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terça-feira, 26 de março de 2013

Hawaiian Airlines compra 16 aviões à Airbus por 1,45 mil milhões

Negócios

A Hawaiian Airlines formalizou uma encomenda de 16 A321neo à Airbus, com um valor de tabela de 1,88 mil milhões de dólares (1,45 mil milhões de euros), que deverão criar mil postos de trabalho na transportadora aérea.


"A nossa frota de A330 obteve uma grande resposta, dos nossos clientes e empregados, e espera-se que a adição do A321neo à nossa frota gere cerca de mil novos empregos na nossa companhia aérea", indicou o presidente e CEO da Hawaiian Airlines, Mark Dunkerley, citado pela agência Europa Press.

À medida que for recebendo os novos aparelhos, a transportadora vai ainda adicionar novos destinos.

Também a Japan Airlines, maior transportadora aérea do Japão, citada pelo jornal Nikkei, referiu que está a planear comprar 20 aviões A350 para substituir os seus Boeing 777 a partir de 2017. A companhia prevê adquirir estes aparelhos e um simulador para pilotos, por um total de 400 mil milhões de ienes (3,25 mil milhões de euros). Esta potencial aquisição à Airbus insere-se nos planos da JAL de diversificar os fornecedores de aviões para evitar riscos, como os verificados nos 787 Dreamliner da Boeing.
OJE

EUA fecharão 149 torres de controle aéreo para cortar gastos

Avião decolando de aeroporto
Aviação: nos EUA, 149 torres de controle do tráfego aéreo a partir de 7 abril.
Washington - A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) vai fechar 149 torres de controle do tráfego aéreo a partir de 7 abril para cumprir as exigências estabelecidas por um programa de cortes automáticos de gastos.
Outras 40 torres que também tinham seu fechamento previsto permanecerão abertas, informou a agência em comunicado.
"Ouvimos das comunidades de todo o país sobre a importância de suas torres e essas foram decisões muito difíceis", disse o secretário dos Transportes, Ray LaHood.
"Infelizmente temos de enfrentar uma série de escolhas difíceis que temos de tomar para atingir os cortes exigidos pelas reduções automáticas de gastos."
EXAME

Air France faz treino com passageiros dentro do avião

O eurodeputado Mário David questiona a Comissão Europeia e o Conselho Europeu se as companhias aéreas europeias estão autorizadas a fazer treinos em voos comerciais. O caso aconteceu em Lisboa.

Air France faz treino com passageiros dentro do avião
O eurodeputado do PSD Mário David descobriu, após uma aterragem bastante conturbada, que a Air France efetua treinos de pilotos em voos comerciais. Perante o facto, testemunhado por si próprio, exige explicações à companhia francesa, à Comissão Europeia e ao Conselho Europeu.

"Há coisas com as quais não se deve brincar. Não se admite que façam dos passageiros cobaias, sobretudo, numa companhia como a Air France, na qual depositamos toda a confiança", declarou ao Expresso Mário David.   
A queixa surge após uma viagem do deputado, no passado dia 19 de março, de Paris a Lisboa, num voo da Air France quando, na aproximação à capital portuguesa, as rodas traseiras do avião tocam no chão e, de repente, a aterragem é abortada e o avião arranca com velocidade.
A seguir ao primeiro inciente, o avião fez outra aproximação e um novo "borregar", altura em que o comandante do avião comunicou à torre de controlo que não aterrava devido a um "golpe de vento", mas que "na verdade não existiu".
Segundo Mário David, à saída do avião podia ver-se na ficha de bordo que a tripulação do voo incluía dois co-pilotos com nomes asiáticos. "Dirigi-me à chefe de cabina e disse-lhe: Já aterrei mais de 1000 vezes em Lisboa e nunca tive uma situação destas, será porque desta vez estavam dois co-pilotos chineses?", questionou o eurodeputado à tripulante, que, irritada, arrancou a ficha de bordo e recusou dar explicações.

Companhia já encomendou relatório


"O vento era de dez nós contrários e de 350 graus, uma situação ideal para aterrar no aeroporto de Lisboa. A justificação não é aceitável, pelo que decidi fazer alguns telefonemas e vim a descobrir que a Air France tem um contrato de formação de pilotos chineses", explicou.
Na terça-feira, o eurodeputado ligou logo para a Air France, tendo pedido para falar com o diretor da companhia, que já não se encontrava na sede, mas no dia seguinte recebeu uma chamada a dizer que tinham recebido a sua queixa e que já tinham pedido um relatório a Paris, e que assim que este estivesse pronto seria avisado.
"Isto passou-se no aeroporto de Lisboa, com certeza que não aconteceria em Londres ou Frankfurt", acrescenta o português Mário David.  
Depois deste episódio, o eurodeputado resolveu questionar a Comissão Europeia e o Conselho Europeu sobre se as companhias aéreas estão autorizadas a fazer treinos durante voos comerciais, com passageiros, esperando obter uma resposta no prazo de 30 dias. 

