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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Além de Vila Autódromo, clube de ultraleve será transferido para construção de Parque Olímpico

RIO - A construção do Parque Olímpico não vai desalojar apenas a Vila Autódromo. O Clube Esportivo de Voo (CEU), onde pousam e decolam ultraleves, também terá que ser transferido.


Além disso, não está descartada a possibilidade de o projeto exigir a ocupação de um condomínio do Ministério da Aeronáutica.


O prefeito Eduardo Paes disse que já procurou o clube para discutir a cessão de uma outra área pública, cujo espaço aéreo não tenha restrições para ultraleves.


O presidente do CEU, Édson Pimentel, confirmou as negociações. Ele lembrou que a área do clube foi cedida pelo estado e a concessão pode ser revogada:

- Nós precisamos de uma área que atenda ao clube e não tenha restrições de operação.


o globo

Emissora de rádio FM sai do ar por interferir em radar

A pedido da Aeronáutica, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou a interrupção das transmissões da emissora de rádio Real Cafelândia FM, 107,9 MHz, em Tanabi.

Segundo a Aeronáutica, o sinal da emissora interferia no funcionamento do radar do Cindacta 1 (centro regulador do tráfego aéreo brasileiro) em Tanabi. Quando pilotos sobrevoavam a região de Rio Preto, tinham dificuldade em se comunicar com controladores de voo do Cindacta em Brasília.

O problema teria começado no início do mês. De acordo com a Aeronáutica, apesar das falhas de comunicação, não houve incidentes graves. O radar de Tanabi é um dos 18 do Cindacta 1, três deles no Estado de São Paulo. Notificada do problema, a Anatel determinou a interrupção do sinal na última semana.

Segundo a assessoria da agência, será instaurado procedimento administrativo contra a emissora que pode culminar em multa - o valor pode chegar R$ 10 mil. Após regularizar a frequência, ainda conforme a assessoria, a Real Cafelândia poderá voltar a operar normalmente. A 107,9 MHz é uma emissora outorgada pela Anatel desde 2002.

Tanto a sede da emissora quanto seus proprietários são de Araçatuba: José Carlos Sanches Hernandes, Jaqueline Saccaon Hernandes, filha dele, e Pedro Leodoro Pelosi. De acordo com a Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), a empresa Real Cafelândia FM foi constituída em 1998, e tem capital social de R$ 15 mil.

Procurado ontem à tarde, José Carlos confirmou a interrupção do sinal da emissora pela Anatel, mas não soube dizer o que teria motivado o sinal irregular e nem se o problema já teria sido solucionado. “Estou por fora”, afirmou. Ele disse que pediria para uma pessoa chamada Júnior entrar em contato com a reportagem para esclarecer tecnicamente o episódio, o que não ocorreu até as 19h de ontem. Procurado novamente pela reportagem, José Carlos não atendeu as ligações feitas para o seu aparelho celular.
região noroeste

Infraero exclui companhias aéreas da disputa por aeroportos de

O governo anunciou hoje que será publicada, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), a minuta dos editais de licitação dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Viracopos. A proposta de edital permanecerá em consulta pública pelo prazo de 30 dias.

A Infraero terá participação de até 49% na empresa que será constituída para operar o aeroporto, a chamada Sociedade de Propósito Específico (SPE). "A participação da Infraero certamente será significativa", disse o ministro chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt em entrevista coletiva.
Segundo o ministro, as companhias aéreas terão uma "participação residual" de apenas 1%. "A idéia é que não tenha conflito de interesse", disse o ministro. Bittencourt informou que os leilões dos três aeroportos serão realizados simultaneamente na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Vence a disputa a empresa ou grupo de empresas que oferecer o maior valor de contribuição ao sistema. O diretor presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranys, informou que o governo trabalhou em mecanismos específicos para garantir a concorrência. "As empresas poderam concorrer em todos aeroportos, mas só poderá levar um", disse diretor.
12 horas aéreas

Helicóptero cai no East River de Nova York com 5 pessoas a bordo

Um helicóptero Bell 206 caiu nesta terça-feira (4) no East River, em Nova York, com cinco pessoas a bordo, das quais já foram resgatadas quatro delas, e que ocasionou um forte desdobramento de segurança na região.

