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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
TAM lança condições especiais para parcelamento de passagens aéreas

Honeywell assina contrato vitalício de US$ 2,8 bilhões com Embraer

Com 9 milhões de horas de voo em E-Jets até o momento, o grande sucesso do Honeywell Primus Epic guarda semelhanças com a atual geração de aeronaves, o que permite uma transição suave para a nova plataforma. Isto se deve à tecnologia dos softwares na qual os aviônicos estão baseados o que fará com que a Embraer seja capaz, de fácil e efetivamente, integrar as futuras estruturas de comunicação, de navegação e de gestão de tráfego aéreo.
Fonte: Aviação Brasil.
Rural terá de pagar R$ 110 mi a ex-funcionários da Vasp
FONTE: Folha de São Paulo
QUARTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2013
Banco perde recurso em ação em que é acusado de ajudar Canhedo a tirar dinheiro de grupo
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
O Banco Rural e uma empresa do grupo, a Rural Agroinvest, perderam um recurso anteontem no STJ (Superior Tribunal de Justiça) numa ação em que foram condenados a pagar cerca de R$ 110 milhões a ex-funcionários da Vasp.
O banco queria incluir a massa falida da Vasp na ação e foi derrotado. A empresa área teve sua falência decretada em 2008 e deve R$ 1 bilhão a 4.200 funcionários.
O Rural, segundo a Justiça, ajudou o ex-dono da Vasp, o empresário Wagner Canhedo, a tirar R$ 38 milhões do grupo em 2004. À época, já havia uma decisão judicial de que todos os bens de Canhedo deveriam ser usados para pagar dívidas trabalhistas, segundo o advogado Carlos Duque Estrada.
Para contornar o veto, de acordo com o advogado, Canhedo simulou um empréstimo no banco e pagou com 71.600 cabeças de gado.
O gado, porém, não foi entregue. O resultado da operação foi a retirada de R$ 38 milhões do grupo de Canhedo. A juíza Elisa Andreoni escreveu em decisão que "a fraude é inconteste". Esse valor corrigido atinge hoje cerca de R$ 110 milhões.
O Rural diz que não havia veto à venda, que o gado foi entregue e que vai entrar com novos recursos na Justiça.
O banco informa que já tem reservado o valor a ser pago caso perca a ação.
QUARTA-FEIRA, 6 DE FEVEREIRO DE 2013
Banco perde recurso em ação em que é acusado de ajudar Canhedo a tirar dinheiro de grupo
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO
O Banco Rural e uma empresa do grupo, a Rural Agroinvest, perderam um recurso anteontem no STJ (Superior Tribunal de Justiça) numa ação em que foram condenados a pagar cerca de R$ 110 milhões a ex-funcionários da Vasp.
O banco queria incluir a massa falida da Vasp na ação e foi derrotado. A empresa área teve sua falência decretada em 2008 e deve R$ 1 bilhão a 4.200 funcionários.
O Rural, segundo a Justiça, ajudou o ex-dono da Vasp, o empresário Wagner Canhedo, a tirar R$ 38 milhões do grupo em 2004. À época, já havia uma decisão judicial de que todos os bens de Canhedo deveriam ser usados para pagar dívidas trabalhistas, segundo o advogado Carlos Duque Estrada.
Para contornar o veto, de acordo com o advogado, Canhedo simulou um empréstimo no banco e pagou com 71.600 cabeças de gado.
O gado, porém, não foi entregue. O resultado da operação foi a retirada de R$ 38 milhões do grupo de Canhedo. A juíza Elisa Andreoni escreveu em decisão que "a fraude é inconteste". Esse valor corrigido atinge hoje cerca de R$ 110 milhões.
O Rural diz que não havia veto à venda, que o gado foi entregue e que vai entrar com novos recursos na Justiça.
O banco informa que já tem reservado o valor a ser pago caso perca a ação.