Apurar responsabilidades


"Porquê uma pergunta parlamentar à Comissão, quando poderia apenas depositar uma queixa contra a Air France? Em primeiro lugar, porque gostaria de saber se uma empresa aérea da UE, e no seu espaço aéreo, pode fazer voos de treino em voos comerciais, com passageiros", diz Mário David.
No caso de se cumprirem as normas europeias, o eurodeputado questiona ainda se as autoridades dos países não devem pelo menos ser previamente avisadas das intenções das companhias. 
"Em caso afirmativo, há ou não a obrigação da concordância das autoridades dos países das rotas em que tais treinos são efetuados? E assiste ou não aos passageiros o direito de saber previamente a existência de tais treinos? E é ética e deontologicamente aceitável que o comandante minta aos passageiros?", interroga-se.
"Embora não sendo verdade, vamos assumir que o treino é totalmente isento de perigo: mas se um passageiro, com o susto, sucumbir a uma crise cardíaca, de quem é a responsabilidade? Do vento?", pergunta ainda Mário David, frisando que a operação de treino podia não ser intencional, mas mesmo uma aterragem falhada dos treinantes.  

EXPRESSO PT

Boeing planeja voo de 2 horas com avião 787 para checar sistemas

WASHINGTON, 25 Mar (Reuters) - A Boeing planeja um voo de duas horas de uma empresa aérea que detenha uma aeronave do modelo 787 nesta segunda-feira, que será seguido de testes nos próximos dias de certificação durante voo e no solo das mudanças propostas para a bateria de íon-lítium do jato.
O voo desta segunda será usado para validar todos os sistemas na aeronave e ver se estão funcionando como previsto, disse o porta-voz da Boeing Marc Birtel. O 787 teve os voos suspensos desde meados de janeiro após falhas na bateria em dois aviões diferentes.
Após os dados do voo serem analisados, a Boeing irá preparar uma demonstração em solo e de voo com o objetivo de certificar as mudanças propostas para o sistema de baterias, um importante passo para conseguir a permissão da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) para que o avião volte a voar comercialmente.
"O plano é conduzir uma demonstração de voo. Esse voo irá mostrar que o novo sistema de bateria tem performance como a desejada durante as condições de voo", disse Birtel, em um comunicado.
Separadamente, o Conselho Nacional de Segurança no Transporte dos EUA (NTSB, na sigla em inglês) disse que irá realizar um fórum de dois dias em 11 e 12 de abril para examinar o design e o desempenho das baterias de íon-lítium no transporte, uma revisão desencadeada pelas falhas nos dois aviões 787 em janeiro.
(Por Andrea Shalal-Esa)
REUTERS BRASIL

Piloto português do presidente deposto está "desaparecido"


A República Centro-Africana está a ferro e fogo. A comunidade portuguesa não escapou aos saques e até o cônsul foi assaltado. O presidente deposto fugiu para os Camarões e o seu piloto, português, está desaparecido.
 
foto DR
Piloto português do presidente deposto está "desaparecido"
Piloto português está desaparecido
 
Pedro Barroso, copiloto português do avião presidencial da República Centro-Africana, disse ao JN que o seu comandante está desaparecido e que a maioria da comunidade portuguesa residente em Bangui, a capital, "deve estar aterrorizada" com o clima de insegurança. Pedro Barroso, de 37 anos, deixou Bangui há cerca de um mês. "Já sei que a minha casa foi saqueada, assim como a do meu comandante, Vítor António".
Depois de falar com o filho do piloto do avião do presidente deposto da RCA, Pedro Barroso confirmou que Vítor António não voou com o presidente deposto para os Camarões. "Também não consigo contactar uma família que vive fora da capital", acrescentou.
Contudo, o copiloto não duvida de que "o Governo francês irá retirar todos os portugueses em segurança". A maioria são quadros de empresas e trabalha na área da Educação, com organizações não-governamentais.
Pedro Barroso refere que o clima de insegurança na RCA começou a sentir-se há cerca de um ano. "Havia já grupos organizados de rebeldes no Norte do país". Atualmente, "a mais de 50 quilómetros de distância de Bangui, só podemos andar com escolta policial", descreve, sabendo que, a qualquer momento, poderá ter de regressar à República Centro-Africana.
O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, garantiu, por sua vez, ao JN, que as autoridades estão focadas, sobretudo, nos portugueses que se encontram incontactáveis e que foram alvo de vandalismo. "Os franceses é que avaliarão se é necessário" executar o plano de contingência. "Até ao momento, não nos foi dada qualquer informação nesse sentido, bem pelo contrário", frisou José Cesário.
JORNAL DE NOTÍCIAS

segunda-feira, 25 de março de 2013

Pousada/Pensão - Aeroporto de Congonhas - São Paulo



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United Airlines lançou um novo APP


United Airlines lança novo app
Na última sexta-feira, 22, a companhia aérea United Airlines lançou um aplicativo desenvolvido especialmente para Windows Phone 8. De acordo com Scott Wilson, vice-presidente de merchandising e comércio eletrônico da United, o novo app tem recursos inovadores.

Através do aplicativo, os clientes da companhia poderão realizar reservas, check-in para voos, acessar cartões de embarque móveis, monitorar detalhes de status de vôo e ver as suas contas MileagePlus de passageiro frequente.

Para Todd Brix, gerente geral de Windows Phone Apps, os apps ganham vida no Windows Phone graças a recursos como Live Tiles e notificações Lockscreen. "A United Airlines aproveita esses recursos para que os usuários possam acessar rapidamente todas as suas informações de viagem em um piscar de olhos", ressaltou Brix.