Um porta-voz policial confirmou à Agência Efe que o acidente ocorreu no heliporto, na altura da rua 34, e que por enquanto não estão claras as causas do incidente, que, segundo diversos meios da comunicação, estaria relacionado com a decolagem da aeronave.

Por sua parte, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Nova York informou que duas das vítimas foram transferidas ao Hospital Bellevue, enquanto uma terceira continua no local, embora se desconheça o estado de todas elas.

A operação de resgate fez com que se transferissem até a região mais de uma dúzia de embarcações do serviço da guarda-costeira e da Polícia de Nova York.

A aeronave ficou completamente submergida no East River e várias equipes de submarinistas buscam a quinta vítima.

O porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne, assinalou à imprensa que a nave acidentada é um helicóptero comercial do tipo Bell 206.

As cenas exibidas pelos canais de televisão americanos, com numerosas embarcações de resgate, lembram a operação do dia 15 de janeiro de 2009, quando um avião da companhia aérea US Airways caiu no rio Hudson e a perícia de seu piloto, o capitão Chesley Sullenberger, salvou as 155 pessoas que estavam a bordo.

Popout

desástres aéreos

Pai de Herbert Vianna sofre acidente ao tentar pousar com ultraleve

Pai de Herbert Vianna sofre acidente

Pai de Herbert Vianna sofre acidente

O brigadeiro-do-ar Hermano Vianna, pai do cantor e compositor Herbert Vianna, do Paralamas do Sucesso, sofreu um acidente de ultraleve, na tarde desta terça-feira, ao pousar no Clube Esportivo de Ultraleves (CEU), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O oficial foi levado de helicóptero para o Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), na Ilha do Governador.

O brigadeiro passou do ponto do pouso (a expressão técnica é “varou o pouso”) e parou no meio do mato. O acidente foi com um ultraleve avançado modelo Sierra.

De acordo com as primeiras informações, ele está lúcido e orientado. As tomografias não revelaram lesões graves. Ele já foi avaliado pela equipe de cirurgia geral e aguarda ser examinado pela neurocirurgia.

Em 4 de fevereiro de 2001, Herbert Vianna também sofreu um acidente de ultraleve, em Mangaratiba, no litoral sul do estado. Ele pilotava a aeronave, que caiu no mar, a cerca de 20 metros da orla. Sua mulher, a inglesa Lucy Needham Vianna, então com 36 anos, morreu no acidente. Herbert ficou paraplégico.

180 graus

Avião da Gol faz pouso de emergência em Salvador

Avião da GOL

Em Salvador, os 129 passageiros foram desembarcados e a companhia providenciou a substituição imediata da aeronave

São Paulo - Um avião que fazia o voo G3 1530 da Gol, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Teresina, precisou fazer um pouso de emergência no aeroporto de Salvador na madrugada de hoje. Segundo a companhia aérea, o comandante do voo decidiu pelo procedimento após verificar uma diminuição de potência em um dos motores. A Gol afirmou, porém, que em momento algum a operação esteve sob risco.

Em Salvador, os 129 passageiros foram desembarcados e a companhia providenciou a substituição imediata da aeronave. O voo prosseguiu às 5h15 com destino à capital do Piauí. Segundo a Gol, a empresa prestou todo o atendimento necessário aos clientes, conforme as determinações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

exame

País tem recorde de acidentes aéreos




O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) registrou 125 acidentes aéreos no País até o dia 30, volume que ultrapassou os 110 ocorridos em todo o ano de 2010. Trata-se de número recorde desde o início da série histórica, em 2001. O recorde anterior havia sido em 2009, com 113 acidentes. E nos números atuais ainda não estão computados os dois acidentes ocorridos no primeiro fim de semana de outubro, um deles no interior de São Paulo (com quarto mortos) e o outro em Curitiba, no Paraná. Os números não levam em conta os incidentes aeronáuticos, como pousos de emergência.

Helicópteros

Os acidentes com helicópteros, um meio de transporte que tem sido muito usado principalmente nas grandes cidades, crescem ano a ano. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) recolhidos até o fim de julho, quando haviam sido registrados 89 dos 127 acidentes ocorridos até esta quarta-feira (05), problemas com helicópteros representaram 18% do total, ou seja, dos 89 acidentes computados, 16 haviam sido com helicópteros (que respondem por 10% da frota aérea, com 1.553 aparelhos registrados).