STJ entrega holding de Canhedo para ex-funcionários da Vasp
MARIO CESAR CARVALHO
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu manter a decisão da Justiça trabalhista de São Paulo, que entregou aos aeroviários da antiga Vasp as cotas de uma holding de Wagner Canhedo, avaliadas em R$ 500 milhões. As cotas servirão para saldar dívidas trabalhistas de R$ 1 bilhão.
A decisão havia sido revogada em outubro por um juiz da vara de falências de Brasília, sob alegação de que a empresa de Canhedo estava em recuperação judicial e a decisão da Justiça trabalhista atendia aos interesses de um único credor -o sindicato dos aeroviários paulista, que reivindicou a entrega das cotas da holding.
O governo, a Receita e os demais credores seriam prejudicados, segundo a decisão da vara de falências.
A ministra Nancy Andrighi, do STJ, deu razão à Justiça trabalhista ao julgar o conflito entre os dois diferentes braços do Judiciário. Ela concedeu uma liminar ao sindicato, que extingue a decisão da vara de falências.
O advogado Carlos Duque Estrada Jr., que defende os aeroviários, diz que a liminar concedida pela STJ deve mudar a jurisprudência sobre que tipo de bens pode ser reivindicado por quem é lesado por uma empresa, sejam trabalhadores, sejam credores.
"É uma decisão inovadora. O STJ decidiu pela primeira vez que as cotas de uma companhia podem ser tomadas, não só penhoradas, para saldar dívidas", afirma.
A decisão da Justiça trabalhista foi revelada pela Folha em 25 de setembro último.
A holding de Canhedo, a Expresso Brasília, controla uma distribuidora de combustíveis e duas fazendas, nas quais são criadas 100 mil cabeças de gado.
A Vasp foi comprada por Canhedo em 1990 do governo paulista por US$ 53 milhões, em valores da época. A companhia aérea teve sua falência decretada em setembro de 2008, por conta de dívidas. Desde 2005, porém, sofrera intervenção por não pagar seus 4.200 funcionários.
O advogado de Canhedo, Ricardo Alexandre de Freitas, não foi encontrado para comentar a decisão do STJ. Ele poderá entrar com novos recursos para tentar reverter a liminar do STJ.
Dois caças russos violaram espaço aéreo japonês, diz Tóquio
Suposta invasão coincide com dia em que país realizou comício sobre disputa territorial com Moscou; ministro russo nega acusação e diz que respeitou normas internacionais
O ministro da Defesa do Japão afirmou nesta quinta-feira (7) que dois caças russos invadiram o espaço aéreo do Japão sobre a região noroeste da ilha de Hokkaido, o que levou Tóquio a apresentar um protesto formal.
Jatos da força aérea japonesa se aproximaram do local após a invasão, com duração de um minuto, de dois aviões modelo SU-27 na ilha Rishiri, disse o ministro Yoshihide Yoshida.

Premiê japonês, Shinzo Abe, faz discurso durante comício nacional marcando o "Dia dos Territórios do Norte" em Tóquio
Yoshida acrescentou que o governo do Japão não sabia se a violação do espaço aéreo tinha sido acidental ou intencional, mas que era "extremamente problemática". A última invasão desse tipo pela Rússia no Japão ocorreu em 9 de fevereiro de 2008. O ministro das Relações Exteriores apresentou um protesto formal na Embaixada da Rússia em Tóquio.
Em comunicado, o ministro da Defesa russo rejeitou a acusação do governo do Japão e negou qualquer violação do espaço aéreo. Ele informou que os jatos do Exército russo estavam praticando exercícios nesta quinta-feira na área "em conformação rígida com as regras internacional sem violar nenhuma fronteira".
Um ministro japonês, que falou em condição de anonimato, disse que não estava claro se a violação estava relacionada com o comício desta quinta-feira e apoiado pelo governo pedindo que Moscou devolvesse um conjunto de ilhas próximas à costa leste de Hokkaido, que foram tomadas pela Rússia em 1945.
