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sexta-feira, 17 de julho de 2009

MPF recomenda que aéreas obedeçam a Anvisa e informem tabela nutricional de alimentos



Na recomendação às aéreas, o MPF informa que a não observância da legislação sanitária federal pode configurar infração sanitária e as companhias estarão sujeitas as penalidades previstas na lei 6.437/77 que regulamenta as infrações à legislação sanitária federal

O Ministério Público Federal recomendou nesta quarta-feira (15) que todas as companhias aéreas brasileiras obedeçam a lei 10.674/03, que determina informar se o alimento que é servido a bordo das aeronaves contém ou não glúten.
Em outra recomendação, de igual teor, direcionada desta vez à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e à Anvisa, o MPF recomenda que essas agências fiscalizem as companhias aéreas nacionais regulares, brasileiras ou estrangeiras, que operem no Brasil, de modo a garantir o cumprimento da lei.
Além disso, as Resoluções RDC 359/03 e RDC 360/03, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), obrigam que as empresas especifiquem no rótulo dos produtos servidos os nutrientes que contém os alimentos. O prazo para adequação é de 30 dias.
Estas resoluções 359 e 360 impõem a obrigatoriedade da rotulagem nutricional dos alimentos produzidos e comercializados, de qualquer origem, embalados na ausência do cliente. A mesma norma obriga que no rótulo devam constar informações como valor energético, carboidratos, proteínas, teor de gorduras e sódio, bem como outras informações.
Para o MPF a norma vale inclusive para os alimentos preparados especialmente para serem servidos em aviões, o que não vem sendo observado pelas companhias aéreas.
Para o procurador Thiago Lacerda Nobre, autor das recomendações, a norma RDC nº 2 da Anvisa, em seu art. 21, diz que as companhias aéreas devem cumprir a legislação e regras já existentes para alimentos. "O usuário do transporte aéreo é um consumidor e tem direito a saber o que está ingerindo e se isso representa um risco para sua saúde", ressaltou o procurador.
Na recomendação às aéreas, o MPF informa que a não observância da legislação sanitária federal pode configurar infração sanitária e as companhias estarão sujeitas as penalidades previstas na lei 6.437/77 que regulamenta as infrações à legislação sanitária federal.
Na segunda recomendação, às agências reguladoras, o MPF pede que se verifique se as companhias cumpriram o prazo de 30 dias para se adequarem às normas vigentes e, se for o caso, imponham, após esgotado o prazo, as penalidades cabíveis. É pedido também que as agências informem às cias aéreas estrangeiras, que operam no Brasil, a necessidade de se obedecer às normas brasileiras presentes na recomendação.
Em 2003 a Anvisa editou uma resolução (RDC nº 2), que estabelece a fiscalização e controle sanitário em aeroportos e aeronaves. A norma prevê que as empresas aéreas devem zelar pela segurança e qualidade dos alimentos servidos nas aeronaves, assim como dar informações básicas que devam constar nos rótulos dos alimentos.

Diário do Turismo

Aeroporto de Maringá terá voos internacionais

Enquanto Londrina espera liberação da Pista e ILS , Maringá receberá o primeiro avião de carga vindo de Miami em meados de agosto.

Folha de Londrina/Arquivo
O primeiro cargueiro vindo de Miami deve chegar na segunda quinzena da agosto; os voos internacionais chegaram a cada duas semanas
A internacionalização do aeroporto de Maringá, confirmado por portaria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 2007, entra em sua fase prática na segunda quinzena de agosto, quando está previsto o pouso do primeiro avião cargueiro vindo de Miami, Estados Unidos. O anúncio foi feito ontem pelo superintendente do aeroporto, Marcos Valêncio. Inicialmente, os vôos internacionais terão frequência quinzenal.

Para alcançar a categoria ‘‘internacional’’, o aeroporto se redesenhou como terminal para adequar-se às exigências da Anac e da Receita Federal. Os investimentos para satisfazer os protocolos de terminal de carga, cerca de R$ 4 milhões, foram feitos pela iniciativa privada. A movimentação de produtos exigiu aquisição de equipamento francês avaliado em R$ 1 milhão.

Ainda que já esteja autorizado a receber e movimentar cargas internacionais, de acordo com documento da Receita Federal, o terminal precisa ser ampliado para permitir frequência mais intensa de vôos internacionais. Recursos do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa), no valor de R$ 3,6 milhões, vai permitir a construção do pátio de manobras para aeronaves, que deverá ter de 13 mil metros quadrados.