O ex-ministro da Aeronáutica brigadeiro Mauro Gandra, um especialista do setor, atribui ainda o aumento do número de acidentes aéreos ao longo dos anos ao “esquartejamento dos setores de comando da aviação civil”. Ele se refere particularmente ao período a partir de 2005, quando foi criada a Anac, em substituição ao Departamento de Aviação Civil (DAC), que ficava na Aeronáutica. Na sua opinião, vários órgãos passaram a funcionar de forma independente, sem diálogo entre si.

O brigadeiro observa que havia um respeito maior às regras ditadas pelo Cenipa, que tinham por objetivo prevenir fatores que levaram a um determinado acidente, voltassem a se repetir em outro. “Além disso, as partes passaram a não se falar”, observou ele, lembrando que é preciso que as autoridades façam um “trabalho de formiguinha de conscientização da necessidade de prevenção de acidentes aeronáuticos”, sobretudo em aeroclubes e escolas de pilotagem.

Motivos

Estudo realizado pelo Cenipa, levando em consideração todos os acidentes ocorridos entre 2001 e 2010, aponta que, na lista dos fatores que mais contribuíram para a ocorrência dos desastres aéreos lidera o julgamento de pilotagem. Trata-se da inadequada avaliação, por parte do piloto, de determinados aspectos relacionados à operação da aeronave, estando qualificado para operá-la.

O Cenipa sempre alerta que um acidente acontece por uma somatória de fatores. Em segundo lugar, a responsabilidade dos acidentes é atribuída à supervisão inadequada, pela gerência de não tripulantes, e em terceiro vem o planejamento do voo – seguido dos aspectos psicológicos.

Entre os 24 itens listados como fatores contribuintes, o controle do trafego aéreo aparece em último lugar, a manutenção das aeronaves vem em 7.º lugar, a instrução dos operadores da aeronave em 10.º e as condições meteorológicas adversas, em 11.º lugar.

cratéu news

Aviões mais eficientes do mundo são elétricos

Aviões mais eficientes do mundo são elétricos
O estranho formato do Pipistreal Taurus G4, com cabines separadas, deu ao avião uma sustentação excepcional. [Imagem: NASA]

Aviões elétricos

O Pipistrel Taurus G4 foi considerado pela NASA como o avião mais eficiente do mundo, conquistando US$1,35 milhão doCAFE Green Flight Challenge, o maior prêmio da história da aviação.

O mais surpreendente é que tanto o Pipistrel, como o segundo colocado, o eGenius, são aviões elétricos.

O evento, patrocinado pela empresa Google, tinha como objetivo alcançar a maior eficiência energética possível, voando o máximo de distância e tempo com o mínimo de combustível.

"Dois anos atrás, pensar em voar 200 milhas a 100 milhas por hora em um avião elétrico era pura ficção científica," comentou Jack Langelaan, chefe da equipe Pipistrel.

Nova era na aviação

Aviões mais eficientes do mundo são elétricos
O eGenius foi o segundo colocado na competição, cumprindo todas as etapas do concurso, inicialmente consideradas exigentes demais. [Imagem: NASA]

Para a NASA, o resultado positivo do evento, com equipes alcançando os objetivos inicialmente considerados exigentes demais, marca "o início de uma nova era na eficiência da aviação".

Esta é primeira vez que aviões elétricos em escala normal participaram de uma competição.

inovação tecnológica

Agência: peritos apontam 'confusão' entre pilotos do voo 447

O acidente, em maio de 2009, deixou 228 mortos. Foto: EFE

O acidente, em maio de 2009, deixou 228 mortos
Foto: EFE

Os especialistas judiciais que analisaram as duas caixas pretas do Airbus do voo 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 31 de maio de 2009, indicaram uma "confusão na tripulação", segundo o relatório consultado pela agência AFP. "Até agora, peritos não tiraram nenhuma conclusão da consulta dos gravadores", avisa a introdução do documento.

De acordo com as gravações, os pilotos ficaram preocupados quando observaram uma grande concentração de radares no radar. "Temos uma 'coisa' bem na nossa frente", disse um deles. Isso foi à 01h35. A turbulência começou a aumentar meia hora depois. Porém, os especialistas explicaram no relatório que "a situação meteorológica tinha sido avaliada como não preocupante pelo comandante".

