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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Voos noturnos no Santos Dumont permanecem até julgamento de recurso




Infraero aguarda decisão final sobre suspensão dos voos entre 22h e 6h.
Rota 2 do aeroporto também continua aberta para pousos e decolagens.

O prazo final para a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o Santos Dumont, no Centro do Rio, recorrer contra fechamento do aeroporto para voos noturnos terminou nesta segunda-feira (31).

A empresa informou que já entrou com recurso administrativo contra a notificação do Instituto estadual do Ambiente (Inea), que quer a suspensão dos voos entre 22h e 6h .

Procurada pelo G1 nesta segunda-feira (31), a assessoria da Infraero informou que as operações noturnas no aeroporto seguem normalmente até a decisão final ser divulgada.


A rota 2 do aeroporto também continuará aberta para pousos e decolagens nesta segunda-feira. Para o Inea, a rota é perigosa já que o vento fica contra as aeronaves na hora do pouso.

O Inea esclareceu ainda que a rota 2 poderá ser usada extraordinariamente, como em casos de emergência.

Além da restrição de horário e da interdição da rota, o Inea multou a Infraero em R$ 250 mil pelo fato de o Santos Dumont operar sem licença ambiental.

Ainda segundo a Infraero, todas as decisões de rotas e horário de voos precisam ser tomadas em conjunto com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), responsável pela malha aérea, e com a Aeronáutica.

22 voos afetados

A Anac informou que a decisão de suspender as operações entre 22h e 6h vai afetar 22 voos no Santos Dumont.

Segundo a assessoria da Anac, com a suspensão dos voos, será feito um estudo junto às companhias aéreas para verificar se é possível fazer a rota em outros horários e a se a infraestrutura do aeroporto permitirá que isso aconteça. A Anac explicou ainda que a capacidade do Santos Dumont é de 23 voos por hora.

G1

Livro relata o drama que envolveu três grandes acidentes aéreos que comoveram o Brasil.


Livro traz relatos de três desastres aéreos brasileiros
Livro traz relatos de três desastres que marcaram a aviação brasileira

Caixa-Preta mostra a história de três desastres aéreos que marcaram a aviação nacional. Com narrativa impressionante, o livro vai a fundo na investigação de cada acidente e traz revelações das caixas-pretas, processos, opiniões de especialistas e laudos. Mais que isso, mostra o drama dos passageiros sobreviventes e dos familiares afetados. O livro é da Editora Objetiva e está à venda no site da Livraria da Folha.

O acidente do "vôo RG -254" da Varig em 1989 entrou para a história como um dos mais trágicos da aviação brasileira. Devido a uma série de informações erradas, o avião caiu na selva amazônica após 11h23 de vôo. Leia abaixo trecho do livro que narra o início do vôo RG -254.

*

Capítulo 1

O Boeing 737-200, prefixo PP-VMK, que cumpria o vôo RG-254, da Varig, era apenas uma das diversas aeronaves que o ACC (Área Control Center) Belém, ou simplesmente Centro Belém -localizado no Aeroporto Internacional de Val-de-Cans, da capital paraense --, controlava naquele final de tarde de domingo, dia 3 de setembro de 1989.

Cabia ao Centro de Belém, orientar os aviões que se aproximavam para pouso no Val-de-Cans e os que apenas passavam pela área rumo a outras localidades. A estes últimos, Belém passava informações rotineiras, como boletins meteorológicos e condições de tráfego na região. Como o ACC não era dotado de radar, todas as posições reportadas pelos pilotos eram aceitas como boas pelos controladores de terra. Não havia como checá-las.

O espaço aéreo sob responsabilidade do Centro compreendia, além dos arredores da cidade, a foz do rio Tocantins, o setor sudeste da Ilha de Marajó e um trecho da costa paraense, ao Norte.

Por intermédio da estação de rádio localizada no Aeroporto de Marabá, de onde o Varig 254 decolara rumo ao Val-de-Cans, o ACC o autorizara a voar no nível 290 (29 mil pés) até Belém.

Às 17h49, o Centro de Belém comunicou à torre de controle de Val-de-Cans que o 254 decolara de Marabá aos 35, querendo com isso dizer 20h35 zulu (hora de Greenwich), que correspondia às 17h35, hora local tanto em Marabá quanto em Belém.

Oito minutos depois, o ACC recebeu uma chamada de outro Varig, RG-266, que procedia de Brasília, informando que o RG-254 não conseguia receber o Centro de Belém na freqüência VHF (Very High Frequency), normalmente usada.

O ACC decidiu tomar a iniciativa de chamar o 254.

-- Varig dois cinco quatro, Varig dois cinco quatro, Varig..-o controlador repetiu diversas vezes o chamado, na esperança de que o 254 o respondesse. Mas, como isso não aconteceu, voltou a fazer a ponte por intermédio do RG-266. Pediu a este que mandasse o 254 chamar Belém na freqüência 8.855 quilohertz (kHz) em HF (High Frequency), de alcance muito maior.

Como o aeroporto de Val-de-Cans passava por obras de ampliação e modernização, a sala HF fora temporariamente deslocada para uma dependência situada a 150 metros de distância do Centro e da Torre de Controle.

