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segunda-feira, 5 de abril de 2010

RELATÓRIO FINAL DO ACIDENTE COM AVIÃO DA PANTANAL EM CONCONHAS EM 2007


RELATÓRIO FINAL A-Nº005/CENIPA/2008
Ocorrência: acidente aeronáutico
Data da Ocorrencia: 16/07/2007
Aeronave: Aerospatiale ATR-42-300
Prefixo: PT-MFK
Empresa: Pantanal Linhas Aéreas
Local: Aeroporto de Congonhas (CGH/SBSP), São Paulo, SP

Para acessar o relatório final clique no link ao abaixo: Relatório final (em .pdf)

IFR Online

Mais 7 Embraer 145 e 1 rota para a Passaredo

A Passaredo anunciou que em 2010, irá investir 90 milhões de dólares na compra de sete Embraer 145 para criar duas novas rotas – uma delas entre Ribeirão Preto e Recife.

“O Brasil ainda tem muito para crescer na aviação regional, pois países da Europa e da América do Norte chegam a 20%, enquanto o mercado aqui, hoje, é de 2,5%”, diz o presidente da companhia. “É uma grande saída para descentralizar, tirar os congestionamentos dos aeroportos centrais, e essa opção por voos diretos facilita o tempo de viagem, diminui o custo da passagem e a possibilidade de ir e voltar no mesmo dia.”

Eagle Sky

Pilotos e tripulantes policiais chineses vão aos EUA para treinamento


Quando uma das maiores forças policiais do globo necessitou pesquisar sobre formas de treinamento de equipes de salvamento, o nome Brim Aviation não era nada conhecido das autoridades de Xangai.

Graças a um associado, no entanto, a empresa de aviação de helicópteros, sediada em Ashland irá agora partilhar a sua experiência, com oito pilotos policiais de Xangai.

É dificil imaginar que a população de Xangai, de 20 milhões de habitantes é 1.000 vezes maior do que Ashland, que a sua força policial com 45.000 membros é o dobro da população de Ashland e que arranha-céus são construídos em conjuntos com tamanho equivalente ao perímetro da cidade de Ashland. No entanto, a entrada da cidade de Xangai no panorama mundial, a cidade – que é uma província chinesa – decidiu modernizar a sua capacidade de operação em resgates aéreos. É onde entra a Brim Aviation, com sede em Ashland.

“Um cara que eu conhecia, disse: Você faz o treinamento, esses caras estão à procura de alguma ajuda, e eu vou colocá-los em contato “, disse Burl Brim, o presidente da empresa de Ashland.

Um acordo foi firmado em setembro de 2009 para três meses de treinamento no oeste dos Estados Unidos, seguido de 30 dias com o pessoal de apoio da Brim Aviation na China e mais uma consultoria para os próximos três anos.

Quatro pilotos e quatro tripulantes foram treinados com as melhores técnicas de rapel, fast-rope, e operação com carga externa humana, juntamente com aulas de primeiros socorros e outras matérias teóricas.

“Eles já estão pilotos de helicóptero”, disse Brim. “Eles estão muito afiados, pessoas treinadas. Nós estamos ensinando-lhes as disciplinas que fazemos. Atualmente, estamos trabalhando com os pilotos sobre a formação de carga externa, a habilidade que você tem que desenvolver para ser capaz de realizar salvamentos com utilização de cordas”.

Tripulantes estão trabalhando no gerenciamento de recursos, treinamento em equipe e técnicas de salvamento específicos.

Brim Aviation, localizada fora do aeroporto de Ashland, opera três McDonnell Douglas 500 e um McDonnell Douglas 600.

Apesar de ter uma densidade populacional de mais de 7.000 pessoas por quilômetro quadrado em Xangai, contra 65 no condado de Jackson, as florestas do Oregon, no entanto, são muito mais densas e Brim disse que é um bom ponto de partida para ensinar dicas de operação de busca e salvamento urbano.

“Nós fazemos muitos trabalhos do tipo urbano”, disse Brim. “Ainda assim, é um ambiente muito semelhante quando você está trabalhando nas montanhas. As áreas confinadas nas árvores simulam muito bem a operação entre edifícios altos”.

A língua não foi uma barreira, ele disse. “Algumas deles são fluentes e outros fizeram cursos de imersão em inglês antes de chegar aqui.”

Brim Aviation vem treinando equipes aéreas há mais de seis anos, principalmente a nível local, mas agora tornou-se referência mundial.

“Este é apenas um início”, disse Brim, observando que têm um longo contrato com Xangai. “Inicialmente, os alunos estão aqui treinando. Logo que terminarem, eles vão voltar e estabelecer seus perfis de missão, as técnicas de patrulhamento e salvamento que se adaptem ao seu próprio ambiente”.