Poucos minutos depois, o piloto automático foi desativado. Na ausência do comandante, que foi descansar, o copiloto que assumiu "teve uma ação sobre o manche. Esta ação foi mantida de forma imprecisa e confusa". A aceleração vertical do avião continuou "aumentando de forma sensível", de acordo com os peritos.

Logo em seguida, o copiloto "manifestou seu espanto e incompreensão a respeito das informações que recebia", segundo o relatório. "Não tenho mais controle sobre o avião", teria afirmado o piloto quando o comandante voltou para a cabine. "Estamos perdendo o controle", repetiu outro piloto mais tarde.

Os especialistas também levantaram dúvidas sobre as "indicações visíveis nas telas". "Não tenho mais indicações", disse um dos copilotos. "Estamos indo em uma velocidade louca", completou outro. De acordo com os peritos, "a confusão começou a reinar entre os membros da tripulação". Diversas situações que comprovam isso constam no relatório.

Os pilotos "sequer mencionaram o início da perda de altitude do avião" que, segundo os peritos, "não foi percebido pela tripulação". Os especialistas explicam que, "apesar de alarmes sonoros e visuais", os pilotos pareciam "não ter identificado o problema e não ter tomado qualquer medida para resolvê-lo".

No início de setembro, o Escritório de Investigações e Análises da França (BEA, na sigla em francês), divulgou que formou um grupo de trabalho para analisar, entre outros aspectos, as ações e reações da tripulação nas fases finais do voo. Sete especialistas formam a equipe: três investigadores do BEA especializados em fatores humanos, um psiquiatra especialista em análise de risco, um consultor de fatores humanos em aviação e dois pilotos de Airbus A330.

O congelamento em sensores de velocidade foi a única falha técnica observada desde o início do inquérito, mas os especialistas afirmaram que esta não poderia ser a única causa do acidente. O relatório final das autoridades francesas deve ficar pronto em 2012.

As famílias das 228 vítimas do acidente devem ser recebidas na quarta-feira pela juíza de instrução Sylvia Zimmermann para receberem novas informações sobre a investigação.

O acidente do AF 447
O voo AF 447 da Air France saiu do Rio de Janeiro com 228 pessoas a bordo no dia 31 de maio de 2009, às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio. A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). Depois disso, não houve mais qualquer tipo de contato e o avião desapareceu em meio ao oceano.

Os primeiros fragmentos dos destroços foram encontrados cerca de uma semana depois pelas equipes de busca do País. Naquela ocasião, foram resgatados apenas 50 corpos, sendo 20 deles de brasileiros. As caixas-pretas da aeronave só foram achadas em maio de 2011, em uma nova fase de buscas coordenada pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA) da França, que localizou a 3,9 mil m no fundo do mar a maior parte da fuselagem do Airbus e corpos de passageiros em quantidade não informada.

Após o acidente, dados preliminares das investigações indicaram um congelamento das sondas Pitot, responsáveis pela medição da velocidade da aeronave, como principal hipótese para a causa do acidente. No final de maio de 2011, um relatório do BEA confirmou que os pilotos tiveram de lidar com indicações de velocidades incoerentes no painel da aeronave. Especialistas acreditam que a pane pode ter sido mal interpretada pelo sistema do Airbus e pela tripulação. O avião despencou a uma velocidade de 200 km/h, em uma queda que durou três minutos e meio. Em julho de 2009, a fabricante anunciou que recomendou às companhias aéreas que trocassem pelo menos dois dos três sensores - até então feitos pela francesa Thales - por equipamentos fabricados pela americana Goodrich. Na época da troca, a Thales não quis se manifestar.

terra

Fila de táxi no Aeroporto de Congonhas leva 40 min em hora de pico


A situação é corriqueira para quem chega de viagem a São Paulo: depois de enfrentar atrasos e desconforto nos aeroportos, uma fila imensa para pegar táxi. Em Congonhas, nos horários de pico, a espera chega a 40 minutos – mesma duração de uma ponte aérea Rio-São Paulo.

