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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Air France tem prejuízo de US$ 600 milhões


A companhia aérea europeia Air France informou nesta quinta-feira (30) um prejuízo de 426 milhões de euros no último trimestre. Os números negativos, equivalentes a US$ 600 milhões, foram atribuídos à redução da receita provocada pela crise econômica mundial.

No mesmo período do ano anterior a companhia havia obtido um lucro de 168 milhões de euros, o equivalente a US$ 236,5 milhões. O grupo teve 20,5% de queda no faturamento, apresentando resultados piores na atividade de transporte de cargas, com queda de 41,5%, do que na de passageiros, que registrou 18,7%.

Avião Revue

Embraer entrega jato em Moçambique


A Embraer entregou, no último dia 31, o primeiro de dois jatos Embraer 190 à Lam (Linhas Aéreas de Moçambique).

A aeronave foi entregue em uma cerimônia realizada na sede da Embraer, em São José dos Campos, interior do Estado de São Paulo. Além dos dois Embraer 190, o pedido inicial da Lam ainda inclui direitos de compra para outros dois aviões.

"É uma grande satisfação entregar o primeiro Embraer 190 a um novo operador no continente africano", disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. "Estamos orgulhosos por desempenhar um papel importante na modernização da frota da Lam e por contribuir para a expansão da malha aérea dessa empresa no seu país e na região sul da África"
Avião Revue

Airbus entrega milésimo jato da família A340/A330


a Airbus entregou em Toulouse, na França, o milésimo jato da família A340/A330. Foi um A330-300 entregue à Thai Airways International. A família de aviões da fabricante europeia entrou em operação em 1993. Atualmente, a Thai tem 25 aeronaves da família em operação: 15 A330-300, quatro A340-500 e seis A340-600.
Panrotas

Nenhum vestígio de um avião desaparecido com 16 pessoas a bordo


Jakarta, 03 Ago (Lusa) - As equipas de busca e de socorro não detectaram hoje qualquer vestígio de um avião civil que transportava 16 pessoas e desapareceu domingo na província indonésia da Papua, indicou um responsável.

O avião da companhia Merpati Airlines, com 13 passageiros e três membros de tripulação a bordo, todos indonésios, efectuava domingo um voo entre Jayapura e a cidade de Oksibil quando perdeu o contacto com o controlo aéreo.

Dois aviões de busca efectuam hoje patrulhas na zona onde o avião desapareceu, indicou Suwandi Miharja, comandante da base aérea Jayapura.

"Concentramos as nossas buscas na fronteira entre os distritos de Kerom e Pegunungan Bintang... é uma região montanhosa e de selva", indicou, precisando que o tempo está "desfavorável, nebuloso e chuvoso".

A Indonésia é extremamente dependente das ligações aéreas para ligar as suas cerca de 6.000 ilhas habitadas, algumas cobertas de montanhas e florestas.

Devido ao número elevado de acidentes, a União Europeia colocou em Julho de 2007 na sua "lista negra" o conjunto das 51 companhias aéreas indonésias, proibindo os seus aviões de aterrar nos 27 países da UE.

No mês passado, a UE retirou quatro companhias aéreas indonésias da sua lista negra, entre as quais a companhia nacional Garuda, que anunciou a retoma em 2010 dos seus voos para a Europa.

AEIOU

Abetar questiona distribuição de slots em Congonhas


O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis, comemorou a concessão de uma liminar contra a decisão da Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) de retirar e redistribuir 61 slots (espaço para pousos e decolagens) da Pantanal Linhas Aéreas no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

"A Anac precisa entender que as empresas são suas aliadas no projeto de desenvolvimento do transporte aéreo. A discussão precisa ser mais ampla, pois envolve a manutenção de empregos e essa decisão só prejudica ainda mais uma empresa que luta para ver aprovada a sua proposta de recuperação. A Pantanal é a única regional que opera em Congonhas e nesse momento, o que precisamos é contar com o apoio da agência reguladora", disse Lack, como é conhecido o presidente da Abetar.

Segundo o despacho do juiz Caio Marcelo, da 2ª. Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo, responsável pela liminar, os slots não podem ser retirados da Pantanal até que seu plano de recuperação seja aprovado, nas próximas semanas - ele prevê venda em leilão de uma parte da empresa que inclui os espaços no aeroporto.

Mercado e Eventos

Embraer mantém carteira de pedidos, mas reforça cautela sobre crise


A Embraer conseguiu manter sua carteira de pedidos entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, e obteve geração positiva de caixa líquido, mas para o vice-presidente financeiro da empresa, Luiz Carlos Aguiar, ainda é cedo para afirmar que o pior já passou.

"Nossas vendas estão em um nível muito baixo, então estamos cuidando de nossa estrutura interna, preocupados com nosso caixa, porque não houve retomada dos negócios na aviação comercial e executiva, que foram os grandes puxadores das nossas vendas nos últimos anos", detalhou Aguiar.

