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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

TV ao vivo nos aviões da Azul



A Azul Linhas Aéreas lançará até o fim deste ano um serviço inédito na aviação comercial brasileira. A companhia fundada por David Neeleman fechou um acordo com a Sky para transmitir 36 canais de televisão ao vivo. O serviço é mais uma tentativa de encurtar um pouco a enorme distância que separa a Azul das líderes — TAM e Gol. O longo tempo para executar o projeto se deve a dificuldades técnicas no desenvolvimento de uma antena para equipar os aviões. As antenas usadas nos jatos da americana Jet Blue, por exemplo, não se adaptaram às características técnicas existentes no Brasil e um novo modelo está sendo desenvolvido.
Contato RADAR

Que Comparação Hein?...Francamente...



O presidente da MTV, André Mantovani, costuma comparar os voos solos dos ex-VJs da casa - rumo a outras emissoras - a acidentes aéreos. "Ninguém sobe no avião achando que ele vai cair, mas eles caem e não sobra ninguém", diz. Trágica, a comparação de Mantovanni é posta em xeque toda vez que uma grande rede seduz talentos revelados na emissora musical. Mas nada comparado à rapa que a Record fez recentemente na MTV.
Estadão

Easyjet enfrenta ação judicial em Paris


Easyjet está enfrentando um tribunal trabalhista em Paris, depois de alegadamente quebrar as leis trabalhistas francesas.
As autoridades francesas têm acusado a companhia de não declarar 170 pessoas empregadas no aeroporto de Paris Orly entre 2003 e 2006.

Relatórios afirmam que a Easyjet poderia ser responsabilizada por 10 milhões de euros em dívidas por contribuições para a seguridade social.

A Easyjet argumenta ,alegando que o pessoal foi contratado ao abrigo de contratos britânicos, que não estavam sujeitos às regras francesas.

Com medo de avião, atacante peruano abandona voos e não volta ao Hamburgo


O atacante peruano Paolo Guerrero, que passa férias em Lima, capital de seu país, tentou voltar à Alemanha em três ocasiões nos últimos dias para se reapresentar ao Hamburgo, mas desistiu de viajar quando já havia dentro das aeronaves por ter medo de voar.

"Na primeira tentativa, seu irmão o acompanhou, mas ele não se sentiu bem e desceu do avião. Depois, foi a vez de sua mãe tentar ir com ele, e mais uma vez ele desistiu depois de embarcar. Na terceira ocasião, quem sua namorada embarcou junto, e ele pediu para sair do avião quando já estava se preparando para decolar", informou o jornal peruano "El Bocón" em sua edição de hoje.

Ainda de acordo com a publicação, o jogador está em sua casa, e recebe tratamento psicológico para resolver a questão. O jornal também lembrou que o atacante admitiu seu medo de voar em agosto do ano passado.

efe

Fotos do acidente no Líbano

O Aeroporto Internacional do Líbano e o céu encoberto após a tempestade

Navios e helicópteros a procura de sobreviventes e destroços do avião

Destroços do Boeing são retirados do mar

Um corpo resgatado no mar

O sofrimento de familiares e amigos

Desástres Aéreos

Noar deve iniciar voos na Paraíba em fevereiro deste ano



O superintendente da Infraero no aeroporto Castro Pinto, na Grande João Pessoa, Usiel Vieira, afirmou que até fevereiro a Noar, nova companhia aérea regional, deverá iniciar as operações no aeroporto paraibano. Segundo o superintendente, a empresa já tem contrato assinado com a Infraero para a instalação da mobília na área comercial.

“Ainda não temos um documento que oficializa a operação da Noar no aeroporto, mas esse processo deverá ser logo”, disse o superintendente.



Sobre a rota que deverá ser explorada pela Noar, a reportagem apurou que o voo terá início em Maceió (AL), passando por Caruaru e Recife (PE), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Fortaleza (CE), de onde retorna fazendo o mesmo percurso ao contrário.

No Castro Pinto, a Noar deverá fazer quatro voos diários - dois de ida e dois de volta, mas essas informações ainda são oficiosas.



AEROPORTO INT. PRES. CASTRO PINTO (JPA/SBJP) - J. PESSOA - PB - BRASIL.