Piloto Policial

Investigação pode levar um ano

Gilberto Sander Müller/Correio do Povo

O acidente durante uma apresentação no Aeroporto Federal de Lages, na sexta-feira, e que acabou com a morte do piloto Anderson Amaro Fernandes, de 33 anos, já está sendo investigado. Ainda na noite de sexta-feira, peritos do Centro Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB), já estavam em Lages.

Os primeiros levantamentos foram feitos logo após o acidente pelos próprios integrantes da Esquadrilha.

Os peritos do Cenipa, com o auxílio do Exército, dos bombeiros e da Defesa Civil, iniciaram ainda na madrugada de sábado as medições, a coleta de peças, anotações de dados, fotografias e filmagens dos destroços do avião em busca de detalhes que possam ajudar a apontar as causas do acidente.

Como estes aviões não têm caixa-preta, será fundamental ouvir os outros seis pilotos que participavam da apresentação para saber se Anderson fez algum comentário por rádio. Imagens feitas e cedidas por pessoas que acompanhavam o show aéreo também serão analisadas.

“As investigações não terão o objetivo de apontar um culpado, mas saber qual foi o problema e trabalhar na solução para evitar novos acidentes. É difícil adiantar uma causa, mas tudo pode ter acontecido, desde um problema mecânico no avião a um problema clínico no piloto”, explica o major Henrique Rubens Balta de Oliveira, do Cenipa.

O Cenipa tem até o dia 3 de maio para emitir um relatório inicial, mas todo o processo de investigação pode levar até um ano para ser concluído. Enquanto isso, a Esquadrilha da Fumaça está com as atividades temporariamente suspensas, segundo o comandante-líder do grupo, tenente-coronel José Aguinaldo de Moura, e o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.

Desde 1982, quando a Esquadrilha passou a utilizar os aviões T-27, conhecidos como Tucano, o acidente ocorrido em Lages foi o segundo fatal. Por coincidência, o primeiro havia sido também em Santa Catarina, no dia 1º de maio de 1995, em Rio Negrinho, no Planalto Norte, com a morte do capitão Cláudio Gonçalves Gamba, de 31 anos.


AN.com.br

Continental Airlines e All Nippon Airways iniciam voos em codeshare entre os EUA e o Japão





A Continental Airlines, quinta maior companhia aérea do mundo, firmou acordo de codeshare com a All Nippon Airways (ANA) para as rotas entre os Estados Unidos e o Japão, que teve início dia 28 de março. Esta será a primeira vez que a Continental Airlines implementa um acordo de codeshare com uma companhia aérea japonesa.

Através do acordo, as viagens entre os Estados Unidos e o Japão serão muito mais convenientes para os clientes da Continental Airlines e da ANA. Os passageiros americanos terão acesso aos voos da ANA através dos voos da Continental Airlines. Voos da Continental para pontos de entrada incluindo Los Angeles, São Francisco e Chicago oferecem conexões com os voos da ANA que partem para o Japão. Além disso, também serão oferecidas conexões entre os voos da Continental partindo de Houston e Nova York/Newark para Tóquio/Narita com os voos da ANA para outros destinos no Japão, como Nagoya, Osaka, Fukuoka e Okinawa.

TG Online

Avião faz pouso forçado em rodovia da Austrália

Local estava lotado de carros que viajavam durante a Páscoa; não houve feridos.

Um avião monomotor fez um pouso forçado em uma movimentada estrada da Tasmânia, na Austrália, neste domingo (4). Apesar dos danos à aeronave, não houve vítimas no incidente.

O jovem piloto, de apenas 18 anos, foi obrigado a pousar na rodovia após problemas mecânicos em seu avião. O local estava cheio, pois as pessoas aproveitavam o domingo de Páscoa para viajar com a família.

O Departamento de Aviação Civil da Austrália vai investigar as causas do acidente.

R7

Pilotos a Caminho do caça ‘Top Gun’

Mais um curso de  pilotos arrancou no final de Março na esquadra de Beja. Sete pilotos estreiam-se a voar no Alphajet, um avião a jacto usado na instrução de pilotos em vários países ocidentais
Mais um curso de pilotos arrancou no final de Março na esquadra de Beja. Sete pilotos estreiam-se a voar no Alphajet, um avião a jato usado na instrução de pilotos em vários países ocidentais.

Força Aérea – Os Militares dos Aviões de Combate

São a elite da Força Aérea. Só os melhores pilotos chegam ao caça F-16, após um difícil processo de formação. Entre os candidatos há uma mulher.

Sentada no cockpit do Alphajet, a alferes Joana Marques deixa escapar um desabafo. "É a primeira vez que me sento no lugar da frente", diz com um sorriso a piloto da Força Aérea Portuguesa, que ainda só voou no aparelho usado pelos Asas de Portugal à ‘boleia' do instrutor. Em breve, terá de conhecer ao pormenor todas as características do avião. É o primeiro dia do curso que ela e outros seis pilotos iniciaram na Base Aérea de Beja.