Naquele instante, os operadores de HF dividiam suas atenções entre as tarefas de rotina e a tela de um aparelho de tevê que mostrava imagens do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, onde a seleção brasileira de futebol enfrentava a do Chile, em partida decisiva do Grupo Três das eliminatórias da Copa de 1990, na Itália. O Brasil se classificaria com uma vitória ou um empate. Se o Chile vencesse, pela primeira vez o futebol brasileiro estaria fora de uma Copa do Mundo.

Coube a José Casemiro Ribeiro Neto, um veterano de 57 anos, atender a chamada do RG-254 em HF.

--Estimo posição 25 minutos fora - informou o 254.-Estou pronto para iniciar a descida. Está faltando energia na cidade? Não recebo 128.2. - Referia-se a 128.2 megahertz (MHz), uma das freqüências em VHF do ACC Belém.

-- Negativo - respondeu Casemiro.
-- Dois cinco quatro solicita autorização para descer para o nível 200. - Belém permitiu que o Varig 254 descesse de 29 mil para 20 mil pés.

A Sala HF passou as informações do 254 ao Centro de Controle e recebeu ordens para dizer ao piloto que continuasse falando em HF mas, ao mesmo tempo, tentasse contato em VHF.

*

"Caixa-preta - O relato de três desastres aéreos brasileiros"
Autor: Ivan Sant´Anna
Editora: Objetiva
Páginas: 328
Quanto: R$ 44,90
Onde comprar: nas principais livrarias ou na

Livraria da Folha

Folha de São Paulo

A Air Berlin reduz endividamento líquido e melhora liquidez


Em 20 de Agosto de 2009, a Air Berlin PLC, a segunda maior companhia aérea da Alemanha colocou uma emissão de obrigações convertíveis em acções de 125 Milhões de Euros junto de investidores institucionais fora dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão.Parte deste influxo de capital será usado na recompra de obrigações em curso, no montante de 90 milhões de euros (valor nominal); os restantes 70 milhões de euros serão usados para refinanciar as futuras compras de aviões e aplicados na melhoria da liquidez. Desta forma, com base nos valores reportados para o 1 º trimestre de 2009, os capitais próprios vão melhorar de EUR 332 para 504 milhões (mais 172 milhões de euros). Devido ao aumento de liquidez em 171 milhões de euros, o endividamento líquido irá diminuir em 182 milhões de euros, ou seja, de 779 milhões de Euros para 597 milhões de Euros, já incluindo as operações de capital realizados neste ano.
Publituris

Trabalhadores desistem das greves e abrem período de tréguas na TAP


Foram longas horas de negociação, mas o resultado marca o início de um período de tréguas entre os trabalhadores e a administração da TAP: os cinco sindicatos cancelaram todas as greves previstas (a de ontem e hoje, e as de 11 e 12 de Setembro) e retomaram o diálogo com a transportadora aérea.

Depois de uma reunião de três horas entre a TAP e os cinco sindicatos que convocaram a paralisação, foi assinado um protocolo de entendimento também "homologado" pela tutela, apesar de ninguém do Ministério dos Transportes ter estado presente no encontro.


Os trabalhadores conseguiram obter o compromisso de que a empresa de handling, responsável pela assistência em terra aos passageiros, não será "desmantelada" na sequência da venda de 50,1 por cento do capital.


"Manter a Groundforce una e indivisível permite salvaguardar postos de trabalho e esta era uma questão importante", disse Vítor Mesquita, do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava). No final da reunião, que durou três horas, André Teives, do Sindicato dos Trabalhadores do Handling (STHA), disse também ter o compromisso da transportadora de que a manutenção de aviões na TAP Brasil só deverá acontecer "em casos muito específicos".

Para além disso, ficou decidido que até final de Setembro são retomadas as negociações salariais, suspensas desde 2007. "Vamos iniciar o processo de actualizações de salários, mas não avançamos percentagens [de aumento]. Sabemos que a empresa está numa situação difícil", afirmou Vítor Mesquita.

António Monteiro, porta-voz da TAP, aplaudiu o cancelamento das greves, "resultado da boa vontade e interesse" das partes envolvidas. E lembrou que os aumentos vão depender da evolução da situação financeira da TAP, a braços com prejuízos de 72,4 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, e 285 milhões em 2008.

Ontem no quadro das partidas e chegadas do aeroporto de Lisboa, a palavra "cancelado" não descrevia nenhum dos voos previstos. A greve, que acabou por durar apenas um dia, não teve efeitos práticos para os passageiros para além de atrasos nas ligações que chegaram às três horas. Para a TAP, estes atrasos também são fruto do elevado número de operações, em época alta.

Os cinco sindicatos que convocaram a paralisação apontam para uma adesão de 90 por cento. A transportadora contrapõe com 30 por cento.

Certo é que para amortecer os efeitos da paralisação, convocada para exigir a viabilidade da Groundforce, a TAP admitiu ter contratado os serviços da Portway, detida pela ANA. Para além disso, contou com o reforço de 400 trabalhadores temporários (só para Lisboa), contratados habitualmente durante a época alta.