Tropas soviéticas capturaram as ilhas nos últimos dias do conflito, forçando cerca de 17 mil residentes japoneses de ser deportados nos anos seguintes. Cerca de 17 mil russos vivem no local.O premiê Shinzo Abe disse na marcha que fará o seu melhor para resolver essa disputa territorial com a Rússia, que impediu que os países assinassem um tratado de paz colocando um fim definitivo às hostilidades da Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945).
As ilhas estão localizadas a 10 km da ilha Hokkaido e são cercadas de ricos polos de pesca e acresdita-se que na sua costa há reservas de petróleo e gás natural, além de depósitos de prata e ouro.
Falando a residentes das ilhas e outros reunidos em uma praça em Tóquio, Abe disse que conversou com o presidente russo Vladimir Putin em dezembro e que ele quer resolver a disputa. Abe planeja enviar o ex-primeiro-ministro Yoshiro Mori como enviado especial a Moscou esse mês, mas as perspectivas são incertas.
"Temos como objetivo finalmente resolver o problema com a Rússia sobre as disputadas ilhas e assinar um acordo de paz", disse Abe em um discurso brefe antes de retornar ao Parlamento.
Em 2010, o ex-presidente Dmitri Medvedev se tornou o primeiro líder russo ou soviético a visitar as ilhas, provocando duras críticas de Tóquio. Ele visitou o local pela segunda vez em julho. Mais da metade dos antigos residentes japoneses das ilhas morreu no decorrer dos 68 anos de controle russo.
"Meu local de nascimento está bem na minha frente, mas eu não posso voltar a viver lá", disse Choriki Sugawara, mulher de 79 anos, e antiga moradora da ilha de Kunashir.
FONTE- IG
Viracopos ocupa os espaços para ser maior que Cumbica
Expectativa da nova administração é de que, em 30 anos, número de passageiros chegue a 90 milhões por ano
Brasil Econômico - Cláudia Bredarioli |
Diante do desafio de multiplicar por dez sua capacidade de atendimento — chegando ao movimento de até 90 milhões de passageiros por ano, superando Cumbica, cuja meta é chegar a 60 milhões —, Viracopos pretende se tornar, em 30 anos, o maior aeroporto da América Latina. Para alcançar esse objetivo — respaldado pela presidente Dilma Rousseff durante visita ao local no fim do ano passado —, a Aeroportos Brasil, que venceu o leilão de privatização, conta com um grande e raro aliado: espaço.
Diferentemente do que ocorre no entorno dos maiores aeroportos brasileiros, a localização geográfica de Viracopos permite não apenas a realização de todo o plano de expansão previsto para as três décadas de concessão — envolvendo investimentos de R$ 9,5 bilhões —, como também outras possíveis obras de ampliação depois disso.


















Na etapa de preparação do terreno serão movimentados 2,5 milhões de metros cúbicos de terra. Foto: Divulgação
15/16
“A possibilidade para crescer é um dos principais fatores que nos permitem prever que seremos o maior aeroporto do Brasil, superando Cumbica, ao final do período de concessão”, afirma João Santana, presidente do conselho de administração da Aeroportos Brasil Viracopos. “Temos possibilidade para trabalhar com uma previsão de três pistas operando simultaneamente”, completa.
O consórcio Aeroportos Brasil é formado por três empresas: TPI —Triunfo Participações e Investimentos S.A. (com participação de 45%), UTC Participações S.A. (com outros 45%) e Egis Airport Operation (com os 10% restantes). Elas foram representadas no leilão de privatização, realizado em 2012, pela corretora Planner. O prazo de concessão para Viracopos é de 30 anos, com possibilidade de ser expandido por mais cinco anos. Juntas, as companhias fizeram um lance de R$3,821 bilhões, o que representou um ágio de 159,75% sobre o lance inicial. Todas as empresas participantes do consórcio possuem larga experiência em concessões de serviço, engenharia e operação no segmento de transporte — cada uma, contudo, tem uma especialidade peculiar em suas áreas de atuação.