Apesar da crise e dos impactos relatados pela empresa no setor de aviação, a carteira de pedidos firmes da Embraer totalizava US$ 19,8 bilhões em 30 de junho deste ano, praticamente inalterada frente aos US$ 19,7 bilhões verificados ao final do primeiro trimestre. A empresa encerrou junho com uma posição de caixa líquido de R$ 69,7 milhões.

"Não há nada para celebrar em novas demandas, mas sim porque estamos conseguindo ajustar a empresa para esse cenário de muitas incertezas", salientou Aguiar. "Infelizmente não dá para dar boas notícias sobre novas vendas e campanhas que deem perspectivas da empresa aumentar a produção num futuro próximo", acrescentou o executivo.

Com isso Aguiar também descartou novas contratações, após a empresa ter demitido 4.200 funcionários em fevereiro deste ano, para ajustar a produção à queda de demanda. "Infelizmente não há possibilidade de vislumbrar, nesse momento, novas contratações", afirmou o vice-presidente executivo da fabricante.

No início deste ano a empresa informou a redução da meta de entregas de aeronaves para este ano, de 270 para 242. "Não há outra maneira a não ser fazer a redução, senão as pessoas ficam nas fábricas sem ter o que produzir", disse Aguiar, acrescentando que a empresa também reduziu "fortemente" outros custos, como investimentos em pesquisa e desenvolvimento, e custo da dívida.

Carteira de pedidos

Devido aos cancelamentos de pedidos e prorrogação de entrega, Aguiar avalia que há uma tendência em transformar a carteira de pedidos da empresa em receita. "Estamos transformando o backlog (carteira de pedidos) em entrada de caixa, para que consigamos ultrapassar essa etapa onde nosso mercado está sofrendo, mas mantendo a mesma estrutura de custos que temos no momento".

O executivo também descartou o pagamento de dividendos sobre o lucro de R$ 466,9 milhões registrado no segundo trimestre deste ano. "Estamos protegendo nosso caixa, assim como muitas empresas mundo afora, e não teríamos como agora pagar nenhum dividendo, em função dessa gestão de caixa."

Apesar disso, o resultado parece ter agradado os investidores. Às 13h04 (em Brasília) as ações ordinárias da empresa subiam 5,69% na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Já na Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), a ADR (American Depositary Receipts) eram negociadas com alta de 6,11%.

Folha OnLine - SP

No mundo, diversificação teve êxitos e fracassos


A rota a ser percorrida pela TAM fica cada vez mais nítida rumo à diversificação. A escolha da família Amaro de ampliar a busca por negócios complementares ao transporte aéreo de passageiros sedimenta um modelo que começou a desenvolver nos últimos anos - ainda sob a gestão do executivo Marco Antonio Bologna - e que, no mundo, já teve tanto êxitos como insucessos.

O caso do grupo Lufthansa pode ser apontado como um dos mais bem-sucedidos. Além de administrar a segunda maior companhia aérea da Europa, controla unidades de carga, manutenção, "catering" e tecnologia da informação voltada para a indústria aérea que estão entre as líderes nos seus respectivos segmentos.

Apesar de ter tido prejuízo de € 216 milhões até junho, a Lufthansa é uma das poucas do setor no mundo que ainda não fez cortes severos nas operações e no quadro de funcionários.

Scot Hornick, sócio da consultoria americana Oliver Wyman especializado em aviação, afirma que há inúmeros casos de empresas aéreas que desenvolveram negócios adjacentes e obtiveram muito sucesso quando decidiram separá-los numa unidade de negócios e até mesmo em empresas independentes. Alguns exemplos são o Aeroplan, programa de milhagem da Air Canada que se transformou numa empresa independente, de capital aberto, e a venda do Sabre, sistema de reservas criado pela American Airlines em 2000.

Há, por outro lado, alguns fracassos no setor. Um deles é o caso da antiga Swiss Air, que na década de 90 começou a comprar uma série de empresas de pequeno porte, perdeu seu foco e gerou graves problemas de caixa que culminariam, mais tarde, com sua liquidação e venda à Lufthansa. Hoje, devido à crise econômica, grandes aéreas americanas vêm sendo pressionadas para se desfazer de subsidiárias de voos regionais, por exemplo. "A pressão vem do fato de que muitas unidades secundárias ganhariam muito mais valor se estivessem separadas, sem a influência dos resultados instáveis da companhia aérea", diz Hornick.

Para Andre Castellini, sócio da consultoria Bain & Company no Brasil, não há um único modelo de sucesso na indústria aérea. Ele cita empresas internacionais que seguem o modelo de "baixo custo, baixa tarifa" como a americana Southwest e a irlandesa Ryanair. "Elas são muitos focadas em um único negócio e têm tido alguns dos melhores resultados", diz. Outro modelo é o da Virgin, que não diversificou as unidades de negócio dentro da aviação, mas sim as áreas geográficas em que opera.

