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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Iberia aposta no Brasil

IberiaA companhia aérea Iberia planeia lançar novas rotas entre Espanha e o Brasil no primeiro trimestre de 2011, avança a publicação brasileira Panrotas. Para já, as cidades candidatas são a capital Brasília, Fortaleza (Ceará) e Recife (Pernambuco), no nordeste brasileiro, e ainda Belo Horizonte (Minas Gerais) - destinos que responsáveis da transportadora visitarão nas próximas semanas para avaliar as condições operacionais e discutirem "custos e incentivos".

Segundo um acordo bilateral celebrado entre entidades dos dois países, prevê-se um máximo de 14 frequências semanais para o nordeste do Brasil e sete outras para destinos fora de São Paulo. Actualmente, a Iberia opera voos directos de Madrid para São Paulo e Rio de Janeiro.

alma de viajante

TAP bate recorde de passageiros transportados


A TAP bateu o recorde do número de passageiros transportados em um único dia ao registrar 36.738 pessoas no dia 31 de julho. No total do mês, a companhia portuguesa atingiu os 940.710 passageiros transportados.

No acumulado desde o início do ano, este índice atingiu os 5,01 milhões de passageiros, um incremento de 5,9% face ao período homólogo do ano passado.

Publituris

Tam acredita que integração com Lan leva 9 meses

O presidente da Tam, Líbano Barroso
O presidente da Tam, Líbano Barroso

O presidente da Tam Linhas Aéreas, Líbano Barroso, em conferência para falar com investidores dos resultados do segundo trimestre do ano, disse que o prazo de nove meses para o fim da integração de Tam e Lan, criando a Latam, é bastante realista. "Compramos a Pantanal recentemente e o processo levou seis meses e envolvia mudança de controle, o que não ocorrerá nesse caso", disse ele.

A Tam acredita na aprovação por acionistas e autoridades, pois, segundo Líbano, a empresa cumpriu com todos os requisitos da legislação, inclusive para que o controle da Tam ficasse 80% nas mãos de brasileiros.

Já no controle da Latam, os chilenos terão maioria, apesar de haver equilíbrio de poder de 50% para cada lado nas decisões.

A Família Amaro terá 13,5% da Latam, e a Família Cueto, dona da Lan, 24,1%. Os acionistas da Tam ficarão com 15,8% da Latam e os da Lan com 46,6%. No Brasil, a Tam Linhas Aéreas, presidida por Lìbano Barroso, terá 80% de ações com direito a voto nas mãos de brasileiros.

Maurício Amaro será o presidente do Conselho da Latam e Enrique Cueto seu CEO. O conselho terá nove membros. Dois indicados pela Família Amaro, dois pela Família Cueto e cinco independentes. "O bloco de controle possui um acordo de acionistas, que determina o compartilhamento igualitário do controle da Latam", disse Marco Antonio Bologna, que preside a holding Tam, abaixo da qual estão da Tam Linhas Aéreas, a Pantanal, Tam Mercosur e a Multiplus.

O governo brasileiro foi comunicado da intenção de fusão das duas empresas na sexta-feira passada, depois do fechamento do mercado. Marco Antonio Bologna e Maria Cláudia Amaro, presidente do Conselho da Tam S/A, estiveram com o presidente Lula às 18h, em Porto Velho (RO). E Líbano Barroso com a presidente da Anac, Solange Vieira, tendo comunicado também a representantes do Ministério da Defesa.
panrotas

Ministro da Defesa cobra detalhes sobre acordo entre TAM e LAN


Executivos das duas companhias devem detalhar como será o encaminhamento e os próximos passos da operação que unirá as aéreas.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, recebeu na tarde desta terça-feira em seu gabinete o presidente da TAM S/A, Marco Bologna, e o vice-presidente executivo da LAN Airlines, Enrique Cueto, que também é vice-presidente executivo da Latam, a nova companhia que resultará da fusão das duas companhias aéreas.

O ministro quer que os executivos das duas companhias detalhem como será o encaminhamento e os próximos passos da operação que unirá as aéreas. O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, também participará da reunião.

Jobim também solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que analise os termos do contrato para que verifique, do ponto de vista da legislação brasileira, se todas as regras legais estão sendo cumpridas na fusão.

A legislação brasileira para o setor estabelece que a participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas é de 20%. O governo, no entanto, encaminhou ao Congresso, em março, uma proposta ampliando para 49% o limite para participação de estrangeiros.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), também está atento à operação entre a TAM e a LAN. O Cade deve avaliar amanhã outro caso envolvendo a TAM, na compra das ações da Pantanal Linhas Aéreas.

ig

Nacionais perdem espaço no ar

Das 58 novas rotas internacionais autorizadas este ano, apenas onze foram alocadas para as companhias aéreas nacionais

Das 58 novas rotas internacionais autorizadas este ano, apenas onze foram alocadas para as companhias aéreas nacionaisRio (AE) - O crescimento vigoroso do setor aéreo no País tem estimulado o apetite das companhias estrangeiras pelo mercado brasileiro, aponta um levantamento feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Das 58 novas rotas internacionais autorizadas este ano, apenas 11 foram alocadas para as companhias nacionais TAM e Gol. Enquanto as empresas brasileiras expandiram em 43% suas operações para o exterior de 2003 para cá, as estrangeiras cresceram 76,9%.

“As empresas nacionais têm perdido participação principalmente nas ligações de longo curso, como para os Estados Unidos e a Europa”, diz Elton Fernandes, professor da Coppe/UFRJ e presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo (SBTA). “No início da década, existia um equilíbrio. As companhias brasileiras detinham cerca de 50% do mercado internacional, com liderança da Varig, antes do seu colapso”, explica o pesquisador.