"A Groundforce não assegurou o serviço à TAP e, por isso, a companhia é livre para contratar outras empresas", justificou António Monteiro. A medida não foi bem recebida pelos sindicatos, que, ao longo do dia de ontem, acusaram a empresa de ter cometido "uma ilegalidade gravíssima". Os inspectores da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) estiveram no aeroporto da Portela e fonte da ACT afirmou ao PÚBLICO que, "se forem identificadas substituições de trabalhadores a serviço, confere uma ilegalidade".


A polémica chegou a Vieira da Silva, ministro do Trabalho, que disse não dispor de dados que comprovem violações à lei. Já o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, considerou a situação na TAP uma "violação grosseira e ofensiva da lei e um desrespeito absoluto pelos trabalhadores".

A divergência entre a TAP e os sindicatos subiu de tom, mas a reunião que juntou na mesma mesa trabalhadores e companhia aérea acabou por dissipar todas as acusações.

PÚBLICO PT

Jobim vai à guerra




O ministro da Defesa reduz cargos, autonomia e poder político de militares e compra briga com o alto comando


Roberto Castro/Ag. Istoé
Avante - Jobim diante das resistências: “Não tenho problema de enfrentamento”
Ao anunciar a nova estrutura das Forças Armadas, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou guerra à caserna. Além de subordinar ainda mais os militares ao poder civil, o projeto prevê a redução de postos de comando, transfere o controle sobre as compras de materiais das três Forças e alija os militares de todas as decisões políticas.

Se custaram a digerir a criação do próprio Ministério da Defesa há dez anos, os oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Marinha agora terão de engolir uma pílula ainda mais amarga.

Na opinião de generais ouvidos por ISTOÉ, o abalo maior atingirá o Exército. Um deles, com posto de chefia no comando do Exército, afirma que as mudanças impostas por Jobim serão funestas para os quartéis. “O foco dessa reorganização é a retirada de poder das Forças Armadas. Militar vai virar enfeite”, revolta-se.

Uma das medidas que tiram o sono dos militares é a criação da Secretaria de Compras do Ministério da Defesa, que vai acabar de vez com a independência das três Forças de adquirir seus respectivos materiais. O principal argumento de Jobim é que a unificação permitirá ganho de escala.

Mas, para os generais, cada Força tem suas necessidades específicas. Outro projeto que assusta os quartéis é a fusão dos comandos do Exército com os distritos da Marinha e os comandos da Aeronáutica. A fusão das três Forças em “Estados-Maiores Regionais” é encarada como uma pulverização do poder militar, que terá como resultado a redução de cargos de chefia.

Roberto Castro/Ag. IstoéRoberto Castro/Ag. Istoé
Sem força - Saito, Peri e o almirante Julio Soares não puderam reagir às mudanças
A cúpula teme o aparelhamento das Forças Armadas por civis e sindicalistas, como ocorreu em diversas estatais e autarquias controladas pelo PT e o PMDB. No pacote de medidas que o ministro enviará nas próximas semanas ao Congresso estão o projeto de lei para a transferência da sede da Escola Superior de Guerra do Rio para Brasília e outro para a criação de cargos de direção e assessoramento superior na ESG. Trata-se de cargos passíveis de indicação política. Para o presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto de Figueiredo, certos setores exercem função de Estado. “Estão politizando o que não deve ser politizado. A Receita Federal, por exemplo, funcionava bem”, compara.

Na Aeronáutica, a preocupação é com a ideia de Jobim de transformar o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) em órgão civil. Estima-se na Aeronáutica que toda a estrutura de prevenção e investigação de acidentes no País comporte 250 cargos, grande parte DAS 8 e 9, ou seja, os maiores salários, e outros 60 de segundo escalão. Em maio, Jobim disse ao comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, que a nova política segue orientação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O brigadeiro argumentou que o Cenipa é 100% militar e que não há mão de obra civil para assumir as atividades de investigação de acidentes aéreos. “Será uma transição traumática”, disse Saito. E desabafou com auxiliares: “A batalha está perdida.”

Para os militares, Jobim é pródigo em ideias, mas não resolve o problema crônico das Forças Armadas de falta de recursos. “O orçamento é pequeno e temos 30% contingenciados”, disse à ISTOÉ o comandante do Exército, Enzo Peri. Segundo um general-de-brigada, o Exército não será contemplado com nenhum dos grandes projetos a serem assinados no dia 7 de setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu colega francês Nicolas Sarkozy. Enquanto a Aeronáutica se prepara para ganhar novos caças e a Marinha, modernos submarinos, o Exército deve se contentar com alguns helicópteros. “Os projetos da Aeronáutica e da Marinha já estavam em andamento há muito tempo”, justifica o general Peri, para apaziguar os seus comandados. Ele ressalta também que há em andamento um projeto de novos blindados.

O ministro já pôs gente de sua total confiança na direção da Agência Nacional de Aviação Civil, na Infraero e nos principais escalões do ministério. E certamente fará o mesmo ao preencher os cargos na nova estrutura das Forças Armadas. Jobim garante que está preparado para a batalha interna.

“Os generais reclamam que queremos reduzir suas autonomias. Isso é verdadeiro, nas atividades que não são exclusivas de militares”, avisou, quando começava a desenhar as novas medidas. “Não tenho problema de enfrentamento”, banca o ministro.

