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sexta-feira, 25 de março de 2011

75 anos e contando (por Gianfranco Beting )


Quando o lendário presidente da American Airlines, Cyrus Rowlett ("C.R.") Smith encomendou este avião, ele não sabia que não tinha dinheiro para honrar o pedido. E só conseguiu levantar um empréstimo com um velho amigo, na base do favor pessoal. Não fosse assim, talvez este avião não tivesse celebrado agora, em 17 de dezembro de 2010, 75 anos de voo. Desde que iniciou operações, em 25 de junho de 1936, voando entre Chicago e Newark, nunca mais parou. Voa regularmente, comercialmente desde então. Duvido que outro veículo de transporte comercial tenha permanecido tanto tempo em serviço regular ativo, independentemente do tipo ou setor.

Mas estamos falando de uma máquina única, universalmente conhecida, respeitada. Inimitável. Ele foi o primeiro e era então o maior. Nas décadas seguintes, seria também o Salvador da Pátria, o pau-para-toda-obra, o Patinho Feio, ou simplesmente um velho cargueiro vazando óleo.

Para muitos, foi o mais belo avião já construído. Para outros tantos pilotos, mecânicos, comissários e passageiros em todo o mundo, foi uma mãe, uma escola, um meio de ganhar a vida. Literalmente, em todo o mundo. Até hoje, passados mais de 75 anos, continua em serviço ativo e regular, pois mais de 300 voam nos quatro cantos do planeta, transportando passageiros e carga, em forças aéreas, empresas de carga, aeroclubes ou até como aeronaves particulares.

Antes de sua introdução em serviço, seguradoras não faziam apólices para usuários de transporte aéreo. Era mau negócio. Um ano após sua chegada, as seguradoras mudaram de ideia e começaram a vender bilhetes de seguros nos próprios aeroportos. Afinal, com sua entrada em serviço, o número de acidentes e fatalidades no transporte aéreo simplesmente despencou. Passou de 1 fatalidade a cada 11 milhões de milhas voadas para 1 fatalidade a cada 81 milhões de milhas voadas.

Nos três primeiros anos de sua carreira ou seja, entre 1936 e 1939, este avião pssou a dominar 90% de todo o tráfego aéreo regular no mundo. No período de 1936 a 1941, nos Estados Unidos, o tráfego aéreo cresceu nada menos que 265%, em boa medida em função de sua introdução. Em 1939, as tarifas aéreas puderam ser reduzidas à metade do que custavam em 1935, graças à economia proporcionada por este notável avião.

Outro conceito que esta incrível aeronave trouxe foi o de padronização de frota. A American Airlines, que tinha nada menos que sete tipos distintos, substituiu todos eles por este único avião. E, ao final de 1941, operava nada menos que 67 máquinas idênticas. Com isto, padronizou treinamento, reduziu inventário de peças de reposição, aumentou o nível de conhecimento e proficiência dos profissionais encarregados de sua operação e, com tudo isto somado, viu-se em condições de se transformar na empresa aérea gigante que é até hoje.

Em 1944, ano em que a produção deste notável avião atingiu seu ápice, nada menos que 4.878 foram fabricados. No pico, uma nova aeronave a cada 34 minutos. Se somarmos os 11 mil produzidos nos Estados Unidos aos mais de 4 mil construídos sob licença na Rússia e outros quase 500 no Japão, ultrapassamos a casa de 15.500 aeronaves produzidas.

Com o fim da guerra, muitas destas aeronaves perderam a função de transporte militar. Podiam ser compradas, literalmente, às dúzias, por preços que variavam de 8 a 15 mil dólares. Em suas asas metálicas, centenas de novas empresas aéreas ganharam os céus.

No Brasil, foi exatamente assim. A explosão da aviação comercial no país aconteceu em função do grande número disponível destas maravilhosas, confiáveis, e robustas aeronaves. Com ela, decolaram empresas como a Sadia e a Real, apenas para citar duas das mais famosas.

O folclore que o cerca é tão extenso quanto sua longeva história. Dizem que até voar de marcha-a-ré foi capaz. A proeza teria ocorrido durante a Segunda Guerra. Um piloto militar norte-americano, voando em meio a mau tempo, perdido em meio à cordilheira do Himalaia, quando deu por si, descobriu estar em meio a um vale de onde não poderia sair voando. Desligou os motores, deixou os ventos predominantes "empurrarem" o avião de volta para a saída do vale. Fato ou balela, tanto faz. Uma história assim só faz sentido com um avião como "ele".

Em comparação com outras aeronaves de seu tempo, como o Boeing 247, Junkers 52, Lockheed 18 Lodestar, era fantasticamente avançado. Mas o tempo passou. Dezenas de avanços e novas tecnologias surgiram e rapidamente foram incorporadas a novos projetos. Nos anos seguintes, enquanto milhares de unidades operavam regular e seguramente mundo afora, surgiram dezenas de outros tipos que tentaram ser seus "herdeiros".

Muitos bradaram ser seus verdadeiros substitutos: Fokker 27, HS748, Herald, a lista é longa. O fato é que "ele" não teve, não tem, nem nunca terá substitutos.

Ninguém até hoje conseguiu aliar sua robustez, simplicidade de operação, capacidade de transporte de carga e passageiros. Voa devagar, a 240 km/h. Não é pressurizado e portanto, consegue voar, quanto muito, a 7.000m. Sobe a 1.130 pés por minuto, pesa vazio 8.300kg e leva de 21 a 32 passageiros. Era equipado originalmente com dois Wright R-1820 Cyclone e depois, com um par de Pratt & Whitney Twin Wasp. Ele foi o mais famoso avião de uma longa dinastia que começou com o modelo -1 e terminou com o designador -11, quando seu fabricante foi absorvido pela Boeing em 1997.

De que avião estamos falando? Você sabe. Mas, se não sabe, então isto me faz lembrar de uma história famosa entre músicos. Uma vez, um repórter perguntou a Louis Armstrong, trompetista e figura lendária da música norte-americana, uma questão tão curta quanto simples: "O que é jazz?"

A resposta foi igualmente curta e direta: "Se você tem que perguntar o que é jazz, então você nunca vai saber".