O avanço das estrangeiras é reflexo de uma política de abertura do mercado adotada pela Anac nos últimos anos, que inclui a instituição da liberdade tarifária e os acordos bilaterais, que permitem a operação de voos internacionais. O Brasil possui acordos com 78 países, dos quais 40 foram negociados a partir de 2008. O foco é a livre determinação, pelos países signatários, do número de voos e a escolha de rotas e cidades de destino.

Avanço

“Se você oferece mais frequências e as empresas nacionais não têm condições de operá-las, as estrangeiras acabam ocupando esse espaço”, diz Fernandes. Para ele, a possibilidade de voar para mais cidades potencializa o crescimento das empresas internacionais. Hoje, a portuguesa TAP tem voos partindo de oito capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Segundo a presidente da Anac, Solange Vieira, essa é uma forma de expandir a aviação internacional. “Hoje os aeroportos de São Paulo e do Rio de Janeiro estão relativamente saturados. A tendência, para que este mercado cresça, é a distribuição de voos para outros aeroportos. Há alguns anos, praticamente só havia voos internacionais partindo dessas duas capitais”, diz.

Exemplo disso é a American Airlines, que até 2008 voava apenas para Rio e São Paulo. Desde então, passou a ter voos para Belo Horizonte, Salvador e Recife. “É um mercado que está superaquecido e queremos ampliar nossa presença aqui”, diz o diretor comercial, José Roberto Trinca.

Empresas nacionais enfrentam dificuldades

Enquanto o mercado se abre, as empresas nacionais enfrentam dificuldades de concorrer com companhias estrangeiras maiores, avalia Allemander Pereira Filho, consultor do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). “No Brasil, a carga de impostos para empresas do setor aéreo fica em torno de 35%. Na Europa e EUA é de 16% e 9%, respectivamente.”

Com receio de prejuízos nesse mercado, as companhias brasileiras avançam lentamente. “A TAM vem fazendo um trabalho cuidadoso, operando em rotas mais procuradas”, afirma Pereira Filho.

Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM, diz que a companhia tem tido um crescimento “espantoso” nos últimos anos, mas confirma a orientação cautelosa da expansão. “Há cinco anos voávamos apenas para Miami e Paris. Agora a empresa vai para 18 destinos internacionais. Por ano, analiso 30 mercados no exterior, mas só voamos para os que podem se tornar rentáveis em até seis meses”.

O executivo afirma que a TAM tem hoje mais voos internacionais do que a Varig operava no seu auge, mas para um número menor de destinos. “O que ocorre é que a Varig voava para determinados destinos que não eram rentáveis. A TAM é listada em bolsa e por isso é muito criteriosa em relação a isso”, diz.

Para Fernandes, a operação de rotas não rentáveis pela Varig ocorria porque a empresa não tinha apenas o objetivo de gerar lucro. “A Varig era uma embaixadora do Brasil no exterior. Em todo o mundo as empresas atuavam como representantes de seus países. Isso mudou pelo que se vê nas grandes fusões, como o da British Airways com a espanhola Ibéria”, explica.

Companhias aéreas registram alta no fluxo

São Paulo (AE) - As companhias aéreas brasileiras registraram crescimento de 18,51% no fluxo de passageiros transportados no País em julho, comparativamente ao mesmo período de 2009, segundo dados divulgados na semana passada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No acumulado em sete meses de 2010, o avanço foi de 25,99% em relação a igual período do ano passado.

Em julho, a taxa média de ocupação dos aviões nas rotas domésticas ficou em 71,18%, o que representa uma queda de 1,74 ponto porcentual ante a taxa de 72,92% exibida em julho do ano passado.

A TAM respondeu em julho por 43,00% do mercado, ligeiramente abaixo dos 43,15% de um ano antes. Sua taxa de ocupação (ou load factor) ficou em 71,06%, menor que os 71,67% de julho de 2009.

O grupo formado pelas companhias Gol e Varig, por sua vez, registrou uma participação de 38,15% do setor, abaixo dos 42,88% de julho de 2009. Sua taxa de ocupação, de 68,20% no mês passado, 6,37 pontos porcentuais abaixo do registro de um ano antes.

A Azul Linhas Aéreas aparece com 6,31% do mercado em julho, ante 5,43% um ano antes, e taxa de ocupação de 82,70% em seus voos. A WebJet vem na sequência, com 6,03% do mercado, ante 5,24% em julho de 2009, e sua taxa de ocupação ficou em 81,95%.

Já a demanda por voos internacionais operados por companhias brasileiras cresceu 28,10% em julho, comparativamente a igual mês de 2009.
tribuna do norte

Latam deve ter apenas um programa de fidelidade


SÃO PAULO - Os programas de fidelidade da TAM e da LAN não passarão por mudanças no curto prazo por conta da fusão entre as companhias aéreas, que resultou na Latam. Pelo menos até o negócio ser aprovado entre os acionistas das duas empresas e pelos órgãos reguladores, nada muda. Mas com o tempo o plano das novas parceiras é unir os dois programas e passar a oferecer uma única opção aos passageiros.

A LAN oferece aos cerca de 4 milhões de usuários o LANPass e faz parte do programa internacional de fidelidade Oneworld. Já a TAM tem o Programa Fidelidade, com 7,2 milhões de clientes, e integra a Star Alliance. A TAM S.A. tem 73% da Multiplus, gestora do programa de fidelidade do grupo. Segundo a empresa brasileira, após o fim da transação a Latam avaliará as melhores opções de aliança para o grupo.