A previsão é que as obras estejam concluídas no primeiro semestre de 2010. O reforço da infra-estrutura para pouso, decolagem e taxiamento de aeronaves faz parte da ampliação do aeroporto, que pretende se consolidar como referência na recepção de cargas internacionais, condição esperada por diversas empresas que antes recebiam seus produtos por Curitiba.

De acordo com Richard Michels, superintendente da Aldo Componentes, empresa da área de insumos eletrônicos, o desembaraço alfandegário de produtos na capital gera diversos transtornos burocráticos e de logística, encarecendo a importação. ‘‘O trecho terrestre que a mercadoria deve percorrer desembarcando em Curitiba infla os custos, ao exigir o cumprimento de diversas exigências legais’’, diz Michels.

Para o transporte do produto importado, a Receita Federal exige veículo homologado pelo órgão, com rastreamento por satélite e, em alguns casos, até escolta para garantir a segurança da mercadoria transportada. ‘‘Tudo isso acrescenta valores adicionais à carga’’, afirma Michels. A empresa importa, em média, 40 toneladas de produtos por mês dos Estados Unidos.

O superintendente do aeroporto, Marcos Valêncio, prefere não projetar o volume de carga que será movimentado mensalmente no terminal internacional. Baseado somente no volume de importação da Aldo Componentes, é de se supor que o terminal movimente inicialmente cerca de 100 toneladas/mês.

BONDE

Mariano Recalde assume a presidência da AEROLINEAS e AUSTRAL




O executivo Mariano Recalde assumiu o cargo de presidente da Aerolíneas Argentinas e Austral Líneas Aéreas, juntamente com os demais integrantes da diretoria: Eduardo De Pedro, o vice Juan de Dios Cingunegui, Eduardo De Pedro e Gustavo Simeonoff, representante direto do governo argentino.

O novo presidente assumiu disparando contra informações circulantes de impontualidade por parte das duas aéreas. " Existem pessoas e grupos interesados em que Aerolíneas e Austral não sigam bem”, declarou, referindo-se ao fato de quando o estado ter reassumido o controle das empresas (julho de 2008), a pontualidade era de 38%. “Um ano depois, estamos com 77%, o que demonstra a melhoria dos serviços”.

Já o secretario de Transportes, Juan Pablo Schiavi, afirmou que a Aerolíneas reduziu neste período de um ano, dois terços do déficit operacional da gestão do grupo Marsans.

AE

SkyEurope reduz capital social em 85%




A low cost Skyeurope, que se encontra sob protecção judicial de credores, aprovou em assembleia-geral a redução do capital social em 85% para 6.584 milhões de euros.

A companhia eslovaca, que opera de Lisboa para Viena e para Praga, obteve protecção judicial em Junho para ganhar tempo e poder proceder à sua reestruturação (clique para ler: SkyEurope está sob protecção de credores/Low-cost eslovaca vai manter todas as operações), garantindo todas as operações e postos de trabalho.
A empresa nunca teve lucros desde que começou a operar em Fevereiro de 2002, tendo registado um aumento das perdas líquidas em 12% para 31,93 milhões de euros na primeira metade do ano do exercício fiscal que terminou em Março.

As receitas operacionais desceram 15,7% para 84,81 milhões de euros e de acordo com o relatório anual da companhia as dívidas com os fornecedores ascendem aos 60 milhões de euros.

A agência de notícias austríaca noticia que a administração está actualmente à procura de um investidor que ajude a empresa a sobreviver e que deverá ser um grupo financeiro forte, não necessariamente ligado ao transporte aéreo.

A imprensa internacional cita ainda que o CEO da SkyEurope, Nick Manoudakis, afirmou que a companhia está em conversações com dois ou três potenciais investidores e que o resultado deverá ser conhecido dentro de dias.

Presstur

South African Airways e Air India assinam code-share





A South African Airways (SAA) e a Air India assinaram um acordo de code-share. A parceria, que já está em vigor, amplia e melhora a conexão entre as malhas aéreas das duas companhias. “Estamos ansiosos para trabalhar em estreitas ligações com a Air India para poder oferecer mais benefícios de viagens e acesso direto a mais cidades com o passar do tempo”, disse o chefe de Desenvolvimento de Negócios da SAA, Jason Krause.

Atualmente, a SAA opera quatro voos por semana entre Johannesburgo, na África do Sul, e Mumbai, na Índia. “A parceria com a South African Airways proporciona à Air India a oportunidade de restabelecer a presença no mercado sulafricano, já que em 1997 a Air India cancelou as operações na África do Sul”, completou o chairman e diretor de Marketing da Air India, Arvind Jadhav. Na África, a Air India opera apenas para Nairobi, três vezes por semana.