O grande lamento dos passageiros é a falta de opção – se não for táxi ou carro, o jeito é pegar um ônibus de linha até a estação de metrô mais próxima. “Se eu for de ônibus, pego trânsito do mesmo jeito. Como viajo a trabalho e daqui tenho de voltar para o escritório, acabo preferindo o táxi mesmo com a fila”, conta o administrador de empresas Júlio Cesar Moreira, de 34 anos. Na quinta-feira, ele aguardava no fim de uma fila de pelo menos mais cem pessoas.

No ponto de Congonhas ficam exatos 1.075 táxis, o que para o presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo, Natalício Bezerra, seria suficiente para a demanda. “O problema é a entrada do aeroporto, que tem um acesso estreito. Aí o motorista faz uma corrida até o centro e demora para voltar, por causa do trânsito. Não adianta pôr mais carro, tem é de fazer um corredor de táxi na 23 de Maio”, diz.

Como conexão expressa, o governo do Estado promete um monotrilho (a Linha 17-Ouro) ligando Congonhas ao Estádio do Morumbi até 2014. Depois, o ramal vai até o Jabaquara, integrando-se com a Linha 1-Azul do Metrô. As obras devem começar em dezembro.

O calvário para sair do aeroporto não é diferente em Cumbica, Guarulhos, a 28 quilômetros do centro da capital. Lá, a distância e o preço são os principais entraves: uma corrida até o Itaim Bibi, por exemplo, custa R$ 112; para o centro da cidade, R$ 90. Não raro, a parte “terrestre” da viagem chega a extrapolar até o valor da passagem de avião: um voo direto do mesmo aeroporto para Belo Horizonte custa em média R$ 70. Para Brasília, cerca de R$ 80.

Agência Estado

Construtora negocia aeroporto para aviação executiva em SP


A construtora JHSF, dona do Shopping Cidade Jardim, negocia com o governo a construção de um aeroporto internacional para a aviação executiva.


O investimento é estimado em R$ 400 milhões e prevê, além do aeroporto, o desenvolvimento imobiliário do entorno, com shopping centers e escritórios comerciais.


O novo empreendimento seria localizado a cerca de 50 km do centro da capital São Paulo, na região sul.


Com o crescimento da aviação comercial, a aviação executiva tem sido preterida nos aeroportos.


A frota de aeronaves executivas cresceu 17% nos últimos cinco anos, para 12.310 aeronaves, mas falta espaço nos aeroportos para acomodar o crescimento nos próximos anos.

jornal de floripa

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Azul 12 Milhões de Clientes


A AZUL LINHAS AEREAS continua fazendo sucesso entre os clientes e entre os AeroEntusiastas.

Pouco mais de três meses depois de ter atingido a marca de 10 milhões de passageiros transportados, a companhia ultrapassou o impressionante número de 12 milhões de pessoas transportadas!

Assim como na marca anterior, a AZUL resolveu registrar essa etapa da sua vida, aplicando um grande adesivo na fuselagem de uma de suas aeronaves. Desta vez a companhia utilizou oEmbraer 190 prefixo PR-AZH (cn 190330) para comemorar este importante capítulo na sua história.

Agora são dois os "190" adesivados, o PR-AZL (Azul Viagens) e o PR-AZH (12 milhões).

Raul pereira

Encontro da família Transbrasil

Os aeronautas ex-funcionários da Tranbrasil encontram-se, em 22 de outubro, a partir das 12 horas, no Chopicanha's (Rua Baronesa de Bela Vista, 414 A, Vila Congonhas), em São Paulo.




sna

British Airways vai criar curso de sobrevivência para acidentes aéreos

A British Airways vai em breve dar a possibilidade aos seus clientes mais frequentes de participarem num curso de sobrevivência em casa de acidentes aéreo por uma verba a rondar os 144 euros.

A Bristish Airways optou por criar um curso que ensine práticas de sobrevivência aos passageiros em caso de ocorrência de acidentes aéreos.

Um curso para atingir algo que, por norma, acontece com raridade: sobreviver a um acidente de avião. E em que consiste o curso? De acordo com Andy Cubb, o responsável por coordenar o curso, as aulas passarão pela prática de acções como soltar o sinto de segurança ou verificar a localização do colete salva-vidas.

Cubb revelou ao Daily Telegraph que o curso «fará com que os passageiros se sintam mais seguros quando viajarem pois vai conferir-lhe técnicas e informações adicionais».

«Basicamente, dará às pessoas mais confiança para viajarem de avião», vincou, ao explicar a relevância do curso.