Os passageiros vão continuar a juntar pontos nos respectivos programas, mesmo aqueles que são donos de contas nas duas companhias aéreas. As empresas, no entanto, admitem que vão trabalhar para criar um programa único para os passageiros da Latam.

Longo prazo

?Não há nenhuma mudança no programa de fidelidade e a Multiplus segue pertencendo à TAM S.A. e como companhia aberta?, afirmou Líbano Barroso, presidente da TAM. Ainda assim, Barroso disse que a união das empresas representa para a Multiplus uma oportunidade de expandir-se a todos os países onde a chilena opera.

?A TAM já tem cartões em parceria com o Itaú na América Latina e pontos de atendimento para programas de fidelidade em outros países da América do Sul. Ainda não temos números, mas sem dúvida é uma oportunidade para a Multiplus, que nasceu para ser um grande programa de milhagem na América Latina.?

Segundo Barroso, após a criação da Latam, prevista para ocorrer em até nove meses, os clientes das companhias terão mais possibilidades de voos, com menos tempo de conexão. ?Também vão ter mais destinos na Europa, do lado do Pacífico, e estamos analisando outras possibilidades de voos, como para a África?, destacou o presidente da TAM.

Como o negócio com a LAN se deu na esfera da TAM S.A., todas as suas subsidiárias entraram na transação. O mesmo vale para o centro de manutenção, reparos e revisões (MRO, na sigla em inglês), para a TAM Cargo, a TAM Mercorsur, a TAM Viagens e a Pantanal Linhas Aéreas. Só fica de fora do acerto com a LAN a TAM Aviação Executiva, controlada apenas pela família Amaro.

O presidente da TAM S.A., Marco Antonio Bologna, disse ontem na teleconferência com analistas que a Latam terá a mais ampla malha de cargas na América Latina e será a número um em transporte regular de passageiros na região, sendo a segunda em rotas aos Estados Unidos e Canadá. ?Seremos a primeira latino-americana com fôlego para competir no mercado global e a terceira maior aérea do mundo em valor de mercado (US$ 10,6 bilhões), sendo a maior com capital 100% privado?, destacou.
estadão

Presidente de TAM diz que LATAM será 'maior linha aérea privada do mundo'

Presidente de TAM diz que LATAM será O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, concedeu entrevista divulgada no jornal chileno "La Tercera" neste domingo e afirmou que a companhia aérea formada com a união entre a brasileira e a Lan Airlines vai ser a maior companhia aérea privada do mundo. "LATAM nasce como a maior companhia da América Latina e a maior do mundo em valor de mercado entre as empresas abertas de capital privado. No segundo lugar, atrás da Air China e da Singapore, que são estatais".

Perguntado pelo jornal se a Lan teria comprado a Tam, Barroso desmente a informação, dizendo que as duas companhias dividirão os direitos e as obrigações pela metade, apesar da diferença na composição acionária. A chilena tem 70%, enquanto a brasileira controla 30%. O presidente ainda ressaltou que seguirá a lei brasileira, que só permite 20% de capital estrangeiro em empresas aéreas nacionais.

O "La Tercera" revela que as famílias Cueto e Amaro, que controlam as duas linhas aéreas, já conversavam sobre a união de operações há alguns anos. A fusão entre a Taca e a colombiana Avianca e a saída de Sebastián Piñera da empresa após as eleições presidenciais chilenas aumentou o interesse na cooperação entre as companhias para competir no sistema aéreo latino-americano.

srzd

TAP amplia code-share com LOT e oferece sete novos destinos na Polónia

TAP amplia code-share com LOT e oferece sete novos destinos na Polónia

TAPA companhia aérea TAP alargou o acordo de code-share com a LOT Polish Airlines, facto que permite oferecer aos seus passageiros sete novos destinos na Polónia. Assim, passa a ser possível voar com um bilhete TAP de Portugal para as cidades polacas de Gdansk, Cracóvia, Poznan, Katowice, Rzeszow, Szczecin e Wroclaw, em voos operados pela LOT desde Varsóvia, para onde a TAP opera voos directos de Lisboa cinco vezes por semana.

Segundo a empresa, o code-share é válido para três desses dias: "Os voos de Lisboa para as diferentes cidades da Polónia efectuam-se às terças, sextas e sábados, através de ligação com os voos da TAP para Varsóvia", informa a transportadora em comunicado. As ligações aéreas desde Varsóvia para o destino final são operadas pela LOT, parceira da TAP na rede global de companhias aéreas Star Alliance.

alma de viajante

o que é um Microburst


O microburst é uma coluna de ar desccendente e divergente com ventos em linha reta na superfície diferente de furacões quais têm geralmente os danos convergentes.

O diâmetro do cone de um MICRUBURST severo é de apenas 1600 a 1800 metros, com correntes descendentes (medidas por aviões laboratório) de até 4200ft por minuto, a 2000 ft. de altura, e de 1800ft.por minuto a 1000ft de altura.
As descendentes comuns ou MICROBURSTs, geralmente, têm um diâmetro maior de 4 km e a dispersão da descendente ocorre em redor dos 500 pés, não chegando a atingir em cheio um avião próximo ao solo.



Outras características dos MICROBURST.

Microbursts secos
Quando a chuva cai abaixo da base de nuvem ou é misturada com o ar seco, começa a evaporar e este processo da evaporação refrigera o ar. O ar fresco desce e acelera enquanto aproxima a terra. Quando o ar fresco aproxima a terra, espalha para fora em todos os sentidos e este divergence do vento é a assinatura do microburst.

