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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Pilotos e TAP com números diferentes para a greve

Pilotos voltam ao ´cockpit` dos aviões após dois dias de greve DR

Como habitual em situações de greve, os pilotos da TAP apresentaram valores que não correspondem aos avançados pela administração da empresa. Fonte da transportadora aérea disse à Agência Lusa que mais de 90% dos passageiros seguiram viagem sem "grandes alterações".

De acordo com esta fonte oficial da TAP apenas 10% dos 42 mil passageiros com viagens marcadas foram afectados de forma significativa pela greve dos pilotos de quinta e sexta-feira.

"Foram cancelados 52 voos" durante os dois dias de paralisação, disse a TAP.

O Sindicato do Pilotos informou sexta-feira ao final do dia que "mais de 98 por cento dos pilotos aderiram a esta acção (de greve) cancelando 65 serviços de voos (equivalente a cerca de 130 voos) e demonstraram de forma pública e notória o seu descontentamento perante a insensibilidade e a intransigência reveladas pela administração da TAP".

A companhia aérea portuguesa responde: "Confirmamos que a adesão dos pilotos à greve foi elevada mas houve muitos voos realizados por outras companhias e por aviões fretados pela TAP, pelo que as contas não devem ser feitas como foram apresentadas pelo sindicato".

Pilotos e administração não se entendem quanto a aumentos salariais

Os pilotos da TAP avançaram para a greve devido ao "impasse" no processo de revisão do Acordo de Empresa e ao "descontentamento" com a gestão do presidente-executivo da transportadora, Fernando Pinto.

Das reivindicações dos pilotos faz parte uma revisão salarial na ordem dos 9 por cento.

"A TAP quer negociar com os pilotos, mas não está disposta a aceitar ultimatos nem imposições do sindicato", disse a fonte da empresa à Agência Lusa. Os aumentos salariais pedidos "vão ao arrepio de tudo o que se passa no país e no mundo, num momento em que a indústria da aviação vive a maior crise da história, com a IATA e prever que as companhias aéreas fechem o ano com os maiores prejuízos de sempre".

"Os 800 pilotos da TAP têm um salário médio bruto de 8.600 euros mensais e o aumento de nove por cento exigidos pelo SPAC faria subir esse valor para os 9.600 euros", acrescenta a fonte. "Mais mil euros por mês para cada um, vezes os 14 meses de vencimento, num custo total para a TAP de mais 11,5 milhões de euros".

Os pilotos parecem firmes nas reivindicações. "Nesta fase não é claro que a administração da TAP tenha compreendido a totalidade das implicações desta adesão", diz o sindicato em comunicado. "Os pilotos não vão continuar a subsidiar os erros estratégicos decididos pela administração da TAP".

A greve de dois dias terá tido um impacto na ordem dos 10 milhões de euros nos resultados da transportadora aérea.

RTP

Rede Elemidia veicula campanha segmentada da TAM


Um total de 23 shopping centers operados pela Rede Elemidia, em sete capitais do país, veiculam até o dia 3 de outubro campanha da TAM, assinada pela Young & Rubicam. Para divulgar as tarifas promocionais da companhia aérea e direcionar as mensagens com a máxima eficiência ao target correto, foram desenvolvidas diferentes vinhetas, de acordo com a localização geográfica das rotas em oferta.

Fator Brasil

Primeiro jato Embraer 195 é entregue à Lufthansa Cityline



Aeronave faz parte de um pedido de 30 E-Jets feito pela Lufthansa para seus parceiros regionais.

São José dos Campos – A Embraer entregou no dia 24 de setembro (quinta-feira), o primeiro jato Embraer 195 à empresa aérea alemã Lufthansa, em cerimônia na sede da Empresa em São José dos Campos, Brasil. A aeronave será operada pela Lufthansa CityLine, subsidiária integral da companhia aérea alemã e uma das cinco parceiras da família Lufthansa Regional. O acordo original foi anunciado em junho de 2007, com a confirmação de 30 pedidos firmes para o jato Embraer 190, incluindo opções para receber qualquer modelo da família de E-Jets.

“É uma grande honra ver nossos E-Jets voando nas cores de uma companhia aérea tão renomada como a Lufthansa”, disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Estamos orgulhosos pela seleção dos nossos aviões para serem a base da renovação da frota regional da Lufthansa. Nossa satisfação é ainda maior, pois atingimos recentemente a excepcional marca de 600 E-Jets operando em 49 companhias aéreas em 34 países.”

O Embraer 195 da Lufthansa CityLine é configurado para 116 passageiros em duas classes de serviço, separadas por um divisor móvel. A nova aeronave fará parte da moderna e eficiente frota regional que a Lufthansa utiliza em suas rotas européias e de alimentação para a sua malha de destinos de longa distância. Tendo como base o centro de operações da empresa em Munique, os E-Jets operarão novas rotas e ampliarão o alcance regional da Lufthansa, oferecendo aos passageiros mais conforto e segurança, sem o indesejável assento do meio.

Fator Brasil

Entrevista com Tim Myers, vice-presidente da Boeing : "O dinheiro para a aviação está na China"

Murillo Constantino/ag. istoé

A escassez de crédito não deixou incólume o setor aéreo mundial. Em outubro de 2008, a expectativa era de que faltariam US$ 20 bilhões no mercado para a compra de aviões novos. Pela primeira vez em três anos, a Boeing Capital Company (BCC), braço financeiro da fabricante americana de aeronaves, foi obrigada a financiar os clientes de sua controladora. Normalmente, a empresa apenas estrutura os empréstimos, que são oferecidos por outras instituições. Com a crise, a BCC acelerou a busca por fontes de crédito para os compradores de aviões da Boeing. Em entrevista à DINHEIRO, o vice-presidente da BCC, Tim Myers, falou da procura por substitutos locais que possam ocupar no mercado o espaço de bancos europeus e americanos. Segundo ele, instituições de Brasil e China são alternativas em potencial.