Entre os recursos adicionais, o app inclui suporte para Tiles do Windows Phone Live para atualizações de status de vôo diretamente na tela iniciar. Além disso, os usuários conseguem acessar mapas de vôo e jogos de Sudoku.

Falso piloto é preso em cabine de avião pouco antes da decolagem

Philippe Jernnard estava com camiseta de companhia aérea e cartão falso.
Francês de 61 anos foi pego pouco antes da decolagem.


Philippe Jernnard entrou na cabine do piloto com cartão falso de uma companhia aérea (Foto: Divulgação) 
Philippe Jernnard entrou na cabine do piloto com
cartão falso de uma companhia aérea
(Foto: Divulgação)
 
Pouco antes da decolagem de um avião no Aeroporto Internacional da Filadélfia, nos EUA, um falso piloto foi preso dentro da aeronave no cockpit, assim que membros da tripulação constataram que aquele não era o homem que iria fazê-los voar.

Philippe Jernnard, de 61 anos, foi encontrado dentro da cabine, sentado na cadeira atrás do piloto. O jornal “Mirror” afirma que o francês estava usando uma camiseta da companhia aérea Air France e com uma jaqueta com dragonas nos ombros.

Após discutir com alguns dos tripulantes, que desconfiaram da atitude do homem, a polícia foi chamada e Philippe acabou preso. Com ele, os policiais encontram um falso cartão de identificação da Air France, e Jernnard foi acusado de invasão, falsidade ideológica e por apresentar documento falso.
G1

 

SNA reúne-se com a Gol e cobra mudanças

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) reuniu-se, na semana passada, com a gerência de escalas da Gol para debater a forma como a empresa vem gerenciando o acionamento do sobreaviso, horas de voos e chefes de cabines.
 
O sobreaviso deve ter repouso de 12 horas após o seu término, podendo ser prolongado por no máximo 12 horas, após seu início. Caso seja acionado para um voo ou uma reserva, a apresentação deve ocorrer, no mínimo, 90 minutos após a ligação da escala. Não deve existir o espaço em branco, sem remuneração, entre o acionamento e a apresentação para a nova programação desta. O limite para se manter de sobreaviso, sempre será, de 12 horas, e após este período, o repouso deve ser de no mínimo 12 horas.
 
Caso a empresa acione o trabalhador para uma apresentação 6, 7 ou 8 horas após a ligação da escala, este deverá verificar se tem regulamentação disponível para estender o sobreaviso, não ultrapassando o limite de 12 horas. Se o funcionário for mantido de sobreaviso por esse período até 90 minutos antes da apresentação, é garantido a remuneração de 1/3 do valor da hora de voo, conforme Lei 7183/84.   
 
O SNA cobrou, também, a reivindicação antiga da visualização das horas de voo noturna, especial e diárias de alimentação nas escalas. Na terça-feira, dia 19/03, o gerente de escala de tripulantes, Henrique Baccarin, encaminhou a solicitação desta funcionalidade para a Lufthansa, empresa que planejou o programa de escalas da Gol, que ficou de dar uma resposta breve. O Sindicato segue cobrando da Gol providências e quanto às diárias, e o departamento de Recursos Humanos se comprometeu a iniciar o desenvolvimento de outra ferramenta para disponibilizar aos tripulantes essas informações para facilitar o controle.
 
Chefes de cabine base RIO-GOL
 
A gerência de escalas da Gol informou à entidade, que os chefes de cabine transferidos no últimos meses para outras bases para fora de São Paulo não obedeceram a composição exata de tripulações e sim a vontade dos trabalhadores. Isto gerou muitos voos com saída programadas dessas bases sem os chefes de cabine. Para a empresa, isso não deva ocorrer, já a partir do mês de abril, visto que a empresa irá escalar esses profissionais entre as bases.
SNA

Nas asas da Panair



Antes de decidir promover um ato sobre a finada Panair do Brasil, a Comissão da Verdade investigou, com auxílio de historiadores e pesquisadores, se realmente havia motivação política na decisão de cortar as asas da empresa em 1965 ou se o colapso foi por razões econômicas, muito comum nesse setor até hoje.

O relatório entregue à Comissão lembra que:

• A Panair pertencia aos empresários Mário Wallace Simonsen e Celso da Rocha Miranda. Os dois eram aliados de João Goulart, o presidente deposto pelos militares, e de Juscelino Kubitschek, que seria candidato a presidente se houvesse eleição como prometiam os militares. Simonsen e Miranda tinham recursos financeiros e empresas, como a TV Excelsior, que poderiam ajudar muito na campanha de JK.

• A empresa também não teria problemas de caixa. O Departamento de Aviação Civil sabia que a Panair estava fechando um acordo com a Air France, que injetaria ainda mais dinheiro na companhia e dispensaria qualquer tipo de subvenção.

• O juiz do processo de falência da Panair mandava semanalmente um relatório para o Serviço Nacional de Informações.

• Chamou atenção ainda da Comissão que a Varig estivesse preparada para voar para a Europa (até então ela só voava para os EUA) no mesmo dia em que as linhas da Panair foram cassadas. O brigadeiro João Paulo Burnier admitiu que a Varig transportou gratuitamente militares da Aeronáutica para montar o golpe de 1964.