Isto É

França busca ajuda internacional para novas buscas de AF447




A França deseja realizar uma busca internacional ampliada pelo restante dos destroços e as caixas-pretas do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico após decolar do Rio de Janeiro com destino a Paris em 31 de maio, disse nesta segunda-feira a principal autoridade de investigação de acidentes aéreos do país.



Cerca de mil fragmentos do Airbus A330, cuja queda matou todas as 228 pessoas a bordo, já foram examinadas, mas a maior parte do avião segue desaparecida e ainda não é possível afirmar com certeza o que causou o acidente, acrescentou a autoridade.

"Vamos ver como podemos otimizar nossa busca. Vamos expandi-la a outros países para conseguir a máxima dimensão internacional e aproveitar cada chance que temos para não perder novas pistas", disse a jornalistas Paul-Louis Arslanian, diretor da agência francesa responsável pela investigação de acidentes, BEA.

A fabricante europeia de aeronaves Airbus deve ajudar a financiar a expansão das buscas, que pode custar dezenas de milhões de euros, disse ele, acrescentando que o anúncio das novas buscas pode ser feito a partir em setembro.

O Brasil participou das buscas iniciais pelos destroços e corpos e estaria também na próxima etapa, ao lado dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Alemanha, de acordo com Arslanian.

As autoridades estão mapeando uma região no oceano do tamanho da Suíça numa tentativa de recuperar as caixas-pretas e o restante da aeronave, que mergulhou 30.000 pés (9.000 metros) em quatro minutos até bater no mar em meio a uma tempestade tropical.

Após não terem conseguido localizar os sinais de rádios emitidos pelas caixas-pretas por estimados 30 dias, as equipes de busca passaram a operar com um navio de pesquisa francês equipado com sonares e um submarino, mas as peças continuam desaparecidas.

A terceira etapa de buscas ao voo AF447 envolveria enviar sonares ou robôs para locais relativamente inexplorados no fundo do mar, a até 4.000 metros de profundidade.

A Marinha e a Força Aérea do Brasil localizaram destroços do avião e 51 corpos que estavam na superfície da água, mas o restante do avião pode estar distante devido às fortes correntes marítimas.

"O trabalho é como cruzar a Suíça a pé, primeiro tentando ouvir o som de uma rebatida de críquete e agora procurando pelos destroços com uma lanterna na escuridão", disse Arslanian.

Especialistas acreditam que a causa do acidente tenha sido um problema nos sensores de velocidade, após o envio de mensagens automáticas de emergência antes da queda. Mas Arslanian disse que ainda é muito cedo para culpar as chamadas "sondas pitot".

A investigação completa pode levar mais de um ano, disse ele.
UOL

Presidente da Colômbia contrai vírus da gripe suína


O presidente colombiano, Álvaro Uribe, está infectado com o vírus AH1N1, confirmaram hoje fontes oficiais.

Enquanto em Medellín (noroeste), o secretário de Informação e Imprensa da Presidência da República, César Mauricio Velásquez, lia um comunicado oficial no qual se informava de que Uribe tem o vírus, em Bogotá fontes do Instituto Nacional de Saúde (INS) confirmaram o diagnóstico.

Segundo as fontes, Uribe apresentou os primeiros sintomas na sexta-feira quando retornava da Cúpula Extraordinária da União de Nações Sul-americanas (Unasul), que aconteceu em Bariloche, na Argentina, mas deve ter contraído a doença alguns dias antes.

Os sintomas pioraram no sábado quando Uribe presidiu um conselho comunitário de Governo na localidade de Puerto Carreño, no leste do país e precisou receber atendimento médico.

A evolução da doença requer tratamento em nível domiciliar e são aplicados "protocolos de manejo clínico", segundo a informação oficial.

A Presidência colombiana disse também no comunicado lido por Velásquez, que se informou, "através dos canais diplomáticos", aos que participaram da cúpula da Unasul "para que adotem as medidas correspondentes".

O presidente colombiano viajou no mesmo avião com os ministros das Relações Exteriores, Jaime Bermúdez, e de Defesa, Gabriel Silva; o comandante das Forças Militares, general Freddy Padilla, o próprio Velásquez e vários jornalistas.

Até agora, 29 pessoas morreram no país em decorrência do vírus, segundo fontes do Ministério da Proteção Social e do INS.

Spa para aviões


A francesa Dassault inaugura um centro de manutenção no Brasil.
A meta? Atender os 50 jatos executivos que pretende vender por aqui.



Técnicos em unidade da Dassault: Brasil já tem 30 aviões da fabricante em operação
Para a maior parte dos gigantes corporativos, a China é o emergente da moda. Seu ritmo de expansão econômica é tão alto que deu origem ao termo "crescimento chinês" para qualquer resultado acima dos 8% ao ano. De quebra, o País ainda tem um mercado interno pouco explorado, equivalente a mais de um sexto da população mundial. Num setor, porém, o colosso chinês está atrás do Brasil.