O novo aeroporto deverá ocupar uma área de 400 mil metros quadrados, sendo que o terminal que está em construção ocupará 145 mil metros quadrados. A área em que atualmente funciona o aeroporto dará lugar a um shopping center ou será ocupada pela aviação executiva (leia mais ao lado).
A concessionária deverá concluir as obras previstas antes do início da Copa do Mundo, mas, caso descumpra os prazos, a multa está prevista em R$ 150 milhões, mais R$ 1,5 milhão por dia de atraso. Segundo Santana, porém, como as obras estão dentro do prazo, a nova administração começou a trabalhar com a possibilidade de entrega de toda a estrutura do novo terminal com cerca de 30 dias de antecedência. “É possível que consigamos e isso será muito importante, pois teremos tempo de treinar as pessoas e fazer as adequações necessárias para que tudo comece a funcionar em perfeita sintonia”, diz o executivo.
Leia mais notícias de economia, política e negócios no jornal Brasil Econômico/ FONTE: IG.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Helicóptero cai em residência e deixa um morto na zona norte de São Paulo
Bombeiros confirmaram a morte do piloto da aeronave e outros quatro feridos. Acidente ocorreu na região do Jaraguá e causa ainda não foi esclarecida
FONTE: iG São Paulo
Aeronave caiu em cima de uma casa no bairro do Jaraguá, na zona norte; uma pessoa morreu
Um helicóptero caiu em uma casa no bairro do
Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o
acidente ocorreu às 12h30 e deixou cinco pessoas feridas. Quatro
ocupavam a aeronave no momento do acidente. O piloto morreu na hora e
outro tripulante foi levado ao Hospital das Clínicas, na zona oeste,
pelo Águia da PM.
Os demais feridos foram levados ao Pronto
Socorro do Hospital São Camilo. No momento da ocorrência, cinco viaturas
da corporação foram enviadas para a rua Paulo Arentino, altura do
número 200. O local fica na região da Estrada de Taipas. Ainda não há
informações sobre a identidade das vítimas e o que causou a queda da
aeronave.
Há informações que o helicóptero decolocou do
Aeroporto Campo de Marte por volta das 12h. A empresa Helimarte Táxi
Aéreo, proprietária da aeronave, foi procurada pela reportagem. Por meio
de nota, a companhia informou que qualquer "esclarecimento a respeito
do ocorrido só será possível após todas as investigações". A Helimarte
disse ainda que o helicóptero tem todas as "documentações devidamente
adequadas à lei".
domingo, 20 de janeiro de 2013
Aeroporto de Cumbica terá sistema automático de despacho de mala
Sistema eletrônico será instalado no terminal 3, que tem previsão de ficar pronto até junho de 2014
Agência Estado
/Fonte IG
O despacho automático de malas vai funcionar assim: com o check-in já feito (via internet ou da maneira tradicional, no balcão da companhia aérea), o passageiro que tiver bagagem para despachar vai até o aparelho e posiciona as malas. Na maioria das máquinas - são vários fabricantes no mundo -, há um leitor de cartão de embarque para coletar informações pessoais e de voo do passageiro.
Caso o limite de peso seja ultrapassado, um alerta sonoro indica ao passageiro que ele terá de ir até o balcão da companhia aérea pagar pelo excesso de bagagem. Alguns modelos mais avançados já vêm com a possibilidade de pagar o excesso com cartão de crédito.
Se estiver tudo certo com o tamanho e o peso das malas, o tíquete é impresso e a bagagem segue para as áreas internas do aeroporto, onde podem ser inspecionadas antes de entrar no bagageiro da aeronave.
Esteiras
Outra dor de cabeça para os passageiros de Cumbica, as esteiras de restituição de bagagens do Terminal 3 devem melhorar. A GRU Airport ainda não dá detalhes sobre o projeto, mas a reportagem apurou que está em análise a implementação de um sistema de leitura ótica do código de barras de cada mala, que a encaminhará para a esteira do voo correspondente. Isso elimina a necessidade de alguém que "joga" as malas nas esteiras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Após incidentes, maior parte da frota de Boeing 787 tem voos suspensos
Engenheiros e autoridades tentam descobrir falhas no moderno avião.