Gianfranco Beting

direto da pista

Boeings 747 da LUFTHANSA serão reformados


A Lufthansa vai reformar dez Boeings 747-400 entre abril e novembro deste ano. Ao todo a companhia possui 30 aeronaves B747-400 na frota. Com a reforma, a nova First Class será implantada e garantirá exclusividade e tranquilidade ainda maiores, pois passará a contar apenas com oito assentos, ao contrário dos atuais 16. Os passageiros Business e Economy Class também receberão um interior completamente reformulado. Os Boeings 747-400 servem atualmente a rota diária São Paulo-Frankfurt.
Na First Class do Boeing 747-400, os lugares nas janelas serão transformados em camas. Ou seja, na futura First Class cada passageiro terá à sua disposição não só um assento como também sua própria cama. As cortinas de isolamento sonoro, assim como o tapete que absorve os ruídos de passos no piso do corredor, proporcionarão a necessária tranquilidade.

O entretenimento de bordo individual nas – também novas – telas de 17 polegadas fará com que os passageiros relaxem. Além do interior, o padrão First Class inclui, ainda, artigos de conforto como cobertor e travesseiro climatizados e o kit de amenidades da Porsche Design com artigos cosméticos da La Mer.
A Business Class e a Economy Class do Boeing 747-400 também será reformuladas. A área de entrada terá novo design, os lavatórios foram renovados. Além disso, os passageiros Economy Class poderão montar seu próprio programa de entretenimento em sua tela individual. Graças aos encostos redesenhados e à ergonomia otimizada, a nova Economy Class oferecerá, ainda, cinco centímetros de espaço adicional individual e para as pernas.

direto da pista

TAM é condenada por submeter crianças a constrangimentos morais

A TAM Linhas Aéreas foi condenada pela Justiça Mineira a pagar R$ 21 mil a duas crianças por danos morais decorrentes de transtornos durante uma viagem. As crianças afirmaram que, durante a viagem de retorno, foram submetidas à exibição de filmes adultos nos monitores coletivos com cenas de nudez, sexo e uso de drogas.

As passageiras compraram passagens aéreas para o trecho São Paulo/Miami, sem escalas, para ser operada por uma aeronave com programação de áudio e vídeo. Porém, quatro dias antes da viagem, foram informadas, por e-mail, que o voo seria transferido para um avião menor e com escala em Manaus.

A empresa aérea contestou alegando que, mesmo com a mudança de avião, o serviço foi prestado nos moldes do contrato e que o pai das passageiras concordou com as mudanças.

O juiz responsável pelo caso se baseou no Código de Defesa do Consumidor e determinou que a TAM foi responsável e que, cabe à companhia demonstrar que não houve falha na prestação do serviço. No entanto, a empresa não apresentou provas documentais nem testemunhas.
desástres aéreos

TAM vende passagens aéreas em terminais rodoviários a partir desta quinta-feira




A TAM disponibilizou passagens aéreas nos terminais rodoviários a partir desta quinta-feira (24/03). A parceira da companhia será a Pássaro Marron, empresa de ônibus intermunicipal e interestadual que atende 50 cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Por outro lado, as franquias da TAM Viagens instaladas em todos os Estados brasileiros vão oferecer passagens de ônibus da Pássaro Marron combinadas com bilhetes aéreos.

A parceria terá, pelo menos, duas fases. Na primeira, a agência da Pássaro Marron no terminal rodoviário de São José dos Campos, venderá passagens aéreas e roteiros turísticos da TAM. Ao mesmo tempo, as lojas da TAM Viagens localizadas à Rua Augusta, em São Paulo, e à Avenida José Longo, em São José dos Campos, oferecerão bilhetes de ônibus da parceira. Após o período experimental de três meses, as duas companhias planejam estender a parceria para outros pontos de venda.

Em nota, a TAM informou que está em negociação com outras empresas de ônibus que operam em outras regiões do país. A idéia é aumentar a sua capilaridade e facilitar o acesso das classes emergentes às viagens aéreas em todo o país.

aeromagazine

Atenção aeronautas da TAM! Convocação para Assembleia Geral Extraordinária



O SNA convoca seus associados e não associados tripulantes da empresa TAM – Aviação Executiva e Táxi Aéreo S/A, para Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 31 de março de 2011, às 14h30 em primeira convocação e às 15h em segunda e última convocação na Subsede do SNA (Av. Washington Luiz, 6817/101 – Congonhas – São Paulo), para avaliarem e deliberarem sobre proposta de Acordo Coletivo Relativo ao PPR/2010 e PPR/2011.
sna

Atenção aeronautas da Vasp!


Proc. N° 005080/2000-66ª VT/RJ-ACP-(Reintegração/Extinção Contratual)

O Sindicato Nacional dos Aeronautas vem informar aos aeronautas da Viação Aérea São Paulo - Vasp, que foi deferido pelo M.M Juiz da 066ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, mais 30 dias de prazo para o fornecimento dos documentos anteriormente solicitados pela entidade sindical.

Sendo assim, solicitamos mais uma vez que os integrantes da lista abaixo não deixem de entrar em contato com o SNA se moveram ações particulares com os seguintes pedidos:
  • Saldos de salários do período compreendido entre 22.03.2000 (data do ajuizamento desta ação civil pública) ou da dispensa ilegal (nos casos que houve dispensa) e 07.10.2005;
  • Aviso prévio de trinta dias, com projeção no tempo de serviço;
  • Férias vencidas simples e proporcionais, todas acrescidas do adicional de 1/3;
  • 13º salários integrais e proporcionais;
  • Diferenças de FGTS;
  • Multa de 40% do FGTS;
  • Entrega de guias necessárias à movimentação do FGTS e ao requerimento de seguro desemprego;
  • Anotação de saída nas CTPS dos trabalhadores;

Se você possui ação com um dos pedidos acima e, especialmente, se nessa ação o advogado que lhe dá assistência profissional não é nenhum dos advogados contratados pelo SNA, entre em contato com o Sindicato a fim de evitarmos problemas e alegações futuras de duplicidade de objetos (pedidos), providenciando termo de renúncia expressa dos efeitos da sentença do processo acima, continuando exclusivamente com a sua ação individual (exclusão da ação do SNA).