DINHEIRO - O que o traz ao Brasil?
TIM MYERS - Três coisas: a necessidade de fortalecer a relação da Boeing com as companhias aéreas, estreitar nossos laços com bancos e instituições financeiras locais e, principalmente, tentar encontrar fontes alternativas de financiamento para os compradores de nossos aviões.

DINHEIRO - Mas a função da BCC não é exatamente oferecer esse financiamento?
MYERS - Não é algo que goste de ver publicado na imprensa, mas a verdade é que nossa função é oferecer financiamento a clientes quando não há mais ninguém financiando compra de aviões no mercado. Por três anos e meio, não houve necessidade de atuarmos. Mas em outubro do ano passado tudo mudou e neste ano já tivemos que financiar alguns clientes. No fundo, somos a última opção para as companhias aéreas conseguirem recursos. Mesmo porque, se tiverem alternativa, é melhor para elas, já que, em comparação a bancos e instituições tradicionais, nossas taxas não são competitivas, nem é o objetivo que sejam.

DINHEIRO - Desde que voltou ao mercado, quanto a BCC já financiou?
MYERS - Em outubro de 2008, o mercado estimava que faltaria algo como US$ 20 bilhões em financiamentos para a compra de aviões em todo o mundo, e que por isso as fabricantes teriam que reduzir em 20% sua produção. Nós decidimos reavaliar isso internamente. Após consultar instituições de crédito e os clientes e analisar a estimativa de mercado da própria Boeing, chegamos a um número diferente. Para nós, haveria uma falta de zero a US$ 4,5 bilhões em todo o mundo. Desse total, US$ 1 bilhão seria a fatia da Boeing e, portanto, teria que ser financiada pela BCC. Até agora, financiamos apenas US$ 600 milhões, o que é bastante positivo, pois está dentro de nossas expectativas.

DINHEIRO - Se não há problema de recursos, qual tem sido a dificuldade para as empresas aéreas encontrarem financiamento?
MYERS - O problema não é só a escassez de recursos, mas a própria economia. Por um lado, as companhias têm sofrido com rentabilidades mais baixas e menores índices de ocupação. Isso afeta diretamente seus negócios e sua classificação de crédito. Por outro lado, os bancos estão mais conservadores, muitos deles passando por mudanças profundas em seus modelos de negócio, cujo efeito é uma redução no volume de recursos para o financiamento de aviões.

DINHEIRO - Foi nesse contexto que a BCC voltou a financiar a compra de aviões da Boeing?
MYERS - Uma das metas da BCC é que nenhum avião saia da linha de produção sem um plano de financiamento já aprovado. Isso não é tão fácil como parece. No caso de empresas como (a brasileira) Gol, (a australiana) Qantas e outras do mesmo nível, não há dificuldade em encontrar alguém disposto a financiar a operação. Mas há outras companhias cujo perfil não facilita esse trabalho. É aí que entramos. A nossa intenção, porém, é que todos os financiamentos sejam feitos por terceiros.

DINHEIRO - A intenção da BCC é sair desse mercado o quanto antes?
MYERS - Nosso objetivo não é sair do mercado completamente, pois é um negócio rentável, embora essa não seja sua principal função para a Boeing. Somos uma ferramenta que auxilia nas vendas dos aviões da companhia. Além disso, por vezes vale a pena pagar para ter a experiência num negócio como esse, que pode ajudar a elevar os retornos sobre nossa frota própria, que hoje conta com 340 aeronaves. Também porque há alguns ativos que simplesmente ficarão empacados na fábrica se não houver alguém financiando os compradores. A dificuldade, claro, é saber onde colocar o dinheiro, se na produção industrial ou na empresa financeira. O negócio da Boeing é fabricar aviões, não ser um banco ou uma empresa de leasing. Não podemos estrangular a produção em nome dos negócios na área financeira.

DINHEIRO - E as empresas de leasing aeronáutico? Elas não podem atender à demanda por crédito das aéreas?
MYERS - As empresas de leasing estão numa situação muito delicada. Pelo menos muitas delas estão. Se antigamente elas ofereciam liquidez ao sistema, hoje elas tomam liquidez do mercado. Elas estão competindo por recursos de bancos com as próprias companhias aéreas para as quais fazem os leasings de seus aviões. E, em média, por região, elas são responsáveis, ou eram, por 30% a 40% dos financiamentos às aéreas.

DINHEIRO - O que mudou para elas?
MYERS - Seu próprio modelo de negócio teve de ser revisto. O que elas geralmente faziam era comprar os aviões dos fabricantes utilizando financiamentos de curto prazo, de dois a três anos. Depois disso, criavam "pacotes" de 20 a 30 aviões que, então, eram securitizados no mercado (a dívida era "vendida" a uma empresa securitizadora). Além de tirar o risco da operação, isso trazia fundos suficientes para rolar as dívidas de curto prazo. No fim, criava disponibilidade de caixa para adquirir novos aviões. Isso não existe mais. A securitização está muito cara, o custo do dinheiro explodiu e o retorno sobre o capital investido despencou.

DINHEIRO - Todas as empresas de leasing estão nessa situação?
MYERS - Nem todas. Algumas conseguiram se manter por ter controladores que enfrentaram bem a crise, como é o caso da GECAS, que é parte da GE. Mas outras, como a International Lease Finance Corporation (ILFC, a maior companhia de leasing aeronáutico do mundo), foram bastante afetadas. No caso dela, por conta dos problemas com sua controladora, a seguradora AIG. Mesmo com um ótimo portfólio de produtos e bom histórico de crédito, a ILFC não tem mais de onde tirar recursos, por conta das dificuldades na AIG. Isso, para nós, é muito perturbador, pois ela é uma das maiores compradoras de aviões Boeing.