Valor Econômico - SP

Embraer vê mercado de aviões ainda retraído


Embora os cancelamentos e prorrogações na compra de aviões tenham cessado, a demanda mundial no setor segue em um "nível bastante baixo", segundo o vice-presidente executivo de Finanças e de Relações com Investidores da Embraer, Luiz Carlos Aguiar.

De acordo com o executivo, o mercado mais abalado pela crise foi o da aviação executiva, que liderou o número de cancelamentos no mundo. Aguiar fez as declarações ao comentar os resultados da empresa no segundo trimestre: a Embraer fechou o período com um lucro de R$ 466,9 milhões, um crescimento de 30,1% em relação ao mesmo período do ano passado, e com uma receita líquida de R$ 3,019 bilhões, um aumento de 11,52%.

Segundo Aguiar, a prioridade da Embraer agora é proteger seu caixa e, por isso, a empresa "não tem condições de distribuir dividendos neste momento". Segundo ele, o caixa líquido ainda está abaixo do que gostaria a companhia neste momento de crise global. "Mas isso não significa que não vamos pagar dividendos", destacou. Segundo ele, a empresa tem até o primeiro trimestre de 2010 para fazê-lo. "No tempo certo, vamos divulgar aos acionistas quanto vamos distribuir."

Ao final do segundo trimestre, a Embraer tinha uma posição de caixa líquido da ordem de R$ 69,7 milhões. Um ano antes, esse valor era bem maior, de R$ 809,2 milhões. Em junho, as disponibilidades e aplicações financeiras da Embraer somavam R$ 3,648 bilhões, enquanto seu endividamento bruto totalizava R$ 3,578 bilhões.

Carteira - A Embraer tem hoje uma carteira de pedidos de US$ 19,8 bilhões. Segundo Aguiar, esse número já inclui o contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para o programa de desenvolvimento da aeronave de transporte militar KC-390, no valor de US$ 1,3 bilhão. O contrato com a FAB foi fechado em abril. Segundo Aguiar, está mantida a expectativa de que a aeronave entre em serviço em 2015.

O projeto de desenvolvimento tecnológico desse avião será de propriedade do governo brasileiro. Além disso, como se trata de um projeto governamental, qualquer decisão sobre parceria com outras empresas no programa partirá do próprio governo. "Esse projeto é importante para que possamos manter o desenvolvimento tecnológico no projeto de um avião que vai servir à Força Aérea Brasileira e pode servir a frotas de outros países", disse.

O Estado de São Paulo - SP

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Nas Alturas ( COMÉDIA SOBRE AVIAÇÃO)



Nas Alturas
( COMÉDIA SOBRE AVIAÇÃO)
Espetáculo integrante do projeto "Noites de Glória"

Estreia dia 4 de agosto, terças e quartas 20hs

com:Ana Beatriz Macedo,Etiene Mascarenhas,Laís Werneck,Ludmyla Arêas,Rubia Rodrigues

Texto e Direção: Diogo Camargos

Produção:Luiz Antonio Fortes,Juliana Fernandes

Realização:LA Produções Artísticas e Casa da Glória

local: Ladeira da Glória, 98 (ao lado do Outeiro da Glória) - subida da ladeira ao lado do restaurante "Amarelinho"

RIO DE JANEIRO

Aeroflot mudará uniforme 'repulsivo' de suas aeromoças

Em um esforço para corrigir uma imagem abalada por anos de influência soviética, a companhia aérea russa Aeroflot prometeu na quarta-feira implantar uma série de modificações em seus serviços - para o alívio dos passageiros. Entre as inovações anunciadas pela empresa, no entanto, uma prioridade estética chama a atenção: a mudança na apresentação das comissárias de bordo.


O novo CEO da Aeroflot, Vitaly Savaleyev, garantiu que todas as aeromoças serão "garotas muito impressionantes e muito atraentes". Segundo reportagem do jornal britânico The Independent, elas não deverão ultrapassar o tamanho 48 para russas (40 para brasileiras).


O uniforme laranja também irá mudar. "Psicólogos nos disseram que a cor atual evoca repulsa nos passageiros”, disse o CEO ao jornal russo Vedomosti, confessando estar buscando inspiração em outras "grandes linhas aéreas". "Meu filho me mandou um maravilhoso vídeo clip da Virgin Atantic - todas as aeromoças vestem uniformes vermelhos e brilhantes e parecem modelos profissionais", conta.



Em termos de atendimento, a Aeroflot estabeleceu uma máxima. "O cliente sempre tem razão", afirma Savaleyev, acrescentando que várias comissárias de bordo da companhia já foram demitidas por serem rudes com os passageiros. Um deles, inclusive, contou sua experiência ao jornal: "Viajei recentemente de Aeroflot para Varsóvia e foi um pesadelo. O cinto de segurança estava quebrado, a tripulação era grosseira e quase não falava inglês", disse.