O objectivo final só está ao alcance dos melhores: Fazer parte de uma das duas esquadras de F-16, os caças de combate supersónicos que asseguram a defesa do espaço aéreo português.

O caminho para chegar ao avião de topo é longo e difícil. O de Joana, de 23 anos, começou ainda na escola secundária, em Évora, quando escolheu o queria ser no futuro: Piloto da Força Aérea. "Decidi que queira pilotar aviões, e nunca pus a hipótese de entrar na aviação civil. Agrada-me a parte militar da disciplina e do rigor, aliadas ao exercício físico". Em 2004 entrou na Academia da Força Aérea, onde completou o curso de piloto-aviador em 2008. Depois rumou ao Brasil, onde completou o tirocínio - a primeira qualificação num avião, neste caso o Tucano T27, de fabrico brasileiro - entre Julho e Dezembro de 2009. "Fiz o curso onde participavam mais quatro mulheres, mas eu era a única portuguesa. Lá como cá, nunca senti qualquer diferença de tratamento por ser mulher", conta. Joana pensava em prosseguir a carreira militar em aviões de transporte, mas a avaliação que fizeram das suas aptidões conduziu-a para os jactos de combate. "Não é o que tinha planeado, mas sabemos que a escolha não passa só por nós. Mas prometo dar tudo o que tenho para ser bem sucedida". Se conseguir ficar entre os melhores do curso, a alferes poderá mesmo tornar-se na primeira portuguesa a pilotar um caça F-16.

Também foi no Brasil que os alferes David Quina e Filipe Oliveira - ambos colegas de curso de Joana na Academia - completaram o tirocínio. Os três voltam a encontrar-se em Beja, onde começam a aprender como se pilota um avião de combate.

O capitão Ricardo Ribeiro - que, com mais de duas mil horas de voo, é o militar com mais experiência no Alphajet - é um dos instrutores do curso que decorre na base de Beja, na Esquadra 103, conhecida pela alcunha de ‘Caracóis'. Explica as etapas que os alunos ainda terão de ultrapassar: "Primeiro, terão de completar o curso de qualificação para o Alphajet, que dura até meados de Junho. De seguida, têm pela frente o curso de conversão de pilotagem em aviões de combate, que lhes permitirá aprender todas as manobras em ataques contra outros aviões ou contra alvos em terra. A formação dos sete pilotos - aos quais ainda se poderão juntar mais militares que completaram recentemente o tirocínio - deverá estar completa no Verão. Só depois os pilotos poderão aspirar a passar para o F-16, para o qual também têm de fazer um curso de qualificação".

Filipe Oliveira, de 25 anos, é de Bragança. Sempre quis ser piloto, até por influência familiar: "O meu pai e um dos meus tios foram pilotos militares e sempre tive um fascínio por aviões", conta. Ainda chegou a estudar Engenharia de Comunicações, mas trocou tudo pelo sonho de voar. "Sempre quis chegar ao F-16", confessa. O colega de curso David Quina também escolheu ser piloto "ainda quando era pequeno", mas contava comandar aviões de transporte quando completasse a formação, tal como Joana. Mas todos se dizem agora empenhados em chegar ao caça supersónico, capaz de voar duas vezes mais rápido do que o som.

ESQUADRAS DE ELITE

A Base Aérea de Monte Real é o destino mais ambicionado pelos pilotos a jacto. É aí que funcionam as duas esquadras de F-16 - cerca de 20 aviões - que asseguram a defesa aérea do País.

Os tenentes Diogo Bento, 25 anos, e João Matos, de 24, garantiram um lugar entre os ‘Falcões', o nome com que são conhecidos os elementos da Esquadra 201, mas ainda têm pela frente um exigente programa de formação até estarem habilitados a cumprir missões de combate. Ambos fizeram o tirocínio nos Estados Unidos, onde voaram aviões a jacto, mas o F-16 é uma experiência aparte: "A nível fisiológico, é completamente diferente. Até aos 7 G's [as forças gravitacionais sentidas dentro do cockpit, o que equivale a que o corpo passe a pesar sete vezes mais em determinadas manobras] ainda aguentamos com alguma facilidade, mas o F-16 chega a proporcionar forças de 9 G's", explica o piloto Diogo Bento, que já nos tempos em que estudava no secundário, em Santiago do Cacém, tinha como objectivo ingressar na Força Aérea.