Faz sentido.
(Márcia Vieira)
ANCELMO GÓIS

VRG Linhas Aéreas não terá que pagar dívidas da Varig


O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a VRG Linhas Aéreas, arrematante judicial das unidades produtivas da Varig, não pode ser considerada responsável solidária pelas obrigações devidas pela empresa adquirida. Para a 8ª Turma do TST, está descaracterizada a sucessão trabalhista e a responsabilização deve ser afastada.
A decisão reformou o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, de São Paulo, de que havia sucessão trabalhista e, portanto, condenou a VRG, de forma solidária, ao pagamento das verbas rescisórias devidas pela empresa adquirida a ex-funcionários da Varig.
Em 2006, durante leilão judicial, as unidade produtivas da Varig (UPV), à época em recuperação judicial, foram arrecadadas pela Aéreo Transportes Aéreos, empresa que tinha como acionistas a Varig Logística (Variglog) e a Volo do Brasil. No dia seguinte ao leilão, a Aéreo alterou sua denominação para VRG Linhas Aéreas. Em 2007, o conglomerado formado pela Variglog, Volo e VRG foi comprado pela GTI, subsidiária do grupo Gol Linhas Aéreas Inteligentes (GLAI).
O recurso julgado pela Turma teve origem em reclamação trabalhista ajuizada contra a Varig e a VRG por uma comissária de bordo demitida em 2006. Ela pedia o pagamento das verbas rescisórias devidas e não pagas pela empresa aérea quando da rescisão de seu contrato de trabalho.
A VRG, em sua defesa, argumentou que havia adquirido a UPV da Varig em 2006, em leilão de recuperação judicial. No seu entendimento, essa parte da empresa leiloada estaria livre de qualquer ônus, justamente por ser arrematada em leilão judicial, e não se poderia falar em sucessão do arrematante nas obrigações do devedor.
A 7ª Vara do Trabalho de Guarulhos, em São Paulo, entendeu pela ocorrência de sucessão e, dessa forma, condenou a Varig como devedora principal. Já a VRG foi apontada como devedora subsidiária a pagar R$ 20 mil referente às verbas rescisórias devidas à comissária. O TRT-SP concluiu que a VRG deveria responder de forma solidária, e não subsidiária, pelos créditos devidos, pois integraria o mesmo grupo econômico da Varig.
Segundo o tribunal regional, a VRG, na ocasião do leilão judicial, foi "a única a apresentar proposta para aquisição de suas unidades produtivas", e, na ação de recuperação judicial, a alienação da UPV concentrou todos os ativos operacionais da Varig, parte da empresa à qual estavam vinculados os contratos de trabalho.
Análise do TST
No TST, a relatora do recurso da VRG, ministra Dora Maria da Costa, decidiu pela reforma da decisão após constatar a ausência, no caso, de sucessão trabalhista. Para a relatora, a VRG não poderia ser parte ativa no processo na condição de responsável solidária. Sendo parte ilegítima, a responsabilização da VRG deveria ser afastada. "Não havendo sucessão trabalhista, não cabe responsabilizar as recorrentes com base na existência de grupo econômico", salientou.
A ministra destacou que a jurisprudência do TST, conforme disposto no artigo 60, parágrafo único, da Lei 11.101/2005 (Lei de Falências), entende que "o objeto da alienação ocorrido em sede de recuperação judicial estará livre de qualquer ônus". Tal entendimento, por sua vez, está em sintonia com o do Supremo Tribunal Federal no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 3.934, de relatoria do ministro Ricardo Lewandowski, no qual se concluiu que "a alienação de empresa em processo de recuperação judicial não acarreta a sucessão pela arrematante".
Dessa forma, diante da ausência de sucessão trabalhista, a Turma seguiu o voto da relatora e decidiu, por unanimidade, excluir a VRG do polo passivo da ação, permanecendo apenas a Massa Falida da Varig, arrematada em sede de alienação feita na recuperação judicial.
Fabiana Fittipaldi Dantas, do escritório Aidar SBZ Advogados, elogiou a decisão do TST. “Considerando que o objeto da alienação ocorrido em sede de recuperação judicial estará livre de qualquer ônus, sendo esta a previsão legal (Lei 11.101/2005) e sendo este o entendimento do STF, não há que se falar em sucessão trabalhista, tampouco em existência de grupo econômico”, afirma. Com informações da assessoria de imprensa do Tribunal Superior do Trabalho.
CONJUR

Infraero apura lucro líquido de R$ 396,7 mi em 2012

Infraero
Infraero:  após dedução dos gastos com obras e serviços de engenharia em aeroportos, o lucro líquido ficou em R$ 107,7 milhões, ante R$ 147,5 milhões, em 2011.
Brasília - A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) alcançou lucro líquido (antes dos investimentos próprios em bens da União) de R$ 396,7 milhões em 2012. O resultado é 7% acima do verificado em 2011, de R$ 370,7 milhões. Após dedução dos gastos com obras e serviços de engenharia em aeroportos, o lucro líquido ficou em R$ 107,7 milhões, ante R$ 147,5 milhões, em 2011. O lucro bruto foi de R$ 1,42 bilhão - um aumento de 31% em relação a 2011 (R$ 1,09 bilhão). Os dados constam do relatório anual de administração da Infraero, publicado na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União.