DINHEIRO - Como contornar a falta de crédito, agora que bancos e empresas de leasing estão em dificuldades?
MYERS - Uma das formas é ampliar a rede de instituições que oferece financiamentos e explorar outras áreas, como temos feito. Se nos anos 1960 e 1970 os bancos americanos dominavam esse mercado, nos anos 1980 foram os japoneses e, dos anos 1990 para cá, os europeus. Mas o modelo de negócios desses bancos mudou. Agora é preciso encontrar instituições locais que estejam dispostas a financiar a compra de aviões e ajudá-las a entrar nesse mercado. A América Latina, em especial o Brasil, e a China têm instituições que podem cumprir esse papel.


DINHEIRO - Por que essas regiões?
MYERS - Na América Latina porque o financiamento oferecido por bancos para a compra de aviões é mínimo. Isso apesar do fato de que, nos próximos 20 anos, a região - especialmente Brasil e México - deve comprar cerca de 1.700 jatos de passageiros, em avaliação feita pela Boeing. Como não se compravam aviões na região até pouco tempo atrás, não havia necessidade de bancos oferecerem crédito para isso. Mas agora a situação está mudando. Já na China, o caso é que há muitos recursos, mas poucos contatos fora do país, e isso pode ser mais bem explorado.

DINHEIRO - Como assim?
MYERS - Instituições chinesas financiam 99,9% das compras de companhias locais. Mas elas têm mais recursos que demanda. Esse dinheiro poderia ser emprestado no exterior. Há algum tempo a própria BCC tenta promover um fluxo de financiamentos entre a China e o restante do mundo. Graças a isso, eles já financiaram empresas como a Lufthansa e a British Airways. É claro, são companhias líderes, mas é um começo para que os chineses passem a financiar outras empresas, que não necessariamente sejam líderes mundiais.

DINHEIRO - Quais os riscos que esses bancos locais teriam que assumir ao entrar nesse mercado?
MYERS - Não é algo complicado, mesmo porque essa atividade é feita com base em ativos reais, aviões, e não em ativos financeiros, como carteiras de empréstimos e crédito. E também não são prédios. Se alguém deixar de pagar, podemos pegar o avião e voar para o próximo cliente. Se o banco não souber fazer a retomada do bem ou mesmo não tiver um local onde colocá-lo, podemos ajudar. Normalmente, apresentamos empresas que são especializadas nesse tipo de serviços. Mas, claro, nós mesmos podemos fazer, caso nos peçam.

DINHEIRO - A ideia da BCC é ser um facilitador, inclusive no Brasil?
MYERS - Nosso trabalho será criar uma espécie de base de dados com informações sobre empresas que conhecemos que podem ajudar os bancos em suas operações, e sobre companhias que podem se tornar suas clientes.

DINHEIRO - O trabalho da BCC tem funcionado?
MYERS - A (europeia) Airbus e outras fabricantes copiaram exatamente o que fazemos, o que mostra que provavelmente estamos fazendo bem nosso trabalho na área financeira.

Isto é dinheiro



Embraer é favorável à compra de caças suecos

A Embraer considera o caça sueco Gripen, do ponto de vista de transferência de tecnologia, a melhor opção para a empresa estabelecer uma parceria estratégica no contexto do programa F-X2. O contrato, que prevê a aquisição de 36 aeronaves de combate, no valor de US$ 2 bilhões, também é disputado pela francesa Dassault, com o caça Rafale, e pela americana Boeing, com o F-18 Super Hornet.

"Avaliamos as três propostas, a pedido da FAB e vimos que a oferta da empresa sueca Saab é a que vai assegurar ao Brasil o conhecimento e a agregação de tecnologia dentro da premissa "on the job doing", ou seja, aprender fazendo", disse o vice-presidente-executivo para o mercado de defesa da empresa, Orlando José Ferreira Neto.



O executivo parte do princípio de que o Gripen NG, versão mais avançada do Gripen C/D, e que ainda não foi fabricado, é o único que oferece oportunidade para o Brasil começar o desenvolvimento de um caça do zero. "Não estamos interessados em fabricar peças. Buscamos o domínio de conhecimento que ainda não temos e que nos será útil no desenvolvimento de futuras aeronaves."

A afirmação de Ferreira Neto é compartilhada por grande parte das empresas que compõem a cadeia aeroespacial de São José dos Campos. "Sairemos da condição de pequenas empresas dependentes da Embraer para um grupo consolidado verticalmente, capaz de fornecer estruturas integradas complexas, não só para a Embraer como para o mercado externo", afirma o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva.

A Akaer faz parte da holding T-1, que reúne as cinco empresas brasileiras envolvidas no projeto do novo caça sueco e será responsável pelo projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas. A fuselagem do Gripen, segundo Silva, é a mais complexa já feita no Brasil, pois envolve sistemas de alta tecnologia, como ligas de última geração e materiais avançados, do tipo composto. "O preço que iremos pagar pelos caças agora retornará para as empresas brasileiras em forma de empregos e de novas tecnologias." Em cinco anos, segundo Silva, a T-1 estima que poderá exportar US$ 500 milhões e gerar 2.900 empregos diretos no Brasil.

Para a Embraer, o programa de um novo caça supersônico também irá trazer benefícios tecnológicos. "Temos interesse nas tecnologias envolvidas em um voo supersônico e na utilização de materiais avançados para fazer frente aos novos desafios que se impõem aos fabricantes de aeronaves", disse Ferreira Neto.