Os microbursts secos, produzidos pelos thunderstorms baseados elevados que geram pouco rainfall de superfície, ocorrem nos ambientes caracterizados por um perfil thermodynamic que exibe invertido-v no perfil do thermal e da umidade, como visto no Enviese-T o diagrama thermodynamic do registro-p. (Wakimoto, 1985) desenvolveu um modelo conceptual (sobre as planícies elevadas do Estados Unidos) de um ambiente seco do microburst que compreendesse de três variáveis importantes: umidade mid-level, uma taxa adiabatic profunda e seca do lapso na camada da secundário-nuvem, e umidade relativa de superfície baixa.

Microbursts molhados
Os microbursts molhados são os downbursts acompanhados pela precipitação significativa na superfície (Fujita, 1985) que estão mais mornos do que seu ambiente (Wakimoto, 1998). Estes downbursts confiam mais no arrasto da precipitação para o acceleration descendente dos pacotes do que o buoyancy negativo que tendem a dirigir “seca” microbursts. Em conseqüência, umas relações misturando mais elevadas são necessárias para estes downbursts para dar forma (daqui o conhecidos “molham” microbursts). O derretimento do gelo, particularmente saraiva, parece jogar um papel importante na formação do downburst (Wakimoto e Bringi, 1988), especialmente no um quilômetro o mais baixo acima do nível à terra (Proctor, 1989). Estes fatores, entre outros, fazem a forecasting microbursts molhados uma tarefa difícil.


Ainda é desconhecido o princípio de sua formação; não são previsíveis, surgem abruptamente sem nenhum aviso prévio; são de difícil detecção, a não ser por meio de radares meteorológicos do tipo DOPPLER; a duração é curta, de 1 a 5 minutos no máximo, o que vem a dificultar seu estudo e as pesquisas.Ocorrem nas áreas de trovoadas convectivas, tanto na zona chuvosa como na zona seca; eventualmente, poderão estar associados a áreas de pancadas de chuva isoladas, ou à VIRGA, i.e., à chuva que se evapora antes de atingir o solo.

EFEITOS DOS MICROBURSTS

De acordo com os cientistas, os MICROBURSTs só não são responsáveis por um maior número de acidentes, em virtude do seu pequeno diâmetro e curta duração.

EFEITO DE UMA DESCENDENTE SOBRE O ÂNGULO DE ATAQUE.


Quando o avião penetra na descendente associada a uma tesoura de vento, ocorre uma mudança da direção do vento relativo, o que reduz o ângulo ( de ataque e a sustentação) ,e o avião começará a perder altura rapidamente.



Os MICROBURSTs, devido às tesouras de vento severas associadas à descendente, podem criar condições que facilmente excedam a capacidade aerodinâmica de qualquer tipo de avião, seja militar ou civil. Ao entrar no MICROBURST, inicialmente ocorrerá um aumento da velocidade indicada ou IAS e uma melhoria da performance. Alguns segundos mais tarde, quando o avião for submetido aos efeitos do vento de cauda e da descendente, ocorrerá uma rápida diminuição da IAS e uma acentuada deterioração da performance. Quanto menor o diâmetro de um MICROBURST, mais prejudicial será seus efeitos sobre a trajetória do avião.
fuel pumps on

Centro de manutenção da TAM atinge marca expressiva


O centro tecnológico da TAM localizado em São Carlos/SP, alcançou no final do primeiro semestre deste ano a marca de 1.235 checks realizados desde sua inauguração, em 2001. O número inclui os checks C e D, os mais completos na área de manutenção preventiva e outros serviços realizados tanto em aeronaves da companhia como de terceiros. Somente em 2009, foram realizados 122 checks e mais de 99 mil manutenções de componentes e partes aeronáuticas, que abrangem desde os itens de aparência e conforto até os computadores de navegação das aeronaves. Desse total, 33 checks foram realizados para clientes. Considerando apenas os dados referentes à manutenção pesada, o complexo da TAM já concluiu 613 checks C e D desde que iniciou suas atividades.
asas da américa

Magazine Luiza deve vender passagens e pacotes da Azul


A rede varejista Magazine Luiza informou que estuda uma parceria com a companhia aérea Azul para vender passagens e pacotes turísticos em suas lojas. A ideia, segundo o grupo, é criar a Luiza Viagens, que comercializaria os produtos. A companhia confirma a negociação.

Na última sexta-feira, a presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, se reuniu com representantes da Azul para negociar os detalhes da parceira. A data de início ainda não foi definida.

Os pacotes e bilhetes seriam oferecidos aos clientes da Magazine Luiza com preços mais acessíveis.
diario de turismo

ATG Javelin, um caça particular

O ATG Javelin é um pequeno jato particular de alta velocidade, que foi desenvolvido pela Aviation Technology Group (ATG), antes de sua falência. Projetado para a certificação da FAA 14 CFR part 23, o Javelin tem a aparência de um avião de caça, um conceito pouco comum em aviões civis.

A versão Javelin Mk.20, foi desenvolvida entre a ATG e Israel Aerospace Industries, para cumprir a tarefa de treinador em forças aéreas. O primeiro voo ocorreu em 30 de setembro de 2005.

A ATG interrompeu o desenvolvimento do Javelin em dezembro de 2007, após falhar em conseguir um financiamento de US$ 200 milhões para o projeto. A companhia subsequentemente declarou falência em 2008, encerrando o desenvolvimento do Javelin.