Características do Aeroporto:

Lat/Long: 07° 08' 54.17" Graus/Degrees Sul/South/Sul 034° 57' 02.45" Graus/Degrees Oeste/West/Oeste

Elevação: 215 Pés (66 Metros)

Variação Magnética: 022° W (01/06)

Fuso Horário: UTC-3(-2DT)

Farol: Sim

Horário de Operação: 24 horas de operação

Aeroporto de entrada

Pista Máxima: 8251 x 148 Pés (2.515 x 45 Metros)
Superfície:ASFALTO
Cabeceiras: 16R/34L

OUTRAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

Sítio Aeroportuário:

Área: 3.886.920,35 m²

Pátio das Aeronaves: Área: 2.515x45 m²

Terminal de Passageiros: Capacidade/Ano: 860.000 Passageiros - Área(m²): 8.947,70 m²
Balcões de check-in: 20

Estacionamento de veículos: 290 vagas -Tipo de piso: Asfalto

Estacionamento de Aeronaves

Nº. de Posições: 06 posições ( Não possui pontes de embarque)

AUXÍLIOS OPERACIONAIS:

# EPTA/ Estação Meteorológica
# Sinais de Eixo de Pista - Luzes de Pista
# Sinais de Cabeceira de Pista - Sinais Indicadores de Pista
# Sinais de Guia de Táxi - Luzes de Táxi - Luzes de Cabeceira
# Luzes de Obstáculos - Iluminação de Pátio - Farol Rotativo
# Biruta
# Freq. do Rádio: 118.3
# Circuito de Tráfego Aéreo: Padrão
# Auxílio aos procedimentos de pouso e de navegação aérea: VOR-DME e NDB.
# Sistema de Controle de Tráfego Aéreo: PESSOA TWR e PESSOA CON.

PISTA

# Ligação do pátio à pista de pouso PRA (m): Dados Indisponíveis
# Acesso à cabeceira 34L - PRB (m): Dados Indisponíveis
# Acesso à cabeceira 16R - PRC (m): Dados Indisponíveis
# Distância da cabeceira mais próxima (m): Dados Indisponíveis
# Resistência das Pistas: 042FBXT

SISTEMAS DE LUZES : VASI Rwy 16 MEHT 37'.

Aeroblog

Azul e Webjet poderão receber slots para operar em Congonhas

É praticamente certo que Azul e Webjet recebam slots para operarem no aeroporto de Congonhas/SP.

A partir de 1º de fevereiro, a ANAC irá anunciar, em Brasília, a lista de companhias que estão habilitadas a operarem no aeroporto mais movimentado do Brasil, assim como o numero de slots que cada companhia receberá.

NHT, Azul, Gol/Varig, TAM, Pantanal, Trip, Webjet e OceanAir se inscreveram para operar em Congonhas. Dessas, somente Gol/Varig, TAM, Pantanal (recem adquirida pela TAM) e OceanAir já operam no aeroporto.

Apesar da entrada de novas companhias, a ANAC revelou que o movimento em Congonhas será o mesmo, 30 decolagens ou pousos por hora para a aviação regular e quatro movimentos para a aviação geral/executiva.

Flight Life

Romântico analfabeto - Por Luiz Fernando Veríssimo




E disse o piloto à sua amada
"Eu escreveria seu nome
mil vez no céu com o rastro
do meu jato,
Cecília,
se não fosse tão difícil
fazer o cedilha"

Número de voos "piratas" aumentam no Maranhão



O número de vôos irregulares no Maranhão, realizados por empresas sem registro no órgão fiscalizador, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), tem aumentado. Empresários do setor de táxi aéreo de São Luís já constataram um prejuízo de até 60% nos dois últimos anos. Entre as maiores preocupações, está a falta de controle na forma como ocorre a manutenção das aeronaves.

Vista como uma das maneiras mais rápidas, porém menos lucrativas de locomoção, o fretamento de aeronaves tem crescido muito no Estado. Uma prova desse crescimento é o número de helicópteros no Maranhão, que até o primeiro semestre do ano de 2009 era de apenas seis. No fim do ano, segundo estimativa da Anac, esse número teria dobrado.

Com o aumento das aeronaves de pequeno porte, tem se tornado cada vez mais comum os vôos clandestinos.

Para a Anac, órgão fiscalizador e regulador dos vôos, um voo "pirata" é caracterizado quando fica constatada a utilização irregular de aeronaves particulares para transporte remunerado de passageiros. Entre os maiores atrativos estão os preços cobrados e a pressa para chegar ao destino.