João Matos é de Braga e partilha a mesma vontade de acrescentar o seu nome ao dos 32 pilotos portugueses que estão neste momento qualificados para voar com o F-16. "O curso tem três fases, a primeira é de qualificação para a aeronave, em que aprendemos todas as manobras do F-16, depois temos uma fase de formação para o combate e, finalmente, a qualificação para o tipo de missões que estão atribuídas ao avião. É muito exigente, voamos praticamente todos os dias e temos de estudar muitos manuais", explica o tenente João Matos.

A conversa é temperada pelo som ensurdecedor dos motores dos aviões que aterram na pista de Monte Real, perto de Leiria. "Para nós isto é música", diz com ar sorridente Diogo Bento. Os dois pilotos cumpriram já cerca de 30 horas de voo no F-16 e estão na segunda fase da formação, a qualificação inicial para missões de combate. Se tudo correr como previsto, acabarão a terceira fase no final deste ano. Nessa altura, ganharão a alcunha de voo, que fica para sempre. "São os colegas e os instrutores que escolhem o ‘nick', que pode resultar de algum episódio que tenha acontecido ou de uma característica da personalidade", explica Diogo Bento.

‘Maverick' e ‘Iceman' são ‘nicks' que ninguém esquece. São os nomes dos heróis de ‘Top Gun - Ases Indomáveis', o filme com Tom Cruise e Val Kilmer que o tenente João Matos já viu "não sei quantas vezes". Para ele, a realidade está cada vez mais perto da ficção.

MISSÃO A TEMPO INTEIRO

Para chegar ao topo é preciso espírito de sacrifício. Um avião de combate exige que pilotos conheçam todos os equipamentos e capacidades da máquina, o que obriga a longas horas de estudo. "Há muitos manuais para ler, quase todos em inglês, temos de estudar permanentemente", diz João Matos.

A preparação física é outro factor imprescindível num avião onde as forças G testam os limites do organismo. "Sente-se uma grande diferença em relação a qualquer outro avião. O F-16 é muito mais exigente em termos físicos", diz Diogo Bento.

Os dois tiveram de passar um teste numa máquina de centrifugação, na Holanda, para garantir que cumprem os requisitos. Sobra-lhes pouco tempo para a vida social – sinal disso mesmo é que todos os pilotos com quem falámos são solteiros.


ALERTA

A todo o momento, dois F-16 estão prontos para descolar de Monte Real em caso de ameaça. Entre o aviso de alerta e a descolagem dos aviões não passam mais de 15 minutos.

DOZE ANOS

A saída de pilotos para a aviação civil é um problema antigo. Neste momento, os militares são obrigados a permanecer nos quadros durante doze anos. Se saírem antes, têm de pagar a formação.
Correio da Manhã

Avião dos Miami Heat faz aterragem de emergência


O avião que transportava a equipa dos Miami Heat fez uma aterragem de emergência na madrugada deste domingo em Chicago devido ao mal estar de um piloto.

A equipe médica dos Miami Heat cuidaram do piloto, que apresentou coma diabético.

«O piloto está bem agora», revelou o porta-voz dos Miami Heat, Tim Donovan. A equipe regressava de um voo após derrotar os Minnesota Timberwolves por 97-84.

«Pessoal, rezem pelo nosso piloto, que está em coma. Deus abençoe este homem e a sua família», escreveu Dwyane Wade no Twitter.

Diário Digital

Viajar para os EUA mais difícil


Desde o atentado falhado do Natal, num voo de Amesterdão para Detroit, que os cidadãos de 14 países são obrigados a submeter-se a maiores medidas de segurança ao viajar para os EUA. A partir de agora, deixará de ser assim. Em vez disso, as autoridades terão em conta uma série de informações específicas de forma a seleccionar aqueles indivíduos que terão de ser sujeitos a mais controlo.

Por exemplo, se os serviços secretos obtiverem a informação de que um nigeriano, com idade de 22 a 32 anos, pode ser uma ameaça terrorista (era o caso de Umar Farouk, que se tentou explodir num avião da Northwest Airlines), os indivíduos que encaixem neste perfil "suspeito" vão passar por medidas de segurança reforçadas se viajarem para os EUA.

"Estas novas medidas utilizam informação em tempo real da ameaça, junto com múltiplas e aleatórias camadas de segurança, visíveis e invisíveis, para mais facilmente mitigar as ameaças terroristas sempre em evolução", disse a responsável pela Segurança Interna, Janet Napolitano. "A ameaça terrorista para a aviação global é um desafio partilhado e assegurar a segurança é uma responsabilidade partilhada", acrescentou.

Questões como a raça ou a religião podem ser usadas para identificar os passageiros que terão de se submeter a maior controlo, apesar das autoridades negarem que é discriminação. Estes dados podem contudo fazer parte da "informação fragmentária" que será usada para fazer a selecção, tal como países visitados recentemente ou fragmentos do nome.