O SNA esclarece ainda que, se a sua renúncia expressa não for entregue até o dia 18/04/2011, ou se não houver contato até a referida data, irá considerar uma renúncia tácita e providenciará a sua exclusão do processo da 66ª VT-RJ acima indicado.

Caso não consiga visualizar o informativo abaixo, clique aqui para baixá-lo em PDF no seu computador.


sna

Controlador aéreo dorme durante pouso de 2 aviões em Washington


O controlador aéreo que não respondeu aos contatos de dois aviões que tiveram de aterrissar por conta própria no aeroporto de Washington admitiu ter dormido durante os pousos, informou nesta quinta-feira o Conselho de Segurança de Transporte (NTSB) dos Estados Unidos.

"O controlador indicou que tinha dormido por um período de tempo durante seu turno. Ele trabalhava em seu quarto turno consecutivo noturno", assinalou o NTSB, encarregado da investigação, em comunicado.

A nota indica que as autoridades estão investigando questões relacionadas ao sono do controlador.

A informação é divulgada um dia depois que duas aeronaves comerciais - um Boeing 737 procedente de Miami, com 97 pessoas a bordo e um Airbus vindo de Chicago com 68 pessoas - tiveram de aterrissar por conta própria diante do "silêncio" da torre de controle na madrugada de quarta-feira.

Os pilotos dos dois aviões tiveram de recorrer ao Terminal de Radar de Controle de Aproximação (Tracon), que se ocupa dos aviões em voo, mas não está encarregado de administrar os pousos e decolagens, responsabilidade atribuída às torres de controle.

O diretor da Administração de Aviação Federal (FAA), Randy Babbitt, havia dito mais cedo que as autoridades decidiram suspender o controlador aéreo de suas tarefas e iriam investigar a fundo o ocorrido pela segurança dos passageiros.

O NTSB informou que o controlador tem mais de 20 anos de experiência, 17 deles no Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington D.C.

"Como antigo piloto aéreo, me sinto pessoalmente enfurecido de que este controlador não assumiu sua responsabilidade de auxiliar o pouso destes aviões. Felizmente, em nenhum momento os aviões estiveram fora de contato por radar e nossos sistemas de apoio funcionaram para assegurar a aterrissagem segura", acrescentou.

Previamente, o secretário de Transportes dos EUA, Ray LaHood, tinha determinado a nomeação de um segundo controlador aéreo no Aeroporto Ronald Reagan de Washington, após o incidente com os dois aviões nesta quarta-feira.


"Não é aceitável ter só um controlador na torre administrando o tráfego aéreo nesta zona crítica", explicou LaHood em comunicado.
terra

Compra de aviões particulares dobra no Brasil em três anos

Queda de 35% no preço dos aviões usados e desvalorização cambial resultam no melhor ano dessa indústria no País.

O que o advogado Cássio Telles, de Pato Branco, cidade de 70 mil habitantes no interior do Paraná, tem em comum com os empresários Michael Klein, dono da Casas Bahia, Eike Batista, do grupo EBX, e Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza? Um avião particular a sua disposição. A frota de empresas e pessoas físicas no Brasil aumentou em 652 novas aeronaves no ano passado, o dobro do registrado em 2008, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Ao todo, o País conta hoje com 7.837 aeronaves particulares.

Telles é apaixonado por aviação desde criança. Em vez de brincar de carrinho, ele gostava de miniaturas de avião. O sonho de pilotar se tornou realidade no ano 2000, quando tirou o brevê. Dois anos depois, o advogado comprou o seu primeiro avião. De lá para cá, trocou de modelo duas vezes e hoje é dono de um monomotor RV-7, da fabricante americana Van’s.

Se não tivesse seu monomotor, Telles não poderia viajar apenas de avião. A cidade onde vive tem aeroporto, mas não recebe voos comerciais. Apesar de usar seu avião principalmente como hobby, o advogado viaja a trabalho ao menos uma vez por mês com o avião. Pelo ar, ele economiza quase quatro horas para chegar até a capital Curitiba, por exemplo. “Se o clima colaborar, vou de avião sempre”, afirma Telles.

Agilidade e flexibilidade nas viagens a trabalho são as principais razões para empresas e pessoas físicas comprarem uma aeronave, de acordo com revendedores consultados pelo iG. A maioria dos proprietários costuma fazer viagens constantes até cidades onde não há rotas diárias. O custo-benefício de não enfrentar a espera por check-in e a fila de embarque nos aeroportos também entra na conta. “Eles precisam chegar e sair rápido de lugares em que nem sempre há voos regulares”, afirma Leonardo Fiuza, diretor comercial da TAM Aviação Executiva. Hoje, as companhias aéreas voam para cerca de 130 cidades, mas há cerca de 3.000 pistas homologadas para pousos e decolagens.



“Existem cidades que recebem um voo por dia, uma vez por semana. Quem faz uma reunião e precisa esperar até o dia seguinte para voltar tem muitas horas improdutivas. O tomador de decisões não dispõe desse tempo para ficar ocioso em uma conexão desnecessária”, diz Francisco Lyra, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag).

Os aviões particulares também ganham força entre as companhias que atuam em diversas cidades ao longo do território brasileiro, como varejistas e bancos. Com mais de 500 lojas espalhadas em dez Estados do País, a Casas Bahia foi uma das empresas que investiu em frota própria. A empresa tem dois hangares no aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, com pelo menos três aviões – entre eles um jato executivo Challenger 605 -, além de três helicópteros.

A lista de companhias que contam com aeronaves particulares é extensa. Segundo revendedores consultados pelo iG, empresas como Pernambucanas, Riachuelo, AmBev, Marfrig, Friboi, Petrobras, Brasil Foods, Odebrecht, Vale, Camargo Corrêa, Bradesco e Itaú contam com as facilidades de jatos e helicópteros como meio de transporte para seus executivos.

Para Cássio Polli, diretor da Aerie Aviação Executiva, cerca de 95% das aeronaves particulares compradas hoje no Brasil têm como foco o uso para negócios. Seu mais novo cliente fechou a compra de um jato Hawker 850 XP, que tem capacidade de transportar até nove passageiros, por US$ 8 milhões. “Ele tem uma rede de 400 lojas no Brasil e chega a visitar seis cidades em um único dia. Com esse jato, ele poderá sair do Nordeste e ir até Porto Alegre, Rio Branco e Boa Vista sem fazer escalas”, diz Polli, que prefere manter em sigilo o nome do comprador.