O superintendente de Controladoria, Elismar Gonçalves Lopes, destaca que, no ano passado, a Infraero atingiu uma cifra recorde de investimentos. Foi um total de R$ 1,69 bilhão aplicado em obras, terrenos, equipamentos e participações societárias no ano passado, com crescimento de 48% em relação ao investido em 2011. Dos investimentos, R$ 885,1 milhões foram feitos com recursos próprios, sendo R$ 78,3 milhões oriundos de aporte de capital, R$ 808,9 milhões com recursos do Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero) e R$ 600 mil com recursos de convênios.
Os investimentos de 2012 incluem R$ 378,9 milhões referentes à fatia da Infraero nos aeroportos concedidos no ano passado (Brasília, Campinas e Guarulhos). Para este ano, estão previstos investimentos de R$ 1,808 bilhão, sendo R$ 1,508 bilhão em obras, serviços de engenharia e equipamentos, e R$ 300 milhões em aporte de capital nos aeroportos concedidos.
A Infraero informa também que encerrou 2012 com movimento de 186,5 milhões de passageiros, sendo 169 milhões domésticos e 17,4 milhões, internacionais. Isso representa crescimento de 3,7% sobre o ano anterior. O movimento de aeronaves no ano passado totalizou 2,9 milhões de pousos e decolagens, sendo que as operações domésticas cresceram 2,6%, chegando a 2,7 milhões, e as internacionais diminuíram 13,1%, com 163,2 mil.
Entre os projetos do ano passado, a Infraero ressalta a reforma da área central do terminal de passageiros e módulo operacional 2 do aeroporto de Brasília; restauração da pista de pouso e decolagem do aeroporto de Curitiba; terraplenagem do terminal de passageiros 3 e implantação do terminal de passageiros remoto de Guarulhos, entre outras.
 Atualmente estão em andamento obras de infraestrutura como reforma e ampliação do terminal de passageiros, pátio de aeronaves e adequação do sistema viário do Aeroporto de Fortaleza; reforma, modernização e ampliação do terminal de passageiros, pátio de aeronaves e pista de pousos e decolagens do Aeroporto de Confins; construção da nova torre de controle e ampliação do terminal de passageiros de Salvador, dentre outras.


Para este ano, Lopes relata o desafio do equilíbrio das contas da Infraero, pois os aeroportos de Brasília, Campinas e Guarulhos - que foram concedidos - representavam cerca de 36% do faturamento. Neste primeiro momento, as três unidades exigirão aportes para render dividendos somente daqui quatro ou cinco anos, quando o processo de concessão estiver maduro.
Mesmo sem esperar repetir neste ano o lucro registrado no ano passado, a Infraero pretende permanecer com cifras no terreno positivo. Por isso, o objetivo é intensificar a geração de receitas oriundas de outras fontes, como a melhor exploração comercial dos terminais. "A ideia é diversificação, para gerar receita", disse o superintendente. Dentro dessa lógica entram projetos como hotéis, centros de negócios e edifícios garagem.
EXAME

Aeronáutica abre 241 vagas com salários de R$ 2.867 a R$ 9.490

Foi lançado edital para concurso da Aeronáutica, com abertura de inscrições para seleção de profissionais, visando o preenchimento de 241 vagas em cargos de níveis médio, médio/técnico e superior.
Para candidatos de nível superior há vagas de Pesquisador/ Assistente de Pesquisa em diversas áreas, dentre elas Geointeligência, Computação, Elétrica/Eletrônica, Mecânica, Meteorologia, Qualidade e Metrologia.
Quem possui formação de nível médio com curso técnico na área pode tentar cargos de Técnico I nas áreas de Edificações, Elétrica,  Eletrônica, Informática, Meteorologia, entre outras.
Remuneração
A organização do concurso está a cargo da Fundação Vunesp, e os salários variam entre 2.867 e 9.490 reais por jornada de trabalho de 40 horas semanais. As provas serão realizadas nas cidades de Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Luis (MA) na data prevista de 9 de junho de 2013.
Os candidatos aprovados irão atuar no Departamento de Ciência e Tecnologia (DCTA), no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) ou no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI). Do total de vagas previstas, 5% serão destinadas aos portadores de deficiência.
As inscrições poderão ser feitas entre 18 de março e 26 de abril de 2013 (horário oficial de Brasília), exclusivamente pela internet através do site da Vunesp.
RIBEIRÃO PRETO ONLINE

Singapore Airlines é eleita melhor classe executiva

A Singapore Airlines foi eleita a melhor classe executiva do mundo pelo website Luxury Launches, especializado em produtos e serviços de luxo.

 
O ranking com as dez melhores companhias para se voar na classe executiva levou em conta os benefícios disponibilizados para os passageiros. A Singapore Airlines se destacou por contar com assentos que se desdobram e viram camas, um cardápio amplo e variado de opções de refeições, servidas em porcelana Givenchy e, em algumas aeronaves, uma área exclusiva para lanches onde os passageiros podem relaxar e conversar em voos longos.

Confira o ranking das dez melhores companhias para se viajar na classe executiva:
1- Singapore Airlines
2- Cathay Pacific Airways
3- Emirates Airlines
4- Etihad Airways
5- British Airways
6- Korean Air
7- Qatar Airways
8- Virgin Atlantic
9- Thai Airways
10- Turkish Airlines

Fundada em 1947, a Singapore Airlines é uma das companhias aéreas mais luxuosas e premiadas do mundo, com operação em 71 destinos e 37 países, incluindo o Brasil.