Panrotas

Prazo para definir concessão, custo eleitoral e resistência da Infraero adiam projeto de privatizar aeroportos

Fontes do governo já admitem que dificilmente os aeroportos Internacional Tom Jobim (Galeão) e Viracopos (Campinas) serão privatizados na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar do apelo da Copa do Mundo de 2014 e do empenho do governador do Rio, Sérgio Cabral. O principal entrave é a falta de tempo para fechar o modelo de concessão diante do calendário eleitoral em 2010, mostra reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O GLOBO.

A modelagem teria de estar pronta ao menos seis meses antes do lançamento do edital para atender as exigências do Tribunal de Contas da União (TCU). Até agora, afirmou um técnico, nada avançou nesse sentido. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda está fechando uma regra geral aplicável a todos os aeroportos que venham a integrar a lista de privatizáveis. Previsto para ser apreciado pelo Conselho de Aviação Civil (Conac) – que se reúne duas vezes ao ano, em média – a concessão dos aeroportos ficou fora da pauta da reunião da semana passada e não há previsão de quando o assunto será apreciado.

Com a proximidade das eleições e o empenho de Lula em emplacar sua sucessora – a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff – o custo político de privatizar os aeroportos é outra dificuldade apontada pelos técnicos. Embora o governo insista em usar o termo concessão, alegando que a União continuará dona dos aeroportos, na prática, o conceito contraria interesses eleitorais – pois o PT tenta emplacar a pecha de privatista no PSDB – e da Infraero e seus 11 mil funcionários. A estatal insiste em continuar à frente dos 67 terminais mais importantes do país.

Nesta quinta-feira, o Palácio do Planalto aprovou o nome do engenheiro Murilo Marques Barboza para assumir a presidência da Infraero. Ele substituirá o brigadeiro Cleonilson Nicácio Silva, que retornará ao Comando da Aeronáutica. Barboza é chefe de gabinete do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e está lotado na pasta desde o início do governo Lula. Ele foi assessor especial do ex-ministro José Viegas.

O Globo

American Airlines é condenada a pagar indenização por transportar bebê de forma incorreta



Rio - A justiça brasileira condenou, ontem, a American Airlines a pagar uma indenização de R$12 mil, à bicampeã mundial de bodyboard Soraia Rocha que, desde 2003, movia uma ação contra a empresa aérea por ter transportado, de forma inadequada e insegura, seu filho, na época de apenas seis meses, num voo entre o Rio de Janeiro e o Havaí, em 2002. A decisão é do STJ e não cabe mais recurso.

No auge de sua carreira de atleta, Soraia Rocha foi disputar uma etapa do campeonato mundial no Tahiti, acompanhada do marido, Leonel Brizola Neto, hoje vereador pelo PDT carioca, e Leozinho, o filho do casal, com apenas seis meses. A família embarcou do Rio de Janeiro para o Havaí num avião da American Airlines, numa maratona de cerca de 30 horas de viagem.

O desafio de Soraia era encarar as grandes ondas no Tahiti, mas o desafio maior ficou por conta do desconforto e do constrangimento que a família foi submetida no trajeto.

- Não havia nenhum "baby basket" (berço apropriado para acomodar bebê no avião) à bordo, porque todos estavam quebrados, segundo contou os comissários da AA - explicou Soraia.

Inconformados, os pais, que haviam pago a tarifa de viagem da criança, exigiram uma solução e a empresa trouxe uma caixa de papelão decorada com ursinho (que chamavam de berço), para acomodar no chão o pequeno Leozinho. Vencidos pela falta de opção e pela urgência da viagem, restou ao casal fazer a foto do bercinho de papelão e se revezar na tarefa de carregar o bebê durante mais de 30 horas. No Tahiti, a bicampeã mundial, que disputava o título entre as melhores do mundo, quase não tinha braços para remar.

De volta ao Brasil, Soraia Rocha entrou na justiça contra a empresa aérea americana pelo transporte inadequado do bebê, que colocou em risco a segurança do pequeno Leo.

- Me revoltou o descaso deles com o transporte dos bebês. Como os pequenos não pagam tarifa inteira, eles não se interessam em transportá-los e o fazem de forma insegura e humilhante para os pais - disse Soraia, comemorando a decisão da justiça.

- A justiça tarda mas não falha - acrescentou a mãe de Leozinho, que em agosto completa 7 anos.

O Globo

Korean Air celebra um ano da volta ao Brasil

"Estamos satisfeitos com nossa operação. Hoje operamos uma rota rentável para a empresa e se pararmos para analisar o cenário econômico mundial, é um resultado muito bom", disse Kaehlert. Em relação à volta da companhia ao Brasil, o diretor sentenciou: "A Korean Air está no Brasil e voltou para ficar".