Além dos uniformes, a Aeroflot também anunciou mudanças na frota. Quase todos os aviões russos, inclusive Tupolevs, deverão ser substituídos por Boeings e Airbus. A razão, segundo Savalayev, é puramente econômica, e não de segurança.

VEJA

PF vai concentrar fiscalização nos aeroportos do interior

Nos próximos anos, Minas deve receber agentes transferidos de outros Estados



Apesar de Minas Gerais possuir a maior malha rodoviária do país, a preocupação da Polícia Federal (PF), neste momento, é com o espaço aéreo. A informação é do novo superintendente da PF no Estado, Jerry Antunes de Oliveira. Empossado ontem, ele vai substituir o delegado Marcos David Salem, que assumiu o cargo de diretor de Inteligência da PF, em Brasília.

"O crime organizado está usando os aeroportos do interior para lavagem de dinheiro e tráfico de drogas", afirmou o novo superintendente da PF em Minas. O problema ainda está sendo diagnosticado, mas a fiscalização, segundo ele, começará a ser intensificada já nos próximos meses.

"Não há uma região específica que deva receber maior atenção. O problema está em todos os aeroportos regionais", afirmou. Minas Gerais possui 151 aeroportos regionais, segundo a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas. No aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, a situação não é preocupante devido à fiscalização ostensiva já existente no terminal, segundo o delegado.

"Queremos descentralizar a gestão da PF em todo o país", disse o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa, que participou da cerimônia de posse, ocorrida ontem.

Pessoal. Ele reconheceu que Minas Gerais tem uma carência de efetivo. No entanto, de acordo com Jerry Antunes, novos agentes federais devem ser transferidos para o Estado nos próximos anos.

Na semana passada, a PF divulgou edital para um concurso público para o preenchimento de 600 vagas de agente e escrivão. O efetivo é para a região da Amazônia Legal (Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Maranhão, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins). "Quando esses profissionais forem nomeados, alguns policiais federais da região devem transferidos para outros Estados", explicou Jerry Antunes.

Segundo o novo superintendente da Polícia Federal em Minas, o número de agentes e escrivães que virão para o Estado serão definidos posteriormente.

Antes de assumir o novo posto, Jerry Antunes era chefe da delegacia da PF em Presidente Prudente (SP).

O Tempo

Jetstar ligando Sidney a Perth


logo_jetstar_mini

A partir de 2 de outubro, a australiana Jetstar ligará as cidades de Sidney e Perth (Austrália Ocidental) com um voo diário, a companhia ainda pretende usar sua subsidiária, Jetstar Asia, para ligar Perth à cidade de Jacarta na Indonésia.

A Jetstar, que é uma subsidiária low-cost do grupo Qantas, operará o voo com um de seus A320.

Flight life

Avião da Air France volta ao aeroporto de Paris por causa de defeito

Um Airbus A330 da Air France que partiu de Paris rumo a Duala (Camarões) se viu obrigado a voltar ao aeroporto Charles de Gaulle, perto de Paris, na quinta-feira (30) por causa de um defeito no sistema de ar condicionado, informaram fontes da companhia.

O avião partiu do aeroporto de Roissy e, pouco depois de decolar, sofreu uma anomalia em seu sistema de ar condicionado, provocando o aparecimento de uma leve fumaça na cabine, informou um porta-voz da Air France.

Por esta razão, o aparelho teve que voltar meia hora depois de ter decolado.

A bordo do voo estavam 184 passageiros.
Desástres Aéreos

Ryanair anuncia corte de 20% dos voos em Dublin e retirada de quatro aviões

ImageDepois de reduzir 30% em Stansted.

A low cost Ryanair, que na passada terça-feira anunciou um corte em 30% nos voos de e para Londres – Stansted, "voltou à carga" ontem contra os aeroportos que classifica de caros, desta vez em relação a Dublin, onde disse ir reduzir a operação neste Inverno em 20% em número de voos e passar de 18 para 14 aviões no Inverno 2009/2010. "Os elevados e crescentes custos no Aeroporto de Dublin, combinados com uma loucamente estúpida taxa turística de dez euros, estão a devastar o turismo na Irlanda", comenta o CEO da low cost, Michael O’Leary, numa declaração que acompanha o comunicado em que é anunciada a nova redução.

A Ryanair tem estado a desenvolver "uma cruzada" contra aeroportos que classifica de caros, alegando sempre que estão a penalizar o turismo porque levam a low cost a desviar capacidade para outros destinos.