Os responsáveis da segurança dos países de origem dos voos receberão a informação e estão obrigados a proceder a maior controlo no caso de alguém cumprir os requisitos. Os EUA vão testar o sistema e multar caso detectem falhas. Os passageiros vão começar a ver o reforço de segurança nos aeroportos, com medidas de filtragem no check-in, no embarque, detectores de explosivos ou até mesmo cães especializados.

DN

Monomotor faz pouso de emergência em rodovia de SP

Um avião monomotor fez um pouso de emergência na manhã desta quinta-feira no km 159 da rodovia José Marcelino de Almeida, em Barretos, a 418 km de São Paulo. De acordo com a Polícia Rodoviária da cidade, o avião teve uma pane mecânica e precisou pousar na rodovia.

Segundo a PRF, o problema foi resolvido em 20 minutos, com a chegada de um mecânico, e o tráfego não foi prejudicado. As duas pessoas que estavam na aeronave não se machucaram e retomaram o voo em seguida.

Terra

Como pagar menos para voar

Com mais linhas e companhias aéreas à disposição, passageiro deve pesquisar promoções.


NAVEGANTES - Voar é um verbo cada vez mais conjugado em Santa Catarina. Os quatro aeroportos administrados pela Infraero no Estado registraram crescimento recorde de 38,2% no primeiro bimestre. A explicação para o crescimento se resume a uma única palavra: concorrência.

Nunca a aviação regional teve tanto peso no país. Em fevereiro últimos números divulgados pela Infraero , 16 em cada 100 passageiros voaram em companhias de menor porte. O Aeroporto de Navegantes é o maior exemplo desse sucesso regional. Foi o segundo terminal do país com maior crescimento de embarques e desembarques em 2009 (50,1%). Só perdeu para Viracopos, em Campinas (210%).

– Em abril de 2009, a Azul começou a operar e forçou a concorrência. Quem estava voando por Curitiba ou Florianópolis, voltou a usar Navegantes – observou o superintendente do terminal de Navegantes, Marcos das Neves Souza.

O aeroporto do Vale agora tem opções para Guarulhos (SP), Congonhas (SP), Campinas, Porto Alegre, e, a partir de hoje, a Gol decola para o Aeroporto do Galeão (Rio de Janeiro).

– Santa Catarina reúne dois mercados importantes: a classe empresarial e a classe média voltada ao turismo – avalia o diretor de Marketing e Vendas da aérea, Evaristo de Paula.

Cinco das seis maiores companhias aéreas do país estão em Santa Catarina – a exceção é a Webjet. Com mais opções, quem pesquisa paga menos. Para quem não viaja a negócios e tem maior facilidade para encaixar datas e horários, existem estratégias que permitem comprar uma passagem aérea mais barata e, ao mesmo tempo, fugir de transtornos.

Compre bilhetes com antecedência e evite os horários movimentados

O conselho número um de especialistas para quem pode planejar a viagem é comprar os bilhetes com antecedência porque, quanto mais próximo do dia do voo, mais cara tende a ser a passagem. Outra advertência é optar por horários e dias da semana com menor movimento para fugir dos efeitos da tradicional lei da oferta e da procura. É aconselhável evitar os horários de quem embarca a trabalho, normalmente partindo no início da manhã e retornando no fim da tarde.

A curtíssimo prazo, para quem é atento ou tem sorte, também é possível encontrar pechinchas, principalmente na baixa temporada. A diretora da Associação Brasileira das Agências de Viagens (Abav), Carmen Marun, observa que as ofertas não têm uma periodicidade definida e, por isso, quem quiser aproveitá-las têm de ser rápido no mouse do computador (veja tabela à direita).
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Temos vagas: Agente de Aeroporto

Agente de Aeroporto





Dados da Empresa Contratante

Nome: Confidencial
Descrição Sumária: Transportes aéreos, comerciais de passageiros e cargas.
Ramo de Atividade: Transportes
Porte: Grande
Nacionalidade: Brasileira
Qualificações da empresa:
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Tempo de cadastro na Catho:
Tempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na Catho Empresa com até 6 meses de cadastro.
Tempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na Catho Empresa com 6 a 12 meses de cadastro.
Tempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na Catho Empresa com mais de 1 ano de cadastro.
Vagas anunciadas na Catho nos últimos 6 meses:
Vagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 meses Empresa com até 10 vagas.
Vagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 meses Empresa com até 50 vagas.
Vagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 meses Empresa com mais de 50 vagas.
Tempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na CathoTempo de cadastro na Catho Empresa com 3 anos e 6 meses de cadastro.
Vagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 mesesVagas anunciadas na Catho nos últimos 6 meses Empresa com até 10 vagas.
Já contratou candidatos para outras vagas anunciadas na Catho.