A tecnologia dos radares de última geração, presente nos caças de combate, segundo Ferreira Neto, também pode ter aplicação na aviação civil. Outra área de aprendizado é a de sistemas que otimizam consumo de combustível. "O programa F-X2 pode trazer informações de desenvolvimento importantes, que terão aplicação na aeronave cargueira KC-390, que estamos fazendo para a FAB."

A capacitação da indústria nacional, segundo Ferreira Neto, é primordial para garantir a autonomia do país no futuro para fazer modificações nos aviões que a FAB vai adquirir e para construir um novo caça. "A proposta de transferência de tecnologia tem que estar baseada nesse tripé: autonomia, capacitação da indústria nacional e preparo para novos desafios."

A proposta do francês Rafale e do americano F-18, na opinião do executivo da Embraer, é de fornecimento de aeronaves já prontas, o que limita a participação da indústria em atividades de desenvolvimento de novas tecnologias.

Valor Econômico

Com apenas dois aviões, o comandante Mário Moreira agita o mercado ao anunciar rota ponte aérea alternativa

Divulgação


Moreira (de branco): ex-coronel usou experiência como consultor para criar a Team A Agência Na cional de Aviação Civil (Anac) assegura que não há nada certo. Mesmo assim, uma pequena empresa aérea, com frota de apenas dois aviões, agitou o mercado de transporte aéreo nacional na semana passada. A carioca Team Linhas Aéreas virou o assunto do momento ao anunciar o lançamento de uma rota alternativa à ponte aérea Rio-São Paulo. Sua intenção é ligar as duas cidades pelos aeroportos de Jacarepaguá, no Rio, e Campo de Marte, em São Paulo. A polêmica estourou imediatamente, com reclamações generalizadas, incluindo as feitas pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB). Para o fundador e presidente da companhia, o coronel aviador da reserva Mário Moreira, a ligação, além de estar de acordo com a legislação vigente, é uma forma de democratizar o uso dos dois aeroportos.



Moreira vive e respira aviação desde os 15 anos de idade, quando entrou na Academia da Força Aérea (AFA), da qual saiu formado piloto de jatos F-5. Com algum tempo de serviço militar, foi transferido para o Primeiro Grupamento de Aviação de Caça, na cidade gaúcha de Santa Maria. Permaneceu ali até atingir o posto de coronel aviador e de líder de esquadrão. Ao mesmo tempo, começou a cursar economia na faculdade da cidade e, após se formar, decidiu abandonar a carreira militar, em 1995. Sua primeira missão fora da Aeronáutica foi comandar uma consultoria de negócios em aviação civil, área na qual se especializou.

"Ajudei a desenvolver o plano de negócios da maioria das mais novas companhias aéreas regionais do País, como a Trip e a Passaredo", diz. O trabalho despertou em Moreira o interesse em criar sua própria empresa aérea. Faltava apenas um avião ideal para colocar em prática o que ele tinha em mente.
Divulgação
"Durante uma consultoria para um banco, que queria avaliar a possibilidade de oferecer leasing aeronáutico para o Brasil, conheci o LE T 410", conta Moreira. Embora fabricado na República Tcheca, o avião tinha todas as características de uma aeronave ocidental. "Ele oferecia excelente qualidade técnica para voos regionais e um preço imbatível", diz.

Com o fim da União Soviética, os preços dos aviões estavam muito baixos, ainda que utilizassem equipamentos (aviônicos) ocidentais de ponta. "Basicamente, o preço era tão baixo que você pagava pelos aviônicos e levava o avião de graça", diz o coronel. Em 2001, Moreira conseguiu recursos suficientes para adquirir o primeiro LE T 410 e dar início à Team. Sua proposta inicial era oferecer ligações para cidades turísticas no Rio de Janeiro, como Paraty e Angra dos Reis.

"Tive muita sorte", afirma. "Naquela época, muita gente da Petrobras estava se mudando do Rio para Macaé, e fiz um acordo com a empresa", diz.

"Para garantir a rota, a Petrobras se comprometeu a comprar três assentos em todos os meus voos para Macaé." Em pouco tempo, a empresa cresceu, expandiu sua malha e incorporou mais duas aeronaves. Em 2006, Moreira vivenciou uma tragédia. Em um voo entre o Rio e Macaé, um de seus aviões bateu na Serra do Mar durante mau tempo, matando todos os 19 ocupantes.

"Foi mais difícil sobreviver ao acidente do que começar a empresa."

A Team sobreviveu. No início de 2009, Moreira decidiu que era hora de criar uma nova ponte aérea entre São Paulo e Rio ao saber da decisão da Anac de liberar as operações em qualquer aeroporto do Rio. "Isso abriu caminho para essa rota que vamos abrir", diz o coronel. Hoje, para abrir uma rota aérea, basta que haja disponibilidade nos aeroportos de destino e origem e que a operação seja comunidada à Anac. Para ele, toda a polêmica em torno do projeto se deve a interpretações equivocadas de suas proposta. "Não se trata de mudar a ponte aérea do Santos Dumont para Jacarepaguá, mas dar uma alternativa para quem mora na Barra da Tijuca." Para especialistas, o problema é o precedente que a nova rota pode criar. "Se uma empresa oferecer o serviço, outras também vão querer oferecer", afirma Respício do Espírito Santo, pesquisador do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta), da UFRJ.

"A questão é que esses dois aeroportos não têm capacidade para receber voos regulares frequentes." Moreira também pode enfrentar outra dificuldade.

Uma das opções sugeridas no projeto do trem-bala, que liga São Paulo ao Rio, é usar o Campo de Marte como estação. Se isso ocorrer, o aeroporto pode ser desativado.
Isto é Diheiro

Esclarecimentos sobre o pedido da TEAM Linhas Aéreas para operar em Jacarepaguá e Campo de Marte



A ANAC informa que não são procedentes as informações veiculadas na imprensa pela TEAM Linhas Aéreas de que já estaria aprovada a autorização de voo regular entre os aeroportos de Jacarepaguá (RJ) e Campo de Marte (SP).