Sobre a expansão na América do Sul, Olaf Kaehlert confirmou que para o continente, a empresa estuda dois novos destinos. "Mas é prematuro adiantar os nomes. De certo é que no futuro pretendemos operar em dois novos destinos na América do Sul, no entanto não sabemos quais". Segundo ele, esse será o próximo passo da empresa, presente hoje nas principais cidades da América do Norte: "Estamos presente em boa parte da América do Norte, a tendência é descer e estar presente em algumas cidades do América do Sul".

Mercado e Eventos

Voos da Swiss oferecem opção vegetariana a bordo



Durante o jantar, a Swiss oferece a opção de um prato vegetariano no voo de volta da Europa. As opções podem variar de um delicioso Tagliatelle de espinafre com alcachofras e queijo feta ao molho de açafrão ou então Massa de açafrão em molho cremoso de ervas e mascarpone com aspargos verdes e tomates. Os pratos são elaborados pelo primeiro e mais tradicional restaurante vegetariano da Europa, o Hilt, situado em Zurique e com 111 anos de história.

Informações e reservas: (11) 3049-2720 ou www.swiss.com/brasil.

Mercado e Eventos

Azul prevê um milhão de passageiros em agosto

Durante o voo inaugural da segunda ligação diária entre Campinas (SP) e Maceió (AL), o presidente da Azul, Pedro Janot, explanou as perspectivas da empresa e seu crescimento em sete meses em operação. “Até o final de julho teremos 900 mil passageiros e a previsão para agosto é de um milhão. Estamos comemorando hoje, dia 15, em Maceió, sete meses da Azul”.

Divulgação


Sobre as perspectivas, Janot afirmou que a empresa tem o objetivo de aumentar sua frota e ligar mais capitais, principalmente na região Nordeste, como Salvador, Recife e Fortaleza dependendo da absorção do mercado. Segundo o presidente, a Azul conecta o segundo mercado brasileiro, que é o interior de São Paulo a 14 destinos brasileiros.
Jornal do Turismo

GOL lança promoção “Você Faz a Festa” para comemorar aniversário de Teresina



Clientes partindo de diversas cidades brasileiras para a capital piauiense pagarão apenas pela passagem de volta.

São Paulo – Em comemoração ao aniversário de 157 anos de Teresina, no dia 16 de agosto, a GOL vai oferecer o trecho de ida grátis para viagens que tenham a capital do Piauí como destino. A promoção é válida a partir das seguintes cidades: Brasília (DF), São Paulo–Guarulhos (SP), Rio de Janeiro-Tom Jobim/Galeão (RJ) e Fortaleza (CE).

Clientes da Companhia poderão comprar os bilhetes promocionais de 17 de julho a 05 de agosto pelo site [ www.voegol.com.br], para voos realizados nos dias 16, 18, 19 e 20 de agosto. A tarifa é válida apenas para viagens de ida e volta, com permanência mínima de duas noites e máxima de 10, e deve ser combinada com tarifas diferentes de zero.

“Esta ação apenas confirma o sucesso das promoções da GOL, que têm oferecido cada vez mais oportunidade para facilitar o acesso ao transporte aéreo”, afirma Tarcísio Gargioni, vice-presidente de Marketing e Serviços da Companhia.

Portal Fator Brasil

Achado corpo de empresário vítima de queda de helicóptero



Policiais militares encontraram na quarta-feira em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, as ossadas do empresário João Verdi e de sua mulher, Sônia Brasil Leite, que morreram em um acidente de helicóptero durante uma viagem entre Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro, e São José dos Campos, interior de São Paulo.

Verdi era presidente da empresa Avibras Aeroespacial, um das principais indústrias de equipamentos militares do Brasil. A companhia desenvolve equipamentos bélicos para as Forças Armadas e sistemas de comunicação com destinação militar. A aeronave desapareceu no dia 24 de janeiro de 2008.

Os destroços da aeronave foram encontrados por moradores locais na última terça-feira. Segundo a PM, o local onde o helicóptero caiu é uma região de mata fechada de difícil acesso. A equipe levou sete horas para chegar até os destroços.

Novas incursões serão feitas na mata para resgatar as peças de fuselagem do equipamento, para análise sobre as causas do acidente.