No mercado de aviões executivos, a China está cerca de dez anos atrás do Brasil, conta o presidente mundial da Dassault- Falcon, Jean Rosanvallon, em entrevista à Dinheiro. Por isso, no início do mês, a empresa inaugurou em Sorocaba, no interior do Estado, um centro de manutenção e serviços próprio, o primeiro desse tipo a ser construído fora dos EUA e da Europa.


O investimento, de US$ 5 milhões, é uma resposta, segundo o executivo, a exigências de clientes. Hoje, já existe uma frota de 30 Falcon em operação no Brasil. São aviões executivos de médio porte, com capacidade para 10 a 15 passageiros, autonomia para viagens intercontinentais e preços superiores a US$ 10 milhões. Sem o centro de serviços, os clientes são obrigados a levar suas aeronaves para manutenção e reparos nos EUA, o que significa ficar pelo menos dois dias sem eles.

"É uma ferramenta cara e o que mais pesa para o usuário é a disponibilidade do avião", afirma Rosanvallon. Para ele, isso já justifica a construção da unidade no País. Mas o momento da inauguração também coincide com a reta final do programa FX-2 do governo brasileiro. O programa vai escolher o avião de caça que substituirá os Mirage 2000 da Força Aérea Brasileira. O Rafale, fabricado pela Dassault Defense, é um dos finalistas

Para alguns especialistas, haveria um caminho alternativo ao do centro de manutenção. "Um centro próprio não é a melhor solução para o fabricante. O ideal é ter um parceiro local", diz Rui Aquino, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). Segundo ele, porém, a Morro Vermelho, antiga parceira da Dassault, passou a atuar somente para a Camargo Corrêa, sua dona, o que obrigou a companhia francesa a construir seu próprio centro no País.

Rosanvallon garante que outro fator contribuiu para a decisão: a projeção positiva para o mercado nacional. "Espero, nos próximos dez anos, vender cerca de cinco aviões por ano no Brasil. A frota brasileira pode chegar a 100 jatos executivos de cabine larga até 2019", afirma Rosanvallon. Segundo ele, mais de 40% das 500 maiores empresas da América Latina estão no Brasil, e muitas delas têm negócios importantes no Exterior.

"Elas vão precisar de aviões de longo alcance, como os nossos. Especialmente agora que as ligações com países distantes, como Japão e China, além de EUA e Europa, se multiplicam", acrescenta. Atualmente, sua carteira de pedidos firmes soma 15 unidades e, apesar da crise econômica, houve poucos cancelamentos entre clientes brasileiros.

"Estou no negócio de aviação executiva há 40 anos e nunca vi algo parecido com o que ocorre agora. Mas, embora tenha havido um número incômodo de cancelamentos em todo o mundo, foram apenas dois no Brasil", diz Rosanvallon. Em Sorocaba, o centro também pode atender donos de jatos Dassault- Falcon em trânsito pelo Brasil. Para isso, a companhia já busca certificações internacionais de agências como a FAA (a Anac dos EUA).

Segundo Rosanvallon, porém, o objetivo da unidade é mesmo prestar serviços para a crescente frota brasileira. Atualmente, segundo a Abag, há 420 jatos executivos na frota brasileira. Desse total, 15% são de médio porte, como os Falcon. "Existe mercado suficiente para absorver, por ano, 15 aviões desse tipo", diz Aquino. A Dassault já está em posição privilegiada. Enquanto em todo o mundo sua participação nesse mercado é de 40%, no Brasil, atinge 70%. O centro é uma poderosa arma para manter esse patamar.
Isto é Dinheiro

Iberia vai tirar mais aviões de operação; Corte de capacidade acelera para 6%


A companhia espanhola Iberia anunciou que vai parar mais três Airbus A320, elevando para dez o número de aviões retirados de operação, porque vai cortar mais capacidade do que inicialmente previa, elevando a redução de uma média anual de 4,3% para 6%..
Presstur

OceanAir realiza debate sobre atual cenário da aviação comercial brasileira


Na próxima quarta-feira (02/09), Renato Pascowitch, Diretor Executivo da OceanAir/Avianca, e Renato Aranha, Superintendente Comercial da OceanAir, participam de debate com diretores de agências de turismo sobre o cenário atual da aviação brasileira. Os executivos vão falar sobre as mudanças ocorridas durante o primeiro semestre de 2009 e a previsão de aquecimento do setor em 2010 com a promessa de novos investimentos. O evento será realizado durante jantar em Salvador, na Bahia.

"Será uma excelente oportunidade para as agências de turismo e também para reforçar o compromisso que temos com os profissionais do trade, com quem realizamos encontros regulares por todo o Brasil", afirma Pascowitch.

Mercado e Eventos

Esquadrão Harpia realiza intercâmbio com militares da Força Aérea Americana

TROCA DE CONHECIMENTOS EM DEBATESTrês militares do 55th Rescue Squadron da USAF (United States Air Force) estiveram no Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), em Manaus (AM), de 15 a 22 de agosto, participando de um intercâmbio. O Major Vic Pereira e os Sargentos Ron Olson e Erik Croughwell, acompanhados pelo Tenente Coronel Thomas Geiser do Escritório de Ligação das Forças Armadas em Brasília, conheceram a primeira unidade da Força Aérea Brasileira a voar o helicóptero H-60 BlackHawk.