UM estudo realizado em 2006 pela Autoridade Civil de Aviação britânica revelou que grande parte dos passageiros tem dificuldades em executar tarefas básicas – como soltar o sinto de segurança -, em casos como uma evacuação de emergência do avião.

SOL

TAP é condenada a pagar indenização de R$ 5 mil por extravio de bagagem


A Transportes Aéreos Portugueses (TAP) foi condenada a pagar indenização de R$ 5 mil pelo extravio da bagagem da passageira R.P.B.P., durante voo entre Espanha e Fortaleza. A decisão foi da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). Segundo os autos, ela passou um ano fazendo intercâmbio acadêmico na Universidade de Salamanca, na Espanha. Ao retornar ao Brasil, pegou voo em Madri, que teve conexão em Lisboa, em 21 de junho de 2006. Ao desembarcar em Fortaleza, constatou que as malas haviam sido extraviadas. Por esse motivo, ajuizou ação requerendo indenização no valor de R$ 20 mil pelos danos morais e materiais. Alegou que teve prejuízos com a perda de roupas e sapatos, entre outros pertences de uso pessoal. Disse, ainda, que pagou multa de 100 euros por excesso de peso. Na contestação, a TAP sustentou que, para indenizar, era necessário fazer prévia declaração dos bens que estavam nas malas, o que não foi feito pela cliente. Em 7 de maio de 2009, o juiz da 5ª Vara Cível de Fortaleza, José Edmilson de Oliveira, condenou a empresa a pagar R$ 5 mil. "Não há dúvida de que houve ineficiente cumprimento do contrato de transporte, pela perda dos pertences da parte promovente, restando esta ao final desprovida dos objetos que levava", explicou. A companhia aérea e a vítima interpuseram recursos apelatórios (0045778-41.2006.8.06.0001) no TJCE. A empresa apresentou os mesmos argumentos da contestação. A passageira solicitou a majoração da condenação. Ao relatar o processo, nessa terça-feira (27/09), o desembargador Carlos Rodrigues Feitosa destacou ter sido "demonstrada de forma clara a abusividade do ato em questão e a gravidade da falta cometida". Sobre o recurso de R.P.B.P., o magistrado considerou que o "caráter sancionatório e pedagógico da indenização fixada pelo juiz de 1º Grau mostrou-se adequado ao caso". Com esse entendimento, a 8ª Câmara Cível negou provimento aos recursos e manteve inalterada a sentença monocrática.
denuncio

Ações da American Airlines despencam 33% por risco de quebra


NOVA YORK - As ações da American Airlines AMR Corp. chegaram a cair ontem 35%, depois que analistas começaram a avaliar os prospectos de um pedido de concordata pela terceira maior companhia aérea americana. Papéis de outras empresas do setor aéreo também foram afetados pelos temores de que a fraca economia do país desestimule a demanda por passagens aéreas na temporada de fim de ano, quando o movimento cresce. o globo

Nova catapulta eletromagnética lança aviões de guerra ao céu em apenas 45 segundos


A marinha norte-americana desenvolveu um novo sistema de catapultas para auxiliar nadecolagem das aeronaves a partir dos porta-aviões. O sistema auxiliar de impulso, que se mantinha inalterado e em tremendo descompasso tecnológico desde os anos 1950, é necessário dado as exíguas dimensões das pistas disponíveis nos navios e dos aviões que crescem em peso, o que reflete diretamente na sua necessidade de pistas maiores.

EMALS (Foto: Reprodução/US Navy)EMALS lançou o avião de 26 toneladas e estava pronto para novo lançamento em 45 segundos (Foto: Reprodução/US Navy)

O novo sistema opera com eletromagnetismo, chamado de EMALS, sigla para Electromagnetic Aircraft Launch System(Sistema de Lançamento de Aviões Eletromagnético). Ele é capaz de lançar aviões a velocidades aproximadas de 160 Km/h e pode empurrar uma aeronave de 26 toneladas e recarregar em 45 segundos, ficando assim disponível para o próximo arremesso. Além disso, o EMALS tem a vantagem de ser mais fácil de operar, ocupar metade do espaço e peso das catapultas à pressão.