Foto: Divulgação Ampliar

Polli, da Aerie: 2011 deve ser o melhor ano para a companhia

Frota particular é maior do que a das companhias aéreas

Os números mostram que o crescimento da aviação executiva no País é uma realidade. Entre 2008 e 2010, os novos registros de aeronaves TPP – prefixo usado para os modelos de uso privado (que vão de helicópteros a jatos) – cresceram 76%, segundo dados da Agência Anac. Entre 2009 e 2010, a expansão foi um pouco menor, mas ainda impõe respeito: de 50%.

Somente no ano passado, 652 aeronaves foram registradas para uso privado no País. O número de 2010 já supera o total de aeronaves das tradicionais companhias aéreas brasileiras, cuja frota é de 619 aviões, segundo a Anac.

As perspectivas para o mercado brasileiro no médio prazo também são otimistas. Segundo representantes do setor, a indústria mundial de aeronaves deve produzir cerca de 11 mil aviões nos próximos 10 anos, sendo que 4% da demanda mundial deve ser concentrada no Brasil.

Quando consideradas as aeronaves das companhias de táxi aéreo e fretadas, o crescimento da aviação executiva é ainda maior: em 2010, foram 75 novos aviões registrados, com frota total de 1534 aeronaves. “Se fossemos uma companhia aérea, seríamos a maior do Brasil”, diz Lyra, da Abag.

Para este ano, as revendedoras estão otimistas. A Aerie Aviação Executiva espera fechar a venda de 15 aviões em 2011, crescimento de praticamente 100% com relação ao ano passado. Caso o número se confirme, será o melhor ano em volume de vendas para a companhia, superando o patamar de 14 aeronaves alcançado em 2008.

“O mercado retomou o crescimento no fim do ano para cá, no período pós-eleição”, explica Polli. Ele diz que a demanda por novas aeronaves estava represada pela crise mundial – estourada, nos Estados Unidos, em setembro de 2008 - e pelas indefinições com relação às eleições. “Muitos empresários seguraram a intenção de compra nesse período”, afirma.

Importação de modelos usados

Foto: Divulgação/Glenio Campregher Ampliar

Hangar da Algar Aviation: mercado promissor no Brasil

A compra de aeronaves por brasileiros ficou mais fácil nos últimos anos pela desvalorização do dólar, moeda que baliza os contratos, e por reflexos da crise econômica internacional. Em uma pesquisa no site de classificados FlightMarket é possível encontrar 90 modelos anunciados, com preços entre R$ 105 mil e R$ 8,1 milhões.

Os modelos usados ganharam relevância no setor brasileiro. Muitas empresas estrangeiras tiveram que se desfazer de ativos para enfrentar a crise e passaram a oferecer aviões seminovos por preços competitivos.

O percentual de aeronaves usadas vendidas na TAM Aviação Executiva, por exemplo, pulou de 15% para 40% nesse período, segundo Fiuza. A companhia vende, em média, 70 unidades de aviões e helicópteros por ano. O deságio de um modelo com um ano de uso chega a 35% atualmente, o triplo do desconto oferecido por um avião com a mesma idade antes da crise econômica.

A chegada das aeronaves usadas ao Brasil aquece os serviços de manutenção. Enquanto as áreas de vendas e fretamentos de aviões da Algar Aviation sofreram quedas nas vendas com a crise, a unidade de manutenção continuou a crescer. “Ninguém voa em uma aeronave usada sem antes fazer uma revisão. E a cada 150 horas de voos precisa fazer uma manutenção”, Rogério Montalvão, diretor-presidente da holding Algar.

Uma alternativa

Para os empresários que não dispõem de recursos para comprar uma aeronave – ou não consideram a compra vantajosa no plano de negócios -, o mercado oferece outras opções à aviação comercial: os voos fretados.

O perfil do cliente do fretado é o mesmo dos compradores de aviões: empresas que querem comodidade e agilidade nas viagens de seus executivos. “A diferença é que essas companhias, em geral, não estão dispostas a imobilizar recursos para comprar um avião”, afirma Montalvão.

Os preços dos fretamentos foram favorecidos pela queda do dólar e do barril de petróleo no ano passado. O custo para fretar um jato é de cerca de R$ 15 por quilômetro. Assim, o trecho de Uberlândia para Belo Horizonte, por exemplo, sai por R$ 16 mil. Com o aquecimento a economia brasileira, a Algar Aviation espera uma elevação de 20% nos fretamentos e uma estabilidade nos preços, exceto se a cotação do barril de petróleo disparar. “Aí os preços vão subir em todo o mercado”, diz Montalvão.

ig

Após caos aéreo, Barrichello se diz feliz por estar na Austrália


Rubens Barrichello afirmou que ficou aliviado em chegar à Austrália após uma conturbada viagem até o país que vai abrir a temporada 2011 de F-1.

O piloto embarcaria no aeroporto de Buenos Aires, na Argentina, mas todos os voos acabaram sendo cancelados por conta de um problema no sistema de comunicação.

Por isso, Barrichello decidiu viajar de barco até o Uruguai, pouco antes de ser avisado que o aeroporto argentino voltaria a operar menos de 24 horas depois de seu fechamento. No fim das contas, Rubens retornou à capital portenha e seu avião deixou o aeroporto com um atraso de 15 horas.

“Finalmente cheguei aqui (na Austrália). Eles (funcionários do aeroporto argentino) disseram que houve um problema com o sistema de rádio da torre de controle, sendo que a minha intenção era voar com meu avião até a Argentina e, de lá, pegar um voo comercial da Qantas. Eu já estava dentro do avião quando nos avisaram que precisaríamos sair e foi aí que percebi o tamanho da encrenca”, declarou.

Apesar dos atrasos, Barrichello manteve o bom humor e garantiu que viajaria até a Austrália de qualquer maneira.

