livrar de mais passivos em seus balanços e algumas deixaram mais cara a recuperação de milhas.


Quando os programas começaram, as milhas não tinham datas de vencimento. Em meados dos anos 90, as várias aéreas impuseram um prazo de três anos - cada milha expiraria se não fosse resgatada em três anos. Muitas companhias asiáticas e europeias, assim como algumas dos EUA e as brasileiras TAM e Gol/Varig, ainda têm datas de validade nas milhas ou pontos. E nos últimos dois anos as regras voltaram a mudar na maioria das empresas americanas.


Na American, United e US Airways, qualquer conta que não tenha nenhuma atividade - seja acúmulo de milhas ou uso delas - por 18 meses consecutivos é cancelada. Não são as milhas que expiram, são as contas inteiras. A Delta dá aos clientes dois anos antes que as contas sejam canceladas. A Continental informa que pode cancelar contas depois de 18 meses, mas não pratica a política atualmente. No programa reformulado da JetBlue, que será lançado segunda, todos os pontos vão expirar se uma conta ficar inativa por apenas 12 meses consecutivos.


À medida que as aéreas trocam de alianças e os viajantes mudam de preferências por causa de troca de emprego ou cortes nos orçamentos das empresas, ou mesmo mudam o endereço de e-mail sem atualizar uma companhia, mais e mais viajantes perdem contato com um programa de fidelidade e acabam surpresos quando descobrem que todas as milhas desapareceram por causa de apenas 18 meses de inatividade.


"Fiquei chocado de ver que elas podiam desaparecer tão rapidamente", diz Chris Beddow, do Havaí, cuja mulher Mary tinha 61.000 milhas da United que foram apagadas em junho.


Beddow havia marcado uma viagem para a Argentina pela United em abril, usando 220.000 milhas de sua conta para um assento da classe executiva e comprando um bilhete de econômica para o outro assento, para o qual ele fez depois um upgrade usando outras 60.000 milhas de sua conta. A United informou que enviou e-mails com o aviso do iminente cancelamento da conta, mas os Beddow não se lembram de ter recebido. Se soubesse que a conta de sua mulher ia vencer, Beddow diz que teria usado as milhas dela para o upgrade.


Depois de um mês brigando com a United, a empresa cedeu e usou as milhas de Mary na viagem à Argentina, devolvendo as 60.000 milhas de Chris. "Fiquei chocado que eles fizeram a coisa certa", diz ele. Moral da história: não desista. "Não aceite 'não' como resposta e continue pressionando. Às vezes funciona."


A boa notícia é que, no caso dessas aéreas americanas, você não tem de voar para manter as milhas ativas. Quaisquer milhas obtidas - em cartões de crédito, hotéis, aluguéis de carros ou voos de companhias parceiras - zera o relógio das contas. Conseguir pontos num programa de hotel ou num cartão de crédito como o American Express, que lhe permite transferir os pontos a várias aéreas, é um meio fácil de "alimentar" contas de milhagem que a pessoa talvez não use com tanta frequência.


A quantidade de milhas canceladas é informação exclusiva que as companhias não divulgam. Um sinal, contudo, de quanto desperdício há por aí: a Southwest, uma aérea de baixo custo dos EUA, oferece passagens gratuitas aos clientes depois que 16 créditos são obtidos (8 viagens de ida e volta), e os certificados vencem depois de um ano. A Southwest afirma em seus informes financeiros que 16% dos certificados nunca são usados. E isso não inclui créditos que nunca se tornam parte de um prêmio e vencem.


Uma mudança contábil no ano passado aumentou o passivo das milhas não usadas no balanço das companhias americanas. Elas têm agora de contabilizar o passivo de milhas ao "valor justo" do que os créditos poderiam obter se vendidos, em vez de apenas estimar o custo em combustível e serviço para dar assentos que estariam de outro modo vazios. Isso deu às companhias mais incentivos para tirar as milhas de seus livros.

Net Marinha

Recuperação da VarigLog é suspensa

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) suspendeu o processo de recuperação judicial da VarigLog, ex-subsidiária de transporte de cargas e logística da Varig, aprovado no início do mês. O desembargador Lino Machado concedeu liminar em uma apelação ajuizada pelo fundo de investimentos Atlantic Aviation Investments. O maior credor da companhia - com R$ 28,52 milhões de um total de R$ 173,45 milhões em débitos - alega que o plano de recuperação não poderia ser confirmado por ter sido rejeitado pela maioria presente à assembleia. O Atlantic pertence ao grupo chileno Lan, controlador das companhias aéreas Lan Chile, Lan Argentina, Lan Ecuador, Lan Peru, Lan Express e Lan Cargo, entre outras empresas.