O pedido da empresa não foi autorizado pela ANAC devido a questionamentos apresentados pela área de Segurança Operacional da Agência, bem como pela própria Infraero, que levantou dúvidas quanto à capacidade da infraestrutura existente.

Como procedimento de rotina, quando a TEAM entrou com o pedido de voos para esses aeroportos a ANAC notificou a Infraero para que realizasse as adequações necessárias. Entretanto, essa notificação não significa que a TEAM terá sua autorização concedida para operar nos dois aeroportos pretendidos, nem que as mudanças na infraestrutura sejam factíveis de serem realizadas pela Infraero.

A ANAC exigiu, em 9 de setembro, informações e ajustes no plano de segurança apresentado pela empresa TEAM. Até a data de hoje, a empresa não apresentou as informações e acertos exigidos para nova análise de seu pedido.

Assessoria de Comunicação Social da ANAC

Ameaça de bomba assusta passageiros



Policiais federais foram acionados no final da manhã de ontem para investigar a denúncia de uma bomba que estaria em uma aeronave no Aeroporto Internacional de Florianópolis, em Santa Catarina. O avião era procedente de São Paulo e tinha o pouso previsto no terminal. Duas outras aeronaves também foram investigadas e vistoriadas pela polícia, mas nenhum objeto suspeito foi encontrado. Por conta das investigações, dois voos atrasaram.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a investigação foi feita em um avião da Gol, que fazia o voo 1644 e havia chegado em santa Catarina às 12h25. Além desta, foi vistoriada a aeronave da Varig, que realizava o voo 1282 e pousou às 13h10 no Aeroporto Internacional de Florianópolis.S De acordo com a Infraero, a denúncia fez com que fosse acionado o Programa de Segurança Aeroportuária que tem o objetivo de adotar medidas de segurança necessárias à proteção dos passageiros.

Apesar de a operação não ter interferido na rotina do aeroporto, dois voos da Gol atrasaram. Tiveram que esperar os passageiros que deixaram Florianópolis com destino a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e a Chapecó, em Santa Catarina. Por medida de segurança, os passageiros dos voos investigados ainda foram obrigados a desembarcar em um ponto isolado do aeroporto internacional, longe do terminal de passageiros.
Folha de Pernambuco - PE

Governo japonês cria equipa de task-force para ajudar na recuperação da JAL


O governo japonês anunciou a criação de uma equipe que irá ajudar a delinear o plano de recuperação da Japan Airlines (JAL) e que deverá ser apresentado em Novembro.
Na quinta-feira, a companhia aérea Japan Airlines (JAL) pediu ao governo japonês uma injecção de capital e hoje o ministro dos Transportes, Seije Mehara, anunciou, em conferência de imprensa, que irá ser criado um painel de peritos que vão trabalhar no plano de recuperação, escreve a imprensa internacional.
A JAL, que anunciou recentemente um plano de reduzir 6.800 postos de trabalho, tem despertado o interesse de companhias aéreas como a Delta Airlines e um grupo liderado pela American Airlines.
Presstur

Incômodo em aeroporto



Igo Bione

A moradora do arquipélago, Fátima Santana, chegou a passar uma noite nas cadeiras do Aeroporto dos Guararapes Longe do conforto do lar, a dona de casa Fátima Santana se preparava para passar mais uma noite nas cadeiras do Aeroporto Internacional dos Guararapes/ Recife - Gilberto Freyre.

Com o frio e o desconforto como inimigos noturnos, os casacos e lanches a postos acabavam por se tornar aliados. O barulho do vai e vem dos corredores era o menor dos males para quem ainda iria ficar horas a fio sem nem ao menos tomar banho na tentativa de garantir uma passagem pela qual desembolsaria R$120. A situação pode parecer irreal. Porém, há mais de oito anos faz parte da rotina da dona de casa Fátima Santana e de todos os moradores de um dos mais belos e procurados destinos brasileiros, o Arquipélago de Fernando de Noronha.

Quando precisam vir ao Recife, o regresso à Ilha é esperado sem nenhum entusiasmo. Na volta eles têm apenas duas opções de voos: ou viajam pela Gol, ou pela Trip. Mas é nas opções que mora o problema. A Trip dispõe de voos com capacidade para apenas 68 pessoas, com passagens vendidas antecipadamente. Já na Gol, somente oito das mais de 100 vagas disponibilizadas são destinadas aos ilhéus do Arquipélago de Fernando de Noronha. O valor da passagem para o grupo é de R$ 120, mediante apresentação da Carteira de Identidade do Residente Permanente. Para turistas que ocupam o restante das cadeiras, a quantia cobrada equivale a R$ 500.

A batalha pelas passagens percorre um longo e já conhecido caminho. “É sempre o mesmo problema. Não tem passagens a qualquer horário. Por causa das poucas vagas, a Gol só começa a liberar a compra a partir das 7h. O voo pode ter saído às 16h do dia anterior, mas eles só deixam a gente comprar no outro dia. Para não perder a compra sempre dormimos aqui. Quem chega depois e não consegue comprar passa pelo mesmo drama. Não podemos nem ir ao banheiro para não perder a chance de voltar. Nós estamos pagando e ainda somos tratados desse jeito”, reclama Fátima.