Terra

Privatização do Galeão na gaveta




Mesmo com o apelo da Copa do Mundo de 2014 e a militância do governador do Rio, Sérgio Cabral, o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) deverá continuar nas mãos da Infraero. Apesar do discurso oficial, fontes do governo já admitem que dificilmente tanto o Galeão quanto Viracopos (Campinas) serão privatizados na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O principal entrave é a falta de tempo para fechar o modelo de concessão diante do calendário eleitoral em 2010. A modelagem teria de estar pronta ao menos seis meses antes do lançamento do edital para atender às exigências do Tribunal de Contas da União (TCU).

Até agora, afirmou um técnico, nada avançou nesse sentido. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda está fechando uma regra geral aplicável a todos os aeroportos que venham a integrar a lista de privatizáveis. Previsto para ser apreciado pelo Conselho de Aviação Civil (Conac) - que se reúne duas vezes ao ano, em média - a concessão dos aeroportos ficou fora da pauta da reunião da semana passada e não há previsão de quando o assunto será apreciado.

Com a proximidade das eleições e o empenho de Lula em emplacar sua sucessora - a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff - o custo político de privatizar os aeroportos é outra dificuldade apontada pelos técnicos.

Embora o governo insista em usar o termo concessão, alegando que a União continuará dona dos aeroportos, na prática o conceito contraria interesses eleitorais - pois o PT tenta emplacar a pecha de privatista no PSDB - e da Infraero e seus 11 mil funcionários. A estatal insiste em continuar à frente dos 67 terminais mais importantes do país.

Há dez meses, o presidente Lula decidiu que os aeroportos seriam privatizados. O Conselho Nacional de Desestatização (CND), então, encaminhou uma resolução propondo a inclusão de Galeão e Viracopos no plano. Isso seria feito via decreto presidencial, mas até agora não houve decisão, destacou uma fonte do governo. A exceção é o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN), que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e será construído pela iniciativa privada.
O GLOBO

MP pede suspensão de obras no aeroporto de Guarulhos




SÃO PAULO - O Ministério Público Estadual (MPE) e o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo ingressaram na Justiça com ação civil pública pedindo a suspensão imediata das obras de ampliação do Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. A acusação sustenta que os estudos utilizados no pedido de licenciamento ambiental do terminal, o maior do País, contêm ?falhas e vícios insanáveis?. Procurada, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que não teria ontem como se manifestar sobre o assunto, por causa do horário.

A ação resulta de inquérito civil aberto em 2008 pela Promotoria do Meio Ambiente de Guarulhos. O laudo assinado pelo geógrafo Denis Dorighello Tomás diz que o ?o processo de aprovação do EIA-Rima apresenta-se confuso, devido ao fato de não terem sido tratados em processos distintos o procedimento de obtenção de Licença de Operação das instalações existentes e o procedimento de obtenção de Licença Prévia da ampliação do aeroporto?.


Outra irregularidade apontada pelo promotor Ricardo Manuel Castro e pelo procurador da República Matheus Baraldi Magnani diz respeito às alterações do projeto original de ampliação do aeroporto suprimida por inviabilidade técnica. Os promotores entendem que essa mudança exigia uma revisão de todo o licenciamento ambiental. ?O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado pela Infraero e aprovado pelo Governo do Estado de São Paulo é, portanto, nulo de pleno direito?, diz a ação.


O pedido assinala ainda que o EIA-Rima não traz uma única linha que justifique a ampliação de Cumbica. E classifica como ?equivocadas? as áreas de influência direta e indireta consideradas no estudo. O governo federal considera a ampliação do aeroporto fundamental para atender à crescente demanda de passageiros no setor aéreo, sobretudo durante a Copa do Mundo de 2014. As informações são do jornal.
O Estado de S. Paulo.

British Airways recebe Embraer 190 em Março de 2010

O novo Embraer 190 completou os ensaios operacionais no aeroporto London City e prepara-se para entrar ao serviço da British Airways em Março de 2010.

A BA CityFlyer, companhia aérea regional subsidiária da British Airways, fez um pedido para cinco unidades de Embraer 190 de 98 lugares e seis unidades de Embraer 170 de 70 lugares, com a possibilidade de mais três aviões, com um investimento avaliado em 376 milhões de dólares, baseado na actual lista de preços.


Estes aviões irão substituir a actual frota de 10 aviões Avro RJ100 e de dois aviões RJ85 operados pela BA CityFlyer.

O primeiro Embraer 170 irá começar ao serviço para a British Airways no mês de Outubro deste ano e o Embraer 190 começará a voar em Março de 2010.
Direto da Pista

Avião é desinfectado no Recife depois que passageira apresenta sintomas de gripe suína



Um avião da companhia aérea TAM que fazia a rota São Paulo – Recife São Paulo teve que ser vistoriado e passar por uma desinfecção depois que uma passageira apresentou sintomas de gripe suína. Os passageiros que seguiriam para a capital paulista e já se encontravam acomodados no avião tiveram que ser retirados da aeronave para a realização dos procedimentos sanitários. Por conta disso, a decolagem teve que ser adiada por cerca de uma hora.