Para aprovar o plano da VarigLog, a juíza Renata Mota Maciel, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, desconsiderou votos de credores - Atlantic Aviation Investments, Shell do Brasil e um grupo de arrendadores de aeronaves -, alegando conflito de interesses, e aplicou um mecanismo previsto no artigo 58 da Lei de Falências chamado "cram down". Nesse caso, exigiu-se apenas que houvesse a totalidade em uma das duas classes de credores existentes e que na outra pelo menos um terço fosse favorável à aprovação da recuperação judicial. Somados, deveriam representar mais de 50% dos créditos.


No recurso apresentado ao Tribunal de Justiça, assinado pelos advogados Rafael Villar Gagliardi e Celso Caldas Martins Xavier, do escritório Demarest & Almeida, a Atlantic argumentou que, sem ilegalmente desconsiderar os votos de credores, a juíza não teria como aprovar o plano de recuperação da VarigLog, pois a maioria - 59,96% do total dos créditos presentes - votou pela rejeição na assembleia realizada em setembro. O desembargador Lino Machado acatou os argumentos da credora e suspendeu o processo até o julgamento do mérito do recurso.

A defesa da Atlantic argumenta ainda que não seria possível aprovar o plano de recuperação com a vigência de liminar que suspende a alienação de controle acionário da VarigLog pela Velog Corporation - com sede no Panamá - e a opção de compra desse controle por US$ 100 mil pelo empresário German Efromovich, do grupo Sinergy - controlador das companhias aéreas Avianca, da Colômbia, Taca, de El Salvador, VIP, do Equador, e a brasileira OceanAir. Ele apresentou aos credores uma proposta para comprar a companhia, caso eles concedessem um desconto de até 90% do que têm a receber.

A venda da VarigLog para a Velog foi realizada pela controladora da companhia, o fundo de investimentos americano Matlin Patterson, cujo principal acionista é o investidor Lap Chan. Sua irmã, Chan Lup Wai Ohira, é a dona da Velog. O valor da transação foi simbólico: apenas US$ 100.

A advogada Laura Bumachar, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, que defende a VarigLog, afirmou que vai propor embargos de declaração contra a decisão do TJSP. Ela diz que nada vai mudar no cotidiano da companhia, que continuará operando normalmente. "Foi cassada a decisão que homologou o plano de recuperação judicial. Precisamos saber em qual situação a empresa se encontra. Vamos esperar oito meses para julgar um agravo, sem estarmos em recuperação ou falência?", diz. Ela afirma que o embargo tem por objetivo explicitar que tipo de suspensão seria essa. Laura diz não acreditar que a suspensão da recuperação judicial da VarigLog possa abrir um caminho para a falência da companhia. Procurado pelo Valor, o grupo Lan não quis comentar a decisão.

Webtranspo

Airbus da Asiana Airlines bate a cauda na pista ao pousar no Japão


O avião envolvido no acidente, fotografado em 07/06/08, no Aeroporto Internacional Incheon, em Seul, na Coréia do Sul - Foto: Michael Fritz (Airliners.net)

Nesta quarta-feira (28), o Airbus A321-231, prefixo HL7763, da Asiana Airlines, realizando o voo OZ-1125 - entre Seul, na Coréia do Sul e Osaka, no Japão, com 147 pessoas a bordo, aterrissou no aeroporto de Kansai, em Osaka às 10:08 L (01:08 Z) atingido a pista com a cauda. A tripulação decidiu arremeter e realizou uma aterrissagem segura 11 minutos mais tarde. Não há relato de feridos.

A inspeção revelou marcas de raspagem e danos de 1,8 metros de comprimento por 30 centímetros de largura na parte inferior da cauda do avião.

O CAA (Comitê de Investigação) do Japão, informou que a aeronave sofreu danos substanciais.

O Transportation Safety Board japonês avaliou a ocorrência como um acidente e enviou três investigadores para analisar as causas.
Desástres Aéreos

Clientes da Infraero respondem à pesquisa de opinião e satisfação



A Infraero começou a aplicar a segunda etapa da pesquisa nacional de satisfação e imagem. A coleta de informações será realizada em 38 aeroportos brasileiros e 34 terminais de logística de carga e se estenderá até o dia 11 de novembro. Nesta fase, serão ouvidos passageiros e clientes dos aeroportos das regiões Sul e Sudeste. Na primeira etapa, as entrevistas foram aplicadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O objetivo é avaliar a qualidade dos serviços nos aeroportos e medir o grau de satisfação dos principais usuários. Os resultados serão utilizados no Planejamento Empresarial de 2010. Segundo o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, “a colaboração de quem utiliza os aeroportos com freqüência é importante para contribuir para a melhoria dos serviços e corrigir eventuais insatisfações registradas durante a avaliação”.

Além do público “passageiros”, a Infraero consultará clientes nas áreas de carga aérea e comercial (concessionários de áreas nos aeroportos), além de pilotos e representantes de companhias aéreas. Outras duas pesquisas serão aplicadas para passageiros que utilizam recursos de acessibilidade nos aeroportos e para membros das comunidades vizinhas.