Javelin Mk.10
Características Gerais
Tripulantes: 2
Comprimento: 37 ft 0 in (11.28 m)
Envergadura: 25 ft 1 in (7.65 m)
Altura: 10 ft 6 in (3.20 m)
Área alar: 140 ft² (13 m²)
Peso vazio: 4.655 lb (2.111 kg)
Peso máximo de decolagem: 6.900 lb (3.100 kg)
Propulsão: 2× Williams FJ33-4-19J turbofans, 1.750 lbf (8.0 kN) cada
Performance
Velocidade máxima: 500 nós (575 mph, 925 km/h)
Alcance: 1.000 milhas (1.151 mi, 1.852 km)
Teto de serviço: 45.000 ft (15.000 m)
Razão de subida: 9.000 ft/min (46 m/s)
Carga alar máxima: 46 lb/ft² (220 kg/m²)
Razão potência/peso mínima: 0.56

Popout

poder aéreo

Aracaju-SE será o próximo destino da Azul a partir de outubro

A Azul Linhas Aéreas acaba de anunciar que a partir de outubro a capital do Sergipe, Aracaju passa a ser seu novo destino. A companhia vai disponibilizar duas opções de voo todos os dias entre Campinas e Aracaju, um deles sem escalas e o outro com escala em Maceió, ligando as duas capitais nordestinas. As passagens aéreas já estão sendo vendidas, e para comprar com valores promocionais, as reservas devem ser feitas até dia 31 de agosto. O voo sem escalas sai todos os dias de Campinas às 09h42 com chegada a Aracaju às 12h20. De Aracaju para Campinas, o voo sem escalas parte às 03h40 e chega em Viracopos, aeroporto de Campinas, às 6h08. Já o voo com escala em Maceió sai de Campinas às 23h12 e chega a Aracaju às 03h15. No sentido contrário, decola às 12h45 e chega a Viracopos às 16h58. Para voar entre Aracaju e Maceió pode partir da capital do Sergipe todos os dias às 12h45 e chegar a Maceió às 13h25. Para decolar da capital alagoana às 02h35 e chegar a Aracaju às 03h15.
spotting viracopos

Brigada Militar do RS usará aeronave não tripulada no Beira-Rio na final da Copa Libertadores


A Brigada Militar testará hoje (18/08/2010), durante a decisão da Copa Libertadores entre Inter e Chivas, uma nova ferramenta para auxiliar a segurança. Trata-se de um veículo aéreo não tripulado, chamado de quadricóptero, programado por computador e comandado por controle remoto, com câmera que grava imagens e registra fotos aéreas.

Ontem, a aeronave fez um voo de apresentação no campo de futebol da Academia de Polícia Militar. O encontro das unidades do Batalhão de Operações Especiais buscava atualizar técnicas e procedimentos a serem empregados na Copa do Mundo de 2014.

Amanhã, a aeronave sobrevoará por um tempo limitado o Estádio Beira-Rio, enviando imagens para um computador portátil. Poderão ser feitos até três testes: antes do jogo, no intervalo e ao término da partida. O teste avaliará a eficácia do sistema e também se interfere no sinal de transmissão de emissoras de rádio e TV e em celulares.

— Se der certo, queremos adquirir o equipamento e colocar em viaturas para ajudar no policiamento — destacou o coronel João Carlos Trindade, comandante-geral da BM.

O equipamento vem sendo desenvolvido desde setembro de 2009 por especialistas em automação de universidades gaúchas. O quadricóptero é um projeto da empresa Skydrones, integrante do Parque Tecnológico da Unisinos, em São Leopoldo.

piloto policial

Latam será a maior fusão analisada pelo Cade

A união entre a Lan Chile e a TAM será o maior caso a ser analisado por meio de parceria entre o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Isso será possível porque, em novembro de 2009, os dois órgãos assinaram um convênio para que os trabalhos fossem realizados em conjunto.

Alguns casos no setor aéreo já contaram com a colaboração do trabalho de funcionários das duas casas. Nenhum, no entanto, teve tanta relevância como este terá, na perspectiva de membros do conselho. Ainda que o Cade leve em consideração a decisão da Anac sobre qualquer caso, não necessariamente o órgão antitruste realizará um julgamento com resultado na mesma direção.

O argumento que explica a possibilidade de decisões diferentes para o mesmo assunto é o de que enquanto a Anac avaliará a junção das empresas sob o ponto de vista do setor, o Cade fará a análise levando em conta a concorrência. As empresas terão de submeter o negócio ao Cade, apesar de a Lan ter origem estrangeira, porque as duas companhias atuam no Brasil e a operação terá conseqüências para o mercado local. A perspectiva é a de que a conclusão do negócio seja feita em um período de seis a nove meses.

As empresas terão um prazo de até 15 dias, a contar da última sexta, no entanto, para submeter a união à avaliação do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC), do qual o Cade faz parte. Até lá, segundo a assessoria de imprensa do conselho, os membros do Cade não se pronunciarão. O SBDC não tem prazo para julgar operações. Pela operação, a família Amaro, dona da TAM, ficará com 13,5% da empresa que resultará desse acordo, a Latam. Já a família Cueto, da Lan, terá 24%.

Otimismo

Os principais executivos da TAM acreditam que o acordo de união com a chilena LAN, anunciada na sexta-feira, será aprovado por autoridades brasileiras. "Estamos muito confiantes de que a operação atende a todo o arcabouço legal brasileiro do setor de aviação civil", afirmou o presidente da TAM S.A., Marco Antonio Bologna.

Bologna revelou que ele e a presidente do Conselho de Administração da TAM S.A., Maria Cláudia Amaro, estiveram reunidos com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na própria sexta-feira, no fim da tarde, para expor o acordo firmado com a LAN. Enquanto isso, o presidente da TAM Linhas Aéreas e diretor financeiro da TAM S.A., Líbano Barroso, conversou com a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira.