"Estes cortes [em Dublin] surgem apenas um dia depois da Ryanair anunciar 39 nova rotas para as Canárias este Inverno, onde o Governo espanhol reduziu as taxas de aeroportos a zero. Na semana passada, a Ryanair anunciou onze novas rotas para os aeroportos de Oslo neste Inverno, onde de novo as taxas de aeroporto foram substancialmente reduzidas", sublinha O’Leary.

APEA

Blue Air aumenta frota


A “low cost” Blue Air acababou de adicionar à sua frota um Boeing 737 série 500, com uma capacidade de 126 lugares.

A companhia romena passa a deter 9 aeronaves.


“Com a chegada da nova aeronave seremos capazes de aumentar as frequências dos atuais destinos além de introduzir novos voos no horário de Inverno 2009-2010.

Além disso, permitirá a continuação do conceito de smart flying, que reflete uma maior qualidade e diversidade dos serviços.

Só neste Verão, a empresa abriu 19 novas rotas”, refere Adrian Ionascu, Director Geral da Blue Air.

site fraudulento



A TAM alerta a comunidade que tomou conhecimento da existência de um site fraudulento sobre uma suposta promoção “Compre Fácil”.

Trata-se de um site não certificado pela TAM que utiliza a imagem da empresa para fazer com que o cliente clique em “Cadastre-se”, ação que instala um agente malicioso no computador do internauta sem que ele perceba. Nesse caso, não acessem o link apresentado.

A TAM esclarece que suas promoções são divulgadas pelo site Ofertas TAM (www.ofertastam.com.br), pelo site www.tam.com.br, ou ainda no canal TAM Airlines no Twitter. Em caso de dúvidas, a empresa está à disposição pelos telefones 4002-5700 para capitais ou 0800 5705700 para as demais cidades brasileiras.

MVL Comunicação
Assessoria de Imprensa TAM
Tel.: (11) 3594-0336 / 0303 / 0304 / 0306
equipetam@mvl.com.br

Aerovirtual

Dilma veta militares dirigindo estatais



A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) assinou recomendação interna em que veta militares chefiando estatais. A medida tem endereço: a pressão da FAB para o brigadeiro Jorge Godinho, secretário de Aviação Civil do Ministério da Defesa, presidir a Infraero. Após as restrições ao chefe de gabinete do ministro o Nelson Jobim, outro militar passou a ser cotado: o brigadeiro Paulo Rhorig de Britto, chefe do Estado-Maior da Aeronáutica.

Gazeta de Alagoas

Cada aeroporto terá um contrato na privatização


A proposta de privatização dos aeroportos em elaboração pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê para cada terminal um contrato específico de concessão, independentemente do processo a ser escolhido, de licitação individual ou por blocos - neste último, quem levar um aeroporto rentável ficaria também com outros menos lucrativos. Antes da elaboração do edital, o órgão regulador e o BNDES terão de fazer um levantamento detalhado de cada aeroporto - receitas, despesas, áreas comerciais e espaço em geral, incluindo hangares para aviação regular e jatos executivos - para decidir qual a melhor modelagem naquele caso individual.

Por isso, o que está prestes a ser concluído pelo órgão regulador, em parceria com o Ministério da Defesa e a Casa Civil, é um estudo com uma regra geral sobre como deverá ser a exploração do serviço aeroportuário pela iniciativa privada.

De acordo com a lei de criação da Anac, essas diretrizes serão transformadas depois em um decreto presidencial.

Empresa aérea não poderá administrar aeroportos Segundo técnicos envolvidos nas discussões, o texto vai definir a fixação de tarifas, que deverá ser por um teto, a fim de permitir que os aeroportos possam competir entre si, cobrando valores mais baixos. O reajuste dos percentuais será de acordo com um índice de preços, provavelmente o IPCA. Também está prevista a revisão dos contratos a cada cinco anos.

O prazo da concessão deverá seguir o período necessário para amortização do investimento por parte do concessionário.

Empresas aéreas não poderão administrar aeroportos para evitar a chamada concentração vertical, que poderia criar impedimento para que a concorrente opere naquele terminal.

Um único concessionário não poderá administrar aeroportos no mesmo estado, a fim de evitar monopólio.

O processo de concorrência contemplará o sistema de outorga, quando o interessado paga à União um valor para explorar o serviço nos aeroportos que já têm uma estrutura pronta, como o Galeão (Tom Jobim), por exemplo. Nos casos em que são necessários grandes investimentos, como construção de pistas e terminais de passageiros, o critério poderá ser o da menor tarifa, dentro de teto fixado pela norma geral. Há ainda a possibilidade de aplicação das ParceriasPúblico Privadas (PPPs).

- A proposta a ser entregue ao governo será a mais ampla possível para permitir a adoção da concessão individual ou por grupo - disse um técnico.

Segundo ele, por lei, a Anac tem a prerrogativa de apenas apontar alternativas, cabendo ao Executivo fazer a opção do modelo de concessão a ser adotado no país: individual, por blocos ou ainda os dois ao mesmo tempo. Isso também não impede a Infraero de continuar administrando aeroportos.