O 55º RQS opera há 5 anos os HH-60 Pave Hawk nos teatros de operações do Iraque e Afeganistão. Aproveitando a experiência dos visitantes, foram organizados grupos de estudo e palestras acerca de diversos temas de interesse. Entre outros, destacaram-se os debates relativos à prestação do serviço de busca e salvamento em tempo de paz e de guerra (C-SAR), ao vôo noturno com utilização de óculos de visão noturna (NVG) e aos diversos desafios da logística do BlackHawk.

A oportunidade de trocar conhecimentos com militares acostumados a operações reais contribui para elevar a capacidade operativa do 7º/8º GAv e para alinhar os conceitos de emprego às vésperas da operação conjunta Angel Thunder, exercício voltado ao “Resgate em Combate”, que ocorrerá em 2010 na cidade de Tucson (AZ).

FOTO TIRADA COM OS MILITARES DA USAF

Fonte: 7º/8º GAv

Festa nos céus de Campo Grande

Visitação no C-105 AmazonasCampeonato esportivo, solenidade militar e um “Dia de Portões Abertos”. Essas foram às ações realizadas pela Base Aérea de Campo Grande (BACG) para celebrar seus 65 anos. Os eventos começaram no dia 10 de agosto com a abertura de uma grande competição esportiva que teve a participação de 19 equipes nas modalidades de futebol society, voleibol (masculino e feminino), cabo de guerra e corrida de 6 Km. A BACG foi a grande vencedora da citada competição, perdendo apenas a prova da corrida.

No dia 21, data do aniversário da Organização Militar, foi realizada uma solenidade com a presença de diversas autoridades, entre elas o Comandante do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR), Major-Brigadeiro-do-Ar Paulo Roberto Pertusi, que fez sua primeira visita oficial a “Sentinela Alada do Pantanal”, como é carinhosamente chamada a BACG. Na ocasião foram entregues títulos de Membro Honorário da Força Aérea Brasileira e medalhas militares.

O grande evento, no entanto, foi o “Dia de Portões Abertos”, inicialmente programado para o dia 23 de agosto, e que, por conta de uma forte chuva, foi transferido para o dia 26, aniversário de Campo Grande e feriado municipal. A festa, muito aguardada pela cidade, contou com a presença da Esquadrilha da Fumaça que deu o seu show no ar, encantando as mais de 50 mil pessoas presentes. No chão, muitas outras atrações, como o VII Encontro de Carros Antigos que reuniu cerca de 200 modelos, uns com quase um século de vida, paraquedismo, voos de T-25, exposição de aviões e veículos blindados do Exército, apresentação de cães de guerra, também do Exército, entre muitas outras. O evento contou até com um “Santos-Dumont”, personificado pelo professor Altair Pires de Araújo, um estudioso do Pai da Aviação que desfilou a bordo de um carro Shelby Cobra de 1957, arrancando aplausos do público.

“Esse é um dia que nem eu e nem minha família perdemos. É maravilhoso ver o trabalho da aeronáutica e a simpatia com que somos recebidos”, disse a professora Maria Isabel de Lima, que há mais de 10 anos prestigia esses eventos.

Publico presente no dia de Portões Abertos

Fumaça no ar

Santos-Dumont presente no evento

BAAG

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Mirage III voado por Ayrton Senna é doado ao Museu Asas de Um sonho da TAM


Força Aérea Brasileira doa caça para museu da Tam


O presidente do Museu Tam, João Francisco Amaro, recebeu da Força Aérea Brasileira (Fab) a doação de um caça modelo Mirage, no último sábado (dia 15), em Anápolis (GO). A aeronave foi o primeiro caça da Fab a romper a barreira do som no Brasil, há mais de trinta anos.

Com a reabertura operacional do museu, programada para janeiro, o avião estará entre as mais de 80 peças expostas. O espaço passa por reformas desde julho do ano passado para expandir a antiga área construída coberta, de 9,5 mil m², para mais de 20 mil m².

“Este Mirage está pintado com o nome do nosso querido Ayrton Senna, que teve a oportunidade de voar nele como passageiro, e assim será preservado no Museu. O capacete usado por Senna no voo também será gentilmente doado pelo Instituto Ayrton Senna”, explicou João Amaro.






Avião-caça Mirage III D, usado na experiência de Ayrton Senna. Senna voou de Mirage III D em Anápolis Goiás e o piloto que o conduziu foi o Coronel Alberto Côrtez.


Experiência do Senna em um avião caça F-5 em 1987.

AYRTON SENNA NO AVIÃO - CAÇA F-5 TIGER II

Fonte: Paddock Formula 1 - Com modificações by Vinna

Era mês de março de 1987, quando Ayrton experimentou uma aventura que nunca chegou a uma mesma velocidade de um F-1. Ayrton embarcou juntamente com o piloto Silvio Potengi hoje coronel, em um avião-caça F-5B Tiger II da Força Aérea Brasileira (FAB), nos céus do Rio de Janeiro, a duas semanas do GP Brasil em Jacarepaguá, em uma emoção eletrizante.

Foto: Avião-caça Mirage III D, usado na experiência de Ayrton Senna. Senna voou de Mirage III D em Anápolis Goiás e o piloto que o conduziu foi o Coronel Alberto Côrtez.