O sistema antigo, de catapultas à pressão, demorava muito mais tempo, oferecia mais riscos e já estava no limite de suas possibilidades, dado o fato de que os aviões são cada vez mais pesados. Além disso, era preciso esperar o sistema gerar uma tonelada de pressão para o próximo lançamento, e este tempo estava diretamente vinculado com a capacidade das caldeiras do navio de gerar essa pressão em mais ou menos tempo. Em batalhas, a demora pode ser fatal. Desta forma, o EMALS resolve o problema da demora e pode acompanhar sem sobressaltos a evolução das aeronaves.

Catapultas para arremessar máquinas voadoras não são novidade. Além do sistema de catapultagem, criado por engenheiros britânicos, existir nos porta-aviões desde os anos 1950, os irmãos Wright, que disputam historicamente a invenção do avião com Santos Dummont, usavam dispositivos que catapultavam seus aeroplanos do chão ao ar.

techtudo

Gol paga R$ 70 milhões pela Webjet e conclui aquisição

Avião da Webjet

Avião da Webjet (Fernanda Bigio Davoglio)

A Gol informou hoje que concluiu a aquisição de 100% do capital social da Webjet Linhas Aéreas. Com isso, ressalta a companhia aérea em fato relevante, a empresa, por meio de sua subsidiária VRG Linhas Aéreas, passa a ser titular da totalidade do capital social da Webjet.

O preço pago foi de R$ 70 milhões, "sujeito ainda a ajustes menores, o que será apurado nos próximos 70 dias", disse a Gol. O valor pago é inferior ao que a companhia havia anunciado no início de julho, quando informou sobre o fechamento do acordo. Na ocasião a Gol divulgou que pagaria R$ 96 milhões pela Webjet e assumiria dívidas de aproximadamente R$ 215 milhões.

A conclusão da compra da Webjet pela Gol se seguiu à aprovação do negócio pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no último dia 20. Conforme a agência reguladora, a decisão avaliou apenas o aspecto financeiro da operação, ou seja, foi aprovado que a Gol assuma a administração da Webjet. Ainda falta obter o sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Depois disso, será necessário que o caso retorne à Anac, para que a aquisição seja analisada sob o ponto de vista técnico. Só então a Gol poderá colocar em prática ações como a extinção da marca Webjet e o uso dos slots (autorizações de voos nos aeroportos para cada empresa aérea) da companhia adquirida.

veja


PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 434 de 2011

Autor:SENADOR - Blairo Maggi
Ementa:Altera a Lei nº 7.183, de 5 de abril de 1984, para modificar a jornada de trabalho do aeronauta.
Explicação da ementa:
Altera a Lei nº 7.183, de 5 de abril de 1984 (Regula o exercício da Profissão de Aeronauta) para estabelecer que a duração da jornada de trabalho do aeronauta será de 14 horas, se integrante de uma tripulação mínima, simples ou composta. Dispõe que a duração do trabalho do aeronauta, computado os tempos de vôo, de serviço em terra durante a viagem, de reserva e de 1/3 do sobreaviso, assim como o tempo do deslocamento, como tripulante extra, para assumir vôo ou retornar à base após o vôo e os tempos de adestramento em simulador, não excederá a 60 horas semanais e 190 horas mensais. Determina que os limites de vôo e pousos permitidos para uma jornada serão de 12 horas de vôo, na hipótese de integrante de tripulação mínima, simples ou composta; 16 horas de vôo, na hipótese de integrante de tripulação de revezamento; e 8 horas, na hipótese de integrante de tripulação de helicópteros. Estabelece o limite de 12 horas de vôo e 4 pousos nos vôos compreendidos entre 23h e 6h, e que em caso de desvio para alternativa, é permitido o acréscimo de mais 1 pouso. Dispõe que os limites de tempo de vôo do tripulante não poderão exceder em cada mês, trimestre ou ano, respectivamente, 100, 255 e 935 horas em aviões turboélices e a jato e que o número de folgas não será inferior a 12 períodos de 24 horas por mês. Estabelece o prazo de 6 meses após a publicação para a vigência da lei.
Assunto:Social - Trabalho e emprego
Data de apresentação:02/08/2011
Situação atual:
Local:
11/08/2011 - Comissão de Assuntos Sociais

Situação:
11/08/2011 - AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR
Indexação da matéria:


portal atividade legislativa via Serpa