"Nosso cenário é que, com certeza, isso será aprovado. É claro que a decisão não é nossa. Mas tomamos o cuidado de cumprir toda a legislação e termos tido assessores de muita qualidade no processo", disse Barroso.

Pela operação proposta, as ações preferenciais e ordinárias da TAM, exceto 80% das ordinárias que pertencem à família Amaro, serão substituídas por novas ações da LAN. A TAM Linhas Aéreas será uma subsidiária de capital fechado da LAN, que será batizada de Latam.

As regras do setor aéreo no Brasil determinam que as companhias aéreas nacionais não podem ter mais de 20% das ações ordinárias nas mãos de investidores estrangeiros.
direto da pista

Show aéreo no Musal


Um dos maiores eventos aeronáuticos do país, que acontece anualmente no MUSAL (Museu Aeroespacial) teve sua data confirmada este ano para o dia 17 de Outubro.

O tradicional evento que reúne cerca de 50.000 pessoas na base aérea Campo dos Afonsos em comemoração a Semana da Asa, mais uma vez contará com a participação da Equipe Paulo Medina Air Show.

Com seu EXTRA200, nova aeronave recém chegada da Alemanha, o Cmte Medina é garantia de um show aéreo eletrizante.

Os apaixonados pela aviação podem se preparar para um grandioso evento!

Museu Aeroespacial

Av. Marechal Fontenelle, 2000
Campo dos Afonsos
Rio de Janeiro – RJ
Site: www.musal.aer.mil.br

aeromagazine

Piloto acrobata escapa de acidente aéreo na Argentina

Asa esquerda da aeronave se partiu durante uma das manobras.
O piloto se salvou ao acionar o paraquedas de emergência.



Na Argentina, um piloto de acrobacia escapou por pouco da morte. Ele pilotava um avião construído especialmente para exibições desse tipo.

O piloto conseguiu se salvar graças ao para-quedas, que diminuiu a força do impacto com o chão Foto: Reuters
O piloto conseguiu se salvar graças ao para-quedas, que diminuiu a força do impacto com o chão.

A asa esquerda da aeronave não resistiu à força aerodinâmica e partiu-se quando o piloto tentou sair do voo de dorso. Por sorte, o avião mantinha altitude suficiente para o acionamento do paraquedas de emergência.

No momento em que a asa quebrou, a aeronave ficou incapaz de suportar a força gerada pelos comandos dados pelo piloto. No solo o avião pegou fogo, mas o piloto sofreu apenas queimaduras no pé.

g1


Filmagem ar-ar de um Airbus A380

Um interessante vídeo de um Airbus A380 formando uma grande trilha de condensação, visto através do cockpit de um Boeing 747 voando sobre o sul do Mar da China. O piloto do 747 que filmou foi avisado pelo controlador de tráfego aéreo sobre a aeronave que voava próximo.


cavok

TAM manda voos regionais a Cumbica


A TAM vai transferir a partir de segunda-feira, de Congonhas para Guarulhos, ao menos 17 voos que partem ou chegam do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná operados pela Pantanal.

A mudança pode afetar 24 mil pessoas por ano, total de lugares nos voos alterados. A medida tem causado protestos de empresários, que terão de descer em Guarulhos e se deslocar de carro ou ônibus para chegar ao centro de São Paulo ou fazer conexões em Congonhas.


Em alguns casos, o viajante pode levar mais tempo de carro para chegar ao centro de São Paulo do que de voo.


A empresa vai utilizar esses horários que liberou em Congonhas para rotas mais lucrativas, como a ponte aérea Rio-São Paulo, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, entre outros.


Insatisfeitos, empresários e políticos do interior pressionaram a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a vetar as mudanças.


"Compensa ir para São Paulo de carro. Levo pouco mais de quatro horas", diz o empresário Sérgio Lopes Sobrinho, presidente da associação comercial de Marília, a cerca de 450 km da capital.


Diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de SP), Samir Nakad diz que a falta de opções de companhias deixa o interior de São Paulo refém das aéreas.


"Somos cidadãos de segunda classe. Um absurdo."


Porém, a agência diz que as empresas aéreas têm permissão legal para utilizar "slots" (horários de voos) como programarem.


Para a TAM, a mudança terá impacto econômico. O número de passageiros da empresa em Congonhas pode triplicar, pois as aeronaves dos voos regionais levam apenas 45 passageiros, enquanto as novas têm capacidade para até 174 assentos.


VOOS TRANSFERIDOS

Os horários em Congonhas estão esgotados, o que faz com que a única alternativa para aumentar voos ao aeroporto mais atraente seja comprar companhias que já tenham slots ou remanejar seus voos menos lucrativos para outros aeroportos.

Serão transferidos para Guarulhos os voos de Araçatuba, Marília, Presidente Prudente (todas no interior de São Paulo), Maringá (PR) e Juiz de Fora, em Minas Gerais. A empresa irá manter um voo para Bauru (SP) por Congonhas e transferir os outros três atualmente em operação para Cumbica, em Guarulhos.

A TAM/Pantanal alega que a transferência foi feita por "motivos estratégicos e operacionais" e que vai oferecer ônibus de graça "como cortesia" entre Congonhas e Guarulhos. A Pantanal atenderá 17 localidades.
aviação regional

AUTORIDADES DA VENEZUELA DETÊM AVIÃO UTILIZADO PARA TRÁFICO



CARACAS, 17 AGO (ANSA) - Autoridades venezuelanas interceptaram uma aeronave de pequeno porte com matrícula dos Estados Unidos que era usada para o tráfico de cocaína da Colômbia para o Caribe, informou hoje o Escritório Nacional Antidroga (ONA, na sigla em espanhol).