No meio de cada movimento, Ayrton via pequenas bolinhas e perdia os sentidos por alguns segundos, no cockpit da frente, e Potengi no de trás indicado para os caronas.Foram quatro vezes. Potengi achou o suficiente e o avisou que poderia desmaiar, mas ele queria mais.

Foram loopings!!!! Já tinham feito um belo rasante na grande reta do autódromo de Jacarepaguá e ultrapassado a barreira do som a 1165 km/h, a uma distância segura para que não quebrasse os vidros das janelas da cidade. Não houve mais loopings, mas Potengi pediu permissão de Senna para mais manobras radicais. E o fez. Depois de um grande mergulho,seguido de um rasante que deixou o avião a poucos metros do mar, na região de Ubatuba, voando rente as ondas em direção ao continente, Potengi fez um movimento brusco de 180 graus.

De cabeça para baixo, tendo a água como sua única visão muito próxima ao cockpit. Sentiu algo que não esperava : Pânico.Desembarcaram daquele caça, em uma experiência de 40 minutos. Senna estava pálido e meio tonto, mas muito feliz principalmente tomado por um sentimento patriota:“Se todos os brasileiros pudessem experimentar o que senti, talvez tivessem mais amor a Pátria”.Essa frase foi estampada em todos os jornais e todas as revistas, o que aparentemente parecia um jogo de marketing.Provou anos depois, que foi o início de uma grande amizade leal e freqüente dos pilotos oficias da FAB, a ponto de , nos anos seguintes, pousar algumas vezes seu helicóptero na Base Aérea da Santa Cruz, e passar dias inteiros com eles, falando sobre aviões e aeromodelismo.

Senna também mandava vários presentes de forma discreta, um deles foi uma moderna tenda semelhante às usadas na F-1, para substituir um velho palanque de madeira que era usado em solenidades.Ayrton usou um adesivo com o símbolo do 1º Grupo de Aviação de Caça de Santa Cruz no lado esquerdo do capacete durante o GP Brasil daquele ano. E deu por encerradas as experiências supersônicas, mesmo quando anos depois, o piloto de seu jato particular , Owen O’Mahony, com ótimas relações na Royal Air Force, se ofereceu para conseguir para ele, a experiência de voar num dos jatos da Red Arrows, a famosa esquadrilha inglesa.

Blog do Vinna

Ana - trocando as rodas


a All Nippon Airways (ANA), começará a partir deste mês a mudar as rodas de suas aeronaves:
A princípio, em 13 aeronaves que operam rotas internacionais.
Motivo? com as rodas mais leves colocadas você se livra de 80 kg em cada avião.

Jal : Para economizar, Vale tudo ; e a natureza agradece

Japão-airlines1

A medida foi anunciada por um jornal japonês, o Yomiuri diário, onde foi relatado que a companhia vai "fazer de tudo para economizar energia." Entre Isto inclui um procedimento "simples" como está mudando as garrafas a bordo, contudo a ação será equivalente a uma economia de 20 litros de combustível por vôo.

A comparação é a seguinte: cada garrafa de vidro pesa aproximadamente 145 gramas, enquanto os de plástico, 22 gramas. Se você somar o peso total das garrafas de ar, totalizando cerca de 300, em cada viagem levaria cerca de 37 quilos a menos.

E que pesam menos que cerca de 52 kg vez menos emissões de dióxido de carbono liberado no ar em cada vôo. Esta mudança foi lançado recentemente com um vôo entre Tóquio e Londres. A partir daqui, a companhia planeja ir a substituição do Japão, incorporando este pouco no resto das suas ligações internacionais.

Com esta iniciativa, JAL planos para reduzir o consumo de combustível em cerca de 620 kl por ano. Esta medida é, além de outros tempos recentes tendem a reduzir o peso no avião: no caso dos empregados mês passado também fizeram uma redução no peso da sua bagagem pessoal, pelo menos 2,5 kg cada.

Estudos para sair da crise

Como é sabido, a International Air Transport Association (IATA) está considerando a possibilidade de eliminar a classe empresarial para os voos de médio alcance, ou seja, aquelas que duram menos de três horas.

British Airways Plc

A proposta havia sido discutida na última reunião que a agência realizou, e teria apresentado como uma medida "de choque" para tentar reduzir os elevados custos dos serviços de tais características, que não só é caro para manter companhias aéreas, mas também está tendo a demanda cada vez menor.

Lembre-se que a IATA reúne cerca de 230 companhias aéreas ao redor do mundo, o equivalente a 93 por cento do tráfego internacional.

British Airways vai vender publicidade em seu site e cartões de embarque



Como mais uma medida para tentar neutralizar os efeitos nocivos da crise, a British Airways vai começar a vender espaço publicitário em seu site e em seus cartões de embarque. Além de cortes na força de trabalho, salários e das operações, a companhia aérea é obrigada a "inovar" e recorrer a outras táticas para reverter sua imagem financeira delicada.