Problemas ocorreram em voos de companhias aéreas japonesas.
Fonte:G1.

A Boeing vendeu cerca de 850 unidades do novo avião e cerca de 50 já foram entregues até agora. Cerca de metade destes estavam em operação no Japão. O restante está em poder de companhias aéreas na Índia, América do Sul, Polônia, Qatar e Etiópia, e também nos Estados Unidos. No Brasil, nenhuma companhia aérea opera com Boeing 787 e nenhum aeroporto do país recebe atualmente aviões do tipo.
O moderno avião produzido com compósitos de carbono tem sido afetado por problemas recentes que incluíram um pouso de emergência de um voo da All Nippon Airways (ANA) na quarta-feira depois que luzes de alerta indicaram problemas em uma bateria, levantando preocupações sobre o uso de baterias de íon de lítio no modelo.
A agência de aviação dos EUA, FAA, decidiu na quarta-feira manter em terra temporariamente o mais novo avião comercial da Boeing, afirmando que as companhias aéreas teriam que demonstrar que as baterias são seguras antes que os jatos possam voltar a voar. A FAA não deu detalhes sobre quando isso poderá acontecer. Outras autoridades nacionais seguiram a decisão nesta quinta-feira.
saiba mais
Autoridades no Japão e na Índia afirmaram que não está claro quando o
Dreamliner poderá voltar a operar. Um porta-voz da Agência Europeia de
Segurança da Aviação afirmou que a região vai seguir a decisão da FAA.
No continente, apenas a polonesa LOT Airlines tem o 787 em sua frota. A
empresa informou que vai buscar ressarcimentos por eventuais perdas
junto à Boeing.A medida é a primeira do tipo contra uma avião de passageiros nos Estados Unidos desde que o DC-10, da McDonnell Douglas, teve seu certificado suspenso após um acidente fatal em Chicago, em 1979, disseram analistas.
Com a maior parte da frota do Dreamliner em terra, engenheiros e autoridades estão fazendo inspeções de urgência, principalmente sobre as baterias e complexos sistemas eletrônicos do modelo, e companhias aéreas estão tentando preencher os buracos em suas programações de voos.
Segundo a Mizuho Securities, manter todos os 787 em terra pode implicar em custo somente para a ANA de mais de US$ 1,1 milhão por dia.
Jim McNerney, executivo-chefe da Boeing, enviou um comunicado nesta quarta em que reafirmou o compromisso com a FAA "para encontrar respostas o mais rápido possível". O executivo afirmou que a empresa trabalha "dia e noite com clientes e agências reguladoras" para provar que o modelo 787 é seguro.
Empresas
Desde 7 de janeiro, as companhias aéreas japonesas ANA e JAL - as primeiras a utilizar o Boeing 787 - registraram sete incidentes. A ANA tem 17 aeronaves do modelo, e a JAL outras sete.
Entre os problemas apresentados, figura, sobretudo, uma dificuldade com os freios, uma janela da cabine defeituosa em pleno voo e um vazamento de óleo nas aeronaves da ANA, assim como dois vazamentos constatados em um avião da JAL e um princípio de incêndio devido a uma bateria em um Dreamliner da mesma companhia pouco depois do pouso.
A LAN, companhia aérea chilena que uniu suas operações à brasileira TAM, suspendeu os voos com três aeronaves Boeing 787 até que a FAA defina as ações requeridas para a frota. Os aviões da LAN operavam nas rotas entre Buenos Aires e Santiago, Santiago e Lima e Santiago e Los Angeles. Os voos serão feitos por outros aviões da companhia.
A LAN previa adquirir 32 aviões Boeing 787 nos próximos 10 anos em um investimento de US$ 4,9 bilhões, um dos mais importantes realizados pela companhia, diante de sua recente fusão e do aumento progressivo do tráfego aéreo no Chile.