Porém, fontes do próprio governo não acreditam que a regra geral da Anac seja aplicada ainda neste governo para o Galeão e Viracopos (Campinas) por causa do cronograma das eleições.

Para atender exigências do Tribunal de Contas da União (TCU), o modelo de concessão de cada aeroporto teria de estar pronto pelo menos seis meses antes do lançamento do edital.
O Globo

Aéreas têm perdas na Europa e na Ásia



As principais empresas aéreas da Europa e da Ásia anunciaram ontem pesados prejuízos, na esteira do agravamento da crise que assola o setor de aviação mundial. O diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Giovanni Bisignani, observou que as empresas aéreas foram atingidas por quedas de receita "chocantes", de até 30%, nos voos internacionais no início do período de viagens de junho a agosto, tradicionalmente bem movimentado e lucrativo para as companhias. "O panorama continua sombrio [...] Não há sinais de início de recuperação", afirmou.

A Air France-KLM, maior companhia aérea europeia em número de passageiros, anunciou prejuízo antes de impostos de € 612 milhões nos três meses encerrados em junho, em comparação ao lucro de € 211 milhões obtido no mesmo período do ano passado.

As três principais companhias aéreas europeias operam com grandes perdas e se viram obrigadas a buscar os mercados de capitais nas últimas semanas para reforçar seus recursos de caixa.

A British Airways deverá anunciar hoje prejuízo operacional pela primeira vez em sua história para o período de abril a junho, normalmente seu segundo melhor trimestre.

A Lufthansa, da Alemanha, em meio à compra de três empresas aéreas europeias de menor escala que enfrentam dificuldades financeiras, divulgou prejuízo no primeiro semestre, antes de impostos, de € 336 milhões, em comparação ao lucro de € 478 milhões verificado no mesmo período do ano passado.
Na Ásia, a Singapore Airlines, maior empresa do mundo em valor de mercado,alertou para a possibilidade de ter seu primeiro prejuízo anual desde sua criação, em 1972. A empresa apresentou perdas trimestrais pela primeira vez desde a crise com a síndrome respiratória aguda grave em 2003.

A Singapore Airlines teve prejuízo líquido de 307 milhões de dólares de Cingapura (US$ 213 milhões) no período de abril a junho. Nos mesmos meses de 2008, havia lucrado 359 milhões de dólares de Cingapura. A receita caiu 30%, para 2,87 bilhões de dólares de Cingapura. As perdas com operações financeiras feitas para proteger-se contra oscilações no preço dos combustíveis chegaram a 287 milhões de dólares de Cingapura.

As companhias aéreas com rotas de longa distância vêm sendo atingidas por fortes declínios na receita, especialmente na obtida com os passageiros de voos executivos, outrora sua maior fonte de lucro, e o transporte de cargas.

Bisignani afirmou que as empresas aéreas também se deparam com a volta do risco de aumento no preço do petróleo e o impacto potencial representado pela gripe A (H1N1), também conhecida com gripe suína.

"O fluxo de caixa está ameaçado pela baixa demanda, o que é exacerbado pelo desconto no preço das passagens; e depois de anos de redução de custos, o espaço para mais cortes é limitado", acrescentou Bisignani.

A Iata informou que a demanda por transporte aéreo de carga foi 16,5% menor em junho do que no mesmo mês de 2008, enquanto o tráfego internacional de passageiros encolheu 7,2%, também na comparação anual. (Tradução de Sabino Ahumada)
Valor online

Alunos de Alta Floresta terão aulas dentro de avião

A partir do segundo semestre deste ano, os alunos das escolas de Alta Floresta (810 km de Cuiabá) terão aulas dentro de um avião. A aeronave em questão é um modelo Douglas DC-3, que hoje é patrimônio histórico da cidade. O avião, que está localizado na Praça da Cultura, contará com uma sala de instrução histórica para informar aos estudantes como ocorreu o processo de colonização do município.

A aeronave tornou-se patrimônio histórico em função de uma parceria entre o Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Procuradoria de Justiça, e a Prefeitura Municipal. De acordo com o promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano, o Douglas DC-3, faz parte da história de Alta Floresta. "Quando soube que o avião seria doado ao Museu da TAM, em Marília (SP), entrei em contato com os proprietários William José de Lima e Wilson Clever Lima, que fizeram a doação da aeronave ao município", explica o promotor.

Com isso, foi criada uma comissão, coordenada pelo Ministério Público, para acompanhar a restauração da aeronave. Para a reforma, foram utilizados recursos oriundos de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público do Trabalho (MPT), de transações penais do Juizado Especial e da Prefeitura Municipal. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 80 mil. A aeronave recebeu nova pintura, vidros nas janelas, reforma da cabine, instalação de equipamentos, construção de assoalho e das poltronas, além de novos pneus. Hoje, o avião pode ser visitado pela população, no centro da cidade.