Revoltada com as desventuras pelas quais é obrigada a passar a cada volta para casa, a taxista Jaqueline Garcia lembra as autoridades e as companhias aéreas quem são os maiores consumidores da Ilha de Fernando de Noronha. “Quem dá dinheiro para Noronha (ilha) e para todas as companhias somos nós, os moradores. Nós estamos sempre vindo ao Recife para resolver algo e voltando para lá dias depois. Já os turistas só aparecem uma vez, e depois só no outro ano. Nós temos o direito de ir e vir e estamos sendo privados de desfrutá-lo. Por que esse desrespeito com a gente?”, retrucou Jaqueline.

Para a camareira Leandra Gomes, a questão financeira também pesa. “Eu pago a passagem com um dinheiro suado, que consegui com meu trabalho. Mesmo assim tenho que passar por isso tudo. Comprei camarão para levar, mas vai estragar tudo por causa da demora. Eles pagam por isso? Que eu saiba só sai do meu bolso”, alfineta Leandra.

A assessoria da Imprensa da Gol Linhas Aéreas Inteligentes informou que são reservadas diariamente 20 vagas para moradores, administradores e empresários da Ilha de Noronha, mas a reportagem da Folha de Pernambuco constatou que no balcão da companhia no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Recife - Gilberto Freyre são disponibilizadas apenas oito vagas. Ainda segundo a assessoria, o horário de venda das passagens, que hoje é a partir das 7h, será reestruturado. Mas ainda não foram estabelecidos prazos.
Folha de Pernambuco - PE

Aeroporto de São Luís vai ganhar terraço panorâmico



A Infraero iniciou, recentemente, as obras de reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado (Tirirical). Em três anos, o projeto visa ampliar para 14 mil metros quadrados a área do terminal, que hoje dispõe de 8.100 m². Entre as novidades da nova maquete, está a construção de um terraço panorâmico, com praça de alimentação de dimensões semelhantes à do Jacarati Shopping, com capacidade para cerca de 260 pessoas.


O plano será construído no próprio térreo do aeroporto, onde atualmente estão instalados os tubos de passageiros que ligam o saguão ao estacionamento, e vai permitir que as pessoas observem o pouso e decolagem dos aviões. Segundo o superintendente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) no Maranhão, Samuel Lima Sales, o projeto será conduzido de maneira que não atrapalhe a movimentação dos passageiros.

?As obras para esta parte do projeto compreenderão o espaço entre o atual prédio e a parte administrativa, localizada do lado esquerdo do terreno. Estamos absolutamente tranquilos com os prováveis transtornos que toda obra acaba acarretando. Entretanto, vamos sinalizar todas as dependências do aeroporto para que o passageiro se sinta confortável?, explicou Sales.


Por enquanto, dois setores do aeroporto da capital já estão em fase de obras, propriamente ditas. Uma delas é a construção do novo banheiro exclusivo para pessoas com deficiência. O novo toilet ocupará o espaço onde atualmente funciona o fraldário que, por sua vez, já está ganhando forma em uma das áreas mais tranquilas do prédio, que também será beneficiado com a climatização geral do saguão de embarque e desembarque.

Além da construção dos novos setores de resíduos sólidos, próxima ação do projeto, a Infraero tem ainda uma planta com outras obras em fase de licitação. Usando somente recursos próprios, a empresa administradora do aeroporto já anuncia para os próximos vinte e quatro meses a revitalização de todo o piso do prédio; reforma dos banheiros convencionais; reestruturação dos forros do setor de embarque e desembarque, bem como seus conectores.

A substituição dos muros da área patrimonial, a construção do gradil que cerca o estacionamento e a substituição de todas as luminárias do terminal também fazem parte desta etapa. ?Nossas expectativas não apontam para o retrocesso. Pelo contrário, teremos um fluxo de passageiros ainda maior. A partir do próximo dia 2 de outubro, teremos dois novos vôos, entre a capital maranhense e o Galeão (RJ)?, destacou o superintendente da Infraero.

Metas ? As obras no aeroporto da cidade apontam ainda para um aumento logístico significativo, principalmente na representação econômica do terminal para o estado. Um dos frutos dessas iniciativas é a possibilidade de ativar o transporte de cargas, assim como fazem os meios fluviário, ferroviário, e rodoviário. No último dia 26 de agosto, a capital teve o privilégio de ser visitada pelo ?Antonov 124-100?, o segundo maior avião cargueiro do mundo.

Na ocasião, a aeronave russa ? de 450 toneladas, 69 m de comprimento, com capacidade para transportar 120 toneladas ?, foi fretada pela mineradora Vale para trazer da Alemanha um rolamento de nove toneladas. A peça foi solicitada para compor a base do carregador de navio do Porto do Itaqui e, durante a aterrissagem, o avião precisou ser posicionado paralelamente ao prédio, devido a sua envergadura, em torno de mais de 70 m.

Para a Superintendência da Infraero no estado, o acontecimento é a prova de que o terminal pode entrar, em um futuro bem próximo, para o grupo 1, na escala dos aeroportos de maior capacidade e fluxo do país. ?Temos um aeroporto internacional que hoje recebe quase um milhão de passageiros por ano. Essas obras nos dão a segurança de saber que, daqui a, no máximo, dez anos, nós dobraremos esse fluxo de usuários?, frisou Samuel Lima Sales, que também aproveitou para exigir maior rigor nos serviços de coleta regular de lixo, fator preponderante para a segurança dos vôos.

?Queremos consagrar essas obras com uma atenção especial das nossas autoridades estaduais e municipais, sobre a coleta de lixo nas áreas próximas ao aeroporto. Já fizemos contato com o Ministério Público Federal (MPF), e com as secretarias de Meio Ambiente, buscando providências quanto à presença de lixões e matadouros nos bairros circunvizinhos como São Bernardo e Vila Cascavel. O assunto é sério, e diz respeito, principalmente, à segurança dos passageiros?, pontuou Sales.