A empresa polonesa LOT, única europeia a ter o avião em sua frota, havia feito a viagem inaugural da aeronave nesta quarta, de Varsóvia a Chicago. O avião ficará no chão por tempor indeterminado.
Além das empresas japonesas, da LAN e da LOT, contam com o avião em sua frota e deixaram de utilizá-lo a United Airlines, nos EUA, com seis unidades, a Air India, com outras seis, a Qtar Ailines, com cinco, e a Ethiopian Airlines, com quatro.
Um
problema em uma bateria provocou nesta quarta-feira (16) um pouso de
emergência de um Boeing 787 Dreamliner da All Nippon Airways (ANA) no
Japão. (Foto: Jiji Press/AFP)O 787, que tem um preço de tabela de US$ 207 milhões, representa um salto na forma como os aviões são planejados e produzidos, mas o projeto teve várias mudanças e anos de atraso. Alguns sugerem que a pressa da Boeing para compensar este atraso resultou nos recentes problemas, o que a fabricante nega vigorosamente.
Na Ásia, somente as companhias japonesas e a Air Índia têm Dreamliners em operação, mas outras companhias estão entre as que encomendaram 850 unidades do novo avião.
A australiana Qantas Airways disse que o pedido de 15 Dreamliners está mantido, com a subsidiária Jetstar devendo receber sua primeira unidade no segundo semestre do ano.
Os problemas do Dreamliner ecoam incidentes registrados pela rival Airbus, que um ano atrás sobreviveu a uma crise de confiança pública depois do surgimento de rachaduras nas asas do superjumbo A380, o maior avião de passageiros do mundo. Os problemas testaram o relacionamento da fabricante com as companhias aéreas, mas nenhuma encomenda foi cancelada.
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Azul pede autorização de novos voos para BH e Curitiba
Voos serão diários a partir do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e realizados com aeronaves turboélice ATR e Embraer 195
Fonte:Agência Estado
O percurso Guarulhos-Curitiba terá oito voos, quatro deles partindo do aeroporto paulistano e outros quatro do paranaense. O mesmo ocorrerá no trecho Guarulhos-Pampulha. Além disso, foi feito pedido de autorização para mais duas novas frequências no trajeto Guarulhos-Confins e duas no trecho Guarulhos-Santos Dumont.
De acordo com a empresa aérea, o voo para Pampulha tem previsão de início em 20 de fevereiro. Em 18 de fevereiro terá início o voo para Curitiba e as novas frequências. A Azul vai utilizar aeronaves turboélice ATR, com capacidade para 70 passageiros, nos voos para Belo Horizonte (Pampulha) e o Embraer 195, com capacidade para 118, para as demais operações.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Deloitte afirma que não teve ingerência na gestão da Varig
A Deloitte, empresa de auditoria que atuou na recuperação judicial da Varig, informou que não teve ingerência sobre a gestão da empresa nos cinco anos em que prestou o serviço à companhia aérea. O nome da Deloitte foi citado em reportagem publicada ontem, pelo GLOBO, sobre o processo de recuperação judicial e de falência da Varig, cuja dívida cresceu, nesse período, de R$ 7 bilhões para R$ 18 bilhões. Entre 2005 e 2009, a Deloitte faturou R$ 8,4 milhões em remuneração.
Em nota de esclarecimento, a empresa alegou que, como administradora judicial no processo de recuperação da Varig de 2005 a 2009, nomeada pela Justiça, teve o papel de “acompanhar o processo de recuperação judicial, funcionando como auxiliar qualificado do Judiciário, não tendo nenhuma ingerência sobre a gestão da empresa”.
A nota da Deloitte informou ainda que “o trabalho como administradora judicial foi encerrado em novembro de 2009, antes da decretação da falência da Varig”. ●
Fonte:Dr. Duque Estrada ( advogado aeronaútico )
Ocupação de voos no Brasil subiu para 72,96% em 2012, dizem aéreas
Procura dos passageiros cresceu mais que número de assentos oferecidos pelas empresas
Pedro Carvalho (iG São Paulo) |

Movimentação no aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim: ocupação vem subindo desde 2008
A ocupação média dos voos comerciais no Brasil foi de 72,96% em 2012, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), que representa as cinco maiores companhias do setor – TAM, Gol, Avianca, Azul e Trip, responsáveis por cerca de 99% do mercado no País.