Funcionários de empresas que trabalham conforme a lei, mantendo seus aviões e helicópteros vistoriados, contam que os clandestinos não emitem nota fiscal de prestação de serviço, e o contratante, muitas vezes sequer se preocupa com o estado das aeronaves. "Nós temos tudo legalizado, pagamos todas as taxas cobradas pela Infraero e Anac e vem um piloto ou até mesmo o próprio dono do avião e o freta colocando sua vida em risco", denunciou um funcionário de uma empresa de táxi aéreo, que não quis se identificar.

A empresa consultada informou que, além dos custos operacionais para manter uma aeronave (como preço do combustível, encargos contratuais de funcionários), há o uso de um hangar e a manutenção das aeronaves, que acontece periodicamente, aumentando a segurança dos tripulantes e dos passageiros. "Aqui nós fazemos inspeções nos aviões a cada 50 horas de vôo e revisões a cada 100 horas sobrevoadas", informou o funcionário.

O maior temor relatado pelo funcionário é de que, com o passar dos anos, a fiscalização e a inspeção de aeronaves fiquem mais ausente, ocasionando assim mais acidentes aéreos. "Como tem ficado cada vez mais recorrente este tipo de atividade ilegal, nós temos medo de que acidentes de maiores proporções possam acontecer em decorrência disso", completou.

O Estado obteve a informação de que um voo que custaria R$ 1.500,00 caso fosse realizado por uma empresa legalizada pode custar até R$ 900,00, se feito por um piloto sem a emissão de nota fiscal, ou seja, 40% mais barato.

Canal 13

Proposta facilita acesso de deficientes às aeronaves

Diante do crescente movimento de passageiros nos aeroportos brasileiros, a Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) examinará proposta do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para incluir dispositivo no Código Brasileiro de Aeronáutica, exigindo melhores condições de embarque e desembarque nas aeronaves para pessoas deficientes e com dificuldade de locomoção, quando as pontes de embarque (fingers) não estiverem disponíveis.

Pelo PLS 537/09, será obrigatória a oferta de sistemas eletromecânicos de elevação para embarque e desembarque dessas pessoas de mobilidade reduzida, bem como de meios de transporte entre o terminal de passageiros e as aeronaves, aptos a garantir seu acesso com conforto e segurança, atendidas as normas técnicas pertinentes.

Azeredo alega que, apesar da resolução nº 9 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) assegurar o acesso seguro ao transporte aéreo para passageiros cadeirantes ou com dificuldades de locomoção, a realidade dos aeroportos brasileiros está longe do cumprimento dessas normas, sendo comum observar pessoas sendo carregadas no colo por empregados de empresas aéreas para dentro e fora das aeronaves.

Em sua justificação, o senador explica que a proposta evitará que essas condições constrangedoras se mantenham, assegurando que, na falta de fingers, elevadores ou dispositivos equivalentes estejam disponíveis para alçar e baixar cadeiras de rodas ou pessoas com limitações de locomoção, entre o chão e o nível da porta da aeronave.

Se aprovada na CI, a matéria seguirá para as Comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será analisada em decisão terminativa.

Senado.gov

Asa de avião atinge equipamento de degelo e mata funcionário na Turquia


Um Airbus A340-300 da Turkish Airlines iria partir do Aeroporto de Istambul, na Turquia, para realizar o voo TK-60 em direção a Bangkok, na Tailândia, no sábado, quando ocorreu um acidente fatal.

O avião, com com 237 passageiros a bordo, estava preparando-se para a partida quando iniciu-se uma queda de neve pesada que durou cerca de 2,5 horas, terminando às 02:00 de sábado (hora local - 00:00 Z).

Após realizado o degelo do avião, ele começou a se mover, mas uma de suas asas colidiu com o elevador hidráulico do veículo que realizou o degelo que caiu atingindo o operador do veículo e seu assistente.

Os serviços de emergência não foram capazes de salvar o assistente que morreu no local. O operador do veículo sofreu ferimentos leves.

Em substituição, outro Airbus A340-300 da companhia aérea partiu de Istambul às 09:15 (hora local).
Desástres Aéreos

Cias. aéreas botam a boca no trombone







ANCELMO GOIS

Não é só o Galeão

Ontem, as companhias aéreas se reuniram na sede do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, no Rio.

Decidiram botar a boca no trombone. Vem aí um documento para alertar que a infraestrutura nos aeroportos do Brasil está uma m...

Caos que segue...