A passageira com suspeita de ter contraído a doença, de 32 anos, foi atendida no posto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no próprio aeroporto, e depois encaminhada ao Hospital Oswaldo Cruz, centro de referência para o tratamento da doença no Recife.

DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Com a crise, empresas aéreas fazem promoção 2X1




Na hora da crise, a melhor saída pode ser uma boa promoção de bilhete aéreo, em que o passageiro veja que está recebendo vantagens ao adquirir aquele produto. Atualmente, muitas companhias aéreas estão oferecendo promoções que vão de tarifas especiais a incentivo para as agências. Uma que costuma chamar a atenção é a 2X1: compre uma e leve um acompanhante de graça. É claro que não é em tarifa promocional (geralmente é na cheia), mas na maioria das vezes vale a pena.

Em vigor nas consolidadoras atualmente, há pelo menos três promoções 2X1. Na da British Airways, vale para emissões até 30/8, mas só primeira classe. Na Mexicana, vale até 23/7. E na Iberia, é para a Business Class, até dia 31/7.
Panrotas

Acidente com avião da TAM completa dois anos e parentes de vítimas se reúnem em SP




De hoje (17) até o próximo domingo (19), parentes de vítimas do voo 3054 da TAM se reúnem em São Paulo. O encontro marca os dois anos do acidente que matou 199 pessoas, na capital paulista.

Serão realizadas diversos eventos em memória das vítimas. Hoje, das 17h às 18h, haverá um ato público no Aeroporto de Congonhas. Em seguida, os parentes promovem o ato ecumênico Celebração à Vida ? Homenagem às Vítimas do Acidente do Voo TAM, no local do acidente, em frente à pista do aeroporto, onde será construído um memorial.
O encontro é promovido pela Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAM JJ 3054.

Agência Brasil

Irã possui uma frota aérea bastante debilitada

Sansões

Desde a imposição das sanções em 1980, após o triunfo da Revolução Islâmica que tirou do poder o último Xá da Pérsia, o pró-ocidental Mohammad Reza Pahlevi, a aviação iraniana sofreu vários acidentes com aviões que transportavam mais de cem passageiros.

O último acidente envolvendo um avião Tupolev ocorreu em 2006, segundo o site especializado Airdisaster.com. O acidente ocorreu em um voo da Iran Air Tours, na cidade de Bandar Abbas. A Aeronave bateu e pegou fogo na aterrissagem, deixando 29 dos 147 a bordo mortos.

Em fevereiro de 2002, um avião similar da companhia Iran Air Tours caiu entre Teerã e a cidade de Khorramabad, também no Irã, com 105 ocupantes. Em dezembro de 2005, 116 pessoas morreram após o choque de uma aeronave militar AC-130 Hercules que transportava passageiros civis em um edifício de dez andares nos arredores de Teerã.

Devido às sanções internacionais econômicas e financeiras sofridas pelo país, o Irã possui uma frota aérea bastante debilitada, com muitos aviões da época da ex-União Soviética ainda em operação.

Diário de Cuiabá

Causa real ainda não foi divulgada

Autoridades afirmam que caixas-pretas de Tupolev Tur-154 estão danificadas.

O responsável do grupo de crise do Ministério de Transportes iraniano, Ahmad Majidi, afirmou ontem que as das duas caixas-pretas encontradas um dia após a queda do avião Tupolev Tur-154, da Caspian Airlines, no Irã, estão danificadas.

Havia três caixas-pretas no avião. O equipamento registra as informações de voo e as conversas do piloto e tripulação e é essencial para determinar a causa do acidente que matou todos os 168 a bordo.

Segundo Majidi, se os danos impedirem a extração de qualquer informação, as caixas-pretas devem ser enviadas para os fabricantes russos para análise.

\"Se os esforços para recuperar a informação falharem, serão enviadas ao país de fabricação para ver se ali podem ser reparadas para saber as causas do acidente\", disse Majidi, em declarações à agência Irna, informadas pelo canal estatal Press TV.

Uma equipe de investigadores do Comitê de Aviação Interestadual Russa devem ir ao local da investigação para auxiliar, afirmam as agências iranianas.


As causas do acidente ainda não foram reveladas, mas autoridades iranianas indicam que uma falha técnica fez a aeronave pegar fogo. O piloto teria então tentado um pouso não programado, mas a aeronave despedaçou-se ao tocar o solo.