“Eu jamais perderia essa corrida, nem que para isso eu precisasse chegar aqui nadando”, finalizou.

quatrorodas

Emirados Árabes Unidos confirma envio de 12 caças F-16 para missões na Líbia

Caças F-16E/F partiram dos Emirados para a Itália, em apoio as forças da coalisão na Líbia. (Foto: Jake Melampy)

Os Emirados Árabes Unidos irão enviar 12 caças para apoiar a coalizão internacional com a missão de proteger a população civil de ataques das forças de Kadhafi na Líbia.

Os Emirados Árabes Unidos serão o segundo país árabe a enviar aeronaves para o apoio à coalizão após o Catar ter enviado caças Mirage 2000 e aeronaves de transporte para uma das bases aéreas no Mediterrâneo.

As operações militares na Líbia estão sendo conduzidas por 13 nações até o momento, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Canadá, França e Bélgica. As aeronaves da forças conjuntas já realizaram mais de 300 surtidas sobre o norte da África e dispararam mais de 162 mísseis Tomahawk na missão das Nações Unidas.

cavok

Infraero quer PPP em obra de terminal de Cumbica


A Infraero está com todos os estudos prontos para a construção do terceiro terminal no aeroporto de Cumbica (SP), por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). O presidente da estatal, Gustavo do Vale, que tomou posse ontem, informou que está aguardando a nomeação do ministro da nova Secretaria da Aviação para encaminhar a proposta de contratação de uma empresa especializada na montagem de PPP.

Pelo cronograma da Infraero, essa empresa teria até outubro para entregar os subsídios técnicos e jurídicos que vão viabilizar a licitação da obra para concessão. A licitação deve ocorrer no início de 2012. Trata-se de investimento estimado em R$ 1,5 bilhão. A empresa que vencer, além de construir o terceiro terminal, poderá explorar a parte comercial da área.

"Queremos estar com esse projeto na rua assim que o ministro chegar", disse Vale. Se o modelo der certo para Guarulhos, poderá ser replicado em outros aeroportos como Viracopos (Campinas), Confins (Belo Horizonte) e Juscelino Kubitschek (Brasília).

Para o presidente da Infraero, o grande problema do setor aeroportuário está diagnosticado: descasamento entre oferta e demanda. Enquanto em 2010 a demanda pelo transporte aéreo cresceu 21%, somando 155 milhões de passageiros, a oferta aumentou 15% (medida pelo número de movimentos de pouso e decolagem das aeronaves). A expectativa da estatal é que haja, agora, uma estabilização da demanda - o que já foi registrado em janeiro e fevereiro.

Se a infraestrutura aeroportuária não dá conta do aumento do número de passageiros em situação normal, imagina o caos que será na Copa de 2014. Essa é uma pergunta que todos fazem ao novo presidente da Infraero. "A Copa do Mundo pode ser hoje", garante ele.

Essa tranquilidade vem seguida de alguns fatos. Primeiro: o governo saberá com dois anos de antecedência o volume de passageiros-torcedores, pois as vendas de ingressos são feitas bem antes dos jogos. Segundo: a experiência de outros países indica que grande parte dos voos serão "charter". Bastaria, portanto, escalonar os desembarques nos horários em que os aeroportos das cidades-sede estão praticamente vazios (entre 14h e 18h e de madrugada.

Uma terceira informação reforça essa avaliação: a África do Sul recebeu 350 mil torcedores no mês da Copa. Os aeroportos brasileiros movimentam cerca de 400 mil passageiros por dia. "Não estou minimizando os problemas, só focando fatos existentes", disse Vale.

A presidente Dilma Rousseff, disse, em entrevista ao Valor, que as concessões devem ser uma das portas para novos investimentos na construção e ampliação dos aeroportos. O presidente da Infraero concorda, mas salienta que esse é um caminho cheio de pedras. "Estamos, agora, fazendo concessão para o estacionamento em Guarulhos. Tivemos 8 impugnações e 256 dúvidas sobre o edital." Como é um processo demorado e cheio de dificuldades, as concessões não poderão, por enquanto, substituir os investimentos públicos, estimados em R$ 9 bilhões nos próximos sete a oito anos.

Outra hipótese que não está colocada para soluções de mais curto prazo é a abertura de capital da Infraero. "A BM&F, que como a Infraero não tinha ativos, levou dois anos para conseguir abrir seu capital", comentou. No prazo de três anos, acredita o novo presidente da estatal, será possível que a Infraero abra seu capital na bolsa. A ideia é perseguir uma identidade semelhante a de empresas como Petrobras e Banco do Brasil, companhias de capital misto em que o governo é o sócio majoritário.
aeroportos no brasil

Lucro da Embraer cai 36% em 2010


No balanço anual, o faturamento chegou a R$ 9,38 bilhões, número 13,71% menor ao de 2009.


Fábrica da Embraer

Os investimentos da companhia em 2011 devem somar US$ 500 milhões, dos quais US$ 90 milhões devem ser destinados à área de pesquisa

São Paulo - A companhia Embraer, terceira maior fabricante mundial de aviões comerciais, obteve em 2010 lucro líquido de R$ 600,2 milhões, 36% a menos que o registrado em 2009, informa a empresa.

No balanço anual, o faturamento chegou a R$ 9,38 bilhões, número 13,71% menor ao de 2009.

Já o lucro bruto de exploração Ebitda caiu 12,2% no mesmo comparativo, atingindo R$ 1,069 bilhão.

Para 2011, a Embraer estima números similares aos do ano passado, já que "a turbulência política no Oriente Médio e os recentes terremotos no Japão podem trazer riscos adicionais para a recuperação desses segmentos (comercial, executivo e de defesa)", indica a empresa.

Os investimentos em 2011 devem somar US$ 500 milhões, dos quais US$ 90 milhões devem ser destinados à área de pesquisa.

A Embraer só vai comentar os resultados corporativos de 2010 nesta sexta-feira, em entrevista coletiva e teleconferência convocada em São Paulo pelos executivos da empresa.

exame

quinta-feira, 24 de março de 2011

Esquadrilha da Fumaça não deve se apresentar em Joinville em 2011


Não há previsão para a Esquadrilha da Fumaça voltar a Joinville, depois do cancelamento do show em 12 de março por causa das chuvas. A cidade voltou para a fila de locais à espera do espetáculo e uma nova data poderá ser marcada apenas daqui a um ano.

Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), será necessário encaminhar novo pedido, que passará por análise e julgamento. Com outro pedido, Joinville volta para o fim da lista de municípios solicitantes, que, segundo a FAB, chegam a 120 por mês, enquanto o número de apresentações da esquadrilha é de até cem por ano.

A prioridade dos aviadores é passar por municípios que não receberam o show. Conforme a FAB, não há compromisso de retorno a Joinville, que foi palco para a apresentação aérea em 2006. Um problema apontado pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, responsável pela agenda dos pilotos, é falta de outra data para a realização do evento, fora o 12 de março.

— O município deverá encaminhar novo pedido, à semelhança do primeiro, o qual será novamente analisado e julgado, uma vez que não foi sugerida data alternativa para outro mês que não março de 2011 —, disse a FAB, em resposta enviada por e-mail à reportagem de “AN”.

Prefeitura vai tentar nova data este ano

Segundo a secretária de Comunicação da Prefeitura, Rosimeri Comandolli, as negociações de uma nova data para o show serão feitas diretamente com a Esquadrilha da Fumaça, o que pode agilizar o processo. E o pedido de apresentação será realizado a partir de maio, quando começa o período menos chuvosos em Joinville.

A Esquadrilha da Fumaça tem agenda fechada para o restante do mês de março e para abril. Encerra este mês fazendo acrobacias em São Paulo e no Paraná. O roteiro de abril passa até por Santa Catarina. Blumenau recebe os aviadores em 22 de abril. As apresentações para maio e junho já estão em discussão.

DC

Caça francês destrói avião líbio que desobedeceu zona de exclusão aérea


Um caça francês lançou um míssil ar-terra e destruiu um avião militar líbio que desobedeceu a zona de exclusão aérea na base aérea de Misrata, confirmou nesta quinta-feira (24) um porta-voz militar da França.

A patrulha disparou logo depois que o avião aterrissou na base.

Um porta-voz das Forças Armadas disse que caças Rafale avistaram um avião líbio infringindo a zona de exclusão aérea.

"A patrulha francesa realizou um ataque ar-terra com uma arma AASM logo após o avião ter pousado na base aérea de Misrata", disse o porta-voz, lendo um comunicado.

As forças da coalizão lideradas pelos EUA atacam a Líbia pelo sexto dia seguido nesta quinta.

Segundo os militares aliados, a força aérea da Líbia está praticamente destruída, e aviões da coalizão voam praticamente sem risco sobre território líbio.

Mortos e feridos
As forças leais a Kadhafi mataram 109 pessoas e feriram mais de 1.300 em uma semana em Misrata, segundo fontes médicas.

Por outro lado, o governo da Líbia afirma que mais de cem civis morreram em cinco dias de bombardeios aliados.

Autoridades militares aliadas negam ter informações sobre morte de civis.
GAZETAWEB

VETO



A presidente Dilma Rousseff vetou a emenda que permitiria a prorrogação, sem licitação, dos contratos de concessão de quatro mil lojas comerciais nos 67 aeroportos administrados pela Infraero até a final das Olimpíadas em 2016.


Os contratos representam receitas de R$ 948 milhões, anuais, segundo a estatal. O artigo 7º da lei que cria a Autoridade Pública Olímpica (APO) – e que permitia a prorrogação– foi introduzido no texto da Medida Provisória por uma emenda de autoria do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Ao apresentar as razões do veto, o governo justificou que não estavam claras as vantagens da prorrogação das concessões.

O JORNAL WEB

Manaus ou Belém?

Muito provavelmente, para 2012, a TAP deverá iniciar suas operações em Manaus ou Belém! As duas cidades estão competindo para ver quem terá o privilégio de receber voos diretos da Europa, a partir de Lisboa.

O presidente da companhia, Fernando Pinto, deve ir à Manaus no segundo semestre de 2011 para debater as vantagens da cidade.

Essa decisão só será tomada no segundo semestre porque, de acordo com o que me informou o presidente Fernando Pinto, atualmente a empresa está às voltas com a implantação de sua frota em Porto Alegre (RS).

eaglesky

ANAC receberá documentos pela internet para habilitação de profissionais


Entrou ontem em vigor o Sistema de Aviação Civil - SINTAC, voltado a usuários dos serviços de habilitação de pessoal da aviação geral e que permitirá o envio de documentos pela internet para a ANAC. O novo sistema visa a facilitar a todo o público brasileiro, independente de sua localização, o acesso à Agência, ao mesmo tempo em que padroniza, agiliza e possibilita maior transparência ao processo de habilitação.

Para obter concessão de licença ou de habilitação, bem como sua revalidação, entre outros serviços junto à Gerência de Licenças de Pessoal, é necessário acessar o link https://sistemas.anac.gov.br/habilitacao/AgendamentoServicoPublico.do?valorCheck=off e preencher o formulário, escolhendo a forma de envio “documentos digitais”. O usuário fornecerá um endereço de e-mail e receberá em seguida uma mensagem com um link para acesso ao sistema de envio dos documentos.

tg online

Centro Tecnológico da TAM renova atendimento total care para manutenção do avião presidencial

A aeronave Airbus A319CJ da Presidência da República do Brasil. (Foto: Sandro Bandeira Colaço / Cavok)

O Centro Tecnológico da TAM, unidade de negócios de MRO (Maintenance, Repair and Overhaul), renovou até dezembro de 2015, prazo prorrogável por mais um ano, o atendimento Total Care da aeronave oficial da Força Aérea Brasileira Airbus A319CJ, que realiza as viagens da Presidente da República.

A renovação foi feita com um novo contrato, após licitação pública, por meio do qual a unidade de MRO assume o compromisso de prestar serviços de manutenção pesada, manutenção de componentes, suporte logístico, fornecimento de materiais e atendimento de emergência. Desde a certificação do Centro Tecnológico da TAM pela DIRMAB (Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico) em 2005, foram realizados mais de 60 checks e outras intervenções técnicas de manutenção na aeronave presidencial, dentro e fora do Brasil, incluindo modificações especiais por se tratar de um jato executivo.