Segundo um dos presentes, o problema não é 2014, com a Copa: “É este ano mesmo.”
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Portão de Segurança



Aeroblog


História da Etiópia Airliner crash

Antes de companhias aéreas etíopes hoje só teve dois outros acidentes, o último cair perto da ilha Comores matando 123 pessoas, incluindo queniano fotojornalista Mohamed Amin.

Homem tenta abrir porta de avião durante voo norte-americano

O piloto de um avião que fazia a ligação entre Washington e Las Vegas, nos Estados Unidos, foi obrigado a aterrar no aeroporto de Denver, depois de um homem ter tentado abrir a porta do aparelho durante o voo.


O porta-voz do aeroporto de Denver adiantou ao Denver Post que o homem já foi detido pelas autoridades, para ser interrogado. Jeff Green disse desconhecer a razão que levou o detido a ter esta atitude, perigosa para todos os passageiros.

A bola

Boeing 737 tem bom histórico de segurança, dizem especialistas


O avião etíope que caiu no Mediterrâneo logo após a descolagem, hoje foi um Boeing 737, o best-seller avião comercial da história da aviação.

Com mais de 6.000 dos aviões vendidos desde que foi lançado em 1967, o jato de curta distância é o preferido das companhias aéreas.

Embora tenha sido envolvido em pelo menos 68 acidentes fatais nos últimos 43 anos, especialistas em aviação dizem que o 737 tem um bom histórico de segurança quando o grande número de quilómetros que tem voado é levado em conta.

O avião envolvido no incidente de hoje, um 737-8BK, era relativamente novo, de acordo com um relatório.

Fabricado em 2002, entrou em serviço em junho de 2007 para a Flyglobespan, foi alugado a Oman Air entre 31 de maio de 2008 e 8 de maio de 2009, antes de ser entregue a Ethiopian Airlines em setembro.
A aeronave passou seu teste mais recente de manutenção em 25 de dezembro, sem problemas técnicos.

Na última década, houve pelo menos cinco incidentes anteriores em que o 737 caiu logo após a descolagem: em Medan, na Indonésia e em Lagos, na Nigéria, em 2005, no Egito, Sharm-el-Sheikh aeroporto em 2004, na Argélia e Sudão no ano anterior.




Rejeitada hipótese de terrorismo no avião etíope que se despenhou no mar


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O Presidente do Líbano, Michel Sleimane, rejeitou hoje a possibilidade de ter ocorrido qualquer acto de terrorismo ou de sabotagem no avião etíope que caiu no Mar Mediterrâneo, pouco depois de ter descolado de Beirute (capital). A bordo encontravam-se 90 pessoas e as equipas de busca e salvamento já recuperaram mais de duas dezenas de cadáveres.


"Até agora, esse cenário está a ser rejeitado", frisou o Presidente sobre a hipótese de ataque terrorismo ao Boeing 737 da Ethiopian Airlines que perdeu contacto com a torre de controlo pelas 2h00 locais, meia hora depois de ter levantado voo do aeroporto internacional Rafiq Hariri.

O Governo libanês adiantou que as causas do acidente de aviação podem estar relacionadas com o mau tempo (forte chuva, vento e relâmpagos), embora não tivesse referido pormenores. O aparelho incendiou-se antes de cair no mar.

O exército libanês e a Força Interina da ONU no Líbano (FINUL) iniciaram as buscas no mar, tendo já recuperado pelo menos 23 cadáveres. As primeiras notícias davam conta de 92 pessoas a bordo, mas informações posteriores apontam para 90 pessoas: 83 passageiros e sete tripulantes.

Nacionalidade dos passageiros:

  • 54 do Líbano
  • 22 da Etiópia
  • 1 do Iraque
  • 1 da Síria
  • 1 do Canadá
  • 1 da Rússia
  • 1 da França
  • 2 do Reino Unido

À costa começaram a chegar destroços do avião, nomeadamente assentosm de passageiros, extintores e frascos de medicamentos.

O primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, decretou um dia de luto, tendo encerrado escolas e escritórios governamentais.

Avião inspeccionado há um mês

Fonte da agência de aviação civil etíope disse que o aparelho tinha sido inspeccionado no passado dia 25 de Dezembro e passado nos testes de segurança.

O Boeing 737, modelo introduzido nos anos 60, é considerado um dos aviões mais seguros e é a maior aposta nas frotas das companhias de pequeno e médio curso.

Mas vários acidentes nos últimos 15 anos, devido a fragilidades do sistema de controlo do leme, levaram a modificações e inspecções mais rigorosas.