Diário de Cuiabá

Aviação prevê aumento de passageiros

Entre alguns dos motivos para o otimismo, a perspectiva de um crescimento maior do Produto Interno Bruto (PIB), que reflete positivamente no setor aéreo.


Companhias de médio porte, como a Azul, estão surpreendendo Corretoras de valores e bancos que acompanham o setor aéreo estão revisando suas estimativas de crescimento da demanda por voos nacionais em 2009. A Itaú Securities, por exemplo, previa expansão zero este ano, mas já mudou a projeção para uma alta de até 4%. No Santander, a avaliação é de aumento de 1% no fluxo de passageiros transportados, mas a instituição deve divulgar, em agosto, um relatório com um novo porcentual.
Azul/Divulgação
Entre alguns dos motivos para o otimismo, a perspectiva de um crescimento maior do Produto Interno Bruto (PIB), que reflete positivamente no setor aéreo. O analista do setor aéreo da Itaú Securities, Victor Mizusaki, afirma que existe, ainda, a possibilidade de uma terceira revisão. "Como quase 70% do custos das companhias aéreas é atrelado ao dólar, o fato de o mercado estar esperando uma maior apreciação do real acaba beneficiando as companhias aéreas", afirma Mizusaki.

Ele lembra também que há um efeito sazonal, já que tradicionalmente o segundo semestre é o mais forte em vendas para as empresas aéreas. O analista do Santander, Caio Dias, afirma que o que vem surpreendendo o mercado é o desempenho das companhias de médio porte (Azul, OceanAir e WebJet). "O que surpreendeu não foi nem as companhias aéreas de grande porte, que estão em linha com o que a gente esperava. O que fez o crescimento em junho foi o resultado que já vem surpreendendo da Azul, WebJet e OceanAir", diz.

Juntas, WebJet e OceanAir registraram crescimento de 216% no fluxo de passageiros transportados em junho, em relação ao mesmo mês de 2008. A Azul só começou a operar em dezembro de 2008. Na mesma base de comparação, a expansão conjunta de Tam e Gol/Varig foi de 0,98% no mesmo período. Já entre as regionais o aumento de demanda foi de 21%. Os cálculos são do consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio, com dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O Tempo

Recuperadas caixas-pretas no Irã

Rádio estatal citou o investigador Ahmad Majidi para informar que os dois gravadores da aeronave haviam sido encontrados e que um deles estava danificado.

Erfan Dadkhah
Familiares de vítimas foram ontem ao local do acidente Investigadores recuperaram os gravadores de dados e de voz, também conhecidos como caixas-pretas, do Tupolev Tu-154 que caiu anteontem pouco depois de decolar de Teerã com destino a Ierevã, na Armênia, informou ontem a rádio estatal iraniana. Todas as 168 pessoas que estavam a bordo da aeronave, pertencente à Caspian Airlines, morreram na tragédia aérea.

A rádio estatal citou o investigador Ahmad Majidi para informar que os dois gravadores da aeronave haviam sido encontrados e que um deles estava danificado. Ainda de acordo com Majidi, as caixas-pretas provavelmente serão enviadas para análise na Rússia, onde é fabricado o Tupolev.

A causa da tragédia ainda é desconhecida, mas testemunhas disseram que a cauda da aeronave estavam em chamas já durante a queda do avião. Os corpos das vítimas foram levados a Teerã a bordo de ambulâncias para identificação.

Na Armênia, familiares das vítimas preparavam-se para ir ao Irã identificar seus entes queridos. Havia cinco cidadãos armênios a bordo do voo. Diversas outras vítimas integravam a comunidade armênia iraniana. O país amanheceu ontem em luto, com bandeiras a meio mastro e emissoras de rádio e televisão tirando do ar programas de entretenimento em sinal de respeito.

Parentes de vítimas também estiveram no local do acidente, em Qazvin, para chorar os seus mortos. A queda do Tupolev Tu-154 abriu uma enorme cratera no chão e partes do avião e pertences dos passageiros ficaram espalhados.
Folha de Pernambuco

Corte de árvores pode começar em 15 dias




A poda e os cortes das árvores que ficam na cabeceira da pista do aeroporto de Joinville podem começar em 15 dias.

A previsão da Fundema é de que em cerca de 90 dias a vegetação seja removida. Há pressa para que a mudança ocorra, pois a vegetação atrapalha os pousos e decolagens. Se o corte não for feito, o terminal de Joinville poderia perder a capacidade de receber voos comerciais diários, já que a pista precisaria ser encurtada.