Segundo o diretor do órgão oficial, general Néstor Reverol, o avião decolou de Trinidad e Tobago com destino declarado para o estado de Bolívar, mas desviou da rota e seguiu para o estado de Apure, onde foi abordado e submetido a um rastreamento para detectar a existência de drogas.

"O rastreamento indicou que a aeronave havia sido usada para transportar cocaína", afirmou.

Reverol assinalou que a interceptação e a captura dos tripulantes -- um norte-americano e um venezuelano -- ocorreram na sexta-feira passada em uma pista clandestina.

Os detidos foram identificados como Alberto Quintana, norte-americano que pilotava o avião, e Rony Paredes Marquina, venezuelano.

Neste ano, foram interceptadas ou detidas 24 aeronaves usadas no tráfico de drogas e apreendidas 41,5 toneladas de drogas provenientes da Colômbia. (ANSA)
ansa latina

EUA investigam queda de avião

Peritos americanos vão analisar destroços de aeronave que se partiu em três pedaços. Brasileira grávida ainda corre risco de perder o bebê

Bogotá - Peritos dos EUA começam hoje, na ilha colombiana de San Andrés, no mar do Caribe, investigações sobre a causa do acidente com o Boeing 737-700 que partiu-se em três pedaços, segunda-feira. Para possibilitar a perícia, o avião não foi removido da pista e o aeroporto está fechado.

Uma idosa morreu de ataque cardíaco, 13 outras pessoas ficaram feridos com gravidade e 111 com lesões leves. O acidente teria sido causado aparentemente quando a aeronave foi atingida por um raio.

A brasileira Caroline Gonçalves, 28 anos, grávida de 5 meses, será removida para clínica em Bogotá. Seu marido, Thiago Cavalcanti, 27, disse que ela passa bem, mas ainda há risco de perder o bebê. Eles viajavam junto com o casal Ramiro Lobo de Almeida e Catherine Silva Lobo, de Volta Redonda, no Rio.

“Acordei com uma pressão muito grande nos ouvidos. Minha esposa estava tranquila, feliz, se preparando para descer”, contou Thiago. Logo que o avião tocou o solo, o casal correu, com medo de explosão.

SUSTO NA ARGENTINA

Um avião com 152 turistas brasileiros foi obrigado a fazer pouso de emergência ontem em Neuquén, sudoeste de Buenos Aires, devido à despressurização. Não houve feridos. A aeronave MD-83, de companhia local, fazia a rota Bariloche/Buenos Aires. Houve pânico a bordo e as pessoas usaram máscaras de oxigênio. O pouso foi normal. Os passageiros foram levados quatro horas depois para Buenos Aires em outro avião da mesma empresa.

o dia

Caça F-4 Phantom do Irã cai perto de usina nuclear

Um caça F-4 Phantom II da Força Aérea do Irã, similar ao que caiu nessa terça-feira próximo a uma usina nuclear no Irã.

Um jato de combate F-4 Phantom II do Irã caiu hoje no sul do país, perto da usina nuclear que deve começar a funcionar neste final de semana, informou a agência semioficial de notícias Fars. De acordo com as informações divulgadas, o funcionário do governo local Gholam Reza Keshtkar disse que o caça F-4 da Força Aérea iraniana caiu a cerca de seis quilômetros ao norte de Bushehr, cidade que fica a 1.200 quilômetros ao sul da capital, Teerã.

Keshtkar disse que o piloto e o copiloto se ejetaram em segurança antes da queda, mas foram levados ao hospital em Bushehr. Ele não forneceu maiores detalhes. O Irã comprou muitos aviões norte-americanos, dentre eles McDonnell Douglas F-4 Phantom II antes da Revolução Islâmica de 1979 e durante o governo pró-Ocidente do xá Mohammad Reza Pahlavi.

Outro funcionário local, Mohammad Hasan Shanbadi, disse que uma falha técnica foi a causa do acidente, mas também não deu detalhes sobre o que teria acontecido. Segundo ele, o avião caiu no deserto, perto de um centro industrial. A usina nuclear de energia elétrica de Bushehr é a primeira do Irã, e deve começar a funcionar neste final de semana.

cavok

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Empresário usa helicóptero para tumultuar festa e é preso em Passos


Empresário dono de helicóptero tumultua evento

Um empresário foi levado para Delegacia depois de provocar uma “algazarra” - segundo definição de um policial militar - em uma festa de Passos, no Sul de Minas. A confusão aconteceu no fim de semana, durante o “4º Passos Motorcycles”, encontro de motociclistas.

Segundo a Polícia, no sábado (14) e domingo (15), o empresário sobrevoou o Parque de Exposições Adolfo Coelho Lemos em um helicóptero de sua propriedade. No domingo, a situação se agravou, com voos rasantes bem próximos dos presentes. “Ele chegou a ficar a dez metros de altura do solo. Havia mais de quatro mil pessoas no evento”, informou o sargento Amâncio, da assessoria de imprensa do Polícia Militar local.

Houve tumulto no local, mas sem feridos. Segundo a Polícia, a poeira levantada pelo helicóptero chegou a danificar a aparelhagem de som do festa. Depois disso, o empresário, não intimidado, pousou na área de camping do parque e, sem pagar ingresso, foi aproveitar o evento.