Empresário do agronegócio de Mato Grosso morre em acidente de avião


Um empresário do setor agrupecuário Mato Grosso morreu carbonizado depois que o avião onde ele viajava caiu e pegou fogo. O acidente aconteceu na cidade de Pontes e Lacerda, distante 447 km de Cuiabá. O acidente aconteceu neste sábado, no fim da manhã e de acordo com informações da polícia e moradores da cidade, o avião caiu de bico no solo no momento do pouso. O empresário José Henrique Coelho de Paula (50), havia decolado horas antes da cidade de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, com destino à fazenda São João, de propriedade dele.

O empresário tem várias fazendas da região, e sempre viajava de avião para acompanhar o dia-a-dia nas fazendas e administrá-las. Ainda não há informações sobre os motivos do acidente, que deve ser investigado agora pela Aeronáutica. A família do empresário também mora no Mato Grosso do Sul. José Henrique tinha cinco filhos, mas no momento do acidente nenhum familar viajava com ele. Piloto com boa experiência e costumava pilotar o próprio avião e viajar sozinho.

A fazenda São João dica distante aproximadamente 4 km do centro da cidade. É uma prpriedade grande, localizada nas proximidades da zona urbana. De acordo com informações, o empresário havia comprada esta fazenda recentemente, de porteira fechada, com todo o gado, cavalos, tratores e veículos. Apesar de morar em Campo Grande, o empresário passava a maior parte do tempo na região devido o número de fazendas e a paixão que ele tinha pela agropecuária.

O corpo do empresário foi velado em Pontes de Lacerda e na manhã deste domingo foi encaminhado para Campo Grande (MS), onde será sepultado. O empresário estava em Mato Grosso há mais de 30 anos.

Expresso MT

Avião cai no mar Mediterrâneo


Um avião com 90 pessoas a bordo despenhou-se esta madrugada no mar Mediterrâneo pouco tempo depois de ter descolado do Líbano.

O aparelho, das linhas aéreas da Etiópia, tinha como destino Addis Abebba, a capital etíope.
Acabou por desaparecer dos radares apenas cinco minutos depois de ter partido do aeroporto internacional de Beirute.

O avião saiu dos radares quando estava a apenas 3 quilómetros e meio da costa libanesa.
O aparelho, um Boeing 737-800, das linhas aéreas da Etiópia, tinha descolado do aeroporto Internacional Rafic Hariri pouco depois da meia-noite e meia, hora portuguesa, e com condições meteorológicas adversas, uma vez que na altura havia uma tempestade, de acordo com informações avançadas pelas autoridades aeroportuárias.

Algumas testemunhas afirmam ter visto uma "bola de fogo" a cair no mar perto da aldeia libanesa de Na´ameh.

Na última hora, as equipas de busca encontraram pelo menos dois corpos no Mediterrâneo, depois de terem anunciado que o local da queda do aparelho já tinha sido identificado.

A bordo do avião seguiam 83 passageiros e 7 membros da tripulação. Cerca de metade dos passageiros eram de nacionalidade libanesa, mas a bordo seguiam também 22 etíopes, dois cidadãos britânicos, uma canadiano, um russo, um francês, um cidadão do Iraque e um da Síria.

Uma das vítimas confirmadas deste acidente é a mulher do embaixador francês em Beirute, de acordo com informações avançadas pela própria embaixada de França.

As autoridades libanesas pediram mesmo ajuda às forças da ONU que estão no país e aos países vizinhos, para que participem nas operações de resgate. Um helicóptero da policia de Chipre foi mobilizado para o sitio do desastre. O exército britânico estacionado em Chipre está também de prevenção.

Oficialmente, não são ainda conhecidas as causas deste acidente. O Presidente libanês já veio falar sobre este caso, e garantir que é muito pouco provavel que se tenha tratado de sabotagem ou de um ataque terrosrista. Foi já aberta uma investigação a este caso.

Até agora as equipas de resgate encontraram apenas dois corpos dos 90 passageiros que seguiam a bordo.

Renacença

Pilotos da TAP ameaçam com nova greve


Ao fim três meses de calma, os pilotos da TAP preparam-se para endurecer a luta com a administração da companhia de aviação. Numa altura em que ainda decorrem as negociações, iniciadas em Setembro depois da greve de dois dias, entre o Sindicato de Pilotos de Aviação Civil (SPAC) e a TAP sobre o Acordo de Empresa e aumentos salariais, os pilotos avançam com nova assembleia-geral que poderá acabar em greve.