Informações: www.singaporeair.com .
BRASILTURIS

Airbus ganha encomenda recorde de US$ 24 bilhões da Indonésia

Com novo contrato, empresa vai assegurar 5 mil postos de trabalho ao longo de dez anos

A Airbus recebeu uma encomenda recorde de US$ 24 bilhões a preços tabelados da companhia aérea de baixo custo da indonésia Lion Air nesta segunda-feira (18), desestabilizando a posição da arquirrival Boeing junto a uma das companhias aéreas que cresce mais rápido no mundo.
-Veja também: Airbus assinará "grande acordo industrial", diz governo francês
A encomenda arrasa quarteirão de 234 aviões de média capacidade ressaltou a ascensão da poderosa companhia aérea asiática e foi imediatamente comemorada pelo seu impacto positivo nos empregos na Europa, em contraste com a agitação ocasionada pelo resgate em Chipre.
"Graças a este contrato, a Airbus vai poder assegurar 5 mil postos de trabalho ao longo de dez anos", disse o presidente da França François Hollande numa paramentada cerimônia de assinatura do contrato.

Divulgação
Contrato superou outro negócio recorde feito pela Lion Air com a norte-americana Boeing em 2011
O contrato superou outro negócio recorde feito pela Lion Air com a norte-americana Boeing com o presidente Barack Obama em 2011.
As fabricantes estão envolvidas em uma disputa global por encomendas na categoria de 150 assentos, estimadas em US$ 2 trilhões pelos próximos 20 anos.
A Lion Air tem aumentado rapidamente sua frota de modo a fazer frente à demanda por aeronaves de média capacidade em atendimento ao crescente mercado de aviação na Indonésia, o quarto país mais populoso do mundo, um arquipélago com 17 mil ilhas.
O co-fundador da companhia Rusdi Kirana disse que iria usar as aeronaves para começar novos empreendimentos de companhias aéreas sustentadas pelo crescimento na Ásia.
IG

 

TAM: Transparência na remuneração é cobrada

O Sindicato Nacional do Aeronautas (SNA) encaminhou um ofício ao vice-presidente da TAM, nesta quinta-feira (21/03), solicitando uma reunião o mais breve possível.
 
Na pauta estão assuntos relacionados à política de remuneração, descumprimento da Regulamentação, folgas, entre outras questões.
O SNA ainda aguarda respostas da última reunião realizada com a TAM em fevereiro de 2013,  em que foi exigido o cumprimento do TAC e a regularização de diversas pendências com relação aos trabalhadores aeronautas. A TAM precisa informar o quilômetro rodado e realizar a mudança de pagamento de quilometragem para hora de voo. É necessário o cumprimento do artigo 27 da Convenção que exige o pagamento pela escala publicada.
SNA

Veículo bate em avião em solo e TAM cancela voo de Nova York para o Rio

Um problema técnico em um avião da TAM que sairia do Aeroporto JFK, de Nova York, com destino ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio, fez o voo JJ8079 ser cancelado neste sábado (23), informou a companhia. Segundo nota divulgada pela empresa, foi necessário fazer a manutenção da aeronave após um veículo prestador de serviço bater na fuselagem do avião, durante o abastecimento de bebidas e alimentos que seriam servidos a bordo.
A TAM lamentou o transtorno e disse que os passageiros receberam toda a assistência necessária. "Por conta disso [o acidente], os passageiros foram realocados em voos programados para hoje (24), operados pela companhia ou por empresas terceiras", ressaltou a empresa, na nota.
Algumas pessoas reclamaram da empresa na rede social Twitter. "Voo 8079 nyc - galeão de ontem cancelado! Não temos previsão de embarque! Estamos no hotel, sem telefone, nem confirmações de voos", publicou um usuário identificado como Beto Arruda na manhã deste domingo.
Veja a íntegra da nota da TAM:
“A TAM Linhas Aéreas informa que a aeronave que realizaria o voo JJ8079 (Nova York – Rio de Janeiro/Galeão) ontem (23), com previsão de partida para as 21h10 (horário de Brasília), precisou passar por manutenção.
O reparo foi necessário após ter ocorrido um pequeno choque entre um veículo prestador de serviço e a fuselagem do avião durante o processo de abastecimento de alimentos e bebidas que seriam servidos a bordo.
Por conta disso, os passageiros foram realocados em voos programados para hoje (24), operados pela companhia ou por empresas parceiras. A TAM lamenta os transtornos experimentados pelos clientes e ressalta que eles receberam toda a assistência necessária."
G1