O vice-presidente de Operações e Manutenção da TAM, Ruy Amparo, afirma: “A renovação do atendimento total care da aeronave presidencial, por meio de contrato com a FAB, após termos vencido a licitação pública, é de grande importância para nossa unidade de MRO, por representar o reconhecimento da alta credibilidade e confiabilidade dos serviços de manutenção, reparo e revisão que prestamos, devido ao cumprimento rigoroso do compromisso e da responsabilidade que assumimos junto aos nossos clientes”.

A mais recente intervenção técnica realizada pelo Centro Tecnológico da TAM em São Carlos, em janeiro deste ano, foi a maior já executada na aeronave presidencial, com uma ampla renovação do ambiente VIP da cabine, além de detalhadas análises estruturais.

cavok

Por que o F-22 não está operando na Líbia?

Segundo o site AirForceTimes, as razões para não empregar o F-22 na Líbia são:

  • A ameaça não justifica seu uso;
  • Falta de data-link com outras aeronaves. O F-22 só se comunica bem com outros F-22. No Link-16 da OTAN o F-22 só recebe, não pode enviar dados.
  • Armamento ar-solo insuficiente, somente 2 JDAMs. Ele ainda não está pronto para usar as SDBs.
  • Sem radar de abertura sintética para gerar imagens de alta definição do solo.
loucos por aeromodelismo

Escalada no preço do petróleo faz Webjet adiar lançamento de oferta pública de ações


A Webjet adiou o lançamento da oferta pública de ações, prevista para ocontecer ainda no primeiro semestre deste ano. O motivo alegado foi a elevação do preço do barril do petróleo nas últimas semanas.

A empresa avalia o atual cenário econômico para definir se avançam ou não com a operação [de oferta pública inicial de ações] neste momento. "A escalada dos preços do petróleo, devido à crise nos países árabes do norte da África, os recentes acontecimentos no Japão, bem como o fluxo negativo de capitais nos países emergentes provocaram um clima de instabilidade e incerteza nos mercados globais", afirma a empresa em nota.

O impacto da alta do petróleo é imediato nos negócios das companhias aéreas. Estima-se que o combustível representa cerca de 35% dos custos totais de grandes empresas do setor, como TAM e Gol.


O adiamento também estaria frustrando os planos da Webjet de ingressar na bolsa antes da concorrente Azul Linhas Aéreas. A Webjet havia antecipado em cerca de um ano os planos de fazer a abertura de capital para sair na frente da rival, que tem expectativa de ir ao mercado até o fim de 2011.
AEROMAGAZINE

Conheça os principais aviões de guerra do mundo


atta
B-2 Spirit é um dos bombardeiros mais modernos do mundo e possui tecnologia que o torna invisível aos radares

Poucos anos após sua invenção, o avião logo foi incorporado a exércitos e passou a ser usado em operações militares durante a Primeira Guerra Mundial. A partir daí, as aeronaves tornaram-se item fundamental para qualquer nação que buscasse hegemonia militar.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os aviões foram responsáveis por bombardear alvos civis e militares, sendo os protagonistas de grandes tragédias, como o bombardeio aliado à cidade alemã de Dresden ou dos constantes ataques alemães a alvos civis na Inglaterra e em outros países aliados.

Os embates entre os caças da Royal Air Force, a força aérea britânica, e as aeronaves da Luftwaffe, força aérea da Alemanha nazista, se tornaram um dos símbolos do conflito e da determinação inglesa em resistir ao Terceiro Reich de Hitler.

As bombas atômicas que mataram milhares de pessoas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki foram lançadas de bombardeiros, um tipo de avião desenvolvido principalmente durante os anos de guerra.

Divulgação
Livro traz informações sobre os principais aviões de guerra
Livro traz informações sobre os principais aviões de guerra

Durante o período da Guerra Fria, a disputa no campo militar e tecnológico entre a extinta URSS e os EUA levou a um rápido desenvolvimento das aeronaves, tornando-as cada vez mais complexas, velozes e letais.

De um lado, os EUA desenvolviam os caças Phantom e os F-5 Tiger, ambos usados em batalhas no Vietnã. Depois surgiram aeronaves ainda mais complexas, como os F-14 Tomcat, os versáteis F-15 Eagle e os caças F-16.

Os americanos também investiam em bombardeiros de longo alcance, como os poderosos B-52, projetados para atingir alvos estratégicos no coração da União Soviética.

Já a URSS investia nos pesados bombardeiros Tupolev e nos ágeis aviões de caça da classe MIG, usados também por nações aliadas de Moscou e que chegaram a combater as aeronaves americanas na Guerra da Coréia e na Guerra do Vietnã.

O livro "Aviões de Guerra", de Thomas Newdick conta a história das máquinas de guerra que deixaram sua marca nos principais conflitos do mundo. A obra, rica em imagens e com detalhes das principais aeronaves, mostra os principais aviões usados desde os anos da Primeira Guerra Mundial até a caça aos terroristas do 11 de Setembro.

livraria da folha

quarta-feira, 23 de março de 2011

Djokovic joga tênis em asa de avião



A marca esportiva HEAD traz em seu novo comercial o número dois do ranking mundial de tennis, o sérvio Novak Djokovic, jogando tennis nas asas de um Antonov II.

Segundo a empresa de material esportivo, tudo começou quando um membro da comunidade HEAD Tennis postou no mural: Alguém já tentou jogar tênis assim? Junto à pergunta, uma foto em branco e preto com dois homens jogando tênis nas asas de um avião.

Para a HEAD só um atleta toparia fazer parte do experimento: Novak Djokovic. O vencedor do Austrália Open, da Copa Davis e de Indian Wells confirmou: “Eu me perguntei se era mesmo possível jogar tênis nas asas de um avião e aí decidi aceitar o desafio”, disse Djokovic.

O vídeo é muito bonito, vale a pena assistir:


Popout
contato radar

Alitalia encomenda mais jatos da Embraer

A Embraer e a Alitalia concluíram um acordo para a entrega de 15 jatos E175 e cinco E190, por meio de uma operação de leasing estruturada por terceiros.