Em causa, dizem os pilotos numa moção aprovada a 6 de Janeiro, está o processo disciplinar levantado pela TAP a um dos comandantes da companhia, mas também a imposição de "um curso de ética" a nove pilotos da empresa por alegadamente terem mantido conversas privadas no Facebook (rede social na internet).

Ao que o Diário Económico apurou, o caso relatado na moção do SPAC refere-se a um comandante que terá recusado à co-piloto que o acompanhava que procedesse à descolagem e aterragem do avião por esta ter furado a greve de 24 e 25 de Setembro.

Sapo pt

Conversa entre pilotos no Facebook abre guerra na TAP


O que poderia ter sido um simples desabafo feito numa rede social originou um processo-crime e um aceso debate interno que pode até acabar em greve na TAP. Tudo porque os trabalhadores envolvidos num "diálogo privado" no Facebook foram convocados pela empresa para frequentar um curso de ética. Uma iniciativa que encaram como sanção indirecta e "ilegítima" da empresa.

21 de Setembro passado. Um piloto acaba de aterrar em Lisboa, depois de um voo a partir de Maputo, à boleia com colegas - no âmbito das condições de viagem a que o pessoal da TAP tem direito. Em meia dúzia de frases no Facebook, queixa- -se de ter viajado em classe económica, apesar da disponibilidade de lugares em executiva. Nos dois dias seguintes sucedem-se comentários (violentos) de pilotos, assistentes e chefes de cabine, todos colegas de trabalho.

Lição número um: um comentário numa rede social nunca é privado. A conversa ("roubada sem autorização", afirmam os envolvidos) circulou entre o pessoal da TAP, incluindo o comandante e o co-piloto visados nas críticas. Um deles apresentou uma queixa-crime por difamação.

Até aqui, tudo continuaria na esfera privada, com os tribunais chamados a decidir se o direito de expressão foi ultrapassado e se os queixosos foram difamados. Mas a TAP decidiu entretanto promover um curso de "formação comportamental", para o qual foram convocados os funcionários que fizeram comentários no Facebook.

A 28 de Dezembro, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil enviou uma carta ao presidente da empresa, exigindo que o curso fosse cancelado. No início deste mês, o caso foi discutido numa assembleia-geral de pilotos e para a próxima quarta-feira está marcado novo encontro extraordinário. O sindicato não faz, até lá, qualquer comentário. No entanto, na agenda de trabalhos está, segundo a convocatória a que a agência Lusa teve acesso, a discussão das "medidas a adoptar [...] incluindo o recurso à greve".

Oficialmente, a TAP recusa que o curso de "formação comportamental" esteja relacionado com o episódio no Facebook. António Monteiro, porta-voz da empresa, assegura que a iniciativa se enquadra na "política de permanente formação e actualização de recursos humanos" e que "o objectivo é abranger todo o pessoal navegante".

Na primeira convocatória enviada aos funcionários, a formação com duração de uma semana tinha como título"Ética e Relações Laborais" e incluía disciplinas como Inteligência Emocional. Com a polémica entretanto a subir de tom, a designação passou a ser "Corporate Crew Resource Management", a ministrar por "quadros da empresa". Ainda assim, fontes sindicais destacam que manter pilotos em terra tem custos e estimam que o curso poderá representar quase 50 mil euros para a TAP.

privado, mas pouco As redes sociais são um novo campo de conflito, mas casos de difamação nascidos na internet já não são novidade. Carlos Pinto de Abreu foi advogado naquela que terá sido a primeira condenação de um autor de um blogue (Cuidado com o Advogado). E está também envolvido num processo em curso, de uma procuradora cujas fotografias foram manipuladas numa rede social.

"A questão nova nas redes sociais é que a partir de certo ponto é difícil haver privacidade", sublinha o advogado especialista em direito penal. "É uma questão a que a jurisprudência terá de ir respondendo", diz.

Há quem escreva no Facebook como se estivesse numa conversa de café, mas Carlos Pinto de Abreu lembra que a prova é facilitada em termos judiciais: tudo fica escrito. Fora do plano jurídico do eventual crime de difamação, mais controversa é a iniciativa das empresas. O penalista Paulo Pinto de Albuquerque lembra que a liberdade de expressão não pode ser limitada pelo empregador. "Obviamente, há regras profissionais, mas o limite deve ser apenas o segredo do negócio." Neste caso, a conversa polémica não contém uma única referência à TAP ou a questões profissionais.
IOnline