Corte na Aer Lingus



A Aer Lingus vai cortar salários e empregos, provavelmente, para garantir a que a deficitária companhia aérea irlandesa sobreviva, anunciou seu presidente nesta sexta-feira.
"Eu acho que a Aer Lingus, provavelmente, tem mais gente, do que ela precisa", disse Colm Barrington em uma rádio nacional.

"Estou tentando conseguir que todos os funcionários da Aer Lingus trabalhem em condições do atual mercado e às taxas de mercado, porque se nós não trabalhamos em condições deste mercado e as taxas deste mercado não sobriveremos", disse ele.

Airwise

“Unos vuelan, otros Vueling”


Lançado no Twitter, Facebook e no site da companhia, foram apurados cinco finalistas.

Terminou o passatempo: Vueling decidiu "renomear cinco das 18 aeronaves "herdadas" da Clickair

A frase vencedora foi “Unos vuelan, otros Vueling” de Lluis Nieto Ortin. As restantes a concurso eram as seguintes “Ready, steady, Vueling” (Luis Grande), “I want to Vueling” (Jip de Kort), “How are you, I’m Vueling!” (Tânia Teixeira) e “My name is Ling, Vue Ling” Nathalie Philipe.

AEROFESTA 2009

Ocean Air terá outro nome


Ocean Air passará a chamar-se de agora em adiante Aerovias do Continente Americano.
vide postagem abaixo.

Companhia aérea colombiana Avianca assume o controle da brasileira Ocean Air





A companhia aérea colombiana Avianca assumirá oficialmente a partir da próxima semana o controle da brasileira Ocean Air, dentro de um plano de unificação das companhias aéreas que pertencem ao grupo Sinergy, informou nesta sexta-feira o presidente da organização, Germán Efromovich.

O empresário afirmou em entrevistas com vários meios de comunicação colombianos que tudo está preparado para que Avianca assuma o controle de Ocean Air, que tem um faturamento anual próximo dos US$200 milhões tem 3% do mercado brasileiro.


"A gestão e a administração diária de Ocean Air está praticamente sendo executada pela Avianca. Há um bom tempo temos a equipe ali", disse o diretor após inaugurar na quinta uma nova sede da companhia aérea colombiana em Bogotá.

Além disso, indicou que na semana que vem estarão resolvidos os trâmites perante as autoridades brasileiras e reiterou que "essa operação já é um fato".

Efromovich afirmou que essa decisão empresarial implicará que Avianca ingresse no mercado brasileiro e Ocean Air passará a chamar-se de agora em adiante Aerovias do Continente Americano.

Indicou também que a Avianca está preparada para uma emissão de ações no mercado colombiano, mas esclareceu que por enquanto não se estabeleceu a data na Bolsa de Valores da Colômbia.

Avianca e Ocean Air avançam em um plano de ampliação de suas frotas, com a compra de 90 aviões Airbus e Boeing para ambas, 70 dos quais serão para a colombiana.

Além de Avianca e Ocean Air, que desde 2002 funciona como companhia aérea regular de transporte de passageiros, carga e correio, o grupo Sinergy é proprietário da equatoriana Vipsa e a colombiana Helicol, de serviço de helicópteros.

EFE

vendas flash

A companhia aérea Air France lançou hoje a sua habitual promoção mensal denominada vendas flash que, ao longo de cinco dias, oferece preços mais baixos do que o habitual para alguns destinos de todo o mundo.

Air France

Desta vez, estão contemplados 12 destinos, nomeadamente na Europa, com Frankfurt (Alemanha) a 169 euros, Bolonha (Itália) e Manchester (Inglaterra) a 179 e Oslo (Noruega) a 180; norte de África com Tunes (Tunísia) a 239 euros; e, em voos de longo curso, Washington e Boston (EUA) a 515 e 547 euros respectivamente, Pequim (China) a 715, Singapura a 765, Havana (Cuba) a 844 euros e, nas Caraibas, Fort-de-France (ilha Martinica) a 1.012 e ilha St. Maarten a 1.029.

Pilotos da Jet Airways estão ameaçando entrar em greve

Jet Airways A330-200.jpg Como se as coisas não estivessem ruins o suficiente para as companhias aéreas indianas, estão ainda enfrentando ameaças de greve.

Pilotos da Jet Airways estão ameaçando entrar em greve para protestar contra a demissão de dois colegas.
Há um longo caminho a percorrer antes de as companhias aéreas indianas colocar a casa em ordem.

Comandante da Azul Linhas Aéreas sugere aeroporto na região



O comandante da empresa que mais cresceu no mundo com 1 milhão de passageiros em oito meses, Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Régis da Silva Brito, sugeriu – durante uma visita a Novo Hamburgo na última semana – que o município hamburguense deveria ter um aeroporto regional.

Morador de Montenegro, Brito esteve na cidade acompanhado do sócio-fundador da empresa aérea, David Neeleman. Melhor logística, evitando o caos da BR-116, para quem precisa o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, e crescimento da economia da região são aspectos citados para o investimento.

Seu comentário, no entanto, embora agrade a área empresarial, esbarra em algumas situações técnicas e financeiras apontadas pela prefeitura, pelo Departamento Aeroportuário do Estado da Secretaria Estadual de Infraestrutura e presidencia do Aeroclube de Novo Hamburgo.
Jornal NH