Dados da Vaga

Título da vaga:

Agente de Aeroporto

Data de entrada: 31.03.2010
Quantidade: 2 vagas
Descrição da vaga:
  • Deverá assistir nas atividades operacionais da gerência do aeroporto, seja nas áreas de loja, check-in, despacho e bagagem, realizando o atendimento aos passageiros de forma pró-ativa, visando garantir a eficiência e a qualidade dos serviços prestados aos clientes.
  • Ensino Médio completo.
Observações:
  • Salário: R$ 972,52
  • Regime de contratação: CLT (Efetivo)
  • Horário: 06h00 horas por escala (6x1).
  • Informações adicionais: Local de trabalho: Aeroporto de Confins – MG.
Faixa Salarial: De R$ 501,00 a R$ 1.000,00
Idiomas: Inglês (Fluente)
Áreas Profissionais: Aviação/ Aeronáutica, Hotelaria/ Turismo
Níveis Hierárquicos: Profissional com ensino médio/profissionalizante
Cidades:
  • CONFINS - MG (2 vagas)

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Viva Macau não garante capacidade financeira para pagar empréstimo do Governo


Macau, China, 04 abr (Lusa) - A Viva Macau, companhia a quem as autoridades retiraram recentemente a licença de operador de serviços aéreos, diz não poder garantir "capacidade financeira" para pagar o empréstimo feito pelo Governo e pondera processar o executivo.

O Executivo de Macau fez um empréstimo de 200 milhões de patacas (cerca de 18,1 milhões de euros) à Viva Macau, por esta apresentar dificuldades financeiras, numa altura em que estava a negociar com investidores estrangeiros, que pretendiam entrar no seu capital.

Apesar de ter recebido o dinheiro do Executivo, a Viva Macau, segundo nota oficial, deu apenas ao Governo "dados resumidos sem mencionar especificamente quaisquer investimentos".

Diário de Notícias

Falha em válvula pode ter obrigado helicóptero da PM a pousar em Florianópolis

Aterrissagem preventiva foi em um campo de futebol do bairro Itacorubi.


Aeronave é do modelo Esquilo, fabricada em 1983 - Ricardo Duarte

Aeronave é do modelo Esquilo, fabricada em 1983
Foto:Ricardo Duarte

Correção: Das 21h45min de domingo à 1h de segunda-feira, este site informou equivocadamente que o defeito que obrigou o helicóptero da PM a fazer um pouso preventivo em Florianópolis poderia ter sido causado pela alta velocidade. Na verdade, segundo o comandante do Batalhão de Aviação da PM, tenente-major Milton Kern Pinto, houve uma falha em uma válvula, sem relação com a velocidade da aeronave. O texto foi corrigido.

O problema no helicóptero Águia 2, da Polícia Militar, pode estar ligado à falha em um válvula que controla a entrada de ar no motor, permitindo a combustão. A aeronave fez um pouso forçado na tarde deste domingo em Florianópolis quando atendia a uma ocorrência no Morro do Quilombo, no bairro Itacorubi, região central da cidade.
Diário Catarinense

Campeão de skysurf é estrela da série 'Queda livre', que estreia no canal Infinito

Sabiá voou no Rio: emoção nas alturas (foto: divulgação)

RIO - Luiz Henrique Santos, o Sabiá, é paraquedista e campeão do mundo em skysurf. E é ele quem protagoniza a série "Queda livre", que estreia nesta segunda, dia 5, no canal Infinito, às 18h. Nos cinco episódios, ele vive aventuras radicais Brasil afora. No primeiro, faz um voo de avião... seguido de um salto de um edifício.

(Veja aqui um trecho do programa)

O GLOBO: Você já pensava em ter um programa d

e TV?

SABIÁ: Não. Já tive algumas propostas de algumas emissoras, mas nesse formato, quando surgiu o convite, foi uma surpresa mesmo.

Quais os episódios mais bacanas?

SABIÁ: São Paulo e Rio têm essa magia de metrópole, o visual... No Rio, voei em volta do Cristo Redentor, foi uma ligação muito forte. E o de São Paulo foi o mais sofrido para ser feito!

O Globo

Aeronáutica investiga queda de avião da Esquadrilha da Fumaça em SC

Não há prazo para conclusão do inquérito sobre causas do acidente.
Aeronave caiu durante apresentação; piloto morreu na hora.


O Comando da Aeronáutica investiga as causas da queda de um avião da Esquadrilha da Fumaça, na sexta-feira (2), em Lages (SC). De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, não há prazo para a conclusão do inquérito.

Ainda segundo a Aeronáutica, o corpo do piloto, que morreu no local, foi levado para a cidade de Pirassununga (SP), onde ocorre o velório. Ainda neste sábado (3), o corpo deve seguir para Fortaleza, cidade natal dos pais do piloto, onde será enterrado.