Os passageiros entrevistados irão responder a questões sobre acessibilidade nos terminais de passageiros, atendimento nos balcões de informações, comunicação sobre voos, infraestrutura aeroportuária, facilidades de acesso a equipamentos e qualidade dos serviços, dentre outras.

Cada aeroporto tem uma amostra de cerca de 400 formulários, somente para passageiros. A previsão de conclusão do relatório final é para a segunda quinzena de dezembro.

FLIGHT SAFETY FUNDATION DEFENDE MANUAIS EM IDIOMAS NATIVOS



Inglês é a lingua internacional da aviação e portanto a lingua mais frequentemente usada em documentos técnicos e de manutenção, porém, frequentemente ela não é a lingua nativa da pessoa executora da manutenção.

Como resultado, instruções técnicas complexas podem ser mal compreendida, especialmente por aqueles sem forte prática da lingua inglesa, também ocasionalmente por falantes nativos de inglês e é a má interpretação que pode conduzir aos acidentes.

A OACI disse em 1996 num artigo no Jornal OACI, que erros de idioma tinham se tornado mais comuns, em parte porque aeronaves de companhias aéreas estavam sendo fabricadas em muitos países diferentes, onde muitos idomas diferentes são falados. “Às vezes, a linguagem técnica do fabricante não traduz facilmente para linguagem técnica do cliente o que de fato tem que ser feito, e o resultado pode ser uma documentação difícil de ser entendida”, disse a OACI.

“Certa vez ocorreu um caso onde certo procedimento de manutenção foi ‘PROSCRIBED’ (isto é, PROIBIDO) em um boletim de serviço, e o mecânico lendo isto, concluiu que o procedimento estava ‘PRESCRIBED’ ( isto é, definido, prescrito) e procedeu a execução da ação proibida.

A Federação Internacional de Aeronavegabilidade (IFA), citou um outro exemplo envolvendo uma aeronave de um operador japonês, em revisão por cinco dias, sem baterias para o sistema auxiliar de operação da porta de saída em emergência.

“Durante a manutenção, a caixa da bateria foi substituída”, o relatório da IFA dizia.

“Sete das oito caixas (substituídas) não continham baterias.

Um outro mecânico que devia ter verificado a existência das baterias, teve relatadamente má interpretação do manual em inglês e removeu, apenas, as baterias”.

Estes e muitos outros exemplos ilustram quanto difícil a lingua inglêsa pode ser, disse a Associação de Indústria de Defesa da Europa (ASD), a qual tem desenvolvido regras para o uso do inglês em documentos de manutenção na aviação.

Exemplo:

1 – Inglês Técnico Simplificado www.simplifiedenglish-aecma.org/Simplified_English.htm
Observe a diferença entre o STE = Inglês Técnico Simplificado e o Não Simplificado, nesta imagem.

“Muitos leitores (de documentos de manutenção técnica) têm um conhecimento de inglês que é limitado, e são facilmente confundidos pela estrutura da sentença complexa e pelo número de significados e sinônimos os quais palavras inglêsas podem ter”, disse a ASD.

PADRÃO DE ERROS

Um estudo conduzido pela FAA dos Estados Unidos, sobre erros de idioma dentro do mercado mundial de reparos de manutenção e inspeção, descobriu que o erro mais comum envolve inglês escrito e inglês falado.

O estudo identificou os erros mais frequentes de linguagem-relatada (uusada nos relatórios de bordo tanto por pilotos quanto por mecânicos) envolvendo um dos seguintes cenários abaixo:

*O Mecânico foi incapaz de se comunicar verbalmente no nível requerido para adequada performance;

*Não imaginou que uma pessoa, ele ou ela, estava falando com uma habilidade limitada de inglês; ou,

*Não entendeu totalmente documentação escrita em inglês, tal como um manual de manutenção ou uma ficha de trabalho.

O estudo identificou um padrão similar nos mais frequentemente fatores citados que podiam prevenir erros de linguagem:

- “O mecânico ou inspetor ser familiar com seu trabalho particular;

- “O documento segue boa prática de desenho esquemático;

- “O documento ser traduzido para lingua nativa do mecânico ou inspetor;

- ” O documento usa terminologia consistente com outros documentos; [e],

- “O mecânico ou inspetor usa a aeronave como um dispositivo de comunicação, por exemplo, para mostrar a área a ser inspecionada”.

Exigências de Proficiência

Embora a OACI mobilizou-se em 2004 para estabilizar uma linha base para proficiência na lingua inglêsa para pilotos e controladores de tráfego aéreo, com teste de proficiência, iniciando-se em 2008, o pessoal de manutenção não foi incluído e até o momento passa esquecido quanto a proeficiência do inglês em uso, cabendo a empresa contratante, definir na hora da contratação a habilidade desejada com a lingua inglêsa.

O perigo está na falta de mão-de-obra qualificada, ocasionando contratação de trabalhadores com apenas um, dos dois recursos necessários.

Esse é o forte motivo para a defesa de Manuáis no indioma nativo, segundo a Flight Safety Fundation.

Dani Duarte