O caso Panair: o esquecimento de que a ditadura fazia mais que torturar



"No caso da repressão, talvez se chegue à punição ou, no mínimo, à identificação de militares torturadores, mas o papel da Oban e da Fiesp e de outros civis coniventes permanecerá esquecido nas brumas do passado, a não ser que a tal Comissão da Verdade siga a sugestão do [Carlos] Araújo e jogue um pouco de luz nessa direção também."
Luís Fernando Verissimo, na crônica Os coniventes, de 21 de março de 2013
"Cerveja que tomo hoje é
Apenas em memória dos tempos da Panair
A primeira Coca-cola foi
Me lembro bem agora, nas asas da Panair
A maior das maravilhas foi
Voando sobre o mundo nas asas da Panair
Conversando no bar (Canção de Milton Nascimento e Fernando Brant) 
Por Milton Ribeiro
Há alguns anos, esta canção de Milton Nascimento recuperou seu título original de Saudades dos aviões da Panair. Na época em que foi lançada por Elis Regina, em 1974, os autores tiveram receio de falar em Panair e em suas saudades da empresa logo no título da canção. Então, ela foi rebatizada para Conversando no Bar. Afinal, era proibido sentir saudades da enorme e respeitada empresa que, por ação dos militares, foi desmontada sem maiores explicações nos primeiros meses do Golpe de 1964. Num país pobre e quase desindustrializado, a existência da Panair do Brasil S. A. era motivo de orgulho nacional.
Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1965, 15 h. Um telegrama do Ministério da Aeronáutica chegou aos escritórios da Panair, a maior companhia aérea do país e uma das maiores do mundo. A mensagem era simples e dava conta de que o governo estava cassando seu certificado de operação em razão da condição financeira insustentável da empresa. O telegrama vinha assinado pelo ministro Eduardo Gomes. A Panair não tinha nenhum título protestado nem impostos atrasados, mas o telegrama adiantava que ela não tinha meios para saldar suas dívidas e que estava proibida de voar. Os dias eram assim, também cantava Elis, ou podiam ser assim. À noite, tropas do Exército invadiram os hangares da Panair e a Varig imediatamente assumiu todas as concessões de linhas aéreas e propriedades da concorrente. E conseguiu fazer isto sem atrasar nenhum voo. Provavelmente, tinha sido alertada sobre os caminhos se abririam para ela naquele grande abril.
 
DESÁSTRES AÉREOS

sexta-feira, 22 de março de 2013

Avianca prevê crescer no mínimo 30% no país neste ano



Efromovich, da Avianca, negou que busque apoio do governo brasileiro para avançar nas negociações para comprar a TAP. Foto: Aline Massuca/Valor Economico
O presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, disse ontem que a companhia espera um crescimento “de no mínimo” 30% para 2013, após ter transportado, em 2012, mais de 5 milhões de passageiros, o que representa, segundo ele, crescimento de 84% ante 2011. Em 2013, a expectativa alcança mais de 6 milhões de passageiros.
A declaração foi dada ontem por Efromovich na chegada ao Palácio do Planalto para uma reunião na Casa Civil, segundo ele, de caráter institucional.
Na avaliação do executivo, “se o mercado explodir”, a companhia tem “uma grande vantagem”, que é a possibilidade de deslocar para o Brasil aviões que estejam designados para atendimento em outros países da América do Sul, como Equador, Peru e Colômbia. A Avianca Brasil faz parte do grupo Avianca-Taca, com operações em diversos países da América Latina.
“O mercado brasileiro é importante e se tiver oportunidade, não temos nenhum receio”, disse Efromovich. Ele negou que a companhia busque apoio do governo brasileiro para avançar nas negociações para a compra da portuguesa TAP. O governo português adiou o processo de privatização da TAP em dezembro, após ter negado oferta do grupo Synergy, controlador da Avianca.
Reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” no dia 9 de março informou que a Avianca teria decidido pedir ajuda ao governo brasileiro para uma nova investida na TAP e não estaria descartada uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Está zerado isso, o processo de aquisição. Não por nós, mas pelo governo português. Lamentavelmente, mas está zerado”, disse Efromovich. Ele negou a possibilidade de ajuda do BNDES. “Não é o nosso objetivo, não precisamos do BNDES. Não estou nem sendo arrogante, porque nós equacionamos o financiamento com uma estrutura no exterior”, disse. “Temos outros financiamentos com o BNDES, mas zero TAP, zero aviação”.
Segundo ele, “mais que interesse”, a companhia tem “curiosidade” em saber a decisão do lado português. “Não sabemos se eles querem vender”, disse.
“Hoje, não sei [quando o edital será publicado]. Naquela ocasião tinha total interesse. Vínhamos em um processo firme, investimos bastante. Hoje temos um interesse, mas, mais que interesse, curiosidade em saber o que eles querem fazer, porque não sabemos se eles querem vender”, disse Efromovich.
Fonte: Valor Econômico, Por Bruno Peres
transportesptbr.blogspot.com.br
 

Empresa aérea é condenada a pagar um milhão de reais por atitude antissindical


 
A conduta antissindical da Gol Linhas Aéreas com empregados que participaram de uma greve realizada em 23 de dezembro de 2010 resultou na condenação da empresa ao pagamento de dano moral coletivo no valor de um milhão de reais.

 A sentença foi proferida pelo juízo da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, no julgamento de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 10ª Região (MPT10) após denúncias do Sindicato Nacional dos Aeroviários. De acordo com o juiz do trabalho Gilberto Augusto Leitão Martins, autor da decisão, ficou constatada a prática de assédio moral pela Gol, que demitiu e retirou de cargos de liderança alguns empregados participantes do movimento grevista.

Os trabalhadores vítimas do assédio moral desempenhavam suas atividades nos setores de manutenção e despachos técnicos da empresa no Aeroporto Internacional de Brasília. Nos autos, a empresa aérea alegou a ilegitimidade do Ministério Público do Trabalho em mover uma ação civil pública para defender os direitos de apenas um grupo definido de trabalhadores. Ainda segundo a Gol, as demissões obedeceram a necessidade de reestruturação do setor de manutenção tendo em vista a redução da malha aérea no segundo semestre de 2010. Sobre os descomissionamentos dos cargos de liderança, a empresa explicou que ocorreram por razões técnicas.