O piloto, 33 anos, levantou voo e foi até o Aeroporto Municipal José Figueiredo, onde foi detido. A aeronave também foi apreendida. O empresário, que segundo a Polícia é do ramo de motocicletas, também foi levado para a Delegacia.

Nesta segunda-feira, porém, eles já estavam liberados. De acordo com a Polícia, há 20 dias, mais ou menos, o mesmo homem tumultou outra festa em cidade vizinha com o helicóptero. A aeronave segue sob poder da Polícia. Aeronave em questão é o Helicoptero Modelo R-44 Raven PP-MIO
BGA

Piloto da 'F-1 aérea' morre em treino; espanhol já havia caído duas vezes

Divulgação

Alejandro 'Alex' Maclean tinha 41 anos e realizava treino em seu país natal

O piloto Alex Maclean morreu nesta terça-feira, em um acidente aéreo. Ele treinava quando seu avião caiu nas imediações do aeroporto de Casarrubios del Monte, no norte da província de Toledo, na Espanha. O local é uma base comum de treinos da Red Bull Air Race, campeonato que é considerado a "Fórmula 1 aérea", mas não era usado para ele.

  • Divulgação

    Alex Maclean, conhecido como The Flying Matador (O Toureiro Voador)) morreu em acidente aéreo na Espanha, durante um treino nesta terça-feira

O espanhol de 41 anos, que sofreu seu terceiro acidente em aviões, estava em um treino de acrobacias, prova que ele já conquistou diversos títulos na Espanha. Além disso, ele também competia pela Red Bull Air Race, competição que dá mais enfoque à velocidade.

Segundo fontes próximas à agência EFE, o serviço de emergências foi informado às 12h30 - horário local - desta terça. No entanto, ainda não foram informados os motivos que ocasionaram o acidente, o que será investigado pela Agência Espanhola de Segurança Aérea.

Em nota oficial publicada no site da competição, foi confirmado que o treino não era para a disputas da Red Bull Air Race, mas para um show aéreo do qual o espanhol faria parte.

“É com grande tristeza que dividimos a perda de Alejandro (Alex) Maclean, que morreu hoje com a idade de 41 anos em um acidente em seu país natal, a Espanha, enquanto fazia um treino acrobático para um show aéreo. Mandamos nossos pêsames à sua esposa Emma e seus dois filhos, de 7 e 12 anos”, diz o comunicado.

“Conhecido pelo temperamento latino, Alex era muito sensível e emocional em seu caráter, combatendo a frustração quando os resultados não vinham. Apesar disso, continuou lutando com sua equipe e tomou a responsabilidade pela campanha desapontante”, acrescenta a nota.

COMOÇÃO NAS REDES SOCIAIS

  • Em sua página no Facebook, Maclean, o único espanhol da 'F-1 Aérea', recebeu dezenas de homenagens de fãs incrédulos com sua morte

O local do acidente é comumente realizado para esta prática de treinos acrobáticos e a queda foi a cerca de 500 metros da pista de pouso do aeroporto.

Maclean foi o 11º colocado na competição nesta temporada, tendo como melhores colocações dois nonos lugares, apenas, na equipe que leva o seu nome.

Ele teve seu melhor resultado na etapa brasileira de 2007, quando conquistou uma segunda colocação.

Este ano, a Red Bull Air Race foi marcada também pelo acidente do brasileiro Adilson Kindlemann, que caiu durante treino na etapa da Austrália da competição, em março. Em sua temporada de estreia, ele caiu na água e não sofreu nenhum ferimento grave.

Mais quedas

Maclean já havia passado por outras experiências de acidentes, mas teve mais sorte em duas oportunidades anteriores. O primeiro foi em 1992, em um pequeno show aéreo, quando a hélice de seu avião saiu. Foram três vértebras fratudadas, além de ambas as pernas.

Em 1999, Alex estava provando um avião que mostrou ter problemas estruturais. O resultado foi que ele despedaçou a aeronaveno chão, mas conseguiu ejetar e se safar sem maiores problemas.

TERRA


Avião invade espaço aéreo onde viajava presidente Obama, em Seattle


Defesa enviou caças para fazer a interceptação, mas operação não foi necessária.

O presidente dos EUA, Barack Obama, chega ao Aeroporto Internacional de Los Angeles, em rota para a cidade de Seattle nesta terça-feira

O Comando Norte Americano de Defesa Aeroespacial afirmou na tarde desta terça-feira (17) que caças militares foram mobilizados para responder a uma violação do espaço aéreo de Seattle, perto do avião em que estava o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.


As informações foram publicadas pelo site americano, Denverpost, com informações de agências internacionais.

O porta-voz John Cornelio disse que os caças foram enviados de Portland, no Estado de Oregon, depois de um relatório indicando que houve uma violação do espaço aéreo restrito.

A aeronave intrusa saiu da área antes dos jatos da Guarda Nacional chegaram, e não houve interceptação.

Dois estrondos sonoros foram sentidos em toda a área de Puget Sound.

Obama estava em Seattle hoje para um encontro com a senadora democrata Patty Murray.

Barulho de caças intriga de moradores de Seatlle

No blog The B. Town, uma discussão foi aberta entre os leitores sobre qual seria a origem do barulho ouvido nesta tarde.

- Numerosos leitores, assim como este repórter, ouviram duas grandes explosões na tarde de terça-feira, perto das 13:50 [17:50 do horário de Brasília].

Uma das respostas associava o som com um terremoto, mas depois diz que poderiam ser aviões supersônicos.

Os leitores relatam que portas e janela tremeram no momento em que os caças da Defesa passaram por Seattle.

R7