HISTÓRIA - Construído nos Estados Unidos, o Douglas DC-3 fez seu primeiro voo em 1935. Além de participar da II Guerra Mundial, a aeronave foi responsável pela integração nacional no Brasil, principalmente nas décadas de 1950 e 1960, sendo utilizado inclusive, pelo presidente Juscelino Kubitschek. Em Alta Floresta, dois modelos da aeronave participaram intensamente da história regional no período de 1980 a 1985, no trasporte de pessoas, mercadorias e cargas.
O Documento

Rolls -Royce anuncia investimento de 1 bilhão de dólares



Rolls-Royce vai construir novas fábricas

A Rolls-Royce anunciou ontem, um pacote de investimentos que prevê a construção de uma nova fábrica de lâminas de turbinas, em Singapura e outras instalações no Reino Unido.

A fábrica em Singapura, fará parte do projeto ´´ Fábrica do Futuro´´ , em seu Campus Seletar. A construção começará em 2010 e consumirá um investimento acima de 486 milhões de dólares. A nova fábrica será a primeira fora do Reino Unido, a fabricar lãminas de titãnio, que são usadas na família de turbinas Trent.

Ao mesmo tempo, a Rolls-Royce, investirá 494 milhões de dólares em quatro unidades fabris no Reino Unido. Parte deste investimento vai para o desenvolvimento de turbinas que emitam baixas emissões de carbono e prevê ainda a construção de uma usina nuclear comercial.

No caso do desenvolvimento de tecnologias que permitam a fabricação de turbinas com baixa emissão de carbono, serão alocadas 90 milhões de Libras para o programa de pesquisas, sendo que metade desta soma será alocada pelo governo britânico. Outros 120 milhões de dólares serão empregados em um programa que visa acelerar o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias de produção, focando-se em avanços ambientais e de produtividade.
BGA

Lucro da Embraer sobe 31% no 2º trimestre e atinge R$ 466,9 milhões


A Embraer, terceira maior fabricante mundial de jatos comerciais, teve lucro líquido de R$ 466,9 milhões no segundo trimestre, alta de 31% em relação ao apurado um ano antes.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) totalizou R$ 513,1 milhões, com margem de 17%. De abril a junho de 2008, o Ebitda foi de R$ 340,5 milhões, com margem de 12,6%.

Porém em US Gaap, padrão de contabilidade norte-americano e mais acompanhado por analistas, a Embraer teve lucro líquido de US$ 67,8 milhões, pouco mais da metade dos US$ 134,4 milhões no mesmo intervalo do ano passado.
UOL

Lufthansa solicita prorrogação de prazo para fusão com Austrian Airlines à comissão austríaca de ace


O braço antitruste da Comissão Europeia ainda não liberou a planejada fusão de Austrian Airlines e Lufthansa. De acordo com a oferta pública de aceitação da Lufthansa, a execução da transação está sujeita às condições proteladoras da liberação antitruste e à liberação de uma ajuda de custos de reestruturação de 500 milhões de euros pela Comissão Europeia. A oferta atual prevê o cumprimento dessas condições até 31 de julho de 2009.

Como está sendo esboçado um acordo material com a Comissão Europeia e a liberação formal não tem como sair no prazo, a Lufthansa, de comum acordo com o grupo industrial austríaco Österreichische Industrieholding AG (ÖiAG), solicitou a prorrogação do prazo das condições proteladoras até 31 de agosto de 2009 à comissão austríaca de aceitação.

Aviação Brasil

Agência europeia de segurança aérea vai mandar trocar sensores de velocidade



A Agência Europeia de Segurança Aérea (Aesa) anunciou nesta sexta-feira (31) que vai ordenar a substituição dos sensores de medida de velocidade suspeitos de ter influenciado no acidente do voo do Airbus 447 entre o Rio de Janeiro e Paris, que deixou 228 de mortos em 1º de junho.

Voo 447: cobertura completa

Um pouco mais cedo, a Airbus disse que recomendaria ás companhias aéreas a substituição os sensores.

A Aesa vai ordenar nos próximos dias a substituição de todos os sensores Pitot Thales de tipo AA nos Airbus A330/A340, segundo um comunicado.

Todos os A330/A340 deverão ser equipados com pelo menos dois sensores Pitot produzidos pelo americano Goodrich, o terceiro sendo opcional: Goodrich ou Thales, porém neste caso deverá ser do tipo BA, mais recente que o AA, explicou a Aesa.

"Os três tipos de sensores (os dois Thales e a Goodrich) respeitam os critérios de segurança em vigor", destacou a Aesa, falando em precaução.