As podas vão começar pelas árvores mais altas e que representam mais riscos às operações”, explica o diretor executivo da Fundema, Eduardo Schroeder. Os custos do serviço não foram definidos.

A área era particular e precisou ser declarada de utilidade pública pela Prefeitura para que a Fundema obtivesse licença ambiental da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) para começar os cortes. São 117,5 mil m2, o equivalente a 120 campos de futebol.
O problema já se arrasta desde 2003. Em 2006, a Fundema deu autorização para que algumas árvores que estavam no pátio do aeroporto fossem podadas. Com relação às outras, a licença precisava ser da Fatma, pois elas se encontram em áreas rurais e de preservação permanente.

A Notícia

TRANSPORTE AÉREO - Governo enviará proposta para ampliar presença de capital estrangeiro na aviação

O secretário de Aviação Civil do Ministério da Defesa, brigadeiro Jorge Barreto Nery, informou na quarta-feira (15) que o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) aprovou em sua última reunião, o aumento da participação estrangeira em empresas de aviação de 20% para 49% do total das ações das companhias aéreas com direito a voto. Com a aprovação pelo Conac, a proposta será enviada ao Congresso, onde deverá tramitar como projeto de lei.
De acordo com o brigadeiro, atualmente há consenso sobre o aumento dessa participação estrangeira. Apesar da facilitação do capital nessas empresas, o secretário explicou que não está em consideração a participação de empresas totalmente estrangeiras na aviação de cabotagem, ou seja, entre duas cidades brasileiras.
As declarações foram feitas em audiência pública para discutir a participação estrangeira nas empresas prestadoras de serviço de transporte aéreo e aviação regional com foco na Amazônia brasileira. O debate foi promovido em conjunto pelas comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Viação e Transporte; e pela Comissão Especial do Código Brasileiro de Aeronáutica.
A reunião foi motivada para esclarecer os deputados que analisam o Projeto de Lei 2452/07, da então CPI da Crise Aérea, que propõe uma série de modificações no atual Código Brasileiro de Aeronáutica.
Código caduco - O relator do projeto, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), elogiou a decisão do Conac e prometeu apoio à proposta. Ele considerou o atual código aéreo como uma norma caduca, que precisa de ser revisada para estimular o desenvolvimento, até para que o País esteja preparado para receber a Copa do Mundo de 2014.
Loures também lembrou que 63 milhões de passageiros foram transportados por empresas aéreas em 2008 e que há uma previsão de crescimento de 7% ao ano para o setor em 2010 e anos seguintes.
O secretário de Acompanhamento Econômico, Antonio Henrique Pinheiro Silveira, aproveitou para anunciar que o Ministério da Defesa deverá divulgar nas próximas semanas um plano para estimular rotas aéreas consideradas estratégicas.
Outros modelos - Aproveitando a ideia de ampliar a participação externa, o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) propôs que se considerem os modelos praticados na Austrália, Nova Zelândia e no Chile como possibilidade para o Brasil. Todos esses países permitem participação de 49% de capital estrangeiro para empresas com ligações externas, mas, em situações bem específicas, permitem até 100% de capital estrangeiro para empresas que façam voos domésticos.
“Sempre se achou que o tratamento a ser dado para a aviação era de segurança nacional. Só que outros campos considerados importantes, como telefonia e bancos, já permitem uma boa participação do capital de fora”, disse.
Emanuel Fernandes (PSDB-SP) lembrou que a falta de capital é um dos entraves ao crescimento do País, não cabendo, portanto, ao País evitar a entrada de capital com percentuais de participação estrangeira em empresas de aviação comercial.

Jornal da Câmara

Deputados querem legalização de áreas ocupadas na Amazônia


O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias,
José Márcio Mollo, é contrário à sugestão do deputado Varderlei Macris de promover maior abertura do setor ao capital estrangeiro. Para Mollo, o Brasil não deve ser comparado ao Chile, um país “sem gente e sem aviação”, e sim com os Estados Unidos, “que têm fama de liberais, mas não abrem a aviação”.
O sistema dos EUA, informou Mollo, busca evitar que locais com níveis de tráfego baixo deixem de contar com qualquer atendimento. “Aqui, a preocupação com o transporte regional foi ficando cada vez menor”, afirmou.
Ele lembrou também que, no caso das cidades amazônicas, a ligação aérea chega a ser, em alguns casos, a única ligação possível.
Presidente da comissão especial, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) apontou a deficiência no atendimento aéreo de regiões menos povoadas e disse que essa questão acabou ficando de lado na audiência, que girou mais em torno do capital estrangeiro. (JP)
Jornal da Câmara