As duas apresentações da Esquadrilha da Fumaça, que aconteceriam neste fim de semana em São José dos Pinhais (PR) e Londrina (PR), estão canceladas, de acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica. Nos próximos dias, a Esquadrilha deve determinar quando retoma seu calendário normal.

Acidente

A aeronave caiu durante uma apresentação em comemoração ao aniversário do Aeroporto Federal de Lages, no estado de Santa Catarina. O piloto morreu no acidente. O soldado Varela, do Corpo de Bombeiros de Lages, disse ao G1 que o acidente ocorreu por volta de 17h e não deixou outros feridos.

O presidente do aeroclube, Ibanor Giovani Peruzzo, disse ao G1 que o local permanece interditado para que os peritos investiguem as causas do acidente. "Caiu no meio de uma manobra, não sei dizer o motivo porque ainda está em investigação. Ele bateu contra o solo, perto da pista. Como o avião caiu dentro da área do aeroporto, vamos deixar o local interditado", afirmou.

G1

Piloto é dado como morto após queda de avião no mar de Omã


A Marinha americana anunciou neste sábado que encerrou as buscas por um piloto desaparecido, que foi declarado morto depois da queda na quarta-feira de um avião radar americano no Mar de Omã

"A Marinha suspendeu as buscas em 2 de abril. O piloto desaparecido foi declarado morto", afirmou a V Frota americana, com sede de Bahrein, em comunicado.

O avião de tipo E-2C Hawkeye, que retornava de uma missão no Afeganistão, caiu no Mar de Omã na quarta-feira devido a problemas mecânicos, segundo a V Frota. As três outras pessoas que estavam a bordo foram resgatadas.

AFP

Senti o calor da explosão, diz testemunha de queda de avião

Avião caiu durante apresentação da Esquadrilha da Fumaça em Lages, a 200 km de Florianópolis Foto: Onéris Lopes/Divulgação

Avião caiu durante apresentação da Esquadrilha da Fumaça em Lages, a 200 km de Florianópolis.

O avião Tucano T-27 da Esquadrilha da Fumaça que caiu durante apresentação na tarde desta sexta-feira em Lages (SC) provocou pânico no público que assistia às acrobacias. O desastre matou o capitão Anderson Amaro Fernandes, piloto que atuava há quatro anos na Esquadrilha da Fumaça, mas poderia ter feito mais vítimas, segundo a dona de casa Maria José Teixeira Ciofi, 63 anos, uma das testemunhas.

Maria José, que estava com dois netos, disse que o avião não atingiu a plateia por muito pouco. "Passou perto. Ouvimos um barulho terrível e senti um calor muito forte depois que ele caiu", afirmou. "Sempre vou rezar para este piloto, pois acho que ele evitou que a tragédia fosse maior". Na opinião de Maria José, em seus últimos segundos de vida, Fernandes teve a preocupação de afastar o avião do público.

Um piloto da Base Aérea de Florianópolis que preferiu não se identificar destacou que Fernandes poderia ter ejetado da cabine instantes antes, mas que tal procedimento poderia causar uma tragédia ainda maior. Desgovernado, o avião poderia atingir o público. "Acredito que ele ainda tentou num último instante aterrissar de barriga, mas com a velocidade da aeronave isso era impossível", disse.

O capitão atuava há quatro anos na Esquadrilha da Fumaça e se aposentaria do chamado Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) da Força Aérea Brasileira (FAB) ao final deste ano. Natural do Ceará, o oficial era um dos mais experientes da Esquadrilha da Fumaça e contabilizava mais de 200 apresentações, com 3,7 mil horas de voo.

A apresentação fazia parte das comemorações dos 68 anos do AeroLages (Aeroclube de Lages), um dos mais tradicionais do Estado, e era presenciada por cerca de 10 mil pessoas. A aeronave caiu entre a cabeceira da pista e uma rua secundária, a menos de 200 metros de onde estava o público.

O "fumaceiro" número sete, pilotado pela vítima, é o que realiza as acrobacias mais arriscadas. Ele realizou a "estol de badalo", seguido de um parafuo e lancevak isolado. Na manobra, faz uma descida e logo uma subida vertical, desce então em parafuso com o nariz para baixo, simulando uma queda. Ao se recuperar, gira sobre treis eixos de voo e encerra com um rasante. Justamente no último trecho, o capitão acabou se chocando ao solo.

A Aeronáutica abriu uma investigação para apurar as causas do acidente.

Outro caso
O mesmo local do desastre desta sexta-feira foi palco de um dos maiores acidentes aéreos já registrados em Santa Catarina. Dois aviões do Aeroclube de Lages se chocaram no ar matando onze pessoas no dia 18 de maio de 1997. Na ocasião, uma mulher que estava em solo morreu de parada cardíaca logo após presenciar a colisão.