As obras de reforma de ampliação do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado foram anunciadas há duas semanas pelo presidente da Infraero, Murilo Marques Barbosa. O presidente da empresa veio fazer trabalhos de inspeção para avaliar as condições do aeroporto, principalmente para o recebimento das obras, que já tem caixa reservado para a finalização do projeto geral, que prevê também o andamento das obras de conclusão da pista. Até o momento, 18 m centrais da via já foram reforçados, restando somente os trabalhos de recapeamento.
Jornal Pequeno - MA

COMUNICADO – OFERTA DE TÍTULOS DE DÍVIDA (NOTAS)



A Embraer comunica ao mercado seu plano
de realizar uma oferta de títulos de dívida (Notas) com vencimento em 2020 no mercado de
capitais global por meio de sua subsidiária integral Embraer Overseas Limited.

A Empresa utilizará os recursos líquidos dessa oferta para propósitos corporativos em geral, os
quais podem incluir o pagamento de dívidas de curto prazo. As Notas constituirão obrigações
sênior, não garantidas e não subordinadas da Embraer Overseas e terão garantia incondicional da Embraer. A garantia será pari passu a todas as obrigações da Embraer de natureza semelhante.

O Deutsche Bank e o Morgan Stanley estão atuando como coordenadores da oferta, que será
realizada no âmbito de programa de distribuição de valores mobiliários registrado junto à
Securities and Exchange Commission (SEC), dos Estados Unidos. Um suplemento do
prospecto preliminar com informações adicionais sobre a oferta será arquivado na SEC. Tão
logo disponíveis, os documentos dessa operação poderão ser acessados gratuitamente por
meio do site oficial da SEC em www.sec.gov. Para mais informações, entre em contato com
a área de Relações com Investidores da Embraer pelo telefone +55 12 3927 4404 ou pelo
email investor.relations@embraer.com.br.

Esse comunicado ao mercado pode incluir declarações acerca de expectativas relativas a
eventos ou resultados futuros da Embraer. Todas as declarações baseadas em expectativas
futuras, que não fatos históricos, estão sujeitas a diversos riscos e incertezas. A Embraer não
pode garantir que referidas declarações se comprovarão corretas. Estes riscos e incertezas
incluem fatores relacionados: (a) aos mercados nos quais a Embraer atua; (b) à economia
global; (c) ao mercado de capitais; (d) ao negócio de produção de aeronaves e sua
dependência da economia global, a qual é cíclica por natureza; e (e) ao alto grau de
competição global nos mercados nos quais a Embraer atua. Para obter mais informações
acerca dos fatores que podem gerar resultados diversos daqueles previstos pela Embraer,
consulte os documentos arquivados junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do
Brasil, e junto à SEC, dos Estados Unidos, inclusive o mais recente relatório anual da
Empresa e seus relatórios financeiros (IAN, ITR, Form 20-F e Form 6-K).

Este comunicado não representa oferta para a venda ou solicitação para oferta de compra das
Notas, nem deverá haver qualquer venda destas Notas em qualquer Estado ou jurisdição no qual
esta oferta, solicitação ou venda seja proibida por lei antes do registro ou qualificação, de acordo
com as leis de valores mobiliários do referido Estado ou jurisdição, incluindo o Brasil.

Embraer

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Southwest - possibilidade de low cost de longo curso


Michael O’Leary não se tem pronunciado AINDA sobre o modelo “low cost” aplicado a aviação longo curso, mas o tema foi abordado recentemente pela Southwest.

Lee Lipton, Diretor de planejamento estratégico da Southwest acredita que as rotas intercontinentais podem ser uma realidade. “A Europa e a América do sul são a nossa primeira escolha, mas de momento estamos apenas avaliando oportunidades”.

Lipton espera seguir as pisadas daAir Asia X e a Jetstar, companhias asiáticas “low cost” que fazem voos de longo curso.

Trip anuncia vencedores da promoção “Quero Voar”


A Trip Linhas Aéreas encerra a promoção “Quero Voar”, que aconteceu entre 18 de agosto e 18 de setembro. A campanha premiou os 25 participantes que apresentaram as respostas mais criativas para a pergunta “Por que você quer voar de Trip?”. Todos ganharam passagens aéreas, com direito a acompanhante, e livre escolha para voar a um dos 73 destinos que fazem parte da malha aérea da companhia.

Foram mais de 23 mil participantes de todo o Brasil. Paraver a lista dos ganhadores:

http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/aviacao/trip-anuncia-vencedores-da-promocao-%E2%80%9Cquero-voar%E2%80%9D_51442.html

Webjet é o transportador oficial do Red Bull Desafio no Morro



A Webjet é a companhia aérea oficial da primeira competição esportiva em uma favela carioca. Neste final de semana (dias 26 e 27) acontece o Red Bull Desafio no Morro, no Morro Santa Marta, em Botafogo, no Rio de Janeiro. O inédito evento da modalidade downhill do mountain bike terá a participação de 16 atletas competindo em um percurso com alto nível técnico.
Mercado e Eventos

Air France Reduzirá sua capacidade


Air France anunciou que vai reduzir em 2% a sua capacidade para enfrentar a temporada de inverno 2009/2010, que inicia em 25 de outubro. A decisão é resultado da queda da procura, segundo a própria empresa.

Vai manter seus serviços de ligações entre Paris-Charles de Gaulle e Amsterdã-Schiphol.
A longo prazo, disse a empresa , que vai racionalizar suas rotas na América Latina, reduzindo a freqüência de vôos para o Rio de Janeiro, São Paulo e México, bem como a Tóquio no mercado asiático.

Vueling nomeia comissão para garantir independência


O Conselho de Administração da Vueling nomeou cinco membros para formar o Grupo de Operações Comitê, criado pela empresa para garantir a sua independência da Ibéria, depois da sua fusão com a Clickair, entre os quais o presidente da companhia, Josep Piqué, segundo a Comissão Nacional del Mercado de Valores, CNMV.
O resto dos membros que constituem a comissão são administradores independentes.