A Airbus recomendou que as companhias aéreas substituam pelo menos duas de cada três sondas sondas Pitot da marca Thales por modelos da americana Goodrich nos aviões A330 e A340, indicou nesta sexta à AFP um porta-voz do construtor europeu.

"Enviamos uma carta a todos os nossos operadores para recomendar que substituam em sua frota de A330 e A340 as sondas Pitot Thales por Pitot Goodrich", afirmou o porta-voz.

Esta recomendação se refere à mudança de pelo menos duas das três sondas da marca Thales usadas em cada avião.

A mudança diz respeito a cerca de 200 aviões de uma frota de mil aparelhos dos modelos de longo alcance A330 e A340, afirma a Airbus. Os outros aviões da frota já estão equipados com as sondas Goodrich.

Depois do acidente com o voo 447, "pedimos a nossos cientes que nos informassem sobre os resultados de suas sondas Pitot", precisou.

"Por precaução, a Airbus emitiu esta recomendação depois dos informes das companhias aéreas´, disse.

G1

Transporte áereo

Governo enviará proposta para ampliar presença de capital estrangeiro na aviação

O secretário de Aviação Civil do Ministério da Defesa, brigadeiro Jorge Barreto Nery, informou na quarta-feira (15) que o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) aprovou em sua última reunião, o aumento da participação estrangeira em empresas de aviação de 20% para 49% do total das ações das companhias aéreas com direito a voto. Com a aprovação pelo Conac, a proposta será enviada ao Congresso, onde deverá tramitar como projeto de lei.

De acordo com o brigadeiro, atualmente há consenso sobre o aumento dessa participação estrangeira. Apesar da facilitação do capital nessas empresas, o secretário explicou que não está em consideração a participação de empresas totalmente estrangeiras na aviação de cabotagem, ou seja, entre duas cidades brasileiras.

As declarações foram feitas em audiência pública para discutir a participação estrangeira nas empresas prestadoras de serviço de transporte aéreo e aviação regional com foco na Amazônia brasileira. O debate foi promovido em conjunto pelas comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Viação e Transporte; e pela Comissão Especial do Código Brasileiro de Aeronáutica.

A reunião foi motivada para esclarecer os deputados que analisam o Projeto de Lei 2452/07, da então CPI da Crise Aérea, que propõe uma série de modificações no atual Código Brasileiro de Aeronáutica.

Código caduco - O relator do projeto, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), elogiou a decisão do Conac e prometeu apoio à proposta. Ele considerou o atual código aéreo como uma norma caduca, que precisa de ser revisada para estimular o desenvolvimento, até para que o País esteja preparado para receber a Copa do Mundo de 2014.

Loures também lembrou que 63 milhões de passageiros foram transportados por empresas aéreas em 2008 e que há uma previsão de crescimento de 7% ao ano para o setor em 2010 e anos seguintes.

O secretário de Acompanhamento Econômico, Antonio Henrique Pinheiro Silveira, aproveitou para anunciar que o Ministério da Defesa deverá divulgar nas próximas semanas um plano para estimular rotas aéreas consideradas estratégicas.

Outros modelos - Aproveitando a ideia de ampliar a participação externa, o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) propôs que se considerem os modelos praticados na Austrália, Nova Zelândia e no Chile como possibilidade para o Brasil. Todos esses países permitem participação de 49% de capital estrangeiro para empresas com ligações externas, mas, em situações bem específicas, permitem até 100% de capital estrangeiro para empresas que façam voos domésticos.

“Sempre se achou que o tratamento a ser dado para a aviação era de segurança nacional. Só que outros campos considerados importantes, como telefonia e bancos, já permitem uma boa participação do capital de fora”, disse.

Emanuel Fernandes (PSDB-SP) lembrou que a falta de capital é um dos entraves ao crescimento do País, não cabendo, portanto, ao País evitar a entrada de capital com percentuais de participação estrangeira em empresas de aviação comercial.

Deputados querem legalização de áreas ocupadas na Amazônia

O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, José Márcio Mollo, é contrário à sugestão do deputado Varderlei Macris de promover maior abertura do setor ao capital estrangeiro. Para Mollo, o Brasil não deve ser comparado ao Chile, um país “sem gente e sem aviação”, e sim com os Estados Unidos, “que têm fama de liberais, mas não abrem a aviação”.

O sistema dos EUA, informou Mollo, busca evitar que locais com níveis de tráfego baixo deixem de contar com qualquer atendimento. “Aqui, a preocupação com o transporte regional foi ficando cada vez menor”, afirmou.

Ele lembrou também que, no caso das cidades amazônicas, a ligação aérea chega a ser, em alguns casos, a única ligação possível.

Presidente da comissão especial, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) apontou a deficiência no atendimento aéreo de regiões menos povoadas e disse que essa questão acabou ficando de lado na audiência, que girou mais em torno do capital estrangeiro.

Jornal da Câmara