Terra

Anac tem 3 diretorias vagas e não pode tomar decisões importantes, prejudicando setor aéreo


BRASÍLIA - Orgão regulador do setor aéreo - um dos principais nós da infraestrutura do Brasil da Copa e dos Jogos Olímpicos -, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não pode tomar decisões importantes por falta de quórum. Dos cinco cargos de comando, incluindo a presidência, três que respondem por áreas estratégicas - as diretorias de regulação econômica, de operações e de infraestrutura aeroportuária - estão vagos. A indicação dos nomes está parada na Casa Civil, repetindo o cenário de esvaziamento da agência três anos depois do apagão aéreo. É o que mostra a reportagem da jornalista Geralda Doca, publicada neste domingo no jornal O GLOBO (clique aqui e veja a matéria na íntegra no GLOBO DIGITAL).

Você acha que o esvaziamento da Anac compromete o transporte aéreo no país? Opine

Embora o dia a dia da instituição não seja prejudicado porque há uma estrutura em funcionamento, especialistas alertam que o trabalho da agência ficará comprometido, principalmente na tomada de decisões para melhorar e ampliar o sistema aeroportuário, foco do trabalho daqui em diante.

Dentro de dois meses, o BNDES entrega o diagnóstico completo do setor, com propostas de políticas para 2014, 2020 e 2030 - o que vai exigir da agência forte atuação na reorganização do sistema. Falta definir padrões de qualidade de atendimento aos usuários, o que vai orientar o trabalho da autoridade aeroportuária, às vésperas de ser criada pelo governo, com o intuito de melhorar o conforto dos passageiros nos aeroportos, reduzindo filas e o mau uso dos fingers (as "vagas" de aviões nos terminais) pelas empresas.

Sobram ainda como pendências os desdobramentos do processo de concessão aeroportuária, como preparar os editais de licitação - o governo mantém a disposição de privatizar a administração de vários terminais. Em outra frente que precisa de acompanhamento da Anac, em junho entram em vigor as novas regras de atendimento aos passageiros em casos de atrasos, cancelamentos de voos e overbooking (venda de bilhetes acima da capacidade da aeronave).

Segundo Elton Fernandes, professor de Engenharia de Transportes da Coppe-UFRJ, o vazio no órgão regulador, pela segunda vez num período curto, mostra o descaso com que o governo tem tratado os aeroportos do país - o maior gargalo do setor:

- O transporte aéreo tem sido relegado a um segundo plano em termos de investimento. Não falta dinheiro, pois o setor é um gerador significativo de recursos. Falta ação.

Ronaldo Seroa da Motta, que deixou a diretoria da Anac em agosto do ano passado, afirma que a agência cumpriu só parte do seu papel:

- A regulação dos aeroportos é uma lacuna da direção da Anac.

Para a presidente da Anac, Solange Vieira, cujo mandato termina em dez meses, a diretoria incompleta do órgão não é problema, por ser condição temporária.

- A Ana está preparada para funcionar sozinha - afirmou Solange.

O Globo



Avião da Esquadrilha da Fumaça cai durante show e piloto morre



Um avião da Esquadrilha da Fumaça da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu no final da tarde de sexta-feira em Lages, Santa Catarina. O piloto, capitão Anderson Amaro Fernandes, 33 anos, morreu na hora. Este foi o primeiro acidente da história da Esquadrilha da Fumaça, considerada a melhor do mundo. Ninguém do público foi ferido.

O avião se apresentava por volta das 17h com outras seis aeronaves para a população da cidade. A aeronave, modelo Tucano T-27, chocou-se com a lateral da pista durante uma manobra cerca de 20 minutos depois do início do show aéreo, segundo contaram testemunhas. Não havia no momento Corpo de Bombeiros. Os outros seis aviões desfizeram a formação aérea tão logo os pilotos viram o fogo e a fumaça.

Na avaliação de pilotos amadores que presenciaram a queda, a manobra que o capitão Amaro não conseguiu concluir era uma das mais simples da apresentação. A Esquadrilha da Fumaça se apresentava para homenagear o Aeroclube de Lages, que completa 68 anos.

Investigação

Em nota, o Comando da Aeronáutica lamentou a morte do piloto e disse que já iniciou as investigações para identificar os fatores que contribuíram para o acidente.

Nascido em Fortaleza-CE, Fernandes ingressou na Força Aérea em 1996, na EPCAR, sendo declarado Aspirante-a-Oficial em 2000. Realizou os seguintes cursos: Ala da Aviação de Ataque, Instrutor de Vôo, Tráfego Aéreo Internacional e Líder de Esquadrilha na aeronave T-27. Atualmente ele era o Chefe da Subseção de Patrimônio.

Veja o vídeo:

21:56 - 02/04/2010

JB Online