“Beneficiando-se de uma ampla reorganização, a Alitalia está desenvolvendo sua rede regional para atender a novos mercados e demandas de passageiros”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer. “Estamos muito satisfeitos com esta reafirmação de confiança em nossa família de E-Jets por parte da Alitalia. Isto prova que a flexibilidade e o desempenho operacional das aeronaves são capazes de atender às exigências do mercado.”

O início das entregas destes E-Jets para Alitalia está previsto para o terceiro trimestre de 2011. O E175 será configurado com 88 assentos e o E190 com 100, ambos em classe única. Os aviões serão utilizados nas malhas domésticas e européias da Alitalia e ficarão baseados em sete aeroportos italianos: Catânia, Fiumicino (Roma), Linate e Malpensa (Milão), Nápoles, Turim e Veneza.

As 20 aeronaves novas substituirão e modernização, gradativamente, a atual frota da Alitalia, composta por 16 aviões regionais, contribuindo para o aumento da oferta de vôos diretos em rotas curtas e médias, em atendimento à demanda de mercado. Além disso, com a redução da idade média da frota, uma das mais novas na Europa, os E-Jets aumentarão os níveis de eficiência da companhia aérea do ponto de vista econômicos e ambientais devido à redução do consumo de combustível.

A escolha dos E-Jets da Embraer é o resultado de uma análise abrangente que incluiu todos os principais profissionais da Alitalia e utilizou um método inovador que considerou a opinião dos clientes mais assíduos”, disse Rocco Sabelli, CEO da Alitalia. “Este importante investimento se soma aos feitos recentemente na frota de médio e longo alcance da Alitalia e representa mais um importante passo no intuito de oferecer excelência em serviços para todos os clientes.”

flightlife

Jato Legacy 650 segue demonstrando capacidade de voos longos


Jato executivo Embraer Legacy 650. (Foto: Martin Rendall)

O jato da categoria large Legacy 650, fabricado pela Embraer, concluiu recentemente uma viagem de ida e volta entre São Paulo e o Aeroporto Internacional Fort Lauderdale/Hollywood (FLL), localizado 32 km (20 milhas) ao norte de Miami. Após voar de Dubai para Londres (6.482 km ou 3.500 milhas náuticas) no ano passado, desta vez o Legacy 650 percorreu 6.743 km (3.641 milhas náuticas) em 8 horas e 48 minutos na viagem de ida para Miami. O vôo foi realizado com nove ocupantes – seis passageiros e três tripulantes – em uma aeronave com configuração típica. No vôo de retorno para São Paulo, a distância percorrida foi praticamente a mesma – 6.710 km (3.623milhas náuticas) – em 8 horas e 43 minutos, transportando 11 ocupantes – oito passageiros
e três tripulantes.

“Temos a satisfação de demonstrar a capacidade do Legacy 650 de realizar vôos longos sem escalas, desta vez em uma rota de grande importância para a América Latina, particularmente para o mercado brasileiro”, disse Claudio Galdo Camelier, Diretor de Marketing da Embraer – Aviação Executiva. “Esta é mais uma prova de que o Legacy 650 oferece alcance intercontinental com excelente capacidade de carga. O avião tem alcance máximo de 7.223 km (3.900 milhas náuticas) e conta com três confortáveis ambientes de cabine, além da mais longa cabine e do maior compartimento de bagagens da sua categoria.”

O confortável interior do jato executivo Legacy 650 da Embraer. (Foto: Embraer)

O Legacy 650 foi certificado em outubro de 2010 pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Agência Européia para Segurança da Aviação (European Aviation Safety Agency – EASA). Em fevereiro, o jato recebeu a aprovação da Federal Aviation Administration (FAA) para voar nos Estado Unidos. Para mais informações sobre os jatos executivos da Embraer, visite www.EmbraerExecutiveJets.com.br.

cavok

IBAMA APREENDE AVIÃO SEM LICENÇA


Pela primeira vez, agentes do escritório regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis (Ibama), nesta cidade, no Centro-Sul, apreenderam aeronave que fazia aplicação de herbicida em áreas de pastagens sem licença ambiental e sem respeitar as normas do Ministério da Agricultura. Há relatos de que o produto químico usado matou plantio de feijão e de bananeiras em vários sítios neste Município. Segundo Fábio Bandeira, gerente regional do Ibama, a empresa responsável pela contratação da aeronave, monomotor, de prefixo PT UVU, a Plantec Tecnologia Agrícola, de Limoeiro do Norte, foi notificada para apresentar documentação de comercialização legal dos herbicidas.
O avião está registrado em nome da empresa Tomé Aviação Agrícola, da cidade de Porecatu, no Paraná, que foi multada em R$ 100 mil. O avião foi apreendido, mas liberado porque a empresa ficou como depositária fiel, e não havia lugar adequado e seguro para a guarda da aeronave sob a responsabilidade do Ibama. "A aplicação do herbicida tem de respeitar um limite de pelo menos 500 metros de residências, mas isso não estava ocorrendo", disse Bandeira.
"Recebemos denúncias de pequenos agricultores na região que tiveram parte do plantio de feijão e de bananeiras queimado pelo produto utilizado para eliminar o mato", completou. As unidades agrícolas nesta região são formadas por minifúndios e, em algumas áreas, há propriedades mais extensas. Entretanto, não se comparam com as enormes terras de plantio de grãos e pastagens localizadas em outras regiões do Brasil. Foram identificados oito proprietários responsáveis pela contratação do serviço, que também devem responder por prática de crime ambiental.
O Ibama começa na próxima semana um levantamento do plantio atingido pelo herbicida. A empresa comprometeu-se a indenizar os agricultores que sofreram danos com o ato ilegal. A aeronave iniciou o serviço de pulverização das áreas agrícolas de pastagem no sábado de Carnaval e despertou a atenção dos moradores da zona rural pela cor verde e por dar constantes sobrevoos em baixa altitude.
Nos últimos anos, a ampliação de áreas de capineira para alimentar o rebanho bovino favoreceu a contratação por um grupo de produtores locais do avião. O uso indiscriminado de agrotóxicos é tema constante de debate na região, mas a falta de fiscalização e conscientização dos produtores rurais faz com que a prática irregular de pulverização permaneça no período invernoso.
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