- Veja também: preço das passagens caiu em 2012, afirma Anac
Isso representaria um aumento aproximado de três pontos percentuais em relação ao ano anterior, quando a ocupação foi de 70,18%. Esse último dado, contudo, foi calculado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), e por ser de outra fonte pode trazer alguma diferença na medição. A ABEAR não possui dados consolidados de 2011.
Segundo a ABEAR, a maior ocupação ocorreu porque o aumento da procura por assentos, que foi de 7,14% no ano passado, superou a expansão da oferta, de 3,12%. Em números absolutos, as companhias transportaram mais de 75 milhões de pessoas em 2012.
"Essa tendência de aumento no fator de ocupação ocorre pelo menos desde 2008, mas ainda existe espaço para que o índice seja maior no País", afirma Eduardo Sanovicz, presidente da ABEAR.
Dados de dezembro
Em dezembro, as principais companhias aéreas disponibilizaram 9,76 milhões de assentos por quilômetro oferecido – o índice usado pelo setor. No mesmo mês, houve demanda de 7,75 milhões de passageiros por quilômetro pago transportado.
Isso significa que, no último mês do ano, a oferta teve alta de 5,1% na comparação com novembro, mas entre as empresas as taxas foram diferenciadas.
A Azul teve alta de 15,95%, enquanto a TAM registrou aumento de 6,64%. A Gol, em processo de redução de oferta após o fim das operações da WebJet, teve queda de 0,14% no período.
"A oferta aumentou porque são meses de mais movimento, apesar da contração por parte de algumas associadas, registrada no mês passado", disse Sanovicz.
A razão entre oferta e demanda resulta numa ocupação de 77,76% no período.
FONTE: IG SP
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Queda de helicóptero mata 2 na região central de Londres
Acidente próximo à estação Vauxhall deixou 9 feridos, um em estado grave.
Aparelho bateu em guindaste sobre prédio em obras e caiu na rua.

O acidente ocorreu durante a hora do rush, perto da importante estação de trem Vauxhall no bairro movimentado de Lambeth, próximo a uma ponte movimentada sobre o Rio Tâmisa.
A polícia foi alertada às 8h locais (6h do horário brasileiro de verão).
saiba mais
De acordo com o comissário Bernard Hogan-Howe, o aparelho se chocou
contra uma grua que estava no alto de um prédio residencial em
construção e caiu no chão, envolto em uma bola de fogo. Parte da grua
também despencou.Havia neblina na hora do acidente, o que pode ter provocado o choque.
Pelo menos dois veículos que estavam estacionados na região foram atingidos pelas chamas, segundo as testemunhas.
Três dos feridos foram levados a hospitais da região.
Ninguém estava trabalhando na obra na hora do acidente, segundo a Scotland Yard.
Um dos mortos era o piloto do helicóptero, e outro estava em um prédio atingido, de acordo com a polícia.
'Estrondo'
Paul Ferguson, uma testemunha interrogada pela BBC, relatou: "houve um lampejo e o helicóptero caiu no chão. Explodiu e você pode imaginar a fumaça que saiu dali".
'Ele se dirigia provavelmente a um heliporto próximo. Pode ser que nesta manhã com neblina as luzes da Torre St. George, próxima, não estivessem acesas e (o helicóptero) tenha atingido o extremo da grua e perdido o controle", disse.

O pedreiro Rezart Islami, do Kosovo, que estava em uma obra próxima, disse ter visto o helicóptero voando rápido sobre o rio antes de bater no guindaste, perder o controle e cair no chão em chamas. O guindaste também caiu, atingindo dois carros.