O novo conselho de administração da Vueling aprovado em julho passado em sua primeira reunião após a fusão com a Clickair para criar um Linked Comissão de Negociação para garantir a sua independência da Iberia em todas as circunstâncias e cumprir com o requisito adicional CNMV para garantir a independência da empresa.

Parece aqui não é?



O excesso das horas trabalhadas pelos controladores de tráfego aéreo francês e a conseqüente escassez de pessoal nas torres de controle geram problemas na gestão do tráfego e até mesmo comprometem a segurança das aeronaves.

JET Aiways dobrando a rota


A Jet Airways, companhia aérea internacional premier da Índia, vai lançar o seu segundo vôo diário Nova Deli /Hong Kong.

Wireless em avião na Europa e EUA. E no Brasil, é pra quando???



Demorou, mas agora já dá para acessar email, navegar na internet, baixar música ou filme durante o vôo. Calma, por enquanto é só na Europa, e este ano nos Estados Unidos – nos vôos domésticos. Em um ano, de 25 aeronaves de sete companhias aéreas, a Aircell instalou o seu sistema Gogo em 600 – e promete chegar a 800 até o final de 2009.

Hoje 66% dos vôos só na rota New York - Los Angeles já decolam com este equipamento, número que deve atingir praticamente todas as aeronaves ainda este ano.

No país, 22 milhões de passageiros já se beneficiam do sistema. Em a capacidade de cada avião é de até 85 passageiros ao mesmo tempo, e tudo se passa como em um hot spot destes usados em cafés.

Três pequenas antenas do lado de fora trazem para dentro da aeronave sinal wi-fi banda larga com tecnologia 3G.

Lá embaixo, 100 células espalhadas por todo o país integram a rede. Veja como funciona aqui. Estava na hora: estudos indicam que 65% dos viajantes embarcam com laptops, e 30% também com celulares e PDAs (tipo blackberry ou Palm), os novos já capacitados com wi-fi. Se estes equipamentos ficavam improdutivos entre decolagem e pouso, agora isto acabou. E com custos bem razoáveis: US$ 5.95 por vôo de até uma hora e meia, US$ 7.95 até 3 horas, e US$ 12.95 para mais de três horas, entre outras modalidades.

Mas há ainda uns probleminhas:

a) A autonomia das baterias dos notebooks principalmente ainda é baixa. Ou surgem as que duram mais, ou os aviões instalam tomadas em todas as classes. Sai caro, somando isto ao wi fi - US$ 100 mil por aeronave.

b) Por enquanto, é proibido telefonar a bordo por este sistema. Nem mesmo por skype ou VOIP.

E no Brasil, qual a empresa de telefonia e companhia aérea se habilita a ser pioneira? Amigos, façam suas apostas. Eu até já tenho palpites.

Viaje aqui

Helicóptero cai em estacionamento de supermercado em SP

SÃO PAULO - Um helicóptero caiu, na tarde desta sexta-feira, 25, no estacionamento do Carrefour que fica na Marginal do Tietê, perto da Ponte da Vila Maria, na zona norte de São Paulo.


Clientes do supermercado observam helicóptero. Foto: Evelson de Freitas/AE

De acordo com informações iniciais do Corpo de Bombeiros, que enviou três equipes ao local, o acidente aconteceu por volta das 14h15 e os dois ocupantes da aeronave sofreram ferimentos leves e estão bem. Eles serão encaminhados a um hospital da região. As causas da queda serão investigadas.

Estadão

R$ 29 – A promoção Super10 da Gol continua!


A Gol prorrogou a promoção SUPER10, essa promoção tem passagens aéreas a partir de R$29 e parcelamento em até 10 vezes sem juros. É possível encontrar passagens baratas em mais de 300 trechos partindo das mais variadas cidades.

É importante lembrar que a Gol não está mais exigindo permanência mínima de 10 dias no destino para conseguir a menor tarifa.

Período para comprar: até 30/09/2009

Período para voar: até 16/12/2009.

Melhores destinos

SAS tem planos de expansão no Oriente Médio e no sul da Ásia


A companhia multinacional da Dinamarca, Suécia e Noruega, SAS Scandinavian Airlines tem planos de expansão no Oriente Médio e no sul da Ásia , tendo Dubai como centro regional. A operadora tem planos para aumentar as freqüências de seus voos apartir de Dubai "Dubai é uma bom e crescente mercado e a região está se tornando cada vez mais importante para nós", segundo Albert Henschel, gerente UAE da companhia aérea.

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Em1º de dezembro, a TACA vai voar Lima/Porto Alegre 3 vezes por semana .

Air France é condenada em sete ações do voo 447


O jornal "Folha de S. Paulo" informou nesta sexta-feira que a companhia Air France foi condenada em pelo menos sete ações de familiares de vítimas do acidente do voo 447, em junho deste ano.

Na última ação em que a Air France foi condenada ficou decidido que a própria companhia terá que pagar pensão de 43 salários mínimos (ou R$ 20 mil) por 24 meses aos familiares (mulher, duas filhas e netos) de João Marques da Silva Filho, uma das vítimas. A Justiça tem determinado também que sejam pagos sete salários mínimos (R$ 3.200) para cada familiar fazer tratamento psiquiátrico.

A companhia conseguiu reverter uma das decisões, no Tribunal de Justiça do Rio, que determinava o pagamento de tratamento psicológico para os pais e a irmã de Carlos Eduardo Lopes de Mello. A empresa alega que o pagamento só poderia ser feito depois que todos passassem por diagnóstico individual.

Jornal de Turismo