Contudo, relatos de testemunhas e demais provas obtidas por meio do inquérito civil instaurado pelo MPT10 e colhidas no curso da ação civil púbica comprovaram as atitudes de retaliação praticadas pela empresa aérea a fim de desestimular o exercício do direito constitucional de greve dos funcionários. Na sentença, o juiz Gilberto Martins classificou a conduta da Gol como “grave infração à ordem jurídica trabalhista”. Segundo ele, ficou claro que a empresa procedeu desta forma com o intuito de perseguir os trabalhadores que aderiram à greve. Ainda de acordo com o magistrado, a empresa extrapolou os limites da legalidade ao abusar do direito de promover a dispensa injustificada de seus empregados.

“Ao invés de proceder de forma clara, amistosa, buscando instaurar conversação com o Sindicato para conhecer a efetiva pauta de reivindicação, enveredou pelo caminho da força e da arbitrariedade, dispensando e descomissionando os que vieram a aderir à ação do sindicato, contrariando assim o ordenamento jurídico vigente que reputa o direito de greve como atributo do contrato de trabalho, posto ao livre exercício pela coletividade de trabalhadores”, sustentou o juiz da 11ª Vara do Trabalho, Gilberto Martins – que também obrigou a Gol a promover orientação e cursos entre funcionários com cargos de chefia para proibir práticas de assédio moral, bem como a fornecer atendimento psicológico aos empregados vítimas da conduta antissindical. Já o montante de um milhão de reais será revertido em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Processo: 0001065-76.2012.5.10.011
ambito-juridico.com.br

Avião faz pouso de emergência em Confins



Um avião da Companhia Aérea Azul teve problemas mecânicos e precisou fazer um pouso de emergência no aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mobilizando equipes de socorro, na tarde dessa quinta-feira. De acordo com fontes ligadas à operação do terminal, o voo 5084 veio do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com pouso marcado para as 13h20 na Grande BH. No meio do trajeto, um dos dois motores teria parado, obrigando o piloto a voar com um só motor até o destino. A empresa aérea não informou quantos passageiros estavam a bordo, mas o modelo Embraer A190 costuma transportar entre 70 e 90 pessoas. Depois de passar por Minas, a aeronave seguiria para Vitória.

“Não houve maiores problemas. O avião pousou bem, sem ferir ninguém. O estresse maior foi pelo fato de os passageiros terem notado que a aeronave apresentava problemas enquanto os levava, o que fica ainda mais dramático depois que veem a pista cheia de bombeiros e paramédicos, mobilizados nesse tipo de emergência”, disse uma dessas fontes, que não tem autorização para se identificar, mas estava no local no momento do pouso.

Por meio de nota, a Azul Linhas Aéreas informou apenas que a aeronave que fez o voo 5084 “apresentou problemas técnicos e está em manutenção. Em decorrência disso, o voo 5048, de Confins para Vitória, foi cancelado”. A empresa não confirmou se o problema técnico seria mesmo a perda de um motor em pleno voo. Segundo o texto, os clientes da rota cancelada foram reacomodados em outros voos da companhia. “A Azul lamenta eventuais transtornos ocorridos aos seus clientes, porém ressalta que ações como essa são necessárias para conferir a segurança de suas operações”, finaliza o comunicado.
EM.COM.BR

Luan Santana posa com seu jatinho: “Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!”



Luan Santana posa com seu jatinho: “Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!” - Reprodução

Luan Santana está feliz com a volta de seu avião  particular, que voltou do conserto. O cantor sertanejo até posou para uma foto em frente ao seu ‘brinquedinho’ e postou em seu Instagram.
“Olha quem voltou! Tá zerado o Bicuço, véi!”
O avião do ‘meteoro’ foi comprado em outubro de 2010 depois de passar pro alguns sufocos com os atrasos de voos nos aeroportos brasileiros. Na época, ele chegou a dar o apelido ao jatinho de Bicuço, em homenagem ao pássaro gigante do feiticeiro Harry Potter.
Um ano depois de ter adquirido o bem, Luan passou por um grande problema no ar com seu avião quando saiu de Londrina  com destino a Macaé, no Rio de Janeiro, e teve de fazer um pouso forçado em São José do Rio Preto, em São Paulo. Na época, nada de grave aconteceu, mas o sertanejo levou um baita susto.
O FUXICO

WINGS CURSO DE COMISSÁRIO(A) SÂO PAULO



curso de comissária de voo, aeromoça, comissário de bordo 



http://www.wingsescola.com.br/img/promo-cmv-tarde.jpgcurso de comissária de voo, aeromoça, comissário de bordo

O desempenho das maiores aéreas brasileiras em fevereiro



Desde o início do ano, cerca de 12 milhões de pessoas já viajaram pelo Brasil em voos domésticos e, segundo dados de Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), as companhias de menor porte, como AviancaAzul e Trip, têm ganhado participação de mercado da TAM e GOL
A participação conjunta das três empresas em fevereiro somou 23,8%, ante 20,8% na comparação com o mesmo período de 2012. Para Adalberto Febeliano, consultor da Abear, a variação de 3% confirma a tendência de menor concentração no mercado e do avanço do transporte regional no país.
Veja, a seguir, o desempenho das cinco maiores companhias aéreas brasileiras, segundo a Abear.
 
12 HORAS