Edmir Pishtar, outra testemunha, disse ter visto metade do guindaste caindo sobre dois carros na rua. Ele depois conversou com o operador do guindaste, que estava prestes a entrar na cabine. "Ele estava literalmente tremendo, porque estava se preparando para subir no guindaste, e estava atrasado."
Muitas chamadas de emergência foram feitas para os bombeiros.
Pelo menos quatro ambulâncias foram mandadas à região.
As ruas próximas foram fechadas, e as autoridades pediram aos moradores que evitassem a região, que ficou congestionada.
No aeroporto London City, os voos foram prejudicados nesta quarta-feira em consequência da baixa visibilidade.
Fumaça e fogo se erguem do local do acidente com helicóptero nesta quarta-feira (16) em Londres (Foto: Toby Scott, PA/AP)O edifício circular sobre o qual estava o guindaste -a Torre 1 de St. George Wharf- é descrito no site do empreendimento como uma das mais luxuosas opções residenciais de Londres, com vista de 360º para a cidade.
A torre, que ainda não está ocupada, tem 52 andares, 185 metros de altura e 212 apartamentos de luxo. Nos últimos anos, a imprensa relatava que a cobertura poderia custar até 50 milhões de libras (US$ 80 milhões).
Um correspondente da Reuters no local disse que pedaços retorcidos do guindaste podiam ser vistos pendurados nas paredes da torre, cujo topo estava encoberto por uma nuvem baixa.
Tony Pidgley, presidente da incorporadora Berkeley Group, responsável pela construção, disse que não houve vítimas entre as pessoas que estavam na obra naquele momento.
"O operador do guindaste normalmente começa às 8h em ponto, mas hoje excepcionalmente estava atrasado", disse.
Pidgley disse que é cedo para especular sobre as causas do acidente, mas os helicópteros normalmente deveriam voar cerca de 150 metros acima de estruturas elevadas. A visibilidade era baixa no momento da colisão.
Polícia descarta terrorismo
A polícia britânica afirmou que não há nada que indique ligação com terrorismo na queda do helicóptero.
"Não há nada que sugira qualquer ligação com o terrorismo", disse um porta-voz da polícia antiterrorista, que privilegia a hipótese de que se tratou de um acidente.
O desastre ocorreu perto de locais importantes como a sede do serviço britânico de espionagem MI6 e o Parlamento.
Um ataque terrorista ao sistema de transporte de Londres em 2005 matou 52 pessoas.
Três
veículos que estavam na região foram atingidos, segundo as testemunhas.
Havia destroços pelas rua. (Foto: Stefan Wermuth/Reuters)
tópicos.
FONTE: G1.
Boeing 787 faz pouso de emergência no Japão após problema técnico
Comandante observou um alerta de falha procedente de uma bateria.
Este é o sexto incidente com um Boeing 787 Dreamliner neste ano.

"Durante o voo, o comandante observou um alerta de falha procedente de uma bateria", revelou um porta-voz da ANA, acrescentando que a companhia decidiu deixar todos os seus Boeing 787 no chão enquanto investiga o incidente.
saiba mais
O problema ocorre após a Agência Federal de Aviação (FAA) dos Estados
Unidos anunciar, na sexta-feira (11) passada, o início de uma
investigação profunda sobre a segurança do Boeing 787, em consequência
de cinco incidentes em apenas uma semana.A investigação abrangerá os "sistemas essenciais" do Boeing 787, incluindo "o desenho, a fabricação e a montagem", disse em um comunicado o departamento de Transportes dos Estados Unidos, do qual a FAA depende.
Companhia All Nippon Airways decidiu deixar no chão todos os Boeing 787 Dreamliner (Foto: AP Photo/Kyodo News)Na quarta-feira (10) passada, um voo da All Nippon Airways realizado por outro Boeing 787 foi cancelado no país asiático por causa de um problema nos freios.
Nesta sexta-feira, também no Japão, dois incidentes aconteceram a bordo de dois Boeing 787 da ANA: um voo foi cancelado por causa de uma rachadura no vidro da cabine e outro foi atrasado por causa do vazamento de óleo.
FONTE: G1
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